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  • Análise: CD The White Room – Jonathan Thulin

    Análise: CD The White Room – Jonathan Thulin

    The White Room (O Quarto Branco), é o novo álbum de Jonathan Thulin, músico sueco, membro da banda Chart Topping Press Play, com quem lançou um álbum em estúdio, além dos dois trabalhos solos: The Anatomy of a Heartflow e o próprio The White Room.

    Trazendo uma mistura entre balada heavy, música pop e música eletrônica, o cantor apresenta uma sonoridade rica e vasta em todo seu trabalho.

    A primeira canção do álbum, Masquared (Mascarado), é uma denúncia contra cristãos que vivem com máscaras, mentindo, escondendo-se, e vivendo uma vida despreocupada com o Reino.

    ‘‘Estamos usando máscaras no desfile da verdade, esperando que estas mentiras não sejam reveladas.’’

    Abordando guerras, confrontos do ser humano, como enredo, Dead Come To Life (Voltem a viver, mortos!), que conta com a participação de Charmaine Carrasco, baseia-se, implicitamente, em Ezequiel 37. Somos uma terra seca, um vale de ossos, que só pode reviver pelo Senhor. E pela vida que há em Seus olhos, e pelo Seu sopro. Coat Of Arms (Brasão) é complexa, contem leves traços pentatônicos, e é introduzida por tambores, que trazem a idéia de marcha e de guerra. Faz uso da gaita-de-fole, e de uma orquestra de cordas, que remete a música árabe. Sendo, ao mesmo tempo, conduzida por arranjos bem pop. Mas não apenas instrumentalmente, esta é uma canção forte. Sua letra deixa claro a guerra diária que é a vida do homem, cheia de incertezas, dúvidas e confusões:

    ‘‘O que eu defendo? 

    Estou a esquerda ou a direita?

    Pelo que estou vivendo? 

    Você pode dizer na minha cara pelo que meu coração está batendo?

    As palavras que eu falo revelam o que fui chamado a fazer?

    O baterista está se preparando, e eu estou tentando manter minhas mãos firmes, logo no início da batalha.’’

    Graveyard (Cemitério), aborda relacionamentos, frustrados ou não, conturbados ou não, em crises ou não, que podem se tornar uma lápide apenas, em um dos corações, no entanto podem reviver e descansar, e de novo, ser amor. Fugindo da proposta das faixas anteriores, Graveyard revela-se mais intimista, ou ‘‘romântica’’, bem ajudada não apenas pela interpretação de Thulin, mas também pelo piano e pelas cordas.

    Making Of The White Room Clip
    Making Of The White Room Clip

    Ao ouvir as introduções das músicas, pode-se facilmente ter a mente preenchida por paisagens, lugares, imagens, provocadas e induzidas pela forma tão sutil com a qual Thulin elabora e arranja suas canções. O predomínio de melodias e arranjos menores, causa a sensação de tristeza, drama, pesar, introspecção ou reflexão, exatamente a proposta das letras. E assim, Bombs Away (Bombas de distância), que conta com a participação de Rachael Lampa, que agrega dramaticidade a canção através de sua voz, num grandioso dueto e com um vocal participativo, se firma como uma das maiores músicas neste trabalho, levada pelo violoncelo, destacando-se das cordas, fortes batidas da bateria, e sons eletrônicos.

    Love/War (Amor e Guerra) nos faz olhar para nós mesmos, e para os conflitos dentro do nosso interior, que podem ser vencidos por uma única atitude, uma decisão simples. O Amor é uma delas, capaz de cessar guerras, que podem ser enfrentadas com medo, e com a possibilidade de não haver vitórias, mas podem ser travadas.

    Jonathan Thulin
    Jonathan Thulin

    O álbum pode ser dividido ou compreendido em dois momentos. As Batalhas do coração, cantadas nas primeiras músicas. E uma esperança, uma saída, ou uma expectativa, cantadas nas ultimas canções. Os arranjos de outrora, com acordes menores, agora transformam-se pelos acordes maiores, gerando a idéia de recomeço, solução, ou esperança. Assim, surge Torches (Tochas), diferente de todas as demais. Ternária (3/4), causa uma sensação ”circular”, de quem valsa, dança ou brinca. Ou de quem brincou no tempo. E ao som do piano e das cordas, conta-se uma história tão comum ao ser humano. E se pessoas precisassem de você? Se pessoas, de você dependessem, mesmo sem saber de suas escolhas? Se esperassem por alguém que também espera que suas feridas sarem? Uma atitude de esperança revela-se pelos versos de Torches: haverá alguém dependente de nós na jornada, e por mais feridos que estejamos, nunca estaremos totalmente impossibilitados de ajudar, de salvar.

    A oitava faixa, I Am Nothing (Nada sou), semelhante a anterior, também é introduzida pelo piano e pelas cordas, e cantada suavemente, como que numa trilha de cinema, em cenas de recomeço, de saudosismo, triunfalismo, ou conquista. Seus versos dizem:

    ‘‘Eu posso fugir de ti, mas a minha sede nunca cessará.

    Porque sou nada sem ti, dentro de mim.

    Sou nada. Sem ti, sou incompleto […]

    São tantas expectativas, que me perco entre as conversas

    Sobre quem tu és e quem eu deveria ser.

    Faz-me amar-te de novo pela única razão verdadeira.

    Tu morreste para que eu tivesse a liberdade.’’

    Um amor livre, que corre pelos campos, e é compartilhado com amigos e inimigos, é o que é cantado em Soon (Em breve), a penúltima faixa, interpretada com suavidade, com um elemento distinto, pizzicato das cordas. A última música, Peeta, fala sobre o desejo de uma vida simples e livre, que assa o pão e despeja o vinho, que vai para onde o vento sopra e segue o som de tambores de guerra.

    O álbum, apesar de decrescer em sonoridade e perder o ar de surpresas e suspense que causava a partir da primeira faixa, por exemplo, não deixa de ser um grande disco. O imaginário do ouvinte e do apreciador perdem-se entre o sobe e desce de emoções que os arranjos, os instrumentos e a interpretação de Thulin causam. Não é a toa, que o compositor é conhecido, também, por trazer a seus clipes maior teatralidade que o comum. Então se você deseja viajar pelo seu próprio coração, e entender através de Música, o motivo, ou simplesmente se identificar com a mensagem, não apenas adquira, mas aproprie-se de The White Room. Pois, escuros são os quartos, nos quais ainda não acendemos as luzes do coração.

  • Para refletir – Elo Perdido

    A guerra maior, hoje, não é entre nações e pessoas, todavia em si mesmo. O mundo mudou extremamente a partir do século XX. Após o capitalismo, o fortalecimento da indústria, iluminismo, humanismo e neste atual contexto pós-moderno a sociedade passou por várias transformações, dentre elas um gradual rompimento entre o que pode ser chamado de “tradições”, infiltrando um conceito raso e egocêntrico de liberdade e fuga de todo e qualquer padrão acrescido pela desilusão com o mundo.

    Com isto, a forma racional de pensar, contra a religião, até hoje enfraquecida levou, automaticamente, principalmente no viés cristão na desilusão no amor. O elo entre Deus e o homem, em nossa contemporaneidade é considerado como utópico. Em contrapartida, existe outro elo, ao qual, cientificamente é constantemente procurado: a espécie em comum do homem com outros primatas.

    Ainda, em nosso século XX, a primeira e segunda guerra mundial, e finalmente com a guerra fria criaram um contexto de angústia, pessimismo e descrédito no mundo. Uma tensão constante, agora inflamada pela nossa frustração. O triunfo sobre os mais fracos nas guerras não deu sequer motivação de sorriso em meio as nossas lágrimas interiores. Vencemos por fora, mas por dentro continuamos em ruínas. Lembro-me do velho ditado: por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento.

    Como podemos ser felizes vivendo uma vida egoísta, remontando, em novos contextos e épocas os mesmos erros? Há uma estagnação em meio ao aparente progresso. A vaidade do coração humano prossegue intacta, embora aparentemente tudo tenha mudado. Não existem formas concretas e duradouras de ser amado sem amar.

    Enquanto isso, muitos, até mesmo cristãos praticantes vivem consumidos pela insatisfação e frustração pessoal. Na busca do antídoto, esquecemo-nos do elo perdido entre o homem e Deus desde o Éden, recuperado na morte de Jesus. E, enquanto não aprendermos a destruir esta guerra interior nEle, constantemente teremos o nosso coração de pedra ferido.

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=VVDOPo5-u2M]

  • “Revolução” é o novo clipe da Discopraise

    De memória de protestos á invasão do site da banda, o novo clipe tem muita história pra contar.

     Discopraise carrega em seu histórico produções ousadas, criativas e autênticas tanto na parte musical quanto no conceito trabalhado em seus videoclipes.

    Os últimos dois clipes da banda, “Treme Treme Treme” (2012) e “Lá Vou Eu” (2013) renderam indicações na categoria de melhor videoclipe no Troféu Promessas, maior premiação da música evangélica nacional e vale relembrar que a banda lançou o primeiro vídeo clipe colaborativo do Brasil com a canção “Altos Montes” em 2010.

    A novidade da vez é o clipe do single “Tudo sem ter Deus é nada – Revolução”, uma reflexão inspirada nos movimentos de protestos e manifestos que a sociedade tem realizado por todo País instigados pela sede de transformações sociais. Composição da Discopraise em parceria com o produtor da banda Ruben Di Souza, a música  ressalta que tudo o que está sendo discutido como sociedade só tem real valor se não for esquecido que Deus deve ocupar o lugar de honra.

    clipe_tudosemterDeusénadaSegundo o vocalista da banda, Clayton O’Lee, o preconceito anticristão no Brasil tem atingidos níveis perigosos e por isso o momento é mais que oportuno para cantar que “Tudo Sem Ter Deus É Nada”. “O objetivo é estimular o debate em torno deste momento da nossa nação. As eleições se aproximam e cremos que como músicos cristãos, exercemos um papel não apenas espiritual, mas também social. Cabe a nós como igreja influenciar e discutir todos os aspectos da nossa sociedade. Nesse sentido a música é um importante difusor de idéias e conceitos e queremos fazer isso sem abrir mão dos nossos valores.” Completou Clayton O’Lee.

    Para amplificar essa mensagem, o clipe “Tudo Sem Ter Deus É Nada – Revolução” foi produzido pela banda. Com imagens captadas por Kenny O’Lee no Estúdio 10 em Brasília e edição, montagem e motion graphics por Rodrigo da Pyqui filmes, o conceito visual do clipe é baseado em recortes de jornal, revistas, cartazes revolucionários, animações da década de 80, cartoons e afins.

    Na semana que antecedeu o lançamento do clipe, a banda realizou algumas ações através da sua página oficial no facebook com publicações que relembravam causas reivindicadas pela sociedade por meio dos protestos além do incentivo aos internautas para repensarem sobre qual seria a melhor forma de ver a mudança no país sem o uso violência. Uma ação que provocou grande movimentação nas redes sociais foi a suposta “invasão” por hackers ao site da banda como forma de “protesto” por pregar uma revolução pacífica.

    “Até mesmo o próprio povo de Deus às vezes tenta inibir a voz de revolução. Não podemos nos conformar com esse mundo, mas precisamos nos transformar, renovar nossa maneira de pensar e julgar, assim saberemos a vontade de Deus para a nossa nação. Simulamos uma invasão do nosso site para mostrar como em alguns momentos tentam nos calar e como é ruim quando acontece. A revolução já começou e tudo isso sem ter Deus é nada”. Declarou Clayton O’Lee, vocalista da Discopraise.

    Se você ficou curioso para ver o resultado de mais uma eletrizante produção da banda, confira agora:

    Acompanhe a Discopraise pelos canais:

    Site: www.discopraise.com.br

    Twitter/Facebook/Instagram/Youtube/Soundcloud: Discopraise

    Por Assessoria de Comunicação: Agência LiveCom –  liveassessoria@gmail.com

  • Leandro Borges divulga a capa de “Deus, eu e meu violão”

    O cantor Leandro Borges divulgou nessa quarta-feira (02) a capa de seu mais novo álbum, “Deus, eu e meu violão”. A capa, bem como toda a identidade visual do projeto foi assinada pela design Dayane Lima. As fotos, por sua vez, são do conceituado fotógrafo Manoel Guimarães.

    A capa simples, mas moderna, traduz a essência minimalista do conceito do disco , que é refletida no nome do projeto.  “Deus, eu e meu violão” será disponível em breve para pré-venda. O álbum conta com 13 faixas e participações especiais, entre elas a cantora Vanilda Bordieri na música “Cresça”, single do disco.

    O videoclipe de “Cresça” foi lançado no último dia 18 e está próximo à marca de 30 mil visualizações em menos de duas semanas. A crítica tem se mostrado bastante positiva em relação ao clipe e principalmente ao single.

    Toda a repercussão gerada pela divulgação de “Cresça” credencia “Deus, eu e meu violão” ao posto de um dos discos pentecostais mais esperados do ano. Agora é aguardar para conferir o trabalho na íntegra.

    Capa - Deus, eu e meu violão

  • PEC da Música: O que muda e a quem beneficia?

    O dia 25 de setembro de 2013 se tornou uma data histórica para a música brasileira. Isso se deve a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 123/11, mais conhecida como PEC da Música. Projeto do Deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), a proposta impede a incidência de impostos sobre obras musicais – CDs e DVDs – produzidos no Brasil. A redução prevista é de cerca de 25% sobre o preço dos CDs, de 30 a 35% do preço do preço de venda de ringtones, e 19% do preço via internet. A ideia central da PEC é reduzir o custo de fazer música no Brasil, beneficiando músicos, produtores e o consumidor final, buscando um enfrentamento menos desigual com a pirataria.

    Saindo do ambiente legislativo e pensando na aplicabilidade da PEC, como essa imunidade tributária afetará o mercado musical na prática?

    Os grandes beneficiados com a PEC da música são os agentes que bancam a produção musical. As gravadoras que há anos veem a vendagem de discos cair, terão uma significativa redução no custo de produção e comercialização das obras com a queda da carga tributária.

    Além das gravadoras, artistas independentes são os que mais se beneficiam. Como a imunidade tributária é democrática entre todos que produzem música, artistas independentes de muita ou pouca expressão verão seus custos reduzirem consideravelmente.

    O público final, no entanto, não sentirá os efeitos de forma tão marcante, uma vez que o percentual de redução dificilmente será repassado integralmente ao consumidor. O preço de compra de CDs e DVDs no Brasil é bastante alto e, mesmo com a isenção de impostos, continuará alto. A redução do preço final pode chegar a 25%, sendo assim, um disco que custa R$25,00 pode chegar a R$18,50, caso todo o percentual redutivo seja repassado em sua totalidade.

    Resumidamente, a redução do preço de CDs e DVDs não deve tirar o sono de quem atua no mercado clandestino, uma vez que o valor das obras originais ainda será consideravelmente superior a uma cópia pirata, mas já é um começo para tentar reanimar o mercado musical que anda com saudade dos bons tempos.

  • Anderson Freire é indicado em duas categorias do Grammy Latino 2013

    Foi publicado nesta quarta-feira (25), a lista de indicações ao Grammy Latino 2013,  que é uma premiação de música latina, criada em 2000 pela Academia Latina de Artes e Ciências Discográficas (ALACD) dos Estados Unidos para as melhores produções da indústria fonográfica latino-americana.

    Dentre os artistas cristãos indicados, merece destacar o cantor e compositor Anderson Freire, que foi indicado em duas categorias, como Melhor composição clássica contemporânea com “A Igreja vem” e como Melhor álbum de música cristão em Língua Portuguesa.  Essa é a primeira vez que Anderson Freire é indicado ao Grammy e se torna forte candidato a ser vencedor, principalmente pelo fato de os concorrentes não apresentarem trabalhos reconhecidamente superiores.

    Anderson Freire - RaridadeConcorrem diretamente com o álbum Raridade de Anderson Freire os seguintes álbuns abaixo:

    Jesus o Brasil te adora de Eyshila pela Central Gospel Music;

    Aceito teu chamado de Bruna Karla pela MK Music;

    Profeta da Esperança de Kleber Lucas também pela MK Music;

    Paz e Luz do Padre Reginaldo Manzotti  (música católica);

    Herói do Ministério Adoração e Vida (música católica).

    Esse ano, a sempre favorita Aline Barros não recebeu indicação, mesmo tendo lançado o disco Aline Barros 20 anos de carreira em parceria com a Sony Music. Diante do Trono que na edição passada foi indicado com o disco Sol da Justiça também não não entrou com o disco Creio.

    Surpreende também a hegemonia da gravadora MK Music no prêmio, levando três indicações, superando discos como O Maior Troféu de Damares e Teus Sonhos de Fernandinho de fora da premiação.

    E pra você, quem merece ganhar o Grammy Latino 2013? Quem deveria ter sido indicado? Comente!

    Fonte: Grammy Latino 2013

  • Cresça – Assista o novo clipe de Leandro Borges, gravado na Argentina, com participação de Vanilda Bordieri

    Simplicidade, emoção e uma mensagem edificante que vem na contramão do egocentrismo humano fazem parte da mais nova produção audiovisual de Leandro Borges.

    Prestes a lançar seu novo trabalho, o CD “Deus, eu e meu violão”, Leandro Borges dá o pontapé inicial na divulgação lançando o clipe “Cresça”, uma produção da Soul Produtora, dirigido por Jeff Dutra na Praça Santa Fé de Buenos Aires-Argentina.

    Este é o terceiro clipe de Leandro Borges e segue no mesmo nível de qualidade dos anteriores, “Eu Prefiro Ser Fiel” e “Cancela o Funeral”.

    O cenário: A Praça Santa Fé é um dos pontos turísticos mais conhecidos de Buenos Aires e aproveitando a gravação de voz do novo CD que foi toda feita na capital da Argentina, este cenário com certeza seria o mais apropriado. As luzes dos faróis dos carros na noite escura significa o papel do cristão que deixa a luz de Cristo brilhar em sua vida neste mundo que está nas trevas. A cena em câmera lenta, mostrando os cantores descendo uma escadaria da praça, traz um sentido mais espiritual do que visual ao clipe. Significa o abandono dos nossos desejos, do nosso patamar, da nossa aparência. Para que Jesus seja visto, o nosso eu tem que descer, tem que sumir. Quando nós descemos, Jesus cresce. Quando desaparecemos Ele aparece!

    vanilda e leandroA Letra e música: A canção “Cresça” é assinada por Leandro Borges em parceria com mais 4 compositores importantes no cenário evangélico. São eles: Tony Rycardo, Rogério Junior, Eduardo Schenatto e André Buenno. Esta música nasceu através de uma promessa feita entre os 5 compositores, que se comprometeram em criar somente canções que exaltem exclusivamente a Deus, deixando de lado o egocentrismo humano, o apego ao dinheiro e aos bens materiais que, ultimamente, são assuntos presentes nas letras de músicas evangélicas que mais massageiam o ego das pessoas e deixam de lado a devida glorificação a Deus.

    Participação especial: A participação especial de Vanilda Bordieri na música e clipe não veio por acaso. “Ela foi escolhida por ser realmente uma mulher de Deus. É uma cantora realmente protestante, que fala a verdade e a vive!” afirma Leandro Borges.

    Objetivo: O objetivo do clipe não é impressionar, mas declarar que chegou o tempo de Jesus Cristo aparecer em nossas vidas. Através da simplicidade, mostra que quem precisa aparecer e crescer é Jesus. Trazer uma mensagem de edificação e alerta para a Igreja que está sendo atacada pelo inimigo de nossas almas.

    Assista ao clipe:

  • Catedral grava vídeo sobre polêmicas envolvendo a banda

    Nesta terça-feira (17/09), o baixista Julio Cezar, integrante da banda Catedral publicou, em seu YouTube um vídeo do conjunto esclarecendo diversas questões polêmicas relacionadas à carreira da banda.

    O vídeo, de quarenta minutos fala sobre a entrevista ao portal Usina do Som (mais detalhes nesta entrevista com Kim), o artigo recente publicado dia 12 pelo jornalista Ricardo Alexandre em seu blog, intitulado “Catedral e o juízo gospel”, em que este afirmou ter sido o responsável por alterações apelativas que levou o grupo a ser extremamente criticado por fãs, lideranças religiosas, incluindo a própria gravadora MK Music, a qual Kim, fortemente sugeriu, na gravação, que se retratasse publicamente.

    Ainda, o vocalista Kim teceu críticas aos que comparam o Catedral com a banda Legião Urbana, afirmando que não possui nenhuma ligação com o grupo, nem Renato Russo. O cantor ainda disse, que formalmente conversou apenas com Dado Villa-Lobos, e pessoalmente a relação entre os dois foi agradável.

    O programa do Jô também foi tema de argumentação. A banda afirmou, mais uma vez que tal programa nunca existiu, e ainda comentou sobre a posição do conjunto em relação a sua fé.

    Assista o vídeo:

  • Análise: CD Entre – Paulo César Baruk

    Análise: CD Entre – Paulo César Baruk

    Quando se diz “Entre” para alguém que está em sua casa, está automaticamente dando boas vindas e uma liberdade para que tal indivíduo esteja em seus aposentos. A sensação de ouvir o mais recente trabalho de Paulo César Baruk é esta. Canções excelentes levadas num clima descontraído, e ao mesmo tempo altamente técnico.

    O músico abre sua caixa de canções e nos presenteia com bons arranjos, e nada melhor que participações especiais de conhecidos intérpretes do nosso gospel nacional. São 12 faixas, sendo 11 regravações, e a inédita “Senhor do Tempo”, que ganhou versão em videoclipe e indicação ao Troféu Promessas. O álbum também está sendo indicado ao prêmio.

    Diferentemente do que estamos acostumados a ouvir, a obra é iniciada com uma faixa de adoração intimista. “Dependo de Ti”, traz toques de teclado e guitarra bem produzidos com a voz de Nívea Soares em dueto com Baruk. Esta é, sem dúvida, a melhor participação especial do álbum.

    Outros pontos fortes do CD são “Espera em Deus”, com excelente interpretação de Soraya Moraes e, por incrível que pareça, na maçante “Viver o Amor” com os vocais de Luiz Arcanjo, vocalista do Trazendo a Arca. Diferentemente de André Valadão, que não contribuiu positivamente para “O Meu Querer”, aqui Luiz conseguiu abrilhantar uma canção de pouco valor no repertório. A participação de Juliano Son e Hélvio Sodré em “Não Há Outro Lugar” e de Fernandinho em “Jardim da Inocência” são medianas, enquanto Eyshila, Fernanda Brum e Danielle Cristina destacam-se em suas respectivas faixas, principalmente esta última.

    A versão mais pop e alternativa de “Reina em Mim” é um tanto quanto cansativa, mas inegavelmente cumpre bem o estilo versátil de Baruk e Marcus Salles. “Em Todo Tempo” traz Silveira, menos conhecido que os demais convidados, entretanto faz uma boa interpretação, embora pouco destacável.

    A inédita “Senhor do Tempo” é, de longe uma das melhores composições e interpretações vocais de Paulo César Baruk. Versando sobre um assunto bastante atual na sociedade, o músico imprime a necessidade de organizarmos melhor nosso tempo diário pra Deus, diante de tantas ocupações e entretenimentos que nos afastam dEle. Além de uma oração, a faixa cumpre bem sua missão reflexiva.

    Finalmente, Baruk projetou com excelência seu trabalho comemorativo. É de certa forma raro encontrar um trabalho deste tipo que fuja do mais do mesmo. A escolha das participações especiais, no geral foram sábias, relacionando o estilo e a proposta de cada canção com o vocal dos convidados. Pela boa seleção do repertório, e as novidades trazidas num trabalho normalmente sem novidade, o CD é recomendado.

  • Para refletir – Liberdade ou prisão?

    Certa vez estava meditando na instigante letra da música “Neófito” da banda Resgate. A mim, particularmente admira o trecho que diz: “Se dizem sim, se dizem livres, mas não podem dizer não”.

    A velha argumentação de prisão. O cristão é careta, vive numa base de regras aos quais se baseiam em “pode e não pode”, e outros sarcasmos que pessoas, em maioria não cristãs nos abordam dia a dia. Porém, perceba que a liberdade pregada por este mundo, apesar de parecer tão boa é utópica e mentirosa. De que adianta escolher o pecado e não conseguir evitar que se afunde nele cada vez mais? Esta questão, olhada superficialmente parece distante de nossa realidade, todavia não é preciso pensar muito para se encontrar conclusões que se encaixam nisto. O uso de drogas é extremamente preocupante na sociedade atual. Uma pessoa que possui contato com alguma dessas substâncias praticamente não se livra dela facilmente. E o que dizer da homossexualidade ou da prática do sexo indiscriminado? Aquele que possui mais contato com estes universos faz um caminho vicioso, ainda considerado por muitos como sem volta.

    O que temos considerado e feito com esta ‘liberdade’ a nós apresentada? Não vale a pena se vincular a um caminho sem garantia de volta. Não dá para viver e agir sobre coisas e situações as quais não nos levarão a lugar algum. Faltam racionalidade e discernimento espiritual para nós cristãos, tendo em vista que muitos estão iludidos acerca disto. Você, caro leitor deve conhecer uma ou mais pessoas nesta situação, ou quem sabe até mesmo você.

    Percebo que o grande motivo que tem sido levado a isto é o que ouvimos por vazio existencial. Às vezes, isso é até levado como um velho clichê, mas é mais atual e presente do que imaginamos. Na procura de suprirmos nossas carências em Deus, acabamos por procurar lá fora o que acharíamos em casa. Infelizmente, pessoas tem se corrompido, ferido e até se afastando dos caminhos do Senhor por isso. Mas não desista. Não esqueça que sem ele você não tem o controle de absolutamente nada. Ele é seu controle, o suprir do seu vazio, o descanso para as nossas almas. Não há motivos consistentes para seguir o caminho do erro.

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