Davi Sacer – discografia e obra

Ex-vocalista dos grupos Toque no Altar e Trazendo a Arca, Davi Sacer é uma das vozes masculinas mais conhecidas do gospel contemporâneo. Com uma carreira solo ainda recente, o cantor segue em atividade com alguns sucessos.


Guia discográfico

Deus não Falhará (Art Gospel/2008): O disco que melhor o representa, Deus não Falhará é um prato cheio de canções com a vibe horizontal que o popularizou, como a faixa-título, canções intimistas como a intimista “Minh’alma Te Deseja”, além de parcerias corretamente escolhidas para o disco, como o pianista e produtor Ronald Fonseca, e seu ex-colega de Trazendo a Arca, Luiz Arcanjo. (Nota: 4.5 out of 5.0 stars)

Confio em Ti (Art Gospel/2010): Com a proposta de valorizar o estilo de canções abandonado em Pra Tocar no Manto e Salmos e Cânticos Espirituais, o primeiro álbum de Sacer fora do TA é dentro de sua zona de conforto e potencialmente popular, através das composições, em maioria assinadas por Davi Fernandes e Jill Viegas. (Nota: 4.0 out of 5.0 stars)

No Caminho do Milagre (Som Livre/2011): Primeiro disco ao vivo a representar Davi, contém apenas duas inéditas. As execuções instrumentais são altamente profissionais, corretas, mas não acrescentam as suas versões originais. Ou seja, não há nada de errado com as faixas, mas também não há praticamente nada de interessante sobre elas. (Nota: 3.0 out of 5.0 stars)

Às Margens do Teu Rio (Art Gospel/2012): Tão confortável quanto Confio em Ti, mas sem o charme que o conteve. Tecnicamente é agradável, com uma sonoridade límpida, mas as composições nunca foram tão fracas e repetitivas. (Nota: 2.0 out of 5.0 stars)

Venha o Teu Reino (Som Livre/2014): Primeiro álbum realmente ambicioso do cantor, veio a representar uma mudança radical na parte lírica. Instrumentalmente, segue a mesma tendência dos anteriores, com pouco feeling, mas as letras soam mais sinceras, soando como uma espécie de Pra Tocar no Manto em sua versão solo. (Nota: 3.5 out of 5.0 stars)

Meu Abrigo (Som Livre/2015): Mais ousado trabalho de toda a sua carreira, Meu Abrigo resgata o que há de melhor na parceria Sacer/Fonseca e a leva para um álbum que não tem medo de soar pop e vibrante. (Nota: 4.5 out of 5.0 stars)

DNA (Som Livre/2017): As várias regravações do álbum Ao Deus das Causas Impossíveis passa a impressão de que a principal função de DNA é trazer, para a carreira solo de Sacer, canções não muito bem aproveitadas pelo Apascentar. Por outro lado, as inéditas produzidas por André Cavalcante como “Boa Parte” e “Acende o Fogo” tem seu charme, e é a primeira vez que violões e guitarras parecem ditar o som do cantor. (Nota: 3.5 out of 5.0 stars)

15 Anos (Som Livre/2019): Muito difícil olhar para 15 Anos sem observar as várias regravações de Sacer para a sua própria obra, de forma que a seleção aqui tenha algumas surpresas e outras escolhas óbvias. Mas o olhar do cantor e de Ronald Fonseca consegue trazer, especialmente, com as participações, um olhar vívido sob estas canções. (Nota: 3.5 out of 5.0 stars)

O Encontro (Som Livre/2020): Gerado sob a reunião da formação clássica do Trazendo a Arca durante a pandemia de Covid-19, o álbum traz o que há de melhor no perfil congregacional de banda do grupo, com o bom entrosamento vocal entre Arcanjo e Sacer. (Nota: 4.5 out of 5.0 stars)

Um Pedido (Som Livre/2020): Curto, mas consistente, Um Pedido mostra um Davi Sacer revigorado após sua parceria com o Trazendo a Arca, com canções congregacionais de impacto, como “Rei da Glória” e a regravação de “Dono das Estrelas”. (Nota: 4.0 out of 5.0 stars)

Davi Sacer e Amigos (Som Livre/2022): A participação de Simone & Simaria e a instrumentação de músicos paulistas poderia indicar um fator de novidade na obra de Sacer, mas a impressão é que o projeto cria uma transição na carreira do cantor pouco clara de onde quer chegar. (Nota: 2.0 out of 5.0 stars)

Especial 20 Anos (Todah Music/2023): A junção de Davi Sacer e os instrumentistas do Trazendo a Arca sob o olhar atualizado de Ronald Fonseca trouxe um dos momentos mais agradáveis para a carreira do cantor. (Nota: 4.0 out of 5.0 stars)

Tu És Bom (Todah Music/2024): Ao contrário de sua tendência a gravar repertório autoral, Tu És Bom resgata parcialmente um estilo de canção que Sacer começou a explorar em singles nos anos anteriores, mas ainda mantendo sua perspectiva congregacional. (Nota: 3.0 out of 5.0 stars)

Salvo pela Graça (Universal Music/2026): Com produção musical de Kleyton Martins e Marcos Augusto, Salvo pela Graça mistura inéditas que parecem trazer um olhar de legado do cantor, além de regravações que não acrescentam tanto à sua trajetória. (Nota: 3.0 out of 5.0 stars)


Notícias e matérias sobre Davi Sacer

Para ver todo o conteúdo sobre ou relacionado a Davi Sacer no O Propagador, clique aqui.

Comentários

5 respostas a “Davi Sacer – discografia e obra”

  1. […] cantor Davi Sacer está em ensaios para a gravação de seu próximo DVD, que ainda não possui um título […]

  2. […] este TOP 10 fosse há poucos anos, Davi Sacer certamente estaria entre os três primeiros colocados. Quando começou a ganhar notoriedade […]

  3. […] cantor Davi Sacer gravou, na semana passada, um novo projeto, chamado Meu Abrigo. O disco, considerado um grande […]

  4. […] Salmos e Cânticos Espirituais e a subsequente saída de Verônica e Davi Sacer, a banda completou esta trilogia com um disco tão sombrio quanto o de estreia. Entre a Fé e a […]

  5. […] dos registros mais fortes da cena congregacional. Revelando o repertório autoral de Luiz Arcanjo, Davi Sacer e Ronald Fonseca, a obra agrega cordas e metais sem se sobrepor aos pianos e teclados, o grande […]

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *