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  • Deus em Debate – Quais são os principais argumentos a favor da existência de Deus?

    Fazendo jus à coluna Deus em Debate, decide criar a série: “Por que acreditar em Deus?”, que tem por objetivo tratar dos argumentos, fatos, e evidências a favor da existência de Deus. Para não ser parcial demais também farei uma publicação com os principais argumentos a favor da inexistência de Deus, porém neste caso irei contra-argumentar/refutar os mesmos com embasamento bíblico, científico e teológico.

    Quero deixar claro que meu intuito com esta publicação não é o de apontar todos os possíveis argumentos a favor da existência de Deus, mas sim trabalhar os principais argumentos levantados na atualidade. Vamos começar.


    Quais são os principais argumentos a favor da existência de Deus?

    Os principais argumentos a favor da existência de Deus são:

    1. O Argumento Cosmológico
    2. O Argumento Ontológico
    3. O Argumento Teleológico
    4. O Argumento Moral
    5. O Argumento Histórico

    Nota: Neste post farei um breve resumo de cada argumento, mas irei tratar, distintamente, de cada argumento nas próximas publicações (fiquem atentos ao Propagador!).


    1º O Argumento Cosmológico (Kalam)
    O argumento básico é que tudo o que existe precisa de uma causa, sendo assim um exemplo bem prático é a origem do universo, vamos à um exemplo prático: o universo teve um começo, por isso, o universo teve uma causa. Essa causa, estando fora de todo o universo, é Deus.


    2º O Argumento Ontológico (Alvin Plantinga)
    O argumento ontológico é um argumento baseado não na observação do mundo (como o argumento cosmológico e teleológico), mas apenas na razão. Especificamente, o argumento ontológico raciocina com base no estudo da existência (ontologia). A primeira e mais popular forma deste argumento remonta a Santo Anselmo no século 11 d. C. Ele começa afirmando que o conceito de Deus é “um ser do qual nada maior pode ser concebido.” Já que a existência é possível, e existir é maior do que não existir, então Deus deve existir.


    3º O Argumento Teleológico
    Nota: Não confundir com Teologia.
    A Teleologia (do grego τέλος, finalidade, e -logía, estudo) é o estudo filosófico dos fins, isto é, do propósito, objetivo ou finalidade. Este argumento mostra que o mundo ao ser considerado sob qualquer aspecto revela inteligência, ordem, e propósito, demonstrando assim a existência de um Ser sumariamente sábio.


    4º O Argumento Moral
    Este argumento lida com o fato da existência incontestável de valores morais absolutos, ou seja, se valores morais absolutos existem, logo Deus existe. Dada a ocorrência de ações morais ou a existência de agentes morais para defender alguma conclusão o raciocínio geral do argumento em sua forma mais simples pode ser esquematizado da seguinte maneira:

    1. Se Deus não existe, moralidade não existe.
    2. Moralidade existe.
    3. Logo, Deus existe.

    5º O Argumento Histórico
    O último e principal argumento listado talvez seja o mais forte e irrefutável dos demais supra citados. Isto porque, além das evidências escriturísticas (bíblicas), nós temos também todo o referencial histórico, cultural, e artístico que comprovam, ou comprovaram, a existência, vida, morte, e ressureição de Jesus Cristo.


    Conclusão

    Chegamos ao fim desta publicação e podemos concluir que existem bons argumentos a favor da existência de Deus. Se você quer aprender mais sobre estes argumentos, então fique ligado na coluna Deus em Debate e, é claro, deixe seu comentário, elogio, ou crítica abaixo.

    Confira também a Teonis Wikia

  • Fique Sabendo – Davi Sacer, Gislaine e Mylena, Stryper e muito mais

    Hoje é sexta e dia de mais um Fique Sabendo. Vamos lá!


    Meu Abrigo é o título do novo DVD de Davi Sacer

    O cantor Davi Sacer, em suas redes sociais, divulgou o nome do seu próximo projeto, a ser gravado ao vivo no Rio de Janeiro. O álbum se chamará Meu Abrigo e conterá muitas músicas inéditas.


    Gislaine e Mylena entram em estúdio

    A dupla Gislaine e Mylena, contratadas pela MK Music, estão colocando a voz em mais um registro de inéditas. A gravadora, que está lançando vídeos das sessões, ainda não deu previsão de lançamento.


    Confira “Yahweh”, single do Stryper

    A banda Stryper divulgou o single de seu álbum Fallen, que será lançado em outubro. A faixa recebeu avaliações positivas no geral pelos fãs, e cresceu a expectativa acerca deste novo projeto. Ouça:


    Jotta A tenta remediar polêmicas

    O cantor Jotta A, que lançou o seu último trabalho há quase dois anos, segue se apresentando em igrejas, e negando várias polêmicas ao seu respeito. Novamente afirmando que foi roubado, o músico diz que muitas coisas relacionadas a sua imagem tem sido boatos, e que suas redes sociais foram crackeadas. Uma página de humor evangélico, recentemente também, divulgou um vídeo privado do músico usando o aplicativo Dubsmash, dublando um personagem homossexual, com todos os trejeitos possíveis.


    Quarto Fechado lançará novo clipe

    A banda catarinense de rock alternativo Quarto Fechado, que lançará seu próximo disco em breve, lançará um novo clipe. O grupo tem anunciado que se tratará de uma nova faixa, a qual foi filmada em ar livre, conforme as imagens divulgadas. O álbum tem sido anunciado desde o ano passado, sob produção musical de Raphael Campos, ex-vocalista da Aeroilis.


    Carlinhos Felix, Asaph Borba, Lito Atalaia e Marcela Taís participam de Um Lugar para ser Feliz

    Já divulgamos que Marcela Taís fará a trilha sonora do filme Um Lugar para ser Feliz. O que não falamos, então, é que os cantores Carlinhos Felix e Lito Atalaia serão alguns dos atores a participarem da produção. Além deles, Asaph Borba fará uma participação especial. Confira o trailer:


    Até a próxima semana!

     

     

     

     

     

  • Fronteira – Por que Fronteira?

    Olá, leitores.

    Os que me conheciam (aposto que ninguém, meu nível de fama está lá em baixo) pela coluna Conectados no Amor terão a oportunidade de ler novos assuntos através dessa nova coluna. Aos que não me conhecem, terão essa oportunidade através dos meus textos.

    Minha antiga coluna nesse portal era referente a reflexões teológicas, filosóficas e pensamentos pessoais, e essa função de retratar assuntos desse tipo é uma tremenda responsabilidade, porém o que isso mais exige é o que os comunicadores menos fazem: atitudes. Como dizia uma música do O Teatro Mágico, “acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz“. Na área em que eu estudo, jornalismo, todos nós, universitários, nos sentimos na posição de mediadores de opiniões e fatos, de juízes de situações, no entanto, somos, por vezes, os que menos praticam o que nos propomos a dizer.

    O fato é que, antes de ensinar, eu preciso viver esse ensino, logo, penso que escrever diretamente sobre essa área atualmente não esteja em concordância com o que vivo. Por isso, ainda preciso aplicar estas reflexões na minha vida antes de trazê-las para os outros.

    Segundo, o motivo mais importante da mudança de tema é o aprendizado. Jovens têm o defeito de acharem que já são sábios o suficiente para viver a vida sem conselhos. Me encaixo nesse grupo. Então, para escrever diretamente sobre pensamentos, necessita-se de estudo, dedicação para aprender, mas principalmente, de lições de vida, algo que as pessoas aparentam ignorar. O mais avançado em idade geralmente sabe mais, pois viveu mais.

    O terceiro motivo é a inovação da coluna: eu queria falar mais do que apenas reflexões, porém assuntos variados a qual a coluna não possibilitava. E essa novidade agora? O que vai tratar? Antes de explicar o conteúdo da coluna, que tal a história do nome dela?

    Fronteira vem de uma proposta de nome para uma banda minha e de um amigo meu chamado Tiago Abreu, editor e colunista do O Propagador (daquelas imaginárias, que só existe na nossa, cabeça). A sugestão da palavra foi dele e conecta-se com a ideia de uma banda que tenta ser como uma fronteira entre o mundo dito secular e o dito gospel, como um porta voz entre eles, uma espécie de divulgador da mensagem cristã para a humanidade, quebrando a própria barreira entre a arte profana e a sagrada, ou seja, uma divisória entre dois campos.

    A nova coluna Fronteira vai buscar ser exatamente uma divisória entre vários tipos de conteúdos. Tratará de assuntos variados, temas livres, sobre música, literatura, arte, até reflexões, e outros. A estrutura dessa nova proposta é apresentar criatividade, conteúdo e conhecimento.

    Bem vindos a Fronteira!

  • Rocklogia – O hiato do Katsbarnea (2004-2007)

    Em 2004, o Katsbarnea iniciaria um novo tempo de crises. Paulinho Makuko deixara a banda e Jadão, juntamente com Marcelo Gasperini procuravam um novo vocal. No fim do mesmo ano, o cantor retornaria a banda novamente, enquanto paralelamente produziria o disco solo 12.

    Em março de 2005, após vários shows, Jadão sairia do Katsbarnea, com a vontade de se dedicar a outros gêneros musicais e cantores do meio gospel. Mais tarde, tornaria-se integrante do Filhos do Homem.

    O grupo se reuniria para gravar (na formação Makuko/Gasperini/Déio Tambasco) no final de 2006, quando Déio terminou seus compromissos com a Oficina G3 (abordaremos isso em breve…).


    O nosso relacionamento hoje é muito bom. Inclusive até já toquei com ele também, mas antes disso a gente se falava por telefone, MSN e quando a gente se encontrava sempre rolava uma festa – Iuhu! Antes da saída dele do Kats, ele tava dividido entre a carreira solo dele e a banda. Então ele teve que tomar a decisão. Com a saída dele o Kats voltou a andar novamente, gravou um novo trabalho. Na verdade ele não saiu né, porque a banda continuou a tocar as músicas dele… porque o Kats era o projeto principal de todos os integrantes, não havia divisão. [Jadão, sobre relacionamento com Brother Simion, Super Gospel, 2005]

    Eu não tirei o Simion do Kats. Quando ele saiu fui convidado para voltar para a banda no lugar dele, e aceitei o convite. E se você quiser saber mais sobre a saída do Simion pergunte para ele! [Paulinho Makuko, sobre saída de Brother Simion, Super Gospel, 2004]

    Não tenho muito pra falar porque não estou ligado a eles, não tenho contato com eles, mas que Deus os abençoe e possam ganhar muitas vidas pra Jesus. [Brother Simion, sobre contato com o Katsbarnea, Super Gospel, 2005]

    A minha saída foi desgaste de convivência, eu amo o Katsbarnea, demos muitas risadas juntos, viajamos o Brasil todo ganhando almas para Jesus, ganhei muito dinheiro. Às vezes me sentia sufocado, amo os músicos que estão e que passaram pelo Kats. A minha saída foi uma questão humana, o dedo humano me fez sair, até poderia ter ficado, mas a escolha da saída foi minha. Em relação à banda não os vejo desde Janeiro de 2004 e com o Apóstolo a minha relação é maravilhosa sempre vejo ele conversamos numa boa, mesmo porque frequento a Renascer Lins e ele sempre está lá e não pretendo sair de lá também. [Paulinho Makuko, sobre saída da banda, Super Gospel, 2004]

    Eu não estou aqui para agradar a gravadora nenhuma e muito menos ao homem, estou aqui para a obra de Deus, e comigo no vocal foi onde o Kats teve a maior vendagem de CDs de todos os tempos sendo que foram cem mil cópias do CD Acústico. [Paulinho Makuko, sobre o fato de alguns fãs gostarem mais da época com Simion nos vocais, Super Gospel, 2004]

  • Um Brinde – “De Fé”, de Humberto Gessinger

    Um Brinde – “De Fé”, de Humberto Gessinger

    No ano em que eu nasci, 1996, Humberto Gessinger formava o Humberto Gessinger Trio, com a pausa dos Engenheiros do Hawaii. E, nesse disco, colocou uma canção chamada “De Fé”. E, com certeza, é uma adoração a Deus. Claro, evidente, óbvio que muitos fãs do cara vão dizer “ah, nada a ver”. Outros vão afirmar que é uma música romântica e nós, incrivelmente, não chegaremos a lugar nenhum. Mas quem foi que disse que uma música romântica não pode ser adoração a Deus?

    “Cantai-lhe, cantai-lhe louvores; falai de todas as suas maravilhas.” (Salmos 105:2)

    O romantismo, amor e o relacionamento são maravilhas criadas por Deus, quer você creia ou não. Então o papo de que a música não tem nada a ver com Deus, comigo, não vai rolar! OK, vamos começar analisando a primeira parte da música:

    “Sempre que eu preciso me desconectar
    Todos os caminhos levam ao mesmo lugar
    É o meu esconderijo, meu altar
    Quando todo mundo quer me crucificar
    Eu só quero estar com você (ficar com você)”

    É incrível como o coração do homem anseia pelo afeto do Pai. Até o homem da mais alta escala de ceticismo tem um coração sufocado pela falta de Deus. Friedrich Nietzsche, um dos principais filósofos ateus da história, escreveu uma Oração ao Deus desconhecido. Seu coração gritava querendo conhecer Deus. Em 1996, Humberto Gessinger já sentia a necessidade de desconectar-se, enquanto nós, mortais do século XXI, não saímos de casa sem o nosso iPhone. “Todos os caminhos levam ao mesmo lugar”. Aqui cabe duas observações: (1) as escolhas que fazemos sempre determinam aquilo que sentimos a vontade para fazer (2) Grande em conselho, e poderoso em obras, cujos olhos estão abertos sobre todos os caminhos dos filhos dos homens, para dares a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas obras (Jeremias 32:19). É inevitável não procurarmos a Luz quando nos desfazemos do mundo; quando deixamos as coisas terrenas, na Terra. “Quando todo mundo quer me crucificar / eu só quero estar com você”. Se você leu minha análise da música “Leite Azedo” da banda Simonami aqui, sabe do que o Humberto Gessinger quis dizer com “crucificar”. O mundo não entende sua dor interna. Na verdade, só você e Deus entendem, mais ninguém. Quando isso acontece, Ele é o único que pode te fazer repousar e esperar que o vendaval passe.

    “Quando o tempo fecha e o céu quer desabar
    Perto do limite, difícil de aguentar
    Eu volto pra casa e te peço pra ficar
    Em silêncio, só ficar”

    “Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor” (Lamentações 3:26). O coração do homem deseja conhecer a Deus, isso já disse aqui, mas vale reforçar, pois é isso que a música trata. Quando estamos aflitos e ninguém ao nosso redor pode nos animar, quando pensamos que não temos como mais suportar toda a tristeza que nos invade, é quando buscamos o Criador nem que seja para questionar nossa existência. É ali o instante o qual reconhecemos nossas fraquezas e o quão precisamos do Criador. Quando ouvi a música pela primeira vez, através do meu amigo Marcos Barreto – isso em 2013 – já percebi um rascunho do Evangelho ali. Deus colocou a ideia de eternidade na mente do homem (Eclesiastes 3:11) e Humberto Gessinger não se exclui disso. Sabemos mais do que ninguém que quando não há ninguém que possa nos “salvar”, Deus é o único que nos ver e sonda-nos!

    “Eu tenho muitos amigos
    Tenho discos e livros
    Mas quando eu mais preciso
    Eu só tenho você
    Tenho sorte e juízo
    Cartão de crédito e um imenso disco rígido
    Mas quando eu mais preciso
    Eu só tenho você
    Quando eu mais preciso, eu só tenho você”

    Acredito que esse ponto mata tudo! Sou muito edificado através dessa música, pois ela esclarece muita coisa do que eu sou. Ao contrário do Humberto, eu não tenho muitos amigos, mas os poucos que tenho são suficientes. Tenho meus álbuns, livros e um disco rígido. Tenho um pouquinho de juízo também, mas quando eu preciso de algo, eu só tenho Ele. Eu só tenho Deus. Observo muito mais do que a falta de alguém humano, o vazio interior é por algo que não se compra, não se limita. Quando todo o nosso dinheiro não é capaz de comprar um carinho sincero, atenção e nem tão pouco paciência, Deus é o único que pode fazer isso, sem pedir nada em troca. Ele é pai e como um pai conhece as dificuldades dos seus filhos. Ele nos dá sua graça!

    “Tenho a consciência em paz (eu só tenho você)
    Tenho mais do que eu preciso (eu só tenho você)
    Mas se eu preciso de paz (eu só tenho você)
    Tenho muito mais dúvidas do que certezas
    Hoje com certeza, eu só tenho você
    Eu tenho medo de cobras
    Já tive medo só escuro
    Tenho medo de te perder”

    Eu prometo que vou concluir esse texto já já. E não vai demorar, porque chegamos ao ponto ápice da música e acredito que este é o que mais se relaciona com o cristianismo: “Tenho mais dúvidas do que certezas, hoje com certeza, eu só tenho você”. Nós nunca seremos totalitaristas completos aqui na Terra, isto é, nunca seremos completos ao ponto de sabermos de tudo. Temos mais dúvidas do que certezas mas paramos por aí, ou seja, lembramos que temos Cristo e isso é uma certeza. “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20b). Não podemos esquecer disso: que temos Deus. Por mais que não tenhamos nada aqui, mas ainda temos o Criador, mesmo nós, fracos e pecadores, não merecendo a graça dele, sua paciência é tão grande e abençoadora para estar conosco quando mais nada aqui faz sem sentido. Um brinde!

  • TOP 10 – músicas sobre homossexualidade

    A homossexualidade é uma das variações da prática da sexualidade humana e é tema de forte polêmica no meio cristão (especialmente evangélico). Nos últimos anos, com o aumento dos direitos da comunidade LGBT, leis tramitando no congresso e lideranças religiosas manifestando oposição ferrenha aos homossexuais, há muito o que falar (e ouvir) sobre estas questões. Por isso, nós do O Propagador, decidimos pesquisar e encontramos dez canções que falam da homossexualidade, família tradicional e assuntos relacionados. Vamos lá?

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    [tab title=”10º”]

    É Falta de Deus – Andrea Fontes

    Do seu primeiro álbum solo, Andrea Fontes ganhou o décimo lugar com “É Falta de Deus”, que não trata apenas da homossexualidade, mas de outras coisas que, na visão da intérprete, são manifestação da falta de Deus, como os crimes ambientais e o alcoolismo. (1992)

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    [tab title=”9º”]

    Taxados como Loucos – Canção & Louvor

    A dupla Canção & Louvor gravou “Taxados como Loucos”, que incrivelmente soma quase um milhão de visualizações no momento em que este texto é escrito. A canção fala acerca das mudanças na sociedade e o olhar conservador que a população evangélica carrega, vista por muitos como loucura. (2013)

    https://www.youtube.com/watch?v=A-62kLer3iA

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    [tab title=”8º”]

    Seriedade – Giovanny Brasa Viva

    O cantor Giovanny Brasa Viva explicitamente quis dar uma resposta a música “Fugidinha”, de Michel Teló, afirmando que ao invés de ficar, o certo é orar para se relacionar. Numa das estrofes, diz que servir a Deus está ficando complicado, porque “os homens estão ficando afeminados” e há mulheres com “vestes de varão”. Depois afirma que homem não pode transar com homem. Esta canção foi lançada no álbum Deixa Davi Bailar. (2012)

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    [tab title=”7º”]

    Adão e Ivo – Toinho de Aripibú

    O cantor Toinho de Aripibu, do meio pentecostal, usou a temática da criação para mostrar-se contra a homossexualidade: “Mas o diabo, o inimigo de Deus, pra desfazer os planos seus / Querendo manchar seu nome / Desde o dia da cidade de Sodoma / Resolveu mudar a soma / Casando homem com homem / A cada dia multiplica a iniquidade / Sinceramente, isso me deixa pensativo / Se Deus tivesse feito homem pra casar com outro / Não seria Adão e Eva, tinha feito Adão e Ivo“. (2004)

    https://www.youtube.com/watch?v=1sUQOZBhDao

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    [tab title=”6º”]

    Matéria Prima Original – Juninho Lutero

    O cantor independente de rap Juninho Lutero causou imensa polêmica na rede com a sua música “Matéria Prima Original”, que chegou a ter seu clipe removido da rede por discurso homofóbico. Na música, o autor se posiciona claramente contra ao casamento gay e afirma que família é composta apenas por homem junto de uma mulher. (2013)

    https://www.youtube.com/watch?v=4XtMpVOUYOA

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    [tab title=”5º”]

    Tola Odisséia – Calvário

    Uma das primeiras bandas de metal cristão do Brasil, a Calvário lançou apenas um álbum. Neste disco, temos “Tola Odisséia”, que é uma reflexão, através da história da humanidade, em atitudes humanas que se afastaram dos propósitos divinos e causaram tristeza e sofrimento nos seres humanos. Em um trecho, a música fala sobre atos homossexuais. “Quantos cobriram-se com o Véu da morte / Para criar essas malditas idéias?“. (1993)

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    [tab title=”4º”]

    Meio Fio – Katsbarnea

    O Katsbarnea, em seu álbum, escreveu “Meio Fio”, de autoria do ex-vocalista Brother Simion, em parceria com Estevam Hernandes. Na verdade, esta canção faz uma reflexão acerca do amor de Deus que, em sua visão, “está disponível a toda criatura“, afirmando que não importa quem seja o indivíduo, Cristo o ama. (1992)

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    [tab title=”3º”]

    Família, um Projeto de Deus – Asaph Borba

    A medalha de bronze vai para o cantor Asaph Borba que, gravou “Família, um Projeto de Deus”, uma música que discursa, evidentemente, a respeito da família tradicional. “Mas desde o princípio o inimigo tentou / Destruir o que é lindo o que Deus criou / Através da mentira, da inveja e pecado / Trouxe a morte e a ira maculando a família“. (1994)

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    [tab title=”2º”]

    Macho e Fêmea – Voz da Verdade

    Presente no álbum Deus Dormiu Lá em Casa, o Voz da Verdade apresenta essa canção que tem influências de swing jazz e é interpretada por Elisabeth Moysés. A letra, apesar de não falar explicitamente da homossexualidade, aborda a questão da criação, dizendo que Deus criou seres humanos de sexo masculino e feminino, e que esta essência não pode mudar. “Então venha, venha, venha, e vamos mudar / O que os homens e o inimigo quiseram estragar / Diga eu posso, eu quero mudar / A verdade vai te libertar“. (2000)

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    [tab title=”1º Lugar” icon=”trophy”]

    Deus não se Engana – DJ Alpiste

    O primeiro lugar vai para o rapper DJ Alpiste, que, dentre todos da lista, foi o único músico do mainstream que tratou diretamente, e sem ‘papas na língua’, a questão da homossexualidade: “os dois tiram a roupa um do outro / o suor corre na pele por todo corpo / o clima esquenta, pega fogo / Sodoma e Gomorra ali é pouco / e a entrega acontece em nome do prazer / todas as coisas vão acontecer“.

    O cantor narra a história de um homem que se arruma para um encontro de sexo casual num motel, encontrando-se com outro homem, com o qual possui momentos alucinantes de prazer, os quais são descritos como “sexo animal, fora do normal”.  DJ Alpiste também faz várias referências ao universo da pornografia: “aquilo que nunca se viu, agora na moda se vê / o símbolo tá aí na revista e na TV / Playboy, Sexy, G Magazine / Papo de mona, é assim que se define“. (2001)

    https://www.youtube.com/watch?v=uFFdpN0vBHE

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    O que achou deste nosso TOP 10? Conhece mais canções que falam sobre homossexualidade? Comente e compartilhe com todos, sua opinião é importante!

    Leia também: TOP 10 – músicas sobre família

  • Para refletir – Dando voltas, sempre ao mesmo lugar

    Arredios, íntimos… próximos, distantes… tão certos, as vezes em dúvida. As vezes a vida de nós, sujeitos, parece contraditória, cercada de dúvidas e perdas de bases. Talvez seja pelos nossos tempos, mas independentemente de nossos métodos para alcançar, nossos passos sob este chão são destinados à realização, estou certo?

    Pois bem. Nesse processo, difícil, mas que reconhecemos nossas capacidades, podemos encontrar muitos obstáculos e questionamentos, ainda mais quando o caminho é trilhado só. É neste momento de fragilidade que nos encontramos vazios, nus, perdidos. Como continuar, sem reconhecer a soberania do Criador? Como seguir a estrada sem bases, sem abrigo, sem um meio sólido para trilhar.

    Não adianta. Para quem crê, não há outro caminho, não há quem conheça melhor o coração de alguém assim. Sem Ele somos nada, simplesmente pelo fato de sermos criaturas geradas por Ele. E, para Ele, não precisamos e nem temos como impressioná-lo. É Deus quem nos impressiona a cada instante, quando seguimos sua direção, ou quando tentamos andar sozinhos, caímos, e vemos na frente que voltamos ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído.

    Dando voltas, andando em círculos, assim defino, muita das vezes, nossa caminhada como seres humanos. Iludindo-nos com algo passageiro, que antes não nos impressionava, e por vezes até mesmo tinha a nossa reprovação. Mas, de volta, podemos agradecer ao Criador por Sua proteção e por nos mostrar, novamente, com toda a paciência, o caminho.

    https://www.youtube.com/watch?v=rt1OiSd2Fzg

  • André Valadão – discografia e obra

    Ex-vocalista do grupo Diante do Trono, André Valadão é uma das vozes masculinas mais conhecidas do gospel contemporâneo. Com uma carreira solo de mais de dez anos, o cantor soma milhões de cópias vendidas.


    Guia discográfico

    Mais que Abundante (Diante do Trono/2004): Apesar da riqueza instrumental e de, teoricamente, ter sido criado para ser o sétimo álbum do Diante do Trono, Mais que Abundante só cumpriria sua função vital se tivesse carregado o nome do Diante do Trono. Há pouco, essencialmente, de André Valadão no registro, o que não desmerece, por sua vez, a qualidade dos arranjos e repertório. (Nota: [usr 3])

    Milagres (Diante do Trono/2005): Mesmo ainda como um embrião do Diante do Trono, André Valadão começava a por as “garras” para fora e apresentava seu som, mais pautado no pop rock e menos sinfônico. Apesar de conter algumas músicas dispensáveis, Milagres contém seus pontos altos. (Nota: [usr 3.5])

    Alegria (Diante do Trono/2006): Dando seguimento as mudanças lentamente trazidas em Milagres, André Valadão sai, aos poucos, da sua zona de conforto. Há algumas canções que se destacam, como “Alegria”, “País da Adoração” e “Em Qualquer Lugar”. (Nota: [usr 3.5])

    Clássicos (Diante do Trono/2007): Trazendo ‘hinos’ antigos que aos poucos tem sido esquecidos, André Valadão trouxe, em sua carreira, uma ideia já comum no mercado gospel. As execuções instrumentais são impecáveis, os arranjos são interessantes, pouco ousados, no entanto, há pouco feeling nas interpretações. (Nota: [usr 2.5])

    Sobrenatural (Diante do Trono/2008): Ruben di Souza foi o responsável por dar, a André Valadão, uma identidade musical que finalmente o dissociasse do Diante do Trono. Em Sobrenatural, o cantor finalmente assume uma sonoridade pop rock, com mais guitarras e com arranjos menos densos e “pomposos” de sua ex-banda. (Nota: [usr 4])

     (Graça Music/2009): O auge conceitual e musical de André Valadão está em Fé, que conseguiu, aplicar, em uma atmosfera ao vivo, toda a maturidade alcançada em Sobrenatural. Com canções, em maioria, autorais, foi um dos melhores álbuns do ano. (Nota: [usr 4.5])

    Minhas Canções na Voz de André Valadão (Graça Music/2010): Musicalmente bem estruturado pela produção musical de Ruben di Souza, que deu a cara pop gringa necessária a André Valadão, é um disco agradável de ouvir. Se as letras de R. R. Soares não soassem tão infantis e fracas, seria um dos melhores discos de André. (Nota: [usr 3.5])

    Aliança (Onimusic/2011): Conceitualmente repetitivo, revela uma forte crise de criatividade do cantor, que não soube explorar a temática da aliança divina de Deus com o homem. (Nota: [usr 2])

    Fortaleza (Som Livre/2013): Com produção musical ruim e mal mixado, Fortaleza até tenta agradar no repertório, que é manchado por maus aspectos técnicos. (Nota: [usr 2.5])

    Versões Acústicas (Som Livre/2014): Se entregando a não gravar nenhum material autoral, o registro é a prova de decadência não apenas do artista, mas do meio fonográfico cristão. (Nota: [usr 2])


    Notícias e matérias sobre o André Valadão

    Para ver todo o conteúdo sobre ou relacionado ao André Valadão no O Propagador, clique aqui.

  • Deus em Debate – Adão e Eva foram pessoas reais, ou apenas um mito?

    Deus em Debate - Série - Adão e EvaGÊNESIS 1:27 – Adão e Eva foram pessoas reais, ou apenas um mito?

    PROBLEMA:

    Muitos consideram os primeiros capítulos de Gênesis como um mito, e não os tomam como históricos. Mas a Bíblia parece apresentar Adão e Eva como pessoas reais, que tiveram filhos, dos quais todo o restante da humanidade proveio (cf. Gn 5).

    SOLUÇÃO:

    Existem boas evidências para crermos que Adão e Eva tenham sido pessoas reais, vejamos algumas delas:

    Primeiro, Gênesis 1-2 apresenta-os como pessoas reais, e até mesmo narra os importantes acontecimentos de suas vidas (o que é histórico);

    Segundo, eles tiveram filhos que foram pessoas reais, que também tiveram filhos reais (Gn 4:1,25; 5:1);

    Terceiro, a mesma frase (“são estas as gerações de”) usada para registrar dados históricos posteriores em Gênesis (6:9; 9:12; 10:1, 32; 11:10, 27; 17:7, 9) é empregada com respeito a Adão e Eva (Gn 5:1);

    Quarto, cronologias posteriores do AT colocam Adão no topo da lista (1 Cr 1:1);

    Quinto, o NT põe Adão no início da lista dos antecedentes de Jesus (Lc 3:38);

    Sexto, Jesus referiu-se a Adão e Eva como os primeiros “macho e fêmea”, fazendo da união física deles a base do casamento (Mt 19:4);

    Sétimo, Romanos declara que a morte literalmente reinou no mundo trazida por um “Adão” literal (Rm 5:14);

    Oitavo, a comparação entre Adão (o “primeiro Adão”) e Cristo (o “último Adão”) em 1 Coríntios 15:45 manifesta que Adão é tomado literalmente como uma pessoa histórica;

    Nono, a declaração de Paulo de que “primeiro foi formado Adão, depois Eva” (1 Tm 2:13) revela que ele fala de uma pessoa real;

    Décimo, é lógico que teve de haver um primeiro casal real de seres humanos, macho e fêmea, pois, caso contrário, a raça humana não teria como começar a existir. A Bíblia chama a esse casal, que de fato existiu, de “Adão e Eva”, e não há por que duvidar de sua real existência;

  • Fique Sabendo – Léa Mendonça, Fruto Sagrado, Bruna Olly e muito mais

    Começamos muito bem o mês de julho. Nesta semana, temos um Fique Sabendo com muitas novidades pra vocês. Mas, se você não viu a nossa notícia divulgando os lançamentos da Sony Music para o resto do ano, comece por lá. Confira:


    Léa Mendonça lança o álbum Autoridade e Unção

    Após dois anos do disco Profetizando Vida, a cantora Léa Mendonça retorna com mais um disco de inéditas, chamado Autoridade e Unção. O disco foi produzido por Kleyton Martins e Silvinho Santos e o projeto gráfico pela gravadora. A MK divulgou um preview do álbum.


    Fruto Sagrado lançará single dia 13 deste mês

    Após um longo tempo de silêncio e mistério, e três anos do projeto Universo Particular, o Fruto Sagrado lançará um novo single em sua atual formação, Vanjor (vocais e guitarra), Bene Maldonado (guitarra) e Sylas Jr. (bateria). A canção se chama “Fé Canibal” e será divulgada nas mídias sociais do grupo no dia 13 deste mês.


    Bruna Olly lança o clipe de “Pra Sempre”

    A cantora Bruna Olly divulgou, em suas redes sociais, um novo videoclipe, da canção “Pra Sempre”, versão de “Forever”, de Kari Jobe. A canção é possivelmente uma prévia de um futuro trabalho. As imagens foram dirigidas por Eliah Oliver e Leonardo Valandro, e foi produzido de forma independente.


    Júlio Cezar, do Catedral, lançará disco solo pela Mess Entretenimento

    O baixista Júlio Cezar, conhecido por suas atividades com o Catedral, lançará mais um disco solo, de título Only for You. É o primeiro projeto solo de um integrante da banda anunciado após o término das atividades do grupo, e é composto apenas por faixas instrumentais, mesclando influências do pop rock, funk rock e world music.


    Aliança do Tabernáculo lança álbum Tomado por Tua Glória

    O grupo Aliança do Tabernáculo prepara o seu segundo lançamento pela gravadora Som Livre. O disco Tomado por Tua Glória foi gravado ao vivo e contém onze faixas, que podem ser ouvidos no canal oficial da gravadora no YouTube.


    Stryper lançará o álbum Fallen em outubro

    A banda Stryper lançará o álbum Fallen em outubro. O disco, que teve sua capa divulgada recentemente, está na loja virtual da Amazon, onde é possível ouvir trechos de cada faixa. Uma das expectativas do público é o cover de “After Forever” (Black Sabbath). Ouça:


    Até a próxima semana!