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  • Leandro Borges conta detalhes de seu novo CD “Deus, eu e meu violão”

    Depois do sucesso obtido pelo CD “Pelo Reino de Deus” que surpreendeu o público pelo altíssimo nível do trabalho, o público vem aguardando com grande expectativa o lançamento do novo projeto musical de Leandro Borges.

    Nesta semana Leandro postou um vídeo em seu perfil no Facebook respondendo várias dúvidas sobre o CD “Deus, eu e meu violão”, adiantando algumas informações relevantes e curiosidades do público que o acompanha através das redes sociais.

    leandro borges“Esse CD são coisas que falei para Deus e coisas que Deus falou pra mim”, afirma Leandro, que assina a produção geral e executiva deste projeto que também teve a colaboração de Jorginho Araújo, Ronny Barbosa e Misael Coelho nos arranjos.

    As fotos para o projeto gráfico – que já entrou em fase de produção – seguirá a temática do título, já foram feitas em Curitiba com o fotógrafo Manoel Guimarães e, para o cantor, o resultado foi muito satisfatório. O CD “Deus, eu e meu violão” está repleto de músicas intimistas, melodias e letras “com muita presença de Deus”. Uma delas é O Silêncio de Deus, contando com a participação de Clayton Queiroz, “É um diálogo entre eu e Deus.” Completa Leandro.

    Duas faixas serão voltadas para o estilo pentecostal. Com 12 vozes no backing vocal, as músicas foram feitas para corais de jovens. São elas, “Chegou O Tempo” e “Cresça”. Esta última foi composta em parceria com mais quatro grandes compositores da música evangélica. “Cresça”, conta com a participação especial de Vanilda Bordieri e ganhou um vídeo clipe gravado em Buenos Aires – Argentina.

    Segundo Leandro, o clipe ficou excelente e será lançado em breve, bem como o site do cantor que já está em fase de finalização. O lançamento do CD acontecerá entre o fim de setembro e começo de outubro.

    Leandro Borges realizará um pocket show de apresentação do projeto musical com data e local ainda não definidos. Com 13 faixas, “Deus, eu e meu violão” também conta com uma participação internacional do Pastor Diego Molina na faixa Título.

    O CD “Deus, eu e meu violão” promete surpreender quem busca ter mais intimidade com Deus. O alto custo, tanto material como espiritual na produção, foi necessário para que cada detalhe de letras e arranjos supere as expectativas.

    Mais informações no vídeo abaixo:

  • Para refletir – Superman

    As vezes me pergunto certas coisas que observo na sociedade. Quão triste é, sabermos no geral que ninguém é blindado de problemas e tristezas, mas todos acabam por ser obrigados a passar uma imagem de alegria e satisfação constante, como superhumanos.

    Outro fato importante a salientar é que, nos tempos atuais a maior parte das pessoas buscam por uma alegria pessoal por meio da experimentação excessiva e indiscriminada. Drogas, bebidas, sexo, amizades que mais parecem um titanic prestes a se afundar. Enquanto isso, um monstro interior grita por socorro, ajuda e atenção. O que fazer disto? Vivemos num tempo onde descobrimos o mundo, o universo, os planetas, mas não conseguimos entender nem dominar nossos sentimentos e o ser. Estamos fora de controle.

    Talvez, diante dessa situação desesperadora, você pergunta: onde está Deus em tudo isso? Onde Deus entra no seu universo particular, na sua identidade, nos seus problemas e conceitos? A resposta, para os mais racionais e reflexivos pode soar absurda, mas quando o “compartimento” é emocional, a razão não se mostra totalmente bem-sucedida na explicação de algo. Nós que cremos em Deus (o que é muito diferente de ter e seguir uma religião) experimentamos isso. Isto porque, para Ele não conseguimos de maneira alguma fugir ou esconder nossos problemas. A própria Palavra de Deus diz, que “sem mim nada podereis fazer” (João 15. 5). Ainda, no Salmo 139 é clara a ciência de Deus da nossa vida de forma tão quanto abrangente e profunda. Para seres mortais e limitados como nós, é fácil transmitir uma inverdade sobre nossos sentimentos, mas Deus possui ciência antes mesmo de confessarmos, e mais do que isso, mesmo sendo tão poderoso e grande, eles nos compreende e sabe como levantar-nos. Diante dEle você reconhece que é igual a todo mundo, e quem sem Ele você é absolutamente nada.

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  • Análise: CD A Chuva Caiu – Elias e Eliseu

    Análise: CD A Chuva Caiu – Elias e Eliseu

    É possível fazer música de grande apelo popular sem cair na mesmice da repetição de fórmulas e frases prontas? Sim é possível. A dupla Elias e Eliseu traz em seu novo disco “A chuva caiu” um som extremamente popular, agradável e também criativo.

    O sertanejo universitário vem conquistando mais e mais público no segmento secular, e no gospel esse movimento não é diferente. Os mais conservadores ainda olham com ressalvas para este estilo musical, principalmente por que os maiores hits costumam ser canções de apenas dois ou três versos que se repetem. Geralmente uma música chiclete, pobre, com um refrão grudento fabricado com o objetivo de cair mesmo na boca do público. No entanto no gospel algumas duplas provam ser possível ter uma música popular sem a pobreza de letras como costuma ser no secular.

    E é assim que vejo “A chuva caiu”. O trabalho mescla canções de sertanejo raiz com o sertanejo universitário trazendo letras carregadas de mensagens de tom evangelístico. A mistura de instrumentos característicos do sertanejo como a viola, sanfona, gaita com outros nem tão comuns como baixo, guitarra e bateria confere um som moderno e agradável. Isso é possível notar na canção “Descansa” que traz uma mensagem de confiança no Senhor, abordando como exemplo a história de Pedro na prisão. As vezes chega um momento em que não temos o que fazer, o segredo é descansar na sombra do Onipotente, crer que Ele tudo fará.

    Bem produzido, o disco não fica devendo em nada aos maiores nomes do sertanejo secular. São quatorze faixas que versam de diversos assuntos, a maioria em primeira pessoa, expressando a confiança do crente em Deus, nas suas promessas e na garantia da vitória no final. Do Lado de Lá faz analogia à travessia do povo de Israel pelo mar Vermelho, apesar das dificuldades, das provas, do outro lado tem algo preparado por Deus.

    Certamente não é fácil enfrentar o mar sem ver o final, sem saber o que nos espera do outro lado. Justamente aí que entra a fé, afinal “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das que se não veem” (Hebreus 11:1). Só conquista a vitória, aquele que crê e mantém a fé viva em Deus.

    Merece atenção também a canção que encerra o disco, “Sobrenatural”. Com uma pegada mais intimista, com direito a piano e violino a canção penetra fundo na alma e nos leva a viajar na melodia. Muitas vezes perdemos de viver o sobrenatural de Deus por nos apegar demais às circunstâncias, nos importarmos demais com o que nos rodeia, perdemos de viver a plenitude de Deus. “É preciso ter asas e voar, o mais alto pra viver o sobrenatural”.

    Arranjos fortes e bem elaborados dão um ar de super produção à canções que ganham ainda mais força com a participação do back vocal e a forma empolgante como a dupla se coloca nas músicas.

    Com o disco “A chuva caiu” os irmãos Elias e Eliseu certamente passam a figurar entre os grandes nomes do sertanejo universitário com um trabalho impecável, de alto nível e de forte apelo popular. Aos amantes da música sertaneja: não deixe de conferir este disco!

    Ouça a canção “A chuva caiu”:

  • Sony Music lança projetos internacionais no Brasil

    Apostando no sucesso dos projetos internacionais, agora a Sony Music prepara mais um super pacote de lançamentos para o mês de agosto.  Já está confirmado o lançamento do novo CD de Fred Hammon – United Tenors, além do primeiro projeto lançado no país da banda de pop rock mais influente no segmento gospel norte-americano do momento, Building 429.

    O novo CD da banda Audio Adrenaline também está entre as novidades do mês. Recentemente também foram lançados os trabalhos da banda RED e Kerrie Roberts. Todos os projetos serão lançados nos formatos físico e digital.

     united tenorsAlém dos álbuns musicais, a Sony Music lança neste mês mais um filme cristão. O aclamado “Um Toque no Coração”, uma história emocionante que fala sobre expectativas pessoais, relações humanas e principalmente relacionamento com Deus.

    Fonte: Sony Music

  • Para refletir – Vivendo sem máscaras

    Por esses dias eu estava conversando com uma pessoa, sobre teatro, a qual concluiu, há pouco, a Faculdade de Direito. Então perguntei como a pessoa se comportava ao tribunal, diante do júri, e do juiz, por exemplo. Mas num dado momento, ela me falou: ‘‘Afinal de contas, o tribunal é um grande teatro’’.

    Algo que tem vindo, fortemente ao meu coração, nesses dias, é o quanto que nós vivemos uma vida de ‘‘máscaras’’. Uns com muitas, outros com poucas, mas todos têm a sua máscara. Assim, comecei a pensar no tanto de gente que vive aprisionada, dentro das igrejas, carregando um jugo e um fardo que não vem do Senhor, simplesmente para agradar aos outros. Afinal, o jugo de Jesus é suave e o seu fardo é leve (Mt 11.30).

    Nós vivemos numa sociedade onde os “pode, não pode” são obrigações, pois se você não seguir esse estilo de vida, automaticamente será excluído. E assim tem sido a igreja do Senhor na Terra. Eu entendo que devemos ter uma linha de raciocínio doutrinária, porém, nem tudo está pautado pela Palavra de Deus. São apenas costumes humanos que foram impostos. E muitos não sabem nem porque os seguem, mas para não contrariarem ou serem excluídos por suas igrejas locais, preferem segui-los.

    O texto de Mateus 9, do verso 9 ao 13 relata o encontro de Jesus com um homem chamado Mateus, seguido de uma cena muito interessante. O texto diz que Jesus foi para casa, e chegando ali, ele sentou-se à mesa com muitos publicanos e pecadores. Então os discípulos são indagados, sobre o motivo de o Mestre deles sentar-se à mesa, com aquele tipo de gente. Mas eis então, o “x” da questão. Você não vê Jesus explicando-se ou titubeando quanto ao que responder. E nas Suas palavras, Ele deixa bem claro, que sabia quem Ele era, e que o fato dele estar ali entre os desprezados, não o influenciava para o mal. Jesus não tinha compromisso em buscar ser o que não era, para agradar os homens, mas simplesmente era o que era.

    Outro texto no qual enxergo esse chamado de Jesus para nós, para que sejamos nós mesmos, sem máscaras, é o de Lucas 18:9-14, pelo qual o Senhor conta a parábola do fariseu e o publicano. Não me atentarei em contar a história (leia o texto). O notável é que, Jesus falou que o publicano, após desmascarar-se diante de Deus, voltou pra casa justificado. E aqui nós percebemos a importância de sermos nós mesmos. E não buscarmos títulos ou respeito humano por aquilo que nos é imposto, não buscarmos o respeito dos irmãos das nossas igrejas, enquanto massacramos quem nós somos. Fingindo ser/ter uma personalidade que não é real.

    Quando nos encontramos verdadeiramente com a Cruz, percebemos quão miseráveis homens somos e como necessitados da transformação de Deus em nós. O Senhor não se atenta ao que nós somos enquanto estamos mascarados. Ele nos conhece, e antes que falemos, Ele já sabe (Sl 139.4).

    Quando nós nos abrimos e mostramos a nossa verdadeira identidade, permitimos automaticamente que Deus trabalhe em nós. Alguém já disse que caráter é tudo aquilo que nós somos no escuro, ou seja, quando ninguém vê. Podemos enganar qualquer pessoa, fascinar a muitos com as nossas máscaras, mas diante de Deus o que prevalece são os nossos corações. E a caminhada diária com Jesus, é uma caminhada de retiradas e cada uma delas, e de reconhecimento de quem nós somos de verdade. Óbvio que nem todo mundo nos aceitará por sermos quem somos, mas não podemos nos preocupar com o que a outra pessoa pensa sobre nós, e sim, com o que o céu, de nós, pensa. Que o Senhor nos ensine e nos ajude a retiramos as nossas máscaras dia após dia!

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  • Análise: CD Esperança – Diante do Trono

    Análise: CD Esperança – Diante do Trono

    “Quando estou pronto a desistir, pensando que cheguei ao fim, a tua mão me sustenta, e a tua voz me orienta” – Faixa “Meu Filho Não Temas

    O Ministério de Louvor Diante do Trono, em 2004, gravou na cidade de Salvador, o seu 7º disco ao vivo, intitulado “Esperança”. Partindo do principio em esperar e confiar no Senhor, quando as circunstancias são contrarias as nossas vontades e planos, quando nada nos resta além do medo e incertezas. A mensagem crucial do disco está na perseverança em acreditar no Deus Soberano e em suas promessas.

    “Eu prefiro estar num deserto e ter o Senhor bem por perto” (Faixa “Tua Presença“)

    Entretanto, o CD não se refere somente à “esperança” propriamente dita (o que teria um menor grau de ressonância). Ele nos remete a um lugar abrasador, de secura e também de refúgio: O deserto, a grande metáfora da vida cristã. Há momentos em que Deus nos conduz a esse lugar para nos fazer enxergar e nos provar. Para que não haja divisões, concessões ou retenções em seu reino, e nos trazer a memória de sua grandeza e glória e da total dependência que devemos ter Nele.

    Todos conhecem a história dos israelitas que sofriam nas mãos dos egípcios, até que o Senhor, com toda a sua misericórdia, os livrou, guiando-os pelo deserto, conforme descrito em Êxodo.  No livro Deuteronômio, Moises fez um discurso, comparando o cuidado que Deus teve com os israelitas no trajeto do deserto, como um pai que carrega o seu filho.

     “Quando tua presença vem, tudo se transforma” (Faixa “Quando a tempestade vem“)

    Já no capítulo 2 do livro de Oséias, Deus (alternando entre advertência e restauração) conclama para que Israel voltasse a Ele. O Senhor voltaria a tirá-los do “Egito” (assim como descrito em Êxodo) e colocaria em um novo deserto, onde iria guiá-los e restaurar plenamente. Mas dessa vez (ao menos no livro de Oséias) o Egito, representa o pecado. E o deserto, um lugar de simplicidade, libertação, prova e benção.

    Nesse deserto, o Senhor colocou obstáculos e dificuldades nos caminhos dos israelitas, mas não foi algo que desse lugar ao desânimo, à derrota e à frustração. O objetivo não foi para os fazerem parar e desistir da caminhada, mas sim, para que aprendessem que o melhor mesmo é voltarem a Deus, e estar junto a Ele e à sua misericórdia, do que permanecer nas amarguras do pecado.

    “E eu pude ver em meio à escuridão, tua presença, tua fidelidade, graça e amor […] Se é na fraqueza do meu ser, que manifestas teu poder, eis-me aqui!” (Faixa “Eis-me aqui“)

    E é assim nos dias de hoje.  O “deserto” mencionado diversas vezes na bíblia se tornou também um lugar de amadurecimento na fé. Por sermos pessoas fracas, com justificativas fáceis para nosso comportamento pecaminoso, somos mais uma vez informados no deserto, na língua inconfundível do amor, que Deus está conosco e que Ele é por nós. No deserto há superação de mágoas e ressentimentos, abandono de hostilidades justificáveis e lembranças amargosas. Esquecemos a manipulação, as manobras para ficarmos no poder, as “panelinhas” e a preocupação com nós mesmos.

     “Quando estou só e o choro parece querer chegar. E um sentimento de temor…” (Faixa “Esperança“)

    E estar no deserto, além de todos esses benefícios, nos traz a oportunidade de estar sozinho, mas com Deus. Processo chamado de “solitude”. Muitos conhecem o estado da solidão, que é uma dimensão meramente humana, embora em si mesmo não tenha algum significado. Mas na solitude, mesmo estando sozinho, encontramos simplesmente junto com Deus, em Cristo. Um comprometimento existencial em uma relação estreita com a qualidade da nossa fé, além de ser a principal condição para estar presente com Deus. Nas passagens de Mateus 14, Marcos 1, e Lucas 4, é descrita a solitude que Jesus enfrentou em alguns momentos, parar orar e lidar com sua dor pessoal, tendo um único recurso que era seu coração solitário.

     “Tua Presença faz toda a diferença. Tua presença transforma o meu deserto, em um jardim secreto. Lugar de intimidade Contigo”. (Faixa “Tua Presença“)

    Do inicio ao fim, o CD menciona o poder de uma Presença, a forte atração de uma Pessoa, o encanto irresistível de Jesus Cristo.  O disco não nos conduz a buscar dom de línguas, de cura, de profecia ou uma grande experiência religiosa e vitoriosa. Mas sim, de compreender de forma segura a largura, o comprimento, a altura e a profundidade do amor de Cristo e o seu cuidado por nós.

    Suas canções tende a nos fazer reconhecer o valor de simplesmente se deixar ficar com Deus quando estivermos no deserto, na sua qualidade e soberania, sem nada mais a fazer, e que nesta condição, nada mais importa. Nem o lugar, nem o que está do lado de fora.  Não podemos deixar de manter contato com Cristo, passar um tempo a sós com Deus, qualquer que seja a solidão, a aridez, ou a desolação em que se esteja passando. Pois, não há nada de mais valor para Deus do que a nossa adoração em tempos de sequidão. Temos muita coisa para aprender e absorver na aridez do deserto, desde que estejamos com o Senhor. O esforço humano é como nada, se for comparado ao plano inexorável de Deus, onde quer que estejamos.

  • Trazendo a Arca grava DVD em Israel

    Após o primeiro DVD internacional do grupo fluminense, lançado em 2011 pela Graça Music (Live in Orlando), o Trazendo a Arca gravou, neste mês de julho no Oriente Médio as imagens do seu futuro projeto áudio-visual a ser lançado pela gravadora #Dos3Music, que recentemente substituiu as atividades da CanZion Brasil. Anteriormente a isso, o ministério já gravara um CD no Japão em 2007, e sua proposta é fazer produções que se diferenciem dos materiais normalmente lançados no meio gospel.

    A banda, formada por Luiz Arcanjo (vocal, violão), André Mattos (bateria), Deco Rodrigues (baixo) e Isaac Ramos (guitarra) trouxe, no repertório canções do disco Na Casa dos Profetas, dentre outras até então não gravadas em DVD em outros álbuns do conjunto, desta vez com arranjos acústicos. As primeiras informações sobre a obra foram divulgadas numa Twitcam, realizada meses atrás.

    Imagem anterior a gravação. Fonte: Tiago Brunet (Instagram)
    Imagem anterior a gravação.
    Fonte: Tiago Brunet (Instagram)

    A gravação, que contou com a participação do público que esteve com o grupo durante sua caravana, em parceria com a Amar Turismo passou por vários locais biblicamente conhecidos. Do Rio de Janeiro, o Trazendo a Arca desembarcou em Dubai, e mais tarde realizando um louvor no grande deserto localizado ali. Além de incluir canções e ministrações, o projeto é fazer um documentário, lembrando locais notáveis no material.

    Dias depois, o grupo foi para a Jordânia. No local, após um almoço, Arcanjo realizou uma ministração antes de irem para o Monte Nebo, localizado a 30km da capital. Na Bíblia, é o local onde Deus mostrou a terra prometida a Moisés, morrendo ali. O ministério ainda esteve no Monte das Oliveiras, local onde Jesus orou antes de ser traído.

    No dia 21 de julho, a banda atravessou o Mar da Galiléia de barco, onde foi realizado um luau. O último dia foi marcado pela passagem em Jerusalém. O baterista André Mattos, publicou no Instagram uma foto com a seguinte mensagem: “Ele não está aqui, porque já ressuscitou. Túmulo de Jesus, vazio. Emoção muito, muito grande.”

    André Mattos, baterista do Trazendo a Arca. Fonte: Instagram
    André Mattos, baterista do Trazendo a Arca.
    Fonte: Instagram

    A direção de vídeo ficou por conta de Hugo Pessoa, também responsável pelo premiado Ao Vivo no Maracanãzinho, lançado em dezembro de 2008. O diretor tem colecionado obras aclamadas pelo público e crítica especializada, sendo o mais recente o álbum “Mais um Dia” do Livres para Adorar.

    O disco tem lançamento previsto para 2014. O Trazendo a Arca ainda prepara um disco com seus maiores sucessos em espanhol, além de estar em turnê no exterior em divulgação do CD Na Casa dos Profetas. A Amar Turismo divulgou um vídeo com filmagens da gravação.

  • Marcela Tais, Hélvio Sodré e Bruno Branco apresentam o projeto “Fé, Amigos e poesia”

    Apresentando um repertório formado por canções inéditas, o projeto inclui uma mistura de influências, a linguagem poética e os estilos peculiares desses três grandes talentos da música cristã nacional – Marcela Tais, Hélvio Sodré e Bruno Branco.

    Essa história começou, em julho de 2012, por meio de uma conversa entre Marcela Taís e Bruno Branco. Eles haviam pensado em “produzir alguma mistura”: “Conversamos sobre isso, mas a coisa não evoluiu naquela época. Porém, no final de fevereiro deste ano, o Hélvio e o Bruno tiveram a brilhante ideia de fazer esse encontro não apenas acontecer, mas também de virar um CD. Eles me ligaram e, claro, fiquei super feliz! Sempre admirei muito o trabalho dos dois, foi um encaixe perfeito de propostas e musicalidade. Pois cada um já fazia o seu trabalho de forma bem peculiar e certamente traria uma boa bagagem para este novo projeto”, conta Marcela, artista Sony Music, que tem feito diferença no mercado gospel após o lançamento do álbum “Cabelo Solto”.

    bruno_marcela_helvioO álbum possui previsão de lançamento para o final de 2013. “A cada passo para a execução deste novo trabalho, há o carinho e a atenção com cada detalhe. Os três estão tendo o cuidado de preservar a mensagem central deste projeto, que é falar de Deus e das pessoas de uma forma direta, simples e realista”, afirma Hélvio Sodré, artista da Salluz Production, com dois discos lançados – “Por ai” e “Pólo”.

    A princípio, este será um CD independente: “Este projeto está livre de prazos e cobranças, estamos curtindo-o literalmente como músicos, fazendo música por amar fazer música. O que virá depois disso? Estamos tranquilos, Deus conduzirá e tomaremos as melhores decisões”, explica a mato-grossense-do-sul, Marcela Taís.

    Bruno Branco, que no ano passado lançou seu primeiro CD de carreira, intitulado “Lado a Lado” e recentemente assinou contrato com a Som Livre, fala das intenções com este novo trabalho: “A ideia é chamar outros músicos no decorrer dos próximos anos, mas nos mantendo sempre como a base deste projeto.”

    Entre as muitas novidades relacionadas ao projeto, já podemos adiantar que o logotipo já foi aprovado. “Depois de um brainstorm com Hélvio, Marcela e Bruno, um dos mais produtivos que já tive, ficou muito fácil conceber uma marca que traduzisse todo o conceito do projeto. Com uma pegada bem vintage, essa opção foi a que mais gostei dentre as que tínhamos. Essa logo faz parte de um grande estudo de identidade visual que estou trabalhando para meus amigos do “Fé, Amigos e Poesia”. Ainda vem muita coisa boa por aí”, relata Christyan Schneider, que assina a identidade visual.

    Mais informações:

    Site: WWW.feamigospoesia.com.br

    Email: contato@feamigospoesia.com.br

    Facebook: /FeAmigosPoesia

    Twitter/Instagram: @FeAmigosPoesia

    Telefone: (21) 82240880 / (21) 9303-4054 / (21) 7902-5486

    Por Roberto Azevedo, com informações de Ana Paula Costa

  • Sony Music lança álbum “Release the Panic” da banda RED no Brasil

    A banda RED continua com seu som pesado, hipnótico e sincero do mais puro hard rock. Em seu quarto trabalho de estúdio, a banda apresenta ao público o álbum “RELEASE THE PANIC”, recém lançado nos EUA e agora também disponível para o público brasileiro. O potente som deste novo projeto mostra o amadurecimento da banda e fica evidenciado no single “Perfect Life” que vem se destacando nas rádios norte americanas.

    Por duas vezes indicado ao Grammy, a banda de rock RED pode ser uma das novidades nos palcos do Brasil para o próximo ano.

    Apesar de cristã, a banda RED não se apega às limitações da música cristã, fazendo um som completamente fora dos padrões, mas sempre com letras que evidenciam suas convicções. Em “Release The Panic” (Liberte-se do pânico) a banda une canções que memoráveis que conseguem mudar drasticamente a sensação do álbum.

    Red-Release-The-PanicA primeira faixa “Release the panic” chega aumentando a adrenalina com um som forte, metal puro. As letras batem muito na questão da vida humana, destruída, imperfeita, mas que apesar dos nossos defeitos, ainda existe esperança.

    O referido álbum que foi lançado nos Estados Unidos nas versões compacto, com 10 canções na edição Deluxe, com cinco canções bônus, das quais três são remixes de algumas de suas canções mais antigas.

    Aqui no Brasil o álbum chegou ao mercado no fim do mês de junho através da Sony Music.

    Confira o vídeo da canção tema “Release the Panic”:

    Fonte: Sony Music Gospel/ IGN

  • Para refletir – Chamados para amar

    “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” João 13.35

    Basicamente na Bíblia, temos 4 palavras gregas para traduzir o sentindo de amor. São elas: Eros (físico, sexual), Storge (familiar), Philos (amizade) e Ágape (amor incondicional). Mas quero me atentar no amor Ágape, ou seja, o amor de Deus por nós, onde teve o seu ápice no sacrifício vicário de Jesus.
    Mas será que nós podemos amar uns aos outros incondicionalmente? Será que realmente obedecemos à palavra do Mestre Jesus em João 13.34?

    Jesus em “Mateus 24.12” diz:” E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos.” O amor tem-se enfriado dia após dia, a iniquidade tem tomado conta dos nossos corações de forma traiçoeira, e nos retirando a nossa identidade de discípulos de Cristo. Nós, os cristãos, falamos tanto que amamos que respeitamos, que isso, que aquilo. Mas na prática é algo totalmente diferente. Vou usar como exemplo esse momento que estamos vivenciando na nossa nação, a briga entre a comunidade gay versus os cristãos. Aí me vem à mente uma simples pergunta: Será mesmo que não somos preconceituosos? Será mesmo não somos homofóbicos? A minha resposta é “sim”, somos preconceituosos e homofóbicos, e seria muito mais justo se parássemos de negar isso. Mas não, subimos nas nossas tamancas e travestimos a verdade com a nossa célebre e falsa frase: Eu amo o pecador, mas aborreço o pecado!

    Mentira! Se analisarmos o texto de João 13, entenderemos que esse amor que Jesus fala, é um amor sacrificial. O mandamento de amar já existia (Lv 19.18), mas esse novo mandamento que Jesus falava era o de entregar-se pelo outro, sem questionar se ele é merecedor ou irá retribuir da mesma maneira. Óbvio que Jesus não concorda com as nossas práticas libertinas do pecado, mas Ele nunca nos tratará com preconceito, porque o amor dEle nos constrange a mudarmos o nosso estilo de vida. A primeira vez que os discípulos de Jesus foram chamados cristãos, está registrado em Atos 11.26. A maior característica de um verdadeiro cristão é o amor, um cristão que não é obrigado a concordar com as ideologias do outro, mas é obrigado amar. Porque quando nos relacionamos com a fonte do amor ágape, e somos trabalhados pelo Espírito em nossos corações, começamos a amar automaticamente sem fingimentos.

    Mas não para por aí, Jesus falou em Mateus 5.23-25 algo bem interessante sobre o nosso momento da entrega da oferta. Que antes de colocarmos a nossa oferta no altar, lembrarmo-nos que algum irmão tem algo contra nós. E aqui tem algo interessante que vale a pena salientar. Quem tem algo contra, é o irmão, e não eu. Aos olhos humanos eu sou a vítima, mas Jesus não tem compromisso com o homem pensa. Ele fala que eu devo ir ao irmão, reconciliar-me com ele, e então voltar e deixar a oferta no altar. E sinto muito informar-lhe, que se você está fazendo a entrega da sua oferta sem reconciliar-se com seu irmão, Deus não tem recebido a sua oferta. E vale lembrar que não pode ser uma reconciliação interesseira, para que Deus receba o que eu tenho entregue, mas de coração. Entendendo que está praticando o amor de Deus, que se move dentro de nós.

    Em 1 João 4, o autor nos adverte sobre a comunhão, reafirmando aquilo que Jesus já tinha falado no capítulo 13 de João. Que eu devo amar ao outro como Deus nos amou e enviou o seu Filho como propiciação dos nossos pecados, devemos nós também amar uns aos outros. Porque quem não ama, não é nascido de Deus e nem o conhece (1 Jo 4.7-11).

    Eu sei o quanto que é difícil praticar o mandamento do amor, porque sou ser humano assim como qualquer um. Mas a minha oração ao Abba e verdadeira fonte do amor, é que Ele nos ajude a sermos mais parecidos com Ele, e que amemos sem distinção e sem olhar a quem. E assim como está nas Sagradas Escrituras a possibilidade de amarmos incondicionalmente, que busquemos esse amor incondicional para os nossos corações. Revelando o ápice do amor de Deus por nós, quando Ele entregou Jesus pra morrer na cruz do Calvário. E devemos buscar esse amor Nele, porque Ele nos amou primeiro, por isso que nós amamos (1 Jo 4.19).

    Que Deus, em Jesus, nos abençoe e nos ajude a seguirmos adiante. Amando-O acima de todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos, porque não existe mandamentos maiores que estes (Mc 12.28-34).


    Leia também

    “Tipos de amor na Bíblia”, por Leandro Teixeira
    http://liberdadeepensar.blogspot.com.br/2007/10/tipos-de-amor-vamos-entender-melhor-o.html

    Dicionário Vine: O significado Exegético e Expositivo das Palavras no Antigo e Novo Testamento
    E. W. Vine, Merril F. Unger e William White Jr. Editora CPAD

    Bíblia de Estudo: A Bíblia Anotada e Expandida
    Charle C. Ryrie. Editora Mundo Cristão

    Complete sua reflexão ouvindo essa canção:

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=cBsxoaePZZY]