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  • Conectados no Amor – Todas as pessoas irão sofrer

    Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.

    JOÃO 16:33

    Ao contrário da mensagem que tem sido pregada com bastante frequência, a proposta do evangelho é mostrar as pessoas uma verdade inevitável: o sofrimento que vão enfrentar. Por causa da falsa mensagem de prosperidade divulgada nos púlpitos de algumas igrejas, homens têm sido colocados em ilusões que uma hora ou outra destruirão sua fé.

    A cada dia que nasce teremos que lidar com esta verdade dolorosa: a vida não é fácil e nunca será. Infelizmente, pessoas procuram o cristianismo no desejo de ter um bom casamento, bom emprego, serem prósperos e felizes. No entanto, menos para tomar a cruz e seguir o caminho de arrependimento. A verdade é que dificuldades são barreiras as quais existem na estrada de todas as pessoas.

    Quantas vezes fazemos propósitos e buscas para que Deus responda nossas orações, jejuns para receber uma vitória, campanhas para abrir a porta, com corações totalmente fechados para as coisas celestiais, e fazendo barganhas para que o Pai possa fazer as coisas segundo nossas vontades?

    Um filósofo existencialista chamado Søren Kierkegaard dizia que “a função da oração não é influenciar Deus, mas especialmente mudar a natureza daquele que ora”, ou seja, é o pedido de “faça-se tua vontade”. Nessa caminhada até a eternidade, ou você segue a vontade de Deus, vivendo livre de si mesmo, ou continuará na sua caminhada própria vivendo escravo de si. Já que ninguém é obrigado a ser cristão, então não venha para o cristianismo com interesses próprios.

    O evangelho é uma chamada de venha e tome sua cruz, e sim, ele representa uma estrada difícil, onde poucos encontram. Mas este caminho representa a paz interior, a felicidade e preenchimento do lado mais profundo de nosso ser. É essa paz, essa energia que fortalece os cristãos a caminhar, não as coisas visíveis e passageiras. O sermão das boas aventuranças é um chamado para valores interiores e não a tranquilidade exterior. Assim, viveremos em meio a guerras, mas em paz de espírito.

    Fiquem com a música “Superman” e reflitam nas dificuldades da vida, pois todas têm seus planos.

    Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me;

    Mateus 16:24

  • TOP 10 – Melhores álbuns de 2005

    Há dez anos estávamos em 2005, um ano cheio de lançamentos. Pensando nisso, a equipe O Propagador, composta por colunistas adeptos de diferentes gostos e opiniões discutiram e escolheram a lista, que busca ser a mais imparcial e impessoal possível. Alguns critérios foram levados em conta, como produção musical, arranjos, letras e principalmente adequação ao estilo proposto.

    Vamos conferir?


    10º: Deus de Promessas – Toque no Altar

    Deus de Promessas - Toque no Altar - 2005Um dos principais discos da carreira do Toque no Altar, Deus de Promessas possui algumas das mais icônicas canções congregacionais da última década. Não há evangélico no Brasil que não tenha ouvido pelo menos uma vez “Deus de Promessas”, “Bendito eu serei” ou “Se a Tua voz ouvir”. Produzido por Ronald Fonseca e Davi Sacer, o projeto buscou seguir uma temática clara: as promessas do Senhor para o seu povo começando pela história de Abraão. Um dos detalhes que chama a atenção neste trabalho é a quantidade de faixas, bem abaixo do padrão usual no momento, somando oito canções, mais uma mensagem do pastor Marcos Gregório. O CD tornou-se um marco não apenas na trajetória do Toque no Altar, mas também na história da música cristã. Não à toa, o grupo foi indicado a nove categorias do extinto Troféu Talento saindo vitorioso em cinco, entre elas Melhor CD – Adoração e Louvor, Música do ano e Destaque 2005. (texto por Danilo Andrade)

    Ouça: Deus de Promessas, Bendito eu Serei e Se a Tua Voz Ouvir


    Ludmilaferber_adoracaoprofetica49º: Nunca Pare de Lutar – Ludmila Ferber

    Mesmo se tratando de um disco um tanto quanto inconsistente, Ludmila Ferber se garante como artista. O repertório é autoral e diz respeito a questões incomuns, ou pouco cantáveis no meio cristão. A faixa-título do álbum é uma de suas canções mais fortes, e, claro, o disco se destaca por outras músicas, embaladas por uma banda de apoio de respeito. (texto por Tiago Abreu e Renan Pablo)

    Ouça: Nunca Pare de LutarVai Tudo Virar Crente Profetiza


    Milagres_-_André_Valadão8º: Milagres – André Valadão

    Mesmo ainda como um embrião do Diante do Trono, André Valadão começava a por as “garras” para fora e apresentava seu som, mais pautado no pop rock e menos sinfônico. Apesar de conter algumas músicas dispensáveis, Milagres contém seus pontos altos, como a canção que intitula o projeto, entre outras, como “Livre Sou”. (texto por Renan Pablo e Tayse Souza)

    Ouça: Milagre e Tempo de Milagres


    7º: Antes do Sol Nascer – Nádia Santolli

    Nádia Santolli - Antes do Sol NascerNão é a sua área, mas teve êxito. Nádia Santolli é, claramente mais confortável no pop rock, mas Antes do Sol Nascer, seu registro com influências do louvor comunitário parece ir além do que aguardamos em bons discos congregacionais: letras interessantes e que fogem parcialmente do contexto adoração e louvor. Como uma fuga parcial, o disco não é prejudicado por sua versatilidade, e no geral é um ponto alto na carreira da cantora, conhecida por seu talento vocal. Produzido por Kleber Lucas, veio a figurar uma das melhores letras de Nádia, “Antes do Sol Nascer”. (texto por Tiago Abreu)

    Ouça: Antes do Sol Nascer


    6º: Ainda Existe Uma Cruz – Diante do Trono

    Diante do Trono Ainda Existe uma Cruz 2005O princípio do oitavo trabalho do Diante do Trono é a afronta direta à Teologia da Prosperidade, elaborando uma grande metáfora a respeito do quebrantamento. O grande segredo de Ainda Existe uma Cruz, é que, de uma forma bem minuciosa, nos mostra que o cristianismo, atualmente, não aprende e não evolui. Embora tenha sido criticado por ser um disco com nuances de uma estrutura tão simples quanto efetiva, apresenta o cru do evangelho tão esquecido, além de muitos detalhes complexos e subjetivos por toda a obra.  (texto por Rodrigo Berto)

    Leia a resenha do álbum Ainda Existe uma Cruz aqui.

    Ouça: Ainda Existe Uma CruzIsaías 40 e Quero Seguir-Te


    5º: Acústico – Voices

    Voices - Acústico - 2005Incomum para uma gravação de estúdio, o Voices fez um disco de canções acústicas distante do público, mas o que mostrou ser uma proposta diferente de tudo o que o grupo vocal tinha apresentado antes. Com a entrada de Lilian Azevedo e a despedida de Jozyanne, Acústico é uma escolha obrigatória para qualquer um que procura ouvir Voices. O álbum tem algumas músicas que se tornaram bem conhecidas, como “Meu desejo”, “Vivo Ele está”, “Tudo é possível” e “Recomeçar”. (texto por Tayse Souza)

    Ouça: Recomeçar, Meu Desejo e Tudo é Possível


    4º: Deus – Lauriete

    Lauriete Deus 2005

    Uma das grandes referências quando o assunto é música pentecostal: essa é Lauriete. Em sua longeva carreira, a cantora lançou diversos CDs de grande repercussão e em 2005 lançou o que pode ser considerado o melhor trabalho pentecostal do ano, o CD Deus. Com canções fortes, não demorou pra cair na boca dos inúmeros grupos de circulo de oração e mesmo da juventude por todo o país. Canções como “Óleo Santo”, a versão “Dias de Elias” (Daysof Elijah), “Deus vai agir”, entre outras conseguiram grande repercussão. O destaque realmente é a qualidade do repertório aliado a uma produção impecável. Em suma, Deus completa dez anos de lançamento, mas continua tão atual quanto em sua época. (texto por Danilo Andrade)

    Ouça: Dias de Elias, Óleo Santo e Deus Vai Agir


    3º: Terremoto – Eyshila

    Eyshila - Terremoto - 2005É o melhor álbum de Eyshila. Gravado ao vivo na Igreja Assembleia de Deus da Penha, no Rio de Janeiro, é em Terremoto que a cantora estabelece um projeto totalmente congregacional, e relativamente temático. Canções como “Chuva de Poder”, “Terremoto”, “Fala Comigo”, “Vontade de Adorar” são, até hoje, constantes nas apresentações da artista e estão dentro de seus maiores sucessos. (texto por Tayse Souza e Tiago Abreu)

    Ouça: Terremoto, Fala Comigo e Chuva de Poder


    2º: Além do que os Olhos Podem Ver – Oficina G3

    Oficina G3 - Além do que os Olhos Podem Ver - 2005A saída de PG inspirou a Oficina G3 a fazer o seu melhor trabalho pós-Indiferença. Além do que os Olhos Podem Ver tem todos os elementos de um álbum de rock de respeito: produção musical afiada, riffs marcantes, letras instigantes, mas ao mesmo tempo sensibilidade artística. As interpretações vocais de Juninho Afram são esforçadas, e em relação aos discos anteriores, chega a ser fantástica. Refletindo sobre os relacionamentos humanos, hipocrisia religiosa e os vários “juízes”, a lírica do disco é muito superior aos trabalhos antecessores do trio. O resultado foi imediato: 20 mil cópias vendidas em três dias e disco de ouro em poucos meses. (texto por Tiago Abreu)

    Ouça: Réu ou Juiz, A Lição e O Fim é só o Começo


    1º: Apostólico – Renascer Praise

    Renascer Praise 12 - ApostólicoO melhor álbum de 2005 é uma das maiores produções do meio gospel nacional. Gravado ao vivo no dia 7 de setembro de 2005, no Estádio do Pacaembu, com um público de 70 mil pessoas, o Renascer Praise 12, intitulado Apostólico, fala sobre a vida de Josué, e faz uma analogia aos 12 apóstolos, ao mesmo tempo em que conta com 12 canções, celebrando também os 12 anos de carreira do grupo. A maior gravação do Renascer Praise até hoje, contou com um corpo de bailarinos composto por 3 mil bailarinos, das igrejas Renascer em Cristo, bem como as baterias ”De Bem com a Vida” e ”Salmo 150”, além do grupo de percussão ”Guerreiros da Luz”, e uma orquestra formada por mais de 100 músicos. Todos sobre um dos maiores palcos montados no país, cuja concepção permitiu-lhe interligar-se ao tobogã geral do estádio, onde um dos maiores corais do país, constituído por 12 mil cantores, de diversas Igrejas Renascer Em Cristo, se posicionou, e interagiu com as canções formando um imenso telão humano, exibindo nomes e imagens, entre eles a bandeira nacional, o número 12, em menção à gravação, o nome ”Jesus” e a pomba do Espírito Santo. (texto por Renan Pablo)

    Ouça: Na Força Do Louvor, Alvo Mais que a Neve e Na Tua Presença


    O que achou da nossa lista? Mudaria algum álbum de lugar? Sugeriria outro? Comente, sua opinião é importante!

  • Fique Sabendo – Oficina G3, Jonas Maciel, Pedro Braconnot e Cristina Mel

    Chegamos em maio, e com muitas novidades. É hora de mais um Fique Sabendo!


    Jonas Maciel lança novo clipe pela Som Livre

    O cantor Jonas Maciel, contratado pelo selo gospel da Som Livre, lançou um clipe de seu último álbum, Feliz de Novo. A faixa-título, foi produzida no estúdio do Grupo Mix 360, de Belo Horizonte.


    Pedro Braconnot anuncia retorno à atividades de produção musical no Rio de Janeiro

    O multi-instrumentista, arranjador e produtor musical Pedro Braconnot anunciou, em sua página, o retorno de suas atividades no Rio de Janeiro. Pedro tinha um estúdio na capital carioca, o qual gravou vários discos de músicos e artistas do meio cristão nacional, como Cristina Mel, Aline Barros, Denise Cerqueira, Sérgio Lopes e vários outros. É vocalista e tecladista do Rebanhão.


    Oficina G3 lança Histórias e Bicicletas – O Filme

    A banda de rock Oficina G3 lança mais uma produção audio-visual, desta vez com caráter de documentário. As gravações do álbum Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança) foram registradas em meados de 2012 pelo diretor Hugo Pessoa, que viajou junto com o grupo. As imagens também mostram Alexandre Aposan ainda como integrante.


    Cristina Mel lança clipe de canção acústica

    A cantora Cristina Mel lançou um clipe de uma de suas canções de carreira, “De Tarde”, do álbum Você é um Vencedor, de 2002. A produção foi divulgada pela Sony Music.


    Até a próxima semana!

     

     

     

  • Rocklogia – Oficina G3, O Tempo e Rock in Rio

    Com a saída do Catedral do cast da MK, após uma parceria da gravadora com a Warner Music Brasil que rendeu lucros exorbitantes para o selo carioca, era interessante ter outro grupo de rock. A MK Music, de fato, nunca foi a gravadora ideal para bandas de rock cristão, mas, depois da Gospel Records, foi a que mais se propôs a lançar discos do gênero. Tentaram nos anos 90 com o Complexo J, Semeando, Raízes, Contato Vital, e até mesmo com Carlinhos Felix, que aos poucos tendeu mais ao pop. A maioria destes nomes não obtiveram grandes resultados, exceto Carlinhos, que preferiu lançar sua própria gravadora, e o Complexo J, que migrou para a Gospel Records.

    Quando o Catedral lançou seu primeiro álbum pela WEA, o então ex-integrante do Oficina G3, Túlio Régis, ciente da vontade dos integrantes da banda de mudarem de gravadora, tentou contato com a MK para levá-los à gravadora carioca. Em entrevista cedida ao Ruben Mukama, o cantor afirma que, apesar do grupo ser o que mais vendia na Gospel Records, seu contrato era ‘animalesco’.

    Eu sou um dos culpados disto. Um dia disse: por que vocês estão na Gospel Records ainda? Porque eles se submetiam ao distrato que sofriam, como bandinha, deveriam voar mais alto, independente ou indo para uma gravadora melhor; ficaram receosos, porque tinham o apoio de mídia da Renascer e do apóstolo, e temiam retaliação. Comentei sobre a MK Publicitá, e disse que o Marquinhos, um amigo de uma banda legal do RJ poderia dar uma força. Eles ficaram na dúvida. Eu liguei para o Maquinhos, comentei sobre e justamente quando o Catedral havia saído se abriu uma brecha para eles, o Marquinhos não acreditou que poderia ter esta oportunidade boa… Enfim, a negociação foi feita e o Oficina G3 se transferiu para a MK, a condição é que eles não mais teriam mais direitos sobre os diretos das músicas e afins produzidos por eles na Gospel Records, este foi o trato.

    Era fato de que os tempos para a banda eram bons. Luciano Manga fez sua despedida em alto estilo com Indiferença, e os álbuns acústicos com o novo vocalista PG eram comercialmente promissores. Com isso, a presidente da MK, Yvelise de Oliveira, sugeriu à banda que neste primeiro trabalho fizessem canções mais pop, ideia que a banda já cogitava abraçar. Com isso, O Tempo se afastou parcialmente do hard rock dos últimos inéditos, mesclando bastante influências do pop rock.

    Infelizmente, os fãs mais radiciais do Oficina G3 dilaceram o disco, como se um registro pop rock fosse a pior coisa que a banda teria feito. Ocorre que, não é necessária uma análise profunda para notar que, embora comerciais, a maioria das músicas são bem construídas, com arranjos criativos, o que faz o trabalho ter seus grandes méritos. Ainda há de se considerar que o sucesso da banda deve-se muito a este CD, que na época, chegou a vender quase 200 mil cópias e, até hoje é seu o maior sucesso comercial.

    Em 2001, a banda foi convidada para participar do Rock in Rio 3. Até aquele momento, nenhuma banda de rock cristão tinha participado do evento, e o Oficina, além de outro grupo chamado Os Nazaritos (que nunca abordei aqui por não considerar o trabalho deles importante para a história do rock cristão nacional) tiveram a grande chance. Antes mesmo da participação ocorrer, várias igrejas se opuseram ao fato, com acusações ferrenhas ao conjunto. O que parecia soar como uma grande chance de expandir o seu trabalho tornou-se um fracasso, pois a banda foi forçada a iniciar a sua apresentação antes dos portões se abrirem, passando parte do show tocando e cantando para ninguém. Isso os deixou imensamente decepcionados.

    Muitas outras polêmicas aconteceriam com a banda, mas isso é para o próximo post, a respeito do álbum Humanos.

  • Limão com Mel – “Eu não sou artista!”

    Este é um assunto um tanto quanto espinhoso, mas necessário de ser discutido. Afinal, por que alguns (muitos) cantores não gostam e rejeitam o termo “artista”? Por que em pleno século XXI, ser um artista cristão ainda é tabu? E por que alguns “levitas adoradores” repudiam o termo artista, mas leva vida de astro e estrela? Hum…
     
    Com algumas perguntas que não querem calar abertas, tentaremos na medida do possível encontrar as respostas.
     
    Primeiro, há um equívoco na interpretação do termo artista! Segundo o pai dos burros Mini Luft, o termo artista significa:
     
    1. (Pessoa) que pratica arte ou que revela sentimento artístico. 2. (Pessoa) que tem talentos. 3. (Pessoa) que faz da arte um meio de vida.
     
    Cadê o problema cantores? Pessoa que pratica arte ou que revela sentimento artístico. E música é o quê? Para os desavisados, genericamente falando, música é a arte de combinar sons. Se você combina sons e grava num CD, e usa esses sons combinados como um meio de vida, queridinho e queridinha de Jesus, lamento informar, mas você é um(a) artista! (Ai que triste! rs).
     
    Assim entendemos o porquê de o termo artista ainda ser tabu no meio gospel: burrice, ignorância, idiotice, chame do que quiser.
     
    Mas se ser artista é algo “normal” por que cantores gospel rejeitam o termo? A conclusão é simples: por causa do bendito “politicamente correto”. Se a massa acha que cantor gospel não deve ser artista (como se isso fosse uma escolha), então não vamos ser. Não se pode passar uma “imagem” ruim. Tem-se que manter a aparência mais certinha possível (ainda que seja só aparência mesmo).
     
    Na verdade, há uma certa rejeição (aparentemente sendo superada) da postura de superstar adotada por alguns representantes da música gospel. Segundo o site Bem Falar, superstar é um indivíduo (artista, político, líder religioso, atleta etc.) que apresenta algum talento em alto grau e é por isso extremamente aplaudido, famoso e requisitado”. Conhece algum? Assim, ser artista não garante que se é ou será famoso, aplaudido e requisitado. Mas se é famoso, é porque faz alguma coisa (nem sempre arte, nem sempre algo bom).
    Por fim, por que há cantor que repudia o termo “artista”, mas leva vida de super astro? Sim, astro! Afinal, cobrar cachê de 40 mil, possuir jatinho e ser convidado para participar de programas de TV não é para qualquer um. Ou não? Isso é incoerência do que se fala para o que se vive. Faz muito tempo em que a diferença entre cantores seculares e gospel se tornou tênue. (e os seculares não foram os influenciados).
    Não há problema algum em ser artista, viver da arte que produz. O problema está em negar o que se vive. Se são astros, famosos e reconhecidos, então parem com a hipocrisia de fingir que não são. É aquela velha história citada por Jesus em Mateus 23 verso 24: “Condutores cegos! Que coais um mosquito e engulais um camelo”.
  • O que é o Estado Islâmico? Conheça o grupo que tem aterrorizado o povo cristão

    No último ano tem crescido exponencialmente a popularidade do Estado Islâmico, principalmente devido às suas ações atrozes divulgadas em vídeos pelo grupo na internet executando cruelmente todos aqueles que vão contra o que acreditam, em sua maioria, cristãos. Toda a repercussão dos atos do Estado Islâmico se dá devido ao alto poder viral da internet. Em tempos de Facebook, onde tudo se compartilha, não é raro diariamente nos depararmos com os vídeos onde cristãos e outras minorias são torturados e mortos sem nenhuma misericórdia. O grupo descobriu o poder da mídia como forma de disseminar o terror e está fazendo bastante uso dela. Mas afinal, o que é esse “Estado Islâmico”? Um país? Um grupo terrorista? Um grupo religioso? Entenda.

    DEFINIÇÃO: O QUE É O ESTADO ISLÂMICO?

    Apesar de ser denominado “Estado Islâmico”, o grupo não é um Estado de fato. Entende-se que Estado seja uma forma organizacional cujo significado é de natureza política. É uma entidade com poder soberano para governar um povo dentro de uma área territorial delimitada. O reconhecimento da independência de um Estado em relação aos outros é fundamental para o estabelecimento da soberania. Assim sendo, mesmo que o grupo se rotule enquanto “Estado Islâmico”, o grupo não é um Estado em toda a sua essência.

    Dessa forma, Estado Islâmico se configura como uma organização terrorista que possui como base ideológica o pan-islamismo – movimento político e religioso que procura reunir num só Estado todos os povos de religião mulçumana.

    O grupo detém controle de um território estratégico entre a Síria e o Iraque. Seus membros estabeleceram, ali, um califado islâmico, tendo como líder Abu Bakr al-Baghdadi, que se autodenominou califa.

    Não se sabe ao certo quantos indivíduos compõem o Estado Islâmico, mas a Agência Americana de Inteligência (CIA), estima que entre 20 mil e 31,5 mil homens façam parte do grupo terrorista. Já o Estado Islâmico garante ter 50 mil na Síria e 30 mil no Iraque.

    [infobox title=’O que é Califado?’]

    É um modelo político surgido no século 7, na península Arábica, a partir da liderança de Maomé, o profeta do islamismo. “Califado” significava “sucessão”. No caso, os líderes muçulmanos que vieram após a morte do profeta.

    [/infobox]

    SURGIMENTO

    O Estado Islâmico ganhou destaque a partir de 30 junho de 2014 ao declarar controle de um território estratégico entre a Síria e o Iraque. Desde então, passou a ser considerado uma das maiores ameaças da atualidade principalmente depois de divulgar dois vídeos com a execução de jornalistas americanos. No entanto, o surgimento do grupo é bem mais antiga como informa o site História do Mundo:

    “A história do grupo terrorista Estado Islâmico está relacionada com o processo de crise política que se desencadeou no Iraque após a guerra iniciada em 2003. Como sabemos, a Guerra do Iraque se deu dois anos após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, chefiados por membros da organização Al-Qaeda, então liderada por Osama Bin Laden. A Al-Qaeda possuía grande espaço de atuação no território iraquiano e em parte da Síria. O grupo Estado Islâmico nasceu como uma derivação da Al-Qaeda, fundamentado nos mesmos princípios desta organização, que remontam à ideologia pan-islâmica de Sayyid Qutb, antigo líder da Irmandade Muçulmana. Contudo, as ações do EI ficaram gradativamente mais radicais, até mesmo para os padrões da Al-Qaeda, o que provocou a separação entre as duas organizações terroristas.”

    IDEAL

    O Estado Islâmico é alimentado pelo ódio aos xiitas, às minorias, – a exemplo dos cristãos – aos Estados Unidos e em menor grau, à Europa. O grupo tenta impor uma versão extremamente conservadora do islamismo contra o que acredita ser uma expansão do xiismo liderado pelo Irã, que possui forte influência no Iraque.

    [infobox title=’Xiitas’]

    Os Xiitas são uma subdivisão dentro do islã, sendo cerca de 10 a 20% do total de muçulmanos. A grande maioria são chamados de sunitas somando-se entre 80 e 90% dos muçulmanos Um adepto do Islamismo é chamado de muçulmano.

    [/infobox]

    Para disseminar sua ideologia, os jihadistas – extremistas islâmicos praticantes do terrorismo motivado por questões religiosas – do EI usam técnicas extremamente violentas, entre elas, decapitações, crucificações, apedrejamentos, genocídios e sepultamento de pessoas ainda vidas que se recusam a se converter ao islamismo sunita e divulga imagens das execuções. Segundo Visentini – Historiador, professor titular de Relações Internacionais da UFRGS – a violência é uma forma de mostrar força e desestimular respostas ao seu avanço, além de conquistar novos adeptos.

    OBJETIVOS

    O grupo EI pretende construir um estado islâmico sunita sob um regime radical. Como pontua o site História do Mundo, um dos objetivos do Estado Islâmico é expandir o seu califado por todo o Oriente Médio que se pautaria pela Sharia, a Lei Islâmica interpretada a partir do Alcorão, e estabelecer conexões na Europa e outras regiões do mundo, com o propósito de realizar atentados que lhes possam conferir autoridade através do terror. A concepção de Jihad, ou Guerra Santa para o Islã, que o EI possui é a mesma de outras organizações terroristas, como a Al-Qaeda ou o Hamas: expandir o modelo teocrático radical islâmico de governo pelo mundo, por meio dos métodos terroristas.

     PODER ECONÔMICO

    Um dos diferenciais do grupo Estado Islâmico para os demais grupos extremistas está o grande poder econômico do grupo. Isso se dá pelo fato de controlarem um grande território entre o Iraque e a Síria tornando-se autossuficiente. Essa organização terrorista controla poços e refinarias de petróleo na região, lucrando com seu contrabando. É cobrado também imposto da população. A renda inclui, por fim, o resgate cobrado por reféns e a pilhagem de bancos. Além disso, antes de se autodenominarem Estado Islâmico, o grupo recebeu apoio financeiro para entrar na guerra civil síria contra Bashar Al-assad.

    OFENSIVA AMERICANA

    O presidente Obama prometeu ampliar a ofensiva contra os jihadistas do EI, com um plano que prevê ataques aéreos contra santuários – centros de comando, capacidades logísticas e infraestruturas – dos terroristas na Síria e no Iraque e maior apoio às forças de segurança iraquianas. Nessa empreitada, Obama deverá contar com ajuda internacional de países da Europa e do Oriente Médio, além da Arábia Saudita, que disponibilizou uma base para treinamento. Soldados americanos não se envolverão diretamente no conflito (pelo menos por enquanto), mas cerca de 450 serão incumbidos de treinar rebeldes sírios, tidos como moderados. Mais de 145 bombas já foram lançadas contra alvos do EI no Iraque, até meados de setembro, como maneira de auxiliar o Exército local.

    Vale pontuar…

    TODO CALIFADO É TERRORISTA?

    Não. Nem todo muçulmano, aliás. As práticas terroristas são específicas de uma interpretação radical do islã que não é mainstream nem foi a regra durante os séculos de islamismo.

    TODO MUÇULMANO SEGUE O CALIFA Abu Bakr al-Baghdadi?

    Não. Essa seria a ideia de um califado, como foi o projeto de Maomé e de seus seguidores no início do islamismo. Mas Abu Bakr al-Baghdadi é seguido por uma pequena parcela dos muçulmanos, e enfrenta oposição de todos os Estados islâmicos. Ele não representa o islã.

    Com informações de História do Mundo, Zero Hora, Terra e Mundialíssimo

  • Josué e a Terra Prometida é a próxima novela bíblica da Record

    Sucesso de “Os dez mandamentos” fez a Record definir sua próxima novela bíblica. A “Josué e a terra prometida” já está a todo o vapor e deve estrear em 2016.

    Desde a novela Máscaras (2012), a Record viu a audiência de suas novelas caírem dos dois dígitos vertiginosamente. Depois do fracasso de suas sucessoras, Os Dez Mandamentos que antes seria apenas uma minissérie foi definida como a última tentativa do canal no setor de dramaturgia. Diversos fatores contribuíram para o sucesso do folhetim, desde a rejeição à novela global, Babilônia até a experiência da Record com produções Bíblicas, que incluem as minisséries “Ester”, “Sansão e Dalila”, “Rei Davi” e “José do Egito”, todas com bons índices de audiência.

    Thais Melchior Josué e a terra prometida
    Atriz Thais Melchior – Foto: Divulgação

    Os excelentes resultados de “Os Dez Mandamentos” fez a Record cogitar adiantar os trabalhos de “Josué e a Terra Prometida” de forma que o novo folhetim bíblico substituísse o atual, mas segundo a jornalista Patrícia Kogut, a ideia foi descartada por conta de “Escrava Mãe”, que já está em produção para substituir “Os Dez Mandamentos”. O antigo projeto de um segundo horário de novelas no canal foi cogitado, mas foi descartado por hora.

    “Josué e a Terra Prometida” que pelo contexto bíblico dará continuidade à história do povo hebreu depois de Moisés já possui o time de escritores escalado. O roteiro ficou por conta de Renato Modesto além dos colaboradores Aimar Labaki, Ecila Pedroso, Marcos Lazarini e Jaqueline Vargas, esta última que foi roteirista chefe da série “Sessão de Terapia”, sucesso do canal pago GNT.

    De acordo com o jornalista Flávio Ricco, Thais Melchior, que viveu a protagonista Diana na novela Vitória é a primeira atriz escalada para o folhetim bíblico. Alexandre Avancini, responsável por Os dez mandamentos é um dos nomes mais cotados para assumir o comando de “Josué e a Terra Prometida”.

  • Um Brinde – O “Leite Azedo” do Simonami

    Um Brinde – O “Leite Azedo” do Simonami

    Simonami é uma banda curitibana muito massa! Massa? Deixe eu explicar: quando estamos preparando um bolo, o essencial no seu preparo é a massa. Se a massa não for boa, o bolo não será bom. Talvez a expressão “massa” que nós, jovens brasileiros do século XXI usamos, não tenha nada a ver com o que massa signifique realmente. Os ingredientes precisam ser bem escolhidos e com amor. A galera do Simonami sabe muito bem disso. Desde a escolha do nome da banda, o qual é uma homenagem a um grande amigo, até a composição de suas músicas, são usados componentes dignos para um bolo consistente. E assim como em todo bom bolo, não pode faltar o leite, não é? (embora eu não seja muito simpatizante de bolos, no máximo um pedacinho em um pires no aniversário de um amigo e só, sinto-me satisfeito). Mas, e se o leite estiver azedo? Boa coisa o bolo não vai ficar.

    Digamos que você acabou de ler uma metáfora da metáfora. Usei o exemplo do bolo para um contraste extrovertido entre leite e massa. Portanto, o principal nesse texto é falar da música “Leite Azedo” da banda Simonami (inclusive entrevistei a vocalista Lillian Soares no meu blog), a qual está no primeiro trabalho da banda, o Simonami EP, lançado em 2011 de forma independente. Pretendo fazer uma análise bem simples, pois a música é simples. Não me lembro quem disse, mas alguém de nosso tempo falou que uma coisa não deixa de ser grande por ser simples. E é essa a definição mais cabível para “Leite Azedo”: grande e simples. No papo bem distraído o qual tive com a Lillian no Dialetos & Coisas Boas, a cantora disse que as vezes escreve a dor a qual sente e depois que ela passa, aquilo se transforma em uma linda canção. E talvez seja a definição correta do que os sertanejados definem como sofrência. O que os discípulos de Pablo não sabem é a profundidade de uma música além de uma mera afirmação coletivas de experiências falhas. Existe consistência na letra, a mesma torna o bolo durinho e com um brilho atraente. Assim, há vida lá fora, como canta a Tanlan em “Hermético“.

    Do alto vem trovão, vem raio
    De dentro vem todo o mal
    De um lado eu tenho as sete vidas
    Do outro eu morro toda vez
    E no começo eu usou bandida
    No fim eu sou a mãe do rei
    O meu “pra sempre” era tão certo
    E agora eterno é leite azedo…

    O que faz um leite azedar? Antes, não espere de mim a função de um exímio crítico que explique a letra da música, até porque fico levemente irritado quando alguém me pede para explicar algo autoral. O leite azeda quando fica fora do congelador por muito tempo e não é esquentado. A vida é tão transitória como um leite esquecido na cozinha em uma noite de quinta. E o motivo pelo qual a torna esquecida é o isolamento, ou seja, fechar-se do mundo em constante movimento. Infelizmente não sou jornalista e tão pouco estudo a profissão, mas amo o ofício, tento ser colunista e leio de tudo para escrever bem. Eu sei que se eu me fechar, ninguém nunca vai saber de mim, pois nenhuma pessoa lerá nada de um Jhonata Fernandes anônimo. Quando ouço a Lillian cantar “De outro eu morro toda vez“, sinto que aí está o sentimento lá do início do texto: se a massa não for boa, o bolo não será bom. “Leite Azedo” é uma das únicas músicas que ouço repetitivamente sem enjoar. Deve ser porque existe muito mais do que o violão, voz e letra: existe vida!

    Ah, se eu fosse o tempo esperaria mais, mais, mais
    Para ver se acontece o que eu prevejo no fim
    Ah, se eu fosse espaço eu soltaria mais a mim
    Pra ver se aqui dentro eu desaborreço
    Pra ver se aqui dentro eu desapareço

    Lembro que minha ex-namorada me perguntou após duas semanas de termos terminado, como eu me sentia. De imediato enviei a música do Simonami para ela e disse: “é assim que me sinto”. Ela respondeu alguns minutos depois dizendo: “pela letra, acho que não se sente muito bem”. De fato, não me sentia bem mesmo, pois perder algo que, principalmente se gosta tanto, é muito ruim. Um pedaço da sua alma se desmancha. Alguns fazem automutilação, outros se embriagam, outros mais radicais, até tentam suicídio; nós mortais, apenas escrevemos. E foi isso que Lillian fez: escreveu o que sentia. A massa leva tempo para ficar boa e as vezes esse tempo nos custa algo como ansiedade e sem ter o que fazer. Na vida acontece o mesmo: leva tempo para nos recompormos e esse período nos custa muito. Cada segundo parece milênios de tensão. Deve ser por isso que o p(r)o(f)eta disse:

    Tempo de chorar, e tempo de rir;
    Tempo de prantear, e tempo de dançar;
    (Eclesiastes 3:4)

    O tempo é muito mais do que um espaço de minutos e horas, ele significa que os episódios mudaram e o curso da vida também. Eu lembro que já escrevi uns dois textos para o meu blog ouvindo esta música. Lembro-me também de voltar para casa durante a noite olhando a linda paisagem de Rio Branco da janela do ônibus. Não esqueço de ouvir meu amigo Iury Aleson mudando de opinião sobre a banda (a princípio ele não gostava do folk deles, mas depois entendeu a essência e passou a gostar). Lembro-me de “Leite Azedo” servir de inspiração para alguns conselhos os quais, obrigatoriamente, dei ao meu irmão. Lembro, também, de certa madrugada de angústia, quando reproduzi a música e orei. Portanto, assim como o leite azeda quando é esquecido, perdemos o bom humor quando somos esquecidos. Perdemos o foco quando olhamos para o lado e não enxergamos mais razões para lutar, persistir, crer, e, desta forma, a vida azeda quando é esquecida. Belchior escreveu em “Como nossos pais” que sabe tudo na ferida viva de seu coração. E nós sabemos de fato, pois sabemos a dor que sentimos em madrugadas de insônia. Nós, mais do que ninguém, sabemos quando a vontade de chorar aperta o coração e nos desmanchamos em lágrimas. Sabemos, e só Deus e nós sabemos, do desconfortável sentimento de culpa e angústia que sentimos em tempos de crises. “Se eu fosse o tempo esperaria mais” e certamente esperaria mesmo pois queremos acertar as coisas. Queremos endireitar a rota que se desviou e por ordem na bagunça toda que há em nossa casa interna.

    Dos dedos vem o arranjo que eu quis
    Dos lábios vem cebola e fel
    Em casa tem amor, tem pai, mãe
    Da rua vem um homem mau
    De mim sai choro, vos, saudade
    Do Outro eu roubo a ideia o ideal

    Como um recém estudante de música, entendo a alegria que é instrumentalizar uma canção. Nossa, que dádiva! Mas em termos, o outro lado de nós não está alinhado com melodias esplêndidas. Cebola e fel representam mau gosto horrível. Se perceber bem, a cebola só entra na comida acompanhada de outros legumes ou nutrientes, mas nunca é servida só em um lindo prato, pois é ruim e desagrada a boca. O mais incrível é que eu entendo perfeitamente o sentimento do compositor. Parece até que eu fiz parte da elaboração musical da letra, no entanto, não a fiz. Acima disse que há muito mais por trás de uma música do que nos é apresentada, e quando atingimos uma certa idade, entendemos a dor como uma fase ruim e que ela logo passará, mesmo que aquilo nos leve alguma coisa. “Do outro eu roubo a ideia o ideal“. Daqui há alguns anos olharemos para trás e entenderemos cada sentimento sentido, sorriremos de situações bobas e compreendermos o porquê do bolo demorar tanto para ficar pronto, mas o principal é que entenderemos o quanto se pode aprender com uma canção e o quanto podemos refletir com a arte que nos cerca, e, assim, também, o quanto podemos usar a dor para abençoar outros. Desta forma foi comigo quando ouvi “Leite Azedo” pela primeira vez! Para concluir, deixo uma pequena poesia que escrevi em um desses tempos difíceis. Um brinde!

    O tempo me destrói

    Eu pouparei palavras
    Falarei tão pouco que você nem vai perceber
    Vou ignorar a gramática como ignora a matemática
    Não vou rimar e nem convencer
    Vou mostrar somente o que está escrito
    Então, você vai perceber que tudo o que quis dizer
    É que o tempo me destrói
    E por causa dele, encerro essa dor disfarçada de poesia.

    https://www.youtube.com/watch?v=B9ShWJ8aXN0

  • Jairo Bonfim divulga capa do seu mais novo CD “Confiança”

    Escolhida através pelo público, o cantor Jairo Bonfim divulgou nesta segunda-feira (20) a capa de seu novo CD pela MK Music “Confiança”.

    Descoberto pela cantora Cassiane, Jairo Bonfim que já tinha uma carreira ao lado das irmãs Joelma Bonfim e Josy Bonfim lançou pelo selo Reuel seu primeiro álbum solo. Após assinar com a MK Music, Jairo lançou o CD Exclusivamente seu tendo excelente aceitação do público. Logo veio o segundo disco pela gravadora carioca. “Eu Clamei”, assim como “Exclusivamente seu” teve produção de Emerson Pinheiro. O single “Mestre” ficou entre as mais pedidas na rádio 93 FM.

    Confiança é o 3° álbum do cantor pela gravadora MK Music. Com previsão de lançamento ainda para este ano (2015), o CD está repleto de lindas canções, e conta com algumas participações pra lá de especiais. Entre as participações estão a do cantor Anderson Freire, e das cantoras Joelma Bonfim e Josy Bonfim.

  • Raquel Santoro lança o disco Não Estou Só

    Irmã da dupla André e Felipe, a cantora Raquel Santoro lança um novo trabalho, de título Não Estou Só. Raquel, que fez uma participação em uma das faixas do primeiro DVD de seus irmãos, relatou que o momento de participar da gravação durante a última edição do Jesus Vida Verão foi um marco em sua carreira, e atualmente segue em turnê divulgando o seu segundo projeto.

    O CD de Santoro contém canções inéditas, em maioria escritas por André e Felipe. No entanto, há faixas assinadas por outros compositores, como Luciana Leal e Tony Ricardo. A faixa-título, atualmente, está sendo divulgada através de um clipe gravado nos EUA. A produção musical ficou a cargo de Jimmy Oliveira, Ronny Barbosa e Gideoni Donato.
    Assista abaixo o videoclipe de “Não Estou Só”, faixa-título do álbum.

    Fonte: Assessoria de imprensa | Revisado por equipe O Propagador