Tag: Oficina G3

  • Rocklogia – Oficina G3 como um trio

    Fotografia: Jean Carllos no Canta Zona Sul | MK Music, no portal da banda em 2004

    Com a saída de PG, os integrantes remanescentes, de longa data do grupo, não sabiam quem colocar nos vocais. A ação foi pontual: Juninho Afram teve que se achegar com força total aos microfones. Duca Tambasco faria as partes que anteriormente eram destinadas à Juninho em algumas músicas, e Jean, que expandia sua participação nos vocais desde Humanos, sem dúvida tinha espaço total nesta nova conjuntura.

    Juninho Afram não estava completamente satisfeito para atuar nos vocais, até porque muitos dos riffs da banda são complexos demais para tocar e cantar. Por isso, a banda chamou Déio Tambasco, que, na época gravava seu segundo disco solo, para atuar com a banda na guitarra base. Com a participação de Lufe na bateria, que trabalhava com a Oficina G3 por uns anos, o trio fundamental do grupo seguiu na ativa.

    A turnê de Humanos foi uma das mais longas da banda, e, assim, podia ser dividida em duas fases. A segunda, da Oficina G3 como um trio, recebeu um belo registro no Canta Zona Sul, ocorrido em abril de 2003 no Rio de Janeiro. Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos demonstraram ótima proficiência em seus instrumentos, e nos vocais também. Você pode ouvir os três em “Onde Está?”, por exemplo. Essas faixas foram remasterizadas e relançadas na coletânea Gospel Collection, lançada em 2014.

    Além dos shows, o grupo andava em alto vapor na produção de um álbum futuro.

    É assim, honestamente, eu preferiria que Deus preparasse uma pessoa, a minha vontade seria essa. Enquanto eu tiver que fazer, eu faço, e faço com amor, com seriedade, estou dando o meu melhor. O que eu posso fazer, estou fazendo. Mas é uma coisa minha com Deus. Se Deus quiser preparar outra pessoa, pra mim seria melhor. Mas eu também não quero colocar as palavras na boca de Deus ou dar ordens para Deus. [Juninho Afram, sobre ser vocalista, G3ManiA, 2004].

    As gravações de Além do que os Olhos Podem Ver foram demoradas, mas bastante positivas. O vocalista do Fruto Sagrado, Marcão, participou dos vocais e da composição de “Sem Trégua”. Déio Tambasco tocou guitarras em “O Fim é só o Começo”, música com sua influência de blues. Juninho Afram gravou os vocais, enquanto Duca Tambasco e Jean Carllos ficaram com seus respectivos instrumentos. Todo o processo de composição, no entanto, foi iniciado do zero durante seis meses, e foi o disco criado dentro da maior pressão e dificuldade já enfrentada pela Oficina.

    O álbum foi lançado em fevereiro de 2005, e vendeu 20 mil cópias em apenas três dias, alcançando elogios gerais pela sonoridade de volta aos trilhos. O peso no instrumental cresceu as especulações acerca do pop na fase com PG, mas Juninho negou que a culpa fosse do ex-vocalista, e afirmou que não havia um culpado para isto. Anos depois, Jean Carllos afirmou o mesmo, em outra entrevista.

    Déio Tambasco tocou com a Oficina G3 até que fosse convidado por Paulinho Makuko para voltar ao Katsbarnea, que estava sendo reformulado, e Lufe deixou de tocar com o grupo em novembro de 2006. Em seus lugares, chegariam os músicos Celso Machado e Alexandre Aposan.

  • TOP 10 – Músicas sobre fé

    A fé é fundamental na vida de qualquer cristão. Sendo definida como a crença em algo sem a necessidade de provas, a fé é tema recorrente em várias canções cristãs. Confira a nossa lista com algumas delas.

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    Fé – Lauriete

    O décimo lugar vai para Lauriete, com “Fé”, uma das canções de sua carreira, que intitula um de seus álbuns. A canção afirma que, através da fé, podemos contemplar Jesus. (2008)

    https://www.youtube.com/watch?v=6meGATdIbPw

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    Fé – Luiz Arcanjo

    “Fé”, do álbum solo de Luiz Arcanjo, possui uma pegada leve, conduzida por um violão. Seu refrão diz: “fé não se explica com a razão”, utilizando vários exemplos para definir o conceito de fé. (2009)

    https://www.youtube.com/watch?v=_od4L7w_NTs

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    Tudo é Possível – Ozéias de Paula

    Abordando a fé como forma de enxergar o impossível, esta canção, gravada por Ozéias de Paula, faz referência à fé do tamanho de um grão que transporta montes. (1982)

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    Fé – Oficina G3

    Gravada no álbum Indiferença, foi escrita pelos então cinco integrantes da Oficina G3: Luciano Manga, Juninho Afram, Duca Tambasco, Jean Carllos e Walter Lopes. O baterista Walter conduz os vocais, contando vários episódios bíblicos, dizendo que não só eles como nós vivemos pela fé. (1996)

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    Uma Questão de Fé – Rose Nascimento

    Canção que intitula o álbum Uma questão de Fé, faz referência a vários acontecimentos bíblicos acerca do poder da fé. Assim, Rose Nascimento canta que “é uma questão de fé / pois, nenhum deles é melhor do que você“. (2006)

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    Minha Fé – Lília Paz

    A canção, diferentemente das anteriores desta lista, aborda as crenças erradas de muitos cristãos, que os levam à desilusão. “É tanto amuleto tanta moda e heresia / E o povo cegamente acreditando dia a dia / Mas a igreja sabe em quem pode confiar / É só em Jesus Cristo outro nunca haverá“. (2010)

    https://www.youtube.com/watch?v=Ejf42AFZM0Y

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    A Fé Faz o Herói – Jamily

    Hit de Jamily, foi escrita por Beno César e Solange César, e de certa forma se conecta a outro sucesso da cantora, “Conquistando o Impossível”. Esta canção relaciona o impossível com a fé, afirmando que os alvos, para um herói, são conquistados através da fé em Deus. (2007)

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    Pela Fé – André Valadão

    Sucesso do cantor que mais gravou canções com a temática da fé, e fez do logotipo de sua carreira o escudo da fé, “Pela Fé” faz parte do álbum Sobrenatural. A música fala acerca das possibilidades trazidas através da fé em ver acontecer o sobrenatural. (2008)

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    A Fé – Sérgio Lopes

    Do álbum homônimo, “A Fé”, de Sérgio Lopes, retrata poeticamente a força da fé no indivíduo que está cansado, abatido e só, afirmando que “a fé tem seu segredo / não se revela ao que tem medo / mas ao que luta / até o momento da fé chegar“.  (1999)

    https://www.youtube.com/watch?v=xBWNz2NyJTs

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    Rompendo em Fé – Comunidade Zona Sul

    Um dos maiores hits no meio cristão durante os anos 90, com certeza marcou a vida de muitos cristãos em sua época. Do grupo Comunidade Zona Sul, “Rompendo em Fé” aborda a importância das provações e dificuldades no crescimento espiritual do indivíduo cristão. (1998)

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  • TOP 10 – As melhores baladas da Oficina G3

    Em seus quase trinta anos de carreira, a Oficina G3, apesar de trazer vertentes mais pesadas do rock, apresentou, em todos os discos, baladas poéticas, canções de reflexão e/ou louvor comunitário. Os anos de passaram, e muitas delas viraram clássicos em sua carreira, outras, apesar de belas, ficaram relativamente esquecidas, até mesmo no repertório de shows do grupo. Considerando que fazer uma lista das melhores músicas da Oficina G3 é algo difícil, pelo menos podemos reunir as baladas e eleger preciosidades. Com vocês, o TOP 10 de melhores baladas da Oficina G3.

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    Lugar Melhor (do álbum Além do que os Olhos Podem Ver)

    Além do que os Olhos Podem Ver é, sem a menor dúvida, o disco com menos baladas da Oficina G3. Nos anos anteriores, a banda tinha dado prioridade a este tipo de canção, como em Humanos e O Tempo. “Lugar Melhor” é uma dessas exceções, e é justamente por isso que foi escolhida como single do álbum. Sua letra fala acerca do melhor lugar para estarmos, que é perto do Criador. (2005)

    https://www.youtube.com/watch?v=UAcU09FQXxM

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    Preciso Voltar (do álbum O Tempo)

    “Preciso Voltar”, composição da dupla Duca Tambasco e Juninho Afram, se tornou uma faixa importante do álbum O Tempo, sob a interpretação de Afram. Com uma letra que versa a volta ao primeiro amor, a música utiliza-se de um dos melhores arranjos do trabalho, e perdurou, durante anos, como uma das mais melhores baladas da Oficina G3. (2000)

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    Deus Eterno (do álbum Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho)

    Do primeiro trabalho de estúdio da banda, “Deus Eterno” encaixa-se muito bem na temática congregacional, com sua letra de louvor a Deus. Gravada nos vocais de Juninho, foi regravada no álbum Acústico, anos depois. (1993)

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    O Tempo (do álbum O Tempo)

    Um de seus maiores sucessos, que marcou gerações, foi escrita pelo guitarrista Juninho Afram, que também é o intérprete, juntamente com o ex-vocalista PG. A canção é uma reflexão em primeira pessoa, vendo como o tempo passa e nós morremos, aos poucos, com o seu passar. No entanto, seus versos são esperançosos: “O tempo se vai / Mas algo sempre guardarei / O teu amor, que um dia eu encontrei“. Ainda há a participação especial do Coral Kemuel. (2000)

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    Lágrimas (do álbum Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança))

    Escrita pelos atuais quatro membros da banda, “Lágrimas” é, sem dúvida, a melhor balada do álbum Histórias e Bicicletas, que, liricamente, é um dos mais introspectivos da Oficina G3. Sua letra faz uma reflexão sobre o processo da vida, os erros e acertos os quais estamos sujeitos, e a caminhada para a Eternidade. Como cereja do bolo, participação de Leonardo Gonçalves. (2013)

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    Your Eyes (do álbum Indiferença)

    De autoria do fundador e líder da banda, “Your Eyes” é uma das composições mais brilhantes de Juninho Afram, conduzida sob sua voz. Com um arranjo bem conduzido pela guitarra e os teclados de Jean Carllos, sua letra é o reconhecimento da soberania do criador, dizendo que “Even the world makes me cry / I won’t give up trustin’ you“. (1996)

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    Me Faz Ouvir (do álbum Elektracustika)

    Escrita pelo compositor Naldinho, “Me Faz Ouvir” faz parte do álbum com a maior quantidade de baladas da banda, o grande Elektracustika. Com riffs de baixo muito bem arranjados, Duca Tambasco ainda desempenha função fundamental nos vocais, duetando com Juninho Afram. É, sem a menor dúvida, uma das melhores, e das mais ‘esquecidas’ baladas da Oficina G3. (2007)

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    A Deus (do álbum Elektracustika)

    É sempre mais fácil desistir do que enfrentar as dificuldades da vida. Ainda mais para quem não possui nenhuma garantia de vitória e superação. Dar adeus ao mundo e entregar a Deus sua alma… com este trocadilho criativo, a Oficina G3 produziu uma das mais brilhantes baladas de sua carreira, presente no álbum Elektracustika, característico pela fusão do acústico e o elétrico em todo o projeto, baseado no rock progressivo. (2007)

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    Quem (do álbum Acústico)

    Escrita por Juninho Afram, é a canção mais introspectiva e “depressiva” já gravada pela Oficina G3. Do álbum Acústico, sua sonoridade guiada por um arranjo de cordas e violões narra a vida difícil do eu lírico, que se encontra triste, diante de dificuldades, lembranças que doem, questionando quem irá tirar sua tristeza. (1998)

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    Magia Alguma (dos álbuns Ao Vivo / Indiferença)

    O primeiro lugar vai para uma das baladas do melhor álbum da Oficina G3, “Magia Alguma”, apesar dela não ter sido escrita pela banda e ser original do álbum Ao Vivo. Interpretada, em sua primeira versão, por Túlio Regis, e posteriormente por Luciano Manga, possui um arranjo suave, com backing vocals gravados por Juninho Afram e Duca Tambasco. Destaque para a letra: “Está vivo o tempo do amor / Gotas de sangue, me justificam / Na direção do seu caminho eu vou“. Com um arranjo acústico, foi regravada anos depois. (1990)

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  • Fique Sabendo – Oficina G3, Cristina Mel, Rede Ativa e Bekah Costa

    O mês de junho está acabando mas ainda é sexta-feira. É dia de mais um Fique Sabendo!


    Oficina G3 grava participação em novo programa da RIT TV

    Nos moldes de talk shows americanos, trazidos aqui no Brasil por apresentadores como Jô Soares e Danilo Gentilli, a RIT TV inicia o projeto Nossa Night. Para isso, os quatro integrantes da Oficina G3 foram convidados a participar do programa, falando a respeito do filme Histórias e Bicicletas, lançado há alguns meses. Fotos das gravações foram divulgadas nas redes sociais, e por elas, é percebível que Juninho Afram e companhia tem muito a dizer acerca deste projeto.


    Cristina Mel lança clipe contra a pedofilia

    A cantora Cristina Mel lançou, nas plataformas Vevo, o clipe da canção “Lobo Mau”, que faz parte de seu novo projeto infantil, Fazendo a Diferença. O destaque desta faixa é o seu foco na necessidade de se denunciar os crimes de pedofilia, o que, sem a menor dúvida, é interessantíssimo.


    Rede Ativa divulga capa de CD Acústico

    A banda Rede Ativa está para lançar um disco acústico. O projeto gráfico do trabalho foi produzido pela Corações Produções, e utilizou de uma imagem dos integrantes. Confira abaixo:Rede Ativa - Acústico


    Bekah Costa divulga nova canção

    A cantora Bekah Costa está lançando o seu primeiro projeto solo, produzido por Daniela Araújo. A artista também foi a compositora da canção a qual Costa interpreta. Ouça uma das faixas abaixo:


    Até a próxima semana!

  • Rocklogia – A polêmica saída de PG

    A saída de PG é, até hoje, a história mais polêmica e controversa na longa história da banda Oficina G3. Se por um lado, com Humanos, a banda tentava impulsionar sua unidade, creditando todas as faixas aos quatro integrantes, no fim de 2003 PG tornaria-se pastor e, mais tarde, anunciaria sua saída do grupo. O grande problema a respeito de sua saída, na visão de Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos, na época, foi que o vocalista supostamente não pensou no grupo e sequer os preparou. Sabendo os motivos ou não, a manchete “PG saiu do Oficina G3” foi bastante polêmica na época.

    Por outro lado, PG afirmava que suas atividades pastorais, as quais já ocorriam há uns certos meses, não encontrava apoio total de seus colegas de banda e que queria um tempo particular para exercer seu ministério como pastor. O músico ainda afirmou que, no momento de sua saída, tinha escrito cerca de oito músicas sem letras, as quais não utilizou para seu disco solo, Adoração. No entanto, a Oficina G3 nunca se pronunciou se algumas dessas oito músicas foram utilizadas em Além do que os Olhos Podem Ver.

    Antes da Oficina G3 lançar um disco, PG já chegava com seu trabalho de estreia como cantor solo. Segundo o músico, grande parte do trabalho foi feito em conjunto com seu irmão, com colaborações de Emerson Pinheiro em algumas gravações. Assim, Pinheiro levou crédito como produtor musical. Vale lembrar que, no momento de sua saída da Oficina, o cantor ainda tinha um contrato a cumprir, e, através de um acordo com a MK, passou a cumprir o restante deste contrato com uma carreira solo.

    Em janeiro de 2004, PG, Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos se encontraram na sede da MK Music, um encontro bastante tenso o qual não detalham. A relação entre os músicos só melhoraria anos depois.

    Confira nossa seleção de citações a partir de várias entrevistas feitas na época. Uma, com PG, outra com os três integrantes da Oficina G3 e algumas citações de outra entrevista.


    Este mês, fiz apenas duas apresentações. Todo o tempo restante eu dediquei à minha igreja, ministrando o louvor com a minha banda, que também é de lá. Eu sou líder de louvor de todas as nossas igrejas. Hoje tenho mais responsabilidades, e preciso de pessoas ao meu lado que entendam isso. Numa banda em que todos mandam, há conflito de idéias. Hoje existe uma liderança, mas que é conquistada, e não imposta. Nós pensamos da mesma forma. Eu acredito que ser uma banda não é comer pizza todo dia junto. É ficar uma semana sem se ver, mas mesmo assim continuar orando um pelo outro. Hoje não vou mais à igreja só aos domingos, tenho liberdade para administrar minha agenda. [PG, a respeito das mudanças da carreira solo em relação à banda, Universo Musical, 2004]

    A gente realmente ficou muito decepcionado, a gente não esperava que as coisas acontecessem dessa forma. É impossível ficar indiferente diante de coisas do tipo: “olha, amanhã eu vou ser presidente da GM do Brasil e não posso mais tocar no Oficina G3″. Vou estar mentindo se falar que a gente é amigo hoje. Não dá pra dizer que continuamos amigos. Mas isso não é bom pra gente, pra mim, pro Juninho, pro Duca, pro PG! E pra ninguém. [Jean Carllos, sobre a saída de PG, G3ManiA, 2004]

    Passamos por momentos difíceis como qualquer pessoa. Vivemos muito tempo juntos e, como num casamento, existem momentos de extrema alegria e de dificuldades, as vezes pintam divergências de opiniões, ocorrem desentendimentos, mas sempre conseguimos passar por cima disso. Estamos juntos há muito tempo nesta formação: Duca está há 10 anos, Jean há 8 anos e o PG ia fazer 6 anos. Houve nesses anos algumas discordâncias sim, mas sempre resolvemos numa boa. [Juninho Afram, sobre o relacionamento da banda, Revista O Levita, 2004]

    Na época algumas pessoas do meio musical me fizeram essa proposta. Mas nem eu nem o pessoal da banda nunca fomos a favor disso. E eu não saí porque queria fazer uma carreira solo, mas sim por causa de um propósito, o meu ministério pastoral, que não estava sendo bem compreendido. Era aquela coisa: “eu entendo, mas não aceito”. E eu não queria ser o chato da banda. Sabe a história de Sadraque, Mesaque e Abdenego? Eles eram três, mas tinham um único objetivo. Por mais que um deles tivesse medo, eles estavam juntos, acreditavam um no outro. Comentaram muitas coisas erradas quando eu saí. Não houve briga, não saí porque queria ganhar dinheiro. Saí exatamente porque queria continuar cantando e me dedicar a outros propósitos. Onde estava eu não conseguia. [PG, sobre manter uma carreira solo junto à banda, Universo Musical, 2004]

    Quando o cantor tem uma carreira solo além de ampliar os horizontes ele ganha mais. No meu caso, saí do Oficina G3 devido a um ministério; fiquei seis anos sem gravar. Mas o que efetivamente acontece é que muitas vezes as próprias gravadoras incentivam isso. O desejo de algumas gravadoras é que o CD seja vendido e as vezes Deus não faz parte deste contexto. [Luciano Manga, sobre divisões em bandas, Revista O Levita, 2004]

    Realmente existia uma amizade, mas depois de tudo que aconteceu, ficou um sentimento chato, mas a gente tentou, acredito que todo mundo tentou não deixar a coisa acabar. Mas infelizmente, depois de algumas conversas, depois de um último encontro que tivemos na MK no começo do ano, que não foi muito legal, chegamos à conclusão de que o relacionamento foi embora. E hoje a gente coloca diante de Deus, na presença de dEle, pra que Deus a seu tempo possa trazer uma cura. [Juninho Afram, sobre o relacionamento da banda com PG, G3ManiA, 2004]

    A gente ficou sabendo através de um comunicado. [Duca Tambasco, sobre a saída de PG, G3ManiA, 2004]

    Em primeiro lugar, quero deixar claro que, quando saí, nunca disse que iria parar de cantar. Eu havia sido promovido a pastor, mas mesmo assim permaneci seis meses na banda. O que eu fazia no Oficina não estava mais de acordo comigo. E a Bíblia diz: “Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”. Esperei o tempo certo, e tenho certeza de que fiz a vontade de Deus. Quanto à sua pergunta, realmente muita gente achou que eu ia mudar de estilo. [PG, sobre a sonoridade do disco ser rock, Universo Musical, 2004]

    O Manga começou com a gente. Desde o começo, ele já tinha atuação na igreja, e, depois de anos juntos, o Manga foi transferido para ser pastor no Rio de Janeiro. Chegou uma hora que se tornou impossível ensaiar, tocar. A gente tocava uma, duas vezes por mês, no máximo. Até que um dia a gente conversou com o Manga e ele mesmo chegou pra nós e falou assim “gente, realmente, do jeito que tá eu não consigo, eu não tenho como cumprir os compromissos da banda”. Foi então que, junto com o Manga, procuramos outro vocalista, e ele ajudou a achar o PG, e orou pelo PG junto com a gente. As diferenças principais são essas: quando o Manga saiu a gente já tinha o PG. Quando o PG saiu, a gente não tinha ninguém. [Juninho Afram, sobre as diferenças na saída de Luciano Manga e PG, G3ManiA, 2004]

    Acho que já está mais do que provado que o Oficina G3, pelo seu tempo de estrada que já tem, é capaz de prosseguir, até porque Deus não vai desampará-los, como também não me desamparou. Acho que existe uma perda em relação à pessoa porque o PG não faz mais parte do Oficina. Mas quanto ao grupo n/ao, o Oficina G3 é um grupo amadurecido. [PG, sobre Oficina G3 sem PG, Revista O Levita, 2004].

    O que eu tenho pra dizer é que, é impressionante como o Juninho come! Ele chegou aqui e falou assim “cara, não vou comer porque já jantei, que desperdício de dinheiro”. Cara, ele não parou de comer até agora! Nunca vi isso! (risos) [Duca Tambasco, sobre alimentação de Juninho Afram, G3ManiA, 2004]


  • TOP 10 – músicas seculares cantadas por cantores gospel

    A discussão gospel x secular e sagrado x profano sempre rende muitas opiniões divididas e fortes pela rede. Nos últimos anos, tem sido comum, especialmente no Brasil, músicos não-cristãos gravando músicas cristãs, ou até mesmo começando uma carreira dentro do meio gospel. O inverso, por sua vez, é incomum e incipiente. Mas, tanto nacionalmente quanto internacionalmente, cantores e bandas cristãs já gravaram, ou tocaram músicas seculares. Por isso, decidimos trazer aqui dez canções deste tipo. Vamos lá?

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    Territory – Antestor

    Um dos ícones do unblack metal, o Antestor, em suas apresentações no Brasil, fez covers do Sepultura. “Territory”, neste caso, foi gravada em Curitiba. (2013)

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    Pra ser Eterno – Ariely Bonatti

    Ariely Bonatti gravou “Pra ser Eterno” no décimo nono registro da coletânea Amo Você. A canção, originalmente, foi gravada por uma dupla sertaneja do meio não-cristão e a artista trouxe a música secular para o meio cristão. (2013)

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    Que País é Esse? – Catedral

    Com as polêmicas e comparações em relação ao Legião Urbana, Kim e sua banda decidiram ignorar tudo e todos e tocaram “Que País é Esse” em um show. Segundo o vocalista do extinto grupo, é uma canção com uma mensagem que não pode deixar de ser cantada. (2004)

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    João de Barro – Renato Vianna

    O cantor Renato Vianna participou do concurso No Embalo da Rede – Nextel, e acabou tornando-se conhecido através da sua interpretação da canção “João de Barro”. Depois, o cantor seguiu em carreira no meio gospel. (2011)

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    Whole Lotta Love – Bride

    O Bride foi uma das bandas de rock cristão mais conhecidas no mundo, e manteve-se em atividade até 2013. Há alguns anos, a banda tocou, em um de seus shows, o sucesso “Whole Lotta Love”, clássico do Led Zeppelin. (2011)

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    People Get Ready – Oficina G3

    A Oficina G3 fez o cover de “People Get Ready”, original do grupo The Impressions, para o álbum Depois da Guerra. Conhecida mundialmente, a faixa já foi gravada por Jeff Beck, Bob Dylan, U2, Rod Stewart e muitos outros. Mauro Henrique, com sua experiência no inglês, é o intérprete da música. (2008)

    https://www.youtube.com/watch?v=NyAuHgRbnPY

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    Paradise – Hillsong

    A Hillsong Church de Londres causou forte polêmica, há alguns anos, por introduzir, em um culto, a dança Gangnam Style e músicas seculares. Na mesma época, a canção “Paradise”, da banda de rock alternativo Coldplay, fez parte do repertório da instituição. Estas canções tem sido executadas, inclusive, com efeitos de luzes e coreografias. (2012)

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    All You Need Is Love – Resgate

    Não é nenhuma novidade que os integrantes do Resgate são admiradores de várias bandas icônicas do rock e de músicas seculares. Zé Bruno, por exemplo, já disse o seu apreço por Iron Maiden, enquanto Hamilton Gomes e o ex-integrante Dudu Borges citam a influência do Queen em suas formações musicais. No álbum de 25 anos, a banda decidiu trazer os Beatles, juntamente com a canção “Amor”, do álbum Eu Continuo de Pé. Sem dúvida, é um ótimo tributo ao quarteto de Liverpool. (2015)

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    Somebody to Love – Marc Martel – Downhere

    O vocalista da banda em atual hiato Downhere, Marc Martel, surpreendeu o mundo quando gravou, de forma caseira, um cover do hit “Somebody to Love”, do Queen. Sua performance vocal, praticamente tão competente quanto à do falecido intérprete Freddie Mercury chegou a surpreender dois dos quatro membros da banda, Brian May e Roger Taylor. O sucesso foi tanto que o músico é atualmente vocalista do Queen Extravaganza, a banda cover oficial do Queen. (2011)

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    Heaven and Hell – Stryper

    O Stryper, ícone do metal cristão mundialmente, já causou polêmica entre os fãs mais ortodoxos por certas músicas e posicionamentos. Mas as “tretas” se inflamaram quando decidiram gravar um álbum inteiro de covers de grandes bandas de rock. Músicos e grupos como Iron Maiden,  Judas Priest, Kansas, Ozzy Osbourne, Van Halen, Led Zeppelin e Deep Purple foram contemplados. Mas nenhum destes foi mais polêmico que o cover de “Heaven and Hell”, da banda Black Sabbath, canção que, assim como algumas ‘músicas seculares’ do conjunto, são estereotipadas como ‘satânicas’. (2011)

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  • Análise: CD Além do que os Olhos Podem Ver – Oficina G3

    Após a espinhosa saída de PG, o qual ingressou, posteriormente, em uma carreira solo de relativo sucesso, o trio Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos encontrou, na situação, inspiração para compor um disco sólido, pesado, e ao mesmo tempo sensível e agradável. Lançado em fevereiro de 2005 pela MK Music, Além do que os Olhos Podem Ver é justamente o que os fãs e a Oficina G3 aguardavam após tantos álbuns que, musicalmente, não iam longe.

    Ao som dos cães silenciados na Intro, Mais Alto é uma resposta à altura às especulações dos futuros do trio, embalada pelos riffs e contratempos de Réu ou Juiz, numa das performances, até hoje mais complexas de toda a carreira da banda. Ao longo do projeto, as canções não perdem o fôlego, e até mesmo as baladas, como Lugar Melhor e Queria Te Dizer, fogem muito do padrão açucarado de Humanos, o CD anterior.

    O guitarrista Déio Tambasco faz papel fundamental em O Fim é só o Começo, com suas viagens bluezísticas, e o baterista Lufe despede-se das baquetas da banda com respeito, como em Através da Porta. Mas Duca Tambasco nunca esteve tão em evidência, com suas linhas de baixo evidentes por todas as canções, o que não ofusca, obviamente, Jean Carllos, e principalmente Juninho Afram, com interpretações vocais que, sem dúvida, não devem em nada ao ex-integrante PG.

    A mensagem por trás do álbum é forte, e ao mesmo tempo, muito bem construída. Além do que os Olhos Podem Ver não é um amontoado de faixas, mas um disco que, a cada faixa, constrói uma narrativa totalmente pertinente. É um registro que questiona e toca profundamente nas ocultas e sólidas hipocrisias carregadas inconscientemente pelos cristãos, e propõe o nosso despertar para vivermos a vontade de Cristo. Ao ouvir este trabalho, fica nítido que os integrantes da Oficina G3 aprenderam a lição trazida após tantas situações desagradáveis e difíceis, sendo assim, juntamente com o posterior Elektracustika (2007) o disco mais progressivo de sua carreira.

    Confira o nosso guia discográfico sobre a banda Oficina G3 e a nossa lista dos melhores álbuns de 2005.

  • Rocklogia – Humanos

    O sucesso de O Tempo não foi de fato acomodante para a Oficina G3, até porque, após o disco, um dos dois integrantes restantes da formação inicial deixou a banda. O baterista Walter Lopes, após diferenças musicais e administrativas saíra, após cerca de quinze anos de atividade.

    A Bíblia já diz em Eclesiastes 3: 1-8 “que pra tudo tem um tempo determinado”, e esse essencialmente é o principal motivo. Houveram alguns problemas pessoais que se completaram com desencontros de idéias e princípios que divergiam da banda, o que culminou na minha saída. Claro que não foi fácil, foi um processo, onde Deus me fez entender seus propósitos, e hoje tenho paz em dizer, que “há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo….” [Walter Lopes, Super Gospel, 2002]

    Apesar disso, a banda não parou. Juninho Afram, como remanescente da formação original e agora líder do grupo decidiu que não colocaria nenhum membro fixo na bateria. PG trouxe seu irmão, Johnny Mazza para tocar com a Oficina G3 por um tempo. Mais tarde, a banda optou por tocar com o músico Luís Fernando, vulgo Lufe, que, anos atrás era integrante num trio juntamente com o baixista Duca Tambasco e seu irmão Déio.

    Nesta altura do campeonato, PG havia se estabelecido como importante compositor para a banda, mesmo que Juninho Afram continuasse como o letrista majoritário. O vocalista escreveu, juntamente com Emerson Pinheiro, aquela que se tornaria a faixa mais comercialmente viável do disco, “Te Escolhi”. As canções novas que surgiam estavam fortemente influenciadas pelo new metal (que era a tendência da época), como as pesadas “Onde Está?” e “Até Quando?”. Humanos foi lançado no final de dezembro de 2002.

    A repercussão de Humanos, até os dias de hoje foi a mais negativa de toda a carreira da banda. É preciso esclarecer que, comercialmente, o álbum saiu-se muito bem, ganhando disco de ouro da ABPD ainda em 2003 por mais de 100 mil cópias vendidas, no entanto, grande parte da crítica especializada e os fãs mais antigos “torceram o nariz” com o projeto, principalmente no que cerca à sua inconsistência. Humanos não conseguiu criar uma unidade entre suas faixas mais pesadas e o excesso de baladas. O hard rock característico da banda é inexistente, embora os integrantes da banda, na época, estivessem bastante satisfeitos com o disco: “Muitas pessoas acham que o nosso disco mais pesado é Indiferença, que tem uma concepção heavy metal. Mas eu acho que os rocks de Humanos são os mais pesados que já fizemos“, disse Juninho Afram em 2003 para o Universo Musical. Ainda disse que estava ouvindo muito P.O.D. e Linkin Park.

    Humanos foi o último álbum com a participação de PG como vocalista. Sua saída, em 2003, gerou um grande imbróglio entre os membros do grupo. Esta ocorrência será detalhada em um artigo, em breve.

  • Fique Sabendo – Thalles, Leonardo Gonçalves, Mara Maravilha, PG e muito mais

    Hoje é sexta-feira e dia de Fique Sabendo. Esta semana foi bastante agitada, com muitas novidades, vamos conferir?


    Thalles desabafa acerca de críticas à sua carreira musical

    O cantor Thalles, após polêmica causada por uma informação distorcida de um portal de notícias, manifestou estar cansado das várias polêmicas envolvendo seu nome, através de um vídeo, veiculado em sua página no Facebook. O artista citou o incidente de anos atrás em relação ao show em União dos Palmares, afirmou estar seguindo a direção de Deus e pediu para que as pessoas que não gostam de seu trabalho mantenham distância e ouçam outros músicos. Em outras redes sociais, como o Instagram, o cantor chamou alguns desses indivíduos de “víboras do capeta” e invocou a justiça de Deus.

    https://www.youtube.com/watch?v=9Xbbkx2d2Uw


    Mauro Henrique fará show com Leonardo Gonçalves e Guilherme de Sá

    O vocalista da Oficina G3, Mauro Henrique, fará um show de seu projeto Loop Session com os cantores Leonardo Gonçalves e Guilherme de Sá, este último, integrante da banda de rock Rosa de Saron. O evento será realizado na cidade de Recife, Pernambuco, no Teatro Boa Vista. O evento ocorrerá no dia 12 de agosto deste ano. Recentemente, Leonardo participou do filme Histórias e Bicicletas, da Oficina G3, e Mauro esteve na gravação de Latitude, Longitude, álbum ao vivo lançado pelo Rosa de Saron em 2013.


    Catedral encerrará as atividades

    A banda de rock Catedral, ativa desde a década de 80, anunciou recentemente o término de suas atividades após uma turnê de divulgação do futuro DVD da banda, Música Inteligente. Os três integrantes afirmaram que tudo possui uma hora de acabar e agradeceram o carinho dos fãs, confirmando a informação de seu fim.


    Mara Maravilha comenta o acidente de Angélica e Luciano Huck

    A revista Caras divulgou um depoimento da cantora Mara Maravilha, publicado em suas redes sociais. Nele, a cantora desejou melhoras ao casal e toda a família, e negou rivalidades por conta dos antigos programas televisivos: “Neste momento delicado para a Angélica e o Luciano Huck, não poderia deixar de expressar a palavra da verdade, que está dentro de mim. Nunca desejei o mal de ninguém… Nunca… A vida é uma passagem e às vezes os sustos nos fazem enxergar as oportunidades que Deus nos dá para rever algumas convicções […] E quanto a mim continuarei orando pela Angélica, pelo Luciano e por seus filhos. Desejo que o amor de Deus domine cada vez mais a vida de cada um e, se for da vontade Dele, terei uma oportunidade de falar tudo isso pessoalmente. Glórias a Deus por isso”.


    PG anuncia lançamento de clipe

    O cantor PG, o qual, atualmente, prepara seu primeiro trabalho pela Som Livre, divulgou um teaser de um futuro clipe de uma faixa inédita. Confira:


    Até a próxima!

     

  • TOP 10 – Melhores álbuns de 2005

    Há dez anos estávamos em 2005, um ano cheio de lançamentos. Pensando nisso, a equipe O Propagador, composta por colunistas adeptos de diferentes gostos e opiniões discutiram e escolheram a lista, que busca ser a mais imparcial e impessoal possível. Alguns critérios foram levados em conta, como produção musical, arranjos, letras e principalmente adequação ao estilo proposto.

    Vamos conferir?


    10º: Deus de Promessas – Toque no Altar

    Deus de Promessas - Toque no Altar - 2005Um dos principais discos da carreira do Toque no Altar, Deus de Promessas possui algumas das mais icônicas canções congregacionais da última década. Não há evangélico no Brasil que não tenha ouvido pelo menos uma vez “Deus de Promessas”, “Bendito eu serei” ou “Se a Tua voz ouvir”. Produzido por Ronald Fonseca e Davi Sacer, o projeto buscou seguir uma temática clara: as promessas do Senhor para o seu povo começando pela história de Abraão. Um dos detalhes que chama a atenção neste trabalho é a quantidade de faixas, bem abaixo do padrão usual no momento, somando oito canções, mais uma mensagem do pastor Marcos Gregório. O CD tornou-se um marco não apenas na trajetória do Toque no Altar, mas também na história da música cristã. Não à toa, o grupo foi indicado a nove categorias do extinto Troféu Talento saindo vitorioso em cinco, entre elas Melhor CD – Adoração e Louvor, Música do ano e Destaque 2005. (texto por Danilo Andrade)

    Ouça: Deus de Promessas, Bendito eu Serei e Se a Tua Voz Ouvir


    Ludmilaferber_adoracaoprofetica49º: Nunca Pare de Lutar – Ludmila Ferber

    Mesmo se tratando de um disco um tanto quanto inconsistente, Ludmila Ferber se garante como artista. O repertório é autoral e diz respeito a questões incomuns, ou pouco cantáveis no meio cristão. A faixa-título do álbum é uma de suas canções mais fortes, e, claro, o disco se destaca por outras músicas, embaladas por uma banda de apoio de respeito. (texto por Tiago Abreu e Renan Pablo)

    Ouça: Nunca Pare de LutarVai Tudo Virar Crente Profetiza


    Milagres_-_André_Valadão8º: Milagres – André Valadão

    Mesmo ainda como um embrião do Diante do Trono, André Valadão começava a por as “garras” para fora e apresentava seu som, mais pautado no pop rock e menos sinfônico. Apesar de conter algumas músicas dispensáveis, Milagres contém seus pontos altos, como a canção que intitula o projeto, entre outras, como “Livre Sou”. (texto por Renan Pablo e Tayse Souza)

    Ouça: Milagre e Tempo de Milagres


    7º: Antes do Sol Nascer – Nádia Santolli

    Nádia Santolli - Antes do Sol NascerNão é a sua área, mas teve êxito. Nádia Santolli é, claramente mais confortável no pop rock, mas Antes do Sol Nascer, seu registro com influências do louvor comunitário parece ir além do que aguardamos em bons discos congregacionais: letras interessantes e que fogem parcialmente do contexto adoração e louvor. Como uma fuga parcial, o disco não é prejudicado por sua versatilidade, e no geral é um ponto alto na carreira da cantora, conhecida por seu talento vocal. Produzido por Kleber Lucas, veio a figurar uma das melhores letras de Nádia, “Antes do Sol Nascer”. (texto por Tiago Abreu)

    Ouça: Antes do Sol Nascer


    6º: Ainda Existe Uma Cruz – Diante do Trono

    Diante do Trono Ainda Existe uma Cruz 2005O princípio do oitavo trabalho do Diante do Trono é a afronta direta à Teologia da Prosperidade, elaborando uma grande metáfora a respeito do quebrantamento. O grande segredo de Ainda Existe uma Cruz, é que, de uma forma bem minuciosa, nos mostra que o cristianismo, atualmente, não aprende e não evolui. Embora tenha sido criticado por ser um disco com nuances de uma estrutura tão simples quanto efetiva, apresenta o cru do evangelho tão esquecido, além de muitos detalhes complexos e subjetivos por toda a obra.  (texto por Rodrigo Berto)

    Leia a resenha do álbum Ainda Existe uma Cruz aqui.

    Ouça: Ainda Existe Uma CruzIsaías 40 e Quero Seguir-Te


    5º: Acústico – Voices

    Voices - Acústico - 2005Incomum para uma gravação de estúdio, o Voices fez um disco de canções acústicas distante do público, mas o que mostrou ser uma proposta diferente de tudo o que o grupo vocal tinha apresentado antes. Com a entrada de Lilian Azevedo e a despedida de Jozyanne, Acústico é uma escolha obrigatória para qualquer um que procura ouvir Voices. O álbum tem algumas músicas que se tornaram bem conhecidas, como “Meu desejo”, “Vivo Ele está”, “Tudo é possível” e “Recomeçar”. (texto por Tayse Souza)

    Ouça: Recomeçar, Meu Desejo e Tudo é Possível


    4º: Deus – Lauriete

    Lauriete Deus 2005

    Uma das grandes referências quando o assunto é música pentecostal: essa é Lauriete. Em sua longeva carreira, a cantora lançou diversos CDs de grande repercussão e em 2005 lançou o que pode ser considerado o melhor trabalho pentecostal do ano, o CD Deus. Com canções fortes, não demorou pra cair na boca dos inúmeros grupos de circulo de oração e mesmo da juventude por todo o país. Canções como “Óleo Santo”, a versão “Dias de Elias” (Daysof Elijah), “Deus vai agir”, entre outras conseguiram grande repercussão. O destaque realmente é a qualidade do repertório aliado a uma produção impecável. Em suma, Deus completa dez anos de lançamento, mas continua tão atual quanto em sua época. (texto por Danilo Andrade)

    Ouça: Dias de Elias, Óleo Santo e Deus Vai Agir


    3º: Terremoto – Eyshila

    Eyshila - Terremoto - 2005É o melhor álbum de Eyshila. Gravado ao vivo na Igreja Assembleia de Deus da Penha, no Rio de Janeiro, é em Terremoto que a cantora estabelece um projeto totalmente congregacional, e relativamente temático. Canções como “Chuva de Poder”, “Terremoto”, “Fala Comigo”, “Vontade de Adorar” são, até hoje, constantes nas apresentações da artista e estão dentro de seus maiores sucessos. (texto por Tayse Souza e Tiago Abreu)

    Ouça: Terremoto, Fala Comigo e Chuva de Poder


    2º: Além do que os Olhos Podem Ver – Oficina G3

    Oficina G3 - Além do que os Olhos Podem Ver - 2005A saída de PG inspirou a Oficina G3 a fazer o seu melhor trabalho pós-Indiferença. Além do que os Olhos Podem Ver tem todos os elementos de um álbum de rock de respeito: produção musical afiada, riffs marcantes, letras instigantes, mas ao mesmo tempo sensibilidade artística. As interpretações vocais de Juninho Afram são esforçadas, e em relação aos discos anteriores, chega a ser fantástica. Refletindo sobre os relacionamentos humanos, hipocrisia religiosa e os vários “juízes”, a lírica do disco é muito superior aos trabalhos antecessores do trio. O resultado foi imediato: 20 mil cópias vendidas em três dias e disco de ouro em poucos meses. (texto por Tiago Abreu)

    Ouça: Réu ou Juiz, A Lição e O Fim é só o Começo


    1º: Apostólico – Renascer Praise

    Renascer Praise 12 - ApostólicoO melhor álbum de 2005 é uma das maiores produções do meio gospel nacional. Gravado ao vivo no dia 7 de setembro de 2005, no Estádio do Pacaembu, com um público de 70 mil pessoas, o Renascer Praise 12, intitulado Apostólico, fala sobre a vida de Josué, e faz uma analogia aos 12 apóstolos, ao mesmo tempo em que conta com 12 canções, celebrando também os 12 anos de carreira do grupo. A maior gravação do Renascer Praise até hoje, contou com um corpo de bailarinos composto por 3 mil bailarinos, das igrejas Renascer em Cristo, bem como as baterias ”De Bem com a Vida” e ”Salmo 150”, além do grupo de percussão ”Guerreiros da Luz”, e uma orquestra formada por mais de 100 músicos. Todos sobre um dos maiores palcos montados no país, cuja concepção permitiu-lhe interligar-se ao tobogã geral do estádio, onde um dos maiores corais do país, constituído por 12 mil cantores, de diversas Igrejas Renascer Em Cristo, se posicionou, e interagiu com as canções formando um imenso telão humano, exibindo nomes e imagens, entre eles a bandeira nacional, o número 12, em menção à gravação, o nome ”Jesus” e a pomba do Espírito Santo. (texto por Renan Pablo)

    Ouça: Na Força Do Louvor, Alvo Mais que a Neve e Na Tua Presença


    O que achou da nossa lista? Mudaria algum álbum de lugar? Sugeriria outro? Comente, sua opinião é importante!