Surgido em São Paulo, o Katsbarnea foi uma das mais populares bandas de rock cristão, na ponta do movimento gospel.
Guia discográfico
O Som que Te Faz Girar (Independente/1988): Em processo de evolução, o Katsbarnea chegava mostrando um pouco do seu trabalho, que seria amadurecido no disco seguinte. (Nota: [usr 2.5])
Katsbarnea (New Voice/1990): Autointitulado, o disco seria o marco definidor da música do Katsbarnea: criativa, rica e com pitadas de humor. É algo, honestamente muito semelhante ao feito pela Blitz no início da década anterior, mas com a genialidade lírica de Brother Simion, a mente por trás de quase tudo. (Nota: [usr 4.5])
Cristo ou Barrabás (Gospel Records/1992): Praticamente transformado em um projeto de Estevam Hernandes, e produzido por Rick Bonadio, Cristo ou Barrabás não tem o mesmo brilho da obra anterior, mas mergulha em novos sons, como o hard rock e a surf music. (Nota: [usr 3])
Armagedon (Gospel Records/1995): Após ter trocado sua formação, o Katsbarnea deixou para trás suas veias funkeadas, cujo som explorava influências de soul e pop, e só se reencontrou no quarto álbum. Produzidos por Paulo Anhaia, o soberbo álbum é definido por seu forte teor experimental, e letras evangelísticas, mesclando humor, além de mensagens apocalípticas – algo que se tornaria recorrente nas composições de Simion. Apoiado pelo marcante baixo de Jadão e riffs de Déio Tambasco, Brother provou ser a alma da banda, escrevendo todas as letras, além de gravar os vocais, guitarra, harmônica, piano e teclado. (Nota: [usr 5])
10 Anos (Gospel Records/1998): Juntando músicas de três distintos álbuns, 10 Anos acaba escorregando em retratar a evolução da banda durante este período. (Nota: [usr 2])
Acústico – A Revolução Está de Volta (Gospel Records/2000): O melhor disco acústico já produzido no meio cristão, A Revolução Está de Volta resgata, suavemente, os arranjos vocais anteriores a 1991, canções brilhantes de Brother que, apesar de não ser gravadas pelo mítico ex-vocalista, ganham roupagens de respeito no comando de Paulinho Makuko. (Nota: [usr 4.5])
Profecia (Gospel Records/2002): Desnecessário, o disco não consegue convencer, trazendo novos arranjos acústicos para músicas da banda e da carreira solo de Simion. (Nota: [usr 2])
A Tinta de Deus (Gospel Records/2007): Talvez o único disco forte que a era Makuko trouxe, é um esforço muito admirável do grupo, sob a produção de Dudu Borges, que soube embelezar os riffs de guitarra de Déio Tambasco com seus pianos e hammonds. (Nota: [usr 4])
Ao Vivo (Independente/2009): Apresentando bem as músicas do outro disco e versões elétricas de sucessos da banda, Ao Vivo pode não lembrar o clássico Kats dos anos 90, mas mostra um grupo em completa forma em 2009. (Nota: [usr 3.5])
Eis que Estou à Porta e Bato (Independente/2013): Previsível, maçante e escancaradamente sem criatividade, o disco joga versos sem qualquer profundidade a uma sonoridade que em nada lembra a riqueza musical própria do Katsbarnea. (Nota: [usr 1.5])
Melhores músicas
A Tinta de Deus, Apocalipse Now, Do Céu, Extra, Grito de Katsbarnea, Invasão, Remédio pra Dormir, Revolução e Terra.
Notícias e matérias sobre o Katsbarnea
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