Rocklogia – O hiato do Katsbarnea (2004-2007)

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Em 2004, o Katsbarnea iniciaria um novo tempo de crises. Paulinho Makuko deixara a banda e Jadão, juntamente com Marcelo Gasperini procuravam um novo vocal. No fim do mesmo ano, o cantor retornaria a banda novamente, enquanto paralelamente produziria o disco solo 12.

Em março de 2005, após vários shows, Jadão sairia do Katsbarnea, com a vontade de se dedicar a outros gêneros musicais e cantores do meio gospel. Mais tarde, tornaria-se integrante do Filhos do Homem.

O grupo se reuniria para gravar (na formação Makuko/Gasperini/Déio Tambasco) no final de 2006, quando Déio terminou seus compromissos com a Oficina G3 (abordaremos isso em breve…).


O nosso relacionamento hoje é muito bom. Inclusive até já toquei com ele também, mas antes disso a gente se falava por telefone, MSN e quando a gente se encontrava sempre rolava uma festa – Iuhu! Antes da saída dele do Kats, ele tava dividido entre a carreira solo dele e a banda. Então ele teve que tomar a decisão. Com a saída dele o Kats voltou a andar novamente, gravou um novo trabalho. Na verdade ele não saiu né, porque a banda continuou a tocar as músicas dele… porque o Kats era o projeto principal de todos os integrantes, não havia divisão. [Jadão, sobre relacionamento com Brother Simion, Super Gospel, 2005]

Eu não tirei o Simion do Kats. Quando ele saiu fui convidado para voltar para a banda no lugar dele, e aceitei o convite. E se você quiser saber mais sobre a saída do Simion pergunte para ele! [Paulinho Makuko, sobre saída de Brother Simion, Super Gospel, 2004]

Não tenho muito pra falar porque não estou ligado a eles, não tenho contato com eles, mas que Deus os abençoe e possam ganhar muitas vidas pra Jesus. [Brother Simion, sobre contato com o Katsbarnea, Super Gospel, 2005]

A minha saída foi desgaste de convivência, eu amo o Katsbarnea, demos muitas risadas juntos, viajamos o Brasil todo ganhando almas para Jesus, ganhei muito dinheiro. Às vezes me sentia sufocado, amo os músicos que estão e que passaram pelo Kats. A minha saída foi uma questão humana, o dedo humano me fez sair, até poderia ter ficado, mas a escolha da saída foi minha. Em relação à banda não os vejo desde Janeiro de 2004 e com o Apóstolo a minha relação é maravilhosa sempre vejo ele conversamos numa boa, mesmo porque frequento a Renascer Lins e ele sempre está lá e não pretendo sair de lá também. [Paulinho Makuko, sobre saída da banda, Super Gospel, 2004]

Eu não estou aqui para agradar a gravadora nenhuma e muito menos ao homem, estou aqui para a obra de Deus, e comigo no vocal foi onde o Kats teve a maior vendagem de CDs de todos os tempos sendo que foram cem mil cópias do CD Acústico. [Paulinho Makuko, sobre o fato de alguns fãs gostarem mais da época com Simion nos vocais, Super Gospel, 2004]

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