A rede social mais popular do mundo, atualmente com mais de 64,8 milhões de brasileiros, o Facebook tornou-se parte do dia a dia de todos nós. Inclusive é neste espaço que nos encontramos, em páginas de notícias, em grupos pessoais e de fãs, em todos os espaços que compõem esta rede social.
Nosso país é o segundo em número de usuários do Facebook, perdendo apenas para os EUA. Porém, é nesta mesma proporção, a quantidade de pessoas que utilizam a rede social sem critérios e sem reconhecer a expressividade a qual possui.
Talvez ainda “viciados” pela ideia do “Orkut” com suas comunidades, joguinhos e scraps, muitos veem essas redes sociais como forma de passatempo ou diversão. E nem está errado este conceito, porém obviamente, o Facebook está longe de ser apenas isso. Há tempos que muitas empresas estão o usando para expandir seus ganhos, reconhecendo o potencial que a rede social oferece. Além disso, as empresas hoje vasculham a vida virtual de seus possíveis contratados e é aí que mora o problema.
As pessoas esquecem que as redes sociais funcionam como um cartão de visita virtual, tudo que postamos pode ser usado contra nós. Não pense que você não será desclassificado de uma possível vaga de emprego por um comentário discriminatório, uma piada de mau gosto ou uma imagem imprópria compartilhada porque vai! A falsa segurança que um grupo privado no Facebook oferece pode colocar-nos em situações constrangedoras. Vendo nossas publicações serem expostas ao mundo, nem os chats estão seguros depois dos famosos prints.
Nossos likes nos condenam! Basta vasculharmos os perfis e vermos o que andamos curtindo, comentando. E será que nossa postura na rede condiz com um papel de “luz do mundo”? Se devemos nos preocupar com o que nossos chefes ou possíveis contratantes podem pensar da nossa vida virtual, e de Deus? Tem se preocupado com o que Ele pensa?
É tempo de rever nossa postura antes que paguemos o preço de um tweet postado e mal interpretado! Prova disso é o que acontece com personalidades gospel, e suas frases publicadas em seu perfil ou certas opiniões defendidas. Vale lembrar que falar algo apenas para evangélicos conhecedores da palavra é diferente de postar algo aberto ao mundo que pode fazer suas próprias interpretações.
Tudo é muito subjetivo e o que pode parecer inofensivo pode se tornar um grande problema, virando uma bola de neve sem fim. Que possamos ser mais cautelosos com o que publicamos nas redes sociais, compreendendo que, faz muito tempo que elas deixaram de ser espaço de diversão e passa tempo! Lembre-se, seus posts, likes e retuítes denunciam quem você é.
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