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  • Entrevista: Eli Soares

    Ele é considerado um dos principais nomes da nova geração da música gospel nacional e é ele, Eli Soares, esse mineiro cheio de estilo, nosso entrevistado de hoje.

    Vamos falar sobre carreira, influências, música secular e muito mais. Confira!

    O PROPAGADOR – Você é de Belo Horizonte, cidade referência no cenário musical nacional, berço de grandes cantores e bandas gospel e seculares. Como foi o início de sua carreira em uma cidade efervescente artisticamente? Esse ambiente influenciou sua formação musical?

    Belo Horizonte é a cidade que eu amo. Nasci, cresci e formei família aqui. Aqui estão as melhores lembranças e momentos que vivi na vida. Mas em relação ao celeiro de adoradores que é a cidade, o ambiente não me influenciou, mas me motivou. Até porque eu vim de uma escola de black music, soul pop que é diferente da maioria dos ministros oriundos de BH. Mas, por ter contato com tanta qualidade musical e ministerial, fui motivado a ter um ministério e seguir uma carreira.


     

    O PROPAGADOR – Seu primeiro disco foi prêmio por sua vitória no Showveiro, concurso de calouros do programa Balaio da Rede Super. Como foi essa experiência?

    Louvo a Deus por ter participado do Showveiro, pois ali foi onde dei o pontapé inicial para a carreira musical na minha vida. Foi uma experiência muito marcante pra mim como músico sair vencedor de um projeto cheio de gente boa cantando. Foi a partir desse concurso que entrei a primeira vez num estúdio para gravar e percebi o quanto era bom profissionalizar o talento. Me deu mais vontade de aprender a fazer as coisas de verdade.


     

    O PROPAGADOR – Do “Eli Soares”, seu primeiro disco, até o “Casa de Deus” se passaram alguns anos. Como você sentiu sua evolução musical nesse período?

    Eu acho que o meu amadurecimento musical foi muito importante para a gravação do “Casa de Deus”, pois tive a oportunidade de estar na estrada e ela me moldou bastante para esse projeto. Pra quem conhece os dois discos sabe que dá para ver a diferença de estilo e de pegada e até mesmo na construção dos arranjos e das letras. O crescimento tem sido importante. Nunca paramos de aprender.


     

    O PROPAGADOR – Além de intérprete, você também é compositor de praticamente todas as faixas do disco. Qual é seu processo pessoal de composição? Dentre suas músicas autorais, qual a que mais lhe marcou?

    O processo de composição pra mim é um variado. Depende mais do que Deus tem para me dar na hora. É algo que vem do Espírito Santo mesmo e se eu tentar sentar em algum lugar com o violão e tentar fazer algo de mim vai sair caricato, esquisito mesmo. E veio de Deus a canção que mais me marcou que é “Me ajude a melhorar”. É uma oração, uma experiência muito particular com Deus. Prova disso é a identificação que a maioria das pessoas tem quando ouve esse louvor. Fico feliz de ter sido escolhido pelo Senhor para levar essa canção para todos que precisam.


     

    O PROPAGADOR – Alguns sugerem que seu estilo musical lembra o cantor Thalles, fenômeno do segmento na atualidade. Houve essa influência? Você se incomoda com a comparação? Quem são suas referências musicais?

    Muita gente já me comparou muito com o Thalles. Temos coisas em comum, né?  Gravei duas músicas dele, chegamos a fazer um som juntos, somos negros e temos um cabelinho durinho e um estilo voltado pro pop-soul. (risos) Nunca me importei com essa comparação e me sinto honrado. Mas hoje, acredito que me achei na música e apresento aquilo que tem mais do meu estilo e claro baseadas nas minhas referências que são Stevie Wonder, Michael Jackson, Fred Hammond e Kim Burrell.


     

    O PROPAGADOR – Na música “Me Ajude a Melhorar”, você diz: “Meu Pai, o mundo insiste em me comprar(…)“. Com seu talento, você já recebeu propostas artísticas para cantar no meio secular?

    Já recebi inúmeras propostas e uma mais interessante que a outra. Não condeno quem faz música secular também, mas confesso que nunca senti que era isso que Deus tinha pra mim, pra minha vida. Deus me travou de uma série de pontos de vista diferentes e eu nunca aceitar nenhum convite.

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=qjmKzG1oSiQ]


     

    O PROPAGADOR – Falando em secular, como você vê a música fora das fronteiras cristãs? Acredita que é possível conquistar espaço entre o público não cristão com o chamado Crossover? Em entrevista recente ao O PROPAGADOR, o cantor Leonardo Gonçalves afirmou não acreditar que o público cristão esteja pronto para digerir esse tipo de intersecção entre gospel e secular. Qual a sua posição quanto a isso?  Sendo cristão, é possível fazer música secular?

    Eu concordo com o Leonardo. Acredito que algumas pessoas ainda estejam distantes de entender isso. Na minha concepção existem três tipos de música: as que falam de Deus, as que falam sobre o inimigo e as que falam da vida, independente de religião falando sobre sentimentos, histórias experiências de vidas. Dentro desses três estilos, religiosa, secular e profana, entendo que secular não é pecado, o profano sim.


     

    O PROPAGADOR – Algumas vertentes cristãs rejeitam a música secular. Você acha possível consumir música não cristã? Para você, ela pode ser referência de sonoridade?

    Não rejeito não. Acredito que sim, é possível consumir música secular uma vez que você entenda do que se trata a letra da música, por exemplo, quando é cantada numa língua estrangeira. Para nós músicos é importante obter referências de estilos, sons, ritmos de toda música. Música secular não é sinônimo de música ruim, pelo contrário. Existem vários artistas bons, com qualidade excepcional nesse meio. Ouço, colho o que tem de melhor e isso não muda a minha espiritualidade com Deus.


     

    O PROPAGADOR – Seu terceiro disco, o “Casa de Deus”, foi relançado em fevereiro com o selo da Universal Music Christian Group (UMCG). Como é, sendo tão jovem, ser um dos primeiros contratados pelo braço gospel brasileiro da maior gravadora do mundo? Que peso tem isso?

    Esse peso é o peso da responsabilidade. Estar na maior gravadora do mundo indica que as pessoas esperam de mim o mesmo nível de qualidade que a Universal tem hoje. Preciso sempre fazer boa música, levar minha verdade e ser luz com meus testemunhos e atitudes. Passar o máximo das coisas de Deus, da glória de Deus pra vida das pessoas. O peso da responsabilidade é grande, mas se Jesus me colocou nesse patamar, aqui estou eu para servir.


     

    O PROPAGADOR – Na UM Entretenimento, você é parte de um projeto de gerenciamento de carreira que, até a criação da empresa, ainda era inédito no Brasil. Como é participar disso? Como tem sido essa parceria?

    A UM hoje é meu braço de suporte para o artista. Ela oferece coisas que são muito necessárias na carreia do músico. Essa estrutura facilita o caminho.


     

    O PROPAGADOR – Você está em um momento de consolidar sua carreira musical, acabou de se casar, está tendo seu talento reconhecido nacionalmente, está conseguindo atingir vidas com sua música, ou seja, está se realizando. Quais são seus sonhos? Onde você almeja chegar aqui na terra?

    Se Jesus voltar agora eu subo feliz e muito. Sou uma pessoa simples, pé no chão. Consegui gravar minhas músicas, estou casado. Não preciso de mais nada. Tudo o que eu mais queria Jesus já me deu. Agora, o que eu faço com isso tudo é o que vai me deixar bem ou não. Agora é só continuar cantando por esse Brasil levando a palavra dos nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

  • Dia do rock: Live Aid, movimento e 2014

    Da esquerda para a direita: John Deacon, Brian May e Freddie Mercury, três dos quatro integrantes do Queen

    Um gênero musical inicialmente com pequeno prazo de validade transformou-se num dos maiores, se não o maior movimento musical do último século. Em várias décadas, várias vertentes, que demonstraram várias exposições de ideias e valores deram corpo ao rock tão multifacetado que temos hoje.

    Se hoje temos uma visão abrangente do que tudo isso representou para a cultura mundial, gostaria de pensar em 1985, no dia 13 de julho, quando Bob Geldof organizou o evento em prol da fome na Etiópia, contando com a participação de vários artistas e bandas da música popular. O evento prometia bastante, com a reunião do Led Zeppelin (que tinha acabado em 1980 com a morte do baterista John Bonham), a volta de Paul McCartney aos palcos depois do susto e lamento causado pelo assassinato de seu ex-companheiro de Beatles John Lennon, e também a participação do The Who, que estava em hiato.

    Cada artista tinha exatos vinte minutos para apresentação, e de todos, quem roubou a cena foi o Queen. O quarteto, formado por John Deacon, Brian May, Freddie Mercury e Roger Taylor embalou o público, de 82 mil pessoas com canções como “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga Ga” e “Hammer to Fall”. A icônica presença de palco de Mercury tornou-se uma prova de que o cantor e compositor era uma lenda viva, e sua performance foi considerada a melhor apresentação de uma banda de rock na história.

    O Live Aid foi uma prova de que as questões sociais sempre estiveram, de certa forma paralelo ao rock como gênero musical. A expressão fora do conservadorismo da juventude da época era talvez uma busca pela contracultura do movimento hippie dos anos 60. O evento foi tão importante que em 2005 Bob organizou o Live 8, com intenções distintas, mas com um impacto enorme. A reunião da formação clássica do Pink Floyd (dividida desde meados de 1981) marcou o evento. Foi a única reunião da banda em sua história, já que em 2008 o tecladista Richard Wright morreu de câncer.


    No ambiente cristão

    O rock fez lembrar, através de uma juventude cristã influenciada pelo gênero muitas questões esquecidas e ignoradas pela “bolha religiosa”. Se por um lado, ainda, em pleno século XXI há um enorme preconceito ao rock feito por cristãos por parte de antirreligiosos, podemos considerar que o rock fez um belo serviço ao mundo cristão.

    Em 2014, recolhemos algumas lembranças e comemorações no cenário nacional. A banda Resgate, que já gravou quase dez álbuns em vinte e cinco anos de carreira soma uma discografia admirável, mantendo a mesma formação de seu início. Sem dúvida, um quarto de século merecido que gerará uma gravação este ano. Dando mais surpresas ainda, o Rebanhão se reunirá após quase quinze anos inativo para gravar um DVD no Rio de Janeiro, previsto para novembro e com turnê no país em 2015, comemorando os 35 anos da banda fundada em 1979. Ambos os grupos quebraram paradigmas em seu tempo, na luta por uma expressão de fé mais livre e mais preocupada com o contexto atual.

    Parte das bandas novas da cena independente tentam um caminho mais ousado, o chamado novo movimento, também conhecido popularmente como “crossover” (leia o artigo sobre o assunto) que tenta, de uma vez por todas expressar a fé sem o uso do “evangeliquês” ou conceitos que muitas vezes não fazem sentido para quem nunca teve contato mais profundo com temas do ambiente cristão. Destas bandas, temos como destaques Tanlan, Quarto Fechado, a extinta e precursora Aeroilis, Hibernia, Memora, Palavrantiga e muitas outras.

    Que venham mais dias mundiais do rock!

  • Conectados no amor – Estações

    Todas as pessoas são bombardeadas por problemas. A vida é uma caminhada sobre estações: enfrentamos frio e calor, tempos secos e frutíferos. Não há como ficar parado em uma estação, querendo ter uma primavera eterna, sentindo o frescor do ar, ver flores nascerem e desabrocharem e experimentar frutos saborosos. O inverno chega e leva isso tudo.

    As pessoas em um desejo ardente de busca por essas coisas criam frases positivas, vivem uma utopia e sempre buscam forças para que seu bem dure para sempre. Criam uma bola de cristal e entram dentro delas para verem seus projetos realizados e ignoram que na verdade, estão cheios de problemas.

    Mas não adianta, tudo passa. Não adianta fingir que a vida é constante em uma fase linda e alegre, sendo que por trás, não conseguimos nem ser completamente realizados em nossos desejos. Adolf Hitler vivia uma fase miraculosa na Europa. Estava a dominando por inteira. Com certa euforia e orgulho, tentou dominar a Rússia. O que ninguém esperava aconteceu, seu desejo de dominar se perdeu e ele viu a Rússia derrotar seu exército usando o frio como arma contra seus soldados.

    E agora? Desistir da vida porque viu sonhos quebrados, porque admitiu que tudo passa e você nunca conseguirá tudo o que quer? O que a vida é? O que a vida foi feita para ser? Se vivemos nossa vida para ganhar dinheiro, nossa vida se resume a isso? Se não conseguirmos bastante dinheiro desistiremos da vida? Ou seja, nossa vida não passa de uma nota de cem reais?

    Eu penso que o homem é um animal estranho. Ele ama o verão, mas sabe que o verão passa e terá que comprar roupas de frio. Mas se perguntar para ele sobre seus sonhos, ele não sabe como deixar isso se elas não se realizarem e se aquecer para quando coisas que ele deseja passarem.

    A vida é verões? As pessoas são apenas isso, coisas? Ou são algo que vale mais que dinheiro?

    A primeira forma de escapar de um inverno frio e guardar o que ganhou no verão é uma casa. Em uma casa, não somos atacados pelo frio, mas estamos aquecidos em um lar. Onde está nossa casa? Onde moramos? Será que temos feito para nós uma morada ao ar livre, ou seja, em nossos próprios desejos?


    Salmos: 27. 4. Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu templo.

    5. Pois no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no recôndito do seu tabernáculo me esconderá; sobre uma rocha me elevará.

    Se fizermos Dele nossa morada, teremos proteção contra a adversidade da vida. E onde é essa morada senão em nós mesmos. Se o frio vir, teremos como nos aquecer e se o verão vir poderemos guardar os frutos disso. Mas aquele que fica correndo atrás de estações uma hora perceberá que elas vão passar.


    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=NNDPU6SmaXY]

    Não somos infinitos.

    Não somos permanentes.

    Nada é imediato.

    Somos tão confiantes, em nossas realizações.

    Olhe para nossa decadência.

     

  • Rocklogia – A conversão de Janires

    É extremamente difícil fazer uma linha do tempo quando os fatos entrelaçam-se. A conversão de Janires ocorre na mesma época de fatos já mencionados em outras postagens (leia a reflexão sobre as igrejas da década de 70 e a história da banda Êxodos).

    Pouco se sabe da vida pessoal do músico durante a época de conversão e início da vida cristã, e mais ainda a respeito da infância. Janires era capixaba, não conheceu o pai (que abandonou a mãe ainda pequeno) e, por motivos ainda não muito bem esclarecidos envolveu-se na criminalidade e uso de drogas (creio que por uma moda da época). Nenhum destes problemas, entretanto afetou negativamente a clara proficiência do músico em compor, e sua visão de mundo. Talvez, apenas enriqueceu.

    Tendo contato com realidades as quais a maioria dos cristãos não possuem, Janires tinha liberdade e cacique para falar das coisas da vida, suas frustrações, alegrias e tristezas. Por conta de um milagre, ao invés de ser condenado por um crime que cometeu, foi confundido com outro detento e parou numa casa de recuperação duas vezes. Foi ali que ele e sua mãe conheceram a Cristo. Mas, como a realidade é nua e crua, Janires ainda não conseguiu manter-se completamente limpo após a conversão. Teve recaídas, todavia se levantou. Frequentou a Igreja Cristo Salva, em São Paulo e realizou algumas atividades musicais, dentre elas um cassete amador chamado “Rebanhão”, com dez músicas autorais. Rebanhão, mais tarde se tornaria o nome da banda que fundaria. Muitos consideram o Rebanhão como este grupo que Janires gravara na igreja do tio Cássio, entretanto o curso da história evidencia que o grupo propriamente dito começaria no Rio de Janeiro.

    E a ida para o Rio de Janeiro, segundo Janires era uma direção de Deus. Ele queria que aquele projeto começasse lá. Passou a frequentar a igreja Presbiteriana de Copacabana, e sua aparência surpreendia a todos: era extremamente simples. Não ajuntava riquezas, não tinha vaidades, mas possuía palavras e visão de mundo que poucos apresentavam. Eis aí, um gênio, a frente de seu tempo.

    Após ser ajudado por irmãos na fé, era tempo de Janires fazer o mesmo por neófitos. O primeiro foi Pedro Braconnot. Tecladista e compositor, vindo de família católica, era desinteressado pelo cristianismo. Acreditava que Deus não existia, e se existisse estava bem alheio de sua vida, e não compreendia os protestantes. Pedro participou de um acampamento em Juiz de Fora, e se converteu. Tentou largar as drogas e bebidas, mas teve dificuldade. Foi Janires, que teve experiências semelhantes a Pedro que o ajudou a se levantar, num processo de altos e baixos. Juntos, foram os primeiros integrantes do que se tornaria o Rebanhão (mesmo que em São Paulo Janires tenha feito algo semelhante). E, curiosamente ambos compuseram a maioria das melhores músicas já gravadas pelo grupo. Diante disto, será que podemos afirmar que as múltiplas experiências (incluindo as negativas) nos dão ampla visão de nossos objetivos como cristãos, também enriquecendo a criatividade?

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=KUb4s_L24fs]

    “Etc e tal”, uma das canções do cassete do Janires. A crítica de Janires, no final da década de 70, soa atual por conta da popularidade da teologia da prosperidade.

  • Entrevista: Soraya Moraes

    “Não gravo versão por que não tenho opção, gravo porque ouço muita música americana e as músicas que ministram em minha vida eu gosto de compartilhar”

    Com uma trajetória de sucesso na música cristã, reconhecida tanto pelas vendagens expressivas quanto pelas premiações que venceu, Soraya Moraes é hoje um dos grandes nomes da música evangélica e não é por acaso. A cantora iniciou carreira na banda Metanoya, em seguida passou a integrar o ministério Renascer Praise gravando seis discos, os volumes 2 ao 6 e uma coletânea de versões em espanhol “La Unción”. Seu grande sucesso no grupo foi a canção “Deus é fiel”, que fez seu nome e voz conhecidos por todo o Brasil.

    Segundo em carreira solo, Soraya Moraes chamou atenção do público com o disco Milagre, com a gravação da versão do sucesso “When You Believe”, canção que integrou a trilha sonora do filme “O Príncipe do Egito” e ganhou o Oscar de melhor canção, conhecida como “Se tu quiseres crer” no país.

    Depois disso, o reconhecimento de seu talento foi consagrado com a conquista do Grammy Latino de melhor álbum de música cristã em língua portuguesa em 2005. Em 2008 Soraya Moraes vence o prêmio nas três categorias em que foi indicada. Melhor álbum de música cristã em língua portuguesa com o CD “Som da Chuva”, Melhor álbum de música cristã em língua espanhola com o CD “Tengo sede de Tí” além de desbancar outros artistas nacionais da música secular na categoria Melhor Canção Brasileira com o hit “Som da Chuva”.

    Em 2013 Soraya Moraes assinou contrato com a multinacional Sony Music por onde lançou o álbum “Céu na terra”. O disco contém 12 faixas e conta com participação de Rayssa Moraes, filha da cantora na faixa “Porque teu é o reino” de autoria de Tony Ricardo, além da participação especial da cantora Cassiane na faixa Silêncio de Deus.

    O Propagador esteve no escritório da Sony Music no Rio de Janeiro onde pode entrevistar com exclusividade a cantora Soraya Moraes que falou da carreira, conquistas e do novo trabalho “Céu na terra”. Confira nossa conversa com a cantora no vídeo abaixo:

  • Alexandre Aposan deixa a Oficina G3

    O músico Alexandre Aposan, que durante vários anos foi integrante da banda de rock Oficina G3 foi anunciado nesta sexta-feira (8 de julho) como ex-integrante do grupo. O anúncio foi feito pelo conjunto em sua página oficial do Facebook.

    Alexandre Aposan começou a trabalhar com a Oficina G3 em meados de 2007, e sua primeira gravação com o grupo ocorreu nas sessões de “Elektracustika”. Embora também tenha sido participado em “Depois da Guerra”, e consequentemente no registro em DVD “D.D.G. Experiente”, Alexandre tornou-se integrante oficial da banda apenas em 2011, em substituição do ex-membro Walter Lopes, que foi um dos fundadores da Oficina G3 e deixou a banda em 2002, por motivos pessoais. Entre a saída de Walter e a entrada de Aposan, o grupo também trabalhou com Lufe.

    Segundo a Oficina G3, Aposan deixa o grupo para dedicar-se à projetos pessoais. O anúncio, na íntegra está descrito abaixo.

    É com profundo pesar que anunciamos a saída do nosso batera Alexandre Aposan.

    Ele tomou essa decisão entendendo que esse é um direcionamento de Deus, para assim se dedicar mais aos seus trabalhos pessoais.
    Estamos tristes, porém entendemos que a soberania de Deus está sobre nossas vidas e ministério.
    Gostaríamos de dizer que como irmãos, nós o abençoamos e desejamos que ele continue a ser uma bênção por onde quer que passe, como sempre foi conosco.
    O Aposan é e continuará sendo um irmão querido, amado e sempre bem-vindo entre nós do Oficina G3.

    Em sua página, Alexandre Aposan explicou os motivos que o levou à deixar a Oficina G3, afirmando que o vínculo com uma gravadora atrapalharia as múltiplas parcerias e gravações que realiza com outros músicos. Antes do lançamento do último álbum da Oficina G3, “Histórias e Bicicletas”, Aposan assinou com a gravadora MK Music como baterista oficial da Oficina G3.

    É através desta nota e com profunda tristeza que pretendo informar , esclarecer alguns pontos e colocar minha posição em relação a minha saída da banda Oficina G3.

    Primeiramente gostaria de agradecer ao Juninho Afram, Duca Tambasco, Mauro Henrique e Jean Carlos, pela oportunidade que me foi dada em fazer parte do que posso com certeza chamar de “A Maior Banda de Rock Gospel do Brasil” e também dizer que me sinto horando por todo trabalho que juntos conquistamos, por cada CD/DVD que gravamos, cada show realizado e todos os bons momentos que tivemos juntos.

    Gostaria de deixar claro que o Oficina G3 sempre foi minha prioridade desde o primeiro momento que assumi como baterista da banda, e que independente de outros trabalhos e projetos que participei, a banda, para mim, sempre esteve em primeiro plano.

    Como todos sabem embora minha formação musical tenha sido iniciada na Igreja, mesmo antes de ingressar no Oficina G3, eu sempre participei de vários outros projeto dentro da música gospel e também na música secular, onde trabalhei sério, dentro dos meus princípios éticos e morais e me orgulho até hoje e estou certo que orgulharei sempre pois pude sustentar minha família tocando meus tambores. Porém a ideia de um vínculo com qualquer gravadora, acarretariam muitas mudanças impeditivas em meu Ministério.

    Por tanto, informo que me desligarei da banda em virtude dos motivos mencionados acima.

    Reitero meu orgulho de ter participado desta banda onde muito aprendi e o melhor de mim pude fornecer, pois sairei com a sensação de um trabalho feito com meu coração e minha alma.

    Espero que os mesmos sentimentos bons que tive durante todo este tempo também estejam presentes em todos vocês.

    Continuarei em minha caminhada musical e de vida como sempre fiz e estou certo que vocês também o farão.

    Tudo de melhor sempre!

    God bless you!

    Alexandre Aposan.

  • TOP 10 – canções para filhos pródigos

    Como no TOP 10 angústia, é evidente que independente de ser cristão ou não, todo ser humano possui suas crises. Crises de ânimo, desilusão com o ambiente ao qual vive, e claro, com as suas crenças. Às vezes, o que fazia tanto sentido antigamente perde o valor. E é com base nisso que alguns cristãos deixam de frequentar uma igreja. Porém, sempre existem múltiplos casos, e a cada particularmente existe um motivo e contexto específico.

    Trazemos aqui dez canções sobre o assunto. Algumas, de imensa importância ficaram de fora, mas gostaríamos de citar: “Livre Arbítrio”, da banda Fruto Sagrado e “Sabe”, de Rayssa e Ravel.

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    Ovelha Ferida – Rebanhão

    “Ovelha Ferida” é um registro da melhor fase do Rebanhão pós-Janires. Musicalmente, é do álbum Pé na Estrada, a despedida de Carlinhos Felix e Paulo Marotta, ou seja, também o fim da formação clássica. A canção, de autoria e interpretação do tecladista Pedro Braconnot é um registro até autobiográfico, já que o músico veio de uma família católica e tinha aversão total a tudo o que envolvia Deus e o cristianismo. Afundou-se nas drogas e bebidas na adolescência, até conhecer a Cristo verdadeiramente aos dezoito anos.

    A canção também faz alusão à parábola da ovelha perdida, e é uma boa balada de rock progressivo (1991).

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    Volta – Voices

    O Voices, que podemos considerar como um supergrupo encerrou suas atividades oficialmente em 2012. Provavelmente foi o grupo vocal mais conhecido da última década e deixou músicas que marcaram época. Dentre seu repertório, temos “Volta”, ao qual o eu lírico é Deus, em direção ao seu filho afastado, relembrando alguns momentos que ficaram para trás. A composição de Marcelo Alves foi registrada no álbum Por Toda Vida (1997).

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    Correndo pros Teus Braços – Toque no Altar

    Integrante de um dos álbuns mais conhecidos e elogiados da última década, Olha pra Mim, “Correndo pros Teus Braços” é uma das canções mais esquecidas e subestimadas do Toque no Altar. De Luiz Arcanjo em parceria com Davi Sacer e Deco Rodrigues apresenta, de forma poética a volta do filho pródigo. O ponto alto da música está no seu refrão, com a frase: “Prefiro Tua presença, mais do que todos os bens que Tu possas me dar” (2006).

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    Visita ao Desviado – Lauriete

    Regravada no seu álbum comemorativo Tô na mão de Deus, “Visita ao Desviado” foi gravada, inicialmente no álbum O Grito. Tornou-se um hit em sua carreira, ao destaque da letra, com seu toque de sensibilidade. (1989)

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    De D-s – Daniela Araújo

    A canção mais recente deste TOP10. Integrante do álbum homônimo de Daniela Araújo, “De Deus”, ou “De D-s” vai de encontro à ingratidão contida em muitas pessoas. E por que não a respeito da imensa confusão de identidade na qual temos hoje? Com um cristianismo fortemente criticado, e num mundo com tantos questionamentos, muitos perdem suas bases de fé em Deus. (2011).

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    Filho Pródigo – Kadoshi

    Kadoshi sempre foi um “liquidificador” musical. Desde o seu início, com o nome Actos 2, essas características são perceptíveis. E “Filho Pródigo” é um de seus clássicos. Do álbum Encontro, a canção contextualiza, no âmbito atual a parábola do filho pródigo. (1992)

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    O Amor que Cura – Fernanda Brum

    Do clássico Quebrantado Coração, “O Amor que Cura” tenta, com certo êxito tratar de um tema sério informalmente.

    Quando muitos se afastam do ambiente congregacional, o contato com as demais pessoas não acontecem, seja por vergonha ou desinteresse. Convém a quem está firme que ajude seu irmão a se levantar (2002).

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    Volta – Leonardo Gonçalves

    De seu álbum de estreia, Poemas e Canções, “Volta” é dotada de enorme simplicidade, ao retratar, em linhas gerais a situação de vários cristãos de ‘berço’, e mais tarde partem para o caminho da independência. A independência é um caminho árduo, no qual a solidão é a principal companhia. (2002)

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    Casa do Pai – Thalles

    Thalles, assim como vários cristãos um dia esteve em comunhão, mas iludiu-se com as coisas deste mundo. Seu testemunho cantado pode ser encontrado em várias músicas do álbum Na Sala do Pai.

    “Casa do Pai” é, sem dúvida um dos grandes sucessos de sua carreira e da obra. A canção, folk com pegada intimista traz uma oração na qual muitos sentem a vontade de fazer. (2009)

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    Cem Ovelhas – Ozéias de Paula

    O álbum homônimo de “Cem Ovelhas” é, com total certeza o mais conhecido e notório no campo cristão nacional da década de 70. E a canção, em si é um clássico. É praticamente impossível encontrar um cristão que nunca tenha ouvido tal música.

    Sua letra aborda de forma excelente a parábola da ovelha perdida. (1973)

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  • Som Livre apresenta novidades para segundo semestre do ano

    Depois de reestruturar e diversificar seu cast através de novas contratações a gravadora apresenta projetos para o segundo semestre do ano.

    Na última quinta-feira (03), a gravadora realizou audição do novo álbum de Gui Rebustini com a presença da mídia paulistana. Batizado de “Além do Horizonte”, o novo disco marca o início da parceria do cantor na nova casa.

    Já a cantora Ana Nóbrega se prepara para gravar o primeiro DVD solo da carreira. Após sair do Diante do Trono a cantora gravou o álbum “Nada Temerei” lançado pela Som Livre, sendo este seu segundo trabalho solo da carreira. Ana se mudou recentemente para o Rio de Janeiro e já está selecionando repertório do DVD que será gravado ainda este ano.

    Para o público pentecostal, a Som Livre prepara o tão aguardado DVD da cantora Andrea Fontes. A parceria já começa em grande estilo com a gravação de CD e DVD inédito ao vivo. A produção está a todo vapor e a gravação do projeto deve acontecer no dia 13 de setembro em São Sebastião em São Paulo.

    Contratada recentemente, o álbum de estreia de Pâmela na Som Livre se aproxima da fase final de produção. Essa semana, a cantora conclui a gravação de voz e o material segue para a mixagem, onde receberá os ajustes finais. A cantora também falou com exclusividade para a coluna Ser Ester e em breve você poderá conferir aqui no O Propagador.

    Bruno Branco desembarca no Rio de Janeiro para divulgar seu novo disco “Prato e Sino”. Gravação de clipe, entrevistas em rádios, TVS e Jornais estão entre as atividades previstas para o cantor mineiro Bruno Branco no Rio de Janeiro em julho.

  • Flame e Lecrae processam Katy Perry por plágio na canção Dark Horse

    Rappers cristãos pedem indenização alegando plagio da canção “Joyful Noise” de 2007.

    Sucesso de Katy Perry no ano passado, a canção Dark Horse está sendo acusada de plágio por quatro artistas incluindo Marcus T Gray, mais conhecido como Flame e Lecrae. Os autores estão buscando reparação de danos e lucros obtidos por Perry, a Capitol Records, Jordan “Juicy J” Houston e outros do uso não autorizado da canção.

    Eles também foram ao tribunal para evitar que Perry use qualquer forma de sua música através de uma liminar, como previamente relatado por TMZ, Rapzilla e CourthouseNews.com.

    Além da violação de direitos autorais, o processo judicial ainda alega que “a mensagem religiosa e cristã de ‘Joyful Noise’ foi irreparavelmente manchada por sua associação com a feitiçaria, paganismo, magia negra, e imagens Illuminati evocado pela mesma música em ‘Dark Horse’”. Vale ressaltar que o videoclipe da música causou polêmica no início deste ano quando mais de 60 mil pessoas pediram que o clipe fosse retirado do ar devido a uma cena em que um colar islâmico é queimado por Katy. A cantora foi acusada de blasfêmia por muçulmanos.

    Após a polêmica, uma nova edição foi feita substituindo a peça religiosa por um colar simples de ouro. A cantora que é filha de pastores iniciou sua carreira na música cristã através do álbum “Kate Hudson”, de 2001.

    “Joyful Noise” recebeu um Dove Award em 2008 na categoria Melhor Rap / Hip-Hop do Ano, e apareceu no álbum de FLAME “Our World: Redeemed”, que recebeu uma indicação ao Grammy como melhor álbum de rock ou rap cristão.

    Já “Dark Horse” de Katy Perry foi número 1 por várias semanas nas paradas da Billboard. Ela já vendeu milhões de cópias e os espectadores do Youtube assistiram o clipe da música mais de 435 milhões de vezes.

    Até o momento, os representantes da cantora não se pronunciaram sobre o caso.

    Ouça abaixo as duas canções e compare:

    Com informações de NRT

  • Evangélicos aproveitam copa do mundo para evangelizar

    O Brasil está em festa, afinal o maior evento esportivo do planeta acontece aqui no país. Diversas igrejas estão aproveitando esse momento para realizar atividades de evangelização focadas na Copa do Mundo, a exemplo da Igreja Assembleia de Deus, citada recentemente numa matéria do G1que, às vésperas da Copa do Mundo de Futebol, lançou uma programação especial para o período do mundial da FIFA. Durante todo o mês de junho e metade de julho, os fiéis aproveitam os dias de jogos para ações de evangelização, entrega de folhetos com dizeres cristãos e cultos nas ruas.

    Wilson Dantas Ribeiro, pastor presidente responsável pela igreja explica “É a primeira vez que a Assembleia de Deus na cidade adota o tema da Copa do Mundo para suas programações. Nós não podemos deixar de homenagear o nosso país, já que a Copa vai ocorrer no Brasil depois de tantos anos. Os olhos do mundo estão voltados para nossa pátria, as pessoas estarão reunidas para assistir aos jogos, então não podemos perder a oportunidade de anunciar Jesus”.

    As editoras representadas pela Associação dos Editores Cristãos (ASEC) também não ficaram alheias ao evento, buscando publicar materiais ligados ao evento. Reiner Lorenz, diretor executivo, afirma que a associação também entrou em ritmo de Copa e que diversos associados preparam materiais e ações para essa ocasião. Exemplos não faltam: a Editora Luz às Nações que tem o livro “Personal Trainer Espiritual” de Philip Murdoch, que ensina que a alma deve ser exercitada da mesma forma que o corpo; a Editora Fôlego, que lançou a campanha “Minha família, meu time” ou a Editora Evangélica que criou a ferramenta “Evangecube” com o slogan “Entre em campo e ganhe almas para Cristo”; a Editora e Ministério RBC, que tem o projeto “Jogada Perfeita” que tem  o objetivo de conectar pessoas por meio do esporte e transmitir valores e princípios cristãos. Só em 2013, foram distribuídos cerca de 300.000 livros em parceria com Coalizão Brasileira de Esportes, MPC, Jocum, Igrejas Batistas, Metodistas, Presbiterianas, Assembléias, Quadrangulares entre outras igrejas e ministérios na copa das confederações e ainda a Sociedade Bíblica do Brasil com o  Movimento Joga Limpo Brasil (MJLB), que ganhou uma nova linha de publicações, desenvolvida especialmente para que igrejas, atletas e organizações cristãs divulguem a mensagem bíblica e seus princípios durante a Copa do Mundo de 2014. A linha de publicações tem preço reduzido e é uma importante aliada em ações de evangelização.

    Lançado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em conjunto com a Coalizão Brasileira de Esportes (CBE), AMME Evangelizar, Atletas de Cristo e Rede Evangélica Nacional de Ação Social (Renas) – que fazem parte do Comitê Gestor –, o movimento tem como objetivo promover e mobilizar a comunidade cristã para o entendimento entre as pessoas durante as grandes competições esportivas que estão ocorrendo no Brasil. Já em 2014, até junho mais de 1 milhão de livros já haviam sido distribuídos. Parcerias com Mackenzie, Juventude Metodista do Brasil, Igreja Batista da Lagoinha, Compasion, Amme Brasil possibilitaram a distribuição de mais de 300.000 livros nos últimos 6 meses.

     “Disseminar a Bíblia e seus princípios durante os jogos da Copa do Mundo de 2014 é um grande desafio para cristãos de todo o Brasil. A expectativa da SBB é que, munidos deste material bíblico, nossos parceiros do Joga Limpo Brasil sejam bem-sucedidos nas ações em busca da paz e do entendimento entre as pessoas”, declara Erni Seibert, secretário de comunicação e ação social da SBB.

    No meio musical, cantores evangélicos também produziram clipes e música com o tema da Copa do Mundo. Algumas repercutiram nas redes sociais e foram destaque até na mídia internacional. Jornais como o “The Guardian”, “BBC News”, “Canada.com” e “The Daily Star” noticiaram as ações.

    Na opinião do teólogo Marcelo Rebello, idealizador do III Salão Internacional Gospel, feira que acontece agora De 18 a 20 de setembro de 2014, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo  a mobilização para evangelizar nos dias da Copa é válida, importante e necessária. Ele declara: “Se alguns fazem protestos, outros festas, outros apostam, nós levamos a palavra de Deus.  Como brasileiros torcemos pela vitória do nosso país, isso não é pecado! Como filhos de um Pai perfeito corremos contra o tempo para que vários corações sejam goleados com o amor de Jesus Cristo e sabemos que o grande prêmio é a vida eterna. Esse prêmio é o maior de todos que podemos ganhar aqui na Terra”, conclui.