Olá, leitores.
Os que me conheciam (aposto que ninguém, meu nível de fama está lá em baixo) pela coluna Conectados no Amor terão a oportunidade de ler novos assuntos através dessa nova coluna. Aos que não me conhecem, terão essa oportunidade através dos meus textos.
Minha antiga coluna nesse portal era referente a reflexões teológicas, filosóficas e pensamentos pessoais, e essa função de retratar assuntos desse tipo é uma tremenda responsabilidade, porém o que isso mais exige é o que os comunicadores menos fazem: atitudes. Como dizia uma música do O Teatro Mágico, “acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz“. Na área em que eu estudo, jornalismo, todos nós, universitários, nos sentimos na posição de mediadores de opiniões e fatos, de juízes de situações, no entanto, somos, por vezes, os que menos praticam o que nos propomos a dizer.
O fato é que, antes de ensinar, eu preciso viver esse ensino, logo, penso que escrever diretamente sobre essa área atualmente não esteja em concordância com o que vivo. Por isso, ainda preciso aplicar estas reflexões na minha vida antes de trazê-las para os outros.
Segundo, o motivo mais importante da mudança de tema é o aprendizado. Jovens têm o defeito de acharem que já são sábios o suficiente para viver a vida sem conselhos. Me encaixo nesse grupo. Então, para escrever diretamente sobre pensamentos, necessita-se de estudo, dedicação para aprender, mas principalmente, de lições de vida, algo que as pessoas aparentam ignorar. O mais avançado em idade geralmente sabe mais, pois viveu mais.
O terceiro motivo é a inovação da coluna: eu queria falar mais do que apenas reflexões, porém assuntos variados a qual a coluna não possibilitava. E essa novidade agora? O que vai tratar? Antes de explicar o conteúdo da coluna, que tal a história do nome dela?
Fronteira vem de uma proposta de nome para uma banda minha e de um amigo meu chamado Tiago Abreu, editor e colunista do O Propagador (daquelas imaginárias, que só existe na nossa, cabeça). A sugestão da palavra foi dele e conecta-se com a ideia de uma banda que tenta ser como uma fronteira entre o mundo dito secular e o dito gospel, como um porta voz entre eles, uma espécie de divulgador da mensagem cristã para a humanidade, quebrando a própria barreira entre a arte profana e a sagrada, ou seja, uma divisória entre dois campos.
A nova coluna Fronteira vai buscar ser exatamente uma divisória entre vários tipos de conteúdos. Tratará de assuntos variados, temas livres, sobre música, literatura, arte, até reflexões, e outros. A estrutura dessa nova proposta é apresentar criatividade, conteúdo e conhecimento.
Bem vindos a Fronteira!
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