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  • Fique Sabendo – Oficina G3, Cristina Mel, Rede Ativa e Bekah Costa

    O mês de junho está acabando mas ainda é sexta-feira. É dia de mais um Fique Sabendo!


    Oficina G3 grava participação em novo programa da RIT TV

    Nos moldes de talk shows americanos, trazidos aqui no Brasil por apresentadores como Jô Soares e Danilo Gentilli, a RIT TV inicia o projeto Nossa Night. Para isso, os quatro integrantes da Oficina G3 foram convidados a participar do programa, falando a respeito do filme Histórias e Bicicletas, lançado há alguns meses. Fotos das gravações foram divulgadas nas redes sociais, e por elas, é percebível que Juninho Afram e companhia tem muito a dizer acerca deste projeto.


    Cristina Mel lança clipe contra a pedofilia

    A cantora Cristina Mel lançou, nas plataformas Vevo, o clipe da canção “Lobo Mau”, que faz parte de seu novo projeto infantil, Fazendo a Diferença. O destaque desta faixa é o seu foco na necessidade de se denunciar os crimes de pedofilia, o que, sem a menor dúvida, é interessantíssimo.


    Rede Ativa divulga capa de CD Acústico

    A banda Rede Ativa está para lançar um disco acústico. O projeto gráfico do trabalho foi produzido pela Corações Produções, e utilizou de uma imagem dos integrantes. Confira abaixo:Rede Ativa - Acústico


    Bekah Costa divulga nova canção

    A cantora Bekah Costa está lançando o seu primeiro projeto solo, produzido por Daniela Araújo. A artista também foi a compositora da canção a qual Costa interpreta. Ouça uma das faixas abaixo:


    Até a próxima semana!

  • Rocklogia – A polêmica saída de PG

    A saída de PG é, até hoje, a história mais polêmica e controversa na longa história da banda Oficina G3. Se por um lado, com Humanos, a banda tentava impulsionar sua unidade, creditando todas as faixas aos quatro integrantes, no fim de 2003 PG tornaria-se pastor e, mais tarde, anunciaria sua saída do grupo. O grande problema a respeito de sua saída, na visão de Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos, na época, foi que o vocalista supostamente não pensou no grupo e sequer os preparou. Sabendo os motivos ou não, a manchete “PG saiu do Oficina G3” foi bastante polêmica na época.

    Por outro lado, PG afirmava que suas atividades pastorais, as quais já ocorriam há uns certos meses, não encontrava apoio total de seus colegas de banda e que queria um tempo particular para exercer seu ministério como pastor. O músico ainda afirmou que, no momento de sua saída, tinha escrito cerca de oito músicas sem letras, as quais não utilizou para seu disco solo, Adoração. No entanto, a Oficina G3 nunca se pronunciou se algumas dessas oito músicas foram utilizadas em Além do que os Olhos Podem Ver.

    Antes da Oficina G3 lançar um disco, PG já chegava com seu trabalho de estreia como cantor solo. Segundo o músico, grande parte do trabalho foi feito em conjunto com seu irmão, com colaborações de Emerson Pinheiro em algumas gravações. Assim, Pinheiro levou crédito como produtor musical. Vale lembrar que, no momento de sua saída da Oficina, o cantor ainda tinha um contrato a cumprir, e, através de um acordo com a MK, passou a cumprir o restante deste contrato com uma carreira solo.

    Em janeiro de 2004, PG, Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos se encontraram na sede da MK Music, um encontro bastante tenso o qual não detalham. A relação entre os músicos só melhoraria anos depois.

    Confira nossa seleção de citações a partir de várias entrevistas feitas na época. Uma, com PG, outra com os três integrantes da Oficina G3 e algumas citações de outra entrevista.


    Este mês, fiz apenas duas apresentações. Todo o tempo restante eu dediquei à minha igreja, ministrando o louvor com a minha banda, que também é de lá. Eu sou líder de louvor de todas as nossas igrejas. Hoje tenho mais responsabilidades, e preciso de pessoas ao meu lado que entendam isso. Numa banda em que todos mandam, há conflito de idéias. Hoje existe uma liderança, mas que é conquistada, e não imposta. Nós pensamos da mesma forma. Eu acredito que ser uma banda não é comer pizza todo dia junto. É ficar uma semana sem se ver, mas mesmo assim continuar orando um pelo outro. Hoje não vou mais à igreja só aos domingos, tenho liberdade para administrar minha agenda. [PG, a respeito das mudanças da carreira solo em relação à banda, Universo Musical, 2004]

    A gente realmente ficou muito decepcionado, a gente não esperava que as coisas acontecessem dessa forma. É impossível ficar indiferente diante de coisas do tipo: “olha, amanhã eu vou ser presidente da GM do Brasil e não posso mais tocar no Oficina G3″. Vou estar mentindo se falar que a gente é amigo hoje. Não dá pra dizer que continuamos amigos. Mas isso não é bom pra gente, pra mim, pro Juninho, pro Duca, pro PG! E pra ninguém. [Jean Carllos, sobre a saída de PG, G3ManiA, 2004]

    Passamos por momentos difíceis como qualquer pessoa. Vivemos muito tempo juntos e, como num casamento, existem momentos de extrema alegria e de dificuldades, as vezes pintam divergências de opiniões, ocorrem desentendimentos, mas sempre conseguimos passar por cima disso. Estamos juntos há muito tempo nesta formação: Duca está há 10 anos, Jean há 8 anos e o PG ia fazer 6 anos. Houve nesses anos algumas discordâncias sim, mas sempre resolvemos numa boa. [Juninho Afram, sobre o relacionamento da banda, Revista O Levita, 2004]

    Na época algumas pessoas do meio musical me fizeram essa proposta. Mas nem eu nem o pessoal da banda nunca fomos a favor disso. E eu não saí porque queria fazer uma carreira solo, mas sim por causa de um propósito, o meu ministério pastoral, que não estava sendo bem compreendido. Era aquela coisa: “eu entendo, mas não aceito”. E eu não queria ser o chato da banda. Sabe a história de Sadraque, Mesaque e Abdenego? Eles eram três, mas tinham um único objetivo. Por mais que um deles tivesse medo, eles estavam juntos, acreditavam um no outro. Comentaram muitas coisas erradas quando eu saí. Não houve briga, não saí porque queria ganhar dinheiro. Saí exatamente porque queria continuar cantando e me dedicar a outros propósitos. Onde estava eu não conseguia. [PG, sobre manter uma carreira solo junto à banda, Universo Musical, 2004]

    Quando o cantor tem uma carreira solo além de ampliar os horizontes ele ganha mais. No meu caso, saí do Oficina G3 devido a um ministério; fiquei seis anos sem gravar. Mas o que efetivamente acontece é que muitas vezes as próprias gravadoras incentivam isso. O desejo de algumas gravadoras é que o CD seja vendido e as vezes Deus não faz parte deste contexto. [Luciano Manga, sobre divisões em bandas, Revista O Levita, 2004]

    Realmente existia uma amizade, mas depois de tudo que aconteceu, ficou um sentimento chato, mas a gente tentou, acredito que todo mundo tentou não deixar a coisa acabar. Mas infelizmente, depois de algumas conversas, depois de um último encontro que tivemos na MK no começo do ano, que não foi muito legal, chegamos à conclusão de que o relacionamento foi embora. E hoje a gente coloca diante de Deus, na presença de dEle, pra que Deus a seu tempo possa trazer uma cura. [Juninho Afram, sobre o relacionamento da banda com PG, G3ManiA, 2004]

    A gente ficou sabendo através de um comunicado. [Duca Tambasco, sobre a saída de PG, G3ManiA, 2004]

    Em primeiro lugar, quero deixar claro que, quando saí, nunca disse que iria parar de cantar. Eu havia sido promovido a pastor, mas mesmo assim permaneci seis meses na banda. O que eu fazia no Oficina não estava mais de acordo comigo. E a Bíblia diz: “Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”. Esperei o tempo certo, e tenho certeza de que fiz a vontade de Deus. Quanto à sua pergunta, realmente muita gente achou que eu ia mudar de estilo. [PG, sobre a sonoridade do disco ser rock, Universo Musical, 2004]

    O Manga começou com a gente. Desde o começo, ele já tinha atuação na igreja, e, depois de anos juntos, o Manga foi transferido para ser pastor no Rio de Janeiro. Chegou uma hora que se tornou impossível ensaiar, tocar. A gente tocava uma, duas vezes por mês, no máximo. Até que um dia a gente conversou com o Manga e ele mesmo chegou pra nós e falou assim “gente, realmente, do jeito que tá eu não consigo, eu não tenho como cumprir os compromissos da banda”. Foi então que, junto com o Manga, procuramos outro vocalista, e ele ajudou a achar o PG, e orou pelo PG junto com a gente. As diferenças principais são essas: quando o Manga saiu a gente já tinha o PG. Quando o PG saiu, a gente não tinha ninguém. [Juninho Afram, sobre as diferenças na saída de Luciano Manga e PG, G3ManiA, 2004]

    Acho que já está mais do que provado que o Oficina G3, pelo seu tempo de estrada que já tem, é capaz de prosseguir, até porque Deus não vai desampará-los, como também não me desamparou. Acho que existe uma perda em relação à pessoa porque o PG não faz mais parte do Oficina. Mas quanto ao grupo n/ao, o Oficina G3 é um grupo amadurecido. [PG, sobre Oficina G3 sem PG, Revista O Levita, 2004].

    O que eu tenho pra dizer é que, é impressionante como o Juninho come! Ele chegou aqui e falou assim “cara, não vou comer porque já jantei, que desperdício de dinheiro”. Cara, ele não parou de comer até agora! Nunca vi isso! (risos) [Duca Tambasco, sobre alimentação de Juninho Afram, G3ManiA, 2004]


  • Polemizando – Silas Malafaia, o Dom Quixote gospel

    Determinado a defender sua amada Dulcinéa e eliminar os vilões que ameaçam a terra, o destemido cavaleiro Silas Malafaia decide levar uma vida de batalha em batalha confrontando tudo que aos seus olhos representa uma ameaça. Ou seria Dom Quixote?

    Numa releitura de suas peripécias, o nosso Dom Quixote gospel tomou como objetivo de vida defender sua Dulcineia, neste caso, a igreja cristã e, neste contexto, o modelo de família tradicional.

    Sempre disposto a combater as hostes do mal que se levantam para destruir sua amada, nosso herói parece estar 24 horas em alerta, na expectativa pelo próximo embate. Lutar pelo ideal da família perfeita tradicional, da ordem e dos bons costumes é sua razão de viver. Claro que todo o retorno midiático que sua luta obtém parece ser um combustível extremamente importante para si.

    Sua última façanha é digna de ser registrada e cantada por muitas gerações. Trata-se do tragicômico embate com o jornalista Ricardo Boechat. Os desdobramentos de uma batalha vexatória tem sido, no mínimo cômicas.

    Tudo começou quando o maligno apresentador e jornalista comentou sobre o caso de uma garota que foi alvejada por pedras ao sair de um culto de candomblé. Apesar da falta de provas mais consistentes, baseado em depoimentos, os agressores eram evangélicos. O caso foi registrado como lesão corporal e intolerância religiosa.

    Aproveitando o caso, Boechat criticou a postura de alguns pastores em determinadas igrejas que estariam incentivando a intolerância.

    “Os evangélicos são uma massa monumental de brasileiros, sempre ficam muito sensíveis quando se faz alguma crítica que generalize a abordagem. E nesse sentido, eu quero deixar bem claro que essa crítica é uma crítica muito dirigida a pastores e algumas igrejas neopentecostais, e alguns grupos específicos dentro de algumas agremiações religiosas que estão estimulando e levando a cabo ações de hostilidade contra outras religiões, especialmente as religiões de origem africana”.

    Se ainda não ouviu o áudio da fala de Boechat que deflagrou o fight, ouça abaixo:

    Para muitos seria apenas mais um comentário, mas não para nosso cavaleiro. Com seus olhos e ouvidos em todos os lugares, Dom Quixote gospel não poderia perder a oportunidade de causar acabar publicamente com mais um gigante inimigo. Sacou sua espada virtual e revidou o ataque.

    Possivelmente seu escudeiro tenha avisado que não havia necessidade de atacar, o gigante na verdade  não passava de um moinho, mas o destemido guerreiro tinha certeza. Ele via além, sua visão era muito mais apurada que a da maioria. “Vou te derrotar gigante! Pare de falar asneira e venha lutar com honra! Te desafio a uma batalha corpo a corpo!”

    O resultado você já deve ter lido e ouvido mais de um vez na internet. Boechat não deixou barato e de forma pitoresca, sugeriu que Silas Malafaia fosse procurar uma rola, além de vomitar vários adjetivos controversos em seu microfone. Ouça abaixo:

    Pronto! O circo está armado e os holofotes apontados. Todos a postos para acompanhar as próximos episódios das aventuras de nosso incansável Dom Quixote, o justiceiro gospel. Quem será o próximo inimigo? Quem será o próximo a ser desafiado para uma batalha pública?


    Em tempo…

    O comentário de Boechat sobre pastores em algumas igrejas incitando a intolerância religiosa foi preconceituosa no momento em que dá margem a generalização, mas não está de tudo equivocado.

    O Pr. Silas Malafaia não está errado em defender o que acredita. Porém, a forma como faz isso leva a situação ao ponto de total falta de respeito e banalização da causa. Boechat pode até ter se excedido em seu comentário, mas afirmar que ele falava asneiras publicamente e chamá-lo de idiota não ajudou muito ao Reino…

    Ricardo Boechat foi extremamente infeliz em sua resposta a Silas Malafaia. Fez tudo o que não se espera de um jornalista em um veículo de imprensa. Se havia alguma verdade em seu discurso, perdeu totalmente o crédito.

  • Um Brinde – Pare de orar para arrumar um(a) namorado(a)

    Um Brinde – Pare de orar para arrumar um(a) namorado(a)

    No blog Dialetos & Coisas Boas, em que escrevo sobre cultura pop, tenho um espaço chamado 5 Graus de Miopia, o qual expresso o meu lado sentimental numa perspectiva de términos de relacionamentos, em todos os âmbitos, incluindo pessoas próximas de mim. É algo muito diferente de ‘falar de namoro’, por isso, como introdução, quero dizer que nunca escrevi sobre este assunto em específico, com exceção é claro, dos textos do 5GDM. Peço perdão desde já pelas falhas que este texto terá. Não sou o melhor cara para escrever e tão pouco falar desse assunto, mas é o assunto que me interessa e há tempos vem me incomodando. Que Deus nos guie!

    Assim como 99,9% dos jovens de igreja que estão na fase platônica de querer arrumar alguém para compartilhar suas vidas, eu também já orei por alguém para namorar. Observando hoje e olhando bem lá para trás, na época em que isso aconteceu comigo, percebo que nada fez e nem faz sentido. Não que orar por alguém seja errado. A Bíblia nos ensina a orar uns pelos outros (Tg 5:16), mas ficar em casa, reservar 20 minutos e orar pelo príncipe encantado ou princesa encantada, não vai te trazer ninguém. Lamento dizer, mas esperar é caminhar, como já diziam os amigos do Palavrantiga.

    Esse texto não é nem um contra-argumento ao EEE (Eu Escolhi Esperar), e sim contra o comodismo-de-fé-que-prega-que-os-jovens-devem-orar-bastante-antes-de-namorarem. Provavelmente, seus pais nunca oraram, mas tiveram e tem um casamento abençoado. Seus tios, avós, nunca fizeram campanha por um amor eterno e eles por algum motivo ainda estão juntos. Dá para perceber que não existe nada de transcendente numa união amorosa cujos integrantes se gostam? Bom, até há: o amor. Partindo do pressuposto de que Deus é amor e de que nós nunca chegaremos a ser exatamente como Deus, logo, nunca conseguiremos aprender verdadeiramente a amar, e alcançar isso pode ser considerado transcendental. Mas você pode orar 2, 3, 4, 10, 20 anos pela pessoa amada, mas se você não procurar conhecê-la, conversar, enfim, se relacionar, Deus não vai mandar seu ‘amor eterno’ num cavalo branco com a orquestra de Beethoven tocando a 104° sinfonia. Note que isso não faz sentido num pensamento estritamente lógico. Deus não nos prometeu casamento, exceto o dEle com a igreja.

    Mas aí vem a pergunta: “então não devo orar para arrumar um namorado?” Eu respondo com outras perguntas: “você deve orar para arrumar a casa?” / você deve orar para arrumar um emprego? / você deve orar para pagar uma conta?” Não. Nós devemos orar para que tenhamos paz em Deus e somente nEle. Você pode orar sim para que Deus te dê sabedoria na hora de se relacionar com alguém, mas você deve fazer isso: se relacionar. Deus é um Deus de relacionamentos e Ele nos ensina isso (Pv 17:17). As vezes a noção a qual esta filosofia me passa é de que somos mecânicos programados para termos alguém que está intimamente conectado a nós por algum aparelho celeste, e a oração é o combustível para que essas vidas se unam. Isso faz sentido para você? Como eu disse, temos que orar para ter paz no Pai pois Ele nos ensina o caminho certo (Jr 42:3) e permanecer no amor, a qual Ele próprio é (1 Jo 4:16). Não faz sentido ficar orando para arrumar alguém que você vai casar e ter belos filhos se você não almejar quem você quer conhecer e aí buscar o relacionamento sólido. Nietzsche dizia que “quem deseja aprender a voar deve primeiro aprender a caminhar, a correr, a escalar e a dançar. Não se aprende a voar voando.” Quem deseja namorar, deve primeiro aprender se relacionar, compreender, conversar e tirar os joelhos do chão. Não se aprende a namorar, orando.

    E eu sei que os jovens simpatizantes da oração em busca do seu par vão dizer que estou dizendo que não devemos orar pelo parceiro(a), mas não é isso que estou querendo dizer. O ponto do texto é que você não precisa se esquivar dos relacionamentos que surgem em sua vida porque já está orando e se sente no direito de selecionar o que Deus te mandou ou não. Isso não vai te levar a nada a não ser ficar pra titio/titia. Parece radical demais, mas não é. Pensa: imagina se José ficou orando por Maria por anos para poder namorá-la; Rebeca e Isaque – que vocês gostam tanto de citar como o casal de referência – passaram o que, 10 anos orando um pelo outro? Acho que não, né? Leitores, orem por coisas mais eternas do que simplesmente um namoro: orem para que Deus vos der maturidade. Ore para que Ele te revele o que você não está conseguindo enxergar. Isso sim vai ajudar na hora de escolher a pessoa a qual você irá desejar passar a vida toda. Eu sinceramente não conheço nenhum casal que casou e constituiu uma família que oraram um pelo outro antes do namoro. Pode até existir, mas eu não conheço. Como eu disse no início: esse texto tem falhas, mas acredito ter falado um pouco do que acredito ser certo. Um brinde!

  • Entrevista: Adoração e Intimidade

    O Adoração e Intimidade é um dos grupos congregacionais que vem se destacando nos últimos anos. Formado por Adriano Mendonça (vocal), Nanni Nascimento (vocal), Alex Eduardo (vocal e teclado) e Sandro Faria (baixo), o quarteto lançou, ano passado, o álbum Ele nos Amou, que mesclou o louvor comunitário com sonoridades que envolvem o pop rock e influências eletrônicas. Conversamos com a banda acerca de sua carreira, ideologia e projetos e vocês conferem aqui no O Propagador.


    O PROPAGADOR – O grupo nasceu em 2005, mas o primeiro álbum somente saiu em 2008. Como foi esta fase de formação e preparação para o primeiro trabalho?
    A banda nasceu sem aquele pensamento de gravar CD, eram apenas adolescentes que queriam tocar música na própria igreja e acompanhar o primeiro vocalista da banda. Desta primeira formação, atualmente, ninguém está mais hoje. Do início, até o primeiro CD, muita coisa aconteceu. Tivemos a troca dos músicos, já que eram adolescentes, então suas prioridades foram mudando ao longo do tempo. Na época, estávamos com as condições financeiras preparadas para arcar com a gravação do CD, e as músicas foram chegando através do Alex, que compôs 8 das 10 faixas do projeto, todas baseadas em histórias pessoais dos membros da banda. Estávamos bem crus, não sabíamos direito o que queríamos, e gravamos o que achamos importante para nós, naquele momento.


    O PROPAGADOR – Eu Tenho um Sonho (2008), primeiro álbum de vocês, foi produzido por Ed Oliver e teve a participação de Adhemar de Campos. O que vocês acreditam ser de maior destaque neste projeto?
    O que marcou foi que tudo era novo para nós, era um novo tempo para nós. O grande destaque foi a possibilidade de eternizar em um CD as 10 faixas que escolhemos para o CD. Ed Oliver foi um presente de Deus para as nossas vidas, Adhemar de Campos com seus conselhos e sua participação foi essencial para nos direcionar no projeto. Eu Tenho um Sonho reflete muito o que tínhamos naquela época, uma sede por conhecer mais de Deus e também porque o CD nos fez amadurecer. Não foi nada fácil ensaiar aquelas canções (risos). Regravar a canção “Jesus”, do nosso querido amigo Kleber Ferraz foi muito bom, porque foi uma canção que cantamos muito nos corais da vida (risos). E regravar a canção “Made me Glad”, da Hillsong Worship, também foi um sonho realizado.


    O PROPAGADOR – Ano passado, vocês lançaram Ele nos Amou (2014), um álbum que difere bastante do primeiro disco do Adoração e Intimidade. A que vocês devem estas mudanças?
    Do novo álbum para o anterior, a única coisa que preservou são os três vocalistas e a proposta congregacional, pois acreditamos que esta vontade de cantar música para a igreja nunca sairá de nós. Estas mudanças foram necessárias para o nosso amadurecimento, algumas coisas foram bem naturais, como a inserção do eletrônico, porque fomos inundados com canções que usam muito eletrônico e queríamos inserir isto em nossas músicas. Gostamos de canções explosivas para que possam ser utilizadas no período de música na igreja, e o eletrônico veio calhar com o que já usávamos, que era o pop/rock. Com tudo isso, procuramos nos diferenciar de tudo o que estavam fazendo por aqui, principalmente a ideia de três vocalistas na condução das músicas, bem como esta sonoridade congregacional.


    O PROPAGADOR – No repertório, nota-se que vocês andam bastante atentos ao que está sendo feito lá fora, e destaque para as versões do Planetshakers. Essas versões, em especial, foram escolhidas por qual motivo?
    As versões foram escolhidas principalmente porque ouvíamos elas no original e aquela vontade de ouvi-las em português nos fez ir atrás da autorização, principalmente as do Planetshakers que já eram do nosso desejo desde o primeiro álbum e foi concretizado somente no segundo. Se ouvirem as versões agitadas principalmente (“Todo o poder a Ti”, “Levar minha Cruz” e “Em Ti Jesus”) notará a sonoridade que é muito diferente do que ouvimos em músicas agitadas nacionais, e no momento estávamos com poucas canções agitadas para o álbum, e gravar uma versão de canção agitada só nos ajudou a montar o projeto, não porque existia uma preguiça artística, mas foi totalmente pensada, a dificuldade em compor canções agitadas. A faixa “Canção do Apocalipse” porque queríamos uma canção que já fosse conhecida pelo público para puxar as demais canções, e a sonoridade dela nos agradou. Newsboys sempre foi referência para nós e tudo casou com a proposta. “O Grande Eu Sou” foi um presente para nós, é uma das canções mais executadas e versionadas de 2013/2014 e ficamos muito impactados com a música. Colocar versões no álbum nos fez subir o nível para que trabalhássemos melhor as canções autorais, porque, em alguns projetos, víamos aquela discrepância no conceito, que a versão sempre chama mais a atenção do que as faixas autorais, trabalhamos arduamente pra que as canções autorais pudessem ficar no mesmo patamar que as versões.


    O PROPAGADOR – A música de trabalho do disco é “O Grande Eu Sou”, que até recebeu uma versão em videoclipe. Dentre tantas canções no disco, o que esta, em especial representa a vocês?
    Esta em especial traz uma mensagem poderosa, principalmente na ponte da música: “montanhas se abalam, demônios fugirão, ao ouvir que o Senhor Jesus é o Rei dos reis não há poder no inferno nada resistirá diante da presença e do poder do Grande Eu sou”. É um trecho muito impactante e ele traduz muito a mensagem que pregamos no álbum que é o amor e o poder de Deus. A melodia também é bem chamativa e o que mais nos despertou foi de que na igreja em que parte da banda congrega, a Igreja Internacional Torre Forte, na primeira vez que a ministramos já foi recebida muito bem, e acabamos optando por ela. Graças a Deus temos algumas canções que poderiam ser singles também, mas por conta desta receptividade maior por parte da nossa igreja, acabamos escolhendo ela. Uma versão também chama mais a atenção e algumas informações na divulgação da faixa colaboram na propagação da música, principalmente no YouTube.


    O PROPAGADOR – Muitos dos grupos congregacionais (ou até artistas solo), quando produzem um disco, possuem um repertório autoral inferior as versões. Isso não é visto no trabalho de vocês. Isso foi pensado? Qual a política do Adoração e Intimidade quanto ao repertório?
    A nossa política é reunir o melhor repertório possível, independente se são canções próprias, de compositores parceiros ou de versões. Ouvimos mais de 200 canções para chegar no repertório final. A parte que mais desprendemos tempo foi na construção do repertório. Preocupamos-nos muito com a qualidade da melodia e da letra. Tínhamos um tema central que era Ele nos Amou e dentro disto fomos trabalhando nas letras que apareciam para compor o projeto. Para os compositores nacionais e também acreditamos dos grupos e artistas que vão fazer um CD congregacional a maior dificuldade são as canções agitadas, e com uma dica aqui e ali do nosso produtor Ruben Morais tivemos um start… “puxa existem muitas canções agitadas internacionais que poderiam calhar neste repertório, já que as composições da banda e de amigos da banda não estão tão boas como estas versões. Vamos utilizar versões para as agitadas?” Aí partimos daí para construir nosso CD. E estamos satisfeitos com isso.


    O PROPAGADOR – Vocês são de uma área que já foi mais forte na música cristã nacional. Nos últimos anos, temos visto vários grupos e ministérios tornando-se em carreira solo, ou simplesmente encerrando as atividades. Como vocês enxergam estas mudanças?
    Olha, durante o nosso crescimento musical, sempre estivemos envolvidos com a música congregacional, ela sempre esteve presente em nossas vidas. O que tem acontecido no mercado é que as pessoas andam seguindo muito a moda ou o que estão tocando lá fora, mas acredito que o que de fato chama a atenção é quem procura criar suas próprias características, pois não temos visto ninguém que copia outra pessoa fazer sucesso ou conseguir destaque. Acreditamos que, na música, as pessoas precisam focar e saber aonde quer chegar e acima de tudo ter esse chamado para trabalhar com música cristã, algo que não é nada fácil. Se olharmos para as barreiras nem teríamos gravado o primeiro álbum. Tudo existe um começo e um fim também. Esperamos que este ciclo tenha acontecido com todos os grupos e ministérios que optaram por trabalhar somente na carreira solo.


    O PROPAGADOR – Agradecemos pela entrevista cedida. Querem deixar algum recado para os leitores do O Propagador?
    Queremos agradecer a todos que tiraram um tempo para ler o que tínhamos a compartilhar. Deus abençoe todos vocês e ouçam nossos álbuns nas plataformas digitais. E que a mensagem do amor de Cristo possa abraçar todos vocês. Não existe nada do que o amor de Jesus sobre nós!


    Compre/ouça os álbuns da banda no iTunes, AmazonMP3, 7digital, e a discografia no Spotify e Deezer.

    Acompanhe as redes sociais do Adoração e Intimidade: Twitter, Facebook, Instagram e site oficial

    Agendas e imprensa: contato@adoracaoeintimidade.com | 11 98465-9758 (VIVO) – Alex

  • Para refletir – Jesus é a paz

    “[…] Descobri que Deus não existe ou já abandonou esse país há muito tempo.”

    Foi sob o impacto dessa frase que comecei a refletir sobre o tanto de gente que tem se perdido e vivido sem esperança alguma no coração. Quem falou a frase citada foi o ex-agente penitenciário federal Rogério Arruda Baicere, em uma carta que ele deixou antes de cometer suicídio em 2014, depois de passar seis meses em depressão por ser perseguido por seus superiores e traído por sua esposa.

    Quantos Rogérios precisarão suicidar-se para que preguemos a mensagem de paz e esperança?
    Mas não é sobre o chamado da Igreja que quero falar. Quero me atentar ao texto de João 14.27, que diz: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.

    Vivemos em uma sociedade onde se busca tantas coisas, tantos buscam a conquista da casa própria, outros passar em um concurso público, outros entrar na tão sonhada universidade, mas o que não podemos discordar é que todos almejam encontrar a paz interior. O mundo oferece um tipo de paz muito passageira, um sossego formal, da não perturbação, porém essa “paz” oferecida pelo mundo não continua de pé e logo nos desesperamos. “Porque as coisas que este mundo nos oferece não são atemporais, mas as que Jesus nos oferece são eternas. A paz que Jesus oferece nos traz consolo em meio ao vale da sombra da morte, porque Ele está conosco (Sl 23.4)”.

    Há alguns anos atrás, eu passei pela terrível experiência de perder o meu pai. Ele tinha apenas 43 anos, muito jovem ainda para falecer. Mas confesso que nunca senti tanta paz em minh’alma como senti naquele dia, era como se eu estivesse sendo poupado de toda aquela situação. Apenas sei explicar que aquilo não vinha de mim, era muito surreal, aliás, sobrenatural. E naquele dia eu pude entender na pele que o Deus Conosco estava comigo e cuidando de tudo em todos os momentos, afinal de contas, nada foge do controle de Suas mãos. No livro do profeta Isaías, no capítulo 9 e o versículo 6, ele profetiza o nascimento de Jesus, e um dos Seus atributos descrito nesse verso é o “Príncipe da Paz”. Nesses dois textos que eu citei tanto o de João, quanto o de Isaías, conseguimos perceber que Jesus não tem a paz, Ele é a própria paz.

    E o texto de João continua: “[…] Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” Numa linguagem mais prática aqui, Jesus estava dizendo: Não precisa se perturbar, eu Sou a Paz, está tudo sob o meu controle. Não há o que temer, Eu Sou o Deus Emanuel, o Deus Conosco, que nunca desampara quem põe a confiança em mim e se atreve a andar sobre as águas.

    Eu não sei como está o seu coração querido leitor, talvez você esteja atemorizado por causa das ondas altas, os ventos fortes, o luto, sonhos frustrados e tantas coisas que passamos no nosso dia a dia, mas eu quero convidá-lo a depositar sua confiança em Deus, tendo a plena certeza que o Deus de toda a paz tem cuidado de nós.

    Jesus é a paz que o nosso país necessita, e diferente de como o Rogério concluiu em seus últimos fôlegos de vida, gostaria de lhe dizer que Deus existe não te abandonou e pode te dar toda a paz que sua alma necessita.

    Encerro as minhas palavras com uma advertência de Jesus descrita em João 16.33:

    “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”.

    Que Deus, em Jesus continue nos abençoando e nos dando a paz que excede todo o nosso entendimento.

    https://www.youtube.com/watch?v=Y2TeM-nXpxk

  • Boechat “detona” Silas Malafaia ao vivo em seu programa

    Vendedor da fé, enganador de fiéis, além de termos chulos foram disparados por Boechat nesta sexta-feira (19), durante apresentação do programa na rádio BandNews.

    O clima esquentou nesta tarde de sexta-feira entre o jornalista Ricardo Boechat e Silas Malafaia. Conhecido por suas críticas ferrenhas a personalidades e condutas em redes sociais, Malafaia coleciona inimizades e desafetos em diversos âmbitos da sociedade.

    O embate começou após Ricardo criticar pastores que incentivam a intolerância entre membros de suas igrejas. Logo Silas Malafaia se manifestou, desafiando o apresentador através de sua conta no Twitter para um debate cara a cara, criticando a postura do jornalista afirmando que este falava besteiras. A reação de Boechat foi imediata e classificou a postura de Silas como oportunista: “[…] Malafaia, vai procurar uma rola, vai. Não me enche o saco. Você é um idiota, um paspalhão, um pilantra, tomador de grana de fiel, explorador da fé alheia. E agora vai querer me processar pelo que eu acabei de falar, porque é isso que você faz. Você gosta muito de palanque, e eu não vou te dar palanque porque você é um otário”, deixando claro que não aceitaria o desafio do pastor, para não dar exposição à Malafaia, e não poupou criticas dizendo não temer ser processado pelo pastor.

    As declarações do jornalista repercutiram em diversos espaços tanto negativa quanto positivamente, principalmente pelos termos os quais utilizou.

    Em resposta ao contra-ataque de Ricardo Boechat, Silas publicou um vídeo, o qual afirma que irá processar o jornalista e dispara “eu vou te engolir”. O vídeo foi publicado no YouTube e veiculado no Verdade Gospel, portal de divulgação pessoal de Silas Malafaia:

  • TOP 10 – Bandas gospel e ministérios de maior destaque na atualidade

    Esses ministérios e bandas gospel são cantados e tocados por igrejas no Brasil afora. Podem não ser os melhores, mas, há uma quantidade considerável de anos, tem conquistado um público e se destacado na cena cristã.

    Decidimos aqui colocar grupos que se intitulam como ministérios ou fazem música congregacional, não abrangendo, assim, outros estilos, como bandas gospel de rock, pop, e outros gêneros.

    Vamos conferir? (Lista atualizada em junho de 2015).

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    [tab title=”10º”]

    Ministério Unção de Deus

    O Ministério Unção de Deus surgiu em 2003, e graças a composições e produção musical de Ronald Fonseca, alcançou sucesso nacional em 2005 com o álbum Para Chamar Tua Atenção e o hit “Fala Deus”, que foi indicado ao Troféu Talento. Dando continuidade, o grupo lançou, em 2008, o álbum Separados, com composições de Ronald, Luiz Arcanjo, Davi Sacer e do vocalista Rafael Novarine. A canção “Palavra Final” se tornou bastante notória. Apesar de terem escorregado com Estou Pronto, a banda lançou, em 2014, o álbum Confia.

    https://www.youtube.com/watch?v=Bdzp99ElKF8

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    [tab title=”9º”]

    Adoração e Adoradores

    Um projeto de Massao Suguinhara, o Adoração e Adoradores foi sucesso por várias músicas, como “Vim para Adorar-Te” e até mesmo “Foi por Amor”, do seu álbum mais recente. Um dos seus destaques são as várias parcerias e participações especiais nos discos, como Ana Paula Valadão, David Quinlan, Daniela Araújo, Fernandinho, Adhemar de Campos, Fernanda Brum, Filhos do Homem, Paulo César Baruk, André Valadão e outros.

    https://www.youtube.com/watch?v=v7Lh0raMIqI

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    [tab title=”8º”]

    Ministério Ipiranga

    O Ministério Ipiranga tornou-se nacionalmente conhecido através do cantor e ex-vocalista Davi Passamani. Oriundos da Igreja do Evangelho Quadrangular, o grupo é até hoje lembrado pelo hit “Resusscita” e pela canção “Última Chance”. O Ministério Ipiranga perdeu um pouco sua notoriedade nos últimos anos com a saída de Davi, mas suas músicas ainda são lembradas.

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    [tab title=”7º”]

    Sarando a Terra Ferida

    O Sarando a Terra Ferida é uma banda gospel de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, e tornou-se nacionalmente conhecido através da canção “Seja Adorado”. O grupo soma vários álbuns lançados pela MK Music, e ganha o nosso sétimo lugar dentre as bandas gospel, principalmente por seu trabalho estar recebendo, aos poucos, destaque em igrejas cristãs pelo país. O disco mais recente é Deus do Secreto, e o clipe da faixa-título já alcançou quase dois milhões de visualizações.

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    [tab title=”6º”]

    Pedras Vivas

    Apesar do nome Pedras Vivas ter surgido em 2011, a banda é muito mais antiga do que isso. Já foram chamados de Comunidade Cristã de Goiânia, quando fizeram sucesso com a música “Poder da Oração”, nos vocais de Alda Célia, do álbum homônimo, lançado pela MK Music. Quando a igreja a qual fazem parte mudou de nome, o grupo passou a ser chamado de Ministério Fonte da Vida de Adoração. Nesta época, o Pedras Vivas foi apenas um sucesso local, o que dificultava sua inserção nos louvores de outras igrejas, até mesmo de Goiânia. Após discos como Geração Apostólica (2006) e Santidade ao Senhor (2007), o grupo reduziu a sua formação, mudou seu nome para Pedras Vivas e lançou o álbum Na Tua Memória pela Sony Music. A partir disso, sua música ficou conhecida por todo o país, e ao pouco se insere nos repertórios das igrejas, logrando como uma das principais bandas gospel da atualidade.

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    [tab title=”5º”]

    Trazendo a Arca

    Se este TOP 10 tivesse sido feito em 2008, certamente o Trazendo a Arca estaria no topo em relação as bandas gospel. A cisão do Toque no Altar, que gerou este grupo, foi um sucesso meteórico com o álbum Marca da Promessa, que gerou hits como a faixa-título, “Sobre as Águas”, dentre praticamente todas as músicas do álbum. Sua gravação no Maracanãzinho em 2008, é, até hoje, uma das produções mais ambiciosas do gospel nacional. No entanto, em 2009, a banda embarcou na proposta de apresentar canções mais complexas e reflexivas, o que gerou a trilogia formada pelos álbuns Pra Tocar no Manto, Salmos e Cânticos Espirituais e Entre a Fé e a Razão. Este último foi produzido sem dois integrantes, Verônica e Davi Sacer. O Trazendo a Arca acabou escorregando no álbum Na Casa dos Profetas, gravado sem a participação de seu produtor, pianista e arranjador, Ronald Fonseca. Desde então, o conjunto nunca mais foi o mesmo de seus anos áureos. No entanto, sua coleção de sucessos ainda o faz ter um alto público em apresentações, sobretudo em relação as músicas escritas por Luiz Arcanjo, o principal e mais proficiente compositor do Trazendo a Arca desde sempre.

     

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    [tab title=”4º”]

    Voz da Verdade

    Mesmo não sendo uma banda congregacional propriamente dita, o Voz da Verdade é uma banda fundada no final dos anos 70, como o grupo musical de uma igreja com o mesmo nome. Representada pelos irmãos Carlos e José Luiz Moysés (este último, que saiu recentemente) a banda atravessou décadas, mudou seu som e integrantes. Pais e filhos passaram pelo grupo, integrantes morreram, mas o conjunto segue na ativa. Também polêmico por questões teológicas, a banda colecionou sucessos ao longo dos anos, como “4ª Dimensão”, “Lute”, “Sou um Milagre”, “Coração Valente”, “Projeto no Deserto”, “Pra que”, “O Escudo”, dentre outras. Seus discos mais recentes receberam menor apelo popular, mas o grupo contém um público muito forte nas igrejas pentecostais. Com a cisão recente na formação, em que metade dos membros saíram, o grupo lançou o álbum Heróis em 2014, mas mantém-se como uma das bandas gospel de maior tradição no gênero.

    https://www.youtube.com/watch?v=dIeFGhEIUYw

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    [tab title=”3º”]

    Renascer Praise

    O Renascer Praise sempre foi um grupo bastante conhecido nos arredores de São Paulo, mas manteve-se um pouco desconhecido nos demais locais do Brasil. A expansão de sua popularidade começou em 2010, quando o grupo assinou um contrato com a Sony Music e lançou Andando Sobre as Águas. Uma de suas canções mais conhecidas é “Lugares Altos”, e durante estes anos, o grupo contou com o apoio de cantores e bandas que eram parte da Renascer em Cristo, como o grupo de rock Resgate, o Katsbarnea, o cantor Marcelo Aguiar e o rapper DJ Alpiste. Recentemente, foram indicados ao Grammy Latino com seu décimo oitavo álbum, Canto de Sião.

     

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    [tab title=”2º”]

    Diante do Trono

    O Diante do Trono foi, por mais de uma década, e talvez até os dias de hoje, como o nome mais comum e lembrado quando se trata de bandas gospel em geral. Fundado pela cantora e compositora Ana Paula Valadão, passaram grandes nomes da música cristã pelo grupo, como Nívea Soares e André Valadão. Com canções clássicas como “Águas Purificadoras”, “Preciso de Ti” e “Coração Igual ao Teu”, várias de suas canções antigas ainda tocam em muitas igrejas pelo país. A partir de 2005, com Ainda Existe uma Cruz, as canções do grupo se tornaram cada vez mais complexas, e com a popularidade de grupos como o Toque no Altar, a notoriedade da música do Diante do Trono foi caindo gradativamente. Com os anos, novos integrantes foram entrando, com destaque a Israel Salazar. O Diante do Trono viu seu sucesso reaquecer com Creio, mas mesmo assim perdeu os trilhos nos lançamentos subsequentes. Mas é claro, o Diante do Trono é o Diante do Trono e mesmo assim possui uma base de fãs impressionantes, que lotam seus eventos por todo o Brasil.

    https://www.youtube.com/watch?v=FhbjwOWwCCk

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    [tab title=”1º Lugar” icon=”trophy”]

    Livres para Adorar

    Eles existem desde 2005, mas sua popularidade se estendeu em 2009, com o disco Pra que Outros Possam Viver. As canções “Mais Forte que a Morte” e “Vai Valer a Pena” se tornaram sucesso em muitas igrejas no Brasil, e a regravação desta última, com a participação de Heloisa Rosa, confirmou isso. Apesar do nome Livres para Adorar ser forte, a imagem do vocalista do grupo, Juliano Son, tem-se destacado fortemente nos últimos anos, quase como um cantor solo. O músico foi o autor do conceito por trás de Mais um Dia, lançado em 2011, e que foi notório por sucessos como “Quando o Mundo Cai ao Meu Redor”, “O Ladrão em Mim” e “Um Lugar para Descansar”. Com influências do rock alternativo, britpop e de composições melancólicas, Son & Cia tem conquistado espaço no repertório das igrejas.

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    E aí, o que acharam da nossa lista de ministérios e bandas gospel? Mudaria alguma de lugar, tiraria ou acrescentaria? Comente, sua participação é importante!

  • Fique Sabendo – PG, Diante do Trono, Aline Barros, Rayssa e Ravel e muito mais

    Hoje é mais uma sexta-feira e trazemos, aqui, pra vocês, mais um Fique Sabendo. Esta semana tivemos muitas capas de futuros lançamentos divulgados. Isso e muito mais você vê aqui.


    PG divulga a capa do álbum Senhor Exaltado Tu És

    O cantor PG, que no mês que vem lançará seu primeiro projeto pela Som Livre, divulgou, nesta quarta-feira a capa de seu álbum Senhor Exaltado Tu És. As sessões de fotografia ocorreram nos mesmos locais onde foram gravados os dois clipes de divulgação do projeto. Um deles, da canção “Ser Alguém”, já foi noticiado aqui. O álbum carrega grande expectativa do público, principalmente pela participação de Juninho Afram em uma das faixas.PG - Senhor, Exaltado Tu És - 2015


    Diante do Trono divulga a capa do álbum Tetelestai

    A banda Diante do Trono, sob o comando de Ana Paula Valadão, divulgou nesta terça-feira um vídeo, divulgando a capa de seu álbum Tetelestai e explicando todo o conceito do projeto. O encarte foi produzido pela Quartel Design, como tradicionalmente ocorre nas produções do conjunto. O resultado final dividiu opiniões. Alguns acharam a capa bastante adequada, enquanto outros consideraram uma imagem de Ana desnecessária, além do significado da palavra “tetelestai”. Confira abaixo.


    Gravação de Aline Barros teve pouco público

    A gravação do DVD Extraordinária Graça, de Aline Barros, sofreu uma baixa no público. Poucas horas anteriores à gravação, a pista estava bastante vazia e sobraram ingressos. Acredita-se que um dos motivos seja o alto valor do ingresso e a crise financeira que o país vive. A gravação sofreu atrasos e problemas técnicos, e terminou de madrugada. O álbum tem direção de vídeo de Marina de Oliveira, produção musical de Ruben di Souza, além das participações de Fernandinho e Bruna Karla.


    Jonas Villar gravará DVD em Belo Horizonte neste sábado

    O cantor Jonas Villar gravará um novo álbum na capital mineira, neste sábado, 20 de junho. Segundo a Universal Music, gravadora do cantor, o projeto conterá canções inéditas e regravações de peso, como “Noites Traiçoeiras”, “Meu Barquinho” e “Eu Navegarei”. A participação do cantor Kalebe, nesta gravação, é algo bastante destacado por Jonas, o qual afirma ser um grande amigo. O evento ocorrerá no Parque das Mangabeiras.


    Rayssa e Ravel divulgam a capa do álbum O Olhar de Deus

    A gravadora MK Music divulgou, em suas redes sociais, a capa do novo álbum da dupla Rayssa e Ravel pela gravadora, O Olhar de Deus. Segundo a empresa, o projeto já está em fábrica e será lançado em breve.Rayssa e Ravel - O Olhar de Deus - 2015


    Livres para Adorar lançará novo álbum em agosto

    O Livres para Adorar, ou simplesmente Livres, lançará seu novo disco em agosto. Durante esta semana, o cantor Juliano Son publicou, em suas redes sociais, que o grupo estava participando de uma sessão de fotos para o novo projeto.


    Antônio Cirilo, do Santa Geração, apresenta a capa de Minha Vida Mudou

    Outro que apresentou nova capa esta semana foi Antônio Cirilo. Líder do Santa Geração, o cantor chega com um lançamento pela Onimusic. Apesar de afirmar, desnecessariamente, que o disco surgiu através de jejum e oração (afinal, é o que se espera, obrigatoriamente, de qualquer projeto de música cristã), o cantor fez um alerta sobre a pirataria, pedindo que comprem seus discos.Santa Geração - Antônio Cirilo - Minha Vida Mudou - 2015


    Voz da Verdade gravará DVD em agosto

    A banda Voz da Verdade gravará o DVD Heróis no Ginásio do Ibirapuera, em 22 de agosto. O projeto será a primeira produção audio-visual que marcará a diminuição da formação. Um conflito entre a família do conjunto causou um “racha” na formação do grupo, que segue com metade de seus membros.


    Bruna Olly lança single no Dia dos Namorados

    A cantora Bruna Olly lançou, na sexta-feira anterior, um single de Dia dos Namorados. A canção “Não sou Poeta” foi escrita por Tony Ricardo. O instrumental gravado podia ter sido melhor trabalhado, com cordas menos sobrepostas e investindo mais no folk, mas mesmo assim é uma canção interessante. Ouça:


    Marcela Taís confirma possibilidade de gravar um projeto áudio-visual

    Nesta quinta-feira, em um bate-papo com fãs, a cantora Marcela Taís afirma que pode gravar um projeto que se assemelhe a um DVD: “Tem um projeto similar que será filmado semana que vem! Aguardem, surpresa!”


     

    Até a próxima semana!

     

  • Rocklogia – Catedral após as turbulências

    Após o fim do contrato com a WEA, a banda optou pela Line Records, gravadora a qual lançaram o álbum que é considerado por muitos o melhor da Catedral, o acústico Acima do Nível do Mar que vendeu muito e mesclou canções inéditas com regravações.

    Em 2003, uma enorme fatalidade ocorre e o guitarrista Cezar morre num acidente. Obviamente, isso impactaria enormemente a carreira e vida pessoal dos integrantes da banda, principalmente seus irmãos Júlio e Kim. No ano seguinte, continuando a parceria com Carlos Trilha, lançaram A Resposta de 1 Desejo, que apresenta materiais póstumos do guitarrista e é sua última participação na banda. Os integrantes remanescentes passaram a atuar com guitarristas convidados, postura que mantém até os dias de hoje, mais de dez anos da morte do músico.

    Em meados de 2006, lançaram Atemporal, o qual contém várias canções da fase MK com novos arranjos. Afinal é de certa forma complicado manter no ostracismo anos de vastos repertórios que foram tirados de circulação. O processo ainda seguia, sem resultados.

    Após vários discos e o investimento na carreira independente, a Catedral lançou M.I.M, com uma edição limitada incluído com materiais inéditos da banda. No ano seguinte, fecharam contrato com a Sony Music e o relançaram com capa branca.

    No final de 2013, o jornalista Ricardo Alexandre publicou em seu portal sua visão a respeito da banda e a polêmica da Usina do Som. Por conta disso, logo a Catedral gravou um longo vídeo esclarecendo todas as histórias e controvérsias que a envolvem.

    Com a breve passagem pela Sony Music, e atualmente, na Mess Entretenimento, a banda prepara um trabalho de 25 anos e anunciou o término das atividades.