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  • Rocklogia – Brother Simion em carreira solo

    No artigo sobre o início do Katsbarnea, há muitas semanas atrás, relembramos o quão experimental era o som do grupo. Mas seu frontman, o cantor e compositor Brother Simion, de certa forma tinha outros tipos de canção, que não pareciam se encaixar muito bem no estilo da banda. Foi assim, que então, em 1992 saiu seu primeiro álbum solo, Brother.

    Com composições assinadas pelo próprio músico, com Estevam Hernandes como co-autor em nove das dez faixas, é um disco basicamente folk. Vale lembrar que o álbum foi produzido por Rick Bonadio: sim, o produtor musical que já trabalhou em clássicos nacionais, como o único disco de estúdio do Mamonas Assassinas e o álbum de estreia dos Los Hermanos começou sua carreira produzindo, mixando ou gravando discos de rock cristão em seu estúdio, ou mais especificamente, artistas da gravadora Gospel Records. Brother Simion foi o primeiro deles, e além dele, Katsbarnea, Resgate, Oficina G3 e Renascer Praise são parte da história de sucesso de Bonadio.

    O destaque do primeiro trabalho de Simion, que na opinião de muitos puristas é o seu melhor (eu particularmente não concordo) está nas regravações de músicas do primeiro trabalho do Katsbarnea, que foi praticamente um cassete demo. “Contato” ganhou uma versão mais trabalhada. Nessa música, particularmente vejo influências de Raul Seixas. A faixa ganhou versão em videoclipe.

    Outra curiosidade é que, neste primeiro álbum, o nome artístico do cantor era exclusivamente Simion. O “Brother Simion” pegou e seu nome acabou saindo assim nos álbuns solos seguintes e também no Katsbarnea. No mesmo ano sairia Cristo ou Barrabás do Kats, mas Simion lançaria mais um solo no ano seguinte.

    Em 1993 saía o segundo projeto do cantor, Esperança. Esse trabalho seguiu as tendências do anterior, trabalhando bastante com o folk. Novamente, a parceria entre Simion e Rick Bonadio prosseguiu, e Estevam Hernandes é co-autor de algumas músicas, Sônia Hernandes em uma. A faixa-título é, possivelmente o primeiro sucesso da carreira solo de Brother Simion.

    Três anos depois, em 1996, Brother Simion lançou A Promessa, que já fazia uma transição entre o cantor, nos anos anteriores e nos anos seguintes. Particularmente considero-o o mais fraco de sua carreira, e contou com a participação especial da cantora Raquel Mello, na época integrante do Kaders Singers. Depois deste trabalho, Simion mostrou transformações em sua carreira que serão abordadas em outro artigo. Até a próxima semana!

    PS: Domingo teremos um post especial, não perca!

  • Limão com Mel – Quando a música se torna clichê?

    Conversando com o amigo Diego M. Azevedo que tive o prazer de encontrar durante os dias que fiquei no Rio de Janeiro, acabamos chegando num assunto que achei pertinente discorrer em um texto. Afinal, o que faz uma música ser clichê? Quando ela se torna clichê?

    Analisando por um viés da música cristã, entendemos que a nossa música para ser caracterizada como cristã ou gospel como queiram, precisava trazer conceitos e mensagens religiosas, relacionados à fé que pregamos, devendo estar criteriosamente dentro do diz a Bíblia.

    Assim, surge uma dúvida: é possível que músicas baseadas na palavra de Deus se tornem “clichês”? Estaria a principal fonte de inspiração musical evangélica se tornando “batida” e comum?

    Atualmente surge no meio um novo movimento musical, por vezes intitulado de crossoverque não se rotula gospel, mas também não se coloca como secular. Poderíamos colocar que é uma intersecção entre os dois segmentos musicais, sendo possível ser consumida pelos dois mercados sem problema algum, visto que essa música não vem carregada de jargões religiosos, apesar de ter uma essência cristã, mas também não abusa de termos mundanos nem se opõe à vida cristã. Devagar, esse movimento vem conquistando apreciadores, principalmente no lado do “conjunto” evangélico.

    Não se sabe se vem pra ficar, se vai passar. Sabemos que não é algo novo, isso já foi tentado em outro momento da história da música cristã, como a banda Catedral, que por esse motivo foi alvo de inúmeras críticas sendo acusados de trocar a música gospel pela secular. Agora, em um novo momento, com cristãos mais receptivos, pode ser que o movimento frutifique, atualmente defendido por nomes como Palavrantiga, Tanlan, Marcela Taís, entre outros expoentes.

    Mas fugir do comum é fazer algo totalmente diferente? Não seria possível cantar a Bíblia sem os famosos bordões consagrados por cantores de renome, do tipo “Faz chover, chuva de bençãos, Eu vou conquistar, Vou vencer, O Deus de promessas”? Sim é possível. E tem gente mostrando como.

    Um desses nomes responde por Leonardo Gonçalves. Basta pegar o encarte de seu disco pra perceber que as composições não fogem da ótica cristã, mas não é um amontoado de frases feitas extraídas de nenhum almanaque gospel de motivação. Em Principio e Fim, Leonardo consegue mesclar poesia cristã com melodias que nos fazem viajar nas canções, refletir sobre ou apenas se deixar levar. Nessa vibe também surge os irmãos Arrais. Trazendo pela Sony Music o disco Mais, a dupla tem sido muito elogiada pela forma diferenciada como tem trazido mensagens cristãs, sendo considerado por muitos como um dos melhores projetos do ano. Impressionante como as composições são criativas, como são colocadas sem buscar o crossover, e muito menos ser clichê.

    Por fim, vale salientar que não existe fórmula da criatividade, da fuga do clichê. Caso se torne uma fórmula, o criativo e inovador passará a ser o novo clichê. A criatividade está justamente nisso, de fugir aos padrões e modelos, e para isso, não é preciso deixar de cantar a Bíblia, apenas que deixe de ver a música como um mero produto fabricado para vender, voltando a dar à música o status de arte, que é seu por direito.

    E pra você, quando a música gospel se torna clichê?

  • Ser Ester – A moda das camisetas

    Olá Meninas. Hoje vamos falar sobre um clássico que anda em alta: as T-Shirts, ou as boas e velhas camisetas. Presença indispensável em qualquer guarda-roupa, elas deixaram os visuais básicos e até desarrumados, para invadiram produções mais elaboradas, como looks para igreja, trabalho e festas.

    Fugindo do óbvio lulante da camiseta com jeans, podemos ver a peça aparecendo combinada com saias de todas as formas e comprimentos, paletós e acessórios destacados.

    Temos camisetas para looks de todos os gostos e estilos. Encontre o seu e se divirta fazendo produções que fogem do lugar comum, mas matem o conforto da camiseta associado a um chame extra.

    Camiseta com Saia Rodada

    Essa é uma das minhas combinações preferidas! Uma forma bacana de compor um look com inspiração lady like, mas de forma mais relax. Essa combinação é bacana, pois vai bem acompanhando de tênis à scarpin.

    Dica: quando for usar a saia rodada do joelho para baixo, prefira combinar com salto para alongar as pernas. Se a saia for um pouco mais curta, como a da Dani Araujo, o sapato rasteiro é uma boa pedida.

    Camiseta com saia rodada

     Camiseta com saia lápis

    Um look de trabalho, para ambiente menos formais ou mesmo para ir ao culto pode ficar muito interessante com uma camiseta.

    Dica: Como a saia é bastante justa na área do quadril, opte por uma camiseta mais larginha para balancear o visual. Salto também é um ótimo aliado para alongar ainda mais a silhueta.

    Camiseta com saia lápis

     Camiseta com Saia Longa

    A combinação da T-Shirt com saia longa pode ganhar uma aparência mais elegante ou despojada.

    Dica: Para um visual mais alongado para as baixinhas, opte por uma saia de cintura mais alta e aposte em um cinto.

    Camiseta com saia longa

    Camiseta com Sobreposição

    Parkas, paletós, jaquetas ou mesmo camisas sobrepostas são grandes aliadas das camisetas para criar visuais mais interessantes, sejam eles despojados ou mais arrumadinhos. Um tipo de sobreposição interessante – e que é hit entre muitas cantoras evangélicas – é a com uma terceira peça mais comprida abaixo da t-shirt, como a usada por Arianne e Ana Paula Valadão. Uma forma legal de combinar as três peças é colocar a peça de cima mais curta que a de baixo, criando camadas.

    Dica: Essa sobreposição tripla é mais indicada para as meninas mais magrinhas e com pouco quadril. Para quem tem quadril mais largo, peças de sobreposição mais compridas, como as da Mariana, Gabriela e da Brenda, são ótimas para das uma disfarçada na região.

    Camiseta com sobreposição

    T-Shirt Despojada

    Até agora apresentei diversas combinações de usar t-shirt de forma mais arrumadinha, tirando a peça um pouco de sua zona mais tradicional. Mas camiseta é, em essência, uma peça descolada e jovial. O legal, para quem tem um estilo mais cool, é fazer isso, mas com charme. Camisetas amplas inspiradas no universo hip hop, como a de Marcela Taís ou a primeira da Priscilla estão super na moda. O bacana é combinar com a calça mais justa e com algum diferencial, como a estampa ou os rasgadinhos. A combinação com calça saruel ou com camisa xadrez e tênis sneaker podem ficar bem bacanas. Outra ideia legal e inusitada é a sobreposição com kimono. Um charme.

    Camiseta descolada

    Diversos artistas e marcas evangélicas estão fazendo linhas de camisetas com temas cristãos bem bacanas. É uma excelente oportunidade para montar looks modernos e criativos levando a mensagem da nossa fé no peito e na roupa.

    Estejam com Deus e até a próxima!

  • Um Brinde – Quando vou parar de falhar – parte 2

    Um Brinde – Quando vou parar de falhar – parte 2

    Não lembro ao certo a última vez em que disse que não iria mais falhar e cumpri com minha palavra. Talvez isso nunca tenha acontecido. Deus, agora somos só nós dois e Você me olha assim dizendo: “Ah meu filho, como você apronta! Vai e não peque mais!” Não era para eu ter pecado. Mas pequei. Perdi perdão ao Pai e agora tento corrigir minha rota. E ouvindo Dallas Green me sinto mais humano e menos errante, e olha que o cara é muito falho. Mas talvez seja por aí mesmo: a gente escolhe, erra com a escolha e depois se arrepende de ter escolhido aquilo, no entanto não nos arrependemos do erro em si. Até porque o que nos levou ao erro foi a má escolha. E ainda se tratando de Dallas Green, nem sei se posso colocar uma música dele aqui, pois o cara não é cristão, sei lá. Mas sei que ele é platônico tal como sou, e nos identificamos muito, mesmo sem ele saber ao menos que o Acre existe, tanto mais eu.

    Há dois dias não peco conscientemente. Isso pra mim é como se fosse dois longos anos. Somos falhos, pecadores, errantes, mas não somos retardados. Podemos e temos consciência de que seremos melhores se quisermos. Parte de uma escolha, essa pensante e temente a Deus. Lembro-me bem de um riff pretensioso do AC/DC que quebra qualquer guitarrista que anseia tocar como um louco. Ou melhor, louco pra quem ver de longe, pois quem conhece do instrumento, diz que “ele é o cara!” E as falhas são espécies de aprendizados qualificativos, entende? É meio que não saber regular o tempo da bateria do seu celular pois gasta muito tempo trocando mensagens no Whatsapp e Facebook; como comer e deixar o prato na pia esperando um bom samaritano lavar; como tomar banho e deixar o banheiro todo molhado; e uma que eu acho mais perigosa: ouvir um hit de uma banda ou artista e achar que toda a discografia do mesmo presta.

    Eu até gostaria de responder a pergunta do título desse post, mas tenho medo, pois minha falha não me permite sequer saber se eu a cometi. Mas eu queria fazer algo diferente e te perguntar: “Quando você vai parar de falhar?” O álbum mais recente do City and Colour (Dallas Green) me remete muito três questões: amor + falha + ser humano. E mesmo o cara não sendo cristão, creio que precisamos ouvir essa música. Ah, e para eu não sair de herege, vou deixar a tradução aqui também. Um brinde a nossa vontade de mudança e ao amor!

    Todo mundo quer tudo / Não importa o preço, só queremos viver um sonho / Mas não conseguimos largar tudo que pensamos saber / A fuga antes de revelarmos o segredo

    Mas por que nos preocupamos mais com a pressa / Do que com a dor?

    Sempre tentando conquistar / O que não oferece / Qualquer coisa além de um coração partido

    Oh, o preço para amar

    Tudo que quero são coisas simples / Lamentar o que se foram e o tudo o que poderia ser

    Quando foi que desisti de tudo que sabia? / Esse erro tão grave me deixou sem esperanças

    Mas por que nos preocupamos mais com a pressa / Do que com a dor?

    Sempre tentando conquistar / O que não oferece / Qualquer coisa além de um coração partido

    Oh, o preço para amar / Oh, o preço para amar / O preço para amar

    Eu vou começar tudo de novo / Eu vou começar tudo de novo

  • Análise: CD Pra Onde Iremos? – Gabriela Rocha

    Análise: CD Pra Onde Iremos? – Gabriela Rocha

    Pra Onde Iremos? é o mais recente álbum de Gabriela Rocha, cantora na qual possui breve carreira, porém altamente promissora.

    O disco, composto por 11 faixas foi produzido por Daniela Araújo e Jorginho Araújo. Aliás, é interessante a participação de Daniela na produção de lançamentos do gospel nacional. Ano passado, Geração de Jesus, de Jotta A se destacou pela evolução do cantor, mas ainda pecava pela forte influência de Araújo nas interpretações vocais e arranjos.

    Ao contrário do álbum de Jotta, o segundo trabalho de Gabriela Rocha chama mais a atenção pela personalidade da artista do que os atributos nos quais a produção musical oferece. As interpretações vocais de Gabriela, assim como no álbum Jesus estão surpreendentes, abrangendo agudos e graves de forma agradável e comedida, como em “Eu Sou Teu“, versão de “Rooftops”. O único aspecto negativo acerca das interpretações de Rocha é a forma em que soa arrastada em algumas músicas, que poderiam ser mais curtas.

    Nota-se que Gabriela Rocha assimilou o uso do pop rock estrangeiro com letras congregacionais como ninguém no mainstream do gospel, tendência cada vez mais forte fora do país. Esta é a explicação mais óbvia para sermos apresentados à músicas como “Teu Santo Nome“, regravação de músicos adventistas da Novo Tempo, mas utilizando-se de sintetizadores e bateria vibrante. Um aspecto inerente em quase todas as faixas de Pra Onde Iremos é a utilização de refrões simples e marcantes, que soam adequados para o êxito comercial do projeto.

    Também com canções festivas, “Vou Te Adorar” e até mesmo a versão de “Wake”, intitulada “Desperta” são pontos altos do trabalho, com influências eletrônicas e alternativas. “Nossa Canção” é positiva pela participação especial de Leonardo Gonçalves, mas não está dentre as melhores do álbum. Os vocais de apoio, no geral não são “danielarizadores“, exceto o de “A Voz“. Este pequeno deslize é um perigo para Daniela Araújo que, apesar de estar desempenhando ótimo papel como produtora não pode influenciar demasiadamente na sonoridade dos discos nos quais trabalha. No entanto, a artista parece aos poucos superar esta lacuna.

    Para Onde Iremos?, portanto se sobressai como um dos melhores lançamentos da cena gospel nacional de 2014 com justiça. Com um repertório coerente ao estilo de Gabriela Rocha, coesivo, e produção musical pertinente e, principalmente interpretações vocais cheias de personalidade e maturidade, é um registro surpreendente de uma cantora de poucos anos de estrada, mas que já conquistou o espaço que merece.

  • Fique Sabendo – Marcos Almeida, Cassiane, Toque no Altar e muito mais

    Fique Sabendo está de volta! Depois de uns meses parada, a coluna volta com tudo para informar as principais notícias do mundo gospel em apenas um artigo. Leia e saiba as mais recentes novidades do meio!


    Biquíni de Natal - Marcos Almeida -2014 - singleMarcos Almeida inicia carreira solo lançando nova música – “Biquíni de Natal”

    O cantor e compositor Marcos Almeida, ex-vocalista do Palavrantiga, lançou, neste dia 8/12 uma nova música e clipe, intitulada de “Biquíni de Natal”. A canção, a distribuída pela Som Livre faz uma reflexão sobre a data natalina e o ato de Cristo. Sem maiores reservas, o músico também lançará um livro de contos.

    Sobre a música, Marcos disse: “Foi lançada hoje no iTunes a canção “Biquíni de Natal”. Os arranjos de cordas de Marcelo Rauta e o encarte digital de Angela Bacon somaram ao trabalho autoral uma força capaz de elevar e inspirar ainda mais a gente. Jordan Macedo foi brilhante nos volumes; é possível ouvir tudo o que precisávamos ouvir. Essa é uma obra pela qual me orgulho muito; ela me emociona toda vez que a ouço, como se fosse a primeira vez. Meu desejo é que todos que amamos possam ser tocados por ela de alguma forma. Biquíni de Natal é como imagino Cristo nos trópicos, é o céu se estendendo sobre a praia, é a paz que sinto quando vejo reconciliadas Nele identidade e eternidade, Brasil e Reino, pertencimento e jornada.”

    Recentemente, Marcos Almeida também teceu comentários sobre Paul McCartney, ex-Beatle que é um dos artistas mais bem sucedidos na história da música e sua turnê pelo Brasil: “Paul é certinho. Nosso primeiro e principal caxias do pop. Ele faz uma música que me toca não pela surpresa, mas pela simetria da forma“.


    Cassiane prepara próximo álbum

    A cantora pentecostal Cassiane está a todo o vapor com seu próximo disco, o primeiro após sua saída do selo gospel da Sony Music Brasil. O projeto, ainda, sem título está sendo produzido por seu marido Jairinho Manhães, e tem atraído a expectativa do público. Algumas sessões de estúdio foram divulgadas na página da cantora no Facebook, das canções “Em Nome de Jesus” e “Pra Casa eu Vou”. Os bastidores do álbum foram divulgados no canal da artista no YouTube.


    Toque no Altar vai voltar com novo álbum e formação

    O Ministério Apascentar de Louvor, mais conhecido por seu nome antigo, Toque no Altar voltará à ativa em breve, afirma o portal da banda. Um novo álbum, intitulado Extraordinário também será lançado.

    O último trabalho do Apascentar foi Ao Deus das Causas Impossíveis, em 2011. Davi Sacer, hoje em carreira solo fez participação especial como vocalista e principal compositor das músicas. Durante esta época, o grupo apresentou um vocalista, chamado Alexandre Dias. Mas a formação atual do grupo é diferente, e seu novo vocal é Samuel Vinholes. Já Rafael Bitencourt, líder do grupo após a saída de Luiz Arcanjo e Sacer em 2006 está em carreira solo.


    Memora lança novo clipe e single, “Ela”

    A banda de rock Memora, uma das representantes do novo movimento lançou, nesta última semana seu novo clipe e canção, “Ela”. A letra aborda a história de uma jovem, com um universo particular em desordem e uma busca constante de transformação. A banda, formada por Rafael Lima (vocal, guitarra e violão) Rod Xavier (vocal, guitarra) Filipe Lima (baixo e teclado) e William Mardônio Jr. (bateria) lançou um EP em 2013, contendo seis faixas.


    Novo Som lança single com a volta da formação clássica

    A banda de pop rock Novo Som, ícone do movimento gospel lança sua primeira canção inédita desde a volta do baixista Lenilton, conhecido por ter sido o principal compositor da banda em seus anos de ouro. A canção, intitulada “Espelho” está sendo distribuída digitalmente pela gravadora Mess Entretenimento. O grupo também comemora 25 anos de carreira.


    Fernanda Brum desabafa sobre críticas Da EternidadeFernanda Brum divulga capas e reclama de críticas do público

    A cantora Fernanda Brum, durante os dois últimos dias divulgou duas opções de capa para seu futuro álbum, Da Eternidade. A cantora começou esta técnica de marketing desde o disco Liberta-me, que também teve identidade visual produzida pela Quartel Design.

    Ambas as capas trabalhavam com o símbolo matemático que representa o infinito, mas bastou a artista publicar, em sua página do Facebook as opções de capa que parte do público relacionou o símbolo com satanismo. Fernanda apagou a postagem, afirmou publicar novas opções de capa: “Estamos orando. Estou criando um símbolo novo! Que não seja da matemática, do infinito! Agora, se alguém pegar pra coisa errada, não vão dizer que é do “coisa ruim”! Fui eu quem compus!

    Logo a cantora voltou atrás e divulgou a capa oficial do projeto:Fernanda Brum - Da Eternidade - 2015


    O que acharam dessas notícias? Na próxima semana tem mais, abraço!

  • Conectados no Amor – Tudo tem seu lugar – parte 2

    Tudo que Deus faz na nossa vida é para colocar as coisas no seu devido lugar.

    Todo cristão que começa a caminhar na direção contrária do mundo, sempre tem duras lições. E uma das perguntas que mais se ouve entre os filhos de Deus é: por que estou sofrendo provas?

    A teologia da prosperidade é um das linhas teológicas que diz que provação é do diabo e que o cristão por ser filho de Deus tem que ter uma vida de príncipe. Outro pensamento proclama que a prosperidade não é o enriquecimento financeiro, mas estar feliz com o que tem. E há outro argumento também, que diz que cristão sofre provas, mas isso deve acontecer como diz na bíblia. São três teses que tem as suas bases e argumentos, bíblicos ou não, mas olhando-os pela perspectiva teocêntrica, o primeiro é um absurdo e os dois últimos estão certos, contudo, eles são apenas partes do pacote do desenvolvimento salvação.

    Relatar que um cristão passa por dificuldades apenas porque tem que passar deixa o evangelho superficial. Cristo quando disse isso, queria dizer mais uma coisa. Paulo, no livro de Romanos, diz que TODAS as coisas cooperam para o bem daqueles que amam ao Senhor. Primeiro, Paulo no contexto em que vivia, estava sendo perseguido e passando por “coisas ruins”. Segundo, ele diz que tudo isso cooperava para o bem dele. Como alguém sofrendo diz que seu sofrimento coopera para o seu bem? Dizer também que a prosperidade é estar feliz com o que tem, tem seu fundo de verdade, mas ela se encaixa na mesma questão da primeira: ela tem seu lugar, mas não pode ser levado como um todo, pois também tornaria o cristianismo supérfluo, pois ficamos tristes sim com algum tipo de tormento.

    A provação, ou melhor, a lição tem um caráter edificativo e construtivo. Deus busca modelar nosso interior e não o exterior. Por isso que tudo coopera para o nosso bem, pois toda dificuldade quer nos ensinar algo ou nos fazer mais íntimos de Deus, apesar de que no início não entendemos nada. Aí também entra o argumento da felicidade. Não ficamos contentes com provações, ao contrário, Paulo chega a declarar que podemos ficar abatidos, angustiados, mas nunca desanimamos. A alegria divina é sobrenatural, vai além da felicidade passageira e superficial humana. Temos alegria enquanto estamos tristes. Parece contraditório, mas é a verdade.

    Agora, por que relatei na primeira frase do texto “Tudo que Deus faz na nossa vida é para colocar as coisas no seu devido lugar.”? No primeiro texto do “Tudo tem seu lugar”, escrevi que a vida é uma união de partes. Todo homem, cristão ou não, está em desordem em seu próprio ser. A provação é justamente o instrumento que Deus usa para colocar as coisas no seu devido lugar naqueles que O amam.

    Entre o que somos e o que deveríamos ser, há um enorme trajeto cheio de lições, e mesmo que todo aquele que ama a Deus se sinta confuso e angustiado, sem entender a bagunça ao redor de si mesmo, saiba que Deus apenas está organizando a desordem de seu ser interior, acarretando um enorme peso de glória nos dias que ainda estão por vir, no Grande Dia de seu retorno.

    Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

    Romanos 8.28

  • TOP 10 – Polêmicas gospel de 2014

    Assim como nos anos de 2012 e 2013, fizemos uma lista com as dez maiores polêmicas gospel que rondaram o ano, desta vez de 2014. Este ano foi um pouco menos efusivo que os anteriores, porém também com fatos que marcaram a mídia e o público cristão.

    Vamos lembrar?

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    Marcelo Aguiar“A volta do filho”

    Em setembro, Marcelo Aguiar, pastor e cantor foi acusado de manter um caso extraconjugal com uma mulher. As informações foram divulgadas através de um vídeo publicado no YouTube. Também fazendo referência à canção “A Volta do Filho”, lançada pelo cantor em 2013 a respeito de seu retorno à Igreja Renascer em Cristo, as imagens do vídeo mostram fotos da suposta amante e acusações ao músico.

    Marcelo Aguiar confirmou a veracidade das informações, porém enfatiza que está recuperado do erro cometido. (leia mais sobre o caso)

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    [tab title=”9º”]

    Robinson MonteiroAmeaças e denúncias

    O cantor Robinson Monteiro envolveu-se numa polêmica recente, ao publicar em seu Instagram prints que envolvem ameaças do diretor da agência JR Louvor. Segundo o artista, a JR Louvor o deve mais de 6500 reais. O ocorrido envolveu uma discussão virtual com troca de ofensas públicas e a participação de várias personalidades conhecidas no gospel, como a cantora Flordelis e a pastora Sarah Sheeva.

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    [tab title=”8º”]

    Ana Paula Valadão - polêmica das lideranças gordasÉ a hora da igreja?

    Um TOP 10 de polêmicas gospel não é um TOP 10 completo sem Ana Paula Valadão. Pela terceira vez consecutiva, a vocalista do Diante do Trono figura esta lista por uma profecia proferida sobre a política brasileira. Segundo muitas pessoas, as palavras de Ana profetizavam a vitória de Marina Silva nas eleições presidenciais de 2014. Entretanto, a polêmica dividiu opiniões, pois a cantora não citou diretamente o nome de Marina, nem muito menos outros detalhes que confirmariam a veracidade de tais especulações.

    Em resposta às acusações, Ana Paula Valadão publicou um texto, no qual negou as acusações de ter profetizado a vitória de Marina, e reiterou que se referia à proliferação de cristãos na política nacional.

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    [tab title=”7º”]

    Marcela Taís“Não me representa!”

    As eleições de 2014 foi um dos assuntos mais comentados na rede sem a menor dúvida, e não há coincidência neste fato. Por causa dela, ocorreram várias discussões, polêmicas, debates nas mais diferentes esferas da sociedade, incluindo o meio cristão. O sétimo lugar é protagonizado pela cantora Marcela Taís, que fez duras críticas ao deputado do PSOL, Jean Wyllys. Segundo a artista, o parlamentar denigre a fé cristã, além de um tweet polêmico, na qual ela afirmou ter visto antes que Jean apagasse rapidamente. Wyllys negou as acusações de Marcela.

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    [tab title=”6º”]

    valeu-aposanEscravidão?

    Em julho, o músico Alexandre Aposan deixou a banda Oficina G3, na qual era baterista há alguns anos. O motivo foi descrito, inicialmente em um comunicado, alegando que questões contratuais o impediam de continuar no conjunto. Mais tarde, um vídeo do instrumentista criticando abertamente os contratos de gravadoras foi amplamente divulgado pela rede, embora Aposan não tenha citado o nome de nenhuma.

    Segundo afirmações de Alexandre neste vídeo, novos contratos que a Oficina G3 estava para assinar previam exclusividade total do músico com a banda, sob multas milionárias caso quebrado. Entretanto, conhecido por tocar com vários cantores bandas, de diferentes gravadoras, Aposan resolveu sair. Ainda, endossou que, em sua opinião tais contratos são exemplo de escravidão.

    https://www.youtube.com/watch?v=VwQ8rE2KW0I

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    [tab title=”5º”]

    Jotta A e Bekah CostaVai feder

    Em abril, Jotta A publicou em seu Twitter que seu celular tinha sido roubado. Dentro do smartphone estavam algumas composições, fotos e um vídeo do cantor e da cantora adolescente Bekah Costa, que meses depois “viralizou” pela rede, sendo alvo de notícias de vários sites cristãos. O conteúdo mostrava os dois em uma brincadeira, com uso de palavras inadequadas num contexto politicamente correto.

    A respeito do ocorrido, Bekah pediu desculpas publicamente pelo ocorrido e o vídeo desapareceu da rede. Neste ínterim, Jotta A deixou de fazer parte do cast da gravadora Central Gospel silenciosa e misteriosamente.

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    [tab title=”4º”]

    André Valadão“Nunca em minha carreira vendi tão pouco”

    Em fevereiro, o jornalista Lauro Jardim, da Revista Veja publicou uma pauta, falando de uma suposta má situação que ocorria no selo gospel da gravadora Som Livre, citando um email de André Valadão que, segundo ele foi enviado à cúpula da gravadora, queixando-se das baixas vendas do álbum Fortaleza alegando que o disco não estava chegando nas lojas.

    Sobre o fato, André Valadão não se pronunciou publicamente.

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    [tab title=”3º”]

    Rodolfo Abrantes100% arrependido

    Em entrevista à Revista Trip, o cantor e compositor Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do Raimundos afirmou que se sente 100% arrependido de sua fase na ex-banda. As palavras geraram a ira de fãs do grupo, além de Digão e Canisso, integrantes do conjunto, acusando Abrantes de hipocrisia por se arrepender daquela fase, mas continuar recebendo os direitos autorais das músicas, causando imensa repercussão midiática.

    Em resposta, o músico disse que todos os seus ganhos de direitos autorais chegam misturados, oriundos de obras que abrangem todos os seus anos de carreira e que seus ganhos são lícitos. 

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    [tab title=”2º”]

    Valnice Milhomens e Ana Paula ValadãoTransferência de gerações

    Durante o décimo quinto Congresso de Adoração e Intercessão Diante do Trono, a artista Ana Paula Valadão fez um ato profético polêmico, no qual, utilizando-se de orações com mãos impostas dos mais velhos para os mais jovens, a “unção” era transferida de geração para geração.

    A repercussão na mídia gospel foi imediata. Lideranças religiosas, teólogos reprovaram o ato feito pela cantora, tornando-se o fato mais comentado do ano. Parte da polêmica também se deve ao fato de Valnice Milhomens, fortemente criticada por sua ligação ao G12, participar do ato.

    https://www.youtube.com/watch?v=U00ziuepZNQ

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    [tab title=”1º Lugar” icon=”trophy”]

    “[…] não durou 24 horas e 4 tweets do Malafaia

    Malafaia Marina gamersO primeiro lugar vai para a participação de Silas Malafaia durante as eleições presidenciais de 2014. A começar, por suas críticas à candidata Marina Silva, que se estendiam desde as eleições de 2010. Durante a campanha, Marina publicou seu programa de governo, no qual previa o casamento civil igualitário. Imediatamente, Silas Malafaia criticou duramente a candidata. Curiosamente, logo depois, Marina Silva voltou atrás e disse que aquele ponto era um erro. O fato levou ao desapontamento dos eleitores homossexuais e um argumento forte de crítica nas mãos de Luciana Genro, candidata do PSOL. Além disso, a “bipolaridade” de Marina foi o ponto-chave usado por Dilma Rousseff desconstruir a imagem da candidata durante as eleições.

    Mas a maior polêmica envolvendo Silas Malafaia foi a respeito de um vídeo do pastor divulgado pela rede a partir do discurso de Dilma para a ONU. Segundo ele, as palavras de Rousseff, que defendeu um diálogo com o Estado Islâmico foram inadmissíveis. O vídeo foi removido por ordem do TSE.

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    Assim encerra-se o TOP 10 das polêmicas gospel de 2014. O que achou? Faltou alguma polêmica? Comente! E feliz 2015…

  • Rocklogia – Músicas seculares que edificam – parte 2

    Há uns meses, aqui na Rocklogia, foi publicado um post com exemplos de músicas seculares que possuem conteúdos fortemente aproveitáveis e coerentes com o cristianismo. Se, ainda, você não leu clique aqui e confira as canções já citadas e os motivos pelos quais essa lista está sendo feita.

    Caso você tenha sugestões, faça-as nos comentários. Toda opinião é bastante útil.

    Run Devil Run – Paul McCartney

    Paul McCartney, conceituado e mítico músico mais conhecido por ser um ex-Beatle lançou “Run Devil Run” em 1999, no álbum de título homônimo. A história por trás da música é bastante curiosa. O cantor estava em Atlanta, e numa loja de artigos encontrou um óleo de sais para espantar maus espíritos de título Run Devil Run. Paul achou o nome curioso, e mais tarde escreveu a letra, que utiliza-se de muito humor.

    Esta fase na carreira do cantor é ímpar, pois ele havia acabado de perder a esposa para o câncer, Linda McCartney. Em 1999, decidiu gravar um disco, com a maior parte do repertório composto por covers de hits dos anos 50. A banda que o acompanhou foram de grandes músicos, com destaque para David Gilmour, guitarrista do Pink Floyd e Ian Paice, baterista do Deep Purple.

    Livin’ On a Prayer – Bon Jovi

    Clássico da banda, “Livin’ On a Prayer” conta a história de um casal que vive uma situação complicada no campo financeiro. Mas enquanto possuem um ao outro, já possuem o que é mais importante.

    A canção nos faz pensar e lembrar, mais uma vez que as pessoas que estão ao nosso lado são mais importantes que bens materiais ou posições de status que podemos alcançar.

    Any Road – George Harrison

    Apesar de cada beatle ter sua particularidade, George Harrison possui aspectos interessantes em sua vida e música. Mesmo não tendo uma tradição estritamente cristã, George era o integrante da banda que mais procurava e evidenciava uma busca pela espiritualidade. Várias de suas músicas apresentam essa questão.

    “Any Road”, que abre seu álbum póstumo é esse um dos exemplos. Relacionando os meios de transporte, as estradas e a incerteza dos caminhos da vida, o músico diz, em outras palavras que a melhor escolha é curvar-se ao Criador.

    How Can I Go On – Freddie Mercury e Montserrat Caballé

    Do álbum Barcelona, de 1988, com participação do baixista John Deacon no instrumental, o vocalista do Queen, Freddie Mercury faz uma espécie de desabafo sobre o HIV que tinha acabado de contrair. Nesta canção, o cantor pergunta: “como posso continuar?”, e pede o cuidado de Deus.

    A parceria entre o músico de rock e a cantora de ópera Montserrat Caballé é, até hoje um dos maiores crossovers da história da música.

    Dream On – Aerosmith

    Integrante do álbum de estreia da banda, “Dream On” é um dos maiores sucessos do Aerosmith. A banda, originada nos EUA nos brinda com essa música que, resumidamente fala sobre o curso da vida. Nascer, viver, envelhecer e falecer, o caminho da humanidade. Entretanto, mais importante do que isso é não deixar o que se faz hoje para amanhã, pois talvez, amanhã é o dia de sua morte.

    https://www.youtube.com/watch?v=92SIK4O2UD0

    I Still Haven’t Found What I’m Looking For – U2

    U2 já é uma banda mundialmente conhecida por sua influência no rock oitentista, e por ter a característica parcialmente (ou totalmente peculiar) de parte de seus integrantes serem cristãos assumidos mas não buscarem ser uma banda de “rock cristão”. Inimigos do grupo à parte, o U2 é uma banda extensamente respeitada, e The Joshua Tree é o seu álbum mais conhecido. Deste projeto,temos “I Still Haven’t Found What I’m Looking For”, com versos baseados em Iº Coríntios 13.

    Monte Castelo – Legião Urbana

    Já clichê nas listas de músicas seculares que temos por aí, “Monte Castelo” utiliza-se da mesma referência utilizada pelo U2, também tomando por referência versos de Camões. Integrante do álbum comumente mais respeitado da banda, As Quatro Estações, a canção possui uma letra e melodia simples.

    Dom Quixote – Engenheiros do Hawaii

    Dançando no Campo Minado é, geralmente um álbum do Engenheiros na “lista negra” de muitos da mídia especializada. Mas “Dom Quixote” é surpreendente. Sua lírica, certamente sarcástica brinca em como as pessoas são desacreditadas e ridicularizadas em tentar seguir com algo aparentemente impossível. Muito coerente com o contexto da fé cristã, não?

    https://www.youtube.com/watch?v=__bihwnurTI

    E você, se lembra de mais alguma música não listada aqui? Comente!

  • Limão com Mel – Cantores gospel também são humanos

    Parece óbvia essa afirmação, mas na prática, não é esse o entendimento que a maioria tem dos nossos cantores. O que vemos atualmente é uma enaltação dos mesmos, elevando-os a um nível além do restante dos mortais.

    Isso certamente coloca o cantor em uma situação bastante desconfortável, visto que precisam manter uma postura condizente com este status – a do “politicamente correto”. É preciso andar “pisando em ovos”, em sua neutralidade forçada, não podendo sequer emitir opiniões, pois isso pode desagradar alguém, e isso não é permitido. Porém, como todo ser humano, os cantores NÃO SÃO PERFEITOS, e por isso são passíveis de erros. Mas quando isso acontece, quem se lembra disso? E algo ínfimo toma proporções gigantescas (é o poder do boca -a – boca entre os evangélicos) onde cada um quer emitir o seu juízo.
    Pense: Você nunca errou? Nunca disse algo que se arrependeu depois? Então qual a diferença entre você e um cantor? Claro, os cantores são pessoas públicas. Mas isso os tornam diferentes de você?

    É importante que não esqueçamos: todos nós somos humanos! E quanto a julgar? Crente julgando? Crente espalhando inimizades? Infelizmente, esses são mais comuns do que deveriam. Falar que não podemos julgar e que apenas Deus tem esse poder é fácil e de praxe, mas na prática…

    Assim, nossos cantores acabam entre a cruz e a espada, sendo cobrados e julgados de negligentes e omissos por não opinarem e se engajarem nas campanhas promovidas por entidades e personalidades cristãs, e se o fazem, se opinam, também são criticados por polemizar. O fato é que andar sobre ovos não deve ser tarefa fácil, principalmente porque sabem: um dia a casca quebra! E quando isso acontecer…

    Quando isso acontecer, ao invés de sairmos por aí disparando acusações, paremos e nos coloquemos no lugar de quem estamos a julgar.

    Precisamos lembrar de amar o nosso próximo como a nós mesmos. Será que nos sentiríamos como se fossem conosco?

    Se não pararmos para refletir, e mudarmos a nossa visão, haja advogado fiel para tantos julgamentos simultâneos.