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  • Georgete Rocha lança lyric video com participação de Rozeane Ribeiro

    “O mal não toca em ti” que é de autoria de Rozeane Ribeiro, está presente no novo álbum de Georgete Rocha lançado pela Celebrai Music. Conhecida nacionalmente pelo grande sucesso alcançado pela canção Ezequiel, Georgete segue em maratona de divulgação de seu mais recente projeto A Providência nas principais rádios do Rio de Janeiro.

    Nesta sexta-feira (13) Georgete Rocha esteve na Loja El Shaday no Norte Shopping (RJ) para lançamento do CD A Providência e contou com a presença de admiradores do Rio de Janeiro que aproveitaram o momento para conversar com a cantora, tirar fotos e autografar CDs. “Estou muito feliz com a forma com que o público tem recebido o CD A Providência, fico impressionada como todos cantam Ezequiel e tenho certeza que as canções deste novo álbum também irão impactar multidões”, declara Georgete Rocha. “É muito bom estar em contato com o público, ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre o meu trabalho e como as canções tem sido bênçãos em suas vidas. Obrigado a cada um que veio prestigiar esse momento tão especial em minha carreira”, finaliza a cantora.

    Depois de lançar o lyric video da canção tema do CD “A Providência”, (veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=NreGefjv-CY) a gravadora Celebrai Music lançou nesta sexta-feira (20) o lyric video da canção “O mal não toca em ti” que conta com a participação especial da cantora e compositora Rozeane Ribeiro. “Quando o Joel me pediu uma composição para o CD da Georgete Rocha, não tive dúvidas de que ela tinha que gravar “O mal não toca em ti”. Isso porque Georgete Rocha é um exemplo de superação, de como Deus pode mudar e abençoar a vida de alguém. O Mal não toca em ti é uma canção de motivação, para aqueles momentos em que achamos que não temos saída, não temos mais jeito, muitos chegam a dizer que fizeram feitiço, mas Deus que é onisciente está vendo o sofrimento e envia anjos para nos livrar de todo mal, estamos protegidos pelo sangue do Cordeiro”, comenta Rozeane. “Quando a Georgete me convidou para participar do seu CD cantando essa música não pensei duas vezes! Foi um prazer enorme fazer parte deste projeto e tenho certeza que muitas vidas serão alcançadas por essa canção que me foi dada por Deus”, conclui a cantora.

    Joel da Celebrai, diretor da gravadora, comenta que tem sido ministrado grandemente por esta canção. “Vivemos um tempo de correria, onde uma das maiores fontes de doenças é o stress, o desgaste emocional, frustações e principalmente a depressão que hoje é uma das principais doenças do século XXI. Muitas pessoas inclusive cristãs vêm padecendo deste mal e precisamos crer no poder do nosso Deus para vencê-lo. Se você conhece uma pessoa que está passando por um momento difícil na vida, mande o vídeo da canção para ela e tenho certeza que Deus irá operar grandemente!” conclui.

    Assista o vídeo abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?v=rCkqYJm-c3Q&feature=youtu.be.

    O CD A Providência já se encontra disponível nas principais lojas do país e também nas plataformas digitais, tais como iTunes, Xbox Music, Google Play, Rdio, Deezer, Spotify entre outras. Para ouvir o álbum gratuitamente no Spotify, acesse o link: https://play.spotify.com/album/4KfoNEBJiCY0zykwagFe0n.

  • Salão Internacional lança concurso literário para crianças

    Iniciativa do Salão Internacional Gospel, concurso literário “Meu Pequeno Autor Cristão” tem como objetivo estimular o interesse e o amor pela escrita e pela literatura entre as crianças, investindo no aparecimento de novos e depois consagrados autores.

    De acordo com a Jornalista e cineasta Luciana Mazza, “Independentemente da época, escrever significa liberdade. Por meio da escrita é possível opinar, interagir, manifestar ideias, reivindicar direitos, fazer arte, dizer tudo e ao mesmo tempo não se comprometer em nada… É pela palavra que o indivíduo se situa no mundo, expressa a leitura que faz dele, argumenta, discorda, enfim, atua com liberdade. É dar asas a imaginação, é se posicionar em relação a vida! É pensar, é questionar, é dividir sonhos, sorrisos e lágrimas. O bom livro é aquele que prende o leitor do início ao fim, que faz a pessoa que está lendo viajar na sua imaginação. Em um mundo de sentidos e de significados que permite a ampliação e a construção da cultura, queremos aguçar todos os sentidos desses pequenos e promissores autores, que deverão ser reconhecidos não só no meio em que vivem ou no segmento da fé que confessam mas por todos que reconhecem um grande talento e um bom autor!”, conclui.

    Do concurso podem participar crianças com até 12 anos, escrevendo uma redação com o tema “Como cristão, o que pretendo fazer para mudar o mundo”.

    Serão escolhidas as 30 melhores redações, que vão abrilhantar um mural dentro da Feira da Literatura Cristã que acontece no 4º Salão Internacional Gospel. Para o primeiro lugar, além de ganhar uma bela cesta de livros, a criança será por 1 ano um colaborador, se tornando um Colunista-Mirim da Revista Panorama Cristão, que é editada pelo Grupo MR1/Poligraf.

    O texto deve ser escrito à mão pela criança, sem ajuda dos responsáveis. Depois de pronto, pode ser escaneado em alta resolução ou fotografado e enviado até o dia 28 de abril por e-mail, juntamente com uma ‘selfie’ da criança com o texto para postagem nas redes sociais, onde os internautas poderão comentar e ajudar a escolher as melhores obras. O concurso é totalmente GRATUITO.

    flyer concurso literário

    O Grupo MR1 acredita que investir no futuro da literatura cristã é essencial. Segundo informações da empresa, esta é apenas a primeira de uma série de ações de fomento e disseminação da literatura cristã programadas para 2015.

    Interessados podem entrar em contato por meio do e-mail: meupequenoautorcristao@grupomr1.com.br

    Fonte: Assessoria.

  • Ser Ester indica – Deise Jacinto

    Olá meninas! Hoje tem estreia de tag nova aqui na coluna. Trata-se do Ser Ester Indica, espaço para apresentar a vocês artistas novatos, mas que tenho ouvido e curtido.
    Passadas as apresentações, vamos ao que interessa!


    Você conhece a Deise Jacinto? Se não, chegue aqui que nós vamos ter uma conversa muito séria.
    A cantora e compositora catarinense de 30 anos de idade lançou seu álbum de estreia, o Final Feliz, no ano passado e recebeu imediatamente o selo ITPA (Instituto Tayse de Pesquisa Aplicada) de qualidade musical.
    Deise é dona de uma voz doce e extremamente agradável que combina perfeitamente com a leveza de suas melodias. Meu amigo Alex Eduardo, músico, crítico, sócio da Agência de Petra de gestão de carreira musical e dono do grande Casa Gospel, descreveu a cantora como um mix de Marcela Taís com Marcela Gadú. Acho que é meio isso mesmo. Deise tem uma doçura natural, mas é uma doçura consistente e nada enjoativa.
    Com letras delicadas, poéticas e com umas sacadas sensacionais, Deise fala sobre o Deus da Graça, vida cristã e esperança celestial se valendo de belas referências às artes: o pintor, o escritor, o desenho, a música, a pauta…
    Frasista de mão cheia, ela não deixa uma única estrofe sem um toque especial. Vejam algumas das minhas frases preferidas.


    Deise Jacinto“Não sei como o inventor do tempo esperou pelo o meu amor”
    (Inventor do Tempo)

    “Como entender que Deus não muda se eu perder, que essa história que eu quis
    Pode ainda ter final feliz?” (Final Feliz)
    “Me leva onde o tempo não me encontre, onde o aroma seja flores, onde a história seja Tua e eu conviva com os autores” (Me Leve)
    “Hoje o meu pranto é só por ter que Te esperar!” (Desacostumar)
    “Por isso vou vivendo, a cada dia vou subindo como se a nuvem com Jesus estivesse vindo” (Vou Subindo)
    “Quero o meu coração Te dar, os meus dias pra desenhar” (Como o Sol)
    “E não acomodar com que incomoda a Deus é pro meu próprio bem também” (É que eu Descobri)
    “Eu sei de um lugar onde as notas não tem valor, pois a pauta não pode conter o mais puro louvor” (Meu Interior)
    “Pois decidi viver como se deve ser, sendo filho de quem eu sou” (Como Deve Ser)
    “Como o aroma de uma flor que eu nunca senti, plantaste a eternidade em mim” (Rumores)
    “As palavras que ensaiei me dão coragem pra voltar ao lar, pra servir aquele que esperou por mim” (Lucas 15)

    A quem interessar possa, minhas músicas preferidas no “Final Feliz” são:

    Inventor do Tempo

    Fala sobre um Deus tão grande, mas que nos dá o direito de escolhê-lo. É um Deus que, mesmo tendo inventado o tempo, ainda espera que a gente lhe dê amor; um Deus dono de todo o universo, mas que nos pede nosso coração, mesmo podendo apossar-se dele no momento em que quiser. Fazendo um paralelo entre a relação Deus X Homem e Artista X Obra, “Inventor do Tempo” é uma música absolutamente imperdível. É para deixar o dedo dormente de tanto apertar o repeat.

    Final Feliz

    “Final Feliz” faz jus a posição de música título do disco. Um Deus bondoso disposto a escrever para nossa vida um final feliz, apesar de todas as nossas decisões erradas quando a gente tenta ser autor de nossa própria história. É disso que se trata a faixa. A história do criador para nós é escrita com o Sangue de Cristo e tem sempre um final feliz.

    https://www.youtube.com/watch?v=Ejagq8Bax9o

    Me Leva

    Um ser humano pequeno que tudo tudo o que tem “cabe em um desenho”, mas que anseia em chegar na presença de Deus, no lugar onde não será alcançado pelo tempo, onde o coração será capaz de comportar o infinito, onde o medo não ficará nem na lembrança e onde, finalmente!, entenderá o que é pra sempre. Letra tocante e que no disco ainda ganha o refrão em dueto maravilhoso.

    Sabe o que é o mais legal? Embora o álbum tenha um viés meio lúdico e bucólico, não é nada maçante nem sonolento. Pelo contrário! O disco é fluido, bem costuradinho e tão agradável quanto um passeio de balão colorido pelo campo, que foi a ideia para o lindo ensaio fotográfico do projeto.

    Sensível e agradável, Deise Jacinto nos apresentou um trabalho ensolarado, revigorante e imperdível.

    Se o título fala sobre um “Final Feliz”, o álbum é uma felicidade do início ao fim. Um disco apaixonante!

    E então, te convenci? Agora dê o play aí no Spotify e ouça o álbum de graça.

    Para conhecer mais sobre a cantora e acompanhar seu trabalho:

    Site Oficial

    Facebook

    Youtube

    Spotify

    Itunes

    COMPRAR DISCO FÍSICO


    E então, meninas, gostaram da nossa nova tag? Já estou pensando em outros artistas para apresentar a vocês!

  • Cristiane Medeiros lança CD O Decreto pela Celebrai Music

    CD O Decreto chegou da fábrica nesta sexta-feira (27) e já pode ser adquirido nas principais lojas do Rio de Janeiro e também pela internet na loja virtual da gravadora Celebrai Music.

    Gravado e mixado no Reuel Studios no Rio de Janeiro, o novo álbum de Cristiane Medeiros conta com produção musical assinada por Silvinho Santos. A sessão de fotos que foi dirigida por Wagner Correa aconteceu no Hotel Copacabana Palace no Rio de Janeiro.

    O Projeto reúne dez canções de renomados compositores entre eles, Josefo e Rozeane Ribeiro, Ricardo Alves, Anderson Freire, Gislayne e Milena, Claudio Magno e Luciana Leal que é autora da música tema “O Decreto”. Para quem gosta de cantar na igreja o CD físico ainda conta com playback bônus das principais faixas do CD.

    O Decreto também está disponível para download no iTunes e é possível ouvir gratuitamente no Spotify e em outras plataformas de reprodução de músicas. A gravadora disponibilizou no Youtube um preview do CD, confira:

    A cantora Cristiane Medeiros esteve na sede da Gravadora em Duque de Caxias para conferir o projeto e aproveitou para gravar um vídeo sobre o CD O Decreto, e deu uma palhinha de algumas canções, confira:

    https://www.youtube.com/watch?v=XTQJqbLNyqk&feature=youtu.be

  • Conectados no Amor – Nós somos o povo da cruz

    A campanha Nós somos o povo da cruz surgiu recentemente de uma terrível atrocidade cometida pelos muçulmanos. No dia 15 de fevereiro, um domingo, foi publicado por parte dos islâmicos um vídeo na internet, exibindo um degolamento de 21 cristãos coptas. A cena mostra os terroristas encaminhando os egípcios vestidos de macacões laranja até uma praia da Líbia, e lá, obrigam-lhes a ajoelharem. O degolamento acontece em seguida. Sobre o título “Uma mensagem firmada com sangue para a nação da cruz”, o que chamou mais a atenção foi a ameaça declarada aos cristãos, apelidado pelos islâmicos de “o povo da cruz”.

    Como apoio, o movimento veio à tona com vários cristãos declarando-se como o povo da cruz, em resposta as ameaças dos terroristas. Campanhas de orações e jejum têm sido iniciadas pelas vidas dos coptas, demonstrando a sensibilidade dos cristãos como irmãos em uma família espiritual em que alguns estão sofrendo perseguições.

    A perseguição no oriente médio tem uma versão aqui no Brasil: perseguição ideológica. Não sofremos o tipo de provação que coptas sofreram, mas a cada dia numa guerra de teses e doutrinas, temos cegado nossas visões, oferecendo drogas para nos entorpecer na caminhada com Cristo. Falsas pregações surgem do nosso meio, e trocamos o vivo testemunho de uma Palavra em nós, por hipocrisias de teorias engolidas e mal digeridas. Somos perseguidos por todos os lugares, mas principalmente por nós mesmos, no entanto o morrer do nosso ego efetua e desenvolve a nossa salvação.

    As últimas notícias vem chamando a atenção dos cristãos. Perseguição, multiplicação de joios, depravação moral, problemas ambientais, e outros dilemas mundiais assimilam-se a profecia sobre o retorno de Cristo. Durante muitas épocas da história humana, crentes acreditavam que o fim do mundo seria nas datas em que viviam. A antecipação da volta de Cristo é um assunto desde os velhos tempos da igreja primitiva. Os indícios parecem apontar que estamos nos últimos dias, mas ninguém sabe o dia e nem a hora que Jesus há de voltar.

    Há uma canção do Switchfoot que diz que estamos na madrugada, às 4 horas da manhã, esperando um amanhecer. Com toda certeza, a madrugada é fria, perigosa, mas os fios de um sol surgindo pelo horizonte não são só uma bela visão, mas um início do calor e da luz, e do fim da escuridão. Por mais que tenhamos medo da volta de Cristo (o que não deveria acontecer), o início do novo tempo é um sinal de que toda a dor passará e que agora só haverá alegria.

    Os coptas morreram porque criam que o que estava proposto para eles era maior que tudo o que havia na terra. Eles morreram para redenção final em Cristo. O que será que temos colocado como tesouro em nosso coração?


    Redenção

    Quatro da manhã, 2 horas para ir,

    Estou vestindo uma luz solitária.

    Eu sinto mais sua falta que eu poderia saber.

    Aqui estou eu, aqui estou eu.

    Porque não vem me pegar?

     

    Eu tenho minha mão no lado da Redenção.

    Cujas cicatrizes são maiores que estas minhas dúvidas.

    Eu vou ajustar todas estas monstruosidades interiores.

    E eu vou viver.

    Viver…

    https://www.youtube.com/watch?v=1oXWQteu13Y

  • Rocklogia – O pulso ainda pulsa

    A Rocklogia dá uma pausa essa semana para relembrar uma situação um pouco fora da história do rock cristão brasileiro.

    Em 1989, os Titãs lançavam um de seus melhores trabalhos, o álbum Õ Blésq Blom, que contém o clássico “O Pulso”, época em que Arnaldo Antunes ainda integrava a banda. Sua letra dispensa comentários e merece ser relembrada aqui.

    https://www.youtube.com/watch?v=Ehmqn4OhJXc

    O que ninguém esperava era em que 2012 o vocalista do Resgate, Zé Bruno, escrevesse um texto analisando a situação da música cristã nacional, parodiando a canção de Arnaldo. O texto, intitulado de “Troféu II – O pulso”, é a continuação do texto em que ironizou o processo de votação do Troféu Promessas. Relembre:

    Falando um pouco sobre música.

    Neste final de semana pude conhecer dois trabalhos que me agradaram muito. Tive a grata surpresa ao ouvir os CDs do Hélvio Sodré e do Tanlan que estão dentro de um universo rock-pop no qual tenho navegado com o Resgate, há algum tempo. Acredito que deva ter mais gente fazendo coisa boa por aí a fora, cito dois casos porque pude ouví-los.

    Começamos com o Resgate em 1989, estamos perto de completar 24 anos, mas não me acho uma referência no sentido crítico, até porque meu universo musical roqueiro implica em muitas limitações harmônicas…sabe como é, são só três acordes… (risos) it’s only rock’n’roll but I like it!

    Mas confesso que quando me apresentam algo novo me sinto como se estivesse lendo o jornal de ontem, sabe como é? Aquela sensação de já ter lido aquela matéria e visto aquelas fotos? Imediatamente coloco de lado o periódico e sigo a vida à procura de uma notícia nova, infelizmente o Ctrl + C seguido de Ctrl + V insiste em subsistir em nosso meio.

    Graças a Deus não é o caso destes dois CDs que pude ouvir, eles saem do lugar comum, isso é bom.

    Não estou fazendo o papel de crítico, apenas refletindo sobre o que estamos fazendo com a nossa arte. A música e a poesia andam juntas e são a expressão da nossa razão e sentimento. Na verdade não sei se vivo em busca de uma música do céu, acho que vivo procurando uma maneira cada vez melhor de expressar o que Deus coloca dentro de mim aqui mesmo na Terra. O que eu preciso do céu acho que já tenho na forma revista e atualizada e na linguagem de hoje.

    Acredito que este é o grande problema… Nossa arte musical e poética precisa vir à luz pela reflexão nas sagradas letras, acho que é disso que sinto falta.

    Meu amigo e mestre Ariovaldo Ramos me disse que sem Bíblia não há heresia. Acho que é por isso que me sinto melhor às vezes ouvindo uma música em uma rádio qualquer do que ouvindo o melhor dos iguais no meio evangélico. Onde não há Bíblia não há heresia, na música “secular” (sei lá quem inventou esse título) consigo enxergar apenas o sentimento que o poeta demonstra e sua reflexão sobre a vida, e isso me soa coerente, e muitas vezes até se alinha com a lógica de Renato Pereira de Carvalhos em sua palavra. Por um outro lado músicas evangélicas sem reflexão e teologia se tornam avessas aos meus ouvidos, pois a poesia não contém o ingrediente que eu esperava que deveria conter.

    Teve dias que cheguei a pensar que não teria mais jeito, mas ouvindo meus novos amigos, valei-me Arnaldo Antunes, senti que o pulso ainda pulsa.

    Poderia citar Palavrantiga, O Trigo, Daniela Araújo…e outros tantos que me perecem que nadam livremente contra a correnteza. A mim me parece que não se importam com o fluxo natural, que legal isso! Fazem sua arte, cantam sua música e pronto. Eu gosto de ser assim, e admiro quem o é. Espero não me equivocar com essa galera, acho que não vou não…

    Depois de um tour de alguns anos no universo neopentecostal, sou grato por estar de volta e encontrar gente que sempre foi herói na resistência, pessoas que mantiveram vivo o mundo onde hoje encontro vida outra vez, obrigado a todos!

    Além disso, esses heróis servem de útero para que Hélvios e Tanlans possam nascer. Espero poder contribuir de algum jeito com esse mundo.

    Parabéns aos novos diferentes que mantém a alegria sentir de que o vinho pode ser novo todo dia em todos os sentidos. A cada dia vem um novo tsunami, mais um sucesso gospel, mais um meteoro da paixão, mas esse pessoal me faz ver que o pulso ainda pulsa…

    Vai minha paródia…

    Auto-ajuda, profecia, esquizofrenia
    Só vitória, dando glória, e histeria
    Conquistando, avançando, valentia
    Submundo do gerúndio, alquimia

    E o pulso ainda pulsa (graças a Deus)

    O pulso ainda pulsa

    Atos proféticos, símbolos, judaísmo
    Artimanha, barganha, fanatismo
    Fronha, lenço, arca, candelabro
    Meia, sabonete ungido, abracadabra!

    E o pulso ainda pulsa
    O pulso ainda pulsa

    Cópia, versão, fé, enlatado
    Revelação, mais unção, pré-fabricado
    Mexas, barbies, clipes, relógios dourados
    Tiques, Sarzedas e Disney, auditório animado

    Mas o pulso ainda pulsa
    O pulso ainda pulsa

  • Um Brinde – Sobre ideologias, cultura secular e prédios sagrados (Parte II)

    Um Brinde – Sobre ideologias, cultura secular e prédios sagrados (Parte II)

    Ideologia “é um conjunto lógico, sistemático e coerente de representações ou regras (ideias e valores) e de normas ou regras (de conduta) que indicam e prescrevem aos membros da sociedade o que devem pensar e como devem pensar, o que devem valorizar e como devem valorizar, o que devem fazer e como devem fazer. Ela é, portanto, um corpo explicativo, de representações e práticas (normas, regras e preceitos) de caráter prescritivo, normativo, regulador, cuja função é dar aos membros de uma explicação racional para as diferenças sociais, políticas e culturais, sem atribuir tais diferenças à divisão da sociedade em classes. Pelo contrário, a função da ideologia é a de apagar as diferenças, como as de classes, e de fornecer aos membros da sociedade o sentimento de identidade social, encontrando certos referenciais identificadores de todos e para todos, como, por exemplo, a humanidade, a liberdade, a igualdade, a nação, ou o Estado.” (Marilena Chauí, o que é ideologia 1980).
    Essa é uma das variáveis definições de ideologia. Posso indicar um norte que garanta ao caro leitor que essa série de textos não tem uma certa função de “puxar corda”, indicando o que é aproveitável e o que não é. Assim como faço com tudo aquilo que escrevo, abordo o cotidiano e aquilo que convém a minha realidade de vida. A palavra ideologia foi criada por Destrutt de Tracy, no séc. XIX, e significa, etimologicamente, ciência das ideias. Isso envolve desde já, pelo menos aqui nesse texto, o muro que existe entre a cultura cristã e a secular que quase, utopicamente, conseguem se separar. Ao meu ver elas deveriam se encontrar em vários momentos do nosso cotidiano quanto eventual, quanto rotineiro. Um dia desses, ajudando um amigo em um trabalho em um trabalho de cartografia, conheci um amigo dele, cristão da Igreja Metodista Wesleyana, e me falou que só ouvia música gospel pois encontrou todos os ritmos lá, então não tem porque procurar fora. Respeitei a opinião dele, mas pensei comigo: “isso não seria limitar a cultura? Se fechar em um mundo gospel e não deixar nada mais entrar, somente sair?” e é isso que acontece: queremos que os outros ouçam os mais variáveis ritmos gospel, mas nós não aceitamos nada que venha de lá, do ‘mundo’. Nem ao menos damos chances para ouvir o que a letra passa, refletir sobre a intenção do autor, sobre aquilo que compôs, procurar entender o meio que vive. Isso é cultura. Lembro também de um amigo meu ateu, que ao ser apresentado a banda Switchfoot por mim, disse que achava o som dos caras muito bom, mas que não ia dar atenção a ela pois eles são cristãos, apesar de suas letras serem sem rótulos. Então, é isso que acontece por aí: uma contracultura contraditória. Karl Marx compreende a ideologia como uma consciência falsa, proveniente da divisão entre o trabalho manual e o intelectual. Isso afetaria outros conceitos que temos a respeito de assuntos mais complexos como a doutrina da salvação, por exemplo.
    Ainda sobre a definição de ideologia, é coerente citar o pensador Antônio Gramsci, que considero uma das mais conceptíveis para ser estudada nesse texto, a qual diz que “ideologia significa uma concepção de mundo, manifestando-se de modo tácito na arte, no direito, na atividade econômica, enfim em todas as manifestações da vida”. A partir disso, compreendemos que ideologia, em si, não é algo ruim. Torna-se algo negativo quando isso tem um fundamento ruim, com fins egoístas, indo ao encontro da cultura como um labirinto de ideias que se cruzam para constituir uma massa de entretenimento e conservação cultural. Segundo Rousseau “todo homem nasce bom, e a sociedade o corrompe”. A cultura secular é extremamente plural. Não tem como fugir dela. E aqui parafraseio Jesus, quando disse: “Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do maligno” (João 17:15). Estabelecer um muro entre a cultura cristã e a cultura secular, é querer dividir o mundo, que o próprio Cristo não quis fazer. Como Salvador, pediu que fossemos libertos das coisas vis e más deste mundo, mas que houvesse relacionamento com a cultura e arte universal…
  • Ser Ester: Mania de Sapatilhas

    Hoje vamos falar sobre o modelo de sapato que faz a cabeça das brasileiras: a sapatilha. Se eu fosse perguntar para minha avó quem pode usar as flats, ela me responderia que está liberada de “mamando a caducando”, ou seja, todo mundo pode! Independente do porte físico, idade ou estilo, qualquer uma pode apostar nas sapatilhas e elas, democráticas que são, vão bem com quase tudo e se adequam em várias as ocasiões.

    SAPATILHA NO TRABALHO

    A sapatilha pode ser uma boa alternativa para um dia de trabalho confortável e elegante. Um modelo adequado pode ir muito bem com looks mais sóbrios e estruturados, como paletós e camisas. Para quem quer apostar nesse visual, a melhor dica é escolher modelos com cores sólidas e sem muito brilho. Uma boa ideia para conferir mais elegância ao look é optar por sapatilhas com bico fino que, além de alongar a silhueta, conferem mais seriedade ao visual. Não fica um charme?

    Montagem Trabalho

    SAPATILHA COM SAIA MIDI

    As saias midi foram um dos grandes hits fashionistas de 2014. Com ares de ‘novidade vintage’ para o mundo da moda, para as cristãs acostumadas ao traje, nada mais do que uma saia de tamanho comportado e adequado para ir à igreja, por exemplo. Como o comprimento é do joelho para baixo, a combinação com sapato rasteiro tende a dar uma achatada na silhueta. O que fazer, então? Se você for mais baixinha, opte por modelos de bico fino e/ou cores mais próximas ao tom da sua pele. Isso que vai dar a sensação de que seu corpo é mais longilíneo.

    Montagem Saia Midi

    SAPATILHAS METALIZADAS/PURPURINADAS

    Se tem uma coisa legal nessa vida é usar sapatilha chamativa. É a escolha perfeita para quem quer dar uma interessância ao look, mas sem se papagaiar toda. Paetês, bordados, brocados, pedrarias e tachas são elementos que valorizam a produção e dão aos pés lugar de destaque na composição do visual. Como não amar esse look romântico todo branco da Olivia Palermo combinado com a sapatilha prateada?

    Montagem Metalizadas

    SAPATILHA COM MEIA CALÇA

    A sapatilha é um calçado versátil e que funciona o ano inteiro. Confortável no verão, ela ainda é quentinha no inverno. Para se manter ainda mais aquecida, uma boa combinação é com a meia calça, fazendo joguinho com saia/vestido soltinho. Uma dica bacana é combinar a meia preta com sapatilha colorida, ou a meia colorida com sapatilha de cor neutra. Esse balanceamento entre as cores vai deixar o look chamativo na medida e sem exageros. Ah! E para quem quiser dar aquela alongada na silhueta, vale apostar nas duas com a mesma cor. Isso vai dar a sensação de que sua perna é enorme.

    Montagem Meia calça

    SAPATILHA ANIMAL PRINT

    Antes de falar sobre as sapatilhas com estampa de onça/leopardo/adjacências, quero deixar aqui registrada aqui minha frustração por não ter uma dessas. Grata pela atenção!

    Quer deixar um look casual sofisticado e com uma informação de moda bacana? Que tal apostar em uma sapatilha com estampa animal? Ótima pedida para combinar com jeans, a oncinha ainda pode ser uma boa opção para fazer um mix de estampas com as peças de cima, como no primeiro look que combinou a sapatilha de animal print com calça xadrez.

    Montagem Animal Print


    E então meninas, vocês também amam as sapatilhas?

    Eu amo, uso muito e estou empenhada em aumentar minha coleção hehe

    Por falar em aumento de coleção, todas as sapatilhas em destaque nas montagens são da Paula Schulz, da loja Coisinhas da Paula. A marca me foi apresentada pela minha amiga jornalista e linda Monique Jales. Ela tem loja online, entrega em todo o Brasil e o precinho é amigo.

    Valeu pela dica, Monique! Já estou desejando diversos modelos 😀

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  • Conectados no Amor – Sexo e eternidade

    Como dizia a música do Los Hermanos, todo carnaval tem seu fim, e agora a ressaca vem, o arrependimento (falso) vem, e finalmente o ano começa. A festa que aconteceu há alguns dias tem um dos maiores pilares que a sustenta por anos: a banalização do sexo. No carnaval pode faltar tudo, mas se faltar uma relação sexual sem valores, não é carnaval.

    O Brasil é um fenômeno nessa questão. O que na verdade é uma desvalorização feminina, uma visão consumista de “coma todo mundo”, uma propagação de indignidades, é visto como algo bom, como uma festa para aproveitar e ser feliz. Mas agora que a algazarra acabou, os fogos estão se esfriando, vamos falar de sexo.

    Falar de sexo parece ser uma ideia polêmica, principalmente nessa época que esquenta o cio brasileiro. Mas falando dentro de um contexto filosófico, cristão e bíblico, qual seria o valor da relação sexual?

    Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2:9

    Esse versículo não tem nada a ver com sexo. Nada mesmo. É um versículo falando sobre a eternidade com Deus, em que os anos vindouros com Ele são grandes e misteriosos aos nossos olhos, porém belos e fogem de tudo de bom que o homem já viu, que é incomparavelmente maior que nós. Mas por que coloquei em um texto que fala sobre sexo?

    Uma das idéias que cerca o cristianismo é que a relação amorosa só é praticada dentro do casamento, e que fora dele, a castidade tem que ser exercida. Sexo é para casados e ponto final (1 Co 7.2). E o que todas as pessoas sabem, é que o sexo é um dos maiores prazeres que nossa carne pode sentir, e que o desejo sexual é um instinto natural do ser humano.

    No âmbito divino, vemos que as coisas terrenas são sombras de uma verdadeira vida, o Reino dos Céus. De acordo com João 1:18, ninguém jamais viu a Deus, e quem ver a face de Deus, certamente morrerá. O conhecimento da face de Deus é um momento que está reservado para a eternidade. Se alguém O visse, essa pessoa já não teria mais vida. E é aí que entra a chave da questão: se eu posso fazer sexo só depois do casamento, eu logo só posso ver a Deus depois de ir para o céu! Sexo simboliza algo infinitamente maior que ele: a eternidade com Deus, o conhecer a face de Deus. Se o sexo dá tanto prazer a uma pessoa, é porque essa pessoa foi feita para um bem maior, um maior gozo do que o da relação sexual.

    Fomos feitos para algo maior. Solteiros como eu tem instintos sexuais, algo completamente normal, mas, além disso, temos o desejo da eternidade. Podemos tentar saciar esse desejo em diversas formas, mas ele foi feito para Deus. Deus nos fez para Ele, para desejá-Lo espiritualmente. Não devemos temer o anseio pelo Reino de Deus, mas incentivá-lo, buscando viver para isso, aprendendo sobre a vontade divina aqui na terra, até que o tempo divino chegue e nós possamos nos unir a Ele. Não devemos proibir desejos sexuais, devemos incentivar as pessoas a se amarem, a descobrirem o interior, a nudez da alma de quem eles amam, até que possam se tornar um no casamento, no sexo, que é um prazer tão santo, que não deve ser proibido. De fato, o melhor sexo é aquele que fazemos com os olhos em Deus.

  • Rocklogia – Acústicos, acústicos e mais acústicos

    A moda dos acústicos chegou no rock cristão nacional, e de 1998 até 2003 teve alguns trabalhos do tipo que até hoje são marcados como projetos marcantes na carreira de algumas bandas. Apesar de serem álbuns que pouco agradam aos fãs de rock, ajudam na vinda de novos públicos que não apreciam tanto ‘peso’.

    A primeira banda a apostar em gravar um disco do tipo foi a Oficina G3, com o Acústico de 1998. Um álbum de estúdio, como se fosse um cartão de apresentação do novo vocalista, PG que substituía Luciano Manga. É um álbum mediano, que agrada bem mais pelas duas inéditas (Quem? e Autor da Vida) do que pelas novas versões. No ano seguinte, foi gravada a versão ao vivo deste álbum, com mais músicas acústicas, e o resultado foi bem melhor que o anterior, lembrando uma boa época da Oficina G3.

    Foi no mesmo ano de 1999 que o Fruto Sagrado também gravou um acústico comemorando dez anos de carreira. Diferentemente da Oficina G3, a banda explorou novos arranjos, como em “Investimento”, numa execução bem melhor que a original.

    Mas o melhor acústico, sem dúvida foi o do Katsbarnea, de 2000. É claro que o vocal de Paulinho Makuko está longe de ser um dos melhores, mas em nenhum dos outros discos citados neste texto possui tanta participação do público como este do Kats. É audível por todo o projeto o público vibrando a cada canção. Até se fosse um mudo cantando, este disco seria muito bom.

    Em 2001, foi a vez do Resgate. A própria banda não gostou do resultado final, mas particularmente acho um bom álbum, além da inclusão da inédita “Água Viva”. Mas, se a banda desejar gravar outro acústico melhor que este, creio que todos aguardarão bem satisfeitos.

    https://www.youtube.com/watch?v=GGNmSZyxO7M

    Numa atitude um tanto quanto insana, Paulinho Makuko resolveu fazer outro álbum acústico no Katsbarnea em 2002. Profecia une o acústico com a música clássica, e embora não seja completamente acústico, foi um disco na hora errada, ainda mais por trazer músicas da carreira solo do ex-vocalista Brother Simion.

    O Catedral, mesmo não se intitulando cristão ou gospel, lançou pela Line Records o Acima do Nível do Mar, em 2003, que faz uma boa fusão do rock com a MPB, com músicas inéditas e regravações. É considerado por muitos como o melhor trabalho do grupo carioca.