Nota sobre o falecimento do cantor foi dado em página oficial de Luiz de Carvalho por parentes.
Um dos maiores intérpretes da música cristã, Luiz de Carvalho partiu para os braços do Senhor por volta das 4h30 da manhã de hoje (17), aos 90 anos de idade. Luiz deixou um legado impressionante de 40 álbuns lançados, 2 DVDs, um livro e várias gerações marcadas por suas canções.
Fundador da gravadora Bompastor, Luiz foi responsável por lançar diversos nomes da música cristã tais como Cristina Mel, Paulo César Baruk e Jorge Araújo. Além disso, foi o primeiro cantor cristão a gravar um LP de 33 RPM.
“Luiz foi um homem que deu sua vida pelas outras pessoas. São incontáveis os testemunhos que vemos e ouvimos de pessoas que foram aos pés de Cristo através dos louvores, testemunho e pregações de Luiz. 90 anos, dos quais sua maior parte dedicados a trabalhar por Jesus. […] Sempre humilde, foi cantar nos cantinhos mais distantes e inacessíveis deste grande Brasil. Viajou pela Europa e Estados Unidos pregando o evangelho, levando a mensagem de Cristo à todas as pessoas. Sua voz inconfundível e marcante entoava os louvores de maneira singela, e através destes louvores o Espírito Santo de Deus tocou no coração de milhares de pessoas. Não importava se a igreja era grande ou pequena, se tinha muita ou pouca gente. Luiz sempre estava disposto a ir, mesmo quando ficou na cadeira de rodas, aonde quer que fosse, para levar a mensagem Daquele que é o Autor e Consumador da nossa fé: Jesus Cristo, o nosso Senhor”, comentou a filha do cantor em nota.
No texto A Rua é Nós – Frase de um Missionário Urbano, disse aos meus leitores para procurarem ouvir mais o rapper Emicida porque, com certeza, iriam me ver falando mais dele aqui. E, conhecendo uma considerável parcela deles, sei que não estão naquela ideia maniqueísta e ultrapassada de gospel versus secular. Então, nesta semana, trago uma breve análise da música “Mandume”, parte do mais recente disco de Emicida, Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa… Mandume é um personagem cuja imagem é de um homem de grande porte físico, com o corpo descoberto e mais jovem. Mas a canção contém muitas informações contidas e vamos lá, oro para que esse texto lhe edifique! Em amor!
É necessário citar algumas coisas da música fora da letra que são as suas participações especiais. Emicida sofreu duras críticas por parte de alguma feministas radicais que criticaram supostas mensagens machistas e ofensivas na música “Trepadeira”, do álbum anterior. Entretanto, se você ouvir a música com um pingo de atenção entenderá que não existe nada de machista na canção, a não ser que eu esteja muito errado do conceito de machismo. Mas, esse não é o foco do texto. Chega até ser de uma ofensa sem tamanho chamá-lo de machista, pois quem acompanha sua história desde 2010, por exemplo, sabe que várias de suas músicas contém participações de mulheres e algumas músicas bem românticas. E pra provar isso, Emicida chamou Drik Barbosa para participar da canção e é ela quem abre o rap, com duração de mais de oito minutos. Outro convidado ilustre é Rico Dalasam, primeiro rapper negro e homossexual no Brasil. Ele defende e luta por essas duas classes: negros e gays. O time é fechado com Amiri, Muzzik e Raphão Alaafin. A música, assim como todo o projeto, luta contra o racismo que infelizmente nos cerca e ainda é muito grande em nosso país. Eu também sou um expoente dessa luta contra o racismo. Em oportunidades que tenho de participar de eventos e palestras sobre o assunto, procuro trocar uma ideia bem positiva sobre o assunto.
“Mandume” é uma das melhores músicas de toda a carreira do Emicida e aqui eu preciso levantar três questões sobre a música antes de analisá-la: Racismo, desigualdade social e hipocrisia. Os três conceitos andam juntos, mas com alguns impactos particulares. E o que o cristianismo tem a ver com isso? O apóstolo Paulo em Gálatas lutou contra o racismo quando quem estava fazendo isso era o próprio apóstolo Pedro. No livro Gálatas para Você, Tim Keller ilustra muito bem de forma teológica esse acontecimento. Dentro de nossos templos existe uma das maiores desigualdades sociais: Existe igreja para pobres e para ricos, para “normais” e para os de tatuagens, para os negros e para os brancos. Sim, por mais que você negue isso, existe isso sim em nossas comunidades locais. E sobre a hipocrisia, nem preciso falar nada, né?
A música fala claramente dos negros e da luta diária contra o preconceito. O refrão, por exemplo, é enfático. Os versos falam claramente dos negros (até com o uso intenso de palavrões). Infelizmente, é assim como os racistas nos veem. Faço parte da maioria negra brasileira e também me sinto no direito e dever de defender minha cor. Nunca sofri racismo de forma clara, mas já fui o último da fila na escola pela minha cor. Isso é racismo. E os versos preenchem duas das categorias citadas: racismo e desigualdade. Por sermos negros e pobres, qualquer pódio que conseguirmos chegar, vamos ser vistos como “pessoas determinadas que venceram na vida apesar do lugar que vieram”. Moro em um residencial desses financiados pela Caixa Econômica Federal e tenho muito orgulho de morar onde moro e de vir de onde vim, mas isso não é motivo para abaixar a cabeça e dizer “sim, senhor” para tudo. Cristo, como Deus, fez um ótimo papel de homem aqui na Terra. Quando todos viravam as costas para as mulheres, ele as abraçou e perdoou seus pecados. Quando todos descriminavam os deficientes, ele os curou. E nós? Achamos que a única bandeira que temos que levantar é a de Deus contra o diabo, sem saber que o “diabo” pode estar em coisas tão mais próximas do que em filmes de terror como a descriminação, preconceito e corrupção.
Quantos negros você vê sendo os protagonistas das novelas da Globo? Praticamente nenhum. Porque negro é sempre o cara que dirige para as madames, mantém a segurança do prédio, o humilhado. Negras são sempre as empregadas, as coitadas e humilhadas. O racismo não nasceu agora, séculos atrás já existia, só foi agravando mais e mais. O nazismo matou centenas e hoje a gente mata sonhos e autoestima de muitos com esse preconceito.
Aguardem para a segunda parte desse texto que irei analisar as partes de cada rapper, por enquanto, ouçam a canção. Um Brinde!
Falar de Coral Resgate para a Vida já não é fácil, falar sobre 24 Horas Fiel menos ainda. Apesar de acompanhar o grupo há certo tempo, confesso que não tinha expectativa alguma neste projeto. Depois do ótimo trabalho realizado em Santifica-me e Prontos para a Batalha, achava que seria praticamente impossível o Coral da Igreja de Deus em Cristo me surpreender novamente. Quebrei a cara. Estamos diante de um trabalho fantástico!
Atualmente, o coral é formado por 14 coristas e cinco instrumentistas, na sua maioria na faixa dos 20/30 anos, que interpretam as canções de forma moderna e vigorosa. É importante pontuar, de início, que o novo trabalho marca a estreia do grupo na gravadora Universal Music Christian Group, sendo o quarto álbum da sua discografia. Composto por 12 faixas inéditas e produzido por William Augusto e Jeziel Assunção, o álbum contém o melhor do R&B e pop que já vinham sendo explorados pelo Coral nos trabalhos anteriores. Todo o repertório foi escolhido em cima do tema fidelidade, pois a partir dela a graça e a misericórdia de Deus nos envolve com o seu amor.
Invisível traz uma bela introdução, com uns arranjos de cordas, mostrando o caminho que a canção vai seguir. A letra versa sobre acreditar naquilo que ainda não tem existência, ou seja, ver com os olhos da fé. Me lembrei da passagem que se encontra em II Coríntios 5:7.
Composta por Anderson Lima, Tua Graça é o devocional de muitas pessoas. Diante das circunstâncias da vida, existem momentos em que temos vontade de abandonar tudo a nossa volta e muitos de nós se questionam: por que prosseguir, se nada está dando certo pra mim? Porém, nesse mesmo instante lembramos do favor imerecido concedido por Deus: a graça. É impossível não se emocionar com essa canção! Que arranjos vocais, que harmonias, que composição…
Na sequência, Te Seguirei é mais uma surpresa entre tantas nesse CD. Mais uma letra fidelidade a Deus e aos princípios cristãos. Destaque para a introdução de um trecho do hino da harpa cristã, “A Mensagem da Cruz”, já no final da canção.
A música-tema do disco, 24 Horas Fiel, fala que a fidelidade pertence a Deus e a inconstância caracteriza o homem pecador. Pra cima, a canção representa bem o estilo do Coral. Me senti em uma dessas igrejas dos EUA com corais monstruosos que vemos em filmes. Destaque para a ministração final do regente, Gustavo Mariano.
Uma das canções mais esperadas de todo o álbum, Envolve-me (Closer) / Wrap In Your Arms traz logo de cara uma calmaria, nos envolvendo literalmente no desenvolvimento da música. Pra quem achava que iria ficar só nisso: você está redondamente enganado, meu caro! Os intérpretes e o Coral só melhoram a cada subida de tom. Com certeza, essa canção irá ser entoada em diversos cultos de todo o país.
Ao Seu Tempo é aquela canção congregacional que não pode faltar no álbum do Coral. Assim como falamos em nossas orações, esta canção começa pedindo para Deus que seja feita a vontade dEle vontade em nossas vidas. Essa música é uma conversa entre nós e o Espírito Santo. Chegou no momento certo.
Tudo Dele, de William Augusto, vem quebrando tudo com um ritmo eletrizante, logo, não tem como ficar parado ouvindo. Interpretada por Gabriel Augusto, essa música foi escolhida como single, ganhou um clipe e já está sendo tocada nas melhores rádios do território verde e amarelo.
Hosana, de Anderson Lima, é mais uma canção que enquadra o tema fidelidade, o solo foi realizado pela nova integrante do coral, Mille Quésia. Assim que soube que a cantora faria parte do Coral, fui atrás de algum vídeo seu nas redes sociais e me deparei com ela cantando “Dependo de Ti” do Baruk, desde então ela me ganhou. Destaque para o Coral em um final inesperado!
Fiel, de Marcos Rodrigues, assim como a canção anterior, continua dentro do tema central do disco. A letra nos fala sobre entregarmos nossos caminhos ao Senhor e a lealdade de Deus para com as nossas vidas. Assim como Ele foi fiel para iniciar a boa obra, é fiel pra terminar!
A língua é uma força poderosa, pode ser usada tanto para o bem, abençoando, como para o mal, amaldiçoando. Deus falou e tudo o que existe foi criado por suas palavras. Morte e Vida, de William Augusto, faz uma crítica a todos aqueles que não sabem utilizá-la, deixando nítido que é necessário controle de todo. Como é dito na canção, é preciso lembrar que tudo se resume a Jesus, portanto, devemos deixar de lado os julgamentos. Jessica Augusto ficou responsável pelo solo e tomou a canção para si, com seus agudos e melismas.
Quando ouvi Foi a Cruz pela primeira vez não dei a mínima importância para essa canção, mas como todos estavam comentando sobre ela e resolvi dar mais uma chance. Desse modo, fui ouvir novamente a música e fiquei atordoado com essa letra, aliada a uma interpretação marcante. Sérgio Saas é um grande intérprete e soube o que fazer exatamente em cada parte da canção. Já sobre o Coral, souberam aproveitar bem cada momento em que apareceram e se destacaram.
Com uma piano marcante, Filho de Davi é uma canção essencialmente bíblica, estruturada na palavra. Usando de passagens bem conhecidas dos leitores da bíblia, como o cego de Jericó e a mulher do fluxo de sangue, o Coral nos lembra que assim como milagres ocorreram no passado, podem acontecer também nos dias de hoje, para isso, é só clamar.
Perdeu alguma novidade esta semana? Acompanhe agora o resumo com os principais acontecimentos da música gospel.
Heloisa Rosa apresenta capa do novo CD, Paz
O novo CD de Heloisa Rosa já está na fábrica! O título Paz nasce no coração de Heloisa e permeia todas as músicas do álbum, refletindo o anseio da humanidade pela Paz que só pode ser encontrada em Jesus.
Depois de quatro anos sem lançar um disco somente com músicas inéditas, “Paz” reúne 10 faixas autorais, incluindo os destaques “O Seu Caminho”, “Casa do Pão” e “Glorioso Dia”, que conta com a participação especial de Mauro Henrique, vocalista da Banda Oficina G3. Esse é sexto título da cantora, depois de “Heloisa Rosa – Ao Vivo em São Paulo” (2014), “Confiança” (2011), “Estante da Vida” (2008), “Andando na Luz” (2006) e “Liberta-me” (2004). “Paz” é mais um lançamento Musile Records, disponível a partir de Dezembro/2015 em CD, Playback e no formato digital. Veja a capa do álbum:
Os Arrais lançam clipe da canção O Bilhete e o Trovão
O Bilhete e o Trovão traz o experimentalismo indie folk da dupla, com alguns instrumentos mais audíveis nesta canção. Se em Mais a aposta foi em um som acústico voz e violão, em As Paisagens Conhecidas conseguimos ouvir pianos, guitarras e percussão bem presentes, sem descaracterizar o som da dupla. Assista:
Trazendo a Arca lança novo CD “Habito no Abrigo”
No dia 20 de novembro a Sony Music começa a distribuir o CD “Habito no Abrigo”, lançamento do ministério de louvor Trazendo a Arca.
O projeto terá a pré-venda no iTunes e no Google Play a partir do dia 13 de novembro, os fãs do grupo poderão adquirir o disco em primeira mão e acompanhar o lançamento das músicas na semana seguinte, quando o CD também começa a chegar nas lojas.
“Habito no Abrigo” foi gravado ao vivo no Rio de Janeiro, o disco segue o estilo do ministério de louvor com muita ministração e canções congregacionais.
“Optamos em gravar esse projeto em nossa igreja, com nossos amigos, nossos pastores. Foi uma noite muito especial e esse clima conseguiu ficar registrado neste novo projeto que será lançado pela Sony Music nos próximos dias”, comentou Luis Arcanjo, líder do Trazendo a Arca. Confira a participação do grupo no Sony Music Live, com uma das músicas inéditas da gravação do álbum Habito no Abrigo:
Denyse Bittencourt lança “Um minuto mais” seu mais novo CD
O novo CD da cantora Denyse Bittencourt “Um minuto mais”, já está disponível em todas as plataformas digitais, e em dezembro chega às lojas.
“Um minuto mais” é o segundo trabalho solo da cantora, que tem quinze anos de carreira, dez destes dedicados ao Renascer Praise, onde esteve entre 2000 e 2010, e gravou dez CDs e DVDs como uma das principais vozes do grupo.
O projeto, produzido pelo músico Felipe Cruz, contempla 14 canções, 11 composições suas, entre elas duas regravações “Ser Conhecido de Deus” gravada pelo Renascer Praise em 2008 e “Pra Viver a Restituição” gravada por Davi Sacer em seu álbum “As margens do teu rio” lançado em 2012. O CD físico contará ainda com uma faixa bônus “Lugares Altos” versão Piano e Voz.
Agora focada somente em sua carreira solo, Denyse busca novas sonoridades, outros sons, uma musicalidade que foge do convencional, mas com a essência de adoração que a consagrou como intérprete e compositora.
Cassiane lança Harpa Vol. 2
A cantora Cassiane fez uma seleção de músicas que passam de geração em geração que integram o hinário Harpa Cristã e transformou no projeto Harpa. O primeiro volume foi lançado em 2010, comemorando o centenário das Assembleias de Deus no Brasil. A segunda edição chega às lojas marcando o retorno da cantora à MK Music.
Totalmente inédito, o CD Harpa 2 traz 10 canções que ganharam interpretação emocionante de Cassiane, que cresceu ouvindo e cantando esses hinos. Além, claro, de lindos e contemporâneos arranjos do maestro Jairo Manhães, que assina a produção musical. “Essas músicas fazem parte da minha história, da minha formação como cristã. Afinal, sou assembleiana de berço. Por isso é tão especial para mim”, compartilha Cassiane.
“Achamos muito pertinente marcar a volta da querida Cassiane para a MK com esse álbum inédito e emblemático, que revisita a história, as raízes… Estamos vivendo momento lindo na presença de Deus e é com alegria que lançamos este projeto, assim como relançaremos o volume 1 e muitos outros álbuns do acervo pessoal da cantora”, explica Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music, já adiantando novidades.
Jonas Villar lança disco Vitória
O cantor Jonas Vilar vive a expectativa pelo lançamento do seu novo álbum “Vitória” pela Universal Music Christian Group. O novo projeto traz 16 faixas e participações especiais dos cantores Kalebe, Anderson Sousa, as duplas João Vitor e Diego e Junior e Matheus. O lançamento do CD será no dia 13 de novembro em formato físico e digital.
Gravado no Parque das Mangabeiras em Belo Horizonte, no dia 20 de junho, o projeto em breve será lançado em DVD. A gravação reuniu milhares de pessoas que cantaram durante todo o evento. Um dos pontos altos da gravação aconteceu durante a música “A vida é tudo de bom”, em que se formou um verdadeiro coral. Outro momento especial da gravação foi o dueto com o cantor Kalebe na faixa “Eu Navegarei”, emocionando o público.
Jonas relembrou a emoção do dia da gravação: “No dia da gravação, eu estava muito emocionado, porque era o meu melhor para Deus. Eu havia pedido à equipe que realizasse tudo com muita excelência, pois o nosso Deus é Deus de primazia e, para Ele, nada menos que o excelente. E foi isso que vimos naquele dia. Eu fiquei mesmo muito feliz”, comenta Jonas.
Bruna Karla recebe disco de platina pelo disco Como Águia
Depois de ter mais de 80.000 cópias vendidas, a cantora Bruna Karla recebeu o disco de platina pelo álbum lançado no final de 2014. A artista, que despontou com o álbum Advogado Fiel, com canções de qualidade inquestionável acomodou-se, e pior, aos poucos perde seu patamar a cada disco que lança. Apesar das boas vendas, Como Águia dá sequência à este contexto, fazendo uma combinação desagradável entre produção musical sem personalidade, musicalidade duvidosa, interpretações vocais equivocadas e repertório confuso.
Já está na fábrica o CD e DVD Extraordinária Graça de Aline Barros
O próximo trabalho de Aline Barros, “Extraordinária Graça” será lançado em breve pela MK Music e já foi para a fábrica. A arte de capa foi feita de pela agência Quartel Design que utilizou uma imagem da cantora durante a gravação desse projeto que aconteceu em junho deste ano no HSBC Arena, Rio de Janeiro, onde mais de 10 mil pessoas estiveram presentes. “Esse trabalho está lindo! Tenho certeza que muitas vidas serão alcançadas com o som desses louvores”, disse a cantora.
A direção executiva deste trabalho é assinada pelo pastor Gilmar Santos, marido e empresário de Aline, já a direção artística foi feita por Marina de Oliveira e a direção de vídeo de Anselmo Troncoso. A produção musical é de Ruben di Souza.
O repertório de “Extraordinária Graça” é composto por canções de dois CDs premiados com o Grammy Latino “Extraordinário Amor de Deus” e “Graça”, ambos lançados pela MK. O CD e o DVD deve chegar às lojas no final deste mês. Confira o primeiro single do álbum, Rendido Estou com participação de Fernandinho e Bruna Karla:
Déio Tambasco sofre grave acidente na BR 364 em Ariquemes/RO
Cinco homens, entre eles o cantor e músico Déio Tambasco, de 42 anos, ficaram feridos após uma colisão frontal entre dois automóveis no km 548 da BR-364, na noite de quinta-feira (5) em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo utilitário onde estava o músico, capotou por diversas vezes após a batida e parou na ribanceira da pista.
Segundo a PRF, o condutor de um carro de passeio estava com dois passageiros na rodovia. A polícia informou que o motorista dirigia o veículo alcoolizado e em determinado momento invadiu a pista contrária atingindo o veículo onde estava o cantor e o motorista. Ainda conforme a PRF, com a força da batida, o utilitário capotou diversas vezes na pista até parar em uma ribanceira.
O motorista do carro de passeio ficou preso às ferragens e foi retirado pelo Corpo de Bombeiros. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou atendimento às outras vítimas e após realizar os primeiros socorros foram encaminhados até o Hospital Regional de Ariquemes.
De acordo com a direção do hospital, o cantor solo sofreu escoriações pelo corpo e recebeu alta algumas horas após dar entrada na unidade. O músico de São Paulo havia chegado a Porto Velho pouco antes do acidente e estava a caminho da Região Central do estado, onde participa de um evento evangélico em Ouro Preto do Oeste.
As outras vítimas foram transportadas para Porto Velho com fraturas expostas e um sob a suspeita de estar com traumatismo craniano.
Tambasco, é ex-integrante do Katsbarnea, e já tocou como contratado no Oficina G3 (na turnê do Além do que os Olhos Podem Ver 2005/2006), com o Renascer Praise e com o Brother Simion.
Asaph Barbosa lança novo clipe Enche-me de Ti
Com direção de Vlad Aguiar, o cantor Asaph Barbosa divulgou o projeto audiovisual do seu mais novo álbum, Profetiza pela Som Livre. Assim como a música, o clipe é mais intimista, acompanhado por uma interpretação suave do intérprete. Veja:
P.G. lança novo clipe e single Eu Permanecerei
Eu Permanecerei faz parte do álbum “S.E.T.E”, do cantor PG, o vídeo clipe foi produzido pela BME e conta com direção de Marco Tulio. O clipe conta a história de uma bailarina que sofre um grave acidente de carro e fica paraplégica, sendo impedida de dançar e seguir a sua carreira. Assista:
https://www.youtube.com/watch?v=d1WElHc2RjY
Fernanda Brum lança o clipe Efésios
Guiada pela urgência da Noiva em se preparar para o encontro com o Noivo, Fernanda Brum mostra através de Efésios uma Igreja que sofre com a violência, morte, soberba e fome. Fernanda fez questão de participar na direção, no roteiro e em todos os detalhes que envolveram a produção do clipe para que a visão que Deus tem passado a ela esteja impressa de forma clara e fiel nesse projeto tão desafiador.
A grande dificuldade do clipe foi a escolha dos locais de gravação que precisavam representar a mensagem da canção. As imagens foram capturadas principalmente no Rio de Janeiro, Nova York e Israel. O Rio de Janeiro foi escolhido por representar toda guerra, violência e insegurança que a cidade tem vivido, além de mostrar que dentro do Rio existe uma Igreja que clama. Já a Times Square, em Nova York, representa o Centro Comercial do mundo. E Israel, segundo a Profecia Bíblica, será o local do encontro da Noiva com o Noivo.
A expectativa com o clipe é trazer a revelação da urgência da Igreja em se preparar e em se limpar, pois Ele vem e não demora. O foco da mensagem no vídeo clipe é: Desperta Igreja, pois o Noivo está voltando para buscar a noiva!
Há algo que incomoda a todos que conhecem o Katsbarnea: a excessiva mudança de integrantes, ao longo dos anos. Desde 1991, quando Estevam Hernandes mandou que a formação de cerca de dez músicos fosse “enxugada”, o Kats se tornou uma banda instável, com constantes mudanças de formações, pondo em xeque sua identidade.
Mesmo assim, A Tinta de Deus tem vários prós e pela sua qualidade acabou tornando-se um disco importante na discografia da banda, que, em 2010 novamente estava sem Déio e Marcelo Gasperini. Embora Gasperini se arrependa de deixar a banda, Déio Tambasco publicou, em 2014, uma foto das sessões de Armagedom, afirmando que era a melhor formação da época (Simion, Jadão, Giovani, Déio e Flávio). Brother Simion deu RT na imagem, centralizando, especialmente, Jadão e Déio (que, junto a Giovani, já tocaram em discos solo do músico).
Makuko seguiu com dois novos músicos, jovens, e que fazem parte desta nova formação: Marrash (filho do vocalista) e Moisés Brandão. Completando o lineup, o grupo contém Jeff Fingers nas guitarras.
O single do disco, “Nasceu um Novo Dia“, foi divulgado em 2012. As gravações do disco foram extensamente atrasadas, embora um making of tenha sido divulgado. Em justificativa, Makuko afirmou que o primeiro estúdio, com o qual gravaram o disco, não era um bom ambiente, e decidiram refazer todo o projeto.
https://www.youtube.com/watch?v=AsOhSR9gxDE
Enfim, Eis que Estou à Porta e Bato foi lançado na segunda metade de 2013, e pode ser resumido da seguinte forma: músicas inéditas, regravações da carreira solo de Makuko, e uma sonoridade mais direta ainda em relação ao ‘A Tinta’, que ainda mergulhava sutilmente em teclados. O grupo lançou também, em divulgação, clipes de algumas canções.
Sem qualquer outro integrante da formação original (o último destes a sair foi Simion, em 1999), Makuko segue com a música e o nome Katsbarnea, embora a formação seja muito diferente da maioria de seus anos. O grupo já anunciou, em suas redes sociais, que gravará um futuro disco de inéditas em breve.
Nessas últimas semanas, o assunto da paternidade ficou mais pertinente em meu coração. Isso se deu após um de meus amigos receber um presente divino: sua filha. Durante algumas conversas, falamos um pouco desse assunto e de como sua cabeça mudou com a notícia de que seria pai.
Confesso que ser pai é um sonho meu. Quero muito que isso se realize, mas com a pessoa e momento certo. E o engraçado nisso tudo é que, quanto mais o tempo passa, mais observo estar distante de ver se realizar. Não pela questão de relacionamento, mas por causa da maturidade. Tenho um irmão de 8 anos complicado de lidar e vejo a paciência que minha mãe precisa ter com ele. Nisso, percebo muitas falhas na educação das crianças de hoje em dia, principalmente na figura paterna que, em muitos casos se faz ausente. Fui criado neste caso, mas com a figura de um padrasto que foi um verdadeiro pai na minha educação. No entanto, a situação é diferente quando seu pai está vivo e mora a poucos quilômetros de distância.
Percebo que os homens tendem a fracassar todas as vezes que seus sentimentos são postos em riscos. Observo também a libertinagem e modernidade abrindo leques grandiosos para que o sexo entre adolescentes ocorra. Antes não tão aceito, hoje é convencionado como algo cada vez mais natural, mas natural ao nível de se tornar banal: Fazer por fazer, sem sentido. Não é de se assombrar que a filha do meu amigo também não foi planejada para vir ao mundo. E talvez essa seja a resposta mais rápida e concreta para nós, garotos, não estarmos preparados para ter filhos.
Indo um pouco mais a fundo, ser pai não é só ter uma criança cujo sangue é o mesmo que você tem correndo nas veias, ser pai é descobrir-se em uma posição diferente de todas as outras que, por acaso, podem ser vividas em uma infinidade de prazeres carnais. Ser pai é reconhecer-se no filho. É óbvio que não tenho moral para falar disso, pois estou longe demais dessa realidade, mas sou muito observador e consigo perceber isso na paternidade. Acima de tudo, sou filho de um Pai magnifico. Ele entregou Seu filho para morrer por outros. Nós entregamos nossos filhos para serem referências aos outros o que, de certa forma, é uma representação de morte intelectual. Meus pais tem alguns motivos para se orgulharem de mim, mas quem paga o preço por esses motivos sou eu. Deus nos vê como filhos, sabendo o quão precisamos de cuidados, ensinamentos e alimento: a Sua palavra.
Quando digo que não estamos prontos para sermos pais, estou afirmando que não aprendemos a lidar com nós mesmos. Somos retraídos e nos preocupamos muito apenas com os nossos prazeres. Ser pai é renunciar. Como garotos ou como alguns preferem, jovens homens, não estamos prontos para abandonar festas, passeios, garotas e curtição para cuidar de uma criança. É claro que, em casos como o do meu amigo, a renúncia é obrigatória. Mas garotos, não estamos prontos para sermos pais, pois ainda somos garotos. Estamos naquela fase dependente cuja necessidade é de um ensinamento de pai nos dizendo os perigos que nos cercam no dia-a-dia. Estamos na fase em que precisamos ouvir nossas mães dizendo: “Meu filho, cuidado quando estiver voltando pra casa!”. E na fase carente, quando uma namorada que nos entenda e ama é o que completa-nos. Estamos naquela fase super legal cujo maior prazer temos em jogar futebol, tomar tereré, uma cerveja e fazer um som com os amigos.
Estamos aprendendo e com certeza, não estamos prontos para ensinar nada a um filho. O que fazemos bem é dizer que papai noel não existe, mas não damos nada à criança que substitua o bom velhinho. Dizemos que as coisas são como são porque são e nunca damos uma resposta consistente para as crianças. Em suma, o melhor pai é aquele que ouve seu pai. Portanto, está na hora de nós garotos ouvirmos mais o Criador. Atentar a palavra de Deus como manual de instruções para um futuro promissor e lindo como pais de belos filhos. Não são as mulheres com seus belos corpos e amigos com sua enorme conta bancária que nos fazem homens, mas sim a graça e o amor de Deus. Nos tornamos homens por pura graça e essa graça compartilhamos com quem amamos. A todos, um brinde!
Quando ouvi a primeira faixa, perguntei: “Deus, que coisa linda é essa?” E óbvio que viciei na música já de cara. Antes de tudo, As Paisagens Conhecidas é uma continuação clara de Mais, trabalho anterior da dupla. A proposta dos irmãos Arrais com essa sequência de EP’s que prometeram ainda não é muito clara. Montréal é linda e traz consigo esse experimentalismo indie folk da dupla de forma sensacional. Uma coisa interessante sobre Os Arrais é que eles conseguem soar confessionais mesmo sem aquela pretensão de ser colocado numa categoria clichê como “louvor & adoração”. Não é possível rotulá-los como “gospel”. O mais coerente a dizer é que se trata de um folk com letras cristãs. Isso é singular neles, dentro do nicho o qual pertencem.
O Bilhete e o Trovão segue a mesma vibe da faixa anterior, só que com alguns instrumentos mais audíveis. Se em Mais a aposta foi em um som acústico voz e violão, em As Paisagens Conhecidas conseguimos ouvir pianos, guitarras e percussão bem presentes, sem descaracterizar o som da dupla. Outono e Caneta e Papel me lembraram algumas canções do Gungor. São faixas aparentemente autobiográficas, versando o lado do compositor e a influência gigante do Espírito Santo na hora de escrever. Nessa última, o romantismo das palavras “meu bem” soam poeticamente amoroso na voz do Tiago que, mostra mais uma vez que não é apenas um bom músico, mas também um bom intérprete.
Fogo é o single do trabalho e tem alguns lampejos de country. O engraçado nesse EP é que se você fechar os olhos e ouvi-lo, você consegue criar uma imagem de um lugar bonito de acordo com a canção. Não sei se foi intencional, mas dar esse título ao projeto deu realmente certo. A faixa que o encerra tem guitarras bem presentes e metais marcando presença.
As Paisagens Conhecidas é um trabalho muito bom, mas que deixa um ponto de interrogação gigante a quem o ouve, especialmente de seus fãs que, dois anos depois, esperavam um trabalho melhor que Mais. No fim das contas, soa como uma versão estendida (ou deluxe) do álbum anterior. Desta forma, é necessário ser ouvido antes de conclusões precipitadas.
O arrependimento é algo constantemente citado na Bíblia. É este sentimento, mais verdadeiro e sincero do que o remorso, nos leva a querer tomar novas atitudes como cristãos e deixarmos velhas práticas ou ideias para trás. Pensando nisso, trouxemos dez canções sobre este tema. Confira!
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[tab title=”10º”]
Chorem – Fernandinho
“Chorem”, do álbum Sede de Justiça, abre nossa lista, com o pedido a Deus para que “Não deixes cair a vergonha sobre a Tua igreja“. A canção se une à uma ministração de Fernandinho. (2007)
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[tab title=”9º”]
Última Chance – Ministério Ipiranga
“Última Chance”, hit do Ministério Ipiranga, foi também gravada por Soraya Moraes. A canção pede “[…] tua presença / Nem que seja pela última vez“, com a vontade de matar a própria carne. (2007)
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[tab title=”8º”]
Vim Orar – Davi Sacer
De autoria de Davi Fernandes, Jill Viegas e Renato Cesar, “Vim Orar” faz parte de Confio em Ti, álbum de Davi Sacer. A canção é um reconhecimento de erros do eu lírico, que diz necessitar imensamente de Deus e pedindo perdão pelos erros cometidos sobre si. (2010)
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[tab title=”7º”]
De Volta pra Casa – Marcos Antonio
“De Volta pra Casa”, de Marcos Antonio conta a parábola do filho pródigo, a qual relata o arrependimento de um jovem em ter deixado sua casa. Foi lançada no álbum Toma os Pedaços. (2003)
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[tab title=”6º”]
Eu me Arrependo – Eyshila
Em seu trabalho musical, Eyshila gravou “Eu me Arrependo”, integrante do projeto Jesus, o Brasil Te Adora. A faixa foi escrita pela própria cantora e reflete o arrependimento pela independência e rebeldia em diversas situações. Um clipe para a música foi divulgado. (2012)
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[tab title=”5º”]
Em Arrependimento – Santa Geração
O Santa Geração gravou um álbum inteiro sobre o arrependimento, chamado Coração em Arrependimento, com as participações de Heloisa Rosa e Nívea Soares. “Em Arrependimento”, por sua vez, é a faixa principal do álbum, com uma reflexão escrita e cantada por Antônio Cirilo. (2003)
https://www.youtube.com/watch?v=hQNrDpQMcSA
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Me Levanta com Tua Destra (Salmo 32) – Trazendo a Arca
Do álbum Salmos e Cânticos Espirituais, o pianista Ronald Fonseca criou “Me Levanta com Tua Destra”, baseada na oração de Davi no Salmo 32, o qual se arrepende do pecado com Bate-Seba, e demonstra sua confiança em Deus. Davi Sacer é o intérprete desta canção, sendo sua última música gravada com seus vocais na história do Trazendo a Arca. (2009)
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Arde Outra Vez – Thalles
Uma das três canções que consagraram a carreira de Thalles, “Arde Outra Vez” é um registro de alguém que se achega a Deus e humilhando-se, quer voltar ao estado anterior de comunhão. Diferentemente das outras canções deste TOP, a música traz a resposta de Deus logo após. (2009)
https://www.youtube.com/watch?v=p_qTzP95kcU
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Muda Minha Vida – Alex e Alex
A dupla Alex e Alex estreia nos nossos TOP 10 com “Muda Minha Vida”, sucesso do álbum Até o Céu Te Ouvir. A canção fala de alguém que tentou acertar, mas não conseguiu, caindo em seus erros, os quais resultaram em dor e cicatrizes. Ouça! (2009)
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Recomeçar – Aline Barros
O primeiro lugar vai para “Recomeçar”, hit de Aline Barros. A canção, lançada no álbum Pelo Poder do Teu Amor, afirma da vontade do eu lírico em recomeçar em Deus. Foi escrita por Marcelo Manhãs e fez parte da trilha sonora da telenovela Duas Caras, da Rede Globo. (2001)
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Milhares de pessoas se reuniram, na noite desta segunda-feira (2), no Citibank Hall em São Paulo, para a gravação do Renascer Praise 19, intitulado Daniel, pela Universal Music Christian Group. Com uma mega estrutura de som e iluminação, a gravação teve um coral de mil vozes, orquestra sinfônica e duas companhias de dança.
O novo projeto traz catorze faixas, com a produção musical do cantor Thalles que, inclusive, sola em oito músicas. A música “Filho da Luz” teve a participação do cantor Diguinho. O coral Renascer Kids participou em “A Resposta”. Thalles e Marcelo Aguiar fizeram um dueto na canção “Eu Não Sei Viver sem Jesus”. Outra participação especial foi de Juliana Santiago, na canção “Viver na Dependência”.
O disco será lançado em 19 de dezembro, na Renascer Arena (SP). O projeto gráfico será desenvolvido pela renomada agência Imaginar. O primeiro single a ser divulgado será da música “A Resposta” que em breve será lançada nas plataformas digitais.
Militantes lança teaser do álbum Por um Segundo
Formada em 1997, Militantes é uma banda que começou (e continua) fazendo um hardcore punk. O grupo passou por diversas mudanças e, agora em 2015, lançam seu novo projeto, Por Um Segundo, sucessor de Destrua o Controle (2010). Esse álbum se difere dos demais, principalmente, pelo vocal: é o primeiro disco com um novo vocalista. Confira:
Marcela Taís participa do Sony Music Live
Sony Music Live foi apresentado como um projeto inovador pela gravadora, pois tem a função de conectar pessoas dentro e fora dos palcos. Depois de vários artistas se apresentarem, como Gabriela Rocha e Paulo César Baruk, chegou a vez de Marcela Taís, uma das cantoras mais queridas pelo público jovem. Assista:
Bastidores da gravação do clipe “Minha Essência”
Prestes a lançar seu mais novo álbum pela MK Music, Eternamente, Cassiane gravou o clipe do single escolhido, Minha Essência. Confira os bastidores:
Paulo César Baruk lança música apoiando a luta contra o câncer
Segundo Baruk, “Canção da Ritinha (Minhas Cartas aos Amigos)” é uma música composta e dedicada a Rita Reis, a Ritinha e a todas as “Ritas”, mulheres guerreiras e sonhadoras, espalhadas por todo o mundo, que lutam bravamente contra o câncer, apoiadas por suas famílias e amigos e, acima de tudo, por Deus. Ouça:
Diante do Trono lança clipe da música “Seu Nome”
Gravado em Israel, Seu Nome é o segundo projeto audiovisual que faz parte do álbum Tetelestai, do Diante do Trono. Com uma letra cristocêntrica, o clipe contém belas imagens sobre a cidade, além da agradável interpretação de Ana Paula Valadão que se comportou bem diante das câmeras. Uma curiosidade é que nesta versão o back vocal foi retirado da canção, permanecendo somente a voz da intérprete. Confira abaixo o resultado do vídeo:
Kadoshi grava DVD com formação clássica
Em comemoração aos 34 anos de carreira, a banda Kadoshi convida a todos os admiradores para prestigiarem a gravação de seu mais novo DVD, Indo de Geração a Geração. O disco conterá a participação de Ted, Bal, Samuca, Priscila e muito mais.
Pregador Luo lança clipe de “Minha alma é triste, mas é feliz”
Numa versão acústica – voz e violão -, o cantor divulgou o primeiro clipe de uma canção do seu novo disco, Governe! pela UMCG. Com uma bela fotografia, a canção traz uma reflexão sobre a vida, a morte e suas perdas. Confira:
https://www.youtube.com/watch?v=vqdp2CjU05M
Carlinhos Felix divulga novo lyric, “Te Amo Jesus”
Composta por Jonathas Santos e Adelso Freire, “Te Amo Jesus” é uma música que já estava há algum tempo nas mãos de Carlinhos Felix. Inclusive, foi gravada no álbum Pensando em Você (2003). Durante estes dias, o cantor estava ouvindo esta canção e teve uma experiência com Deus, então, decidiu liberar a música em lyric para que outras pessoas pudessem ter acesso ao conteúdo. Ouça a música:
Crombie lança single de futuro álbum
Primeiro single do disco Como Diz o Outro, “Da Rotina”, assim como sugere o título, nos leva a refletir sobre coisas rotineiras da vida. Com uma batida envolvente e suave, a canção segue bem até o fim. Destaque para o baixo na introdução da canção. Ouça no Spotify.
Apesar de o novo movimento ter começado em 2000, creio que se tornou apenas algo em alta, no meio cristão, quando se transformou em ideologia. Agora, a Oficina G3 está claramente influenciada, e seu álbum Histórias e Bicicletas é fruto disso. Letras que professam a fé, mas com muito menos religiosidade e mais senso artístico.
O sucesso de Depois da Guerra deve ter tido um peso muito grande na banda. Agora, o grupo completava 25 anos de carreira, com o seu lado progressivo assumido há quase dez anos, novo vocalista e novo baterista. Anos de silêncio, e um novo disco anunciado. A surpresa: o câncer da esposa de Mauro Henrique. Apesar de ser uma questão mais pessoal, é óbvio que um acontecimento como este afetou a banda como um todo, já que o sofrimento de um integrante torna-se de todos. A soberana vontade de Deus se manifestou, e Ele resolveu levá-la. Mauro tornou-se viúvo e o novo disco seria dedicado à Jaky Dantas.
Acredito que esta época foi a mais difícil para a Oficina G3 não apenas por este acontecimento, mas também com problemas na vida de Duca Tambasco e Jean Carllos. Duca divorciou-se após dez anos de casamento pela traição de sua esposa com um pastor da igreja a qual frequentavam. Durante um tempo, o compositor manifestou em suas redes sociais a insatisfação de ter sua filha levada junto com a esposa. Mais tarde, postagens publicadas por sites da categoria do O Fuxico Gospel jogavam o acontecimento pessoal para o ventilador. Jean também divorciou-se e chegou a namorar a cantora Israela Claro, filha de Cláudio Claro e, até o momento em que escrevo este texto, mantém-se solteiro. A alegria estava para Alexandre Aposan, que teve seu primeiro filho. A gravação do projeto foi cercada por muito mistério, o que deixou os fãs apreensivos.
Devido a todos esses acontecimentos, Histórias e Bicicletas pode ser considerado como o álbum mais triste feito pela Oficina G3, por suas letras que citam as dores e desilusões da vida, a morte, eternidade e o mundo dinâmico e complexo que vivemos atualmente. Ou seja, pelos ocorridos, era óbvio que chegaria um disco mais denso e “leve” que os anteriores. Apesar de tudo, não é um registro pessimista. A arte do álbum foi feita pelo tecladista Jean Carllos com Hugo Pessoa. Este disco mantém-se na vibe do anterior, porém com baladas bem mais trabalhadas.
A melhor música é “Lágrimas”. Inicialmente seria um dueto de Mauro com Leonardo Gonçalves, que colaborou nas gravações, mas não obteve permissões da gravadora para a divulgação (e até hoje acho isto um pouco estranho, pois foi citado na ficha técnica). “Água Viva”, dentre as pesadas é a melhor. Por outro ponto, interessante a inclusão do cover de “Aos Pés da Cruz”, que recolocou o sucesso de Kleber Lucas em muitas igrejas pelo país.
As músicas de Histórias e Bicicletas eram um prato cheio para que fizessem algo que até nos tempos de PG estava em falta: a maior presença do grupo em igrejas. Pensando nisso, a banda criou o G3 na Igreja, em que a banda daria, em sua agenda, certa prioridade aos eventos neste local, com toda a sua apresentação adaptada para o clima congregacional. Um desses eventos, ocorrido na Primeira Igreja Batista de São Paulo, foi gravado, e divulgado em clipes no canal oficial da banda no YouTube. A primeira das canções foi “Encontro”, que foi digna até de uma bela introdução por Juninho Afram e Jean Carllos, que parecem beber no instrumental da clássica “Magia Alguma”, dos álbuns Ao Vivo e Indiferença.
Em 2014, logo após este evento, Aposan sairia do grupo, após questões de contrato, como era possível prever, devido à sua intensa atividade com artistas de outras gravadoras. Celso Machado também anunciou o afastamento de suas atividades como músico contratado do grupo em 2015, e agradeceu por todo este tempo. No lugar de Aposan, a banda passou a trabalhar com Maick Souza.
Em 2015, a banda anunciou o filme Histórias e Bicicletas, com a participação efetiva de Alexandre Aposan, afinal, nas sessões de gravação, o instrumentista ainda era integrante. O registro é uma espécie de documentário das gravações do CD, e também é um registro de clipes.
https://www.youtube.com/watch?v=BmgKJ6RpEDE
“De uns quatro anos para cá, nós do G3 fomos… não vou dizer ‘massacrados’, mas fomos extremamente machucados pela vida – não por ninguém especificamente – com a permissão de Deus. Hoje eu vejo desta forma. Nada acontece, nenhum fio de cabelo cai da nossa cabeça sem que Deus permita. Para mim, foi permissão de Deus e se Deus permitiu, foi para que Ele tratasse, cuidasse de tudo. A gente teve muitas perdas. O Mauro perdeu a esposa – vítima de uma doença terrível, que é o câncer – o Duca se separou, eu me separei… São situações que marcam muito a vida da gente, machucam muito. A gente escreve e passa nas músicas, exatamente isso: o que a gente está sentindo.
Acho que o cristão não é nenhum ‘super herói’. O ‘super herói’ aqui é Jesus. A gente é muito falho, a gente vacila, pisa na bola, erra muito, mas também tem vontade de acertar, de estar perto do Pai e precisa disto. O resultado disso é o que pessoal viu neste trabalho. O D.D.G. saiu de um jeito e o ‘Histórias’ saiu de outro jeito e por que ele saiu dessa forma? Porque, de fato, foi o momento que a gente estava vivendo. Foi um momento de perda, de dificuldade, de dor, mas também um momento de esperança, descanso, espera e é isso, cara. Sabe? Não é um desabafo ou um ‘recado para alguém’.. de forma alguma. É só como nós estamos, de fato”. [Jean Carllos, sobre o conceito do álbum, em entrevista ao Guia-me, 2015].
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