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  • Análise: CD Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança) – Oficina G3

    Lançado há exatamente duas semanas, o novo CD da banda de rock Oficina G3 acaba de chegar às lojas causando grande repercussão midiática. Um dos mais vendidos no iTunes, com single tendo recorde de visualizações no YouTube, a banda recebe todo o reconhecimento que acumulou durante os 25 anos de carreira.

    O projeto gráfico do disco, produzido por Hugo Pessoa e Jean Carllos é interessante, conceitual. No mais, o uso da bicicleta e o design “retrô” embelezam o projeto. Também não entendo o porquê a gravadora retirou certas páginas do encarte, desvalorizando o produto final.

    Comparado ao Depois da Guerra, temos um Oficina G3 mais maduro, com canções mais poéticas, uma sonoridade mais alternativa, e em alguns pontos também bastante experimental. Isso logo é notável nas duas primeiras faixas, “Diz” e “Água Viva”. A primeira, destacando-se pela execução da bateria por Alexandre Aposan, e na segunda pelos teclados de Jean Carllos, o baixo e o vocal de apoio de Duca Tambasco. Ainda, nesta segunda, percebe-se um “casamento” perfeito da letra com o arranjo.

    Um detalhe negativo neste trabalho, em minha opinião é a baixa participação de Juninho Afram nos vocais. O músico cantou um pequeno verso em “Confiar”, single do álbum, que possui arranjos de violão e um excelente solo de guitarra com muito feeling, mas nenhuma interpretação completa em alguma música. Já Mauro Henrique, atual vocalista ainda atuou como violista, e em relação ao DDG, mostrou razoavelmente bem sua potência vocal, e fez excelentes interpretações, como em “Lágrimas”, em parceria com Leonardo Gonçalves, canção que se revela como a melhor balada do disco, e provavelmente dentre as melhores da Oficina G3 nesta categoria.

    Enquanto o cover de DDG foi “People Get Ready”, o de Histórias e Bicicletas é “Save me from Myself”, gravada anteriormente por Michael W. Smith, faixa que possui muitas influências alternativas. O cover é agradavelmente bom, sem muitos destaques, porém superando expectativas, se comparada com a versão original, principalmente pelos toques de teclado e o virtuoso solo de guitarra por Juninho. Também, a regravação do clássico de Kleber Lucas, “Aos pés da Cruz”, versão que considero superior à original, embora não haja tantas novidades. A banda conseguiu manter a essência da canção sem impedir que houvesse uma vibe rock na música.

    É interessante a inclusão do poema em cordel na faixa “Encontro”, com a participação de Roberto Diamanso, e uma letra muito interessante e rica, que trata de um tema complexo, mas de uma forma simples. Na verdade, este detalhe é notável em praticamente todas as canções deste trabalho. “Compartilhar” tem um arranjo, principalmente dos teclados que me lembram de discos mais antigos da Oficina G3, principalmente Indiferença e O Tempo. “Descanso” é uma das faixas mais lentas do repertório, escrita pela falecida esposa de Mauro em parceria com o próprio, e também a com versos mais verticais da obra. Destaque pela sonoridade progressiva, e a execução do violão.

    Por fim, comento duas das melhores canções do repertório: “Não ser” e “Sou eu”. A primeira destaca pelo peso, que lembra o DDG, porém com muitos efeitos eletrônicos. A execução do baixo por Duca na introdução é pulsante, e Alexandre Aposan faz, em minha opinião a melhor participação no disco, ao fim guturais de Jean, é a canção que, particularmente mais lembra o último disco do G3. A segunda possui uma introdução bem alternativa, que dá ao ar de uma música bem leve, porém, o peso é gradativo, até o refrão, mesclando momentos leves, comandados pelo teclado, e “pesados”, com muitos riffs de guitarra e baixo.

    São várias considerações gerais que tenho a respeito de Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança). Claramente, é um projeto mais maduro em todos os quesitos, principalmente nas letras. E, também acredito que, naturalmente este trabalho não será tão aceito pelo público o quanto Depois da Guerra foi. O novo CD da Oficina G3 traz relatos autobiográficos transformados em versos, dramas e sentimentos pessoais que se tornaram versos musicais. Nota-se, no encarte, no texto escrito por Duca Tambasco, na maior parte das composições, como “Lágrimas”, “Descanso”, “Confiar” e “Encontro”, por exemplo, reflexões humanas trazidas a primeira pessoa. O uso da bicicleta, no título e em todo o projeto fica mais entendível no texto de Duca, e inclusive elogio essa temática utilizada.

    Mais que um registro autobiográfico, Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança) é a musicalização de um contexto histórico do ser humano atual, em sua individualidade, solidão, as complexidades pessoais que envolvem o seu interior, e principalmente a necessidade da existência de Deus dentro de si. Isto não é, e dificilmente será entendido por grande parte do público que curte o conjunto. Porém, não garante um fracasso do álbum. No nível de reconhecimento que a banda possui, a notoriedade que o projeto alcançou, e a qualidade técnica e poética deste trabalho tem de tudo para fazer com que este fique marcado como um dos melhores discos do ano, todavia dificilmente venha a ser mais destaque que um disco mais popular e menos complexo, desagradando parte do público.

    Noto também que, por ser um trabalho mais “leve”, a participação do tecladista Jean Carllos foi fundamental, assim como foi no disco Elektracustika. O músico soube trazer uma pegada alternativa interessante em seus arranjos, mesclando elementos musicais dos discos mais antigos. Duca Tambasco deixou de ser um mero baixista como um dos integrantes mais importantes na produção deste trabalho. Isto é percebível pelo encarte, em seu texto de reflexão, sua forte atuação como back vocal na maior parte das músicas, e por fim a sonoridade do baixo, que desta vez me pareceu mais fundamental que no último trabalho da Oficina G3. O artista também aparenta estar menos tímido.

    Juninho Afram, que outrora sempre se destacou como guitarrista e band leader recuou um pouco, e permitiu que os demais integrantes viessem a “crescer” e aparecer. Posso dizer que, atualmente a Oficina G3 não pode ser descrita simplesmente como “a banda do Juninho”, mas sim um quinteto de fato, que se completa mutuamente. Isto é notável em suas apresentações ao vivo atualmente. Mauro Henrique, além de vocalista agora tem a missão de trazer os violões, e consolidar de vez seu talento no grupo. Alexandre Aposan, que surpreendeu a todos no último álbum de estúdio do G3 mantém sua qualidade técnica neste novo trabalho, tanto em canções mais leves ou pesadas, firmando que é atualmente um dos melhores bateristas do gospel nacional. No geral, o disco é aprovado, e já está dentre os meus três favoritos deste ano.

  • Análise: CD Renovo – Diante do Trono

    Lançado em junho deste ano, antes do esperado, Renovo é mais um dentre vários discos comemorativos da debutante banda Diante do Trono, que comemora quinze anos de carreira, e consequentemente sucesso estabelecido.

    Tenho certa expectativa com discos de regravações, principalmente quando o artista tem um bom histórico com este tipo de trabalho, porém, foi completamente diferente com o Diante do Trono, tendo em mente que os projetos anteriores – Tempo de Festa e Com Intensidade – não mostram, de forma alguma o tipo de novidade, principalmente em relação aos arranjos, mostrando-se álbuns fracos e desnecessários. Renovo, ao contrário, cumpre bem o seu papel fundamental: traz novas roupagens a canções mais antigas do conjunto, mesclando clássicos, como “Nos Braços do Pai” com músicas pouco conhecidas, como “Porque Te Amo”. Já a qualidade dessas melodias dividiu opiniões, sendo muitos os argumentos de que tais empobreceram as faixas e outros, que afirmam que o propósito foi cumprido com êxito e excelência.

    Foi gravado durante o 14º Congresso Internacional de Louvor e Adoração Diante do Trono, realizado no final de março deste ano. A gravação foi marcada pela presença de mais de dez mil pessoas, e com vários contratempos, principalmente ao estado de voz de Ana Paula Valadão. Porém, como maior parte dos trabalhos ao vivo produzidos, este passou por correções em estúdio.

    O projeto gráfico ficou por conta da Quartel Design, que apostou num visual simples, porém temático. O logotipo “Renovo” foi criado pelo ex-integrante Guilherme Fares. O arranjo vocal por Rodrigo Campos, que recentemente também saiu do grupo. Pelo repertório ser composto exclusivamente por regravações, todas as faixas são interpretadas por Ana Paula Valadão, algumas em dueto com outros vocais do conjunto.

    Iniciado com um riff de guitarra, Quero Subir é uma das faixas de celebração do projeto, diretamente do álbum Preciso de Ti, o maior sucesso comercial do Diante do Trono. Comparada a sua versão original, nada lembra em relação ao seu arranjo. O ponto alto da canção está em seu refrão, embora sejam forçados e exagerados os efeitos eletrônicos nesta parte.

    Em seguida, A Vitória da Cruz/Mais que Vencedor descreve os melhores momentos do disco em sua parte acelerada. A pegada forte da bateria e a sonoridade da guitarra enriqueceram bastante os arranjos das canções nesta nova versão. A captação ao vivo, com a participação dos congressistas deu um ar vívido à dinâmica da faixa.

    Controversa versão, muito tem dito que o novo arranjo de Quem é deus como o nosso Deus, original do disco Esperança é um plágio de Every teardrop is a waterfall do Coldplay. Não entrando no mérito do plágio, a canção poderia apresentar uma sonoridade bem mais interessante, ou ser substituída por outra música.

    Deus de Amor, do álbum Diante do Trono possui uma sonoridade simples, porém encaixa muito bem em todos os aspectos, principalmente pela sua característica intimista. Em alguns pontos sonoros, lembrou Jesus Amado, de Creio.

    Uma das músicas de destaque de um dos melhores trabalhos do Diante do Trono – Exaltado, Amigo Fiel segue, em sua nova versão com a forte presença do violão e guitarra dedilhada. O arranjo do baixo aqui é o melhor em todo o álbum, leve, porém fortemente presente. Em seguida, um Espontâneo.

    Esperança, faixa-título do sétimo trabalho do conjunto mineiro, continuou a ter um arranjo leve em sua nova roupagem agora, desta vez sem o naipe de cordas e com a inclusão da bateria e de demais instrumentos de base.

    A melhor faixa do álbum, porém vai para Nos Braços do Pai. Aqui o Diante do Trono chegou a um ponto em que não alcançou em nenhuma das outras faixas – mudar completamente a sonoridade de uma canção, mantendo, mesmo assim a sua essência. Uma das músicas mais ricas do grupo em questão letrística ganha uma roupagem bem trabalhada de respeito. Os contratempos da bateria, o dueto de Rodrigo Campos e Ana Paula Valadão é muito bom, principalmente nas últimas repetições do refrão. A leveza da versão original deu lugar a uma sonoridade envolvente, com um tom dramático e, desesperador, como diz a letra: “Pai, estou aqui, olha para mim, desesperado por mais de Ti”. Um espontâneo simples e direto para fechar bem, mostrando que sua letra ainda é muito atual.

    A boa combinação de Renovo vem também a Seja o Centro, embora tendo desagradado a muitos, é inegável que a nova versão repetiu, em uma escala semelhante, embora inferior o que o grupo conseguiu em Nos Braços do Pai, porém com um arranjo parecido a sua versão original. Aqui o desafio foi maior que em outras canções, isto porque sua versão original é fortemente intimista, com um dueto. Porém o resultado final ficou muito bom, acima do esperado.

    Tua Presença aqui está mais leve que no original. Os toques do violão em contraste com os sintetizadores encaixaram muito bem, e o peso gradativo que esta vai ganhando, além dos vocais, com destaque para a performance de Ana Nóbrega, que com Ana Paula fazem um bom dueto. Canção do Amor/Quero me Apaixonar é a faixa de menor destaque do álbum, seus com arranjos pouco diferenciais, mas que encaixam bem entre as canções com sua suavidade, principalmente no bom dueto entre Salazar e Valadão.

    Porque Te Amo recebeu poucas alterações em sua sonoridade, agora, a bateria e o violão fazem mais se presentes. Sua essência intimista manteve-se também em relação a sua primeira gravação.

    Fechando o trabalho, temos a faixa-título do décimo segundo álbum do Diante do Trono, Tua Visão. Desta vez, a canção recebeu uma forte influência eletrônica, e ficou mais acelerada. Encerrou bem, embora poderia ter sido melhor trabalhada.

    Renovo cumpre parcialmente bem o seu propósito, que apresentar roupagens atuais à canções mais clássicas do Diante do Trono, porém peca nos novos arranjos, aos quais alguns por serem tão simplórios levam as canções a destoar em qualidade. E isto reflete na sonoridade, pouco atraente em relação aos dois últimos trabalhos inéditos do grupo – Sol da Justiça e Creio. É esperado que o grupo não venha a cometer o mesmo erro em “Tu Reinas”, já que este será composto por várias regravações também. Dá a impressão ao ouvir o disco, que este não foi produzido com o zelo que deveria.

    Nos aspectos gerais, na parte técnica Renovo está bom. Tanto as etapas de produção e pós-produção foram executadas dentro do esperado. Vinícius Bruno firma sua competência como produtor do grupo, cargo que desempenha há certo tempo, e também como o responsável pela gravação dos overdubs, enquanto Rodrigo Campos cumpre sem virtuosismo seu papel de arranjador vocal, transmitindo a simplicidade proposta do disco. Na parte instrumental, o destaque vai para o baterista Tiago Albuquerque, que desde o trabalho Creio tem desempenhado um papel fundamental e de responsabilidade em seu instrumento, mostrando ser um dos grandes ganhos para o Diante do Trono nesta formação. A mixagem e a masterização seguem com uma alta qualidade, porém poderia ter deixado o baixo mais evidente. A captação ao vivo esteve razoável no âmbito geral, soando pouco artificial, o que é muito bom.

    Ana Paula Valadão, vocalmente continua a transmitir a essência letrística e vocal do Diante do Trono, mas de forma inteligente e sagaz a dar aos poucos, espaço para os demais vocais do grupo. O desafio, agora, é manter a qualidade vocal dos backs após a saída dos vários membros, como Ana Nóbrega. Com Renovo, a banda firma a proposta musical atual, porém necessitando equilibrar seu formato comercial com a qualidade instrumental que possuía no passado e com os novos membros nos últimos trabalhos. De dez pontos, merece oito.

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    [tab title=”Melhores faixas”]
    Deus de amor
    Amigo Fiel
    Nos Braços do Pai
    Tua Presença
    Seja o Centro

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    [tab title=”Melhores discos do Diante do Trono”]
    Esperança (2004)
    Ainda Existe uma Cruz (2005)
    Preciso de Ti (2001)
    Príncipe da Paz (2010)
    Águas Purificadoras (2000)

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  • Análise: CD Sejam Cheios do Espírito Santo – Thalles

    Lançado em maio deste ano, o novo álbum de Thalles é, sem dúvida um dos mais esperados do ano, principalmente levando em consideração o sucesso meteórico que seu trabalho tem alcançado nos últimos anos com os discos “Na Sala do Pai” e “Uma História Escrita pelo Dedo de Deus”, lançados em 2009 e 2011, respectivamente.

    Segundo o próprio cantor, Sejam Cheios do Espírito Santo é uma continuação e ao mesmo tempo término desta trilogia composta pelos três álbuns. E o fruto da espera se tornou notável após o lançamento: o disco chegou ao primeiro lugar dentre os mais vendidos no iTunes e segue com muitos comentários positivos e negativos por parte do público em geral. Além de tudo, já é disco de platina.

    A capa do disco segue uma ideia de modernidade, tentando fugir dos clichês apresentados atualmente. A mim, particularmente não agradou, mas é inegável que cumpre fielmente o estilo moderno do cantor. O CD foi produzido pelo próprio artista em parceria com Fábio Aposan, que também colaborou no “Raízes 2”, lançado ano passado, em setembro. Contém uma canção não inédita, “Maravilha”, trilha sonora do filme Três Histórias, um destino, produzido pela Graça Filmes.

    O grande ponto positivo do álbum do Thalles está na qualidade técnica e instrumental. Sem dúvida, este é o melhor de toda a sua carreira neste ponto. Dentre as canções, o músico soube viajar em vários gêneros musicais sem perder-se totalmente no seu pop rock contemporâneo. Na faixa-título, por exemplo, nota-se influência clara do samba-rap, em “Paixão de Adolescente” um folk, que mais tarde cresce, tornando-se em pop, reggae e um ar nordestino com a sanfona. Os toques de violão em “Foi a Mão de Deus” são excelentes, completando um arranjo simples, mas belo.

    Na interpretação, Thalles precisa conter os exageros, e manter o que estava dando certo em seu primeiro trabalho, “Na Sala do Pai”. Em “Pai, eu não confio em mim”, música que melhor representa seu estilo como músico foi totalmente desnecessária a parte de ministração, oração e dando direito até o falar em línguas, embora a letra e o arranjo estejam bem agradáveis. “Dias de Sucesso” representaria muito bem a influência autobiográfica do cantor em seus versos, que realizou uma de suas melhores interpretações. A sonoridade também é muito boa, e leve. Os toques dos violões com as cordas causaram uma introdução de respeito. “Ele é o Amor”, assim como a anterior cumpre bem o seu papel.

    A faixa mais polêmica do álbum, “Filho Meu”, por incrível que pareça é uma das melhores do trabalho. Apesar das controvérsias relacionadas a sua letra, o cantor apresenta de forma bem informal e direta uma canção de fácil uso para evangelismo. Musicalmente, com suas influências da black music e do reggae, possui um dos melhores arranjos do repertório.

    O CD ainda possui alguns defeitos triviais que podem passar batido por ouvintes mais desatentos: o excesso de faixas, que o torna cansativo, e a superficialidade de algumas músicas, liricamente falando, como pouca Bíblia e muito sentimento pessoal. Particularmente, entendo este lado como uma proposta do cantor de ser um músico facilmente acessível e popular, tanto para cristãos e não-cristãos. Sua música não precisa seguir uma linha a lá Diante do Trono, Palavrantiga ou João Alexandre, por exemplo. O objetivo do músico é diferente da grande maioria de músicos evangélicos atuais. Portanto, para quem deseja canções complexas em um ponto letrístico, o disco não é recomendado. No geral, o álbum cumpre bem a sua proposta para o público alvo: disco bem produzido, arranjado, canções simples, claras e diretas que sem dúvida vai atrair os ouvintes, principalmente os jovens.

  • Análise – CD A Vida como ela era – Hibernia

    A infância, além de ser uma fase marcada pelo início das descobertas da vida, é envolvida pela pureza e simplicidade. O álbum de estreia da banda Hibernia, “A vida como ela era” remete a essa nostalgia dos tempos de inocência, tanto de vida, quanto espiritualmente falando. Não só conceitualmente, as melodias e letras são, em alguns momentos fortemente introspectivas, trazidas a primeira pessoa, o que não é muito comum de encontrarmos no mainstream. Além de tudo, o grupo é adepto ao mesmo crossover abraçado pelas bandas Tanlan e Palavrantiga, por exemplo.

    A capa, produzida por Oliver Garcia traz um guarda-chuva. Sabemos que, a chuva durante a infância lembra o sorriso de se molhar a cada pingo recebido. O guarda-chuva, por outro lado transforma-se no pudor e nos receios de que temos em viver a simplicidade da vida e a pureza desta fase. E, claramente, como todo o projeto enfatiza, não é tarde para voltar à inocência. Foi lançado em 2009.

    O conjunto inteiro da obra soa muito bem trabalhado e coeso, como dito anteriormente. A faixa título A Vida como ela era representa muito bem o CD. O uso de sintetizadores, teclado e piano aliados ao clássico som da guitarra alternativa contemporânea remetem um momento de lembranças, e ao mesmo tempo na procura de uma retomada ao passado, como bem citado na letra.

    Os vocais cheios de feeling do cantor Renato Santana junto a letra e melodia de Além do que se entende retratam bem a angústia do homem contemporâneo cristão em permanecer na presença de Deus com o tempo e situações ao seu desfavor. Ligando-se, temos Vaidade que segue, de forma menos introspetiva a versar sobre as fraquezas humanas, por uma perspectiva bem racional.

    Sei nunca é tarde pra voltar à inocência que me fez feliz
    E reencontrar sem nenhum pudor
    Motivos para estar em Tua presença
    Que me fez tão bem
    Não sinto muito bem onde estou
    Mas é cedo pra dizer não mais
    As cores ainda estão por vir
    Vão trazer consigo tanta paz
    Além do que se entende

    Esses Olhos Teus, mais lenta é a melhor balada do projeto, em todos os aspectos. Retrata muito bem a intimidade de Deus com o homem que abre o coração para Ele, com sua melodia e interpretação suave, principalmente com o órgão sintetizado na introdução.

    Os riffs de guitarra “abrasileirado” de Não sei Fingir contribui para a boa variação de melodias do álbum, porém, de maneira alguma foge do conceito geral. E se eu disser que não, como várias, inicia-se com forte presença de sintetizadores, mesclando momentos lentos e densos, trazendo o clima de angústia e reflexão enfatizado na letra, cheia de perguntas e sugestões.

    Ulster e João fazem parte dos momentos mais fracos do projeto, que poderiam ter sido melhor explorados. Quem me Dera volta ao tema inicial, dissertando a respeito dos erros humanos e seu coração caído diante dos seus planos e ações incorretas. Foi a primeira canção do repertório apresentada pela banda em sua carreira.

    Fechando o álbum, este reserva uma das melhores faixas do repertório. O Amor é o que me Basta conclui o conceito do álbum de forma excelente, versando sobre as vaidades e o real sentido da vida para nós que conhecemos Aquele que dá o sentido de todas as coisas, concluindo que, apesar de tanta complexidade e saudade, é possível ser feliz apenas com o amor que vem de Deus. Mais uma vez, o órgão sintetizado é bem presente.

    Sem renúncia não há vida que se possa encontrar
    Não há defeitos no aroma insaciável do amor

    Finalmente, o disco da Hibernia, que se aparenta inicialmente tão simples e despretensioso surpreende-se a cada faixa, embora a partir da sétima o projeto não mantenha o nível apresentado desde o início. O destaque vai, em primeiro lugar as letras. Elas justificam a sensação que as melodias causam a cada audição, sem medo e sem pudor para o ouvinte final. Para quem gosta de discos essencialmente cristãos, mas ao mesmo tempo atento ao mundo contemporâneo, “A Vida como ela era” é um bom exemplo.

    hibernia1

  • Naldo grava música com Thalles Roberto e manifesta interesse em ser cantor gospel

    O Funkeiro Naldo Benny está na mira dos holofotes desde que declarou ter retornado ao evangelho no show de Thalles Roberto no dia 11 no Barra Music, Rio de Janeiro.

    Desde então, a relação de Naldo e Thalles está cada vez mais próxima, e nesta quinta-feira (27), Thalles, que já recebeu a visita do funkeiro, esteve com sua esposa na casa de Naldo onde tomaram café (foto), em seguida entraram em estúdio para gravar uma música composta pelos dois.

    naldoThalles está bastante entusiasmado com o ingresso de Naldo no evangelho e já declarou no instagram: “Esse homem de joelhos é o Naldo, que eu amo muito e que verei, com toda certeza do mundo, louvando SOMENTE AO SENHOR, no tempo de Deus!”.

    O tempo parece estar chegando, pois os dois já entraram em estúdio para gravar a música que compuseram juntos e que em breve também ganhará uma versão em videoclipe.

    Thalles já tinha começado a escrever a letra da canção quando conheceu o funkeiro. “Naldo ficou encantando, ajudou a escrever o restante da letra e logo quis gravar. Ele está cada vez mais inclinado para o lado gospel”, acredita Doninha, empresário do cantor Thalles Roberto.

    “A letra da música fala de uma mudança de vida, contando a história de um homem que passou a vida no caminho errado e que acaba encontrando o caminho de Deus. É muito mais que uma canção gospel. É uma canção que tem uma mensagem de fé, paz e de Deus”, complementa o empresário.

    Veja vídeo com momento da conversão do funkeiro:

    Fonte: Extra

  • Análise: CD Mais – Os Arrais

    Não são equívocos de julgamento da minha parte, ou uma necessidade de constar, mas é triste ver que o mercado gospel veio adotando uma filosofia corporativista bem bonita, e que virou um lamação de artistas mascarados. Que cantam por conveniência, que se agarraram a louvores com sentenças vazias e que gostam de chamar atenção da mídia com essa dubiedade, girando sem sair do lugar. O que me faz frear com relação a essas pessoas, é que elas têm essa necessidade de vender algo que não conseguem passar com sinceridade, ou demonstrar o próprio domínio de seu trabalho. Com “feições” exageradas, introjetam muita teologia rasa em suas músicas, formada para adequar ao que outros acreditam ser um genuíno “artista” gospel (um asco).

    Mas como existe justiça divina pra nos mostrar que nem tudo está perdido, eis que surge Os Arrais, com osegundo trabalho autoral dos irmãos André e Tiago Arrais, lançado pela Sony Music, intitulado “Mais”.Com um repertório de dez faixas, o álbum foi produzido em Nashville, TN, nos EUA pelo cantor e compositor Andy Gullahorn, contando com participação de excelentes músicos como Stephen Mason, Jeff Taylor, dentre outros. As canções apresentam forte acompanhamento de violão e cordas (Faixa “21”), canção na forma ternária (“Oração”, “Mais”), quaternária (“Herança”), com predominância de violões, cajóns e leves arranjos de cordas (faixa “Esperança”, “17 de Janeiro”). As músicas “Não fale” e “A Voz” contam com a participação de Daniela Araújo, que alternam entre melodia e dueto, com forte presença de guitarra, contendo também violino.

    Letras com poética incrível, extremamente articuladas, metáforas brilhantes e devaneios líricos suficientes para mandar um movimento retomar as suas raízes, sem soar orgânico. Nas canções, a poesia não é um despropósito, como na faixa “A Voz” que nos faz perceber que o reino não é o que nós esperávamos – aquela intervenção deslumbrante e dramática de uma glória irresistível, e sim “a voz que fala ao coração”. Inclusive, apesar das canções terem tratado da temática de que somos “mais” em Cristo (Romanos 8:37), de uma forma bem sutil eu percebo que, aparentemente as faixas do álbum remetem a uma vida peregrina cristã, baseada no livro de Hebreus 11:13,14:

    • “Que o caminho será escuro” (17 de Janeiro);
    • “E eu quis morrer na batalha ao lutar pelo reino até o fim. Mas fui convocado a cantar das vitórias e guerras que nunca vi. Me reduziria ao pó de onde vim” (Rojões);
    • “Em oração eu trilho o caminho que Jesus abriu […] E pela fé caminho até avistar o autor da minha fé” (Oração);
    • “Te sigo aonde for  […] Eu fui encontrado” (Mais);
    • “Como um refugiado deixando seu país, fugindo pela noite” (Esperança);
    • “Em terras longínquas e mares distantes, a luz ressurgirá” (A voz).

    Expondo nas músicas um peregrino que não se satisfaz com nada menos do que Deus, que não se desvia do alvo, e se torna aquilo que quer alcançar, orando constantemente, numa jornada em direção ao céu. Até as referências aqui tornam um gancho empolgante, como por exemplo, na última faixa do disco “Saudade”, que na verdade é um hino da Harpa Cristã, “O Exilado”, do autor H. Maxwell Wright. Ao leve som dos violões, que tem marcado a sonoridade do CD inteiro, aborda as lutas de uma vida peregrina, que caminha para uma nova vida, apresentando um contraponto entre as vozes (quando outra voz canta se opondo a uma voz principal), sendo o que há de mais diferente em todo trabalho.

    “Os Arrais” resolveram reciclar uma nova vertente nas suas composições, e acabaram sucumbindo o mau gosto das sentenças vazias que vieram transbordando no mercado gospel atual. O álbum, lançado no mês de maio, rapidamente alcançou o topo no chart de álbuns mais vendidos no Brasil, da loja iTunes, liderando em menos de 24 horas após o lançamento. É satisfatório, pois não são vendas cegas. Estão nadando contra a corrente e não usando a mesma fórmula de seus contemporâneos. Que não cai nos ares do pedantismo. Que está sendo construído mais ‘’passo a passo’’ do que na vontade de “quanto mais rápido melhor”. No disco, se percebe que existe uma maturação para as composições. É de fácil apreço.

    Não nos percamos em teologizações abstratas, em filosofias vagas ou em jargões falsamente piedosos, que nos granjeia, comparativamente, poucos benefícios. “Os Arrais” chegaram impulsionando um novo conceito de música evangélica, ou repaginando aquilo que deveria ser feito desde o começo: ligado inteira e exclusivamente às Escrituras. Pode parecer pretensioso, mas “graças a Deus por ‘Arrais’”, era o que eu pensava enquanto escutava pela primeira vez o CD.

    Para adquirir o disco no iTunes Store Brasil, clique aqui.
    Para adquirir em outras lojas, acesse: Saraiva, Lojas Americanas

    Colaboração (extraordinária): Renam Pablo

  • Ana Nóbrega exorta fãs sobre a idolatria aos artistas gospel na internet

    Nesta sexta-feira (21), a cantora Ana Nóbrega usou sua página oficial no Facebook para chamar a atenção de seus admiradores para o crescimento da idolatria no meio cristão.

    Nóbrega que conquistou um público considerável por sua passagem como vocalista no Ministério Diante do Trono, diz-se incomodada com o que estava vendo principalmente nas redes sociais.

    “Há muito tempo sinto um incômodo em meu coração, mas precisava de uma confirmação do Senhor para escrever a vocês, e Ele me deu. Tenho visto muitos jovens trocando seus sobrenomes, o sobrenome dos seus pais, da sua família, por tais como: Valadão, Brum, Tannure, Nóbrega, Barros e por aí vai! Se você se chama por um destes sobrenomes, verdadeiramente, ninguém pode dizer nada, é claro! É o seu nome! Mas, se por acaso, você é um dos muitos jovens que os adotou em desonra aos seus pais (sim, pois você trocou a herança do nome deles por outra, que não é sua), eu o convido a reflexão.”

    Com muita propriedade e bons argumentos, Ana Nóbrega explicou por que acredita não ser aceitável trocar o próprio nome pelo nome de alguém famoso. A cantora que está em fase de divulgação de seu primeiro disco solo pós Diante do Trono, segundo de sua carreira, tomou uma postura corajosa e pouco usual no meio gospel, onde se preza pelo “politicamente correto” evitando-se falar de assuntos que possam repercutir e até afastar o público.

    Segue a reflexão de Ana Nóbrega:

    Quando me casei, vivi o dilema de decidir qual sobrenome eu tiraria, qual deixaria de me acompanhar, e foi tão difícil porque amo tanto os meus pais que desejei ter a marca deles em meu nome pra sempre, até o dia em que eu receberei meu novo nome da parte de Deus, na gloria.

    Por causa desse amor, optei por permanecer com os sobrenomes dos meus pais! Até ouço brincadeiras a respeito disso, de tão grande que o meu nome se tornou porque nele está a marca do meu pai, da minha mãe e a do meu marido.

    O que pode levar alguém a trocar o sobrenome de seus pais por outro (q não seja o seu)? Eu vou dizer: idolatria. Isso é pecado!

    Quem muda o nome de alguém é o Senhor e para um propósito! Na Bíblia Lemos aquelas passagens que parecem tão sem importância, chamadas de “genealogia”, mas na verdade são importantíssimas. É por elas que sabemos de onde tal pessoa vem, e qual é a sua história. O sobrenome fala disso também!

    Admire, ore, acompanhe o ministério de determinadas pessoas, mas não ultrapasse a linha tênue que conduz a idolatria, a qual gera tristeza ao Espírito com o qual fomos selados, desonra aos que merecem nossa honra, e condenação para aquele que a prática.

    Vá no seu username agora e recupere sua identidade, honrando a quem com muito custo o gerou e tem cuidado de você!

    A paz!

    Nóbrega

    Até o momento, a postagem com o texto citado chegava a 300 compartilhamentos na rede social, sem contar as republicações. A mensagem de Ana Nóbrega gerou repercussão e muitos comentários apoiando a iniciativa.

    Jimmy Cavalcanti comenta:

    “Muito me alegra ler isso e certamente também o coração de Deus, pela sua coragem em falar acima de tudo o que diz a Palavra do Senhor, sem fazer concessão alguma para agradar alguém. É disso que o mundo precisa: pessoas que falem a verdade, com amor e sabedoria. Que Deus continue abençoando seu ministério, pois você tem dado um bom testemunho!”

    Mávila Kelli Silva Batista:

    “Que lindo Ana Nóbrega, você mais uma vez foi grandemente usada pelo SENHOR. Concordo plenamente contigo, pois admiração e respeito sim, idolatria jamais e temos que estar atentos a isso sempre. O nosso maior referencial tem que SER JESUS, pois ELE não divide a Glória D’Ele com ninguém. Que o Espírito Santo de DEUS continue te usando para a gloria do Nome D’Ele. Você é uma benção preciosa!”

    André Matos ressalta:

    “O que mais me deixa incomodado é que muitos ‘artistas’ recebem tranquilamente essa adoração toda.”

    Carlos Machado:

    “Concordo plenamente. Idolatria e vaidade levam a morte. Nóbrega continue escrevendo, pois nossos jovens precisam de bons exemplos para ser mais verdadeiros. Um dos maiores problemas das redes sociais é que muitos falam daquilo que não são e não fazem só pra causar. Infelizmente com isso acabam criando seguidores fracos de mente.”

    Clique aqui para conferir o post na íntegra e todos os comentários.

  • TOP 10 – versões de músicas gospel internacionais

    As versões de canções internacionais não apenas fazem parte da música cristã brasileira, como também ajudam a contar sua história. Desde a chegada do protestantismo no  Brasil, os hinos tradicionais vieram na bagagem dos missionários e se tornaram referência para as produções nacionais. Canções como “Mais perto quero estar”, “Paz no vale”, “Quão Grande És Tu”, entre tantas outras estão imortalizadas na memória de todos. Além desses clássicos mundiais, canções mais modernas também fizeram história ao redor do planeta e, como não poderia deixar de ser, ganharam versões brasileiras.

    A seguir, vamos listar as 10 melhores e mais bem sucedidas versões de músicas internacionais das últimas décadas.

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    Dias de Elias (Days of Elijah)

    Escrita pelo britânico Robin Mark, “Days of Elijah” foi cantada em todo o mundo, ganhando interpretações de grandes nomes como Paul Wilbur e The Brooklyn Tabernacle Choir. No Brasil, a canção ganhou ares pentecostais na versão de Lauriete gravada no álbum “Deus”  de 2004. Em pouco tempo a música passou a ser cantada em todo o país, se tornou hit e o “Não há Deus como Jeová” foi, e ainda é, repetido incontáveis vezes em rádios e igrejas. Recentemente, “Dias de Elias” foi regravada no disco “Tô nas mãos de Deus”, coletânea dos maiores sucessos dos 30 anos de carreira de Lauriete.

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    Vim Para Adorar-te (Here I Am To Worship)

    “Here I Am To Worship” é um clássico moderno escrito pelo inglês Tim Hughes. A letra de adoração foi gravada por Chris Tomlin, Jeremy Camp, Hillsong, Michel W. Smith, entre outros grandes nomes. No Brasil, a música ganhou versão de Mariana Valadão e Adoração e Adoradoras. A mais conhecida das versões, no entanto, é a da banda Quatro por Um que gravou a canção em 2004 no seu álbum “De Volta à Inocência”. O refrão “Vim para adorar-te, vim para prostrar-me, vim para dizer que és meu Deus” é cantado em igrejas do Brasil inteiro até os dias de hoje.

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    Meu Universo (Mi Universo)              

    A canção composta pelo mexicano Jesús Adrián Romero e gravada em 2005 no seu álbum “El Aire de Tu Casa” se tornou internacionalmente conhecida por sua letra carregada de entrega a Deus.  Em 2007 a música ganhou sua versão nacional com o cantor PG e se tornou o grande destaque de seu mais bem sucedido disco, o “Eu sou livre”. Ainda hoje, “Meu Universo” é uma das canções mais populares de PG e seu refrão “Que sejas meu universo/ que enchas cada um dos meus pensamentos/ que a tua presença e o teu poder seja o alimento/Jesus esse é o meu desejo” certamente serviu como oração para milhares de brasileiros.

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    Canção do Apocalipse (Revelation Song)

    Escrita pela norte-americana Jennie Lee Riddle, “Revelation Song” foi gravada pela banda Phillps, Craig e Dean, pela Gateway Worship e por Kari Jobe, tornando-se um sucesso e chegando a ficar 17 semanas em 1º lugar na parada da Billboard em 2010. No Brasil, a canção foi gravada no mesmo ano pelo Diante do Trono em seu álbum “Aleluia”. A versão feita por Ana Paula Valadão conseguiu manter a essência tocante da letra original e ganhou uma “diantedotronização” no arranjo. O resultado foi que a banda viu a sua música se tornar um hit como há tempos acontecia. “Canção do Apocalipse” foi o grande sucesso do “Aleluia” e uma das principais responsáveis pela nova onda de popularidade que o Diante do Trono vive. A marcante ponte “Maravilhado, extasiado, eu fico ao ouvir Teu nome” é cantada em igrejas do Brasil inteiro, executada em rádios e foi apresentada em programas de televisão como Eliana (SBT) e Festival Promessas 2011 (Globo).

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    Bem Mais Que Tudo (Above All)

    “Above All” é uma belíssima canção do grande compositor norte-americano Paul Baloche. A música foi gravada por diversos nomes ao redor do mundo, inclusive a banda australiana Hillsong, mas foi com o cantor Michael W. Smith que ela se tornou mundialmente conhecida e ganhou status de clássico. No Brasil, a canção foi gravada por Aline Barros em uma das mais belas interpretações de sua carreira. A música que fala sobre a grandeza e o amor de Deus integrou inicialmente no álbum “Fruto de Amor” de 2003. Recentemente, no disco “Aline Barros 20 anos”, foi regravada com a participação do próprio Michael W. Smith. O refrão “Por amor, sua vida entregou. Meu senhor, humilhado foi” é repetido em igrejas de todo Brasil e se tornou uma das melhores opções para cultos de Santa Ceia.

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    Agnus Dei (Agnus Dei)

    Composta e interpretada por Michael W. Smith, “Agnus Dei” é uma das canções cristãs mais conhecidas no mundo. Um verdadeiro clássico. Uma letra de adoração simples, mas ao mesmo tempo completa. No Brasil, a canção ganhou diversas versões, sendo impossível definir a melhor ou mais importante. Comunidade Evangélica da Zona Sul, Giselle Cristina, Eduardo e Silvana, David Quilan e Grupo Vida foram alguns que a gravaram. Mais recentemente, o cantor Jotta A., após fazer sucesso cantando a versão em inglês em um show de calouros, lançou “Agnus Dei” como single de seu disco “Essência”, sendo finalista do Troféu promessas de música do ano em 2012. Embora não tenha apenas uma versão nacional que se destaque, o refrão “Santo! Santo! É o Senhor Deus poderoso” (ou variações da tradução), é cantado em todas as igrejas e deve ser difícil encontrar um crente que nunca o tenha ouvido.

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    A Ele A Glória (To Him Be Glory)

    Porque d’Ele e por Ele, para Ele são todas as coisas”. Você certamente já ouviu esta frase em algum momento da sua vida cristã. Talvez você nem associe a música com que a canta, mas você a conhece. Escrita pelo norte-americano Kevin Jonas, “To Him Be Glory” foi originalmente gravada por seu autor no álbum “Christ For The Nations” que contou com a participação de Ana Paula Valadão cantando em português antes mesmo da formação do Diante do Trono. Em 1999, no disco “Exaltado” Ana voltou a gravar a canção, dessa vez com a banda. “A Ele a Glória” passou a ser cantada em todas as igrejas e hoje já pode ser chamada de clássico. Um cristão mais novo pode nem saber que a música foi gravada no segundo disco do Diante do Trono, mas certamente a conhece e canta.

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    Me Ama (How He Loves)

    Com sua letra poética falando sobre o amor de Deus e um testemunho tocante, “How He Loves” rapidamente conquistou o mundo. Composta e gravada originalmente pelo norte-americano John Mark McMillan, a canção escrita após a morte de um amigo, ganhou versões de grandes nomes da música cristã mundial como Jesus Culture e Hillsong, dentre outros. No Brasil, a música ganhou outras tantas versões como a de Leo Fonseca, Alda Célia e Livres Para Adorar. O fenômeno, no entanto, se deu quando Ana Paula Valadão fez a versão “Me Ama” para o Diante do Trono. Trazendo a letra para a primeira pessoa e dando a cara da banda à música, Ana cantou, fez espontâneo e transformou a canção em um dos maiores hits de seus15 anos de carreira. “Me Ama” recebeu o Troféu Promessas de música do ano em 2012, é tocada incansavelmente em rádios do Brasil inteiro e dificilmente você encontrará uma igreja na qual ainda não tenha sido cantado aquele “Não tenho tempo pra perder com ressentimentos quando penso que Ele me ama! Ele me ama!”. Sem dúvidas, um grande sucesso!

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    Te Louvarei (Draw Me Close)

    “Draw me Close” é a segunda colocada, mas que também poderia ser primeira. Composta pelo norte-americano Kelly Carpinter, esta é uma música inesquecível. A canção foi gravada por Hillsong, Kutless, Donnie McClurkin e mais uma lista de nomes, mas quem a transformou em clássico mundial, no entanto, foi o grande Michael W. Smith. Pela voz e interpretação do cantor, a canção conquistou o mundo. No Brasil aconteceu algo curioso. A versão nacional de maior sucesso é a do Toque no Altar (formação antiga) gravada no álbum homônimo de 2003. Feita por Ronald Fonseca e Davi Sacer a versão, embora tenha a mesma essência, difere bastante da letra original. O refrão, a parte mais marcante, é bem diferente do inglês, mas não menos belo. Muito pelo contrário! O “Te louvarei, não importam as circunstâncias! Adorarei somente a Ti, Jesus” certamente foi uma das frases mais cantadas pela igreja brasileira na última década. A mensagem de que independente do que aconteça, nosso desejo é estar perto de Deus e louva-lo, tomou a boca dos cristãos e hoje deve ser praticamente impossível encontrar um crente, com poucos meses de convertido, que nunca a tenha ouvido.

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    Te Agradeço (Thank You Lord)

    A primeira colocada é indiscutivelmente um clássico. “Thank You Lord” foi escrita pelo cantor e compositor norte-americano Dennis Jernigan e gravada por nomes como a banda Hillsong. Em solo brasileiro, mais uma vez o Diante do Trono foi o responsável por apresentar a canção. “Te Agradeço” integrou o primeiro disco da banda e se tornou sucesso imediatamente passando a ser executada em rádios do Brasil inteiro. Durante muito tempo, foi difícil encontrar um ministério de louvou ou grupo de jovens que não cantasse essa canção. De 1998, quando foi gravada, até os dias atuais, “Te Agradeço” tornou-se um hino nacional de louvor e gratidão a Deus. Você certamente já cantou pelo menos uma vez na vida a frase “Te agradeço por me libertar e salvar, por ter morrido em meu lugar. Te agradeço! Jesus te agradeço! Eu te agradeço! Te agradeço!”.

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    E vocês concordam com a lista? Trocariam alguma música?

    Estejam com Deus e até a próxima!

  • TOP 10 – músicas gospel sobre amizade

    A amizade verdadeira é um dos maiores presentes que Deus nos dá nessa Terra. Os amigos podem ser de infância, da família, de perto, de longe, virtual imaginário, não importa a forma. Essas são pessoas enviadas pelo nosso Amigo Supremo para dividir conosco as alegrias e tristezas da vida.

    Na bíblia, é mencionado o poder da amizade no livro de Provérbios 18.24 “Há amigos mais chegados que um irmão”. Precisamos de amigos. Quem é que não tem um amigo?

    Sendo assim, este TOP 10 é dedicado às melhores músicas sobre amizade. Vamos conferir?

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    Ei, Amigo – Brother Simion

    Iniciando a lista, temos a música “Ei, Amigo”, do cantor Brother Simion. Nem sempre caminhar com amigos é fácil. Em muitas das vezes, há conflito de ideias, visões sobre a vida, e pessoas podem se ferir. Mas precisamos andar mais de uma milha, e seguirmos firmes amando nossos amigos. Lançada no álbum Eclipse, esta canção diz que “Andar as milhas, tem que se pagar o preço / Seja o que for, não é maior que a própria vida / Juntos aprender a caminhar / Juntos como seguir sem perdoar?” (2004)

    https://www.youtube.com/watch?v=OF2ddGuETV4

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    Amigo Querido – Alda Célia

    “Amigo Querido” é uma bela canção composta e interpretada por Alda Célia. A música é integrante do famoso álbum Voar Como Águia, pela MK Music. A letra é um encorajamento ao amigo que sofre e fala sobre a busca por compreender sua dor, apoia-lo, orar e crer no impossível. Se você tem uma Amigo querido que está sofrendo, não pense duas vezes antes de cantar para ele: “Amigo como eu queria poder entender. Dói tanto em mim não saber o porquê, mas saiba que eu não desisto de crer por você”. (2002)

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    Nossa Riqueza – Paulo César Baruk

    Paulo César Baruk, um dos principais nomes da música cristã da atualidade, lançou “Nossa Riqueza” em seu álbum Graça. A canção, com toda a sua leveza, cita os lugares em que podemos ter amigos. Em casa, na rua, no trabalho, na igreja, enfim, seja onde for, eles serão a nossa maior riqueza e devemos ser gratos pela presença deles em nossas vidas. O clipe desta canção apresenta vários amigos de Baruk. Confira! (2014)

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    O valor de um amigo – Ana Paula Valadão

    Você sabe quanto vale uma amizade? Essa é a pergunta que Ana Paula Valadão responde na sua música “O Valor de um Amigo”, gravada em seu álbum solo, As Fontes do Amor. A canção fala sobre a preciosidade de possuir este tesouro de raro valor chamado amizade. Amigo, você para mim é mais precioso que o ouro. No mundo de tanto interesse, sua amizade pura por mim é como esconderijo, refugio secreto. Amigo, tesouro de raro valor”. Realmente existem coisas que o dinheiro não compra, mas pra todas as outras existe mastercard e a amizade verdadeira é uma delas. (2009)

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    Unidos no Amor de Deus – Cassiane e Jairinho

    “Unidos no Amor de Deus” é uma canção sobre a disponibilidade irrestrita de um amigo. Composta por Vanilda Bordieri, a música que foi gravada por Cassiane e Jairinho no disco O Amor é Mais, mostra a essência de uma amizade verdadeira. Essa é uma canção para você mostrar ao seu amigo querido que independente do que possa acontecer, você sempre estará lá. É só cantar para ele: Se tu chorares, também chorarei. Teu amigo pra sempre serei. Jamais vou negar meu abraço e dedicação. Vou guardá-lo em meu coração”. (2001)

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    Hello Good Bye – Voices

    Despedir de um amigo é uma das coisas mais difíceis que existe. Provavelmente você já passou pala situação de ver um amigo querido indo para longe. O que fazer, então? Cantar “Hello Goodbye”! A música composta por Emerson Pinheiro foi gravada pelo Voices originalmente no álbum Aliança. Em 2006, no DVD Voices Acústico, a canção foi novamente cantada, dessa vez para Jozyanne, que se despedia do grupo. A linda letra fala que “Amigo é sempre especial. Não importa a distância, Um coração de amigo não pode esquecer. Como eu não me esquecerei de você”. Essa é para tocar na próxima despedida e certamente se emocionar. (2002)

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    Impossível de Esquecer – Fernanda Brum e Eyshila

    O disco Amigas de Eyshila e Fernanda Brum nos deixou uma música marcante sobre amizade. “Impossível de Esquecer” foi mais um grande sucesso escrito por Eyshila. A canção fala sobre o reconhecimento de que o amigo é benção de Deus. É uma música para você mandar agora para aquela pessoa tão especial e dizer: “Amiga, eu nunca vou desistir de você e pela tua vida eu vou interceder. Mesmo que eu esteja longe meu amor vai te encontrar, porque você é impossível de esquecer”. (2008)

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    Ao Amigo Distante – Cristina Mel

    Se você chorou por se despedir do amigo querido cantando “Hello Goodbye”, agora que ele está longe, você vai chorar ainda mais cantando “Ao Amigo Distante”. Essa é uma música linda, linda, linda composta por Josué Teodoro que fala da amizade verdadeira que transpõe qualquer distância. Um clássico na voz doce de Cristina Mel que a gravou originalmente em seu disco Dê Carinho. Quem não sente saudade de um amigo que mora longe? É só dizer para ele: “És amado amigo e eu oro por ti, embora tão longe, contigo estou desde então. Só as lembranças veem colocar-nos lado a lado. Seu rosto nas fotos, momentos tão bons recordo”. (1997)

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    Canção do Amigo – Ludmila Ferber

    “Canção do Amigo”, composta e interpretada por Ludmila Ferber, foi gravada originalmente no álbum Deus É Bom Demais. A essência da amizade ganha letra e melodia nessa canção que fala sobre perdão, parceria e tolerância. Se precisar de um amigo, olhe pra dentro de mim. Podes errar e magoar, mas estou aqui pra te ajudar. Sou teu amigo até o fim” (…) “Amigo se faz em tempos de paz, mas na angústia é que se prova o seu amor. Amigo se é na glória e na dor. Quem é amigo suporta e crê, quem é amigo é fiel até o fim”. É uma belíssima música para você dedicar àqueles que estão sempre do seu lado. (1999)

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    Tesouro do coração – Elaine de Jesus

    “Tesouro do Coração” provavelmente é a canção sobre amizade mais conhecida na música gospel brasileira. E não é por acaso! A linda letra de Vanilda Bordieri foi gravada por Elaine de Jesus em seu disco Até o Fim, com participação de Suellen de Jesus, Danielle Cristina, Lauriete e da própria Vanilda. A música fala sobre a amizade verdadeira, tão rara que é comparada a um tesouro. O sentimento de uma grande amizade pode se resumir como: É chorar se precisar, é sorrir sem questionar, é sofrer ao ver seu sofrimento, sem medidas, é amar. Cultivar nossa amizade qual tesouro que alguém encontrou. Pra te ver feliz amigo, eu vou acreditar no sonho que você sonhou”. Tem coisa mais bonita que uma amizade assim? (2002)

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    Depois de tantas músicas para se lembrar de seus amigos queridos, que tal você ligar, mandar sms, enviar mensagem no Facebook, sinal de fumaça… Diga a seus amigos da satisfação em tê-los em sua vida. Quer uma ideia melhor? Envie este TOP 10 para eles :D

    E então? Concordam com a lista? Alguma outra música sobre amizade para sugerir? Estejam com Deus e até a próxima!

  • TOP 10 – Artistas internacionais que você precisa conhecer

    Curte Música internacional? As músicas estrangeiras fazem parte da nossa vida seja em seu idioma original, seja nas versões brasileiras. Nomes como Hillsong, Michael W. Smith, Kari Jobe, Jesus Culture, Jeremy CampChris Tomlin, Kirk Franklin, Jesús Adrián Romero, entre tantos outros já fazem parte de nosso dia-a-dia, nem que seja através das versões que ouvimos e cantamos em nossas igrejas.

    A música gospel internacional, no entanto, vai muito além desses nomes. Diversos cantores e bandas fazem excelentes trabalhos, são reconhecidos em vários países, mas ainda não são tão populares em terras tupiniquins. Decidimos, então, selecionar 10 cantores ou bandas internacionais, de alta qualidade musical, mas com poucas, ou nenhuma, versões nacionais conhecidas, e pouco comentados pela mídia gospel local.

    Esse é o TOP 10 com alguns nomes internacionais, de variados estilos, que você precisa conhecer. Dê o play aí!

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    Shonlock

    Curte Hip Hop? Pois tenho ótimas notícias para você! Shonlock é um cantor norte-americano que iniciou sua carreira em 2001. Com um som urbano e cheio de energia, o cantor chegou a ficar em primeiro lugar na Billboard por sete semanas seguidas com a música “Something in Your Eyes”. Um hit que vale muito a pena ouvir!

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=kXlHC-_YIVM?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Britt Nicole

    A norte-americana Britt Nicole faz um som que mescla pop rock com um pouco de hip hop que é a cara das cantoras teen americanas. As meninas que gostam de Selena Gomez, Demi Lovato aiaiai irmã, certamente vão gostar de Britt. Em carreira profissional desde 2006, Britt Nicole se dedica a levar as mensagens cristãs para os jovens através de um som com o qual eles se identificam. Outro ponto que ela merece destaque é na produção de videoclipes, sempre ótimos.

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=p9PjrtcHJPo?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    [tab title=”8º”]

    Skillet

    Gosta de rock? De metal? De hard rock? Que tal conhecer Skillet? A banda norte-americana formada por John Cooper, Korey Cooper, Jen Ledger e Seth Morrison já acumula nove discos gravados e duas indicações ao Grammy. Se você não conhece a Skillet, saiba que Ledger foi reconhecido como o maior baterista da América e que a banda também já emplacou uma música na trilha sonora do filme Transformers 3: O Lado oculto da Lua. Trata-se de “Awake and Alive” do disco lançado em 2009. A Skillet é uma banda cristã, mas que também é muito aceita no meio secular pela sua qualidade sonora. Rock da melhor qualidade.

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=y9x2CHQClTU?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Jonathan Thulin

    Jonathan Thulin é um sueco americano que vem ganhando destaque internacional graças a suas músicas com excelentes letras e por sua qualidade musical. Mesclando rock, pop e folk, este talentosíssimo jovem vem mostrando que é possível sair do lugar comum ao fazer música cristã. Ótimo.

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=8JngYQFVoVk?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Alex Campos

    Representando a música latina ariba! temos o colombiano Alex Campos. O cantor e compositor é bastante conhecido nos países de língua espanhola por seu pop rock de qualidade. Alex tem nove discos lançados, uma série de nomeações e premiações, incluindo um Grammy, além de vários hits emplacados na América Latina. Vale a pena ouvir.

    O vídeo abaixo, ótimo por sinal, é da música “Bajo El Sol”, sucesso de disco “Regresso a Ti”, lançado em 2012.

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=wCr3thIMUYk?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Red

    Para quem curte hard rock, Red é uma das melhores opções na música cristã mundial. A banda se formou em 2004 em Nashville e lançou quatro discos, sendo o mais recente deles “Release The Panic” lançado em janeiro de 2013. Com destaque na mídia especializada em rock tanto gospel como secular, Red já teve até nomeação ao Grammw Awards. Vale a pena conhecer!

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=KQjOK3e5sCU?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Gungor

    Você é mais alternativo, gosta de músicas cheias de originalidade e criatividade? Se sim, Gungor é uma das melhores bandas da atualidade para você. Com um estilo experimental marcado pelo pop, rock e folk, a banda é um sucesso de crítica, com várias indicações ao Grammy e capas de revista. Com letras ótimas e criativas, a banda passa a mensagem de Cristo com uma belíssima sonoridade. Não deixe de ouvir e conhecer mais desse primoroso trabalho.

    O vídeo abaixo é da música “Beautiful Things”, tema do disco lançado em 2010.

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=oyPBtExE4W0?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Laura Story

    Já ouviu falar em Laura Story? A cantora norte-americana iniciou sua carreira na banda Silers Bald em 1996. Em carreira solo desde 2002, Laura lançou quatro discos e ganhou diversos prêmios. Seu mais premiado álbum, o “Blessing” lançado em 2011 é um enorme sucesso de público e crítica. A lindíssima música título ganhou nada menos de que um GMA Dove Awards e um Grammy de música cristã do ano em 2012. Pode ter certeza que uma versão nacional de “Blessing” é uma questão de tempo. (até imagino quem a gravará).

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=BSSarvW-Qe4?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Phillips, Craig and Dean

    O trio norte-americano Phillips, Craig and Dean é um grupo vocal cristão com mais de 20 anos de estrada. Com diversas premiações e alguns milhões de discos vendidos, o trio é uma das melhores pedidas para quem gosta de música de adoração. Duas curiosidades a respeito da banda: os três integrantes são pastores de igrejas locais e eles foram os primeiros a gravar a já clássica “Revetion Song” (Canção do Apocalipse). Com excelente sonoridade e belíssimas letras, Phillips, Craig and Dean é uma daquelas bandas para você ouvir, acompanhar as letras e se render diante de Deus. Excelente!

    O vídeo abaixo é com o mais recente single da banda “Great I Am” do disco “ Breathe In”, lançado em 2012.

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=y_VR-zwp2KA?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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    Yolanda Adams

    Uma das cantoras gospel mais conhecida nos Estados Unidos, Yolanda Adams tem mais de 20 anos de carreira, 13 discos lançados, 4 Grammys, vários outros prêmios, milhões de discos vendidos e uma voz incrível. Um nome pouco conhecido da maioria dos cristãos brasileiros, Yolanda chegou a cantar até na Casa Branca para o ex Presidente George W. Bush. A cantora que tem no soul sua principal marca, é uma referência nos Estados Unidos e merece nosso primeiro lugar. Se você gosta de boa música, dificilmente será indiferente a Yolanda Adams. Vale a pena conhecer mais dessa exímia interprete. [youtube http://www.youtube.com/watch?v=jgnfqI2fP7s?feature=player_detailpage&w=700&h=420]

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