As vezes me pergunto certas coisas que observo na sociedade. Quão triste é, sabermos no geral que ninguém é blindado de problemas e tristezas, mas todos acabam por ser obrigados a passar uma imagem de alegria e satisfação constante, como superhumanos.
Outro fato importante a salientar é que, nos tempos atuais a maior parte das pessoas buscam por uma alegria pessoal por meio da experimentação excessiva e indiscriminada. Drogas, bebidas, sexo, amizades que mais parecem um titanic prestes a se afundar. Enquanto isso, um monstro interior grita por socorro, ajuda e atenção. O que fazer disto? Vivemos num tempo onde descobrimos o mundo, o universo, os planetas, mas não conseguimos entender nem dominar nossos sentimentos e o ser. Estamos fora de controle.
Talvez, diante dessa situação desesperadora, você pergunta: onde está Deus em tudo isso? Onde Deus entra no seu universo particular, na sua identidade, nos seus problemas e conceitos? A resposta, para os mais racionais e reflexivos pode soar absurda, mas quando o “compartimento” é emocional, a razão não se mostra totalmente bem-sucedida na explicação de algo. Nós que cremos em Deus (o que é muito diferente de ter e seguir uma religião) experimentamos isso. Isto porque, para Ele não conseguimos de maneira alguma fugir ou esconder nossos problemas. A própria Palavra de Deus diz, que “sem mim nada podereis fazer” (João 15. 5). Ainda, no Salmo 139 é clara a ciência de Deus da nossa vida de forma tão quanto abrangente e profunda. Para seres mortais e limitados como nós, é fácil transmitir uma inverdade sobre nossos sentimentos, mas Deus possui ciência antes mesmo de confessarmos, e mais do que isso, mesmo sendo tão poderoso e grande, eles nos compreende e sabe como levantar-nos. Diante dEle você reconhece que é igual a todo mundo, e quem sem Ele você é absolutamente nada.
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