Quanta contradição em um título hein! Mas calma, não é o que você pensa. “Mentira de Mentira” é uma música – muito boa por sinal – da banda católica Beatrix . Eles, assim como muitos do novo movimento da música cristã, tentam fugir da linha música católica e fazem um som bem bacana para todos os públicos. Isso começou com o Rosa de Saron no álbum Depois do Inverno de 2002 que marca a entrada do Guilherme de Sá nos vocais da banda, e segue com a banda The Flanders que por coincidência é liderada pelo Tchelão, ex-vocalista do Rosa.
A banda Beatrix tem como trabalho mais recente o disco Lugar Comum, lançado em 2011, com a Lize passando para o vocal após a saída da Aura Liris da banda. “Mentira de Mentira” é um dos singles do disco, que caracteristicamente tem uma roupagem pesada com uma pequena referência dos Ramones. E cara, este disco por completo é muito bom! Acredito que ele me passa uma ideia de revolução a cada riff de guitarra ou sílaba gritada da linda vocalista. A música é meio que um protesto ao pensamento de quem pensa muito em curtir-a-vida/aproveitar-a-juventude. “Se o mundo acabar em festa, todo mundo mentindo a beça, não quero estar desse lado” é o que diz o refrão que embala toda a canção em um ritmo dançante e envolvente.
Quantas e quantas vezes já não fomos guiados pelo imediatismo? Pela tendência de querer ser o popular e, mesmo isso custando nosso real sentimento, dizemos que queremos, quando na verdade só queremos é ser visto. A verdade da vez é reconhecer que não precisamos mentir para sermos amados ou vistos. Precisamos de uma liberdade interior que nos levará a ter plena consciência do que é bom e ruim para nós. “Mentira de Mentira” passa essa ideia plausível para o ouvinte: os que estão daquele lado podem até serem vistos e admirados, mas são mentirosos e os mentirosos não verão a glória de Deus! Assista ao clipe:
Era 1991. Nova década, novo ano, que previa fortes mudanças no Rebanhão. Completavam-se dez anos desde o lançamento do primeiro álbum. Apesar disso, todos os três integrantes ainda eram jovens, com idade próxima dos 27 aos 30 anos. Pedro Braconnot já possuía atividades fora da banda, produzindo álbuns. Atuou como tecladista em obras do Guilherme Kerr e Altos Louvores, e neste mesmo ano produziu os álbuns de estreia de João Alexandre, Sérgio Lopes e Cristina Mel – aliás, foi com a ajuda de Braconnot na produção de seus discos que Cristina se tornou uma das maiores vozes da música cristã no Brasil.
Carlinhos Felix, aos poucos tinha o seu nome conhecido fora da banda. De um guitarrista simplório de base nos anos 80, tornou-se uma das vozes masculinas mais conhecidas da década de 90 no meio cristão. Paulo Marotta, por sua vez não fazia claramente nada fora da banda, e assim como os demais era formado em engenharia.
Naquele mesmo ano, Felix compartilha com os demais o desejo de gravar um projeto a solo, o que foi aceito com tranquilidade. A princípio, não era uma despedida da banda, mas apenas a realização de um sonho antigo. Coisas da Vida foi gravado em março daquele ano, e Pedro Braconnot atuou como tecladista da obra. Na ficha técnica, participações de músicos consagrados, como Paulinho Guitarra. Bem pop rock, a maioria das composições são autorais, à exceção de “Pescador” (Luciano Dewey, o tecladista da Sinal Verde), “Coisas da Vida” (Ed Wilson e Hilário) e “Senhor do Universo” (Lucas Ribeiro), esta última também gravada por Fernanda Brum anos depois. O álbum foi lançado em julho pela gravadora Continental, anos depois relançado em CD pela WEA (Warner Music Brasil). É o melhor álbum de sua carreira, em minha opinião.
Além do álbum solo de Carlinhos Felix, faziam dois anos que o último trabalho do grupo tinha lançado, Princípio. A banda, de certa forma tinha que superar o sucesso do último projeto. Fernando Augusto, o baterista havia saído do grupo em 1990. Sobravam Pedro, Paulo e Carlinhos, todos membros do Rebanhão desde o seu início. Mesmo com a formação reduzida, não havia dúvidas de que sairia um disco genuíno do grupo.
Na primavera de 91, Pé na Estrada foi gravado, no Mega Studio, um espaço de gravação localizado no Rio de Janeiro. Era o sétimo trabalho do Rebanhão (incluindo o Janires e Amigos), e sonoramente alcança o ápice técnico da banda. Com a participação de Sérgio Batera na bateria e percussão, no qual particularmente acho o melhor baterista que já passou pela banda, o trio Marotta/Braconnot/Felix apresenta canções mais rock do que os álbuns anteriores. Pedro mostra grande êxito nos sintetizadores, enquanto a guitarra de Carlinhos definitivamente centra-se nas canções, de forma interessante. “Elo Perdido”, de Braconnot ouso dizer que é a melhor música da banda pós-Janires. A reflexão contida nesta canção, apesar de ser extremamente complexa é uma realidade presente até nos dias de hoje (leia o Para refletir sobre Elo Perdido) e seu arranjo é, sem dúvida um dos mais criativos. Paulo Marotta aparece novamente como compositor, assinando e cantando a faixa-título. Aliás, o projeto gráfico deste álbum é o mais bem feito do Rebanhão. Foi o único álbum da banda lançado pela Gospel Records que não recebeu uma versão remasterizada em CD, o que de certa forma é estranho. Mas algumas canções, posteriormente foram lançadas em uma coletânea e na versão em CD do álbum seguinte (bem que o Rebanhão podia remasterizar todos os seus álbuns e fazer um lançamento digital).
Carlinhos Felix também é o compositor de “Existe um Lugar”, “Tempo pra Tudo” e “Pedaço do Céu”, interpreta “Salvador” (Lucas Ribeiro), e o hard rock de “Criação” (Elmar Gueiros). Pedro Braconnot também canta “Fé”, que possui uma atmosfera fortemente experimental e “Ovelha Ferida”. Contudo, “Nzile Nzulu” (autor desconhecido) fecha o álbum catastroficamente. Parece até que foi uma canção para o álbum não ficar com menos de dez faixas.
Segundo Carlinhos Felix, com o lançamento de seu álbum solo, este foi recebendo naturalmente agendas separadas, que culminou sua saída da banda. A formação clássica encerrava-se ali. Ainda, Pedro Braconnot e Paulo Marotta continuaram juntos por mais um ano, mas Paulo sai da banda. O motivo foi exposto numa entrevista anos depois numa revista da Mocidade para Cristo (MPC).
Saí por causa de um conflito vocacional íntimo: descobri que estava valorizando mais o trabalho que o próprio Jesus. Abri mão da fama e do prestígio que normalmente acompanham quem se torna muito conhecido porque isso estava atrapalhando meu relacionamento com Jesus. Eu trabalhava demais, e não tinha tempo para Ele, nem para minha esposa, nem para mim mesmo. A obra havia se tornado mais importante que o Senhor da obra. Assim, após 12 anos, deixei o Rebanhão, mudei-me com minha esposa para BH a fim de reestruturar nossas vidas.
Talvez seria exagero afirmar que o Rebanhão morreu aqui. Mas, o que surgiu depois foram resquícios do que o grupo foi um dia. Braconnot apresentou boas canções, mas soa bem mais como uma carreira solo, do que uma banda.
Existem sentidos que nos confundem. E outros sentimentos nos fazem ser menores, ou por um instante, loucos. Na época do Distrito92, eu me sentia além de vocalista e compositor, o frontman, e isso não me agradava, pois a sensação que tinha era que a banda era só eu – a banda de um homem só. Trabalhar com banda é ótimo, não me imagino um artista solo, mesmo tendo meu trabalho musical sozinho. Acredito que há uma magia na imagem de 4 ou 5 caras em um palco, todos em sintonia, carregando um nome de um fruto sonhado e acreditado!
Sozinho eu consigo mostrar o que sou realmente, sem se preocupar com o formato da banda com os eminentes pensamentos: “será que o guitarrista vai gostar disso?”, “acho que vai ficar puxado demais para o baixista!”, “não sei se o baterista vai gostar de entrar só aqui”. Enfim, são questões exigentes numa composição de grupo. Quando Renato Russo saiu do Aborto Elétrico e foi se dedicar ao ‘Trovador Solitário’ (projeto onde ele interpretava suas composições apenas com um violão meio desafinado), houve uma certa resistência por parte do público que, em sua maioria eram punks. Mas o que ninguém contava era que o mesmo ‘Trovador Solitário’, iria liderar uma banda [Legião Urbana] que moveria uma geração que tiraria um presidente do Governo. Mas isso deve ser algo complexo demais de se pensar: o mais fácil é compor e gravar você cantando suas músicas e posta-las no YouTube, assim, muitas pessoas irão ver. Pois é, aí identificamos o problema: não basta ser visto por pessoas, é preciso ‘tocar pessoas’. Isso é o difícil. Fazer com que alguém ouça sua música e sinta vontade de compartilhar com mais e mais amigos, e que a mesma cause um efeito vivencial em suas vidas. Essa é a questão: fazer a diferença!
Talvez seja até um discurso hipócrita este meu, porque quando estou compondo, não penso no cara que vai ouvir – até admiro os compositores que pensam -, pois pensando assim, me limito a muitas coisas. Limito um sentimento, e isso é muito perigoso para quem escreve. Tenho grandes expectativas e fé de que conseguirei gravar meu primeiro EP no segundo semestre de 2015. Tenho sonhado isto. No início do próximo ano já começo a cantar as músicas deste trabalho nos eventos que iramos tocar. Mas aí são muitos projetos ma cabeça, e ser humano não basta. “Preciso virar uma máquina e fazer tudo isso funcionar”. Será? E os planos de Deus? E o que Deus quer pra mim, não conta? Pois bem, realmente é necessário parar e pensar, e orar, pedir direção do Pai para que essa ânsia do melhor ou pior não seja um bola de vaidades e corrompa meu coração. E entre Banda ou carreira solo, fico com uma banda muito massa: Deus nos vocais e liderança, Jesus Cristo na guitarra e comandando o som, o Espírito Santo na bateria e me dando total apoio, e eu simplesmente no contra baixo e fazendo alguns back vocal. Um brinde a nós!
Enfeitamos aquela coroa. Colorimos o seu corpo com marcas, riscos vermelhos. Toda a nossa arte sem criatividade, sem cores, apenas uma confusão de ideias, objetos, uma arte mais que abstrata, a manifestação do vazio, a tinta sem cor, como um ácido sendo despojado sobre os ombros do grande pintor.
A cada palavra mal proferida, cada ação desprovida de amor, como um pincel pintando uma folha branca, um chicote cortando a pele do crucificado. Nós, artistas destinados a eterna agonia de não saber o que criar, através de uma obra mais que perfeita, somos ligados a grande origem de toda nossa inteligência e o motivo de nossas composições. Temos através da pintura que fez os céus se fecharem, uma razão para compor, porque dEle e por Ele são feitas todas as coisas.
A arte não mora nos objetos, na tinta, no quadro, mas na criatividade, a qual os artistas perderam, bloqueados pelo próprios olhos. E sem um porém, se vêem nas esquinas, nas calçadas da fama, vendendo sua arte forçada, descontentes com a própria produção. A criatividade, a profundidade permanece oculta nos olhos de quem acha que do mundo visível sairá algo novo, mas perdido no engano que dura desde o princípio da arte sem arte, não percebe que apenas está transformando apenas mais um pouco de tinta em busca de mais um pouco de dinheiro.Mas desde o início, o Grande Criador já planejava uma maior pintura para nos trazer ao lugar de origem. Para o lugar onde somos felizes porque sabemos quem está nos dando razões de criar, onde o improviso mais belo acontece a cada dia, para onde a espiritualidade reina.
E toda aquela pintura negra que se fez no alto do monte, quando o céu se abalou, que a escuridão parecia tomar conta de toda a terra, era apenas o princípio da criatividade sem limites. Pois depois de três dias, o não mais único criativo pintor ressuscitava, e com Ele, uma geração de artistas começava.
Pois na verdade, somos uma pintura sendo transformada em pintores.
Enquanto praticamente todas as bandas de rock cristão até aquele momento serem oriundas do eixo SP-Rio, a situação mudaria na década seguinte. E o primeiro grupo de relevância que mudaria este paradigma era o Livre Arbítrio. Da capital federal, Brasília a banda surgiria desde 1989 para se juntar aos representantes do novo movimento gospel.
Inicialmente, o grupo chamava-se Salvo Conduto. A mudança de nome veio no fim da década. Nos anos 90, o grupo produziu seu primeiro álbum, intitulado Corsário do Rei. O título obteve alta repercussão pela distribuição da gravadora Gospel Records, e a canção “Corsário” se tornou o grande hit da banda.
Nos anos seguintes, o grupo lançou mais álbuns, como Liberdade de Expressão, Acústico e Volta, este último em meados de 2005. Durante alguns anos permaneceu em hiato.
Se tem uma artista gospel da qual eu realmente gosto do estilo, essa pessoa é Ana Paula Valadão. E se tem uma palavra que define o estilo da cantora e Pastora mineira, essa palavra é Feminilidade.
Dona de um visual com forte influência do estilo lady like, Ana Paula rodou, rodou e rodou até, finalmente, acertar de vez a mão na aparência.
Até pouco tempo atrás, Ana tinha um estilo bastante indefinido e que a valorizava pouco visualmente. As combinações de vestido+legging+bolero, ou bata ampla+jeans, ou terninho desajustado eram comuns nas produções da cantora. Mas tudo mudou e o fato é que hoje, aos 38 anos, Ana Paula está em seu melhor momento, no que diz respeito à beleza.
Florais, rendas, tons pasteis, aplicações e muitos vestidos são as principais características do estilo da cantora.
T-Shirt Chic
Quem disse que camiseta é roupa para ficar desarrumada? Com o grande número de congressos que a líder do Diante do Trono participa, Ana Paula nos deu uma bela ideia de refinar a utilização de camisetas. A principal estratégia da cantora apostar na sobreposição, combinando a T-shirt com um paletó ou cardigan. Para dar um up, nada melhor do que se jogar no brilho. Outra ótima jogada que a cantora usa para glamurizar a camiseta é a dupla sobreposição onde, além do paletó, ela coloca uma blusa mais comprida com brilho ou renda, para aparecer abaixo da barra da T-shirt. Essa técnica virou moda entre as admiradoras da cantora.
Saia Longa
Um item que é presença frequente nos looks de Ana Paula é a saia longa. Baixinha, Ana aposta no modelo combinado com salto alto e cintura marcada, o que dá a impressão de alongamento do corpo. Da parceria de longa data com a grife mineira Patrícia Motta, a cantora trás saias de couro trabalhado, material carro chefe da marca. Quando a saia tem um visual mais pesado, Ana aposta em blusas de tecidos leves e fluidos, fazendo sempre um contraste de texturas dos tecidos.
Vestidos Longos
Um passeio ao mundo floral, esta é a definição dos vestidos preferidos de Ana Paula. A cantora sempre usou estampas florais, mas agora elas estão mais românticas, sofisticadas e nada hipongas. Sempre com cintura marcada, esses vestidos são a grande prova da evolução e refinamento do antigo estilo de Ana Paula. Olhando esse primeiro vestido maravilhoso, com estampa flores, corações e versos, mal dá para lembrar da Ana com vestidinho curto rodado, legging e bolero. Uma evolução e tanto, dentro do próprio estilo da cantora.
Rendas Mania
Se as palavras de ordem no estilo de Ana Paula Valadão são feminilidade e romantismo, nada personifica melhor essa definição do que a renda. Seja em detalhas, em peças inteiras, sintéticas ou artesanais, Ana usa e abusa do material, o que lhe confere um visual etéreo. Delicadeza define.
Couro Romântico
Fora do circuito de eventos femininos, Ana Paula por vezes aposta em um visual um pouco mais pesado, com muito preto, couro e brilho. Mesmo quando faz isso, a cantora ainda se mantém absolutamente dentro de seus estilo, e transforma o que seria fundamentalmente rocker em um visual romântico e feminino, mas com atitude mais forte. Para suavizar o visual, a cantora opta por peças delicadas, como a blusa com gola de boneca ou os detalhem em renda com paetês. Um charme!
E então, meninas? Vocês também curtem o estilo da Ana Paula?
Durante a época das eleições deste ano, boatos se espalharam na internet sobre uma possível “profetada” da Ana Paula Valadão sobre a candidatura da Marina. Nas palavras da profecia:
“Envie teu povo para toda parte desta sociedade e nós ousadamente declaramos que iremos sim para aquela área mais temida das trevas para que a nossa invasão venha mudar a história. Nós estamos indo Satanás para a política brasileira e as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja do Senhor. Sai, vai pra fora Igreja, vai para os lugares mais escuros enviar a tua luz, é chegada a tua hora, é chegada a hora da igreja.”
Muitos afirmam que essa profecia se dirigia a possível vitória de Marina Silva. Nesse cenário, surgiram críticos, a maior parte da linha reformada, postando críticas contra Ana Paula, enquanto os defensores da Ana afirmam que a profecia se dirigia a área política, não a um candidato em si.
Ana Paula já é bastante conhecida por transmitir profecias de grande impacto no Brasil, e é bastante criticada por isso. No último contexto eleitoral, essa profecia da invasão da igreja na política brasileira ganhou ainda mais repercussão.
Analisando as frases da cantora e pastora, não há realmente uma clara referência à candidata pessebista. As frases proferidas por Ana são muito vagas para se dirigir a um candidato em si. Mas de acordo com os críticos de plantão, a profecia é claramente dirigida à Marina Silva pelos seguintes fatos:
Ana Paula era abertamente adepta da Marina. Há um vídeo dela orando pela concorrente do PSB na Conferência Livres;
Após o prenúncio da Ana Paula, o vídeo foi usado na campanha eleitoral de Marina;
Outras profecias haviam sido preditas em apoio à candidata Marina. Valnice Milhomens na eleição de 2010 profetizou a vitória da candidata, o pastor André Salles profetizou também nas eleições atuais a vitória de Marina em uma entrevista a revista Época. André Valadão afirmou em seu Facebook que Marina é resposta de oração, não objetivando sua vitória certa, mas que ela será a melhor opção para o Brasil nas eleições;
Para esclarecer tudo, Ana Paula publicou um vídeo de sua oração com um texto por nome de “De baixo pra cima e de cima pra baixo” para se defender das acusações sobre a possível “profetada”. Em suas palavras, “Faço questão de divulgá-lo ainda mais, pois nele oro e declaro o avanço da Igreja em todas as esferas da sociedade, e também na política. Mas quem o assiste vê que NÃO PROFETIZEI QUE MARINA GANHARIA.”, ela afirma que a profecia não se dirigia à Marina, mas sim a invasão da igreja na esfera política.
Sendo assim, independentemente da validade das críticas, a culpa ou a inocência de Ana Paula Valadão, temos que ter cuidado com a veracidade do que compartilhamos, e principalmente realizarmos a análise de todas as profecias humanas como diz em I Tes. 5:20-21. Caso contrário, boatos, críticas e confusões acerca destes assuntos se tornam situações bastante prejudiciais para nós, como cristãos.
Entrevista de André Salles à revista Época: http://epoca.globo.com/tempo/eleicoes/noticia/2014/09/deus-me-revelou-que-marina-sera-proxima-presidente-afirma-o-bpastor-que-converteub-candidata.html
Dentro do grupo das 5 bandas que mais influenciaram o rock cristão nacional nos anos 90 (Katsbarnea, Oficina G3, Resgate, Fruto Sagrado e Catedral) o Resgate é a mais nova. Fundada em 1989 numa igreja batista, os membros não eram grandes músicos, mas dividiam o apreço por rock. Zé Bruno, por exemplo era muito fã de Iron Maiden, e queria fazer parte de uma banda de metal. Era amigo de outro guitarrista chamado Hamilton Gomes, mas se sentia incapaz de tocar metal. Junto ao baixista Marcelo e seu irmão Jorge Bruno, surgiu o Resgate. Para piorar a situação, a igreja na qual eram membros era contra o rock.
Foi nesta época que ouviram falar da Renascer em Cristo. O Katsbarnea tinha lançado um demo em 1988, e em 1990 gravavam o segundo álbum. Naquele local, sentiam-se livres para evangelizar através do rock. Antes de ingressarem na Renascer, tinham lançado de forma independente o LP Jesus, Vida e Rock’n roll, lançado num show ao vivo do Rebanhão, no qual fizeram a abertura. A tensão era muito grande. O grupo ensaiou durante três meses as poucas músicas que tocariam, mas era tudo ou nada. Para a sorte deles, deu certo. Jesus, Vida e Rock’n roll foi relançado pela Gospel Records, e também algumas músicas no Novos Rumos. Os hits do álbum foram as músicas “Rock da Vovó” e “Ele Vem”. “Paralelo” tem uma ótima letra.
Novos Rumos incluiu mais canções que logo estariam dentre os maiores hits do grupo, como “Daniel” e “Todo Som”. “Florzinha” dá indício que é do humor que o grupo vive também, mas temas sérios são abordados em “Novos Rumos” e “Consciência”, como o individualismo humano. O Resgate não era o suprassumo da competência musical, mas era um grupo promissor. Os anos provaram isso.
Talvez você seja do tipo de pessoa que prefere mil vezes ficar sem comer mas não abre mão de postar nem que seja um “Oi” no Facebook. O post de hoje serve para você, ou, no mínimo foi feito pensado em você.
A tecnologia de fato nos proporciona uma infinita facilidade e ferramentas muito boas de divulgação. Mas como tudo demais é vaidade e faz [muito] mal, o uso excessivo das redes sociais também nos afeta. Diariamente percebo várias pessoas postando desesperadamente coisas sem sentido ou frase clichês, simplesmente para se promover e ganhar a tão singela “fama” que a internet oferece. Infelizmente isto ocorre também com um boa parte de cristãos desocupados. Lembro que há não muito tempo, uma moça me disse que estava orando com outro cara de uma outra cidade para namorarem. Confesso que aquilo me causou um enorme incômodo e questionei a mim mesmo: “O que a minha geração está fazendo?“. E não é essa a pergunta que o Facebook te faz? E no quê você está pensando? Criticar, se expor sexualmente, expor ideias, mostrar sua arte são principais coisas que os usuários da rede social costumam fazer atualmente. E, com o período eleitoral, os debates de um contra o outro em prol de sabe Deus quem, tem aumentado constantemente as ondas infindáveis de postagens no Facebook. Mas eis uma pergunta que fiz pra mim mesmo e respondi com um lírico “NÃO!” e quero fazer á você: “É NECESSÁRIO POSTAR TODOS OS DIAS NO FACEBOOK SÓ PARA DIZER QUE ESTÁ ALI?”
Tenho me policiado em relação ao tempo que passo nas redes sociais pois, percebo que isto toma todo o tempo que deveria ser destinado á pregação do evangelho, leitura da bíblia ou oração diária. Para os não-crentes, o tempo-livre pode ser destinado a leitura, passeio e/ou uma atividade esportiva. Fico drástico e não consigo entender quando vejo algumas publicações apenas com “Oi”, “Boa Tarde” e “Me curte que eu te curto”. Incrível como não saudamos um estranho na rua com um “Oi”, e nas redes sociais damos “Oi” ao mundo. Não costumamos desejar boa tarde nem para os nossos pais, mas não conseguimos passar uma tarde sem deixar nossas felicitações no Facebook. O que a nossa geração “móvel” ganha com tudo isso? Entenda que a cada postagem no Facebook, todos os seus dados ficam armazenados em um registro na empresa Facebook nos Estados Unidos. Desde o seu nome até a sua mais restrita personalidade, milhares de outras pessoas sabem e são capazes de te identificar sem muito esforços.
Não quero ser radical, mas me sinto na necessidade de alertar ou melhor, transmitir esta mensagem para a juventude atual rever seus conceitos. E aqui deixo 3 dicas básicas para desviciar o hábito incontrolável de postar no facebook.
DESINSTALE O APLICATIVO DO SEU CELULAR: Se você costuma visualizar seu perfil pelo celular, sugiro que desinstale e der um tempo a si mesmo para abandonar o vício. Certo, que existem pessoas que precisam severamente usar a rede social, porém aconselho que procure entrar por outro aparelho, que não seja o seu. Isto vai ajudar a controlar o seu tempo online.
OCUPE SEU TEMPO COM OUTRAS ATIVIDADES: Talvez esta seja uma dica meio patética para quem é extremamente compulsivo. Mas sei que assim como eu, você tem vários amigos na vida real. Convide-os para um passeio sem o uso do celular, e lá você aproveita e atualiza todos as suas conversas com os seus amigos frente a frente. Caso você goste de ler, se dedique inteiramente a leitura do livro, faça uma viagem, assista a uma série, saia para eventos saudáveis.
REDUZA O NÚMERO DE SUAS POSTAGENS POSTANDO SOMENTE O NECESSÁRIO: Se você costumava postar e compartilhar 20 atualizações por dia, reduza este número para 10, depois a 5, até com que este número seja controlado e o Facebook não roube mais sua vida.
Enfim, este post foi simples, pois, poderia levantar milhões de dados importantes sobre o assunto, mas resolvi habituar à minha realidade, de acordo com aquilo que vejo. Caso se interesse mais pelo assunto, entre em contato comigo ou deixe seu comentário. Deus o abençoe. Felizes com a nossa desativação do mundo virtual e um brinde à vida!
Eu admito que tenho hábitos introspectivos. E com todas as minhas meditações (vãs ou não), pus-me a pensar em algo impensável: eternidade. Contraditório ou não, pelo menos eu tentei. É claro que a situação de se imaginar algo que não se imagina é a mesma coisa que um peixe tentar pensar fora d’água.
Mas refletindo sobre o conceito de se pensar em algo que não faz parte de meus pensamentos, percebi uma coisa: só imaginamos ou criamos uma nova realidade a partir do que vemos, vivemos ou do que já existe. Ou seja, eu, um grande iludido a tentar criar, compor e escrever algo, percebi que não criava nada, mas apenas misturava símbolos, coisas, formando uma novo ser. Oh, que grande ilusão de um pequeno aspirante a criador!
Aí, percebemos a realidade do enunciado de Antoine Lavoisier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Desculpem-me os escritores, artistas da vida, mas vocês não criam nada, apenas transformam. E eu que achava que escrevia músicas, apenas misturava notas musicais, harmonias, ritmo, e formava uma canção que não é nada criativa, mas bem transformada. Não há nada novo no mundo.
Voltando ao assunto que eu estava falando, tentei pensar na eternidade. Em meus raciocínios refleti: o Ser Eterno, por ser eterno que é antônimo de temporal, não poderia ser uma contagem infinita, pois isso continua sendo temporal, mas num tempo infinito e além de ter que ter um início, o Ser que é maior que tudo não poderia ter tamanho, pois tamanho indica possibilidade de ser medido e compreendido e, além disso, propõe que Ele tenha um espaço e volume e, se Ele tem um espaço e volume, já não pode estar em todos os lugares, ou seja, Ele é inimaginável, incompreensível, não pode ser medido, não vive pelo tempo, e já que não vou conseguir parar de descrevê-Lo, vou resumir a isso: Eterno.
Assim, Ele é o único que sabe criar e criou tudo isso que a gente sabe transformar. E eu, mais uma das milionésimas criações dEle, persisto a cada dia em conhecê-Lo (não compreendê-lo, pois não consigo), como um peixinho, melhor, um salmão nadando contra correnteza do mundo de volta ao lugar de onde eu vim, até ser transformado num ser que vive fora da água.
É claro que uma ilustração temporal ainda não conseguiria ainda definir um Ser Eterno. Então é melhor ficar com esse versículo aqui:
“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2:9
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