A Oficina G3 surgiu no mesmo ano que o Catedral (banda que abordamos no último post). Em 1987, a formação da banda era bastante distinta da que conhecemos hoje.
No início da Rocklogia, lá nos anos 70 abordamos as igrejas da década que abraçaram a causa jovem e que, de alguma forma ajudou o rock cristão brasileiro a engatinhar. A Igreja Cristo Salva, a mesma que Janires frequentou enquanto era a instituição que, na década seguinte surgiria a banda de hard rock Oficina G3.
O hard rock é geralmente associado à imagem do Led Zeppelin, que se tornou a maior banda de rock da época após o fim dos Beatles. Black Sabbath, Deep Purple, The Who, AC/DC e Queen também foram de extrema importância durante esta época. Nos anos 80, além de várias outras bandas, tivemos Bon Jovi e Guns n’ Roses. Naquela época, o glam metal ganhava força, e uma forte influência para a Oficina G3 foi o Stryper.
O grupo começou como uma espécie de power trio, composto por Walter (bateria), Maradona (baixo) e Juninho Afram (guitarras). Túlio Regis e Luciano Manga, primeiros vocalistas também estavam nesta época. Inclusive, Manga lançou um livro sobre os primeiros anos da banda.
Nesta época, eles eram o terceiro grupo da igreja e se autointitulavam como Grupo 3. Com uma sugestão alheia, posteriormente foi adotado Oficina G3, sendo oficina uma alusão ao fato do conserto deste estabelecimento e o sacrifício de Cristo que originou uma nova vida.
Na parte criativa, no início do grupo o principal compositor era Túlio Regis. Ele foi autor das músicas mais importantes do grupo neste período, embora Juninho e Maradona tenham escrito algumas músicas também.
Nesta mesma época, surgia a gravadora Gospel Records. Com aproximações cada vez maiores com a Renascer em Cristo, a banda gravou seu primeiro álbum, intitulado Ao Vivo. Alguns desinformados afirmam que este foi o primeiro álbum gravado ao vivo na música cristã nacional, mas em 1985 o Rebanhão lançava Janires e Amigos. Além deste, em 1988 saiu Fruto dos Lábios, da Comunidade da Graça.
Nesta época, Túlio Regis estava passando por problemas familiares, e segundo o artista não recebeu o apoio esperado pela banda. O cantor saiu da Oficina G3, ficando a cargo de Manga, e ocasionalmente Juninho e Walter os vocais.
O assunto do momento certamente é a eleição que se aproxima, já que tal eleição definirá ou pelo menos influenciará significativamente os rumos do nosso país nos próximos quatro anos.
É também lamentável que somente neste momento quando precisamos escolher os nossos representantes que o tema “política” fique em evidência, principalmente porque nós, enquanto cidadãos, deveríamos estar muito mais a par do que acontece em nosso país, e não apenas quando se aproxima o período político.
Como se não bastasse esse quadro de apatia política por parte dos brasileiros é possível notar que muitos que acreditam que falam de política, na verdade se referem à “politicagem”. Defendem com unhas e dentes os seus candidatos baseando em argumentos rasos e discutíveis.
Mas o que mais chama a atenção de modo geral é a queixa da sociedade quanto à corrupção dos candidatos, dos políticos de modo geral e como é escasso o número de candidatos “honestos”. Será que a desonestidade é algo inerente aos políticos ou a corrupção no poder apenas representa a grande parcela da sociedade corrompida?
Em análise publicada pela organização Transparência Internacional, a percepção de corrupção ao redor do mundo divulgada em 2013 aponta que o Brasil é o 72º colocado no ranking entre os 177 países analisados, um posto simplório mesmo entre os vários países das Américas. A escala vai de 0 (extremamente corrupto) a 100 (muito transparente).
Perceba que a pesquisa aponta a “percepção de corrupção”, ou seja a sensação que a população tem de que seus servidores públicos e políticos são corruptos. Seria esse o reflexo da própria sociedade brasileira?
Se uma pessoa não consegue esperar o sinal vermelho abrir para poder passar, por que será honesto quando tiver a chance de pôr a mão no dinheiro público? É diferente aquele que fura a fila para o que se beneficia do cargo público para interesse próprio? E quem estaciona em vaga para deficiente? E quem finge dormir quando entra idoso no ônibus? O que dizer do dinheirinho que muitos dão aos policiais nas blits da vida? Acho que poderia escrever pelo menos mais uma página repleta de “espertezas populares”, mas que salvas as proporções, são tão corrupções quanto o político que desviou dinheiro público.
Provavelmente você deve estar pensando que isso é “normal”, faz parte, e que provavelmente a corrupção política também é algo que temos que conviver, mas na verdade não é. Podemos mudar, podemos fazer diferente, mas para isso é fundamental mudar o foco do benefício próprio pelo do todo. Quando você vota em alguém por que te deu uma cesta básica, uma dentadura, ou cinquenta reais, você não está pensando no bem público, mas em si próprio. Pior, você já está sinalizando ao seu candidato que é corrompível e que ele tem carta branca para se corromper… Aí depois de quatro anos não adianta reclamar né?
E para não ficar somente nas minhas palavras…
Não vos enganeis; de Deus não se zomba. Pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará: porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará vida eterna. Não nos desanimemos de fazer o bem; pois a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Portanto à medida que tivermos oportunidade, façamos o que é bom a todos os homens, mas especialmente aos que pertencem à família da fé.
Lembro bem que ouvia “Only Hope” pela primeira vez interpretada pelo Switchfoot. E tomei um baita susto mesclado com uma alegria enorme em saber que era composição do Jon Foreman. Um motivo a mais para ser fã do artista!
Demorei um pouco pra dormir, antes, ainda fui até ao meu amigo pegar uns currículos e um boleto de um produto que comprei pela internet. Essa mesma bem-dita internet que você está lendo este post. Ah, e sobre a composição do Jon de “Only Hope”, talvez não devesse confiar no letras.com, mas isso não interessa agora, ainda vejo Switchfoot como uma das melhores bandas de rock do Século XXI (poden me julgar).
Lembro também de ter tentado compor uma canção usando alguns comparativos com o filme “As Crônicas de Nárnia”, mas não deu certo. Há não muito tempo venho usando a teoria do Lucas Silveira que “a música está todo tempo no ar, conspirando, e, o que nos faz ser compositor é a habilidade de captar cada detalhe e transformar em arte”. Eu, que nunca fui adepto da atmosfera enquanto escrevo, passei a me policiar a cada texto que ouso passar para o papel.
Não posso me esquecer também do finalzinho do debate presidencial que assisti na TV. Pequenas ideias partilhadas e ataques, um em cima do outro. E sabe o que é mais profundo? Fazendo do meu controle remoto um botão de controle de PS3, encontrei um letrado no Canal Viva que dizia “Um Amor Para Recordar“. Bah! Seria minha oportunidade de assistir o filme pela primera vez, e após saber que a música-tema do filme era do compositor que mais admiro depois do Guilherme de Sá e Humberto Gessinger, mas infelizmente, o que passava na TV não coincidia com o letrado. Pequena decepção!
E vale lembrar também que a música não tem nada a ver com o que a massa pensa: não é uma canção apaixonante de homem para uma mulher, mas sim, uma melodia harmônica romântica dos homens a Deus! Incrivelmente lindo! Talvez se o admirável Rodolfo Abrantes estivesse ao meu lado, diria que estava idolatrando Jon Foreman. Por partes concordaria com ele, lembrando bem que o que chamam de idolatria tem duas partes (pensem).
O que falar da teoria de Sócrates sobre responder uma pergunta com outra pergunta? “Jhonata, você nunca assistiu o filme e acha a trilha sonora o máximo?” Respondo: “Querido(a) como foi assistir o filme e conciliar a música com o que você assistia?”. Sócrates explicava (quase) tudo. O Apóstolo Paulo me alertaria bem que tudo o que vejo, ouço, sinto não é o que o Celeste tem pra mim. É tudo inimaginável! Divinamente lindo!
Observe bem que nem citei a versão do filme, cantada por uma linda cantora que nem sei o nome. Ta bom, você vai dizer que era pra eu ter feito uma pesquisa no Google, mas o meu amigo Gessinger já me falou um pouco do que é natural na escrita. Estou escrevendo sobre a música, não estou fazendo uma pesquisa sobre a mesma. E para não ficar mais chato do que está este texto, vou pôr o “the end” sem pretensões de “fim”, acrescentando o brinde de hoje: brindamos uma noite qualquer (nostalgia do blog do Stecanella) , uma música de reflexão e a beleza dos detalhes! Um brinde à “Only Hope”.
No sábado, dia 20 de setembro, aconteceu, na Igreja Vida Nova em São Paulo, a gravação do primeiro DVD de uma das cantoras preferidas das leitoras dessa coluna: a Daniela Araujo.
A gravação do DVD “Criador do Mundo” teve a participação especial do Coral Aldeia Nissi, do Rapper Lito Atalaia, Leonardo Gonçalves, marido da Dani, e dos pais da cantora, a dupla Jorge Araujo e Eula Paula, uma das principais da música pentecostal tradicional.
Apresentando basicamente as canções do disco homônimo lançado em maio desse ano, Daniela também cantou grandes sucessos do seu primeiro trabalho solo, além de músicas especiais. Destaque para “Cicatrizes”, um clássico pentecostal que a cantora interpretou ao lado dos pais.
Confira a lista das canções apresentadas:
Teu Perdão
Criador do Mundo
Verdade
Tempo
Dono dos Meus Dias
Deus
Imensurável
Faça Morada
Liberdade
Aleluia
Cicatrizes – Feat. Jorge Araujo e Eula Paula
Te Alcançar
Porto Seguro – Feat. Leonardo Gonçalves
Santo/Graça – Feat. Coral Aldeia Nissi
Entrega – Feat. Lito Atalaia
Mais uma Vez
Guia-me
Jesus
LOOKS
Como aqui é a #SerEster e nós amamos falar de roupas, especialmente das da Dani, vamos lá!
Remetendo à identidade visual do projeto, que foi constituída a partir da ideia do espaço, o palco preto foi todo iluminado em azul marinho, com painel ao fundo apresentando imagens do universo. Combinando com isso tudo, Dani escolheu seus três looks com a mesma cartela de cores da composição da decoração.
O primeiro look foi um jeans preto manchado, combinado com camiseta preta com pontinho de luz dispersos tais como estrelas no universo, e colete bordado.
O segundo look foi um lindo vestido longo com estampa que remete ao universo, cheio de constelações, estrelas espaçadas e até balão.
O terceiro look teve uma pegada mais rocker, com calça preta com modelagem meio boyfriend, camiseta branca e jaqueta preta de couro. Se este look foi mais sóbrio e sem estampas galácticas, a presença estelar ficou por conta do brinco em forma de estrela. Uma graça completa.
E então, meninas? Estamos ansiosas pelo DVD “Criador do Mundo”? Responda:
Imagine um homem de shorts, tranquilo e sereno, andando nas ruas por aí, parando e sentando-se no chão para conversar com pessoas que todo mundo tem vergonha de conversar. Imagine um cara enfrentando políticos e religiosos, ao mesmo tempo, vivendo da paz e semeando o amor, uma espécie de Gandhi quando o assunto é provocar rebelião sem guerra. Imagina um cara tranquilo que não se preocupava com coisas, avesso ao nosso sistema onde a riqueza e o poder é o único motivo para sobreviver. Seria aquele cara que quando estivesse passando por um parque, jardim, bosque ou um lugar cheio de flores e árvores, pararia, iria respirar e dizer: “que lugar belo”. Ele saberia olhar para tudo com amor. É o cara perfeito que andava na direção contrária do mundo, do nosso sistema político e religioso. Era o líder perfeito, que ao invés de propagandas, estaria nas ruas ajudando as pessoas.
Esse é Jesus, um homem que fez história. Ele consegue influenciar milhares de pessoas até hoje. É o exemplo perfeito que sabe dizer o que é amor e servir ao irmão, que sabe se igualar aos menores da sociedade, e que conseguiu até a sua morte cumprir seu propósito.
Esse cara trazia uma história maluca de rei e reinos, um novo lugar diferente do nosso. Claro que ninguém o entendia. Os políticos e religiosos da época achavam que Deus iria trazê-los para uma terra rica e frutífera, que Ele mandaria alguém grande e majestoso para guiá-los a terra prometida e reinar sobre eles com paz. Achava que eles seriam o povo de Deus, pela promessa feita sobre Abraão. Mas esse cara que se dizia o homem enviado por Deus, pregava uma coisa tão diferente do que eles pensavam. Não era o cara majestoso que esperavam, falava de um reino e uma terra prometida que não era na Terra, de um povo escolhido por Deus, mas não eram os judeus. Os políticos e os religiosos da época se enlouqueceram com ele. E ainda por cima, fazia coisas que eram contra os princípios deles, trazendo uma nova percepção da lei (a única certa, aliás).
É claro que eles o prenderam e o acusaram de pena de morte. Mas ao invés de reclamar, por ser um homem justo, aceitou a pena. Pouca gente deve saber, mas até a morte dele tinha algum propósito. Ele não morreu sem querer, ele morreu porque quis. E da sua morte, nasceu o reino o qual ele tanto queria formar. A morte dele era a forma de ele justificar aqueles a qual haviam percebido o que Jesus veio ensinar e que queriam entrar para o reino sem terra.
E que reino é esse? Denominações de igreja, visão ministeriais, um sistema religioso ou político? Não, quem acreditava nisso era os judeus religiosos e fanáticos. Além de crer que eles são o povo escolhido por Deus, zombaram de Cristo colocando uma placa escrita “Jesus, rei dos judeus” sobre sua cabeça na cruz porque o homem crucificado dizia ser rei de algum lugar, coisa que os religiosos da nossa época sabem bem fazer quando acham que são salvos por ter uma carteirinha de membro de igreja, ou quando fazem propaganda de nome de igreja.
O reino de Deus é algo tão invisível que a única forma de nós reconhecermos seus participantes é seus frutos e suas atitudes. E se não há fruto, essa pessoa não é integrante do reino de Deus. Logo, o que chamamos de pessoas cristãs e que fazem parte do reino de Deus é realmente filho de Deus?
Dupla Alex e Alex e Aliança do Tabernáculo assinam com Som Livre
A gravadora Som Livre acaba de anunciar a contratação da dupla gospel Alex e Alex. A assinatura do contrato aconteceu na última terça-feira (23), na sede da gravadora no Rio de Janeiro.
A estreia da dupla na companhia já gera boas expectativas da coordenadora do segmento: “Eles são muito talentosos e tenho certeza que farão um ótimo trabalho conosco”, garante Claudia Fonte.
Além deles, o Ministério Aliança do Tabernáculo também assinou com a gravadora e se prepara para lançar o segundo disco pela casa. “Nossa primeira parceria teve grande sucesso e este segundo trabalho vem ainda mais forte e congregacional”, finaliza Katia Rosa, líder do Aliança.
Tanto a dupla Alex e Alex quanto o Ministério Aliança do Tabernáculo já estão preparando CD inédito pela Som Livre com previsão de chegar ao mercado no primeiro semestre de 2015.
Mariana Ava prepara novo CD
As gravações do quarto disco da carreira começaram em junho deste ano. O local escolhido para a produção foi o estúdio The Soundhouse, localizado no norte da Califórnia (EUA). O estúdio oferece o que há de melhor em equipamentos de som. O novo CD terá a assinatura de Jeffrey Kunde, que, além de guitarrista, é um dos produtores do Jesus Culture.
A previsão é de que o novo disco seja lançado no final deste ano com distribuição física e digital pela Sony Music Gospel.
O seu single de trabalho foi lançado no dia 09/09/14 pela Sony Music Gospel “Oceans” – em português Oceanos – Onde os meus pés podem falhar, versão do single foi feita pela equipe de tradutores do Hillsong, ministério australiano que originalmente gravou a canção “Oceans”. A música é sucesso internacional no segmento gospel.
Alegria é o título do novo CD de Sandro Nazireu pela Graça Music
A Graça Music está preparando o lançamento de mais um CD do cantor Sandro Nazireu, conhecido como o sanfoneiro mais feliz do Brasil. O título não poderia ser outro: Alegria.
Além do forró pé-de-serra, o álbum traz algumas “misturas santas”, com pitadas de dance, samba, arrocha e até sertanejo universitário. A sanfona, claro, é quem dita o ritmo baiano, mas a produção também vem recheada com muito cavaquinho, violão, teclado, contrabaixo e bateria.
Ao total, são 12 faixas, com destaque para “Então declara”, primeira música a ser trabalhada nas rádios, “100% Jesus” e “Sargento Cruz”. Confira abaixo o single Então declara:
Jessyca Kids lança CD e DVD infantil Jornal da Alegria
O dia das crianças está chegando e junto com ele a nova aposta da Som Livre para o público infantil evangélico. Jessyca Kids e o “Jornal da Alegria” em CD e DVD trazem uma história recheada de canções para a criançada nos mais diversos estilos. Esse é o terceiro trabalho infantil da cantora e conta com grandes sucessos do ministério, além de 5 músicas inéditas.
O álbum tem produção musical de Elivelton Horst e o DVD, que foi gravado em Belo Horizonte, tem a direção assinada pelo ex-diretor da Rede Super de Televisão, Filipe Barros.
O destaque deste trabalho é a canção “Dia de Adorar”, que já começa a ser executada nas principais rádios do Brasil. O CD e DVD “Jornal da Alegria” vem para inovar ainda mais o cenário da música gospel Infantil, e ensinar a palavra de Deus para os pequeninos de uma forma especial.
Jozyanne consagra seu novo CD
A noite da última quinta-feira (18) reservou momentos de muito emoção, comunhão e celebração na vida de Jozyanne. Em sua igreja local, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), na Penha, Rio de Janeiro, a adoradora consagrou a Deus seu mais novo CD, chamado Esperança.
A cantora pôde louvar com algumas das lindas canções que fazem parte do repertório, como Ao Som do Teu Louvor, Até Te Encontrar, Entrega, composição de sua própria autoria e Se Eu Não Conseguir Falar, música que retrata um pouco dos seus momentos vividos nos últimos tempos devido a uma doença que Jozy havia contraído. O preletor da noite e responsável por consagrar o CD foi o pastor Silas Malafaia, presidente da ADVEC e também da Central Gospel Music.
Após o culto, a gravadora promoveu um coquetel para comemorar mais um lançamento e celebrar junto com sua equipe, imprensa que estava presente, pastores, banda e amigos da cantora que foram prestigiar o evento, como a cantora Perlla, o cantor Klev, dentre vários outros. Jozyanne ficou muito agradecida a Deus por tudo que Ele tem feito em sua vida e ministério com esse novo trabalho.
CD O filho de Deus de Kleber Lucas já está a venda
Acaba de chegar da fábrica o novo trabalho deKleber Lucas pela MK Music, O Filho de Deus.
Ganhador do Grammy Latino 2013, como Melhor Álbum Cristão em Língua Portuguesa, com o CD Profeta da Esperança, Kleber Lucas está vivendo um momento muito especial em sua vida e ministério, pastoreando a Igreja Batista Soul (ou Soul Church), no Rio de Janeiro. E, para o bem de todos que gostam de música boa, tudo se reflete em suas canções. “Kleber é um dos mais autênticos compositores de sua geração. Escreve e interpreta com verdade, com alma. Ao ouvi-lo, conseguimos também sentir sua emoção”, atesta Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music. Em 17 anos de carreira, recebeu 10 Discos de Ouro, dois Discos de Platina e dois DVDs de Ouro.
O Filho de Deus é o 11º álbum inédito de Kleber pela MK Music. E, como não poderia deixar de ser, traz novidades… Ele não queria abrir mão das ministrações, do público cantando. Então, reuniu um grande coral na sede da gravadora durante um dia inteiro para fazer a gravação ao vivo. “Foi uma direção que Deus nos deu. Chamamos as pessoas pela internet na véspera. Muitos se inscreveram e conseguimos selecionar 120 pessoas que me acompanham há algum tempo, e se identificam com meu ministério. Fiquei profundamente tocado, vendo homens, mulheres, jovens sendo visitados por Deus. Fomos abraçados pelo Senhor. Ele foi generoso”, conta.
Deus no controle é o título do novo álbum de Eyshila pela Central Gospel Music
Uma grande notícia para os admiradores do ministério de Eyshila que estavam ansiosos para conhecer mais detalhes sobre o seu próximo álbum pela Central Gospel Music. Já está confirmado o nome do seu novo CD, Deus no controle, que tem previsão de lançamento para o final deste ano.
Produzido por Paulo César Baruk, o álbum foi gravado em Nashville, EUA, e promete trazer novos elementos musicais, apesar de manter o estilo de canções congregacionais de intensa adoração a Deus, marca de Eyshila, além de possuir composições de sua própria autoria.
Deus no controle está na fase final de produção e em pouco tempo já irá para a fábrica. Fique ligado que em breve divulgaremos outras novidades.
Este é o primeiro post sobre a segunda geração do rock cristão brasileiro.
O Catedral é, juntamente com a Oficina G3 a primeira banda da qual intitulo segunda geração do rock cristão brasileiro. Manifesto aqui, de antemão que discordo de todas as autoafirmações do vocalista e letrista Kim do lado revolucionário do Catedral. Acontece que, todas as cinco maiores bandas dessa época (inclui Catedral, Oficina G3, Katsbarnea, Resgate e Fruto Sagrado) apresentaram algo diferente para a época, mas não é porque a Catedral foi a mais famosa deste período que se torne automaticamente a mais relevante.
Era 1987/1988. O Sinal de Alerta lançava seu maior clássico, Manhãs de Outono. A Banda Azul surgia, após a saída de Janires do Rebanhão. O Rebanhão lançava um de seus maiores sucessos, o álbum Novo Dia. O Complexo J estreava com seu ótimo rock progressivo. Toda aquela época indicava uma futura explosão da música religiosa como nunca tinha sido antes, que mais tarde seria intitulada como o movimento gospel.
A começar, o Catedral lançou o álbum Você, em 1988, que mescla algumas críticas sociais (lembrando que eles não foram os primeiros a fazerem isso) com letras bem diretas, como “Chame a Deus”. Ou seja, é um projeto um pouco mais ousado que o de suas bandas anteriores, mas ainda não chega a um nível considerado “revolucionário” como dito por aí. Uma das músicas de maior destaque desta obra é “Pedro Zé Nordestino”, que chegou a ser bem regravada pela banda.
Nesta época, o Catedral era formado por: Kim (vocal, guitarra), Cézar (guitarra solo), Júlio Cézar (baixo), Guilherme Morgado (bateria) e Glauco Mozart (teclado). Esta formação manteve-se estável por alguns anos. Atualmente, todos os integrantes da banda são oriundos da formação inicial, mas apenas como um trio. Em meados de 1989, lançaram Aos Sensíveis de Coração, que é um dos preferidos dos fãs mais saudosistas. Seguindo a linha do anterior, a banda seguia ousando nas letras, semelhantemente o que outros grupos da época procuravam fazer.
Em 1991, na época em que lançaram Catedral III, Kim lançou um projeto solo chamado Além do Espelho, com músicas românticas e o tecladista Glauco Mozart deixou o grupo por questões pessoais. A banda seguiu como um quarteto e assim ficou por mais de dez anos.
Está Consumado, lançado em 1993 foi um divisor de águas na carreira do grupo. O projeto, duplo fortaleceu a imagem da banda e lançou hits que até hoje são notáveis, como “Galhos Secos” (do Êxodos) e “Carpe Diem”. O sucesso da banda atraiu a atenção da gravadora MK Music, mas isso é assunto para outro post…
No salmo 103. 13-14, nós temos uma das mais belas afirmações da compreensão de Deus em relação à falibilidade e fragilidade humana: “Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem; pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó”.
Deus, no alto de sua grandeza não tem problemas em se lembrar, compreender e nos fazer recordar o quanto somos pequenos e frágeis. Somos nós quem nos esquecemos disso.
Deus se lembra que você é pó. É você quem se acha uma super heroína tentando controlar todas as variáveis da vida e se frustra por não conseguir.
Deus se lembra que você é frágil. É você quem toma para si a prerrogativa da força e simplesmente não enxerga que não pode conseguir sozinha.
Deus se lembra que você não pode controlar seu futuro. É você quem cisma em agir como se tudo no mundo fosse grandes partes de uma marionete gigante que se move à sua vontade, mas acaba se descobrindo embaraçada com as linhas de comando.
Deus se lembra que Ele está pronto a se compadecer por um filho que O teme. É você quem acha que Ele está longe demais e ocupado demais para se preocupar com alguém como você.
Deus se lembra que Ele é a rocha onde se pode depositar toda ansiedade. É você quem quer guardar sua ansiedade, a das suas amigas, da família e acaba descobrindo que simplesmente não sabe o que fazer com ela.
Deus se lembra que é Ele quem cuida de nós. É você quem se acha tão grande e importante que quer até cuidar de Deus e ensina-lo de que Ele gosta ou precisa.
A causa de grande parte de nossa ansiedade e insatisfação está na resistência em deixarmos Deus ser Deus nas nossas vidas e assumirmos que jamais seremos tão interessadas em nosso próprio bem estar quanto Ele.
Sendo assim, Keep Calm and “Lance sobre Ele toda a vossa ansiedade porque Ele tem cuidado de vós” (I Pedro 5.7).
Observando a linha do tempo, percebemos que as bandas de rock cristão, juntamente com outros grupos como o Vencedores por Cristo estavam na ponta da vanguarda na modernização da música cristã nacional. Durante os próprios anos 80, alguns sinais indicavam algo que estava por vir: o movimento gospel.
A começar, como dito no post da contratação do Rebanhão com a gravadora PolyGram, alguns olhares começaram a ver que devido a fidelidade do público evangélico, a distribuição de álbuns era algo financeiramente promissor. E pelo fato destes trabalhos serem lançados por pequenos selos, a certificação e o cálculo de vendas (hoje pela ABPD) não eram feitos. Tem-se dito, por exemplo, que o disco Cem Ovelhas de Ozéias de Paula vendeu mais de dois milhões de cópias. E a informação é muito provável de ser verdadeira, já que é um dos álbuns cristãos nacionais mais conhecidos do século XX (se não o mais conhecido), mas lançado por uma pequena e extinta gravadora.
Ozéias de Paula, Rebanhão e Álvaro Tito foram os nomes nos quais a gravadora apostou. Mas, outro aspecto, além da distribuição denomina o que chamamos de movimento gospel: se antes, a música cristã brasileira era envolvida por preconceito, principalmente no que se refere a uso de instrumentos e tecnologia, tais barreiras aos poucos eram quebradas. O próprio Rebanhão, como disse antes gravou seu álbum Luz do Mundo no estúdio Transamérica, onde os grandes artistas da música nacional gravavam, por ser o melhor estúdio da época. Carlinhos utilizava uma guitarra Fender (ao qual continuou a usar durante décadas), Pedro Braconnot um sintetizador Phophet-5, no qual era utilizado mundialmente por grandes músicos. Outro ponto é a apresentação em casas de shows seculares, nos quais Marina de Oliveira também passou a se apresentar logo depois.
O olhar religioso para “música de igreja” deu lugar a uma visão horizontal, de evangelismo no fim dos anos 80, para letras que fugiam das previsíveis rimas, dando lugar a mensagens contextualizadas com o ambiente. Surgiu o Sinal de Alerta, Complexo J e em 1989 era fundada a promissora gravadora Gospel Records por Estevam Hernandes. Não apenas a gravadora, mas não há a menor dúvida de que a Igreja Renascer em Cristo foi o principal componente deste movimento, aliado aos grandes eventos que promovia, como o SOS da Vida e a Marcha para Jesus.
O primeiro álbum “gospel” do Brasil, também lançado em CD foi Princípio do Rebanhão, e consequentemente marcou uma geração pela enorme evolução no repertório, produção musical e arranjos (em um post falaremos mais detalhadamente deste disco). Foi o primeiro álbum distribuído pela gravadora. A Gospel Records lançou vários nomes durante os anos 90, como o Renascer Praise, Resgate, Oficina G3, Fruto Sagrado, Katsbarnea, João Alexandre e muitos outros artistas. De uma pequena igreja árabe tornou-se um império, embora a partir dos anos 2000 a igreja infelizmente perdeu seu foco.
Mas a Gospel Records não foi a única gravadora a apresentar algo diferenciado, e um pouco antes a Bom Pastor, do cantor Luiz de Carvalho tinha lançado alguns nomes, como a Banda Azul, Armando Filho e Cristina Mel. A MK Music apresentou Marina de Oliveira, Complexo J, logo se tornando a maior gravadora ‘gospel’ do Brasil. No mesmo período também surgia a Line Records.
E por que o termo ‘gospel’? Em português, significa evangelho. O gospel aqui resume e facilita, num tom comercialmente melhor toda a música evangélica produzida no país. A ideia veio bem a calhar, pois até hoje a utilizamos, há quase 30 anos do início do movimento.
Há certa controvérsia a respeito do fim do movimento gospel. O autor Salvador de Souza, colecionador do maior acervo de álbuns cristãos no Brasil acredita que foi em 1999, e eu particularmente concordo. Por volta deste ano, vários músicos e bandas encerraram a carreira e tivemos o boom do “louvor e adoração”, tendo o Diante do Trono como seu maior expoente com o álbum Exaltado. Por outro lado, outras pessoas afirmam que o movimento não morreu na década de 90, mas tomou outras ramificações e adaptações ao contexto.
Nas próximas semanas, a Rocklogia apresentará a segunda geração das bandas de rock trazidas pelo movimento gospel.
Quando criança, era muito levado pelos meus pais a várias religiões diferentes. A primeira que conheci foi o espiritismo. Ainda muito cedo, lembro parcamente de algumas coisas. Logo mais, me apresentaram os Testemunhas de Jeová, a qual tive longos meses estudando com um jovem que falava de Deus e da Bíblia conforme os princípios deles. Após, passei uma temporada na igreja católica, até que com 12 para 13 anos, me converti na igreja evangélica. Minha conversão foi na Igreja do Evangelho Quadrangular do Xavier Maia, mas, tive uma aceitação maior com Deus, na igreja do mesmo ministério, só que no bairro Chico Mendes com o Pastor Cléu (não tenho certeza se o nome dele é assim, faz tanto tempo). Meu relacionamento com Deus sempre foi um fogo de palha, até iniciarem minhas primeiras leituras diárias da bíblia. Sempre soube que Ele tinha (tem) algo tremendo para a minha vida. Diferente de todas as crianças, meu isolamento incomodava meus familiares, por gostar de coisas que crianças da minha idade não gostavam: ler livros e escrever, por exemplo. Com mais ou menos 14 anos, fui pra zona rural e me vinculei a Assembleia de Deus Ministério Madureira, mas antes disso, passei uma pequena temporada assistindo os cultos da Igreja Presbiteriana. Resolvi falar um pouco da minha experiência com Deus para que o caro leitor entenda um pouco da minha trajetória, até aqui. Na zona rural iniciei recebendo as primeiras oportunidades para ler uma palavra e explica-la. Cara, isso já era demais pra mim. Meu talento com a oratória deu-se um pouco distante da igreja. Sempre fui muito vidrado em programas de TV e em como as pessoas conversavam. Até hoje tenho um cômica mania de parar e admirar uma conversa entre duas senhoras. Encantante!
Depois de um ano e alguns meses, voltei a zona urbana de Rio Branco e migrei na Igreja Evangélica Pentecostal Deus é a Verdade. Ali foi onde aprendi 1/3 do que sei hoje sobre o cristianismo. Minha vocação e chamado desenvolveu-se a partir daquele momento. Não falo isso pra me gloriar, até porque as obras não nos justifica, mas ajudei a levantar um rebanho juntamente com a pastora do ministério, já que até então os cultos eram realizados na varanda de sua casa, e eu, um simples operador de som e de vez enquanto abria o culto e dava uma palavra. Quão prazeroso foi fazer a obra de Deus naquele lugar. Pertinho de onde me converti! Nesse período já havia composto minha primeira canção chamada “Deus” que logo depois foi mudada o título para “Cuida de Mim”, até que foi esquecida e abandonada.
Passei uma curta temporada como líder de jovens, até mais tarde ser separado a diácono – que responsabilidade. Nesse período comecei a pregar em cultos considerados grandes. Vivi uma fase em que a onda de pregadores mirins era moda nas igrejas pentecostais. Quando entendi isto, resolvi recusar alguns convites pra ministrar. Passei também um ano dirigindo e apresentando um programa numa Rádio Comunitária chamada Gameleira FM com o encargo nominal de “Atitude Jovem”. Nessa época recebi uma considerável aceitação da juventude, mas logo não deu de manter-me lá, e juntamente com minha equipe, saímos.
Bah! Calme, não sou gaúcho, mas amo a expressão “bah!”, e é tanto que vou fazer de novo: Bah! Hoje quero brindar minha trajetória de vida como um mero servo de Cristo e lhe convidar a também contar um pouco de sua história. Deixo meu e-mail ao caro leitor e um brinde á Cristo!
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