Categoria: Perfil do Artista

  • Thalles – discografia e obra

    Conhecido pelo sucesso meteórico que fez a partir de 2009, Thalles é um dos músicos cristãos mais conhecidos e polêmicos da atualidade.


    Guia discográfico

    Acústico Gospel (Sony BMG/2004): Reunindo clássicos da música cristã em uma pegada alternativa, o disco se alterna de bons e fracos momentos. (Nota: [usr 3])

    Na Sala do Pai (Graça Music/2009): Um dos trabalhos mais importantes da última década, a estreia de Thalles é uma mistura de blues, pop rock, black music e soul, distribuída em linhas de baixo grooveadas, com letras diretas e confessionais, mas não com tanto êxito. (Nota: [usr 3.5])

    Na Sala do Pai [DVD] (Graça Music/2010): Trazendo o registro de Na Sala do Pai em sua versão em CD, apresenta os mesmos detalhes. (Nota: [usr 3.5])

    Raízes (Graça Music/2010): Utilizando-se de várias canções do Acústico Gospel, não há novidade no disco. (Nota: [usr 2])

    Uma História Escrita pelo Dedo de Deus (Graça Music/2011): Com a produção e aperfeiçoamento técnico de Jordan Macedo, este disco retrata o melhor de Thalles ao vivo: vívido, alegre e potente. Para acrescentar, neste formato duplo, mas que não soa cansativo, as participações brilhantes de André Valadão, e especialmente Gabriela Rocha. (Nota: [usr 4])

    Raízes 2 (Graça Music/2012): Sequela do disco anterior, Raízes 2 não impressiona, e fica perdido entre a discografia do cantor. (Nota: [usr 2.5])

    Sejam Cheios do Espírito Santo (Graça Music/2013): Perdendo a simplicidade musical, adentrando em sons mais complexos, mas perdendo a função poética, S. (Nota: [usr 2.5])

    ID3 (Universal Music/2014): Corrigindo as arestas e excessos de seu último trabalho, Thalles surgiu mais comedido e sério, o que equilibrou sua obra. (Nota: [usr 3.5])

    Ao Vivo em São Paulo (Digital Music/2014): Registrando a turnê do disco Sejam Cheios do Espírito Santo, o álbum contém versões ao vivo agradáveis de sua música. (Nota: [usr 3])

    As Canções que Eu Canto pra Ela (Universal Music/2015): O melhor disco do cantor até o momento, As Canções que Eu Canto pra Ela foge dos clichês do gênero, revelando riqueza poética ao falar sobre amor (Nota: [usr 4])


    Notícias e matérias sobre o Thalles

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  • Fernandinho – discografia e obra

    Fernandinho é um dos nomes mais consagrados nos últimos anos na esfera da música cristã nacional, por suas composições voltadas ao ambiente congregacional, arranjadas com influência do pop rock e do britpop.


    Guia discográfico

    Formoso És (Independente/2001): [sem avaliações]

    Faz Chover (Onimusic/2003): Bastante diferente de seu álbum de estreia, Faz Chover é mais suave, embora datado no uso de shofar, e todos os modismos do louvor congregacional no início da década de 2000. A faixa-título, por outro lado, se tornaria insuperavelmente hit em sua carreira. (Nota: [usr 3])

    Abundante Chuva (Onimusic/2005): Em evolução, Fernandinho apresentou algumas canções importantes em sua carreira, mais ainda pouco convincentes em meio a canções medianas. Destaque para “Já Estou Crucificado”, “Abundante Chuva”, “Há um Rio” e “Mais Alto”. (Nota: [usr 3.5])

    Geração de Samuel (Onimusic/2006): [sem avaliações]

    Sede de Justiça (Onimusic/2007): Menos exagerado e mais centrado, Sede de Justiça é o primeiro álbum de Fernandinho o qual logra um repertório consideravelmente bom. Versando acerca da justiça divina, o disco é bastante sólido, e em sua maior parte, agradável. (Nota: [usr 4])

    Uma Nova História (Onimusic/2009): Seu álbum mais uniformemente organizado, Uma Nova História é empolgante do início ao fim. As canções, guiadas pelo pop rock ao violão característico de Fernandinho emolduram clássicos e boas conduções congregacionais, como “Todas as Coisas”, “Seu Sangue”, “Pai de Multidões”, e a belíssima “Ainda que a Figueira”. (Nota: [usr 5])

    Sou Feliz (Onimusic/2011): Pouco convincente na proposta de revisitar cânticos antigos num molde pop rock, o álbum é uma escolha de arranjos medianos e algumas escolhas evidentemente equivocadas. (Nota: [usr 2.5])

    Teus Sonhos (Onimusic/2012): Com sonoridade mais forte que Uma Nova História, Fernandinho se apresenta de forma mais ousada, mas ainda apropriada para a condução de louvor congregacional. (Nota: [usr 4.5])

    Fernandinho Acústico (Onimusic/2014): Com arranjos sinfônicos encantadores, até então, inéditos, o álbum é uma mescla de ótimas interpretações, outras medianas, segmentadas pelo folk, country e blues, logrando, em maioria, canções completamente apropriadas para um registro comemorativo do cantor. (Nota: [usr 3.5])

    Galileu (Onimusic/2015): [sem avaliações]


    Melhores músicas

    Ainda que a Figueira, Dançar na Chuva, Derrama, Deus Tem o Melhor pra Mim, Emanuel, Eu Vou Abrir o Meu Coração, Faz Chover, Fogo Consumidor, Geração de Samuel, Há um Rio, Infinitamente Mais, Já Estou Crucificado, Mais Alto, Me Leva, Pai de Multidões, Se não For pra Te Adorar, Sede de Justiça, Seu Sangue, Teus Sonhos, Todas as Coisas, Tudo o que eu Quero e Uma Nova História.


    Notícias e matérias sobre o Fernandinho

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  • Brother Simion – discografia e obra

    Ex-vocalista e líder do Katsbarnea, Brother Simion é um dos expoentes do rock cristão nacional, com suas composições e influência no meio. Após sua saída da banda, lançou alguns discos e marcou sua passagem pela cena musical.


    Guia discográfico

    Brother (Gospel Records/1992): Com canções agradavelmente embaladas pelo folk, Simion (seu nome artístico na época) apresenta um repertório coeso e bem construído, com poucos deslizes. Destaque para as novas roupagens de “Contato” e “Retrovisor”, de O Som que Te Faz Girar. (Nota: [usr 3.5])

    Esperança (Gospel Records/1995): Sequela do disco anterior, com menos brilho, possui até algumas canções interessantes, como “Orgulho”, mas a interpretação dada a elas não chega a surpreender. (Nota: [usr 3])

    A Promessa (Gospel Records/1996): Com elementos pop, mas um repertório pouco direcionado e claro, A Promessa soa como uma sobra de músicas que não foram aproveitadas pelo Katsbarnea. A única coisa que parece se salvar é a faixa-título. (Nota: [usr 2])

    Asas (Gospel Records/1998): Aparentemente cansado das mudanças estruturais constantes de sua banda, Simion canalizou o repertório do Katsbarnea para sua carreira solo. Seu primeiro álbum evidentemente forte, é uma mescla das características fundamentais de seu trabalho, incluindo canções sobre a temática ambiental. (Nota: [usr 4.5])

    Na Virada do Milênio (MID Produções/2000): Conceitual e ousado, foi uma justa tentativa de Simion a atualizar seu som e conectar-se com o rock industrial produzido no exterior. Entretanto, algumas faixas soam forçadas, enquanto outras, como “Caos”, “Help”, “Profecia” e “Onde Encontrar” soam bastante interessantes. (Nota: [usr 3])

    Redenção (MK Music/2001): Introspectivo, Redenção é um dos discos mais simples e orgânicos do cantor, com melodias guiadas pelo piano e reflexões acerca da fragilidade e os anos passageiros. Disto, há de se destacar o feeling de “Eclesiastes”, o pop rock de “Redenção” e o folk “É de Manhã”. (Nota: [usr 3])

    A Volta de Johnny (MK Music/2002): A Volta de Johnny é o álbum mais básico de Brother Simion desde sempre. Em maior parte composto de bateria, baixo, guitarra pouco distorcida e teclado, o cantor retoma temáticas antigas, como seu próprio personagem Johnny, além de baladas e outras faixas hard rock. (Nota: [usr 3.5])

    Eclipse (Independente/2004): Sua versão do new metal não chega a soar muito datado nos dias de hoje, isso porque as composições continuam a ter os mesmos elementos pelos quais Brother foi conhecido. Entretanto, há um pouco mais de ousadia. Ao abordar pastores mercenários (“Semideus”), o conflito entre amigos (“Ei, Amigo”) e até mesmo seus sentimentos quanto à carreira (“Onde Deus me Levar”), Simion consegue ser impactante, e ao mesmo tempo sentimental, numa produção musical corretamente aplicada. (Nota: [usr 4.5])

    Testemunho (Independente/2005): Vendo a conter o testemunho de vida do cantor, chega a ser atrativo pela história, mas não há muito além a se explorar. De certo, as versões acústicas de algumas músicas de Eclipse são interessantes, embora apenas isso. (Nota: [usr 3])

    Gênesis for New Generation (Independente/2007): Retomando seus maiores sucessos com requintes de modernidade, Brother retoma os êxitos de sua discografia com dez canções que mudaram sua trajetória, com influências do pop rock e do rock progressivo. De fato, pode ter faltado uma faixa aqui e ali, mas no geral, o registro é bastante agradável e de êxito. (Nota: [usr 4])


    Notícias e matérias sobre o Brother Simion

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  • Heloisa Rosa – discografia e obra

    Heloisa Rosa é uma das expoentes de um movimento dentro da música congregacional que permitiu um louvor comunitário mais espontâneo, com frases mais simples, e instrumentais pautados no rock. Com identidade e profundidade bíblica, suas canções são apreciadas por um público seleto, porém crescente.


    Guia discográfico

    Liberta-me (Independente/2004):  Seu primeiro trabalho, caracteriza-se por canções livres e pouco conectivas entre si, no entanto, algumas dessas músicas são de qualidade destacável, como “Jesus é o Caminho” e “Clamarei Teu Santo Nome”. Um tanto quanto simples e pouco forte, mas fortemente sincero. (Nota: [usr 4])

    Unção que Une [com Min. Atmosfera de Adoração] (Independente/2005): As roupagens de Heloisa à cânticos conhecidos são extremamente positivas, enquanto a participação do Min. Atmosfera de Adoração é pouco interessante. Embora seja um disco em conjunto, não há nada no repertório que o caracterize como uma parceria, soando como uma mera coletânea. (Nota: [usr 2])

    Andando na Luz (Independente/2006): Com um som mais simples, direto e com influências do rock britânico, é o primeiro álbum de Heloisa que definitivamente é guiado por um conceito claro e bem explorado em todas as faixas. (Nota: [usr 4.5])

    Estante da Vida (Graça Music/2008): Seguindo uma proposta mais complexa e arranjos bem construídos, Estante da Vida é uma excelente obra pop contemporânea que constrói, sob o viés bíblico a nossa reconstrução e transformação interior através de Deus. Embora as canções sigam um conceito, a maioria delas são fortes individualmente, destoando apenas as letras de seu marido, Marcus Grubert. (Nota: [usr 5])

    Confiança (Onimusic/2011): Novamente procurando soar mais simples, Confiança é o trabalho musicalmente mais pesado de Heloisa. Em contrapartida, as letras não soam tão fortes, sendo poucas que oferecem um brilho maior se tomadas por uma perspectiva individual. (Nota: [usr 4])

    Ao Vivo em São Paulo (Musile Records/2014): Conseguindo fazer uma ponte entre o conceito de seus álbuns criando uma história que une-se à aspectos centrais e fundamentais do cristianismo, Heloisa soube construir um repertório que bem representou os seus dez anos de carreira. A gravação foi conduzida por um clima intimista e agradável, o que bem caracteriza sua obra. (Nota: [usr 4.5])


    Melhores músicas

    Amigo Íntimo, Clamarei Teu Santo Nome, Derramar, Estante da Vida, Estou Livre, Há Tanto Tempo, Há um Lugar, Hoje eu Sei, Jesus é o Caminho, Lindo Jesus, Pulsa Coração, Se Andarmos na Luz, Seis da Tarde, Vaidade e Vem Andar Comigo


    Notícias e matérias sobre a Heloisa Rosa

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  • Davi Sacer – discografia e obra

    Ex-vocalista dos grupos Toque no Altar e Trazendo a Arca, Davi Sacer é uma das vozes masculinas mais conhecidas do gospel contemporâneo. Com uma carreira solo ainda recente, o cantor segue em atividade com alguns sucessos.


    Guia discográfico

    Deus não Falhará (Art Gospel/2008): O disco que melhor o representa, Deus não Falhará é um prato cheio de canções com a vibe horizontal que o popularizou, como a faixa-título, canções intimistas como a intimista “Minh’alma Te Deseja”, além de parcerias corretamente escolhidas para o disco, como o pianista e produtor Ronald Fonseca, e seu ex-colega de Trazendo a Arca, Luiz Arcanjo. (Nota: [usr 4.5])

    Confio em Ti (Art Gospel/2010): Com a proposta de valorizar o estilo de canções abandonado em Pra Tocar no Manto e Salmos e Cânticos Espirituais, o primeiro álbum de Sacer fora do TA é dentro de sua zona de conforto e potencialmente popular, através das composições, em maioria assinadas por Davi Fernandes e Jill Viegas. (Nota: [usr 4])

    No Caminho do Milagre (Som Livre/2011): Primeiro disco ao vivo a representar Davi, contém apenas duas inéditas. As execuções instrumentais são altamente profissionais, corretas, mas não acrescentam as suas versões originais. Ou seja, não há nada de errado com as faixas, mas também não há praticamente nada de interessante sobre elas. (Nota: [usr 3])

    Às Margens do Teu Rio (Art Gospel/2012): Tão confortável quanto Confio em Ti, mas sem o charme que o conteve. Tecnicamente é agradável, com uma sonoridade límpida, mas as composições nunca foram tão fracas e repetitivas. (Nota: [usr 2])

    Venha o Teu Reino (Som Livre/2014): Primeiro álbum realmente ambicioso do cantor, veio a representar uma mudança radical na parte lírica. Instrumentalmente, segue a mesma tendência dos anteriores, com pouco feeling, mas as letras soam mais sinceras, soando como uma espécie de Pra Tocar no Manto em sua versão solo. (Nota: [usr 3.5])


    Notícias e matérias sobre o Davi Sacer

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  • Aline Barros – discografia e obra

    Uma das mais famosas e bem sucedidas cantoras do segmento gospel nos últimos anos, Aline Barros soma mais de vinte anos de carreira com uma longa discografia de discos inéditos e coletâneas, que registram um pouco da história recente da música cristã brasileira.


    Guia discográfico*

    Sem Limites (AB Records/1995): Com a boa produção dos integrantes do Roupa Nova, Aline Barros aparece no segmento como um bom pop atrelado à interpretações vocais agradáveis com um bom time de compositores, como Alda Célia (autora do clássico “Para Sempre Te Adorarei”, a melhor faixa do disco), Marquinhos Gomes, Josué Teodoro, além de algumas versões. (Nota: [usr 4.5])

    Voz do Coração (AB Records/1998): Sequela natural de Sem Limites, contém algumas canções mais ousadas, como “Corra para os Braços do Pai”, embora o repertório seja inferior ao projeto de estreia. (Nota: [usr 3.5])

    O Poder do Teu Amor (AB Records/2001): Utilizando registros vocais mais complexos, o destaque de O Poder do Teu Amor está em “Guarda a Tua Fé” e “Recomeçar”, que mantém a proposta pop dos trabalhos mais antigos. (Nota: [usr 4.5])

    Jesus Vida Verão (AB Records/2002): Um registro simples, e pouco claro se realmente foi um registro planejado ou não, destaca-se pela presença de palco com Aline, e a presença vívida do público. (Nota: [usr 3.5])

    Fruto de Amor (AB Records/2003): Com um repertório mais bem estruturado que os anteriores, o álbum é parte de uma fase difícil para Aline Barros, devido ao seu problema nas cordas vocais mas que, de nenhuma forma afetou a qualidade final do álbum. Com músicas como “Você é de Deus”, “Nossos Planos” e até mesmo “Cantarei Desse Amor” com a participação de PG, é basicamente um disco pop como o que se espera de Aline. (Nota: [usr 4.5])

    Som de Adoradores (MK Music/2004): Incorporando o congregacional com competência, o sucesso do álbum se deve, de certa forma à dupla Kleber Lucas e Rogério Vieira. É claro, alguns arranjos de teclado são simplórios, e até mesmo toscos (num olhar contemporâneo), mas é exatamente o que as músicas pediam em sua época. “Sonda-me, usa-me”, “Rei meu”, “Apaixonado”, “Casa de Deus” e a maior parte do disco é parte marcante da carreira de Aline. (Nota: [usr 4.5])

    Som de Adoradores [vídeo] (MK Music/2005): Conduzido de forma responsável, Som de Adoradores, ao vivo chega a ser quase tão bom quanto sua versão em CD, com o acréscimo de ministrações interessantes e medleys. (Nota: [usr 4])

    Caminho de Milagres (MK Music/2007): Alcançando ao extremo dos exageros, Caminho de Milagres é o resultado de uma produção musical fraca, interpretações vocais equivocadas e um repertório extenso demais. (Nota: [usr 2])

    Aline Barros no Maracanãzinho: Caminho de Milagres (MK Music/2009): Reflexo do pouco êxito de sua versão em CD, é mais aceitável pelas imagens feitas no ginásio do Maracanãzinho. No entanto, o registro não chega a empolgar. (Nota: [usr 3])

    Aline Barros na Estrada (MK Music/2010): (sem avaliações)

    Extraordinário Amor de Deus (MK Music/2011): Com produção musical de Ricardo Feghali e Cleberson Horsth, Extraordinário Amor de Deus é um álbum polido e corrige o excesso dos anteriores, além de fazer uma mescla razoável entre o congregacional e o pop de Aline. (Nota: [usr 4])

    20 Anos (Sony Music/2012): Apesar de serem vinte anos de carreira, apenas metade desta história está registrada aqui – o que não faz muito sentido para um álbum comemorativo. (Nota: [usr 3])

    Graça (MK Music/2013): Com um repertório razoável, mas uma produção musical que relativamente deixou a desejar, Aline Barros apresenta um álbum sustentado por algumas composições de Anderson Freire. No entanto, a novidade se centra em Pr. Lucas, que, todavia, não escreve canções de grande impacto. (Nota: [usr 3])

    * coletâneas e álbuns infantis não foram inclusos, por serem muitos na carreira da cantora.

    Notícias e matérias sobre a Aline Barros

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  • Resgate – discografia e obra

    Surgida na capital paulista no fim da década de 80, o Resgate é um dos maiores – e melhores – ícones do rock cristão nacional, com o diferencial de manter sua formação praticamente intacta. O quarteto é formado por Zé Bruno, Hamilton Gomes, Marcelo Bassa e Jorge Bruno.


    Guia discográfico

    Vida, Jesus & Rock’n’Roll (Independente/1991): Bastante amador, mas esforçado, contém alguns dos elementos marca-registrada do Resgate. Sonoridade direta, simples, mas empolgante e algumas letras que começam a impressionar, como “Paralelo”. (Nota: [usr 3])

    Novos Rumos (Gospel Records/1993): Seguindo a tendência do anterior, Novos Rumos não contém muitas novidades, mas as canções não são tão elementares como antes. Com pitadas de heavy metal, o hard rock do Resgate começava a se solidificar. (Nota: [usr 3.5])

    On The Rock (Gospel Records/1995): Ampliando a visão do Resgate, o produtor Paulo Anhaia soube lapidar a música da banda. Num registro empolgante da primeira à última faixa, a música da banda é sólida, em certos momentos jovial e saudavelmente composta de autodepreciação. (Nota: [usr 5])

    Resgate (Gospel Records/1997): Se remodelando com questões acerca da religiosidade, é liricamente o disco mais complexo do Resgate. A sonoridade suja das guitarras, inspirada no rock londrino parece abandonar o humor tão positivo de On The Rock. (Nota: [usr 4])

    Praise (Gospel Records/2000): Com uma proposta praticamente conceitual, Praise encara muito bem o contexto do louvor comunitário no Brasil, sem perder-se na essência rock da banda. Com órgão hammond, backing vocals bem arranjados, as canções mesclam melodias agradáveis com letras de fácil assimilação. (Nota: [usr 4.5])

    Acústico (Gospel Records/2001): Embora o disco não pareça sair-se tão bem, o Resgate não se propôs a copiar suas versões de estúdio, mas com um time muito bom de instrumentistas conseguiu criar um registro coerente, e com um repertório bem selecionado. (Nota: [usr 4])

    Eu Continuo de Pé (Gospel Records/2002): Não aproveitando nenhum dos êxitos dos três últimos registros inéditos, Eu Continuo de Pé é, de longe, o pior álbum do Resgate. As letras, em maioria são pobres e a obra soa pouco convincente (Nota: [usr 1.5])

    15 Anos – Ao Vivo (Gospel Records/2004): Com guitarras explosivas e a boa participação de Dudu Borges nos teclados, é uma das melhores apresentações para fãs novos da banda. Embora as interpretações vocais de Zé Bruno propositalmente estejam abaixo de seu nível, o disco é ainda sustentado por duas das três faixas inéditas contidas no final (“O Rio” e “O Meu Lugar”), enquanto “Mais Longe” parece soar como uma sobra horrível de Eu Continuo de Pé. (Nota: [usr 4])

    Até eu Envelhecer (Gospel Records/2006): Em 15 anos, o Resgate só poderia continuar evoluindo por conta de seu novo integrante, o tecladista Dudu Borges, que tornou o registro menos previsível do que os anteriores. No entanto, o grande ponto negativo acerca de Até eu Envelhecer são algumas de suas letras panfletárias pró-Renascer. (Nota: [usr 3.5])

    Até eu Envelhecer – ao vivo (Gospel Records/2008): Repetindo grande parte do repertório de 15 Anos – Ao Vivo, Até eu Envelhecer – ao vivo não parece ser um registro muito necessário. No entanto, os registros para “O Rio”, “O Meu Lugar”, “Leve e Momentânea” e algumas das faixas de Até eu Envelhecer justificam relativamente o lançamento. (Nota: [usr 3])

    Ainda não é o Último (Sony Music/2010): Uma boa versão fundida de Praise com Até eu Envelhecer, Ainda não é o Último é um dos melhores trabalhos do Resgate, com todas as faces apresentadas pela banda em sua carreira. Com teor político, humorístico e até mesmo confessional, as guitarras de Zé Bruno e Hamilton se complementam aos teclados de Dudu Borges. (Nota: [usr 4.5])

    Pretérito Imperfeito, mais que Perfeito (Sony Music/2011): Um dos melhores Greatest Hits do mercado cristão, é um excelente cartão de visita da banda, com todos os seus sucessos contidos até 2010. Ainda, incluindo a autobiográfica “Assim Caminha a Humanidade?”, inclui fotos e depoimentos que não o tornam apenas uma coletânea, mas uma espécie de documentário sobre os melhores momentos do Resgate. (Nota: [usr 5])

    Este Lado para Cima (Sony Music/2012): Sem Dudu Borges, a banda retorna à agressividade de On The Rock, com a produção de Paulo Anhaia. Neste projeto, é interessante perceber que, apesar de simples, o Resgate criou tantas possibilidades e propostas musicais que a saída de um membro não a afetaria tanto. Com um discurso conceitual e forte de se desapegar das coisas terrenas, em direção para cima, a grande faixa do registro é “Eles Precisam Saber”. (Nota: [usr 4])

    Aos Vivos (Sony Music/2013): Claramente afetado por seu pouco planejamento, Aos Vivos soa justificável pela simplicidade que a banda vem adotando desde a saída de seu tecladista. Abordando também algumas canções de Ainda não é o Último com samples, o disco remonta o Resgate no ápice de sua elementaridade. (Nota: [usr 3])

    25 Anos (Sony Music/2015): Com arranjos acústicos suaves, mas vintage, além das grandes inéditas “Ninguém vai Saber”, “Luz” e “Ele”, o Resgate preferiu fazer um trabalho mais calmo, diferente dos anteriores, revisitando canções esquecidas. Apesar de alguns deslizes, o registro teve um acabamento bastante positivo. (Nota: [usr 4])


    Melhores músicas

    5:50 AM, A Hora do Brasil, Acusador, Água Viva, Astronauta, Daniel, Em Todo o Lugar, Eles Precisam Saber, Eu Estou Aqui, Infinitamente Mais, Jack, Joe and Nancy in the Mall, Liberdade, Neófito, O Meu Lugar, O Nome da Paz, O Rio, Palavras, Paralelo, Passo a Passo, Pra Todos os Efeitos, Restauração, Rock da Vovó, Solidão, Te Encontrar, Tempo, Todo Som e Vou me Lembrar.


    Notícias e matérias sobre o Resgate

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  • Oficina G3 – discografia e obra

    Surgida em São Paulo no fim da década de 80, a Oficina G3 é uma das bandas de rock cristão mais conceituadas. Com quase 30 anos de estrada, a banda é lembrada principalmente por seus integrantes de longa data, Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos.


    Guia discográfico

    Ao Vivo (Gospel Records/1990): Ainda em busca da identidade, a Oficina G3 parece se sustentar nas composições de Túlio Regis, mas são os vocais de Luciano Manga que realmente causam atração. (Nota: [usr 3])

    Nada é Tão Novo, Nada é Tão Velho (Gospel Records/1993): Sem Túlio Regis, a Oficina G3 parece se reinventar nas mãos de seu integrante mais notável, Juninho Afram, que juntamente à Luciano Manga dão um ar de originalidade nas interpretações. O hard rock simples, mas característico faz o álbum, em sua maior parte valer a pena. (Nota: [usr 3.5])

    Indiferença (Gospel Records/1996): O produtor Paulo Anhaia, juntamente aos novos integrantes Duca Tambasco e Jean Carllos solidificam a identidade do Oficina G3, reforçando sua proficiência no hard rock contido no álbum anterior. Mas vai além disso: composto por elementos do rock progressivo, pop rock, heavy metal e até mesmo baladas acústicas e instrumentais, é impossível ter alguma faixa como ruim, ainda considerando que Luciano Manga dá uma vitalidade as músicas que nenhum vocalista posterior conseguiria. (Nota: [usr 5])

    Acústico (Gospel Records/1998): Apesar de desconfortável nas antigas músicas de Manga, PG mostra seu potencial através das inéditas, como “Autor da Vida” (de sua autoria) e, principalmente à melancólica “Quem?”. Os arranjos de cordas vieram bem a calhar, mas o disco ainda peca pelas versões das canções antigas. (Nota: [usr 3.5])

    Acústico ao vivo (Gospel Records/1999): Extraindo os pontos positivos do último álbum e acrescentando novas versões, Acústico ao vivo fecha muito bem a década de 90 para o grupo, mostrando que de uma banda underground do hard rock, a Oficina G3 poderia se converter para um ícone do rock cristão mainstream sem se forçar. (Nota: [usr 4.5])

    O Tempo (MK Music/2000): Mais pop, a Oficina G3 desta vez prefere criar um som mais estável, mas sem perder a sua qualidade. Obviamente odiado por seus fãs mais extremistas, mas de inegável importância, O Tempo é um disco que consegue equilibrar com louvor aspectos geralmente antagônicos em álbuns: qualidade musical, letras atraentes e um som comercial. (Nota: [usr 4.5])

    The Best of Oficina G3 (Gospel Records/2001): Como o título define, The Best of Oficina G3 é um excelente Greatest Hits do grupo, abrangendo todas as músicas de destaque em todos os álbuns da Oficina G3 lançados pela Gospel Records. (Nota: [usr 5])

    Platinum (Gospel Records/2001): Ao considerar que uma coletânea de maiores sucessos estava recentemente lançada, e não há diferenças significativas no repertório, não existe nenhuma necessidade em ter sido lançado Platinum. (Nota: [usr 1])

    O Tempo [vídeo] (MK Music/2002): Seguindo a tendência de sua versão em estúdio, O Tempo ao vivo dá base para toda a proposta musical feita fora dos palcos. O que realmente incomoda é a tentativa forçada do vocalista PG em soar como uma espécie de Bono Vox. Lembrado também pela performance ao vivo de “Glória” por Juninho Afram, é o registro de despedida do baterista Walter. (Nota: [usr 3])

    Humanos (MK Music/2002): Pior trabalho da Oficina G3, é tão confuso quanto os próprios seres humanos. De faixas de peso influenciadas pelo new metal como “Onde está?” e “Apostasia”, o álbum flerta com baladas extremamente cansativas e desgastantes, embora “Te Escolhi” seja perfeitamente padronizada para as rádios, o que justifica seu sucesso. (Nota: [usr 2])

    Além do que os Olhos Podem Ver (MK Music/2005): É o reflexo que, acima de quaisquer outros que passaram pelo grupo, o Oficina G3 sobreviveria muito bem somente com Juninho, Duca e Jean. O trio, que assina quase todas as músicas juntos demonstram maturidade musical e um repertório imprevisível, fortemente influenciado pelo metal progressivo. Com a participação de Déio Tambasco, Lufe e Marcão (ex-vocal do Fruto Sagrado), é a prova que a saída de PG não causou falta alguma. (Nota: [usr 4.5])

    MK CD Ouro: as 10 mais do Oficina G3 (MK Music/2006): Destacar que são as dez melhores do Oficina G3 e ter “Sempre Mais” no repertório é simplesmente uma gozação. Com apenas uma faixa de Além do que os Olhos Podem Ver, o álbum mescla músicas que realmente são bons sucessos, como “O Tempo” e “Ele se Foi”, mas se esquece de faixas grandiosas, como “Lugar Melhor”, “Até quando?” e até mesmo “Apostasia”. (Nota: [usr 2])

    Elektracustika (MK Music/2007): Com a elegância de um projeto comemorativo e sem perder o gosto de ineditismo, Elektracustika é um dos álbuns mais refinados da Oficina G3, com arranjos suaves e moderadamente melancólicos, fundindo muito bem o acústico com o elétrico. Canções como “A Deus”, “Eu, Lázaro”, “Me Faz Ouvir” e até antigas como “Resposta de Deus” garantem alguns dos melhores momentos deste registro. (Nota: [usr 4])

    Som Gospel (MK Music/2008): Sequela do MK CD Ouro, poucas novidades são incrementadas. Sem foco e propósito, soa como uma seleção aleatória da banda. (Nota: [usr 2.5])

    Depois da Guerra (MK Music/2008): Com 20 anos de carreira, foi uma missão arriscada trazer um novo vocalista. Mas Mauro Henrique incorporou bem as canções, dando-lhes boas interpretações. Jean Carllos surge nos vocais, cumprindo uma parte fundamental para o desenvolvimento da obra. Nada se ofusca, nem o baixo de Tambasco, as guitarras de Afram e principalmente a bateria de Alexandre Aposan. No entanto, o álbum carece de mais identidade. (Nota: [usr 3.5])

    D.D.G. Experience (MK Music/2010): Hugo Pessoa é o grande responsável pela qualidade da produção que se destaca por sua iluminação, local e principalmente o efeito bullet time, que se faz muito presente nas primeiras faixas. (Nota: [usr 4])

    Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança) (MK Music/2013): Um soco para os fissurados em um som “pesado”, a Oficina G3 apresentou um disco tecnicamente complexo, mas sem vícios e maneirismos. Num contexto de desastres pessoais na vida dos integrantes, um trabalho tão conceitual era o adequado. (Nota: [usr 4])

    Gospel Collection – ao vivo (MK Music/2014): Abordando momentos ocorridos de 2001 a 2009, Gospel Collection é atraente pelas performances ao vivo da Oficina G3 enquanto trio. A inclusão de gravações de O Tempo e D.D.G. Experience, no entanto, pouco acrescentam, mas é a melhor coletânea da banda já lançada pela MK Music. (Nota: [usr 3])

    Histórias e Bicicletas [DVD] (MK Music/2015): Na proposta de transmitir os bastidores da gravação do álbum de estúdio, o filme falha em ser em um registro despretensioso demais. (Nota: [usr 3])


    Melhores músicas

    A Lição, Água Viva, Até quando? (Humanos), Autor da Vida, Cante, Davi, Desculpas, Espelhos Mágicos, Eu, Lázaro, Incondicional, Indiferença, Lágrimas, Mais que Vencedores, Naves Imperiais, Magia Alguma, Mais Alto, Meus Próprios Meios, O Fim é só o Começo, O Tempo, Onde está?, Perfeito Amor, Preciso Voltar, Quem e Valéria.


    Notícias e matérias sobre a Oficina G3

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  • Diante do Trono – discografia e obra

    Surgido em Belo Horizonte no final da década de 90, o Diante do Trono foi um dos maiores sucessos na cena cristã nacional durante os anos 2000. Com composições majoritariamente escritas por Ana Paula Valadão, também sua líder e principal vocalista, o grupo mantém uma série de projetos paralelos e uma longa discografia.


    Guia discográfico

    Diante do Trono (Independente/1998): Impulsionado pelas influências congregacionais estrangeiras, os pontos altos do álbum estão justamente nas versões. Mas a orquestra que a acompanha é surpreendente. (Nota: [usr 3])

    Exaltado (Independente/1999): Álbum mais forte do Diante do Trono nos anos 90, é carregado por várias canções congregacionais de peso, como “Quero Ser” e ‘Exaltado em Santidade”, esta última com uma dinâmica instrumental impressionante. (Nota: [usr 4.5])

    Águas Purificadoras (Independente/2000): Sabendo como uma música deve soar, a musicalidade do grupo parece cada vez mais unificada através dos arranjos de Sérgio Gomes e Maximiliano Moraes. “Eu quero o Avivamento”, “O Cheiro das Águas” e a clássica “Tempo de Festa” mostram o êxito do disco. (Nota: [usr 4.5])

    Aclame ao Senhor (Hosanna! Music/2000): (sem avaliações)

    Shalom Jerusalém (Hosanna! Music/2000): (sem avaliações)

    Preciso de Ti (Independente/2001): Mais ousado, Preciso de Ti é um álbum envolvente do início ao fim, mesmo com canções tão longas como a faixa-título. “Coração Igual ao Teu”, grande clássico do trabalho é uma excelente parceria entre Valadão e Maximiliano Moraes, este último que mostra o porquê foi o melhor arranjador vocal na história do grupo mineiro. (Nota: [usr 5])

    Brasil Diante do Trono 1 (Independente/2002): Ao considerar apenas o repertório, o disco não faz muito sentido. As versões de faixas de Exaltado receberam incrementações interessantes, com a participação vívida do público. No entanto, o excesso de espontâneos e informações da época deixaram Brasil Diante do Trono 1 extremamente datado. (Nota: [usr 3.5])

    Nos Braços do Pai (Independente/2002): Continuando a qualidade técnica dos anteriores, mas sem o senso de dinâmica, Nos Braços do Pai é linear e, mesmo não tendo pontos de extremo destaque também não é uma maré baixa nas composições. “Brasil” e a faixa-título, de certa forma possuem uma temática atemporal, ao contrário do que as ministrações da época tentavam mostrar. (Nota: [usr 3])

    Quero me Apaixonar (Independente/2003): Paralelo à temática, o sexto trabalho do Diante do Trono soa como bastante intimista, mas novamente sem a força dos primeiros álbuns. Os pontos altos, no entanto ficam com as participações de Helena Tannure e André Valadão em “Lugares Altos” e “Eu Nasci de Novo”, respectivamente. (Nota: [usr 3.5])

    Esperança (Independente/2004): As várias faces da música do Diante do Trono se misturam em Esperança, gerando um projeto envolvente e coeso. Da dinâmica percussiva de “Quem é deus Como o Nosso Deus?” até o patriotismo de “Salvador”, o trabalho traduz de forma verdadeira e íntima a importância de estar a sós com Deus, mesmo no deserto. (Nota: [usr 5])

    Ainda Existe Uma Cruz (Independente/2005): Por vezes subestimado, Ainda Existe Uma Cruz aborda uma das temáticas mais complexas na história da banda, e se despede dos arranjos vocais de Maximiliano Moraes. A sonoridade continua superproduzida, com seus primeiros sinais de saturação. (Nota: [usr 4])

    Por Amor de Ti, oh Brasil! (Independente/2006): Com foco excessivo nos espontâneos e uma sonoridade cada vez mais cansativa, o repertório de Por Amor de Ti, oh Brasil consegue envolver apenas os fãs mais fervorosos do Diante do Trono. (Nota: [usr 2.5])

    Sem Palavras (Independente/2006): (sem avaliações)

    Príncipe da Paz (Independente/2007): Retornando aos mesmos elementos contidos em Esperança, Príncipe da Paz é um disco com conceito claro, direto e bem organizado. “Mais que Vencedor” e “Cordeiro e Leão”, carro-chefes dentre as mais agitadas mostram o melhor que Sérgio Gomes pôde oferecer como arranjador vocal.  (Nota: [usr 4.5])

    Tempo de Festa (Independente/2007): Coletânea ao vivo das faixas-título de cada álbum, Tempo de Festa carece de novidade. As regravações se limitam à reproduzir o que já fora feito anteriormente, porém a execução é impecável. (Nota: [usr 3.5])

    Com Intensidade (Independente/2008): Tecnicamente é um ponto baixo para o Diante do Trono. Ademais, não há qualquer sentido no lançamento, visto que outro disco com regravações (Tempo de Festa) tinha acabado de ser lançado. (Nota: [usr 1])

    A Canção do Amor (Independente/2008): O Quero me Apaixonar que deu certo, A Canção do Amor é singelo em sua temática, muito bem desenvolvida por todo o disco. Talvez foi a única vez, em toda a história do grupo em que espontâneos realmente agregaram valor ao repertório. (Nota: [usr 4])

    Tua Visão (Som Livre/2009): Depois de muitos anos, é o primeiro álbum da série sem qualquer propósito em sua temática, com um repertório deslocado e pouco convincente. (Nota: [usr 2.5])

    Aleluia (Som Livre/2010): Apesar das regravações, Aleluia é uma despedida agradável aos antigos integrantes, de longa data do Diante do Trono. A participação de Ludmila Ferber teve tanto êxito que a artista soa como uma membro da banda. “Me Refaz” é simples, e ao mesmo tempo surpreendente. (Nota: [usr 4])

    Sol da Justiça (Som Livre/2011): Dividido insanamente em um álbum principal e outro bônus (exclusivo em DVD), o repertório é bagunçado. A longa duração de “Eu Canto” e “Me Ama” ofuscam grandes canções como “Em Meio a Tua Glória”, considerando ainda a falta de “Meu Coração”, uma falha imperdoável. (Nota: [usr 2.5])

    Glória a Deus (Som Livre/2012): Uma mescla na participação de integrantes antigos e novos, Glória a Deus realmente faz jus à sua proposta quando canções como “Maravilhado”, na voz de Nívea Soares são consideradas. A mínima participação de Ana Paula garantiu um maior equilíbrio ao disco. (Nota: [usr 4])

    Creio (Som Livre/2012): Ao ápice da nova formação, Creio é uma vitrine de versões, mas não deixa a desejar em sua parte inédita. Com alta participação do público e poucos espontâneos, é um dos registros menos monótonos do grupo mineiro. (Nota: [usr 4])

    Global Project: Português (CanZion/2012): (sem avaliações)

    Renovo (Som Livre/2013): Quando se é levado em conta novos integrantes e um álbum de título Renovo, espera-se versões que realmente tragam arranjos diferenciais em comparação as originais. Neste projeto comemorativo, a proposta é concluída do início ao fim, e embora algumas músicas tenham ganhado releituras pobres, o saldo é positivo. (Nota: [usr 4])

    Tu Reinas (Independente/2014): Com um repertório mínimo de inéditas, e regravações, em geral de músicas pouco (ou nada importantes) na discografia do Diante do Trono, Tu Reinas é, em grande parte dispensável. (Nota: [usr 2])

    Deus Reina (Independente/2015): (sem avaliações)

    Tetelestai (Independente/2015): A narrativa de Tetelestai é bem construída, embora o disco contenha suas falhas e lacunas. A sonoridade, muito vazia e com excesso de overdubs, é a grande falha, musicalmente falando (Nota: [usr 3.5])


    Melhores músicas

    A Vitória da Cruz, Ao Cheiro das Águas,  Águas Purificadoras, Casa de Oração, Confio em Teu Amor, Cordeiro e Leão, Corpo de Cristo, Deus de Amor, Eis-me aqui, Em Meio a Tua Glória, Esperança, Exaltado em Santidade, Isaías 40, Manancial, Nos Braços do Pai, Preciso de Ti, Porque Estás Comigo, Quero Seguir-Te, Quero Ser, Seja o Centro, Tempo de Festa e Tua Presença


    Notícias e matérias sobre o Diante do Trono

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  • Rebanhão – discografia e obra

    Formada no Rio de Janeiro, em meados de 1979, o Rebanhão foi uma das mais expressivas e notáveis bandas de rock cristão dos anos 80 e 90. Sua discografia é eclética, abrangendo diversas fases e formações na qual passou. Em seu início, o grande mestre foi Janires, no qual era vocalista e compositor de grande parte das músicas. Em sua saída, em 1985, a banda esteve centrada em três importantes figuras: Pedro Braconnot, Paulo Marotta e Carlinhos Felix, todos também da formação inicial. Mais tarde, com a saída de Felix e Marotta, Braconnot recrutou novos músicos, como Pablo Chies e Rogério dy Castro, lançando mais alguns álbuns, até que em 2000 o grupo chegou ao seu fim.


    Guia discográfico

    Mais Doce que o Mel (Doce Harmonia/1981): Estreia do grupo, registra magistralmente a habilidade musical de Janires, com o choro “Casinha”, o progressivo medley contendo “Salas de Jantar” e, principalmente seu clássico “Baião”. As composições de Carlinhos Felix não ficam muito atrás, destacando-se através de “Monte”. “Refúgio”, de Pedro Braconnot é uma das melhores baladas do Rebanhão. (Nota: [usr 5])

    Luz do Mundo (Arca Musical Evangélica/1983): Dando sequência à Mais Doce que o Mel, as composições de Janires estão cada vez mais refinadas. “Hoje sou Feliz” e “Casa no Céu” possuem lírica impressionante, enquanto as composições de Carlinhos se mantém no mesmo nível. Paulo Marotta e Kandell impressionam na base instrumental. (Nota: [usr 5])

    Janires e Amigos (Doce Harmonia/1985): O disco funciona muito bem enquanto solo de Janires, de longe o melhor membro do Rebanhão. No entanto, como banda, o álbum é deslocado. Destaque para as letras de “Helena, todo o pecado estará perdoado” e “Arca (Festa de arromba Evangélica)”. (Nota: [usr 4.5])

    Semeador (PolyGram/1985): A falta das composições de Janires são notáveis, mas desta vez há uma maior unidade no quarteto com a entrada do novo baterista Fernando Augusto. (Nota: [usr 3.5])

    Novo Dia (PolyGram/1987): “Razão” é o claro exemplo de que o grupo poderia sobreviver sem Janires tendo Pedro Braconnot como compositor. Embora a produção musical seja extremamente datada, o trio Felix/Marotta/Braconnot, juntamente com Fernando Augusto apresentou um álbum coeso e maduro.(Nota: [usr 4.5])

    Grandes Momentos (Continental/1988): Abrangendo os álbuns Semeador e Novo Dia, a seleção de repertório desta coletânea foi infeliz. Músicas fundamentais como “Primeiro Amor” e “Nele Você Pode Confiar estão presentes, mas a falta de “Viajar”, “Razão” e muitas outras é inadmissível. (Nota: [usr 2.5])

    Princípio (Gospel Records/1990): Álbum que mergulhou na cara da nova década, apresentou o novo conceito de música cristã que Janires insistia em seu início. O líder, desta vez foi Braconnot, que surpreende nas reflexões feitas em “Palácios” e “Metrô”. Além de um ótimo repertório composto por faixas como “Muro de Pedra”e “Selo do Perdão”, a escolha da banda de regravar “Princípio”, que relembra a morte do ativista Chico Mendes é altamente feliz. (Nota: [usr 5])

    Pé na Estrada (Gospel Records/1991): Despedida de Carlinhos Felix e Paulo Marotta, é o disco musicalmente mais ousado feito pelo trio clássico do Rebanhão. “Elo Perdido” e seu arranjo progressivo é talvez um dos TOP5 do grupo, além do hard rock de “Criação”. O que realmente tira o mérito de perfeição de Pé na Estrada é sua faixa final, “Nzile Nzulu”. (Nota: [usr 4.5])

    Enquanto é dia… (Gospel Records/1993): Introspectivo e melancólico, Enquanto é dia… é talvez uma luz no fim do túnel para quem achava que o Rebanhão estava totalmente acabado após a saída de dois integrantes. Mas não é para se iludir: apesar de músicas incríveis, como “Me Leva pra Casa” e “Mistério”, esta última nos vocais de Dico Parente, o trabalho da banda nunca superaria o de sua formação mais notável. (Nota: [usr 3])

    Por Cima dos Montes (Warner/1996): Álbum praticamente solo de Pedro Braconnot com a alcunha do Rebanhão, é um ponto baixo na carreira do grupo. Regravações em excesso e um repertório tão melancólico quanto o anterior, porém sem o brilho apresentado antes. (Nota: [usr 2])

    O Melhor do Rebanhão (Gospel Records/1998): Na proposta de unir as melhores músicas de Princípio, Pé na Estrada e Enquanto é dia…, não dá para entender a escolha de “Nzile Nzulu”. Ainda, “Arsenal” poderia ter sido substituída por alguma faixa do álbum de 1993. (Nota: [usr 3])

    Vamos Viver o Amor (Dunamis/1999): A nova e última formação do Rebanhão não possuía nenhuma característica que remetesse ao grupo em questão, e o resultado foi um disco que em nada lembra o restante da discografia do conjunto. (Nota: [usr 1.5])


    Melhores músicas

    Ano 2000, Arca (Festa de Arromba Evangélica), Baião, Casa no Céu, Casinha, Refúgio, Elo Perdido, Fronteiras, Hoje sou Feliz, Mamãe, Me Leva pra Casa, Mistério, Muro de Pedra, Nele Você Pode Confiar, Palácios, Razão, Selo do Perdão e Viajar.


    Notícias e matérias sobre o Rebanhão

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