Lembro bem que ouvia “Only Hope” pela primeira vez interpretada pelo Switchfoot. E tomei um baita susto mesclado com uma alegria enorme em saber que era composição do Jon Foreman. Um motivo a mais para ser fã do artista!
Demorei um pouco pra dormir, antes, ainda fui até ao meu amigo pegar uns currículos e um boleto de um produto que comprei pela internet. Essa mesma bem-dita internet que você está lendo este post. Ah, e sobre a composição do Jon de “Only Hope”, talvez não devesse confiar no letras.com, mas isso não interessa agora, ainda vejo Switchfoot como uma das melhores bandas de rock do Século XXI (poden me julgar).
Lembro também de ter tentado compor uma canção usando alguns comparativos com o filme “As Crônicas de Nárnia”, mas não deu certo. Há não muito tempo venho usando a teoria do Lucas Silveira que “a música está todo tempo no ar, conspirando, e, o que nos faz ser compositor é a habilidade de captar cada detalhe e transformar em arte”. Eu, que nunca fui adepto da atmosfera enquanto escrevo, passei a me policiar a cada texto que ouso passar para o papel.
Não posso me esquecer também do finalzinho do debate presidencial que assisti na TV. Pequenas ideias partilhadas e ataques, um em cima do outro. E sabe o que é mais profundo? Fazendo do meu controle remoto um botão de controle de PS3, encontrei um letrado no Canal Viva que dizia “Um Amor Para Recordar“. Bah! Seria minha oportunidade de assistir o filme pela primera vez, e após saber que a música-tema do filme era do compositor que mais admiro depois do Guilherme de Sá e Humberto Gessinger, mas infelizmente, o que passava na TV não coincidia com o letrado. Pequena decepção!
E vale lembrar também que a música não tem nada a ver com o que a massa pensa: não é uma canção apaixonante de homem para uma mulher, mas sim, uma melodia harmônica romântica dos homens a Deus! Incrivelmente lindo! Talvez se o admirável Rodolfo Abrantes estivesse ao meu lado, diria que estava idolatrando Jon Foreman. Por partes concordaria com ele, lembrando bem que o que chamam de idolatria tem duas partes (pensem).
O que falar da teoria de Sócrates sobre responder uma pergunta com outra pergunta? “Jhonata, você nunca assistiu o filme e acha a trilha sonora o máximo?” Respondo: “Querido(a) como foi assistir o filme e conciliar a música com o que você assistia?”. Sócrates explicava (quase) tudo. O Apóstolo Paulo me alertaria bem que tudo o que vejo, ouço, sinto não é o que o Celeste tem pra mim. É tudo inimaginável! Divinamente lindo!
Observe bem que nem citei a versão do filme, cantada por uma linda cantora que nem sei o nome. Ta bom, você vai dizer que era pra eu ter feito uma pesquisa no Google, mas o meu amigo Gessinger já me falou um pouco do que é natural na escrita. Estou escrevendo sobre a música, não estou fazendo uma pesquisa sobre a mesma. E para não ficar mais chato do que está este texto, vou pôr o “the end” sem pretensões de “fim”, acrescentando o brinde de hoje: brindamos uma noite qualquer (nostalgia do blog do Stecanella) , uma música de reflexão e a beleza dos detalhes! Um brinde à “Only Hope”.

Deixe um comentário