Autor: Tayse Souza

  • Ser Ester – O estilo de Ana Paula Valadão

    Se tem uma artista gospel da qual eu realmente gosto do estilo, essa pessoa é Ana Paula Valadão. E se tem uma palavra que define o estilo da cantora e Pastora mineira, essa palavra é Feminilidade.

    Dona de um visual com forte influência do estilo lady like, Ana Paula rodou, rodou e rodou até, finalmente, acertar de vez a mão na aparência.

    Até pouco tempo atrás, Ana tinha um estilo bastante indefinido e que a valorizava pouco visualmente. As combinações de vestido+legging+bolero, ou bata ampla+jeans, ou terninho desajustado eram comuns nas produções da cantora. Mas tudo mudou e o fato é que hoje, aos 38 anos, Ana Paula está em seu melhor momento, no que diz respeito à beleza.

    Florais, rendas, tons pasteis, aplicações e muitos vestidos são as principais características do estilo da cantora.

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    T-Shirt Chic

    Quem disse que camiseta é roupa para ficar desarrumada? Com o grande número de congressos que a líder do Diante do Trono participa, Ana Paula nos deu uma bela ideia de refinar a utilização de camisetas. A principal estratégia da cantora apostar na sobreposição, combinando a T-shirt com um paletó ou cardigan. Para dar um up, nada melhor do que se jogar no brilho. Outra ótima jogada que a cantora usa para glamurizar a camiseta é a dupla sobreposição onde, além do paletó, ela coloca uma blusa mais comprida com brilho ou renda, para aparecer abaixo da barra da T-shirt. Essa técnica virou moda entre as admiradoras da cantora.

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    Saia Longa

    Um item que é presença frequente nos looks de Ana Paula é a saia longa. Baixinha, Ana aposta no modelo combinado com salto alto e cintura marcada, o que dá a impressão de alongamento do corpo. Da parceria de longa data com a grife mineira Patrícia Motta, a cantora trás saias de couro trabalhado, material carro chefe da marca. Quando a saia tem um visual mais pesado, Ana aposta em blusas de tecidos leves e fluidos, fazendo sempre um contraste de texturas dos tecidos.

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    Vestidos Longos

    Um passeio ao mundo floral, esta é a definição dos vestidos preferidos de Ana Paula. A cantora sempre usou estampas florais, mas agora elas estão mais românticas, sofisticadas e nada hipongas. Sempre com cintura marcada, esses vestidos são a grande prova da evolução e refinamento do antigo estilo de Ana Paula. Olhando esse primeiro vestido maravilhoso, com estampa flores, corações e versos, mal dá para lembrar da Ana com vestidinho curto rodado, legging e bolero. Uma evolução e tanto, dentro do próprio estilo da cantora.

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    Rendas Mania

    Se as palavras de ordem no estilo de Ana Paula Valadão são feminilidade e romantismo, nada personifica melhor essa definição do que a renda. Seja em detalhas, em peças inteiras, sintéticas ou artesanais, Ana usa e abusa do material, o que lhe confere um visual etéreo. Delicadeza define.

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    Couro Romântico

    Fora do circuito de eventos femininos, Ana Paula por vezes aposta em um visual um pouco mais pesado, com muito preto, couro e brilho. Mesmo quando faz isso, a cantora ainda se mantém absolutamente dentro de seus estilo, e transforma o que seria fundamentalmente rocker em um visual romântico e feminino, mas com atitude mais forte. Para suavizar o visual, a cantora opta por peças delicadas, como a blusa com gola de boneca ou os detalhem em renda com paetês. Um charme!

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    E então, meninas? Vocês também curtem o estilo da Ana Paula?

  • Entrevista: Pamela

    Ela é uma das principais cantoras da música cristã nacional. Referência entre o público jovem, Pamela é sucesso há anos. Com o Tempo de Sorrir, seu mais recente álbum lançado, e primeiro pela gravadora Som Livre, a cantora apresenta um dos melhores trabalhos de sua carreira e, como não poderia deixar de ser, está cheia de planos para o futuro.

    Para falar mais sobre o “Tempo de Sorrir”, carreira e novos projetos, Pamela falou com exclusividade ao Propagador. Confira:

    OP – Primeiro trabalho pela nova gravadora, a Som Livre. Qual a expectativa para este novo momento profissional / ministerial?
    As expectativas são as melhores possíveis. A Som Livre é uma gravadora muito profissional e trabalha com muita excelência, acredita nos meus projetos e deixa ser realmente quem eu sou, não tirar a minha essência. O CD está tendo uma ótima repercussão e isso é resposta de um trabalho feito com amor, com oração, direção de Deus e muita seriedade.


    OP – Você disse, em entrevista, que cada disco retrata um momento da sua vida. Que momento é esse explicitado no Tempo de Sorrir?
    Tempo de Sorrir retrata um momento muito bom da minha vida, tanto pessoal quanto profissional. Posso dizer que estou vivendo um novo tempo em Deus, um tempo de colher coisas boas, pois durante o Recuperando o Tempo (álbum lançado anteriormente a esse) eu literalmente plantei muitas coisas em Deus. Foi um recomeço, tive que sair dos holofotes e “trocar a lâmpada” pra voltar a brilhar em Deus, renovada, pra ser usada por Jesus e levar a palavra dele através dos louvores. Já é o segundo álbum que meu marido Márcio Carvalho produz e estamos mais envolvidos, mas entrosados. É maravilhoso ver o que Deus tem feito conosco.


    OP – Para quem ainda não ouviu, como você descreveria o “Tempo de Sorrir”? Quais são suas músicas preferidas deste novo álbum?
    Amo todas as canções, falam muito comigo, me identifico com elas. Eu realizei um grande sonho nesse CD de regravar a canção “Desde o primeiro momento”  (From This Moment) é uma canção de amor que havia gravado no ano 2000 e tê-la agora nesse CD foi um presente de Deus.


    OP – Após o elogiado Recuperando o Tempo que, dentre outras influências, flertou com o sertanejo universitário, no Tempo de Sorrir você volta com força ao pop que te consagrou junto ao público jovem. Como funciona esta escolha da identidade sonora do álbum?
    Eu gravo o que toca meu coração, e em todos meus CDs eu coloco canções românticas e eletrônicas. Essas nunca podem faltar. Nesse álbum estava sentindo falta do pop rock e voltei a gravar músicas nesse estilo. Eu gosto de variar, já são 9 CDs lançados ao longo do meu ministério, já posso fazer isso.


    OP – Você lançou recentemente o clipe da música “Flecha em suas mãos”. Como foi o processo de gravação? O que o público pode esperar deste projeto?
    Essa foi a primeira música que escolhemos pra trabalhar nesse cd e foi bem difícil escolher! Porque temos vários estilos e cada um se identifica com uma. Mas esse clipe “Flecha em suas mãos” está um marco no meu ministério porque são histórias reais, são testemunhos, a minha Banda participou e cada um contou a sua história. Foram 3 dias intensos de gravações, foi bem cansativo, mas valeu a pena. O roteiro foi todo escrito pelo meu marido Marcio Carvalho e ele também conta o que Deus fez na vida dele. O clipe foi lançado dia 14/10, juntamente com meu novo site www.pamela.com.br


    OP – O projeto gráfico do Tempo de Sorrir foi assinado pela Imaginar, agência mineira de designer. Quais foram as referências para a criação da identidade visual do disco?
    O Marcus Castro fez um estudo de capa incrível! Eu queria fazer uma capa diferente, de corpo inteiro, então ele propôs colocar 5 fotos todas sorrindo em 5 situações diferentes. 5 “Pamelas” vivendo realmente o Tempo de Sorrir sendo que a do meio estaria destacada. A contra capa tem 3 “Pamelas” em closes mais fechados também sorrindo.


    OP – Agora, que o novo disco foi lançado, quais são os planos futuros? O público pode esperar um registro em DVD?
    Sim! Graças a Deus vou realizar esse sonho e agora me sinto preparada pra isso. Ainda não temos data, mas provavelmente será em 2015.


    OP – Você faz música tipicamente jovem, com apelo imenso especialmente junto ao público teen. Qual a importância de fazer música voltada para essa faixa etária? Você já teve testemunhos de adolescentes que tiveram suas vidas transformadas por Deus, através das suas canções?
    Eu sempre canto aquilo que primeiramente fala comigo! Como comecei a cantar na adolescência os temas eram pra os adolescentes, e esses adolescentes foram crescendo junto comigo e fui amadurecendo junto com os meus CDs. Não me vejo hoje como uma cantora “teen” e mesmo assim os jovens continuam se identificando comigo, que bom! Fico muito feliz! Gosto dos jovens, eles são ousados e é isso que sempre faço nos meus trabalhos “ousar”. Acredito que os elementos musicais chamam a atenção deles, é tudo muito moderno. E os frutos desse trabalho todo são colhidos. Muitos testemunhos, salvação, aquilo que Deus sempre faz através do louvor.


    OP – Já são 9 álbuns gravados, videoclipes, discos de ouro, shows, indicação ao Grammy, disco em espanhol, mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais e diversos hits emplacados. Você acha que te falta conquistar alguma coisa na carreira? Profissionalmente falando, quais são os sonhos ainda não foram realizados?
    Sem dúvida nenhuma meu DVD! E está bem próximo de acontecer.

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  • Ser Ester – A moda do desapego

    Um dos primeiros textos que escrevi aqui na Ser Ester foi “7 Motivos Para você comprar em Brechó”, que apresentava boas razões para conhecer mais sobre essas lojas que podem ser ótimas aliadas do estilo e do bolso.

    Hoje, vamos falar de outra forma bem bacana de moda consciente: o Desapego.

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    Em via de regra, a lógica é a mesma de um brechó: adquirir roupas e acessórios novos ou seminovos com precinho amigo. A diferença é que nos Desapegos, normalmente, as ações de compra, venda, ou mesmo trocas, são feitas entre as pessoas, sem qualquer intermediário.

    Nas grandes cidades já são feitos eventos exclusivos para Desapego, onde cada menina leva os itens que não usam mais, desde que em bom estado, e elas negociam entre si. Para quem mora longe dos grandes centros, existem opções pela internet. Vamos ver algumas:

    Site Intermediador

    logo-desktop-x1-ded73da7495bddae3335e447005faad9Existem sites como o Enjoei onde, por meio de um login, a pessoa pode criar sua lojinha. Ali, o usuário disponibiliza os itens que deseja vender de forma bem facilitada e tem à sua disposição uma relação de cerca de 1,5 milhões de produtos prontos para serem comprados. O site administra os pedidos, faz propaganda, paga o frete e disponibiliza sua estrutura para pagamento facilitado em cartões e boletos, para isso, cobra uma comissão de 20% do valor de venda do produto. Compensa mais que promoção de sapatos “Pague 2 e leve 4” ok, exagerei aqui.

    Sites Especializados em Compra/Venda

    OLX-ou-Bom-Negocio-qual-e-o-melhor-classificadoQuando pensamos em Desapego sem intermediários, os principais sites são os já famosos OLX Bom Negócio, que disponibilizam espaço para compra e venda de produtos que vão de filhote de cachorro a vestido de noiva, passando por carros e sapatos. Nesses sites, o vendedor, por meio de login, publica seus próprios produtos e é contatado pelo comprador diretamente, negociando com este todos os detalhes de pagamento e entrega. Mais simples que fazer gelatina com receita.

    Facebook

    fb_icon_325x325O Facebook também já conta com diversos grupos de Desapego que são ainda mais informais os anteriores. Os grupos são, normalmente, criados de forma espontânea para intermediar as operações entre os membros. Por vezes, esses grupos são por região, de forma a facilitar a entrega dos produtos. Um dos maiores que eu conheço e tem alcance nacional é o Nem Tudo é Farm, que tem quase 5 mil membros e uma vasta quantidade de peças de grandes marcas. Para entrar basta enviar uma solicitação de participação. Ali, tudo é feito diretamente entre as partes (aquela que usa termos jurídicos). Do pagamento ao envio, tudo é resolvido via inbox.

    Então, meninas, ninguém mais tem desculpas para dizer que o guarda-roupas está desatualizado ou que não compra roupas por causa da falta de $$$$$. Hoje em dia, você pode até trocar as peças que já enjoou por outras inéditas.

    É uma nova e boa via de consumo econômica e divertida.

    Vamos tentar?

  • Entrevista: Rosa de Saron

    Considerada uma das melhores do Brasil, a banda de rock católica Rosa de Saron conseguiu fazer com que seu som extrapolasse as paredes das catedrais e encantou jovens evangélicos e não cristãos.

    Famosos pelas letras fortes, caracterizados pela voz marcante do vocalista Guilherme de Sá e identificados por um rock que vem se mantendo atualizado há mais de 25 anos, não é exagero nenhum dizer que os integrantes do Rosa de Saron fizeram e continuam fazendo história na música cristã nacional.

    Em turnê do novo disco, a banda colhe os frutos de mais um trabalho altamente elogiado. O álbum “Cartas ao Remetente” teve sua resenha aqui em O Propagador.

    Para falar mais sobre história, música e novo disco, conversamos com exclusividade com o Rogério Feltrin, baixista e fundador da banda. Ao lado de Guilherme (voz), Wellington Greve – o Grevão – (bateria) e Eduardo Faro (guitarra), ele integra essa que é, sem dúvidas, uma das bandas de rock de maior qualidade do Brasil, tanto no segmento religioso quanto no secular.

    O PROPAGADOR – No quesito qualidade musical, Rosa de Saron é praticamente unanimidade, sendo frequentemente lembrada como uma das melhores bandas de rock do cenário nacional. Com todo o potencial musical da banda, alguma vez vocês pensaram em ampliar de vez os horizontes deixando o segmento religioso?

    Não. A gente sempre quis e sempre pensou em atingir outros mercados, outros segmentos e outros públicos, mas nunca pensou em deixar o segmento religioso. Nós temos uma noção muito grande das nossas raízes, do porque montamos a banda e isso é o essencial, é o fundamental e imutável.


    OP – Desde o DVD Acústico, e em parte pela parceria com a Som Livre, vocês romperam os limites da música católica e conquistaram não religiosos e evangélicos amantes de rock. Essa ampliação de público interferiu nas composições atuais da banda? Existe a preocupação de, por exemplo, diminuir referências especificamente católicas para tornar suas músicas mais acessíveis?

    Na verdade, não foi exatamente isso que aconteceu. Nós sempre atingimos outros públicos e sempre conseguimos falar com os evangélicos e o público de rock. Não ampliou para outros públicos, mas ampliou de um modo geral para estes mesmos públicos, então cresceu de uma forma geral. E não! Isso não interfere na forma como nos compomos. A gente não compõe para agradar esses públicos, mas agradamos a esses públicos pela forma com que a gente compõe. O caminho, na verdade, ele é inverso.


    OP – Vocês surgiram como uma banda com forte influência do heavy metal fazendo um som que praticamente não existia há mais de 20 anos atrás na música cristã. Com o passar do tempo, mais exatamente após a entrada do Guilherme em 2001, o som se consolidou como um rock que busca referências em outros estilos, como o pop. Como essa mudança foi vista pelo público que a banda tinha até então? Existe alguma possibilidade de um retorno às raízes no Metal?

    Bem, eu acho que a primeira coisa é que o público se renova muito. Se você pegar, 50% do nosso público hoje não tinham nem nascido quando a gente começou. Então não tem muito isso de “como o público encarou”. O público vai renovando sempre. Lógico que tem aqueles que são mais antigos. Uns gostam das novidades, uns não e outros vão passando a curtir outras coisas também. Esses fãs também mudam. Outros não mudam e param de gostar, e assim vai. Eu acho muito difícil a gente analisar, mesmo com artistas com longevidade de carreira, eles manterem a mesma característica de som sempre. Estão sempre se atualizando, se renovando, porque isso é do artista, normalmente, essa ansiedade de novidade, porque a gente também se cansa. São pouquíssimos casos de artistas que mantém exatamente o mesmo estilo por muitos longos anos a fio. Existem alguns casos assim e dá pra citar, claro, de muito sucesso inclusive, mas de um modo geral não. De um modo geral eles gostam de se atualizar e a gente não é diferente.

    Acho pouco provável um retorno à raiz de Metal, pelo menos em curto prazo, porque não é uma coisa que a gente está vivendo no momento de gosto pessoal e musical. O Metal, ele também ficou um pouco datado, ele ficou um ‘som daquela época’ e não se atualizou muito. Agora estão vindo algumas bandas novas, mas eu acho que primeiro a gente precisaria mais ser reconquistados pelo estilo para poder voltar a fazer. Eu gosto de muita coisa de Metal, mas gosto daquelas coisas que eu curtia há quinze anos atrás, há vinte anos atrás, entendeu? Então, aí fica datado mesmo e a gente não. A gente gosta de estar soando atual.


    OP – Desde 2007 a banda vem lançando um trabalho por ano. Como produzir tanto e ainda manter a qualidade? Com tantos trabalhos emblemáticos na bagagem e 25 anos de carreira, fica mais fácil ou mais difícil inovar musicalmente?

    A gente criou um ritmo nosso e incorporou esse ritmo na rotina. É desgastante sim, é puxado, é cansativo, mas nos adaptamos a isso, na verdade. Vamos dizer assim: que se criou uma fórmula interna para conseguir produzir nessa quantidade, mas também não é uma obrigação. Eu tenho dito isso. Eu já respondi a essa pergunta recentemente e a gente não tem essa obrigação de um trabalho por ano, mas temos conseguido fazer e enquanto tivermos o que dizer e estivermos conseguindo fazer trabalhos de qualidade nesse ritmo, a gente faz, mas não há problema nenhum em estender estes prazos. Então, não é uma obrigação que se impõe. A gente gosta de perseguir essa meta, mas se não for possível, tudo bem, ela pode ser revista.


    OP – Como está sendo a receptividade do público com o novo disco?

    Ótima! A receptividade tem sido muito bacana. Eu acho que, em toda nossa carreira, este é um dos melhores feedbacks que a gente teve. São os mais positivos e estamos muito felizes.


    OP – Em entrevista antiga, o Rogério Feltrin afirmou que os integrantes da banda são muito ecléticos “… dentro do rock”. Como toda essa diversidade se traduziu no “Cartas”?

    Eu sou muito suspeito para dizer, mas eu acho que as músicas soam bem diferentes. Se pegar o disco, você vai ter vários tipos de levadas diferentes acontecendo. Algumas músicas puxam para uma coisa mais britânica, outras para uma coisa mais americana. Eu acho que isso se reflete mais nesse sentido. Apesar de ter uma coerência musical do próprio estilo, eu acho que o disco é bem eclético também, com bastante nuances bem diferentes.


    OP – Neste novo álbum, vocês falam de temas atemporais, como a morte, verdade e mentira, além de questões contemporâneas, como o egoísmo, a fragilidade humana e até mesmo uma referência à Síndrome de Asperger. No processo de composições, há uma intenção conceitual para todo o álbum ou a produção é completamente livre e despretensiosa?

    Não existe uma intenção conceitual, mas acaba soando conceitual porque eles são sempre reflexo de um período que a gente está vivendo, entende? Então as músicas acabam girando em torno daquela fase, daquele período e são um retrato daquele momento que a gente está vivendo, do que a gente está pensando, discutindo, conversando. Então, ele não é propositalmente conceitual, mas ele acaba soando um pouco conceitualmente.


    OP – Ainda em relação ao “Cartas”, a banda já tem algum projeto em vista com o disco? Novos videoclipes? Considerando o sucesso dos trabalhos em vídeo da banda, o público pode esperar DVD deste trabalho?

    A gente tem a intenção ainda de produzir alguns clipes para este trabalho. É uma área que estamos investindo agora – de vídeos – porque hoje existe um espaço para isto, principalmente na internet, coisa que não existia há tempos atrás. Por isso que nunca nos preocupamos com videoclipe. Por enquanto, ainda é muito recente e a gente está pensando em um próximo trabalho. Temos algumas ideias de coisas que queremos fazer. São muitas coisas que passam pelas nossas cabeças, mas provavelmente, a gente não faça um DVD deste trabalho. Por enquanto, é algo que não estamos considerando ainda.


    OP – Vocês conhecem ou acompanham alguma banda evangélica? Se sim, qual a visão que vocês tem do rock gospel que é vem sendo produzido no Brasil?

    Na Verdade, acompanhar assim mais de perto, eu acompanho o trabalho da galera do Oficina G3, porque a gente desenvolveu um laço de amizade e sempre estamos trocando ideias e, enfim, conversando sobre trabalho, essas coisas. Então, estamos sempre por dentro do que eles tem feito. Fora isso, eu vejo muito esporadicamente de coisas que as pessoas enviam para a gente, como vídeos, trabalhos e demos. Então a gente acompanha um pouco assim. Mas eu acho que o rock gospel no Brasil sofre do mesmo problema do rock secular, que é a dificuldade de espaço. Não é o momento dele. Não é o momento do rock na música. Apesar disso, mesmo sem exposição, tem muita banda bacana fazendo coisa muita legal em nível de garagem e de underground fazendo coisas muito bacanas e com muito potencial.

    Para acompanhar mais sobre o trabalho do Rosa de Saron:

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  • Ser Ester – Criador do Mundo – Gravação (+looks) do DVD da Daniela Araujo

    No sábado, dia 20 de setembro, aconteceu, na Igreja Vida Nova em São Paulo, a gravação do primeiro DVD de uma das cantoras preferidas das leitoras dessa coluna: a Daniela Araujo.

    A gravação do DVD “Criador do Mundo” teve a participação especial do Coral Aldeia Nissi, do Rapper Lito Atalaia, Leonardo Gonçalves, marido da Dani, e dos pais da cantora, a dupla Jorge Araujo e Eula Paula, uma das principais da música pentecostal tradicional.

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    Apresentando basicamente as canções do disco homônimo lançado em maio desse ano, Daniela também cantou grandes sucessos do seu primeiro trabalho solo, além de músicas especiais. Destaque para “Cicatrizes”, um clássico pentecostal que a cantora interpretou ao lado dos pais.

    Confira a lista das canções apresentadas:

    • Teu Perdão
    • Criador do Mundo
    • Verdade
    • Tempo
    • Dono dos Meus Dias
    • Deus
    • Imensurável
    • Faça Morada
    • Liberdade
    • Aleluia
    • Cicatrizes – Feat. Jorge Araujo e Eula Paula
    • Te Alcançar
    • Porto Seguro – Feat. Leonardo Gonçalves
    • Santo/Graça – Feat. Coral Aldeia Nissi
    • Entrega – Feat. Lito Atalaia
    • Mais uma Vez
    • Guia-me
    • Jesus

    LOOKS

    Como aqui é a #SerEster e nós amamos falar de roupas, especialmente das da Dani, vamos lá!

    Remetendo à identidade visual do projeto, que foi constituída a partir da ideia do espaço, o palco preto foi todo iluminado em azul marinho, com painel ao fundo apresentando imagens do universo. Combinando com isso tudo, Dani escolheu seus três looks com a mesma cartela de cores da composição da decoração.

    O primeiro look foi um jeans preto manchado, combinado com camiseta preta com pontinho de luz dispersos tais como estrelas no universo, e colete bordado.

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    O segundo look foi um lindo vestido longo com estampa que remete ao universo, cheio de constelações, estrelas espaçadas e até balão.

    Look 2

    O terceiro look teve uma pegada mais rocker, com calça preta com modelagem meio boyfriend, camiseta branca e jaqueta preta de couro. Se este look foi mais sóbrio e sem estampas galácticas, a presença estelar ficou por conta do brinco em forma de estrela. Uma graça completa.

    Look 3

    E então, meninas? Estamos ansiosas pelo DVD “Criador do Mundo”? Responda:

    (  ) Sim

    (  ) Com Certeza

    (  ) Pergunta retórica, Tayse!

  • Entrevista: Jonathan Nemer

    Ele é o principal nome quando se trata de humor no meio gospel. Com dois canais de vídeos no YouTube e apresentações por todo o Brasil, Jonathan Nemer tem conseguido mostrar que crente não apenas sabe rir, como também sabe fazer os outros rirem.

    Confira esse bate-papo exclusivo e divertido com Jonathan e aproveite para conhecer mais desse talentoso jovem.

    O PROPAGADOR – Como e quando você decidiu levar o humor a sério na sua vida? Sendo advogado e atuando na área jurídica, por que escolheu fazer humor profissionalmente? Acreditas que pode chegar o momento em que você terá que decidir entre as duas áreas?

    Você falou que seriam 10 perguntas, mas só nessa você já fez 3. Se as outras 10 forem assim, ao final serão 30… espertinhos kkkkkkkkkkkkkkkkkk Desde pequeno sempre gostei de comédia, de filmes e seriados de humor, sempre fui piadista nos ambientes em que vivia. Em 2005 participei de um filme de comédia musical chamado Sou Diferente, da minha irmã Rebeca Nemer, como ator e como roteirista. Em 2009 foi o 2º filme, Tudo de Bom – O Filme, também atuando e roteirizando. Em 2010 comecei a fazer meus próprios vídeos, ainda de forma bem amadora. Ainda advogo em horário comercial, e confesso que estou sem tempo para outras coisas em razão da existência desses 2 trabalhos que exigem tanto de mim. Pode ser que um dia eu tenha que optar entre as 2 áreas, mas por hora, apesar do aperto de tempo, não abriria mão de nenhuma delas.


    O PROPAGADOR – O humor no meio gospel não é exatamente uma unanimidade. Como você lida com as críticas em relação às suas piadas?

    Eu entendo completamente a pessoa que rejeita o “humor gospel”. O Humor gospel começou em 2011 quando fiz meu primeiro vídeo destinado escancaradamente a esse público. A repercussão foi gigantesca, e as críticas também vieram. Mas hoje a esmagadora maioria já entendeu a proposta e até aceita. É incrível o número de emails e mensagens que recebo nas redes sociais de pessoas pedindo perdão, pois pensavam que o objetivo era um, mas perceberam que é outro. Mas é compreensível rejeitar esse tipo de humor… temos que saber que existem igrejas, famílias que vivem de uma forma extremamente conservadora, e talvez isso seja chocante demais para eles.


    O PROPAGADOR – Pra você, fazer humor gospel é mais fácil ou mais difícil que o convencional? Como fazer humor para cristãos em uma época em que a vulgaridade parece ter virado uma das peças fundamentais desse segmento?

    Eu faço os 2 tipos de humor. O canal youtube.com/JonNemer é de humor gospel. O canal youtube.com/Desconfinados é de humor convencional, um projeto que tenho em parceria com o Thiago Baldo, também dono do canal. O que é humor gospel? Humor com situações dos cristãos, igreja, brincando com seus costumes, vestimentas, vocabulário, etc. Já o canal Desconfinados é um canal de humor sem segmentação. Os temas tratados semanalmente são sobre TV, comercial, música, relacionamento, sexo, política, e as vezes religião. A diferença é que apesar de ser humor pra todos, não usamos as armas que todos usam para alcançá-los. Bom senso e valores pessoais ditam isso. Por isso não usamos palavrão em nossos vídeos.


    O PROPAGADOR – Uma pergunta que já se tornou recorrente para os humoristas é a respeito do limite do humor. No meio gospel, este limite, se de fato existe, é mais restrito? Até que ponto vale a pena ir em busca da risada?

    O limite do humor é subjetivo. Cada um tem um limite, nenhum limite é igual. O limite que uso, é o MEU limite, que talvez pra outra pessoa seja muito forte, e pra outra pessoa muito leve. Meu limite como disse na pergunta anterior está ligado ao Bom Senso e aos meus valores. O que falo dentro de casa, para meus pais, para meus amigos, eu falo nos vídeos.


    O PROPAGADOR – Alguma vez você já sentiu que ultrapassou os limites? Já se arrependeu de alguma piada feita?

    Não. Penso muito bem antes de gravar. Já deixei de gravar algo por achar que ultrapassaria os limites, mas se fiz, é porque foi muito bem pensado.


    O PROPAGADOR – Existe diferença na aceitação, ou mesmo não aceitação, em algum segmento religioso em relação ao seu humor?

    Não, recebo mensagens em meus vídeos de pessoas das mais diversas igrejas, seja pentecostais, tradicionais, neo pentecostais, etc. O humor tem um cunho pessoal, subjetivo. Não tem como delimitar por placas algo que seja tão íntimo.


    O PROPAGADOR – Nos seus vídeos, você faz críticas bem humoradas a certos vícios e características do meio religioso, como aos telepastores, comércio de oração e coisas do tipo. Além da comicidade natural das situações, você acha que seu humor pode servir para alertar as pessoas?

    O humor tem 2 características… Entreter e fazer refletir. Alguns vídeos são meramente entretenimento. Outros, são entretenimento, mas existe um claro objeto crítico que gera reflexão. Só reflexão, pesa, cansa. Só entretenimento, fica muito raso. É bom sempre haver um equilíbrio entre ambos elementos.


    O PROPAGADOR – Além de fazer seu stand up nas igrejas, você ainda prega ao final de suas apresentações. Você já recebeu testemunhos de pessoas que se converteram e tiveram a vida transformada por Deus nos seus shows? Pra você, qual a importância de usar o humor em prol do reino?

    O stand up é um projeto separado, que começou em dezembro de 2011 no Cruzeiro do Diante do Trono onde me apresentei 3 dias. O stand up geralmente é um meio de humor em que se usa muita apelação, palavras pesadas… Meu stand up tem um conteúdo 100% censura livre, pra toda família. Falo de tudo… cotidiano de uma pessoa comum, e cotidiano de coisas da igreja. O stand up tem 60 minutos e ao final deixo uma palavra de 20 minutos, que graças a Deus tem sido muito bem recebida. Creio que o humor tem esse poder, de trazer a confiança do ouvinte, você se torna íntimo dele, sem saber nada da vida dele. Ele confia em você, ouve com mais confiança. Igual um professor engraçado de uma matéria chata. O professor é engraçado, você começa a gostar mais da matéria, entende, aprende com mais facilidade. E o humor tem dado esses resultados nas igrejas. Esse ano tive praticamente todos finais de semana com agenda, sendo que em alguns finais de semana tive sexta, sábado e domingo em 3 estados diferentes. E ao final, não foram poucas igrejas que tivemos mais de 100 jovens à frente no apelo. Tem sido realmente uma estratégia muito edificante e frutífera, pois estamos falando a língua dos jovens.


    O PROPAGADOR – Você tem milhares de seguidores nas redes sociais, dois canais no YouTube, mais de 13 milhões de visualizações em seus vídeos, já participou de vários programas de televisão – além de alguns pedidos de casamento via facebook. Você se considera famoso? Como é sua relação com o público? Existe cobrança das pessoas em relação à sua vida ou comportamento?

    Me considero famoso? Que estranha essa pergunta… Prefiro ver o significado de fama que é “ser conhecido”. Na minha cidade sou um advogado famoso, pois temos bons êxitos em nosso escritório, com entrevistas para emissoras de TV por conta de ações ganhas etc. Um médico famoso, tem competência em seu proceder. Se você me considerar um “humorista” famoso, vou me sentir honrado, pois é sinal de que está sendo feito um bom trabalho e está havendo um reconhecimento. Mas pouquíssimas pessoas me conhecem, não sou famoso não rsss…


    O PROPAGADOR – Mesmo sabendo que o futuro está sob controle de Deus, como você se imagina daqui a cinco anos? Que sonhos você almeja realizar? Além dos palcos e internet, você pretende levar seus projetos humorísticos para outras plataformas?

    Como me imagino daqui a 5 anos? Prefiro continuar guardando isso só pra mim e pra Deus rsss… vamos marcar outra entrevista pra 2019 e saberemos como tudo estará rsss… Muito obrigado pela entrevista e pela paciência em ler tanto. Nunca se esqueçam que a marca do cristão é a alegria, e jamais a alegria pode ser confundida com pecado. Se alegrar é bom, fazer sorrir é bom, e tem como sermos pessoas alegres e vivermos em santidade. Um abraço e Deus abençoe a todos.


    Conheça mais sobre Jonathan Nemer

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  • Ser Ester – Somos Pó

    No salmo 103. 13-14, nós temos uma das mais belas afirmações da compreensão de Deus em relação à falibilidade e fragilidade humana: “Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem; pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó”.

    Deus, no alto de sua grandeza não tem problemas em se lembrar, compreender e nos fazer recordar o quanto somos pequenos e frágeis. Somos nós quem nos esquecemos disso.

    Deus se lembra que você é pó. É você quem se acha uma super heroína tentando controlar todas as variáveis da vida e se frustra por não conseguir.

    Deus se lembra que você é frágil. É você quem toma para si a prerrogativa da força e simplesmente não enxerga que não pode conseguir sozinha.

    Deus se lembra que você não pode controlar seu futuro. É você quem cisma em agir como se tudo no mundo fosse grandes partes de uma marionete gigante que se move à sua vontade, mas acaba se descobrindo embaraçada com as linhas de comando.

    Deus se lembra que Ele está pronto a se compadecer por um filho que O teme. É você quem acha que Ele está longe demais e ocupado demais para se preocupar com alguém como você.

    Deus se lembra que Ele é a rocha onde se pode depositar toda ansiedade. É você quem quer guardar sua ansiedade, a das suas amigas, da família e acaba descobrindo que simplesmente não sabe o que fazer com ela.

    Deus se lembra que é Ele quem cuida de nós. É você quem se acha tão grande e importante que quer até cuidar de Deus e ensina-lo de que Ele gosta ou precisa.

    A causa de grande parte de nossa ansiedade e insatisfação está na resistência em deixarmos Deus ser Deus nas nossas vidas e assumirmos que jamais seremos tão interessadas em nosso próprio bem estar quanto Ele.

    Sendo assim, Keep Calm and “Lance sobre Ele toda a vossa ansiedade porque Ele tem cuidado de vós” (I Pedro 5.7).

  • Ser Ester – Evolução capilar

    Olá esterzinhas! Após dois especiais com entrevistas, uma reflexão sobre o amor de Deus e uma resenha de filme, hoje nós vamos futilizar geral e falar sobre cabelos.

    Você certamente já reparou o quanto que algumas cantoras conhecidas gostam de mudar as madeixas, algumas vezes para melhor, outras para… ok, superem!

    Se você, assim como eu tem receio medo, pânico, pavor de mudanças radicais, venha conferir a evolução capilar de 4 belas mulheres. Quem sabe você não se anima, não é mesmo?

    Daniela Araújo

    A ideia deste tema veio justamente com a mais recente aventura capilar da Dani Araujo: sua inédita loirice. A morena Dani sempre conservou os fios em um comprimento próximo aos ombros, mas o formato do corte sempre mudou… e como! Antes do atual loiro assimétrico, a cantora usou por um tempo o Chanel assimétrico com uma lateral quase rente à nuca e a outra na abaixo da linha do queixo. Antes disso teve o polêmico corte com a lateral raspada, Chanel desfiado, médio repicado com franjinha.

    Dani Araujo

    Damares

    A paranaense Damares é a prova de que o cabelo muda a aparência de uma mulher. No início da carreira, a cantora usava cachinhos que pareciam modelados com os dedos. A evolução começou timidamente quando ela passou a usar a franja escovada, mantendo o restante do cabelo cacheado. O resultado foi… bem, sigamos em frente. Quando, enfim, decidiu alisar todo o cabelo e repicá-lo sutilmente, Damares mostrou definitivamente que é uma linda mulher. Hoje, quando aposta nos cachos, eles são frutos de modelador. Ela não mudou a cor, pouco alterou no comprimento, mas a evolução capilar da cantora é para ser aplaudida.

    Damares

    Ana Paula Valadão

    Os anos de carreira de Ana Paula Valadão à frente do Diante do Trono ficam claros quando vemos a evolução capilar da cantora. No início da carreira, no final dos anos 1990, Ana usava os cabelos longos escuros e cacheados ao natural. Nos anos seguintes, manteve o comprimento, teve poucas variações de cor, mas intercalando os longos cachos com períodos  de fios lisos. Após o nascimento de seu segundo filho, a cantora radicalizou e cortou os cabelos na altura da nuca. Esse período variou de um loiro duvidoso até um repicadinho despojado. Ana deixou os fios voltarem a crescer lisos e recentemente apostou em um loiro pérola.

    APV

    Marcela Taís

    Se tem uma alguém que se diverte com os cabelos é a Marcela Taís. Quando ganhou notoriedade no cenário musical, a cantora tinha os fios longos, pretos, desfiados e com franja. Depois, com os cabelos ainda compridos, Marcela repicou de deu mais volume ao topo da cabeça e deixou as pontas claras. Em seguida, ela chutou o balde e pintou os fios de pink. Entrando no processo de encurtamento dos fios, ela usou um médio desfiado com mechas loiras nas camadas de baixo dos cabelos, até que a moça radicalizou e apostou em um chanelzinho à moda dos anos 1920 com franjinha reta.

    Marcela

    E então meninas, curtiram essas evoluções? Temos muitos outros exemplos ainda. Quem sabe, futuramente, não teremos uma parte 2…

  • Ser Ester – Filme Deus não está morto

    Olá estersinhas! Hoje vamos falar de um tema inédito aqui na coluna: filmes.

    Não sou exatamente uma cinéfila, mas ao assistir Deus não está morto, senti vontade de compartilhar com vocês meu ponto de vista sobre o filme em uma tentativa de resenha, ou algo que se assemelhe a uma.

    Deus não está Morto estreou nos Estados Unidos em março e foi sucesso de bilheteria (saiba mais). Baseado no best-seller homônimo escrito por Rice Broocks (Editora Thomas Nelson), o filme chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 21 de agosto, com distribuição da Graça Filmes.

    Confira o trailer:

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=uRq_0-wqj10]

    Deus não Está Morto conta a história de Josh Wheaton (Shane Harper), um calouro na universidade que, logo na primeira aula de filosofia, é desafiado pelo professor ateu a provar a existência de Deus e convencer a turma de seu ponto de vista. Se falhar no desafio, está reprovado, se desistir, terá que atestar reconhecendo que Deus está morto. Inspirado pelo texto de Mateus 10. 32-33, Josh aceita o desafio, para desespero dos pais e da namorada.
    Com esse plano de fundo, diversas histórias de fé, ou da falta dela, vão se desenhando.

    Sendo este um filme cristão, e a julgar pelo título, ninguém pode me acusar de spolier se eu adiantar que, no final, Josh consegue convencer a classe da existência de Deus.

    PONTOS FRACOS: embora seja um filme comercial e feito para todo tipo de público, particularmente, eu esperava que houvesse mais cenas dos embates entre Josh e o Professor para aprofundar mais sobre o tema. Isso, no entanto, provavelmente deixaria a obra mais densa e menos digerível no sentido do entretenimento.

    Outro ponto que me incomodou um pouco foi a estereotipização do personagem interpretado por Kevin Sorbo, o Professor Radisson. A ideia do filme foi personificar o ateu ex-cristão, que normalmente é o mais contundente em sua falta de fé. O personagem é mostrado de forma arrogante e autoritária, o que pode incomodar um pouco especialmente os não cristãos. De fato, há alguns exageros de personalidade no personagem, mas isso pode ser relevado se levarmos em consideração que o filme se inspirou em relatos de dezenas de processos judiciais entre universidades e alunos cristãos, onde estes últimos foram condenados por causa de sua fé, demonstrando um viés intolerante de parte da academia com o pensamento religioso. Dessa forma, parece haver uma tentativa de condensar no Sr. Radisson as principais características dos professores envolvidos nesses processos, mas isso pode ter deixado o personagem um tanto caricato.

    PONTOS FORTES: Sim! A despeitos dos pontos fracos que eu identifiquei acima, o filme é ótimo e por isso que eu o estou indicando, oras.

    Pra mim, o grande trunfo de Deus não está morto é a ideia de levar as mensagens da fé cristã para o ambiente acadêmico. Os filmes cristãos geralmente são previsíveis e mostram a história de superação/conversão de alguém, mas esse ganha pontos por seu roteiro principal fugir desse lugar comum, embora as conversões aconteçam como testemunho do Evangelho salvador.

    A historia aborda um leque de personagens que retratam formas diferentes como as pessoas lidam com a fé. Tem aquele que vai até as últimas consequências para defender o que acredita, tem o que é cristão só até a página 2, tem aquele que abre mão da fé por um relacionamento, tem o frustrado com Deus, tem o que nunca se frustra e por aí vai. Cada personagem é o arquétipo de um comportamento. É impossível assistir ao filme e não ver sua fé representada em alguém ali.

    Outro ponto alto do filme é a trilha sonora, com especial para a icônica banda cristã australiana Newsboys que, além de interpretar “God is not dead”, a música tema da obra, ainda faz uma participação mais que especial no filme. Vale muito a pena ver Michael Tait, Jeff Frankestein, Duncan Phillips e Jody Davis cantando e atuando.

    Embora, como comentei anteriormente, o filme não se aprofunde muito nas discussões teórico filosóficas, ele é útil no sentido de deixar claro que é possível discutir, compreender e demonstrar os sinais da existência de Deus sem que seja necessário abrir mão da inteligência ou da razão. No contexto cristão, isso não é necessário, mas quem está ou já esteve na universidade, especialmente em um curso voltado às ciências humanas já deve ter perdido a conta de quantas vezes teve sua fé posta à prova.

    Além de conhecer o Deus no qual cremos, devemos estudar para estarmos preparadas para responder com mansidão e temor a qualquer que nos pedir a da esperança que há em nós (1 Pedro 3.15)

     

    Abraços e até a próxima!

  • Andrew Laureth lança novo álbum – Janelas da Alma

    O cantor e compositor independente Andrew Laureth lançou seu segundo álbum solo, intitulado Janelas da Alma. O projeto foi produzido pelo próprio cantor, e trabalhado em estúdios dentro e fora do Brasil. Foi finalizado nos Estados Unidos da America pelo produtor americano Michael Binder, conhecido por produzir cantores como Tyler Ward e Alex G; traz também a participação da banda italiana Lords em duas músicas.

    Segundo Andrew, o álbum apresenta poesias que expressam fé e esperança, numa sonoridade que mescla o pop rock contemporâneo com influências da música brasileira, rompendo barreiras religiosas.

    Anteriormente ao projeto solo, Andrew foi integrante das bandas Sexto Comando e A(L)TITUDE, nas quais lançou outros dois projetos. Andrew atua como músico profissional desde 2003, e já excursionou por vários países da Europa ao lado das bandas nas quais foi integrante.

    Para a promoção da obra, o cantor também divulgou a canção-título, que faz uma alusão do interior humano com a expressão dos olhos, sejam eles tristes ou alegres. Não deixe de conferir o primeiro single do projeto.

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=bzqhUelmV5E]

    Para conhecer mais sobre o trabalho de Andrew:

    Facebook: https://www.facebook.com/AndrewLaurethOfficial

    Email: andrewlaureth@gmail.com

    Fone: (27) 99618-6347