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  • Fique Sabendo – Catedral, Rebanhão, Novo Som, Marcela Taís e muito mais

    Hoje é sexta-feira e tem muitas novidades no Fique Sabendo desta semana. Confira!


    Mess Entretenimento anuncia projetos de Catedral, Rebanhão e Novo Som

    A gravadora Mess Entretenimento, a qual já tinha o Novo Som em seu cast, anunciou a adesão das bandas Catedral e Rebanhão ao selo. Os três grupos pretendem gravar discos ao vivo comemorativos este ano. Tanto o Novo Som e Catedral celebram 25 anos de carreira, enquanto o Rebanhão faz 35 anos com uma reunião da formação clássica, depois de cerca de 20 anos de separação. A novidade foi divulgada por Hudson Lenna em entrevista ao Super Gospel.


    Marcela Taís anuncia lançamento de novo álbum

    A cantora Marcela Taís, após mais de um ano compondo e produzindo, anuncia o seu próximo álbum, de título Moderno à Moda Antiga. O projeto foi produzido pelo músico Michael Sullivan, o qual ingressou no meio gospel através de produções musicais da gravadora Graça Music. A cantora, ainda, ficou responsável pelo projeto gráfico da obra, que terá data de lançamento anunciada daqui a alguns dias.


    Resgate lança álbum ao vivo de 25 anos

    Gravado em setembro do ano passado, 25 anos, do Resgate chega às lojas no fim deste mês. Lançado em CD e DVD, o diferencial deste projeto é a influência erudita em algumas faixas e novas roupagens de canções as quais o Resgate nunca regravou em seus álbuns ao vivo anteriores, como “Leve Fardo”, “Doutores da Lei” e “Amor”. Ainda, a banda regravou o clássico “All You Need Is Love” dos Beatles e apresenta algumas inéditas. Confira a capa:

    Resgate - 25 anos - capa 2015


    Thalles lança novo clipe

    O cantor Thalles, após lançar o disco As Canções que eu Canto pra Ela, com temáticas românticas, lança clipe da canção “Minha Menina”, parte do álbum. A direção de vídeo ficou por conta de Hugo Pessoa. Confira:


    Até a próxima semana!

  • Rocklogia – “a igreja é uma merda!”

    Quem ao menos tem um conhecimento básico sobre jornalismo deve saber que, durante a graduação, numa formação que se preze, os alunos aprendem, ou ao menos são levados a refletir o impacto social, e também pessoal da informação transmitida. Uma notícia pode acabar com uma vida. Um título ambíguo, até explicar que focinho de porco não é tomada já fez muito estrago. Em meados de 2001, um portal de música chamado Usina do Som publicou uma entrevista de uma banda por aí chamada Catedral, com o título Templo Perdido. Já, a primeira frase do texto era: “A igreja é uma merda!“.

    O texto, escrito pelo jornalista Ricardo Alexandre, conhecido por um material extenso sobre o rock feito no Brasil, foi objeto da maior polêmica na história do Catedral, algo que o próprio autor, em 2013, intitulou de “juízo gospel“. Na mesma época, existiam boatos de que a banda tenha participado do programa do Jô e negado a fé por três vezes. Evidentemente, era um hoax, o qual, até os dias de hoje, não é difícil de ser lido (e ainda há quem acredite).

    Enquanto o Catedral era boicotado por muitos evangélicos, a banda ainda conseguiu manter um público menor diante das polêmicas. Os discos, distribuídos da WEA não venderam tão bem quanto a outros artistas de rock do selo, mas o próprio grupo, mais tarde diria que era culpa da gravadora, que não fez um bom trabalho de divulgação. Por outro lado, a entrevista, em que simplesmente a banda afirmava que o segmento gospel os limitava, foi transcrita com adjetivos e verbos bastante apelativos e sensacionalistas. O resultado foi imediato: foi o conteúdo mais lido na história do finado portal, e em poucos dias teve que sair do ar. Mas o estrago estava feito.

    Com isso, a MK Music se aproveitou da situação e reincidiu, sem maiores explicações, o contrato da carreira solo de Kim. A gravadora publicou que estava cortando relações com a banda pelo fato de não terem nenhum compromisso com o segmento evangélico. A situação foi revoltante para os integrantes do Catedral, que resolveram processar a gravadora, vencendo, muitos anos anos depois, com uma multa no valor de 1 milhão de reais.

    Enquanto isso, as comparações com o Legião Urbana continuavam, e chegaram ao ápice quando o tecladista Carlos Trilha, conhecido por tocar e gravar com o Legião nos anos 90, era indicado a produzir 15º Andar, último álbum do Catedral pela WEA. Em setembro de 2002, o Estadão publicava uma matéria de título “Catedral se converte a Legião Urbana“, explicitando, também, a polêmica protagonizada por Kim com o ex-baterista do LU, Marcelo Bonfá. No ano anterior, Dado Villa-Lobos, em entrevista, afirmou que “Catedral é uma banda Denorex”.

    “Não queria trabalhar com ele de manhã sabendo que, de tarde, ele estaria produzindo o Catedral. Não conheço muitas músicas dessa banda mas o que ouvi achei pobre, cópia paraguaia mal feita. Não conheço os caras, não posso falar nada da pessoa deles. Mas, como música, só sei que o que fazem é uma porcaria”. [Marcelo Bonfá, Estadão, 2002]

    “Quem é Marcelo Bonfá? Pra mim não é nada. Eu respeitava o Renato Russo, mas para o Bonfá não dou a mínima. Só faço uma pergunta: se eles falam tanto de Legião Urbana, por que não continuaram com o grupo depois da morte do Renato Russo? O Catedral está vivo, o Legião acabou”. [Kim, Estadão, 2002]

    “A galera do Legião não gostou nada quando ficou sabendo que eu iria produzir o Catedral. Achei um absurdo, parecia que queriam proteger não sei o quê, que o Catedral iria roubar alguma coisa deles. Esta postura é uma bobagem, uma grande besteira”. [Carlos Trilha, Estadão, 2002]

  • Ser Ester Mestre Cuca – Bolo integral de banana e mel

    Olá meninas, estreia aqui uma tag nova na coluna! Trata-se da Ser Ester Mestre Cuca!

    Nossa consultora gastronômica, Talita S. de Souza, é chef de cozinha e… minha irmã mais amada de todas. Há de se notar que, o fato de ser a única, acentua a preferência.

    A partir de hoje, a Chef Tica, como a chamamos, vai apresentar algumas receitinhas fáceis e deliciosas, capazes de fazer até um completo zero à esquerda culinário como eu apresentar algum resultado bacana na cozinha.

    A receita de estreia é um bolo maravilhoso e super saudável. Eu experimentei, levei para meus colegas de trabalho e o sucesso foi absoluto.

    Vamos lá!

    BOLO INTEGRAL DE BANANA E MEL

    Ingredientes11198648_833942793364117_1033893203_n

    3 bananas amassadas

    3 ovos inteiros

    1 xícara de mel

    ½ xícara (chá) óleo de milho ou canola

    ½ colher (sopa) de canela

    1 pitada de noz moscada

    2 xícaras de Farinha de trigo integral

    ½ colher (sopa) de Fermento em Pó

     

    Preparo

    Em uma tigela, misture as bananas amassadas, os ovos, o mel, o óleo, a canela e a noz moscada. Acrescente a farinha integral e o fermento peneirados e misture bem tudo junto.

    Unte uma forma de furo no meio com margarina e polvilhe açúcar e canela em pó.

    Coloque para assar em forno em temperatura média (180 graus) pré-aquecido por 10 minutos. Asse por 30 minutos.

    Dica da Chef:

    Desenforme quente, assim o açúcar estará derretido e sairá fácil. Essa dica vale para qualquer bolo que a forma for untada com margarina e açúcar.

    Bacana, né? Agora é só correr para a cozinha e se tornar a pessoa mais popular da casa.

  • Um Brinde – Quando Kevin Arnold falou de fé

    Um Brinde – Quando Kevin Arnold falou de fé

    Sou um fã nato do seriado Anos Incríveis que, na minha infância foi televisionado na TV Cultura e foi um sucesso nos anos 90. Depois de anos, em tempos de www, como diz o grande Humberto Gessinger, consegui encontrar algumas temporadas completas no YouTube. Bem, o personagem principal é o Kevin Arnold (Fred Savage) de 13 anos. O mesmo narra a história, só que já adulto. Anos Incríveis é uma criação honrosa de Neal Marlens e Carol Black. Pois bem, a família Arnold não é religiosa. Mas neste episódio, Kevin inicia falando da formação de seu país (Estados Unidos) e da base de fé que tinham, tendo o curso mudado no fim da década de 60 com alguns questionamentos sobre o real sentido da vida. Kevin não fala necessariamente de religião e nem do próprio Deus. O mesmo tem como dever de casa escrever um necrológio que é uma espécie de como as pessoas falarão de nós após morrermos. Kevin ainda muito ingênuo, não sabe o que de fato tem que fazer. Na primeira tentativa faz uma resumidíssima apresentação e sua professora o repreende, pois se assemelha com a história do presidente George Washington. Em casa, a família Arnold passa por alguns problemas com os recibos dos impostos a serem pagos. A mãe de Kevin, Norma Arnold (Alley Mills), perde os recibos, mas não perderiam de vez, apenas alguns problemas da agência haviam acontecido. O que deixou Norma preocupada mesmo, foi os astronautas da Apolo13 que estavam na lua e correndo risco por alguma falha mecânica. Por conta disso, ela vai até uma igreja e Kevin a segue, mais tarde a noite, já em casa, ele sai e reza a Deus. Quando entra, vê os pais sorrindo e bem um com o outro. Então Kevin reflete sobre a família e fé.

    Entenda caro leitor, o episódio não trata de nada grandiosamente espiritual, apenas um pouco do que nós cristãos deveríamos observar mais: as nuances de nossa rotina. Já escrevi aqui um pouco sobre isso e creio ter deixado claro que o que torna os dias cansativos e sem graça não é a rotina em si, mas a repetição sem extras dos dias. A professora de Kevin pediu apenas uma página do necrológio. Sim, não exigiu muita coisa, pois sabia que eram jovens demais, mas precisavam compreender um pouquinho de suas próprias vidas. O irmão do personagem, Wayner, o qual não é nada gentil nem legal, ao descobrir o trabalho do irmão, tenta “ajudá-lo” sugerindo que o escreva:

    “Kevin Arnold: nasceu idiota
    Viveu uma vida idiota
    Morreu idiota”

    Acredito que já vivemos uma vida assim. Talvez não vivemos mais por viver pois entendemos agora que há um sentido para a vida. Aprendi 3 coisas bem importantes com este episódio:

    1°) Estamos muito longe de sermos humanos. A busca incessante de querermos ser perfeitos e o piloto automático frenético, faz com que transpareça que não somos humanos com falhas, limitações, dores e sonhos. A fé nos garante muito mais que refúgio. Ela nos dá a certeza do que não vemos (Hb 11:1). Deus nos mostra o caminho da verdade (Sl 25:8) e nos instrui e ensina (Is 28:26). Ao contrário do que as pessoas pregam, o nosso Deus se relaciona sim conosco. Ele apenas não fala em Sua palavra, mas se relaciona com seus filhos, que é incrivelmente abençoador para nós. Quando entendemos que somos humanos, compreendemos o quanto necessitamos do amor do Pai e precisamos melhorar como filhos.

    2°) As crises são transitórias. Por mais difícil e dolorosa que sejam as crises que enfrentamos, elas são transitórias, cedo ou tarde vão passar. Se bem que elas parecem infinitas porque nos atinge demais, e isso porque somos frágeis e não vemos lado bom nas dores. Não que é necessário sair por aí fingindo que está tudo bem com um enorme sorriso no rosto, mas é importante procurar algo bom onde aparentemente não existe bondade. Soa bem contraditório, mas isso é necessário. Precisamos entender que nunca seremos completamente felizes aqui na Terra, e isso nos motivará a continuar crendo em Deus e nas suas maravilhas.

    3°) A fé sempre será uma decisão. É bem provável que já tenhamos pensado em coisas triviais e de pensarmos em largar a fé. Não importa a base, mas já pensamos ou abandonamos a fé. Eu, particularmente, abandonei a fé católica, espirita e dos testemunhas de Jeová. Neste episódio, Kevin Arnold decide orar, decide buscar a Deus por um instante, e mesmo não tendo uma relação com Deus ativa, ele soube o que dizer. Em Habacuque 2:4, vemos que o justo viverá pela fé. Viver é algo prolongado e cheia de decisões. Pagar impostos por exemplo, não é uma decisão que parte de nós, e como um simples calvinista, também creio que a fé não é decisão nossa, mas Deus nos permite ver essas situações e tomarmos tais rumos conclusivos. Por isso, a fé faz parte do corpo divino da graça. Graças a misericórdia do nosso Deus podemos ter fé nele e viver melhor.

    Quando Kevin Arnold falou de fé eu percebi que o meu lado humano pulsa e anseia por Deus. Entendi que minha cosmovisão cristã precisa ir além de musicas e situações rotineiras, preciso olhar com amor para o meu bairro, cidade, estado e país. Preciso tirar bonança do caos político que se estabelece no congresso e ver ternura na simples dor de uma personagem de um seriado ou filme que muito gosto. Quando Kevin Arnold falou de fé, eu sorri e disse: “Obrigado meu Deus, Tua glória é magnífica e incomparável!” Um brinde!

    https://www.youtube.com/watch?v=mLHr5fBAmmU
  • Conectados no Amor – Dia das Mães

    Efésios: 6. 1. Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.

    A comemoração de dia das mães é marcada por festas, presentes e uma data especial para aquelas que já criaram e criam seus filhos. Porém, o principal aspecto desta comemoração, por várias vezes, é a marca da hipocrisia. Passa-se o ano inteiro entre confusões, filhos ingratos agindo como se fossem perfeitos diante de seus responsáveis e anos de dores pela mulher que exerce a função da educação familiar e recebe como recompensa o desgosto de seus filhos.

    Não sei se tenho algo para comemorar nessa data. Talvez o que eu posso colocar nessa festa é a minha infelicidade comigo mesmo, e a dor de não ser quem eu deveria ser. Não posso festejar algo que não passará de palavras vazias, e de máscaras num dia tão belo.

    Na fase da adolescência e da juventude, é o tempo que se reconhece menos o que nossos pais passam por nós. Ninguém tem mães perfeitas, mas a falta de perdão e de compreensão tem destruído muitas famílias. Não, não tenho muito o que comemorar, além de tristezas.

    Cada dia que passa, elas perdem um pedaço de si, dando-se para nós, mas as horas que passam só servem para aumentar a divisão familiar. Até que se vão, e deixam marcas de melancolias dentro daqueles que ficam, pois não usaram o tempo que dispunham para agradecerem por tão grande amor. Não perca nenhum momento para ser grato com aqueles que realmente te amam, não deixe passar as ocasiões doces e de se esforçar para amar as suas mães. Elas não são eternas e não terão toda vida para ouvir isso.

    Dia 10 de maio, uma data com motivos mais que especiais, no entanto, sinto-me como o mais melancólico e pródigo filho retornando a casa de seu pai, depois de o ter abandonado dentro de seu próprio lar.

  • TOP 10 – Músicas de alerta contra a Babilônia

    Estreou há pouco mais de um mês uma das novelas globais que mais deu o que falar nos últimos tempos: Babilônia. E não é pra menos. Logo no capítulo de estreia a trama causou um reboliço principalmente entre os cristãos, não apenas pelo título que por si só carrega uma conotação negativa para os conhecedores da Palavra, mas principalmente pela forma como a novela abordou a questão da homossexualidade, colocando um casal lésbico representado por duas senhoras trocando beijos e carícias.

    Evangélicos usaram as redes sociais para expor opiniões a respeito e demonstraram insatisfação acusando a novela de atentar contra a família e a moral. Nomes como Silas Malafaia, Marco Feliciano e o Magno Malta foram alguns de muitos que usaram suas redes sociais para manifestar desaprovação e até promover boicotes.

    No contexto bíblico, Babilônia era o império para onde o povo de Israel fora levado cativo e permaneceram escravizados por longos anos. Quem não conhece a história do profeta Daniel que foi jogado na cova dos leões por seguir sua rotina de oração quando o rei havia proibido? Ou  Hananias, Misael e Azarias, mais conhecidos por seus nomes pagãos como Sadraque, Mesaque e Abede-nego que foram lançados na fornalha ardente por não se curvarem à imagem de Nabucodosor?

    Esses quatro jovens foram separados entre os escravos hebreus para servirem no palácio real e chamaram a atenção por rejeitarem a comida que era oferecida no palácio, por comidas simples, como frutas e verduras. O que mais espantava era que estes jovens aparentavam estarem com mais vigor e saúde que os demais que comiam os manjares do palácio babilônico, conotando com o mundo e o que ele oferece.

    Tudo isso tem inspirado diversas canções que falam destes feitos e nos alertam sobre os perigos da “Babilônia”. Confira 10 que valem a pena ouvir e refletir.

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    O Decreto – Cristiane Medeiros

    Recentemente lançado pela gravadora Celebrai Music, o novo CD da cantora Cristiane Medeiros traz como single a canção “O Decreto”, a qual narra, justamente, a história dos jovens que foram lançados na fornalha. Uma canção impactante que faz uma ponte entre a história e os dias atuais. (2015)

    https://www.youtube.com/watch?v=zy0YxoWoQ1U

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    Babilônia – Wilian Nascimento

    Gravada por Wilian Nascimento no álbum Agir de Deus, a canção, assim como a anterior faz uma analogia entre a história narrada no livro de Daniel e os dias atuais, declarando fidelidade ao único Deus. É uma composição de Anderson Freire. (2010)

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    Contra a Babilônia – Leandro Vinícius

    Em seu primeiro CD, de título Santo, o jovem cantor Leandro Vinícius trouxe em seu repertório essa excelente canção, que traz uma mensagem de insatisfação com a atual situação, a qual, cada vez mais, a “Babilônia” tem influenciado as nações. (2012)

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    Eu Prefiro ser Fiel – Leandro Borges

    Uma grande revelação na música pentecostal, Leandro Borges, em seu belíssimo CD Pelo Reino de Deus trouxe-nos a canção “Eu Prefiro ser Fiel”. Com uma letra forte, a canção apresenta uma mensagem de não conformação com as coisas do mundo, buscando se manter vigilante, assim como Daniel, rejeitando os manjares do rei. Vale a pena ouvir. (2013)

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    Não vos Conformeis – Cassiane

    “Não vos conformeis” é mais uma canção de exortação. Gravada por Cassiane em seu último trabalho de inéditas distribuído pela Sony Music, Ao Som dos louvores, e diferentemente das anteriores, busca nos exortar sobre os perigos de nos conformarmos com as coisas do mundo. (2011)

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    Na Corte do Egito – Trazendo a Arca

    “Na Corte do Egito” foi escrita por Deco Rodrigues e Luiz Arcanjo, mas foi cedida inicialmente para Fernanda Brum, que a gravou no álbum Profetizando as Nações. No entanto, a versão do Trazendo a Arca foi muito mais bem sucedida, tanto em público e crítica, com um arranjo criativo de Ronald Fonseca. Esta versão pode ser encontrada no clássico Marca da Promessa. (2007)

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    Identidade – Anderson Freire e Bruna Karla

    A música, a qual intitula o primeiro disco solo de Anderson Freire tornou-se um verdadeiro hit e um dos grandes sucessos de sua carreira. Com participação de Bruna Karla, a música tem de tudo um pouco, pois vai do pentecostal ao que podemos chamar de rap e narra a história de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego (é recorrente, neste tema) e mostra que é preciso assumirmos a nossa identidade, independente dos riscos que isso venha nos oferecer, até mesmo a fornalha. (2010)

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    Daniel – Resgate

    Um dos primeiros sucessos do Resgate, “Daniel” foi escrita pelo vocalista e guitarrista Zé Bruno para o álbum Novos Rumos. A canção trata diretamente a respeito da vida de Daniel, fazendo alusão as coisas que o mundo nos oferece. Essa música foi regravada diversas vezes pela banda e pode ser encontrada em várias versões. (1993)

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    Fidelidade – Danielle Cristina

    Um dos maiores sucessos de Danielle Cristina, a canção “Fidelidade” caiu na boca do povo em diversas igrejas pentecostais. Seu refrão forte e impactante declara justamente a fidelidade para com Deus, não dando a nossa adoração a nenhum outro senão a Ele. A frase “Até diante da morte, prefiro ser fiel” mostra o quanto esta canção é forte e é preciso muita coragem para cantá-la. (2009)

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    O Lamento de Israel – Sérgio Lopes

    Provavelmente o maior sucesso da carreira do cantor Sérgio Lopes até hoje, a canção “O Lamento de Israel” foi lembrada pela maioria das pessoas perguntadas sobre músicas com este tema e foi lançada no álbum O Sétimo, produzido por Pedro Braconnot. Sua relevância não é a toa, pois realmente se diferente das demais por ter uma pegada mais suave, mas igualmente impactante por transmitir uma mensagem forte e de grande apelo emocional. Em palavras, Babilônia não é o lugar de Israel, mas é preciso chorar, clamar a Deus para que Ele liberte do cativeiro. Merecidamente, é um clássico. (1997)

    https://www.youtube.com/watch?v=_l-iqlPqq4c

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    Agora que você já conferiu o TOP 10 e ouviu as canções, vale a pena pensar: Será que estamos mesmo rejeitando os manjares do rei como costumamos cantar ou será que estamos nos curvando às coisas as quais nos são oferecidas pelo mundo? Diante de tudo que temos visto e ouvido, vale a reflexão. Com certeza, a nossa Babilônia não é mais o Império antigo e os manjares não são literais, mas tudo aquilo que possa nos distanciar do alvo. Até a próxima!

  • Fique Sabendo – Alex e Alex, André e Felipe, Daniela Araújo, Fernandinho e Trazendo a Arca

    Hoje é sexta-feira, e como sempre, dia de Fique Sabendo. Vamos lá?


    Alex e Alex lançam novo álbum pela Som Livre

    Após vários anos lançando obras na MK Music, a dupla Alex e Alex prepara-se para lançar seu novo álbum pela Som Livre. A novidade foi divulgada através da capa do disco, de título Tribo do Leão. Segundo a assessoria de imprensa da dupla, a obra conterá doze faixas, com uma versão de “You and I” de Kenny Rogers e Bee Gees. O restante do projeto será totalmente autoral.


    André e Felipe e Daniela Araújo gravam canção juntos

    A dupla André e Felipe, próximos de lançar um novo disco pela Sony Music, se juntaram à cantora Daniela Araújo e gravaram uma canção. De título “Quem é esse?”, a letra é assinada pela dupla, e estará na versão em CD do projeto.


    Fernandinho explica o conceito do álbum Galileu

    O cantor Fernandinho gravará o álbum Galileu no fim do mês. Segundo o músico, o projeto nasceu a partir de uma necessidade sentida pelo intérprete em gravar canções que falem de Cristo de forma mais direta e incisiva: “Há 3 anos atrás​, ​ antes mesmo de gravar o DVD Teus Sonhos, e​m uma conferência, senti muito forte em meu coração o desejo de buscar de Deus canções que tr​ouxessem​ a exaltação do nome Cristo​. ​ Não q​ue​ as anteriores não fiz​essem​ isto​, ​ mas, de uma forma mais forte. Falar o que ​Ele​ é, e o q​ue​ ​E​le fez, e não sobre minhas necessidades​, de imediato veio a canção Galileu​ que mostra o ​que​ ​E​le é. Somos bombardeados por muitos caminhos​, ​t​​​emo que alguns venham a se perder pelo excesso de estradas. Nest​e ​CD​ a minha alma clama para que ​nó​​s voltemos ao evangelho simples​, ​ q​ue é o Cristo ​que​ morreu e ressuscitou e em breve voltará​. ​ Que deixemos o joio pra ser tirado pelo juiz naquele dia​. ​Que deixemos as “visões” ​e​ estratégias q​ue​ nos cercam e olhemos para Cristo “autor e consumador”“.


    Trazendo a Arca anuncia gravação de novo CD

    A Sony Music divulgou, em suas redes sociais, um evento que ocorrerá nos dias 27 e 28 de maio na Igreja Apostólica Unidade em Cristo. Segundo a gravadora, trata-se da gravação ao vivo de um novo álbum. A banda ainda não se pronunciou, afirmando, se trata realmente de uma gravação ou apenas captações para um projeto de estúdio, como tradicionalmente fazem.


    Até a próxima semana!

  • Rocklogia – Aeroilis: o início do novo movimento

    Foto: Raphael Campos, vocalista da Aeroilis em show ocorrido em abril de 2003 | Fotolog Aeroilis

    Em meados de 2001, surgia a Aeroilis. Mais que uma banda independente do chamado rock alternativo, ainda incipiente no Brasil como um todo, o grupo se tornaria, com os anos como o precursor de um movimento musical já abordado aqui, o chamado Novo movimento.

    A banda surgiu na cidade de Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina no início de 2001, e caracteriza-se, inicialmente por ter iniciado suas atividades em uma região, anteriormente, de pouco destaque na cena do rock feito por indivíduos cristãos. Se antes, os grupos estavam concentrados no eixo Rio-São Paulo, a Aeroilis fez parte desta época, em que novas bandas de outras regiões se destacavam, principalmente oriundas das regiões Centro-Oeste e Sul.

    Segundo Arvid Auras, baterista e principal letrista da Aeroilis, os integrantes já se conheciam e tocavam em outras bandas em anos anteriores, o que colaborou para a formação, em 2001.

    Na verdade a gente já toca junto, em outras bandas, há um bom tempo, eu toco com o Raphael (vocal) desde 94, tocamos juntos no Hadasha e no Nec Plus Ultra, o Fernando (fejão) também tocava no Nec Plus Ultra, assim com o Eduardo, que foi nosso baixista até pouco tempo atrás [Arvid Auras, 2005, Super Gospel]

    Após a formação da banda, o repertório autoral foi surgindo, e o primeiro álbum foi gravado num home estúdio, o La Cruz. O vocalista Raphael Campos, responsável pela maior parte das ideias instrumentais do grupo, foi o produtor da obra, que foi gravada e mixada entre julho de 2003 e janeiro de 2004. O baixista Eduardo Galvani ficou responsável pelo projeto gráfico.

    O CD, distribuído de forma independente, continha onze faixas. Quatro meses depois, a gravadora Bom Pastor interessou-se pela Aeroilis, contratou a banda e o álbum foi relançado nacionalmente, com mais duas novas canções (“Ter Fé” e “Em Meio ao Frio e a Dor”). Inclusive, tais canções não aparecem no encarte do disco, justamente por terem sido incluídas posteriormente.

    Durante a turnê do álbum, Eduardo precisou deixar a banda por questões de tempo, fazendo com que o músico Helon Borba (atualmente vocalista do Quarto Fechado) assumisse o baixo da banda. A banda fez apresentações em vários locais no Brasil. Lembro que, na época, o quarteto fez algumas apresentações em Goiânia, e nas rádios locais, “O Tempo” era bastante executada. Pelo fato da carreira musical não ser o meio de sobrevivência principal dos integrantes, a atividade da banda em lançar o disco seguinte ficou extensamente prejudicada, mas um post próximo abordará isso de forma mais detalhada.

  • Um Brinde – A arte de decepcionar leitores

    Um Brinde – A arte de decepcionar leitores

    Eles esperam que você seja perfeito, que não falhe (não quando eles esperam). E a cada texto que você escreve e publica, eles esperam a perfeição. E agora? Você não pode falhar, companheiro! Escolha um tema que eles gostam. Fale do que a mídia está alimentando no momento. Dê a eles o que querem. Alimente seus egos com informações bem baratas e sutis. Não pesquise muita coisa não, pois eles querem que você mostre seu ponto de vista, para terem um pretexto para que te julguem. Escreva sobre algo bem polêmico pois é isso o que a mídia sustenta: dane-se o bom senso! Eles querem que você se saia bem, mas se sair mal, também vão adorar, pois terão o que compartilhar nas redes sociais com a legenda: “olha o que esse babaca anda escrevendo”. Fique do lado o qual está ganhando. Se for esquerda, esquerda. Se for direita, direita. Não demonstre seu posicionamento teológico, filosófico e/ou político. Eles não gostam de muita formalidade. Mas bem que eles gostam de ser impressionados, então uma formalidade de vez em quando é muito bom. Ignore a letra do Guilherme de Sá que diz “escreva um livro e que ele ensine algo de bom”. Eles gostam de sensacionalismo, mas não muito, pois não gostam que os outros zombem deles por lerem coisas desse nível. Dê um conteúdo bem simples, mas simples demais não, pois eles não querem ler qualquer coisa. Então vai ser necessário fazer uma pesquisa né? Mas talvez não gostem… Mas…

    Infelizmente essa é uma realidade na websfera brasileira. Blogueiros, colunistas, jornalistas e escritores de modo geral são os grandes responsáveis por alimentar um público rebelde acostumado a ler somente elogios e algo que os atraia. Eu, particularmente, falho nesse critério, pois não escrevo para agradar ninguém, mas se agrado é por pura consequência de meu trabalho. Se você não se encaixa no perfil de leitor que escrevi logo acima, meus parabéns, porque você não está preocupado em ler artigos com assuntos que vão encher seu ego de bonança crítica, mas ao ler algum conteúdo procura entender o autor. As aulas de português sempre nos exigiram interpretação de textos, e é fato que você entendeu isso. Parabéns leitor, estamos juntos! Não precisamos de heroísmo literário, precisamos apenas de um bom texto argumentativo. A internet é dos inteligentes e os bons textos, dos tolerantes.

    Aos demais, digo-vos que fiquei com a arte de decepcionar leitores. Não consigo agradar, eu apenas escrevo. E a todos os meus digníssimos leitores, um brinde!

  • Análise: DVD IDE – Thalles

    Análise: DVD IDE – Thalles

    ID3, de Thalles, foi considerado pela equipe do O Propagador como um dos melhores álbuns de 2014. Registrado em CD e DVD, foi gravado ao vivo em 30 de maio, na Igreja Bola de Neve de São Paulo-SP. Sua versão audiovisual contém 21 faixas, estando 14 delas presentes no CD homônimo.

    O registro em vídeo contém 21 faixas, estando 14 delas presentes no CD homônimo. O projeto ID3 conta com a direção artística de Daniel Silveira, direção de áudio do próprio Thalles Roberto e Eduardo Levy e Marcelo Paiva como diretores de vídeo.

    O trabalho é aberto com Hoje sou pai e entendo, uma música inusitada para se iniciar um álbum, mas que acabou tendo um resultado bacana com a apresentação da família do cantor no palco e uma dramatização com atores do grande grupo cristão de teatro, o Jeová Nissi, encenando a via crucis e fazendo um belo link com a faixa seguinte, Como Agradecer. A canção é bastante simples, mas combinada com uma fotografia de tirar o fôlego e uma interpretação cativante, que levou a boas doses de emoção, se torna um dos pontos altos do DVD.

    E era assim que tava eu inicia a fase #Pressão de Thalles no projeto. Com uma letra de mudança de vida, característica do cantor, a música tem bela participação do back vocal e cumpre bem o seu papel de levantar o público.

    Deus vai cuidar de Mim, presente apenas no DVD, faz dupla com a regravação de Deus sabe o que é melhor pra mim, compartilhando a mesma temática. Essa última, conta com a bela participação do Coral Soul Livre, mas em se tratando de uma canção já gravada anteriormente e sucesso na voz de Mariana Valadão, a música poderia estar apenas no DVD, abrindo espaço para uma faixa inédita no CD principal.

    Se liga no Groove é a boa faixa com temática política e social. Como 2014 foi ano de Eleições e Copa do Mundo de Futebol, o assunto estava em alta. A música tem merecido destaque no DVD, tanto pela interpretação no mínimo empolgada do cantor quanto pelas belas imagens que gerou em vídeo.

    Quem é você?, música que o cantor tem trabalhado como single é um espetáculo a parte. Com os painéis de LED mostrando o frenesi urbano, bailarinos mascarados no palco e trajando figurinos que retratam a oposição entre o bem e o mal dentro de cada pessoa, coreografia marcante e uma interpretação vigorosa do cantor, a música tem merecido destaque. Vale também informar a participação de Paulinho da banda Jota Quest na bateria.

    Prazer, eu to feliz é a 8ª faixa do DVD, mas é a música de encerramento do CD, posição que, pela pegada, combina mais com ela. É uma boa música, mas sem grande apelo visual no trabalho de vídeo.

    É a Presença é mais um dos grandes momentos do projeto. Iniciando com um pequeno testemunho sobre a relação do cantor e sua família com a Igreja Assembléia de Deus, a canção é uma homenagem à denominação centenária e berço do pentecostalismo no Brasil. Sendo uma das músicas de maior apelo popular do trabalho, a faixa poderia (deveria, eu digo) ser trabalhada como single. É um hit em potencial. É aquela música de igreja, em que Thalles novamente divide o protagonismo com o Coral Soul Livre e coloca seu swing em flerte com a música pentecostal das décadas passadas.

    A partir daí, o show entra em um momento mais calmo e intimista, além de um tanto longo para os padrões dos trabalhos anteriores de Thalles Roberto.

    Uma das músicas mais esperadas da gravação, Quero sua vida em mim já tinha ganhado um lyric vídeo e contava com a participação especial do cantor de funk Naldo Benny, cuja história de conversão era um dos assuntos preferidos da imprensa especializada em celebridades. No DVD, a faixa não apresenta nada de novo, mas vale destaque pela interação entre os cantores.

    Seguindo a linha dos testemunhos, a música Dá-me um coração segundo o seu coração do mineiro Edvaldo Santos é introduzida por um vídeo com testemunho dramatizado do jovem compositor que faz dueto com Thalles na faixa. É uma música bastante simples, mas cumpre seu papel e ganha maior significado quando associada às condições em que foi composta.

    Finalizando as participações especiais no solo, temos Que amor é esse? que conta com a participação de Delino Marçal. Bela música e que, dado o tema e a vibe, teria feito uma bela dupla com “Como Agradecer”. Para deixar a música mais atraente, uma editada teria sido uma ótima opção, deixado-a um pouco mais curta na casa dos 4 minutos. Aliás, esse é um problema meio recorrente no projeto: boas músicas, mas que ficam meio longas e um tanto arrastadas, como Tempestade e Espírito Santo. Essa última é uma bela música intimista e que ainda merece elogios pela bela participação dos violinos.

    O que será que Deus está fazendo agora, Faz Chover e Avenida do Arrependimento, caminho da cruz, com sua iluminação vermelha, estão apenas no DVD. São boas canções, mesmo que aparentemente sem maiores pretensões. Valem destaque mesmo graças às belíssimas imagens que renderam no vídeo.

    Zion, possivelmente, seria uma boa opção para estar no CD principal. Com uma letra que é a cara do Thalles, a música pareceu agradar em cheio o público presente na gravação.

    Sem o Seu amor é indicada como a 19ª faixa no encarte e contracapa do DVD, mas quem vem é Pai, eu quero te obedecer, música que tem boa letra, mas não acrescenta muito ao trabalho musicalmente.

    Tempos bons é uma homenagem àqueles entes queridos falecidos. Enquanto canta sobre boas lembranças, os painéis de LED mostram fotos de pessoas que partiram. É um momento bonito, mas que fica meio deslocado do restante do trabalho. Poderia estar nos extras.

    Encerrando o DVD, os anos 1970 e a veia Motown, que aparecem sutilmente em alguns momentos, chegam com tudo e cheios de fumaça em Cê quer saber?, que também conta com a participação de Paulinho na bateria. Os looks, o globo espelhado, o breakdance e toda a áurea disco rendem belas imagens. Embora “Prazer, eu to feliz” pareça ser uma melhor opção musical, foi um bom encerramento visual para um projeto primoroso nesse sentido.

    ID3 é uma SUPER PRODUÇÃO, assim em caps lock mesmo. Um belo local de gravação, um palco espaçoso que se estende no meio da platéia em um grande número “3” por onde o cantor interage com os presentes, 12 figurinos diferentes do cantor principal, 1 grupo de teatro, 1 coral, 3 cantores convidados e alguns dos melhores músicos da atualidade juntos. A Iluminação e cenográfica são soberbamente impecáveis. É um trabalho que faz bem aos olhos. Cada imagem do DVD parece ter sido cuidadosamente selecionada. Nada está fora do lugar. No que diz respeito à questão visual, é um dos melhores trabalhos lançados na música gospel nacional.

    O principal defeito do projeto é a falta de músicas com força de hit. O que sobrou em álbuns como o Na Sala do Pai e Uma História Escrita pelo Dedo de Deus, que foi a grande concentração de hits por “minuto quadrado”, o “ID3” é cheio de músicas boas e medianas, mas faltam aquelas com cara de sucesso. As que melhor se qualificam para esse papel é “Quem é você” e “É a Presença”, sendo essa ainda pouco explorada.

    Vale citar ainda alguns erros gráficos. No encarte e contracapa do DVD as músicas “Se Liga no Groove” e “Deus sabe o que é melhor pra mim” estão invertidas, ocupando a 5ª e a 6ª faixas, respectivamente. A 19ª faixa indicada se chama “Sem o Seu Amor”, mas essa música não se encontra no DVD. São erros Pequenos, mas que não passam desapercebidos.

    Concluindo, ID3 é um projeto muito bom tecnicamente, mas meio morno em vários momentos. Thalles aparece mais maduro e faz um trabalho milimetricamente planejado, mas que não empolga de todo.

    Para quem está no grupo que acha o cantor exagerado, o ID3 pode ser uma boa opção de ver um Thalles mais comedido. Por outro lado, os fãs da #Pressão e das músicas dançantes podem se desapontar um pouco.