Autor: Equipe O Propagador

  • Oficina G3 – discografia e obra

    Surgida em São Paulo no fim da década de 80, a Oficina G3 é uma das bandas de rock cristão mais conceituadas. Com quase 30 anos de estrada, a banda é lembrada principalmente por seus integrantes de longa data, Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos.


    Guia discográfico

    Ao Vivo (Gospel Records/1990): Ainda em busca da identidade, a Oficina G3 parece se sustentar nas composições de Túlio Regis, mas são os vocais de Luciano Manga que realmente causam atração. (Nota: [usr 3])

    Nada é Tão Novo, Nada é Tão Velho (Gospel Records/1993): Sem Túlio Regis, a Oficina G3 parece se reinventar nas mãos de seu integrante mais notável, Juninho Afram, que juntamente à Luciano Manga dão um ar de originalidade nas interpretações. O hard rock simples, mas característico faz o álbum, em sua maior parte valer a pena. (Nota: [usr 3.5])

    Indiferença (Gospel Records/1996): O produtor Paulo Anhaia, juntamente aos novos integrantes Duca Tambasco e Jean Carllos solidificam a identidade do Oficina G3, reforçando sua proficiência no hard rock contido no álbum anterior. Mas vai além disso: composto por elementos do rock progressivo, pop rock, heavy metal e até mesmo baladas acústicas e instrumentais, é impossível ter alguma faixa como ruim, ainda considerando que Luciano Manga dá uma vitalidade as músicas que nenhum vocalista posterior conseguiria. (Nota: [usr 5])

    Acústico (Gospel Records/1998): Apesar de desconfortável nas antigas músicas de Manga, PG mostra seu potencial através das inéditas, como “Autor da Vida” (de sua autoria) e, principalmente à melancólica “Quem?”. Os arranjos de cordas vieram bem a calhar, mas o disco ainda peca pelas versões das canções antigas. (Nota: [usr 3.5])

    Acústico ao vivo (Gospel Records/1999): Extraindo os pontos positivos do último álbum e acrescentando novas versões, Acústico ao vivo fecha muito bem a década de 90 para o grupo, mostrando que de uma banda underground do hard rock, a Oficina G3 poderia se converter para um ícone do rock cristão mainstream sem se forçar. (Nota: [usr 4.5])

    O Tempo (MK Music/2000): Mais pop, a Oficina G3 desta vez prefere criar um som mais estável, mas sem perder a sua qualidade. Obviamente odiado por seus fãs mais extremistas, mas de inegável importância, O Tempo é um disco que consegue equilibrar com louvor aspectos geralmente antagônicos em álbuns: qualidade musical, letras atraentes e um som comercial. (Nota: [usr 4.5])

    The Best of Oficina G3 (Gospel Records/2001): Como o título define, The Best of Oficina G3 é um excelente Greatest Hits do grupo, abrangendo todas as músicas de destaque em todos os álbuns da Oficina G3 lançados pela Gospel Records. (Nota: [usr 5])

    Platinum (Gospel Records/2001): Ao considerar que uma coletânea de maiores sucessos estava recentemente lançada, e não há diferenças significativas no repertório, não existe nenhuma necessidade em ter sido lançado Platinum. (Nota: [usr 1])

    O Tempo [vídeo] (MK Music/2002): Seguindo a tendência de sua versão em estúdio, O Tempo ao vivo dá base para toda a proposta musical feita fora dos palcos. O que realmente incomoda é a tentativa forçada do vocalista PG em soar como uma espécie de Bono Vox. Lembrado também pela performance ao vivo de “Glória” por Juninho Afram, é o registro de despedida do baterista Walter. (Nota: [usr 3])

    Humanos (MK Music/2002): Pior trabalho da Oficina G3, é tão confuso quanto os próprios seres humanos. De faixas de peso influenciadas pelo new metal como “Onde está?” e “Apostasia”, o álbum flerta com baladas extremamente cansativas e desgastantes, embora “Te Escolhi” seja perfeitamente padronizada para as rádios, o que justifica seu sucesso. (Nota: [usr 2])

    Além do que os Olhos Podem Ver (MK Music/2005): É o reflexo que, acima de quaisquer outros que passaram pelo grupo, o Oficina G3 sobreviveria muito bem somente com Juninho, Duca e Jean. O trio, que assina quase todas as músicas juntos demonstram maturidade musical e um repertório imprevisível, fortemente influenciado pelo metal progressivo. Com a participação de Déio Tambasco, Lufe e Marcão (ex-vocal do Fruto Sagrado), é a prova que a saída de PG não causou falta alguma. (Nota: [usr 4.5])

    MK CD Ouro: as 10 mais do Oficina G3 (MK Music/2006): Destacar que são as dez melhores do Oficina G3 e ter “Sempre Mais” no repertório é simplesmente uma gozação. Com apenas uma faixa de Além do que os Olhos Podem Ver, o álbum mescla músicas que realmente são bons sucessos, como “O Tempo” e “Ele se Foi”, mas se esquece de faixas grandiosas, como “Lugar Melhor”, “Até quando?” e até mesmo “Apostasia”. (Nota: [usr 2])

    Elektracustika (MK Music/2007): Com a elegância de um projeto comemorativo e sem perder o gosto de ineditismo, Elektracustika é um dos álbuns mais refinados da Oficina G3, com arranjos suaves e moderadamente melancólicos, fundindo muito bem o acústico com o elétrico. Canções como “A Deus”, “Eu, Lázaro”, “Me Faz Ouvir” e até antigas como “Resposta de Deus” garantem alguns dos melhores momentos deste registro. (Nota: [usr 4])

    Som Gospel (MK Music/2008): Sequela do MK CD Ouro, poucas novidades são incrementadas. Sem foco e propósito, soa como uma seleção aleatória da banda. (Nota: [usr 2.5])

    Depois da Guerra (MK Music/2008): Com 20 anos de carreira, foi uma missão arriscada trazer um novo vocalista. Mas Mauro Henrique incorporou bem as canções, dando-lhes boas interpretações. Jean Carllos surge nos vocais, cumprindo uma parte fundamental para o desenvolvimento da obra. Nada se ofusca, nem o baixo de Tambasco, as guitarras de Afram e principalmente a bateria de Alexandre Aposan. No entanto, o álbum carece de mais identidade. (Nota: [usr 3.5])

    D.D.G. Experience (MK Music/2010): Hugo Pessoa é o grande responsável pela qualidade da produção que se destaca por sua iluminação, local e principalmente o efeito bullet time, que se faz muito presente nas primeiras faixas. (Nota: [usr 4])

    Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança) (MK Music/2013): Um soco para os fissurados em um som “pesado”, a Oficina G3 apresentou um disco tecnicamente complexo, mas sem vícios e maneirismos. Num contexto de desastres pessoais na vida dos integrantes, um trabalho tão conceitual era o adequado. (Nota: [usr 4])

    Gospel Collection – ao vivo (MK Music/2014): Abordando momentos ocorridos de 2001 a 2009, Gospel Collection é atraente pelas performances ao vivo da Oficina G3 enquanto trio. A inclusão de gravações de O Tempo e D.D.G. Experience, no entanto, pouco acrescentam, mas é a melhor coletânea da banda já lançada pela MK Music. (Nota: [usr 3])

    Histórias e Bicicletas [DVD] (MK Music/2015): Na proposta de transmitir os bastidores da gravação do álbum de estúdio, o filme falha em ser em um registro despretensioso demais. (Nota: [usr 3])


    Melhores músicas

    A Lição, Água Viva, Até quando? (Humanos), Autor da Vida, Cante, Davi, Desculpas, Espelhos Mágicos, Eu, Lázaro, Incondicional, Indiferença, Lágrimas, Mais que Vencedores, Naves Imperiais, Magia Alguma, Mais Alto, Meus Próprios Meios, O Fim é só o Começo, O Tempo, Onde está?, Perfeito Amor, Preciso Voltar, Quem e Valéria.


    Notícias e matérias sobre a Oficina G3

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  • Diante do Trono – discografia e obra

    Surgido em Belo Horizonte no final da década de 90, o Diante do Trono foi um dos maiores sucessos na cena cristã nacional durante os anos 2000. Com composições majoritariamente escritas por Ana Paula Valadão, também sua líder e principal vocalista, o grupo mantém uma série de projetos paralelos e uma longa discografia.


    Guia discográfico

    Diante do Trono (Independente/1998): Impulsionado pelas influências congregacionais estrangeiras, os pontos altos do álbum estão justamente nas versões. Mas a orquestra que a acompanha é surpreendente. (Nota: [usr 3])

    Exaltado (Independente/1999): Álbum mais forte do Diante do Trono nos anos 90, é carregado por várias canções congregacionais de peso, como “Quero Ser” e ‘Exaltado em Santidade”, esta última com uma dinâmica instrumental impressionante. (Nota: [usr 4.5])

    Águas Purificadoras (Independente/2000): Sabendo como uma música deve soar, a musicalidade do grupo parece cada vez mais unificada através dos arranjos de Sérgio Gomes e Maximiliano Moraes. “Eu quero o Avivamento”, “O Cheiro das Águas” e a clássica “Tempo de Festa” mostram o êxito do disco. (Nota: [usr 4.5])

    Aclame ao Senhor (Hosanna! Music/2000): (sem avaliações)

    Shalom Jerusalém (Hosanna! Music/2000): (sem avaliações)

    Preciso de Ti (Independente/2001): Mais ousado, Preciso de Ti é um álbum envolvente do início ao fim, mesmo com canções tão longas como a faixa-título. “Coração Igual ao Teu”, grande clássico do trabalho é uma excelente parceria entre Valadão e Maximiliano Moraes, este último que mostra o porquê foi o melhor arranjador vocal na história do grupo mineiro. (Nota: [usr 5])

    Brasil Diante do Trono 1 (Independente/2002): Ao considerar apenas o repertório, o disco não faz muito sentido. As versões de faixas de Exaltado receberam incrementações interessantes, com a participação vívida do público. No entanto, o excesso de espontâneos e informações da época deixaram Brasil Diante do Trono 1 extremamente datado. (Nota: [usr 3.5])

    Nos Braços do Pai (Independente/2002): Continuando a qualidade técnica dos anteriores, mas sem o senso de dinâmica, Nos Braços do Pai é linear e, mesmo não tendo pontos de extremo destaque também não é uma maré baixa nas composições. “Brasil” e a faixa-título, de certa forma possuem uma temática atemporal, ao contrário do que as ministrações da época tentavam mostrar. (Nota: [usr 3])

    Quero me Apaixonar (Independente/2003): Paralelo à temática, o sexto trabalho do Diante do Trono soa como bastante intimista, mas novamente sem a força dos primeiros álbuns. Os pontos altos, no entanto ficam com as participações de Helena Tannure e André Valadão em “Lugares Altos” e “Eu Nasci de Novo”, respectivamente. (Nota: [usr 3.5])

    Esperança (Independente/2004): As várias faces da música do Diante do Trono se misturam em Esperança, gerando um projeto envolvente e coeso. Da dinâmica percussiva de “Quem é deus Como o Nosso Deus?” até o patriotismo de “Salvador”, o trabalho traduz de forma verdadeira e íntima a importância de estar a sós com Deus, mesmo no deserto. (Nota: [usr 5])

    Ainda Existe Uma Cruz (Independente/2005): Por vezes subestimado, Ainda Existe Uma Cruz aborda uma das temáticas mais complexas na história da banda, e se despede dos arranjos vocais de Maximiliano Moraes. A sonoridade continua superproduzida, com seus primeiros sinais de saturação. (Nota: [usr 4])

    Por Amor de Ti, oh Brasil! (Independente/2006): Com foco excessivo nos espontâneos e uma sonoridade cada vez mais cansativa, o repertório de Por Amor de Ti, oh Brasil consegue envolver apenas os fãs mais fervorosos do Diante do Trono. (Nota: [usr 2.5])

    Sem Palavras (Independente/2006): (sem avaliações)

    Príncipe da Paz (Independente/2007): Retornando aos mesmos elementos contidos em Esperança, Príncipe da Paz é um disco com conceito claro, direto e bem organizado. “Mais que Vencedor” e “Cordeiro e Leão”, carro-chefes dentre as mais agitadas mostram o melhor que Sérgio Gomes pôde oferecer como arranjador vocal.  (Nota: [usr 4.5])

    Tempo de Festa (Independente/2007): Coletânea ao vivo das faixas-título de cada álbum, Tempo de Festa carece de novidade. As regravações se limitam à reproduzir o que já fora feito anteriormente, porém a execução é impecável. (Nota: [usr 3.5])

    Com Intensidade (Independente/2008): Tecnicamente é um ponto baixo para o Diante do Trono. Ademais, não há qualquer sentido no lançamento, visto que outro disco com regravações (Tempo de Festa) tinha acabado de ser lançado. (Nota: [usr 1])

    A Canção do Amor (Independente/2008): O Quero me Apaixonar que deu certo, A Canção do Amor é singelo em sua temática, muito bem desenvolvida por todo o disco. Talvez foi a única vez, em toda a história do grupo em que espontâneos realmente agregaram valor ao repertório. (Nota: [usr 4])

    Tua Visão (Som Livre/2009): Depois de muitos anos, é o primeiro álbum da série sem qualquer propósito em sua temática, com um repertório deslocado e pouco convincente. (Nota: [usr 2.5])

    Aleluia (Som Livre/2010): Apesar das regravações, Aleluia é uma despedida agradável aos antigos integrantes, de longa data do Diante do Trono. A participação de Ludmila Ferber teve tanto êxito que a artista soa como uma membro da banda. “Me Refaz” é simples, e ao mesmo tempo surpreendente. (Nota: [usr 4])

    Sol da Justiça (Som Livre/2011): Dividido insanamente em um álbum principal e outro bônus (exclusivo em DVD), o repertório é bagunçado. A longa duração de “Eu Canto” e “Me Ama” ofuscam grandes canções como “Em Meio a Tua Glória”, considerando ainda a falta de “Meu Coração”, uma falha imperdoável. (Nota: [usr 2.5])

    Glória a Deus (Som Livre/2012): Uma mescla na participação de integrantes antigos e novos, Glória a Deus realmente faz jus à sua proposta quando canções como “Maravilhado”, na voz de Nívea Soares são consideradas. A mínima participação de Ana Paula garantiu um maior equilíbrio ao disco. (Nota: [usr 4])

    Creio (Som Livre/2012): Ao ápice da nova formação, Creio é uma vitrine de versões, mas não deixa a desejar em sua parte inédita. Com alta participação do público e poucos espontâneos, é um dos registros menos monótonos do grupo mineiro. (Nota: [usr 4])

    Global Project: Português (CanZion/2012): (sem avaliações)

    Renovo (Som Livre/2013): Quando se é levado em conta novos integrantes e um álbum de título Renovo, espera-se versões que realmente tragam arranjos diferenciais em comparação as originais. Neste projeto comemorativo, a proposta é concluída do início ao fim, e embora algumas músicas tenham ganhado releituras pobres, o saldo é positivo. (Nota: [usr 4])

    Tu Reinas (Independente/2014): Com um repertório mínimo de inéditas, e regravações, em geral de músicas pouco (ou nada importantes) na discografia do Diante do Trono, Tu Reinas é, em grande parte dispensável. (Nota: [usr 2])

    Deus Reina (Independente/2015): (sem avaliações)

    Tetelestai (Independente/2015): A narrativa de Tetelestai é bem construída, embora o disco contenha suas falhas e lacunas. A sonoridade, muito vazia e com excesso de overdubs, é a grande falha, musicalmente falando (Nota: [usr 3.5])


    Melhores músicas

    A Vitória da Cruz, Ao Cheiro das Águas,  Águas Purificadoras, Casa de Oração, Confio em Teu Amor, Cordeiro e Leão, Corpo de Cristo, Deus de Amor, Eis-me aqui, Em Meio a Tua Glória, Esperança, Exaltado em Santidade, Isaías 40, Manancial, Nos Braços do Pai, Preciso de Ti, Porque Estás Comigo, Quero Seguir-Te, Quero Ser, Seja o Centro, Tempo de Festa e Tua Presença


    Notícias e matérias sobre o Diante do Trono

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  • Rebanhão – discografia e obra

    Formada no Rio de Janeiro, em meados de 1979, o Rebanhão foi uma das mais expressivas e notáveis bandas de rock cristão dos anos 80 e 90. Sua discografia é eclética, abrangendo diversas fases e formações na qual passou. Em seu início, o grande mestre foi Janires, no qual era vocalista e compositor de grande parte das músicas. Em sua saída, em 1985, a banda esteve centrada em três importantes figuras: Pedro Braconnot, Paulo Marotta e Carlinhos Felix, todos também da formação inicial. Mais tarde, com a saída de Felix e Marotta, Braconnot recrutou novos músicos, como Pablo Chies e Rogério dy Castro, lançando mais alguns álbuns, até que em 2000 o grupo chegou ao seu fim.


    Guia discográfico

    Mais Doce que o Mel (Doce Harmonia/1981): Estreia do grupo, registra magistralmente a habilidade musical de Janires, com o choro “Casinha”, o progressivo medley contendo “Salas de Jantar” e, principalmente seu clássico “Baião”. As composições de Carlinhos Felix não ficam muito atrás, destacando-se através de “Monte”. “Refúgio”, de Pedro Braconnot é uma das melhores baladas do Rebanhão. (Nota: [usr 5])

    Luz do Mundo (Arca Musical Evangélica/1983): Dando sequência à Mais Doce que o Mel, as composições de Janires estão cada vez mais refinadas. “Hoje sou Feliz” e “Casa no Céu” possuem lírica impressionante, enquanto as composições de Carlinhos se mantém no mesmo nível. Paulo Marotta e Kandell impressionam na base instrumental. (Nota: [usr 5])

    Janires e Amigos (Doce Harmonia/1985): O disco funciona muito bem enquanto solo de Janires, de longe o melhor membro do Rebanhão. No entanto, como banda, o álbum é deslocado. Destaque para as letras de “Helena, todo o pecado estará perdoado” e “Arca (Festa de arromba Evangélica)”. (Nota: [usr 4.5])

    Semeador (PolyGram/1985): A falta das composições de Janires são notáveis, mas desta vez há uma maior unidade no quarteto com a entrada do novo baterista Fernando Augusto. (Nota: [usr 3.5])

    Novo Dia (PolyGram/1987): “Razão” é o claro exemplo de que o grupo poderia sobreviver sem Janires tendo Pedro Braconnot como compositor. Embora a produção musical seja extremamente datada, o trio Felix/Marotta/Braconnot, juntamente com Fernando Augusto apresentou um álbum coeso e maduro.(Nota: [usr 4.5])

    Grandes Momentos (Continental/1988): Abrangendo os álbuns Semeador e Novo Dia, a seleção de repertório desta coletânea foi infeliz. Músicas fundamentais como “Primeiro Amor” e “Nele Você Pode Confiar estão presentes, mas a falta de “Viajar”, “Razão” e muitas outras é inadmissível. (Nota: [usr 2.5])

    Princípio (Gospel Records/1990): Álbum que mergulhou na cara da nova década, apresentou o novo conceito de música cristã que Janires insistia em seu início. O líder, desta vez foi Braconnot, que surpreende nas reflexões feitas em “Palácios” e “Metrô”. Além de um ótimo repertório composto por faixas como “Muro de Pedra”e “Selo do Perdão”, a escolha da banda de regravar “Princípio”, que relembra a morte do ativista Chico Mendes é altamente feliz. (Nota: [usr 5])

    Pé na Estrada (Gospel Records/1991): Despedida de Carlinhos Felix e Paulo Marotta, é o disco musicalmente mais ousado feito pelo trio clássico do Rebanhão. “Elo Perdido” e seu arranjo progressivo é talvez um dos TOP5 do grupo, além do hard rock de “Criação”. O que realmente tira o mérito de perfeição de Pé na Estrada é sua faixa final, “Nzile Nzulu”. (Nota: [usr 4.5])

    Enquanto é dia… (Gospel Records/1993): Introspectivo e melancólico, Enquanto é dia… é talvez uma luz no fim do túnel para quem achava que o Rebanhão estava totalmente acabado após a saída de dois integrantes. Mas não é para se iludir: apesar de músicas incríveis, como “Me Leva pra Casa” e “Mistério”, esta última nos vocais de Dico Parente, o trabalho da banda nunca superaria o de sua formação mais notável. (Nota: [usr 3])

    Por Cima dos Montes (Warner/1996): Álbum praticamente solo de Pedro Braconnot com a alcunha do Rebanhão, é um ponto baixo na carreira do grupo. Regravações em excesso e um repertório tão melancólico quanto o anterior, porém sem o brilho apresentado antes. (Nota: [usr 2])

    O Melhor do Rebanhão (Gospel Records/1998): Na proposta de unir as melhores músicas de Princípio, Pé na Estrada e Enquanto é dia…, não dá para entender a escolha de “Nzile Nzulu”. Ainda, “Arsenal” poderia ter sido substituída por alguma faixa do álbum de 1993. (Nota: [usr 3])

    Vamos Viver o Amor (Dunamis/1999): A nova e última formação do Rebanhão não possuía nenhuma característica que remetesse ao grupo em questão, e o resultado foi um disco que em nada lembra o restante da discografia do conjunto. (Nota: [usr 1.5])


    Melhores músicas

    Ano 2000, Arca (Festa de Arromba Evangélica), Baião, Casa no Céu, Casinha, Refúgio, Elo Perdido, Fronteiras, Hoje sou Feliz, Mamãe, Me Leva pra Casa, Mistério, Muro de Pedra, Nele Você Pode Confiar, Palácios, Razão, Selo do Perdão e Viajar.


    Notícias e matérias sobre o Rebanhão

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  • Trazendo a Arca – discografia e obra

    Original do Rio de Janeiro, formada em meados de 2002, o Trazendo a Arca é uma dissidência do antigo Toque no Altar. Ganhou notoriedade nacional através de dois de seus integrantes, nomeadamente Luiz Arcanjo e Davi Sacer (este último em carreira solo hoje). Juntamente com o ex-tecladista Ronald Fonseca, os vocalistas escreveram juntos parte do catálogo de maior sucesso do conjunto, e teve sua obra reconhecida em premiações como o Troféu Talento.


    Guia discográfico

    Toque no Altar (Independente/2003): Uma estreia que mostra a que o grupo realmente veio, o repertório de Toque no Altar possui coerência do início ao fim – e mostra que a banda, liderada instrumentalmente pela dupla Ronald Fonseca/Leandro Silva tem muita força no repertório autoral. (Nota: [usr 4.5])

    Restituição (Independente/2003): Embora seja o disco de maior popularidade, seu curto tempo de duração reflete a baixa na qualidade – o álbum é sustentado por “Restitui”, “Mais”, “Bendito Serás” e “Sete Vezes Mais”. O resto passou completamente desapercebido, não por mera coincidência. (Nota: [usr 2.5])

    Deus de Promessas (Independente/2005): Escritas por Ronald Fonseca, Verônica e Davi Sacer, as canções de Deus de Promessas procuram seguir uma temática específica, e embora algumas desviem relativamente ao que foi proposto, o repertório é positivo. (Nota: [usr 3.5])

    Toque no Altar e Restituição (Independente/2006): A dupla Luiz Arcanjo/Davi Sacer nunca pareceu se completar tanto quanto no primeiro registro áudio-visual do grupo. O repertório, bem escolhido veio a apresentar o que tinham de melhor nos dois primeiros projetos do Toque no Altar, tornando um registro de mais de duas horas de duração atraente do início ao fim. (Nota: [usr 4])

    Olha pra Mim (Independente/2006):  É, de longe o melhor álbum do Toque no Altar, e de sua dissidência Trazendo a Arca. A produção de Ronald Fonseca chega a um nível de maturidade surpreendente, e canções como “Tua Graça me Basta”, “Senhor e Rei” e “O Chão vai Tremer” chegam a competir entre si dentre as melhores. (Nota: [usr 5])

    Deus de Promessas – Ao Vivo (Toque no Altar Music/2007): Pouco convincente se comparada à sua versão de estúdio, Deus de Promessas – Ao Vivo deu lugar à algumas incrementações instrumentais positivas nas faixas. Mas, em questão de vídeo, o álbum foi mal dirigido e o registro é enfadonho. (Nota: [usr 2.5])

    Marca da Promessa (Independente/2007): Dando sequência à unidade alcançada em Olha pra Mim, porém com um registro mais simples, Marca da Promessa é curto e impactante. Baladas como “Sobre as Águas” e “Não Vou Desistir” mostram a explosão que a cozinha Ronald/André/Deco/Isaac pode fazer quando está com criatividade total. (Nota: [usr 4])

    Ao Vivo no Japão (Independente/2007): Ao Vivo no Japão é o exemplo de que a regra “menos é mais” também pode funcionar para o Trazendo a Arca. “Mais”, por exemplo recebeu uma releitura com influências do jazz rock. Sem arranjos de metais e cordas, o instrumental dá mais espaço para improvisações e soa convincente. (Nota: [usr 4])

    Ao Vivo no Maracanãzinho (Independente/2008): Ao ápice de sua performance ao vivo, o Trazendo a Arca escolheu canções de seus dois melhores álbuns para um único DVD. Com a direção eficiente de Hugo Pessoa, Davi Sacer e Luiz Arcanjo soam confortáveis no grande Maracanãzinho, enquanto André Mattos e Ronald Fonseca mostram o porquê são considerados tão proficientes. (Nota: [usr 4.5])

    Pra Tocar no Manto (Independente/2009): Um filho de Luiz Arcanjo, Pra Tocar no Manto mostra uma face diferente do Trazendo a Arca, com canções que prometem trazer reflexões e confrontar o caráter do ouvinte. Ao som de faixas com mais frases de guitarra do que nos álbuns anteriores, como “Serás Sempre Deus”, o disco soa, em maior parte muito denso e complexo. (Nota: [usr 4])

    Salmos e Cânticos Espirituais (Independente/2009): Mais festivo que o anterior, um álbum conceitual de salmos é uma vitrine para um grupo que faz muitas músicas de cunho congregacional. A parceria com Wagner Derek caiu como uma luva, através de canções como “Por que Te Abates”, enquanto “Me Levanta Com Tua Destra” mostra o clássico virtuosismo de Ronald. (Nota: [usr 3.5])

    Ao Vivo no Maracanãzinho – Volume 1 (Independente/2009): Apesar do repertório impecável, dividir Ao Vivo no Maracanãzinho em um disco com mesclas do registro ao vivo não pareceu uma proposta muito atraente. O fechamento de “Olha pra Mim”/”Senhor e Rei” é demasiadamente estranho e abrupto. (Nota: [usr 2])

    Ao Vivo no Maracanãzinho – Volume 2 (Independente/2009): Apesar do repertório impecável, dividir Ao Vivo no Maracanãzinho em um disco com mesclas do registro ao vivo não pareceu uma proposta muito atraente. As interligações feitas entre “Na Corte do Egito” com “Não Vou Desistir” e de “Lembra Senhor” com “Tua Graça me Basta”  não funcionaram. (Nota: [usr 2])

    Entre a Fé e a Razão (Graça Music/2010): Seguindo a tendência de Pra Tocar no Manto, Arcanjo consegue fazer seu ouvinte refletir enquanto celebra canções como “Sobre a Terra”, com sua forte influência de Jamba. Ronald Fonseca atinge seu ápice como arranjador, mas a parceria Sacer/Arcanjo era mais marcante. (Nota: [usr 3.5])

    Live in Orlando (Graça Music/2011): Gravar o melhor do repertório de três álbuns musicalmente e liricamente semelhantes foi uma decisão previsível, mas sensata por parte do Trazendo a Arca. A produção, tanto em aspectos visuais como instrumentais atinge o padrão de excelência esperada para um disco “internacional”, e prova que a banda pode oferecer outros tipos de materiais que não sejam shows repletos de iluminação e efeitos visuais.  (Nota: [usr 4])

    10 Anos (CanZion/2012): Para escolher seus maiores sucessos, era praticamente impossível errar o repertório. No entanto, 10 anos é, certamente o pior lançamento da carreira do Trazendo a Arca. Com a falta de músicas como “Tua Graça me Basta”, a escolha de músicas como “O Melhor está por vir” e “Não Ficarão”, os cortes pesados e amadores no repertório e a repetição bizarra de “Abro mão” em duas versões, é um erro que não deveria existir. (Nota: [usr 1.5])

    Na Casa dos Profetas (CanZion/2012): Sem Ronald Fonseca, o então quarteto apresenta uma sonoridade mais crua e concentrada nas guitarras de Isaac Ramos. A transição para um som mais “rock” foi recebida com louvor para André Mattos, que ganhou mais espaço para mostrar seu virtuosismo em faixas como “Kabod”. No entanto, a produção musical soou bem amadora. (Nota: [usr 2])

    Español (Sony Music/2014): Com uma escolha abrangente do seu repertório, o primeiro trabalho em língua estrangeira do Trazendo a Arca mostrou um grupo nada incomodado pela saída de Fonseca, cada vez mais voltado aos riffs de Isaac. (Nota: [usr 4])

    Habito no Abrigo (Sony Music/2015): [sem avaliações]


    Melhores músicas

    Abro mão, Bendito Serás, Deus de Promessas, Em Ti Esperarei, Entre a Fé e a Razão, Marca da Promessa, Me Levanta com Tua Destra, O Chão vai Tremer, Senhor e Rei, Serás Sempre Deus, Sobre as Águas e Tua Graça me Basta.


    Notícias e matérias sobre o Trazendo a Arca

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  • Fique Sabendo – Lauriete, Observ, Jonas Maciel e muito mais!

    O natal acabou de passar, mas muitas novidades ocorreram esta semana. É hora de mais um Fique Sabendo, o último do ano!


    Lauriete lança novo CD

    A cantora Lauriete acabou de lançar um novo álbum, de título No Olho do Furacão. Após vários anos sem um disco de inéditas e com mais de trinta anos de carreira, a expoente do pentecostal traz um álbum com canções no estilo dos anteriores, no entanto a capa deixou a desejar.

    O último álbum de Lauriete foi Tô na mão de Deus, de 2012.


    Observ lança clipe com participação de fãs

    A banda de rock Observ acabou de lançar um novo clipe em divulgação de seu álbum O Mar que nos Envolve, listado aqui no O Propagador como um dos melhores álbuns de 2014. A canção “Anjo” é perfeitamente condizente com o clima natalino, a destacar-se sua letra, que versa a importância de ser um anjo na vida de uma pessoa que está a sofrer.

    Para criar o clipe, a banda convocou o público a gravar vídeos cantando. As imagens enviadas foram compiladas e lançadas.

    https://www.youtube.com/watch?v=mSViE0p68Vc


    Jonas Maciel lançará novo álbum pela Som Livre

    O cantor Jonas Maciel está prestes a lançar o álbum Feliz de Novo pelo selo gospel da gravadora Som Livre, a Você Adora. O disco foi produzido por Daniel Silveira e será lançado em breve.


    Israel Salazar lançará álbum solo

    O vocalista da banda Diante do Trono, Israel Salazar, lançará o seu primeiro disco solo. Intitulado de Jesus, é composto por canções autorais e será distribuído pela gravadora independente do Diante do Trono. As informações foram divulgados pelo próprio cantor, além do DT.


    Universal Music anuncia novidades para 2015

    A gravadora Universal Music lançou um vídeo institucional, no qual anunciou algumas novidades de seu cast para 2015. Isso inclui um álbum romântico de Thalles, discos de Pedras Vivas, Pregador Luo e Hadassah Perez, além de DVDs de Eli Soares e Luo.


    Boas festas e até o ano que vem!

  • TOP 10 – Melhores álbuns de 2014

    Assim como fizemos nos anos de 2012 e 2013, a equipe do portal O Propagador se reuniu para escolher os melhores álbuns de 2014 no meio gospel. Colunistas adeptos de diferentes gostos e opiniões discutiram e escolheram a lista, que busca ser a mais imparcial e impessoal possível. Alguns critérios foram levados em conta, como produção musical, arranjos, letras e principalmente adequação ao estilo proposto.

    Vamos conferir?


    Sérgio Marques e Marquinhos - CD Abençoado - 201410º: Abençoado – Sérgio Marques e Marquinhos

    A fórmula perfeita para um bom pentecostal é uma letra marcante, arranjo vocal de destaque e melodias chamativas. Esses três elementos são perceptíveis em praticamente todas as canções de Abençoado, álbum de Sérgio Marques e Marquinhos. A dupla apresenta um trabalho curto, mas que envolve o ouvinte do início ao fim. (texto por Tiago Abreu)

    Leia a resenha do álbum Abençoado aqui.

    Ouça: Olaria de Deus Deus Incrível


    Pamela - CD Tempo de Sorrir - 20149º: Tempo de Sorrir – Pamela

    Pamela nunca teve receio de experimentar, e isso nunca foi tão perigoso em sua carreira como nos últimos anos – considerando o fracasso musical de Ritmo e Poesia e Recuperando o Tempo. Agora, verdadeiramente recuperando os anos perdidos, a artista retorna com um disco mais focado no estilo que a consagrou, com um repertório voltado ao público jovem, porém sem exageros. “Vou Amar-Te (vou à Marte)” é uma das regravações do disco, e talvez uma das melhores interpretações de Pamela em sua carreira. (texto por Tiago Abreu)

    Leia a resenha do álbum Tempo de Sorrir aqui.

    Ouça: Vou Amar-te (Vou à Marte)Flecha em Suas mãos e Tempo de Sorrir


    Vanilda Bordieri - CD Na Tua Vontade - 20148º: Na Tua Vontade – Vanilda Bordieri

    Em seu álbum Pra Deus é Nada, Vanilda Bordieri saiu-se bem, porém deixou algumas lacunas, agora superadas em Na Tua Vontade. Apesar de nunca ter sido uma grande intérprete, Bordieri compensa como compositora, esbanjando criatividade nas letras, além da mais recente parceria com Leandro Borges. Ainda há de se destacar a ideia inédita de chamar uma fã para duetar em seu álbum. (texto por Tiago Abreu)

    Ouça: Coral das Mulheres/Deus está Aqui, O que é Isso? e Viverei Milagres


    Thalles - CD Id3 Ide - 20147º: Id3 – Thalles

    Um registro bem menos exagerado que Sejam Cheios do Espírito Santo, Id3 de Thalles contém canções mais reflexivas e menos pegajosas que o anterior. Há de se considerar bem articulada a relação entre Deus e ser pai em “Hoje eu sou pai e entendo”, as críticas sociais de “Se Liga no Groove”, a participação de Naldo em “Quero sua Vida em Mim” e até mesmo canções contemplativas como “É a Presença”. O instrumental não deve em nada, com a participação de grandes músicos, como os irmãos Duca e Déio Tambasco, Alexandre Aposan e Paulinho Fonseca. (texto por Tiago Abreu)

    Leia a resenha do álbum Id3 aqui.

    Ouça: É a Presença, Quero Sua Vida em Mim e Se Liga no Groove


    Novo Tom - CD Justificado - 20146º: Justificado – Novo Tom

    Com uma música devidamente bem produzida, o Novo Tom alcança, cada vez mais um público menos homogêneo. Justificado mostra o porquê isso tem acontecido. Com complexos arranjos vocais, o disco, no qual é distribuído de forma independente se destaca com canções como “Ele é”, já listada na nossa lista de melhores canções do ano. (texto por Tiago Abreu)

    Ouça: Ele é, Justificado e Tu És Santo


    Observ - CD O Mar que Nos Envolve - 20145º: O Mar que nos Envolve – Observ

    O Mar que nos Envolve, primeiro álbum da Observ soa tão pulsante e maduro quanto várias bandas do mainstream. Fora de limitações estéticas, a musicalidade do grupo passeia em várias vertentes do rock. A parte lírica é igualmente eclética. “Supernova”, faixa-título do EP lançado em 2012 soa segura em falar do cosmos, enquanto os versos de “Caminhando” e “Livro”, por exemplo soam bastante intimistas. Vale destacar os vocais de Samuel Macei, mas nada soa mais atraente do que as guitarras de Celso Machado e os sintetizadores de Efraim Alencar em “Minha Vida”. É claro, conscientes de seus potenciais, o quarteto, também formado por César Machado, lança o melhor álbum independente da cena cristã nacional em 2014. (texto por Tiago Abreu)

    Ouça: Livro, Caminhando e Supernova


    Elaine Martins - CD Santificação - 20144º: Santificação – Elaine Martins

    Apesar de grande parte do disco ser composto por regravações, e existir uma parcela do público cristão que possui certa “repulsa” a álbuns pentecostais, é inegável que Santificação, de Elaine Martins é um respeitável e excelente álbum. Para montar seu repertório impecável, a cantora foi em busca de músicas já gravadas por outros artistas, mas que tiveram repercussão de pequena para média no âmbito nacional. As exceções foram “Mestre”, sucesso de Cristina Mel, e “Ouve, Senhor” da banda Diante do Trono. Combinando essas faixas com suas três inéditas, Elaine se firmou de vez como uma das principais cantoras pentecostais do país e lançou o melhor álbum do estilo de 2014. (texto por Tiago Abreu e Tayse Souza)

    Ouça: Santificação, Escudo e Espada e Últimos Dias


    Gabriela Rocha - CD Pra Onde Iremos - 20143º: Pra Onde Iremos? – Gabriela Rocha

    A talentosa cantora Gabriela Rocha em Pra Onde Iremos?, seu segundo disco solo, passou de jovem promessa para realidade consistente na música gospel nacional. Com produção de Daniela Araújo e Jorginho Araújo, o trabalho se mostrou mais maduro e adulto que Jesus, seu projeto de estreia, lançado em 2012. O álbum apresenta tudo que um bom disco precisa ter: ótimas músicas, bons arranjos e interpretações na medida, tudo isso apresentado pela voz privilegiada de Gabriela. (texto por Tayse Souza)

    Leia a resenha do álbum Pra Onde Iremos? aqui.

    Ouça: Teu Santo Nome, Pra Onde Iremos? e Nossa Canção


    Daniela Araújo - Criador do Mundo - 20142º: Criador do Mundo – Daniela Araújo

    Ainda em seu segundo disco, a cantora Daniela Araujo já alcançou um posto raro na música: o de estar diretamente associada à qualidade musical, transmitindo maturidade e ao mesmo tempo jovialidade. Em Criador do Mundo, a esposa de Leonardo Gonçalves se firmou de vez como um dos grandes nomes da música cristã nacional,  trazendo, em seu repertório um peso bem característico. O trabalho é bastante evangelístico e além de conter, em sua mensagem um protesto sobre a hipocrisia, trouxe para seu projeto referências que foram do eletrônico à música africana. A boa aceitação do disco por parte do público e crítica foi tanta que, já em setembro, a cantora gravou o DVD do projeto, o primeiro de sua carreira. O registro em vídeo tem previsão de lançamento para 2015. (texto por Jhonata Fernandes e Tayse Souza)

    Leia a resenha do álbum Criador do Mundo aqui.

    Ouça: Imensurável, Entrega e Verdade


    Paulo César Baruk - CD Graça - 20141º: Graça – Paulo César Baruk

    O disco Graça de Paulo César Baruk, assim como o de Daniela Araújo, provavelmente será presença certa em todas as listagens dos melhores álbuns lançados em 2014. Com um repertório coeso e bem estruturado, Baruk fez o que, na opinião do site, foi o melhor disco de 2014. Com canções que, em sua maioria, tinham como tema direto ou indireto a Graça, o cantor mesclou em seu álbum influências de diversos estilos, elevando, como de costume, seu pop a um nível mais rico e encorpado. Outro ponto de grande destaque no trabalho foram as participações especiais das cantoras Daniela Araújo e Marcela Taís, além do rapper Lito Atalaia, no qual participou em duas faixas, incluindo a excelente regravação de “Nele você pode confiar” da lendária banda Rebanhão. (texto por Tayse Souza)

    Leia a resenha do álbum Graça aqui.

    Ouça: Ele Continua Sendo BomA Mídia e Perdão


    O que achou da nossa lista? Mudaria algum álbum de lugar? Sugeriria outro? Comente, sua opinião é importante!

  • Fique Sabendo – PG, Cristina Mel, André Valadão e muito mais

    Hoje é sexta-feira e mais um dia de Fique Sabendo, com as principais notícias a respeito da música cristã nacional. Confira!


    PG é o novo contratado da Som Livre

    Completando dez anos de carreira solo, o cantor PG acabou de vivenciar o início de uma nova fase, encerrando um longo ciclo com a gravadora MK Music e seu ingresso na Som Livre. O músico, que já tinha anunciado a produção de um novo disco, mesmo tendo lançado recentemente o trabalho Nova Vida promete muitas novidades, agora no selo gospel da Som Livre.


    Cristina Mel prepara lançamento de novo álbum infantil

    A cantora Cristina Mel prepara o lançamento do DVD Fazendo a Diferença para 2015, com distribuição do selo gospel da gravadora Sony Music Brasil. Dirigida por Vlad Aguiar, a produção tem como enredo um acampamento, no qual, além das canções são discutidos vários temas numa linguagem voltada ao público infantil.


    André Valadão lança clipe de “Grandes Coisas”

    O cantor André Valadão continua a promover seu último lançamento, o álbum de versões acústicas. Desta vez, lançou o clipe da canção “Grandes Coisas”, versão que foi sucesso na voz de Fernandinho. As imagens do clipe buscam retratar o clima intimista da obra e foi dirigido por Alex Passos.


    Quatro por Um encerra a produção do álbum Deixa o Céu Descer

    Com lançamento previsto para 2015, a banda Quatro por Um encerra a produção de seu álbum Deixa o Céu Descer. O álbum é o terceiro da banda com o cantor Klev Soares nos vocais. A gravadora MK Music divulgou um making of a respeito do álbum em seu canal oficial.


    Marcos Almeida lança clipe de “Biquíni de Natal”

    O cantor Marcos Almeida, que, no dia 8 deste mês lançou seu primeiro single em carreira solo, “Biquíni de Natal” acaba de lançar o clipe da canção supracitada. No vídeo, Marcos aparece num visual despojado, com imagens de paisagens. A canção foi lançada pela gravadora Som Livre.


    Resgate lança trailer do DVD de 25 anos

    A banda Resgate divulgou em seu canal oficial, nesta quinta-feira um trailer de dois minutos a respeito de seu DVD de 25 anos. O repertório, além de grandes sucessos conterá músicas esquecidas ao longo da carreira, e contém várias participações especiais. Confira!


    Até a próxima semana!

  • Fique Sabendo – Damares, Trazendo a Arca, Samuel Mariano e muito mais

    É sexta-feira e dia de mais um Fique Sabendo. Confira as notícias da semana por aqui!


    Damares grava DVD O Maior Troféu

    A cantora pentecostal Damares, após um ano do lançamento do álbum O Maior Troféu grava sua versão em DVD. O projeto foi gravado na Igreja Bíblica da Paz em São Paulo, com uma estrutura moderna dirigida por Hugo Pessoa. O cantor Thalles participou da gravação em “A Dracma e seu Dono”.


    Trazendo a Arca divulga capa e título do próximo álbum – Español

    O grupo Trazendo a Arca divulgou o título e a capa de seu próximo álbum, de título Español. Este é o sexto álbum de estúdio do grupo desde Marca da Promessa, e o primeiro em língua estrangeira. Agora, na gravadora Sony Music, o quarteto formado por Luiz Arcanjo (vocal, violão), André Mattos (bateria), Deco Rodrigues (baixo) e Isaac Ramos (guitarra, violão) promete trazer seus maiores sucessos na língua castelhana. O design foi feito por David Cerqueira, que é o responsável por quase todas as capas da banda desde o seu início.

    O setlist é: Toca En El Altar / La Marca De La Promesa / Serás Siempre Dios / Em Ti Esperaré / Señor Y Rey / Dios De Promesas / Sobre Las Aguas / Restituye / Tu Gracia Me Basta / Renuncio / Despiértame / El Suelo Va A Temblar

    A banda também divulgou, nesta quinta (11/12) a canção Dios de Promessas em seu Soundcloud oficial.

    Trazendo a Arca - Español - 2014


    Samuel Mariano divulga capa e título do novo CD – Depois do culto

    O cantor Samuel Mariano, um dos nomes da música gospel que tem ganhado ascensão nos últimos anos, divulgou a capa de seu futuro álbum, intitulado Depois do Culto. A capa traz o cantor sentado em um banco ao ar livre, numa praia. No geral, o conteúdo foi elogiado pelo público.Depois do culto - Samuel Mariano


    Rebanhão gravará DVD na Barra da Tijuca em março de 2015

    A banda de rock/pop Rebanhão, após anunciar retorno em 2014 e uma possível gravação, finalmente anunciou as datas e o local de gravação do projeto. O disco será gravado no antigo estúdio da MTV, localizado na Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro durante os dias 7 e 8 de março do ano que vem. Os ensaios estavam sendo feitos por Pedro Braconnot, Carlinhos Felix, Paulo Marotta e Pablo Chies juntamente com o músico convidado Lucio de Paula. A formação oficial para a gravação ainda não foi anunciada, tampouco a gravadora que distribuirá o trabalho. Resta aguardar para saber mais novidades!


    Até a próxima semana!

  • Fique Sabendo – Marcos Almeida, Cassiane, Toque no Altar e muito mais

    Fique Sabendo está de volta! Depois de uns meses parada, a coluna volta com tudo para informar as principais notícias do mundo gospel em apenas um artigo. Leia e saiba as mais recentes novidades do meio!


    Biquíni de Natal - Marcos Almeida -2014 - singleMarcos Almeida inicia carreira solo lançando nova música – “Biquíni de Natal”

    O cantor e compositor Marcos Almeida, ex-vocalista do Palavrantiga, lançou, neste dia 8/12 uma nova música e clipe, intitulada de “Biquíni de Natal”. A canção, a distribuída pela Som Livre faz uma reflexão sobre a data natalina e o ato de Cristo. Sem maiores reservas, o músico também lançará um livro de contos.

    Sobre a música, Marcos disse: “Foi lançada hoje no iTunes a canção “Biquíni de Natal”. Os arranjos de cordas de Marcelo Rauta e o encarte digital de Angela Bacon somaram ao trabalho autoral uma força capaz de elevar e inspirar ainda mais a gente. Jordan Macedo foi brilhante nos volumes; é possível ouvir tudo o que precisávamos ouvir. Essa é uma obra pela qual me orgulho muito; ela me emociona toda vez que a ouço, como se fosse a primeira vez. Meu desejo é que todos que amamos possam ser tocados por ela de alguma forma. Biquíni de Natal é como imagino Cristo nos trópicos, é o céu se estendendo sobre a praia, é a paz que sinto quando vejo reconciliadas Nele identidade e eternidade, Brasil e Reino, pertencimento e jornada.”

    Recentemente, Marcos Almeida também teceu comentários sobre Paul McCartney, ex-Beatle que é um dos artistas mais bem sucedidos na história da música e sua turnê pelo Brasil: “Paul é certinho. Nosso primeiro e principal caxias do pop. Ele faz uma música que me toca não pela surpresa, mas pela simetria da forma“.


    Cassiane prepara próximo álbum

    A cantora pentecostal Cassiane está a todo o vapor com seu próximo disco, o primeiro após sua saída do selo gospel da Sony Music Brasil. O projeto, ainda, sem título está sendo produzido por seu marido Jairinho Manhães, e tem atraído a expectativa do público. Algumas sessões de estúdio foram divulgadas na página da cantora no Facebook, das canções “Em Nome de Jesus” e “Pra Casa eu Vou”. Os bastidores do álbum foram divulgados no canal da artista no YouTube.


    Toque no Altar vai voltar com novo álbum e formação

    O Ministério Apascentar de Louvor, mais conhecido por seu nome antigo, Toque no Altar voltará à ativa em breve, afirma o portal da banda. Um novo álbum, intitulado Extraordinário também será lançado.

    O último trabalho do Apascentar foi Ao Deus das Causas Impossíveis, em 2011. Davi Sacer, hoje em carreira solo fez participação especial como vocalista e principal compositor das músicas. Durante esta época, o grupo apresentou um vocalista, chamado Alexandre Dias. Mas a formação atual do grupo é diferente, e seu novo vocal é Samuel Vinholes. Já Rafael Bitencourt, líder do grupo após a saída de Luiz Arcanjo e Sacer em 2006 está em carreira solo.


    Memora lança novo clipe e single, “Ela”

    A banda de rock Memora, uma das representantes do novo movimento lançou, nesta última semana seu novo clipe e canção, “Ela”. A letra aborda a história de uma jovem, com um universo particular em desordem e uma busca constante de transformação. A banda, formada por Rafael Lima (vocal, guitarra e violão) Rod Xavier (vocal, guitarra) Filipe Lima (baixo e teclado) e William Mardônio Jr. (bateria) lançou um EP em 2013, contendo seis faixas.


    Novo Som lança single com a volta da formação clássica

    A banda de pop rock Novo Som, ícone do movimento gospel lança sua primeira canção inédita desde a volta do baixista Lenilton, conhecido por ter sido o principal compositor da banda em seus anos de ouro. A canção, intitulada “Espelho” está sendo distribuída digitalmente pela gravadora Mess Entretenimento. O grupo também comemora 25 anos de carreira.


    Fernanda Brum desabafa sobre críticas Da EternidadeFernanda Brum divulga capas e reclama de críticas do público

    A cantora Fernanda Brum, durante os dois últimos dias divulgou duas opções de capa para seu futuro álbum, Da Eternidade. A cantora começou esta técnica de marketing desde o disco Liberta-me, que também teve identidade visual produzida pela Quartel Design.

    Ambas as capas trabalhavam com o símbolo matemático que representa o infinito, mas bastou a artista publicar, em sua página do Facebook as opções de capa que parte do público relacionou o símbolo com satanismo. Fernanda apagou a postagem, afirmou publicar novas opções de capa: “Estamos orando. Estou criando um símbolo novo! Que não seja da matemática, do infinito! Agora, se alguém pegar pra coisa errada, não vão dizer que é do “coisa ruim”! Fui eu quem compus!

    Logo a cantora voltou atrás e divulgou a capa oficial do projeto:Fernanda Brum - Da Eternidade - 2015


    O que acharam dessas notícias? Na próxima semana tem mais, abraço!

  • TOP 10 – Polêmicas gospel de 2014

    Assim como nos anos de 2012 e 2013, fizemos uma lista com as dez maiores polêmicas gospel que rondaram o ano, desta vez de 2014. Este ano foi um pouco menos efusivo que os anteriores, porém também com fatos que marcaram a mídia e o público cristão.

    Vamos lembrar?

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    [tab title=”10º”]

    Marcelo Aguiar“A volta do filho”

    Em setembro, Marcelo Aguiar, pastor e cantor foi acusado de manter um caso extraconjugal com uma mulher. As informações foram divulgadas através de um vídeo publicado no YouTube. Também fazendo referência à canção “A Volta do Filho”, lançada pelo cantor em 2013 a respeito de seu retorno à Igreja Renascer em Cristo, as imagens do vídeo mostram fotos da suposta amante e acusações ao músico.

    Marcelo Aguiar confirmou a veracidade das informações, porém enfatiza que está recuperado do erro cometido. (leia mais sobre o caso)

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    [tab title=”9º”]

    Robinson MonteiroAmeaças e denúncias

    O cantor Robinson Monteiro envolveu-se numa polêmica recente, ao publicar em seu Instagram prints que envolvem ameaças do diretor da agência JR Louvor. Segundo o artista, a JR Louvor o deve mais de 6500 reais. O ocorrido envolveu uma discussão virtual com troca de ofensas públicas e a participação de várias personalidades conhecidas no gospel, como a cantora Flordelis e a pastora Sarah Sheeva.

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    [tab title=”8º”]

    Ana Paula Valadão - polêmica das lideranças gordasÉ a hora da igreja?

    Um TOP 10 de polêmicas gospel não é um TOP 10 completo sem Ana Paula Valadão. Pela terceira vez consecutiva, a vocalista do Diante do Trono figura esta lista por uma profecia proferida sobre a política brasileira. Segundo muitas pessoas, as palavras de Ana profetizavam a vitória de Marina Silva nas eleições presidenciais de 2014. Entretanto, a polêmica dividiu opiniões, pois a cantora não citou diretamente o nome de Marina, nem muito menos outros detalhes que confirmariam a veracidade de tais especulações.

    Em resposta às acusações, Ana Paula Valadão publicou um texto, no qual negou as acusações de ter profetizado a vitória de Marina, e reiterou que se referia à proliferação de cristãos na política nacional.

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    [tab title=”7º”]

    Marcela Taís“Não me representa!”

    As eleições de 2014 foi um dos assuntos mais comentados na rede sem a menor dúvida, e não há coincidência neste fato. Por causa dela, ocorreram várias discussões, polêmicas, debates nas mais diferentes esferas da sociedade, incluindo o meio cristão. O sétimo lugar é protagonizado pela cantora Marcela Taís, que fez duras críticas ao deputado do PSOL, Jean Wyllys. Segundo a artista, o parlamentar denigre a fé cristã, além de um tweet polêmico, na qual ela afirmou ter visto antes que Jean apagasse rapidamente. Wyllys negou as acusações de Marcela.

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    [tab title=”6º”]

    valeu-aposanEscravidão?

    Em julho, o músico Alexandre Aposan deixou a banda Oficina G3, na qual era baterista há alguns anos. O motivo foi descrito, inicialmente em um comunicado, alegando que questões contratuais o impediam de continuar no conjunto. Mais tarde, um vídeo do instrumentista criticando abertamente os contratos de gravadoras foi amplamente divulgado pela rede, embora Aposan não tenha citado o nome de nenhuma.

    Segundo afirmações de Alexandre neste vídeo, novos contratos que a Oficina G3 estava para assinar previam exclusividade total do músico com a banda, sob multas milionárias caso quebrado. Entretanto, conhecido por tocar com vários cantores bandas, de diferentes gravadoras, Aposan resolveu sair. Ainda, endossou que, em sua opinião tais contratos são exemplo de escravidão.

    https://www.youtube.com/watch?v=VwQ8rE2KW0I

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    [tab title=”5º”]

    Jotta A e Bekah CostaVai feder

    Em abril, Jotta A publicou em seu Twitter que seu celular tinha sido roubado. Dentro do smartphone estavam algumas composições, fotos e um vídeo do cantor e da cantora adolescente Bekah Costa, que meses depois “viralizou” pela rede, sendo alvo de notícias de vários sites cristãos. O conteúdo mostrava os dois em uma brincadeira, com uso de palavras inadequadas num contexto politicamente correto.

    A respeito do ocorrido, Bekah pediu desculpas publicamente pelo ocorrido e o vídeo desapareceu da rede. Neste ínterim, Jotta A deixou de fazer parte do cast da gravadora Central Gospel silenciosa e misteriosamente.

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    [tab title=”4º”]

    André Valadão“Nunca em minha carreira vendi tão pouco”

    Em fevereiro, o jornalista Lauro Jardim, da Revista Veja publicou uma pauta, falando de uma suposta má situação que ocorria no selo gospel da gravadora Som Livre, citando um email de André Valadão que, segundo ele foi enviado à cúpula da gravadora, queixando-se das baixas vendas do álbum Fortaleza alegando que o disco não estava chegando nas lojas.

    Sobre o fato, André Valadão não se pronunciou publicamente.

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    [tab title=”3º”]

    Rodolfo Abrantes100% arrependido

    Em entrevista à Revista Trip, o cantor e compositor Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do Raimundos afirmou que se sente 100% arrependido de sua fase na ex-banda. As palavras geraram a ira de fãs do grupo, além de Digão e Canisso, integrantes do conjunto, acusando Abrantes de hipocrisia por se arrepender daquela fase, mas continuar recebendo os direitos autorais das músicas, causando imensa repercussão midiática.

    Em resposta, o músico disse que todos os seus ganhos de direitos autorais chegam misturados, oriundos de obras que abrangem todos os seus anos de carreira e que seus ganhos são lícitos. 

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    [tab title=”2º”]

    Valnice Milhomens e Ana Paula ValadãoTransferência de gerações

    Durante o décimo quinto Congresso de Adoração e Intercessão Diante do Trono, a artista Ana Paula Valadão fez um ato profético polêmico, no qual, utilizando-se de orações com mãos impostas dos mais velhos para os mais jovens, a “unção” era transferida de geração para geração.

    A repercussão na mídia gospel foi imediata. Lideranças religiosas, teólogos reprovaram o ato feito pela cantora, tornando-se o fato mais comentado do ano. Parte da polêmica também se deve ao fato de Valnice Milhomens, fortemente criticada por sua ligação ao G12, participar do ato.

    https://www.youtube.com/watch?v=U00ziuepZNQ

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    [tab title=”1º Lugar” icon=”trophy”]

    “[…] não durou 24 horas e 4 tweets do Malafaia

    Malafaia Marina gamersO primeiro lugar vai para a participação de Silas Malafaia durante as eleições presidenciais de 2014. A começar, por suas críticas à candidata Marina Silva, que se estendiam desde as eleições de 2010. Durante a campanha, Marina publicou seu programa de governo, no qual previa o casamento civil igualitário. Imediatamente, Silas Malafaia criticou duramente a candidata. Curiosamente, logo depois, Marina Silva voltou atrás e disse que aquele ponto era um erro. O fato levou ao desapontamento dos eleitores homossexuais e um argumento forte de crítica nas mãos de Luciana Genro, candidata do PSOL. Além disso, a “bipolaridade” de Marina foi o ponto-chave usado por Dilma Rousseff desconstruir a imagem da candidata durante as eleições.

    Mas a maior polêmica envolvendo Silas Malafaia foi a respeito de um vídeo do pastor divulgado pela rede a partir do discurso de Dilma para a ONU. Segundo ele, as palavras de Rousseff, que defendeu um diálogo com o Estado Islâmico foram inadmissíveis. O vídeo foi removido por ordem do TSE.

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    Assim encerra-se o TOP 10 das polêmicas gospel de 2014. O que achou? Faltou alguma polêmica? Comente! E feliz 2015…