Categoria: Colunas

  • Rocklogia – O hiato do Katsbarnea (2004-2007)

    Em 2004, o Katsbarnea iniciaria um novo tempo de crises. Paulinho Makuko deixara a banda e Jadão, juntamente com Marcelo Gasperini procuravam um novo vocal. No fim do mesmo ano, o cantor retornaria a banda novamente, enquanto paralelamente produziria o disco solo 12.

    Em março de 2005, após vários shows, Jadão sairia do Katsbarnea, com a vontade de se dedicar a outros gêneros musicais e cantores do meio gospel. Mais tarde, tornaria-se integrante do Filhos do Homem.

    O grupo se reuniria para gravar (na formação Makuko/Gasperini/Déio Tambasco) no final de 2006, quando Déio terminou seus compromissos com a Oficina G3 (abordaremos isso em breve…).


    O nosso relacionamento hoje é muito bom. Inclusive até já toquei com ele também, mas antes disso a gente se falava por telefone, MSN e quando a gente se encontrava sempre rolava uma festa – Iuhu! Antes da saída dele do Kats, ele tava dividido entre a carreira solo dele e a banda. Então ele teve que tomar a decisão. Com a saída dele o Kats voltou a andar novamente, gravou um novo trabalho. Na verdade ele não saiu né, porque a banda continuou a tocar as músicas dele… porque o Kats era o projeto principal de todos os integrantes, não havia divisão. [Jadão, sobre relacionamento com Brother Simion, Super Gospel, 2005]

    Eu não tirei o Simion do Kats. Quando ele saiu fui convidado para voltar para a banda no lugar dele, e aceitei o convite. E se você quiser saber mais sobre a saída do Simion pergunte para ele! [Paulinho Makuko, sobre saída de Brother Simion, Super Gospel, 2004]

    Não tenho muito pra falar porque não estou ligado a eles, não tenho contato com eles, mas que Deus os abençoe e possam ganhar muitas vidas pra Jesus. [Brother Simion, sobre contato com o Katsbarnea, Super Gospel, 2005]

    A minha saída foi desgaste de convivência, eu amo o Katsbarnea, demos muitas risadas juntos, viajamos o Brasil todo ganhando almas para Jesus, ganhei muito dinheiro. Às vezes me sentia sufocado, amo os músicos que estão e que passaram pelo Kats. A minha saída foi uma questão humana, o dedo humano me fez sair, até poderia ter ficado, mas a escolha da saída foi minha. Em relação à banda não os vejo desde Janeiro de 2004 e com o Apóstolo a minha relação é maravilhosa sempre vejo ele conversamos numa boa, mesmo porque frequento a Renascer Lins e ele sempre está lá e não pretendo sair de lá também. [Paulinho Makuko, sobre saída da banda, Super Gospel, 2004]

    Eu não estou aqui para agradar a gravadora nenhuma e muito menos ao homem, estou aqui para a obra de Deus, e comigo no vocal foi onde o Kats teve a maior vendagem de CDs de todos os tempos sendo que foram cem mil cópias do CD Acústico. [Paulinho Makuko, sobre o fato de alguns fãs gostarem mais da época com Simion nos vocais, Super Gospel, 2004]

  • Um Brinde – “De Fé”, de Humberto Gessinger

    Um Brinde – “De Fé”, de Humberto Gessinger

    No ano em que eu nasci, 1996, Humberto Gessinger formava o Humberto Gessinger Trio, com a pausa dos Engenheiros do Hawaii. E, nesse disco, colocou uma canção chamada “De Fé”. E, com certeza, é uma adoração a Deus. Claro, evidente, óbvio que muitos fãs do cara vão dizer “ah, nada a ver”. Outros vão afirmar que é uma música romântica e nós, incrivelmente, não chegaremos a lugar nenhum. Mas quem foi que disse que uma música romântica não pode ser adoração a Deus?

    “Cantai-lhe, cantai-lhe louvores; falai de todas as suas maravilhas.” (Salmos 105:2)

    O romantismo, amor e o relacionamento são maravilhas criadas por Deus, quer você creia ou não. Então o papo de que a música não tem nada a ver com Deus, comigo, não vai rolar! OK, vamos começar analisando a primeira parte da música:

    “Sempre que eu preciso me desconectar
    Todos os caminhos levam ao mesmo lugar
    É o meu esconderijo, meu altar
    Quando todo mundo quer me crucificar
    Eu só quero estar com você (ficar com você)”

    É incrível como o coração do homem anseia pelo afeto do Pai. Até o homem da mais alta escala de ceticismo tem um coração sufocado pela falta de Deus. Friedrich Nietzsche, um dos principais filósofos ateus da história, escreveu uma Oração ao Deus desconhecido. Seu coração gritava querendo conhecer Deus. Em 1996, Humberto Gessinger já sentia a necessidade de desconectar-se, enquanto nós, mortais do século XXI, não saímos de casa sem o nosso iPhone. “Todos os caminhos levam ao mesmo lugar”. Aqui cabe duas observações: (1) as escolhas que fazemos sempre determinam aquilo que sentimos a vontade para fazer (2) Grande em conselho, e poderoso em obras, cujos olhos estão abertos sobre todos os caminhos dos filhos dos homens, para dares a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas obras (Jeremias 32:19). É inevitável não procurarmos a Luz quando nos desfazemos do mundo; quando deixamos as coisas terrenas, na Terra. “Quando todo mundo quer me crucificar / eu só quero estar com você”. Se você leu minha análise da música “Leite Azedo” da banda Simonami aqui, sabe do que o Humberto Gessinger quis dizer com “crucificar”. O mundo não entende sua dor interna. Na verdade, só você e Deus entendem, mais ninguém. Quando isso acontece, Ele é o único que pode te fazer repousar e esperar que o vendaval passe.

    “Quando o tempo fecha e o céu quer desabar
    Perto do limite, difícil de aguentar
    Eu volto pra casa e te peço pra ficar
    Em silêncio, só ficar”

    “Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor” (Lamentações 3:26). O coração do homem deseja conhecer a Deus, isso já disse aqui, mas vale reforçar, pois é isso que a música trata. Quando estamos aflitos e ninguém ao nosso redor pode nos animar, quando pensamos que não temos como mais suportar toda a tristeza que nos invade, é quando buscamos o Criador nem que seja para questionar nossa existência. É ali o instante o qual reconhecemos nossas fraquezas e o quão precisamos do Criador. Quando ouvi a música pela primeira vez, através do meu amigo Marcos Barreto – isso em 2013 – já percebi um rascunho do Evangelho ali. Deus colocou a ideia de eternidade na mente do homem (Eclesiastes 3:11) e Humberto Gessinger não se exclui disso. Sabemos mais do que ninguém que quando não há ninguém que possa nos “salvar”, Deus é o único que nos ver e sonda-nos!

    “Eu tenho muitos amigos
    Tenho discos e livros
    Mas quando eu mais preciso
    Eu só tenho você
    Tenho sorte e juízo
    Cartão de crédito e um imenso disco rígido
    Mas quando eu mais preciso
    Eu só tenho você
    Quando eu mais preciso, eu só tenho você”

    Acredito que esse ponto mata tudo! Sou muito edificado através dessa música, pois ela esclarece muita coisa do que eu sou. Ao contrário do Humberto, eu não tenho muitos amigos, mas os poucos que tenho são suficientes. Tenho meus álbuns, livros e um disco rígido. Tenho um pouquinho de juízo também, mas quando eu preciso de algo, eu só tenho Ele. Eu só tenho Deus. Observo muito mais do que a falta de alguém humano, o vazio interior é por algo que não se compra, não se limita. Quando todo o nosso dinheiro não é capaz de comprar um carinho sincero, atenção e nem tão pouco paciência, Deus é o único que pode fazer isso, sem pedir nada em troca. Ele é pai e como um pai conhece as dificuldades dos seus filhos. Ele nos dá sua graça!

    “Tenho a consciência em paz (eu só tenho você)
    Tenho mais do que eu preciso (eu só tenho você)
    Mas se eu preciso de paz (eu só tenho você)
    Tenho muito mais dúvidas do que certezas
    Hoje com certeza, eu só tenho você
    Eu tenho medo de cobras
    Já tive medo só escuro
    Tenho medo de te perder”

    Eu prometo que vou concluir esse texto já já. E não vai demorar, porque chegamos ao ponto ápice da música e acredito que este é o que mais se relaciona com o cristianismo: “Tenho mais dúvidas do que certezas, hoje com certeza, eu só tenho você”. Nós nunca seremos totalitaristas completos aqui na Terra, isto é, nunca seremos completos ao ponto de sabermos de tudo. Temos mais dúvidas do que certezas mas paramos por aí, ou seja, lembramos que temos Cristo e isso é uma certeza. “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20b). Não podemos esquecer disso: que temos Deus. Por mais que não tenhamos nada aqui, mas ainda temos o Criador, mesmo nós, fracos e pecadores, não merecendo a graça dele, sua paciência é tão grande e abençoadora para estar conosco quando mais nada aqui faz sem sentido. Um brinde!

  • Deus em Debate – Adão e Eva foram pessoas reais, ou apenas um mito?

    Deus em Debate - Série - Adão e EvaGÊNESIS 1:27 – Adão e Eva foram pessoas reais, ou apenas um mito?

    PROBLEMA:

    Muitos consideram os primeiros capítulos de Gênesis como um mito, e não os tomam como históricos. Mas a Bíblia parece apresentar Adão e Eva como pessoas reais, que tiveram filhos, dos quais todo o restante da humanidade proveio (cf. Gn 5).

    SOLUÇÃO:

    Existem boas evidências para crermos que Adão e Eva tenham sido pessoas reais, vejamos algumas delas:

    Primeiro, Gênesis 1-2 apresenta-os como pessoas reais, e até mesmo narra os importantes acontecimentos de suas vidas (o que é histórico);

    Segundo, eles tiveram filhos que foram pessoas reais, que também tiveram filhos reais (Gn 4:1,25; 5:1);

    Terceiro, a mesma frase (“são estas as gerações de”) usada para registrar dados históricos posteriores em Gênesis (6:9; 9:12; 10:1, 32; 11:10, 27; 17:7, 9) é empregada com respeito a Adão e Eva (Gn 5:1);

    Quarto, cronologias posteriores do AT colocam Adão no topo da lista (1 Cr 1:1);

    Quinto, o NT põe Adão no início da lista dos antecedentes de Jesus (Lc 3:38);

    Sexto, Jesus referiu-se a Adão e Eva como os primeiros “macho e fêmea”, fazendo da união física deles a base do casamento (Mt 19:4);

    Sétimo, Romanos declara que a morte literalmente reinou no mundo trazida por um “Adão” literal (Rm 5:14);

    Oitavo, a comparação entre Adão (o “primeiro Adão”) e Cristo (o “último Adão”) em 1 Coríntios 15:45 manifesta que Adão é tomado literalmente como uma pessoa histórica;

    Nono, a declaração de Paulo de que “primeiro foi formado Adão, depois Eva” (1 Tm 2:13) revela que ele fala de uma pessoa real;

    Décimo, é lógico que teve de haver um primeiro casal real de seres humanos, macho e fêmea, pois, caso contrário, a raça humana não teria como começar a existir. A Bíblia chama a esse casal, que de fato existiu, de “Adão e Eva”, e não há por que duvidar de sua real existência;

  • Fique Sabendo – Léa Mendonça, Fruto Sagrado, Bruna Olly e muito mais

    Começamos muito bem o mês de julho. Nesta semana, temos um Fique Sabendo com muitas novidades pra vocês. Mas, se você não viu a nossa notícia divulgando os lançamentos da Sony Music para o resto do ano, comece por lá. Confira:


    Léa Mendonça lança o álbum Autoridade e Unção

    Após dois anos do disco Profetizando Vida, a cantora Léa Mendonça retorna com mais um disco de inéditas, chamado Autoridade e Unção. O disco foi produzido por Kleyton Martins e Silvinho Santos e o projeto gráfico pela gravadora. A MK divulgou um preview do álbum.


    Fruto Sagrado lançará single dia 13 deste mês

    Após um longo tempo de silêncio e mistério, e três anos do projeto Universo Particular, o Fruto Sagrado lançará um novo single em sua atual formação, Vanjor (vocais e guitarra), Bene Maldonado (guitarra) e Sylas Jr. (bateria). A canção se chama “Fé Canibal” e será divulgada nas mídias sociais do grupo no dia 13 deste mês.


    Bruna Olly lança o clipe de “Pra Sempre”

    A cantora Bruna Olly divulgou, em suas redes sociais, um novo videoclipe, da canção “Pra Sempre”, versão de “Forever”, de Kari Jobe. A canção é possivelmente uma prévia de um futuro trabalho. As imagens foram dirigidas por Eliah Oliver e Leonardo Valandro, e foi produzido de forma independente.


    Júlio Cezar, do Catedral, lançará disco solo pela Mess Entretenimento

    O baixista Júlio Cezar, conhecido por suas atividades com o Catedral, lançará mais um disco solo, de título Only for You. É o primeiro projeto solo de um integrante da banda anunciado após o término das atividades do grupo, e é composto apenas por faixas instrumentais, mesclando influências do pop rock, funk rock e world music.


    Aliança do Tabernáculo lança álbum Tomado por Tua Glória

    O grupo Aliança do Tabernáculo prepara o seu segundo lançamento pela gravadora Som Livre. O disco Tomado por Tua Glória foi gravado ao vivo e contém onze faixas, que podem ser ouvidos no canal oficial da gravadora no YouTube.


    Stryper lançará o álbum Fallen em outubro

    A banda Stryper lançará o álbum Fallen em outubro. O disco, que teve sua capa divulgada recentemente, está na loja virtual da Amazon, onde é possível ouvir trechos de cada faixa. Uma das expectativas do público é o cover de “After Forever” (Black Sabbath). Ouça:


    Até a próxima semana!

     

  • Rocklogia – Rosa de Saron

    Antes de tudo, preciso esclarecer algo que nunca disse na Rocklogia: o rock cristão nacional, sim, tem participação das bandas católicas! Digo isso porque a impressão que dá, em um ano e meio de Rocklogia é que os grupos católicos não tiveram participação efetiva e importante neste processo, o que é o contrário. Mas, na minha limitada visão, me reservei a abordar bandas e músicos os quais teria mais propriedade e conhecimento para contar suas histórias. Por isso que,  por exemplo, eu não mencionei o Virtud até hoje aqui, pois não conheço o suficiente sobre o conjunto para falar dele.

    Ao mesmo tempo, o Rosa de Saron tem se destacado de uma forma muito positiva no meio musical em geral no meio dos anos. Quebrando as barreiras do religioso versus profano, do católico versus evangélico, sua música é bem produzida, embora não seja composta por grandes músicos (e quando falo grandes músicos, não me refiro exatamente em competência nos seus trabalhos, mas a reconhecimento). O que pode faltar no instrumental do Rosa ganha em dobro nas letras poéticas. Confesso que não conheço muito do grupo, mas há um colunista aqui do site que é fã do grupo. Creio que o Jhonata Fernandes da Um Brinde tem muito mais propriedade para falar do Rosa aqui, e por isso o convidei para escrever o post desta semana. Com vocês, abaixo, as palavras dele sobre o Rosa de Saron.


    Quando recebi o convite do Tiago Abreu para falar um pouco do Rosa de Saron aqui no Rocklogia como espécie de biografia da banda, me senti muito honrado, mas ao mesmo tempo senti uma grande responsabilidade sobre mim. É difícil descrever a história de uma banda a qual você é muito fã, com uma análise crítica da trajetória musical deles. Mas, agora, vamos tentar conhecer o Rosa de Saron, que muitos só conhecem por nome e por algumas músicas consideradas românticas.

    A banda nasceu da renovação carismática dentro da igreja católica em 1988 em Campinas. Rogério Feltrin, líder e baixista da banda, se uniu com Marcelo Machado, vocal, Eduardo Faro na guitarra, Alessandro na bateria, Alex Nozaki Mota na guitarra dois e Eduardo Bortolato nos teclados, e formavam a banda Rosa de Saron, primeira banda de rock católico no Brasil e acredito que foi a primeira do mundo. Lançaram seu primeiro disco em 1995, intitulado Diante da Cruz, e com uma temática bem evangelística. O álbum lançado pela CODIMUC, gravadora católica, alcançou um público gigantesco nunca antes alcançado por ministérios de louvor do mesmo segmento. O trabalho tinha elementos de hard rock e heavy metal. Marcelo Machado, vocalista, teve poucas canções de sua autoria no disco, contando com “Sacrifício Perfeito” juntamente com o Eduardo Faro, “Latas Retorcidas” junto com o Daniel Colazzos e a faixa-titulo em parceria com o Rogério Feltrin e Eduardo Faro. As nove faixas versava assuntos como drogas, dependência de Cristo e adoração ao Pai. Em 1997, era lançado Angústia Suprema, o qual a banda conseguiu expor mais seu lado católico sem ser chato. Claro, com exceção da música “Intro”, intitulada “Via Crucis”, que mais uma vez foi feita pelo tecladista Eduardo Bortolato, repetindo sua dosagem devocional que fez no “Rosa de Saron (Intro)”, do álbum de estreia, que mostra a ‘áurea’ sonora do catolicismo. Em seguida, surge “Olhos Vermelhos”, composição de Feltrin, o qual também assina “Século I” em parceria com o vocalista Marcelo Machado e o guitarrista Eduardo Faro, e “Angústia Suprema” também em parceria com o Edu. O disco é fechado com “Tempo”, “Chance”, “Carregue os Feridos”, “Caminho de Emaús”, “Anjos das Ruas” e “Linda Menina”. Além de “Angústia Suprema”, “Chance” e “Anjos das Ruas” foram as músicas de mais destaque desse álbum, sendo regravadas no álbum acústico em comemoração de 20 anos de banda em 2008. Em 1999, a banda gravou um EP com três faixas chamado Olhando de Frente. A música teve apenas “Mesmo Assim” e “Olhando de Frente” como inéditas, sendo a faixa 3 uma versão remix da música “Diante da Cruz”. O EP não foi muito sucesso. Talvez aqui venha um retrocesso do sucesso que foi o Angústia Suprema.

    Ainda em 1999, Marcelo Machado, que já tinha um trabalho com sua atual banda, The Flanders, decidiu deixar o Rosa alegando estar difícil a conciliação de ambas as bandas. Uma das especulações é que ele queria investir em outros sons e isso não seria feito com o Rosa de Saron. Outros integrantes também deixaram a banda até 2000 como exemplo o tecladista Eduardo Bortolato. O baterista Grevão entrou mais ou menos nesse período de transição da banda.

    Mas da formação atual, o último a entrar na banda foi Guilherme de Sá, atual vocalista e um dos melhores da atualidade no cenário rockeiro no Brasil. Em 2002, a banda voltou a gravar com o novo membro e também mudando sua estrutura de composições: se antes ouvia-se a banda identificando um problema, mostrando e dizendo uma forma para solucioná-lo, a partir de Depois do Inverno, vemos um Rosa de Saron exteriorizando os sentimentos e mostrando sua perspectiva sem se preocupar em mostrar soluções fáceis e objetivas. Em outras palavras, ficou mais poético. A entrada de Guilherme serviu para mostrar um lado que estava morno ainda: a individualidade que uma banda pode ter. Quando ouvimos Diante da Cruz, por exemplo, percebemos um aglomerado de referências musicais mas sem nada que fosse indubitavelmente autoral. Com a entrada de Guilherme, o som modificou-se, já que ele também é guitarrista e violonista. Algumas canções desse álbum ficaram marcadas, como “No meu coração”, “Estar com você” e “Muitos Choram”. Acho que o único defeito extremamente perceptível deste projeto é a capa. Sinceramente não me agrada.

    https://www.youtube.com/watch?v=erOGESfTVRo

    Eu tinha esquecido deste importante detalhe, mas as capas do Rosa de Saron de 1995 até 2008 que foi o lançamento do acústico, foram muito ruins. O projeto gráfico só veio melhorar – isso em minha perspectiva – em 2009 com o Horizonte Distante. Mas não julguem o trabalho da banda pela capa, pois o conteúdo faz valer a pena a falha da arte.

    Em 2005, veio o Casa dos Espelhos, com produção de Guilherme de Sá, tendo grandes músicas emplacando nas rádios como “Sem Você” e “Lembranças”. Considero este como um dos melhores álbuns da banda. A dosagem de guitarras foi muito bem aplicada e a ordem das faixas fizeram muita diferença. Eles mantiveram o número de 12 faixas comparado ao trabalho anterior. E em 2007 a banda gravou um CD Acústico, e no ano seguinte um DVD Acústico e Ao Vivo na sede da Rede Século XXI em comemoração de 20 anos de banda. Não vou falar muito do acústico aqui pois já estou fazendo uma resenha sobre ele e sai em breve aqui. Mas resumindo, o acústico foi o primeiro DVD da banda e poupando palavras: ficou muito bom, a nível de acústicos de bandas famosas como Scorpions, Engenheiros do Hawaii e Aerosmith. Em 2008, foi lançado o livro Rock, Fé e Poesia – 20 anos de Rosa de Saron narrados através de suas músicas, escrito pelo baixista Rogério Feltrin.

    A banda conseguiu e consegue manter lançamentos anuais. Para mim isso é ótimo, pois sou um radical-devorador-de-álbuns e 1 ano é suficiente para absorver as principais informações do disco e me preparar para o próximo lançamento da banda. Isso se repetiu com o Horizonte Distante. Após dois anos dedicados a acústico em comemoração de duas décadas na estrada, eles não descansaram e já pegaram as guitarras mais uma vez para lançarem o Horizonte Distante. E aqui eu acho importante abrir um parêntese. Este disco é ímpar no repertório da banda, porque mostra um Rosa de Saron sólido, com todos os instrumentos sendo audíveis e letras entendíveis. O que quero dizer de fato com essa afirmação? É que o HD marca um novo tempo na carreira da banda e isso é um fato inegável, pois só quem acompanha a banda desde 2006, como eu, sabe o que os caras passaram para estar onde estão. Fecha parêntese. Eu fiz resenha desse disco aqui, mas vale reforçar que 70% dele estourou nas rádios. Perdi a conta de quantas vezes eu vi a Rede Globo reprisar o comercial de divulgação do disco e de quantas tardes eu ligava a rádio 98FM daqui de Rio Branco e ouvia “O Sol da Meia-Noite” e “Perto, Longe e Depois” (que ficou de fora do disco por direitos autorais). Foi e é um disco louvável que acabou sendo disco de ouro. E se tratando de prêmios e certificações, o Rosa de Saron é especialista. Ganhou, por vários anos o Troféu Louvemos o Senhor e foi indicado, por vezes, ao Grammy Latino.

    Em 2010, veio o primeiro DVD elétrico, o Horizonte Vivo Distante, gravado no HSBC, em São Paulo. O DVD foi sucesso de vendas e teve seu formato em CD também muito vendido. O trabalho teve participação especial do cantor Maurício Manieri cantando “Rara Calma” e justo no dia do seu aniversário. A banda também cantou a música “Mais uma Vez”, de composição do Renato Russo e Flavio Venturini. No ano seguinte, em 2011, foi ano de JMJ (Jornada Mundial da Juventude) em Madrid, Espanha. E a banda gravou seu segundo EP da carreira e primeiro em outro idioma. O EP contém musicas super populares no repertório da banda em espanhol e em inglês. Eu já fiz resenha desse trabalho aqui, confere lá.

    Como eu já disse, todo ano eles se superam e em 2012 foi um ano fenomenal em termos de composições: eles lançavam O Agora e o Eterno, mais um pela Som Livre e que foi um sucesso de vendas, recebendo, também, disco de ouro. Considero o melhor trabalho de estúdio da banda até aqui. Em 2013, lançaram o terceiro DVD, o Latitude, Longitude, em símbolo dos 25 anos de banda, que teve muitas (boas) participações especiais, a exemplo de Mauro Henrique (Oficina G3), Johnny Voice e Renato Vianna. Em 2014, a banda lançou o CD Cartas ao Remetente e trouxe uma renovação do som pesado o qual faziam anos atrás e foi aliviado com o acústico e trabalhos mais densos. Numa apresentação da banda no programa Encontro com Fátima Bernardes da Rede Globo, falavam de religião e Guilherme opinou dizendo que a salvação não está restringida aos católicos. Em seguida, o padre Paulo Ricardo fez um vídeo em seu canal, contra-argumentando o Guilherme e chamando-o de herege. Isso abalou muito o vocalista, que até pensou em aposentadoria. Claro que essa noticia mobilizou os fãs, e comigo não foi diferente: fiz grupos no Facebook, campanha e até orei para que ele não parasse de cantar, não naquele momento e por aquele motivo.

    Enfim galera, eu não sei mais o que dizer. A banda Rosa de Saron é sensacionalmente incrível! Digo como fã. Atualmente o grupo tem 150 mil acessos/mês no site oficial, mais de 2,3 milhões de fãs no Facebook, quase 200 mil seguidores no Twitter e mais de 29,8 milhões de views em seu canal do YouTube. Números grandes para bandas de rock no Brasil.

    Concluindo: nunca havia feito biografia de banda nenhuma, e gostei da experiência. Queria ajudar o Tiago e falar um pouquinho da historia dessa banda. Obrigado e muito rock, fé e poesia pra nós!

  • Polemizando – Seus likes te condenam

    A rede social mais popular do mundo, atualmente com mais de 64,8 milhões de brasileiros, o Facebook tornou-se parte do dia a dia de todos nós. Inclusive é neste espaço que nos encontramos, em páginas de notícias, em grupos pessoais e de fãs, em todos os espaços que compõem esta rede social.

    Nosso país é o segundo em número de usuários do Facebook, perdendo apenas para os EUA. Porém, é nesta mesma proporção, a quantidade de pessoas que utilizam a rede social sem critérios e sem reconhecer a expressividade a qual possui.

    Talvez ainda “viciados” pela ideia do “Orkut” com suas comunidades, joguinhos e scraps, muitos veem essas redes sociais como forma de passatempo ou diversão. E nem está errado este conceito, porém obviamente, o Facebook está longe de ser apenas isso. Há tempos que muitas empresas estão o usando para expandir seus ganhos, reconhecendo o potencial que a rede social oferece. Além disso, as empresas hoje vasculham a vida virtual de seus possíveis contratados e é aí que mora o problema.

    As pessoas esquecem que as redes sociais funcionam como um cartão de visita virtual, tudo que postamos pode ser usado contra nós. Não pense que você não será desclassificado de uma possível vaga de emprego por um comentário discriminatório, uma piada de mau gosto ou uma imagem imprópria compartilhada porque vai! A falsa segurança que um grupo privado no Facebook oferece pode colocar-nos em situações constrangedoras. Vendo nossas publicações serem expostas ao mundo, nem os chats estão seguros depois dos famosos prints.

    Nossos likes nos condenam! Basta vasculharmos os perfis e vermos o que andamos curtindo, comentando. E será que nossa postura na rede condiz com um papel de “luz do mundo”? Se devemos nos preocupar com o que nossos chefes ou possíveis contratantes podem pensar da nossa vida virtual, e de Deus? Tem se preocupado com o que Ele pensa?

    É tempo de rever nossa postura antes que paguemos o preço de um tweet postado e mal interpretado! Prova disso é o que acontece com personalidades gospel, e suas frases publicadas em seu perfil ou certas opiniões defendidas. Vale lembrar que falar algo apenas para evangélicos conhecedores da palavra é diferente de postar algo aberto ao mundo que pode fazer suas próprias interpretações.

    Tudo é muito subjetivo e o que pode parecer inofensivo pode se tornar um grande problema, virando uma bola de neve sem fim. Que possamos ser mais cautelosos com o que publicamos nas redes sociais, compreendendo que, faz muito tempo que elas deixaram de ser espaço de diversão e passa tempo! Lembre-se, seus posts, likes e retuítes denunciam quem você é.

  • Ser Ester Mestre Cuca: Enroladinho de Salsicha

    Olá meninas.

    O Mestre Cuca de hoje é com um petisquinho delícia, super simples de fazer, mas com cara de elaborado. Trata-se do Enroladinho de Salsicha da nossa Chef Tica.

    Venha conferir que é bom demais!

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    Ingredientes

    500 gramas de salsichas

    1 copo de leite

    1 copo de trigo

    1 ovo inteiro

    1/2 colher (café) de fermento químico

    2 colheres de queijo parmesão ralado

    1/2 litro de óleo para fritar


     

    Preparo

    Comece lavando as salsichas com um pouco de água fervente, corte as salsichas em 3 pedaços para deixar os bolinhos bonitos e do mesmo tamanho.

    Em uma tigela, misture a farinha, o ovo, o trigo e o queijo parmesão. Mexa bem até ficar uma massa lisa e homogênea.

    Coloque o óleo para aquecer.

    Passe delicadamente as salsichas pela massa e, com a ajuda de uma colher, tire da massa e coloque para fritar.

    Frite até os rolinhos estarem dourados e bonitos.

    Tire do óleo e coloque em um prato com papel toalha para escorrer.

    Sirva em seguida.


     

    Dica da chefe

    O petisco fica uma delícia acompanhado por catchup e mostarda.


     

    Bom apetite!

  • Um Brinde – A morte de Cristiano Araújo e o que aprendi com isso

    Um Brinde – A morte de Cristiano Araújo e o que aprendi com isso

    Foi numa quarta-feira, dia 24 de junho de 2015. Eu já tinha ido deixar meu irmão na aula e estava deitado, lendo a resenha do livro do Yago Martins, Você não precisa de um chamado missionário, no blog Teologando, quando meu padrasto anunciou lá da sala que o cantor Cristiano Araújo havia morrido. Minha mãe ficou surpresa e perguntou se eu já estava sabendo da notícia. Disse que não e o único comentário que fiz foi: “um cara tão novo…”. Eu confesso que fiquei realmente triste. E não acreditei. Não dá para acreditar. Você vê o cara quase todos os sábados no Legendários na Rede Record, vê sua música estourando nas rádios e a galera postando trechos delas, vê uma multidão falando dele e… Acabou! Ele morreu! Não só ele, mas também sua namorada. Outra moça jovem e bonita que se vai, sem poder viver o melhor da vida.

    Este texto não se propõe a fazer uma homenagem ao cantor, até porque eu não era um fã dele. Esse texto também não propõe falar de música e das suas consequências negativas. E tampouco esse texto tem a intenção de querer transmitir que o seu autor é um cara solidário com o sentimento dos outros em situações extremamente difíceis de suportar. No entanto, se propõe a dizer um pouco de como o cristão deve – ou pelo menos devia – lidar com o sofrimento do próximo. Paulo diz em Romanos que devemos nos alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram. Mas por que parecemos tão insensíveis com a dor do outro? Por que o cristão não pode chorar a morte do Cristiano Araújo? Confesso que ouvi o cantor poucas vezes, quando estava no primeiro ano do ensino médio. O sertanejo nunca foi um ritmo que me atraiu, mas alguns cantores, a exemplo da dupla Jorge & Mateus conseguem me cativar pelo talento. O Cristiano, antes de ser um cantor famoso, era um ser humano humilde e verdadeiro. Não, eu não o conhecia, mas quando uma pessoa é sincera, os bastidores revelam isso em público. E era o que eu ouvia falar dele e agora, é claro, com sua morte, os elogios aumentaram. Confesso que fiquei triste com a morte do rapaz e levei um certo tempo para poder acreditar no que estava acontecendo. Pessoas vividas e/ou doentes morrem, mas pessoas novas e fortes não costumam morrer. Não estou acostumado a lidar com mortes, até agora só lidei com a morte do meu avô quando era criança, mas ver um jovem cantor e – sinceramente – talentoso como o Cristiano morrer, me deixa sinceramente comovido.

    É claro, lógico, evidente que a notícia repercutiu em todas as mídias sociais. Os fãs do cantor prestaram homenagens e acredito que assim como eu, levaram tempo para crer que isso, de fato, aconteceu. E nesses momentos tão difíceis é questionado a existência de Deus por parte do pai. Onde Deus estava quando o carro bateu e a Alana e o Cristiano morreram? Onde estava Deus quando seus familiares souberam e desmancharam em lágrimas? Respondo. Ele estava preparando o coração dos familiares e enxugando as lágrimas deles quando elas caíram. Não compreendemos tudo. Não é possível compreender a morte, apenas entender que ela é consequência da queda do homem. A dor do pai ao enterrar o filho foi gigante, eu imagino. Mesmo que eu não possa sentir mas compreendo o quanto isso dói. Ainda nem sou pai, mas que Deus me livre de sentir a dor de enterrar um filho. Eu já disse isso aqui uma vez em algum texto do Um Brinde e repito: a dor nos cega.

    Descobri também que os pais da Alana perderam seis meses antes um filho, o qual faleceu com leucemia. E seis meses depois, eles perdem a segunda filha. Isto não é doloroso? Não te comove? Como eu disse, este texto não propõe falar de música e por isso eu pergunto: o que nós cristãos fazemos em momentos como esse? Dizemos que o cara era cantor secular e o trânsito mata muitas pessoas mesmo? Dizer que é uma pena, e só? Está tudo bem, eu não vou escrever muita coisa, eu só quero propor uma reflexão ao povo que prega a verdade de Cristo: por favor, oremos pelos que andam desgarrados, sem Deus. Não só pelos anônimos, mas os famosos também são almas viventes como você e como eu.

    Oremos pelos sobreviventes que graças a Deus só sofreram ferimentos leves. Esse texto é um pedido de reflexão para os que ignoram os artistas seculares como se eles fossem alguém que já tem tudo e não precisam de nós. É fato que nós não podemos ir até eles evangelizá-los, mas podemos orar para que alguém vá, para que alguém ilumine suas vidas com a palavra viva e eficaz do nosso Deus. O que aprendi com a morte do Cristiano e de sua namorada foi que a vida, essa que tanto zelamos, é muito efêmera para que a gente perca tempo rotulando pessoas. O evangelho deve ser pregado para gerar conversão e não pra gerar status e, se hoje, chorarmos com a morte do Cristiano e entendermos que precisamos ser mais humilde com aqueles que não conhecem a Deus, podemos provocar mudanças claras e importantes em nossa vida cristã. Chega de repartir o mundo meio a meio e solidifique sua cosmovisão cristã. Pare de pensar que você e seus irmãos são santos, pois no íntimo do seu coração você sabe do quanto é pecador. Eu aprendi com a morte do Cristiano Araújo que a glória humana não é capaz de salvar nossas vidas. Ela é efêmera como nós, portanto, nos fortalecemos da graça de Deus e exultemos seu santo nome sem ter que olhar para o lado e apontar o erro na música que está sendo cantada por um cantor secular. Ao invés de encerrar como de costume com a frase título da coluna, eu encerro com um trecho da música dele: “O que temos pra hoje é saudade”.

  • Deus em Debate – Apresentação

    Olá caro leitor, seja bem-vindo a minha coluna no canal do Propagador: Deus em Debate! Antes de falar da coluna irei deixar aqui o meu gravatar (descrição sobre a minha pessoa) para que você me conheça melhor:

    Meu nome é Felipe e atuo na área da Tecnologia da Informação. Meu hobby é o break dance (b-boy), além disso sou cristão e amo escrever sobre teologia, apologética, e produtividade.

    Bem, agora chega de falar de mim e vamos ao que interessa. Nesta coluna, Deus em Debate, eu pretendo tratar de questões cruciais sobre a maioria dos temas polêmicos que envolvem a Bíblia, a fé cristã, o Evangelho, e o cristianismo, além de tentar respondê-las de forma clara, sucinta, e fidedigna à palavra de Deus, trazendo os temas à própria luz das Escrituras Sagradas. E é aqui que surge a Apologética cristã, tá, beleza, mas daí você se pergunta:  O que é Apologética cristã?

    A palavra “apologia” vem de uma palavra grega que significa “dar uma defesa”. Apologética cristã, então, é a ciência de dar uma defesa da fé cristã. Há muitos céticos que duvidam da existência de Deus e/ou atacam a crença no Deus da Bíblia. A missão da apologética cristã é refutar as oposições contra o Evangelho de Cristo e a Sagrada Escritura.

    O versículo chave para a apologética cristã é provavelmente 1 Pedro 3:15-16: “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor…”

    Não há nenhuma desculpa para um cristão ser completamente incapaz de defender sua fé. Todo cristão deve ser capaz de, pelo menos, dar uma apresentação razoável de sua fé em Cristo. Não, nem todo cristão precisa ser um especialista em apologética, no entanto, deve saber defender aquilo em que acredita, a fim de poder compartilhar de sua fé com outras pessoas e defendê-la se necessário.

  • Fique Sabendo – Oficina G3, Cristina Mel, Rede Ativa e Bekah Costa

    O mês de junho está acabando mas ainda é sexta-feira. É dia de mais um Fique Sabendo!


    Oficina G3 grava participação em novo programa da RIT TV

    Nos moldes de talk shows americanos, trazidos aqui no Brasil por apresentadores como Jô Soares e Danilo Gentilli, a RIT TV inicia o projeto Nossa Night. Para isso, os quatro integrantes da Oficina G3 foram convidados a participar do programa, falando a respeito do filme Histórias e Bicicletas, lançado há alguns meses. Fotos das gravações foram divulgadas nas redes sociais, e por elas, é percebível que Juninho Afram e companhia tem muito a dizer acerca deste projeto.


    Cristina Mel lança clipe contra a pedofilia

    A cantora Cristina Mel lançou, nas plataformas Vevo, o clipe da canção “Lobo Mau”, que faz parte de seu novo projeto infantil, Fazendo a Diferença. O destaque desta faixa é o seu foco na necessidade de se denunciar os crimes de pedofilia, o que, sem a menor dúvida, é interessantíssimo.


    Rede Ativa divulga capa de CD Acústico

    A banda Rede Ativa está para lançar um disco acústico. O projeto gráfico do trabalho foi produzido pela Corações Produções, e utilizou de uma imagem dos integrantes. Confira abaixo:Rede Ativa - Acústico


    Bekah Costa divulga nova canção

    A cantora Bekah Costa está lançando o seu primeiro projeto solo, produzido por Daniela Araújo. A artista também foi a compositora da canção a qual Costa interpreta. Ouça uma das faixas abaixo:


    Até a próxima semana!