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  • Entrevista: Carlinhos Felix

    Carlinhos Felix, intérprete conceituado da música cristã nacional é o entrevistado de hoje no O Propagador. Iniciou sua carreira no final da década de 70, sendo integrante de duas bandas. A primeira, a Sinal Verde, que mais tarde lhe garantiu entrada no Rebanhão, onde permaneceu até 1991, atuando como guitarrista, violonista, compositor e vocalista. Do Rebanhão, em carreira solo até os dias de hoje, Carlinhos escreveu e gravou canções que hoje são clássicos, lançando álbuns por grandes gravadoras. Confira nossa conversa com o músico, que falou sobre carreira, influências musicais e a volta do Rebanhão.

    O PROPAGADOR – Em 2012, você estreou no cast da Sony Music e em seguida lançou “Lindo Senhor”. Agora, em 2014, você lança o single “Não posso me calar”. Fale um pouco sobre essa canção e o que ela representa para o momento atual de seu ministério.
    Ela é muito forte e eu acredito no que ela diz. É uma mensagem pra esses dias que estamos vivendo. Estou decidido a fazer com que minha música seja mais que uma simples canção, alguma coisa que venha trazer um impacto nas pessoas e em especial, nesta canção um impacto na Igreja de hoje. E aqui pra nós, ela tem uma melodia maravilhosa e um refrão forte.


    O PROPAGADOR – No álbum “Lindo Senhor”, você regravou Fruto Sagrado, Trazendo a Arca e uma composição de Janires gravada pela Banda Azul. Por que as escolheu para gravar?
    OK. Você está ligado! “Amor de Deus” gravei com o Fruto Sagrado em 1999, 2 dias antes de ir morar nos EUA. Me apaixonei por esta música. Aprendi a cantar dentro do estúdio de gravação, foi amor a primeira vista, por isso decidir por no repertório. “Marca da Promessa”, eu gostei tanto dela que fiz um arranjo alterando os acordes e com uma andamento um pouco mais pra frente. Cantei tanto que pedi permissão aos compositores para gravar e ter o registro dela com minha interpretação. É também uma letra que eu acredito, por isso coloquei no repertório. “Baião Eletrônico” é um clássico, se vocês observarem, fiz um arranjo caprichado, para uma música de alto nível.


    O PROPAGADOR – Considerando que sua carreira começou como baixista da banda Sinal Verde em meados de 1979, você completa 35 anos de carreira, um tempo muito considerável para um artista cristão. De lá pra cá, qual foi (e talvez ainda seja) seu maior desafio como cantor/músico?
    Você pegou pesado, sabe tudo! Meu desafio é manter minhas origens musicais, não me contaminar e guardar o meu coração de aborrecimentos, promessas não cumpridas e por ai vai… são muitas emoções. O mais DEUS tem me ajudado a vencer.


    O PROPAGADOR – Na época em que você começou, existiam poucos ou praticamente nenhum guitarrista cristão. Quais foram suas referências no instrumento naquela época?
    De guitarristas, George Benson, Steve Lukather, Paulinho Guitarra e Toney Fontes.


    O PROPAGADOR – Depois de vários anos morando na cidade de Vila Velha, você retorna ao Rio de Janeiro. Qual o motivo para esta mudança?
    Estar de volta à minha querida cidade e dos acontecimentos musicais, pelos meus filhos, e estar também num lugar mais central para me locomover. Meu volume de viagens é muito grande, o Rio me dá mais mobilidade.


    O PROPAGADOR – Seu último DVD lançado foi “Na Tua Sombra”, gravado no Olympia e lançado em 2005. Você pretende gravar algum DVD nos próximos anos?
    Sim. Já precisava gravar outro, mas ainda não foi possível. Sei que num futuro bem próximo estarei gravando.


    O PROPAGADOR – Em carreira solo, além de composições autorais, você gravou canções de vários compositores, com destaque a Jorge Guedes, Joran, Adson Sodré, além de Lucas Ribeiro e seu irmão Luciano Dewey, que tocaram contigo na Sinal Verde. Qual é o significado dessas parcerias pra você?
    São na maioria inesquecíveis amigos e que somaram e somam muito em minha vida. E o mais importante é que sei qual a fonte de inspiração.


    O PROPAGADOR – Com o Rebanhão, e fora do Rebanhão, você realizou feitos até então pouco comuns, como gravar com músicos fora do nicho cristão (como nos álbuns Pé na Estrada e Coisas da Vida). Você acredita que os músicos cristãos podem aprender algo com os do secular? Existe limite para essa interação gospel + secular?

    Isto é muito relativo, depende do nível de amizade. Os que gravei, todos foram meus amigos de dentro de casa, eles se sentiam bem comigo e minha música os confortavam. Eu orava com eles e pregava a palavra pra eles e eles ouviam, alguns aceitaram a JESUS. Os que não aceitaram ouviram e tem uma semente no coração. Todos são meus amigos e ainda nos encontramos.


    O PROPAGADOR – Em entrevista ao Super Gospel, no ano de 2003, você afirmou ter se assustado com muitos trabalhos, afirmando que estávamos atravessando um momento de pouca identidade. Após mais de dez anos, qual é a sua opinião sobre a música gospel hoje?
    Infelizmente continua ainda a mesma coisa. Muita influência de fora em tudo, nos arranjos, nos timbres, a nossa música perdeu muito, tem muita gente cantando igual, fazendo tudo igual, tem horas quem confundimos, como: quem é quem? A galera ficou preguiçosa pra escrever, pra fazerem melodias e de investirem em suas qualidades e talentos.


    O PROPAGADOR – Em janeiro de 2013, no seu aniversário, você cantou ao lado do tecladista Pedro Braconnot e do guitarrista Pablo Chies. Em 1995, você convidou o baixista Paulo Marotta pra cantar “Muro de Pedra” no disco “Nada a Perder”. Como é a relação entre você, Braconnot e Marotta, após tantos anos juntos?
    Somos eternos amigos. O mais legal foi esses dias ver meus filhos com os filhos do Pedro cantando e tocando violão lá em casa. Foi emocionante! O Paulinho está um pouco mais distante, no Pará. Mas também é uma festa quando nos encontramos. Eles são incríveis.


    O PROPAGADOR – A importância do Rebanhão foi ímpar na modernização da música cristã nacional. Após tantos anos e possibilidades de volta, vocês gravarão um DVD de 35 anos. Como se deu essa decisão entre vocês? Há novidades que público pode esperar dessa volta e que podem ser adiantados?
    Temos conversado muito sobre isso, de gravar um DVD de 35 anos, estamos ouvindo gravadoras, ouvido o pessoal que tem visitado o Facebook dando opiniões de lugares para gravarmos e repertórios. Estamos muito motivados. Se der certo vai ser legal. Tem agências de viagens querendo saber onde será, para fazer excursão, até para cruzeiro no ano que quem recebemos convite. Estamos orando e atentos aos sinais de DEUS para este projeto.


    O PROPAGADOR – Nesses 35 anos de carreira você viu o cenário gospel mudar diversas vezes. Considerando seu início, o que mais mudou? Você acha que evoluímos, regredimos ou ambos?
    Evoluímos é claro! “Mas uma coisa ainda falta”, isso te lembra algo? “Um bate papo” (Lucas 18:18)


    O PROPAGADOR – Você é parte viva da história da música cristã nacional. Você interpretou e compôs canções que são verdadeiros clássicos. Como é olhar pra trás e ver sua trajetória? O que mais te orgulha na história que você construiu?
    Não sou pretensioso a ponto de chegar a me orgulhar! Mas, fico feliz em saber que dei minha contribuição.


    O PROPAGADOR – No dia 14 de dezembro deste ano completam 30 anos da gravação de “Janires e Amigos”, que além de ser o primeiro álbum cristão gravado ao vivo é o último trabalho de Janires com o Rebanhão. Quais lembranças você tem desta gravação? Houve alguma grande dificuldade a enfrentar? Como foi para você a saída de Janires do grupo, visto que ele era o “mentor” do Rebanhão?
    Esta gravação foi muito legal e corajosa. Não esqueço: tudo engatilhado, mas deu certo, era tudo em cima de milagres. Ele saiu do Rebanhão para realizar um sonho. Foi para BH e ficar perto do pessoal da MPC. Sentimos muito, mas ele nos deixou preparados, para continuar o que ele começou. Aprendi muita coisa com ele, levei bem até onde pude, depois fui também atrás do meu sonho, onde estou até hoje, muito feliz com minha herança que é minha esposa, Pra. Adriana e nossos filhos, Rafael, Lucas e Davi Felix. Uma escola de louvor e adoração chamada Rios de Adoração com muitos alunos formados. E com uma alegria muito grande no coração toda vez que subo num púlpito para cantar ou pregar ou num palco pra fazer um show. “Não Posso Me Calar” porque é “Lindo Senhor”


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    Contato: agendacarlinhosfelix@yahoo.com.br

    Site: www.carlinhosfelix.com.br

  • Meu herói – Lauriete lança música em homenagem aos pais do Brasil

    Na manhã desta sexta-feira(08), a gravadora Visão Music divulgou, em seu canal no Youtube, o single “Meu Herói”, o qual é uma homenagem da cantora Lauriete ao seu pai, Joaquim, e a todos os pais do Brasil.
     
    O vídeo simples conta com fotos do arquivo da família e foi desenvolvido pelo admirador da cantora, Gilson Evangelista. As imagens que torna a canção muito mais emocionante foi trabalhada pela agência ME Designer e traz um aspecto retrô, retratando um pouco da trajetória de Lauriete junto ao seu Joaquim, um homem que nunca mediu esforços para realizar os sonhos da filha.
     
    Essa musica é o meu tributo, à essa pessoa maravilhosa e tão importante para mim, meu pai.” declara a cantora já no inicio da canção.
     
    Em todo o single, produzida por Léo Castro, é perceptível a emoção na voz de uma Lauriete que ama o pai e toda sua família. Assista, emocione-se e compartilhe:

  • Conectados no Amor – Isso é o lar

    O Sobrinho do Mago

    “Crescendo no solo de nosso mundo, muito longe da voz de Aslam e do ar novo de Nárnia, não deu frutos que fizessem reviver uma pessoa doente, como aconteceu com a mãe de Digory, embora suas maçãs fossem mais belas do que todas as outras da Inglaterra, incrivelmente salutares, mas não de todo mágicas.
    Mas dentro dela, na sua própria seiva, a árvore (por assim dizer) nunca se esqueceu da árvore de Nárnia à qual pertencera. Às vezes balançava-se misteriosamente, quando não havia vento soprando. Creio que nesses instantes havia altos ventos em Nárnia.” (C.S. Lewis)

    Árvores. Somos como umas árvores. Terrenas, passageiras, mas balançando por uma tempestade em outro lugar. Nossa árvore ainda sente as vibrações de onde ela veio, um lugar onde ela ainda não conhece, mas recebe vislumbres desse lugar daqui da terra. E assim, como um ferro atraído pelo imã, a árvore é atraída pela sua origem. Mesmo desgastada pelas tempestades, ela tem dentro de si a seiva de outro lugar que a faz ter esperança de que um dia possa retornar a sua semente original.

    Assim somos. Árvores normais, mesmo troncos que todas as outras, mas na raiz, a vida transborda. Damos frutos mais belos, orgânicos, puros, não frutos que mal conhecemos sua composição. E exultamos com a esperança de poder voltar para o Lar.

    Somos árvores de outro lugar. Não sabemos onde é, onde está, mas iremos para lá. O atemporal, o todo, o absoluto, o eterno se encontra nesse lugar, que é inimaginável, mas vislumbrado e admirado. A terra é um símbolo desse lugar.

    Se nossos galhos perdem as folhas, se tempestades quebram nossos ramos, uma bela árvore está plantada no profundo de nosso ser, invisível, como o Criador é invisível, iluminada, que dá frutos poderosos. Um dia, as aparências, os símbolos vão desaparecer, e o que é real virá. Se formos plantados em outro lugar, nosso ser tem no que exultar. Seremos o que somos interiormente.

    Enquanto as aparências não caem, estamos caminhando para o Lar, de encontro ao Criador. Temos a eternidade plantada em nossos corações e é por isso que vivemos. E cada segundo, cada dia que vivemos, é algo que coloca-nos mais perto da eternidade.

    This Is Home

    Estive na busca

    Para um lugar só meu

    Agora eu achei

    Talvez seja este o lar

    Sim este é o lar

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=IGs7hHce6Qw]

  • Anderson Freire grava primeiro DVD da carreira em São Gonçalo

    Gravação do DVD Essência reúne multidão e conta com participações especiais de Bruna Karla, Gisele Nascimento e Fernanda Brum

    Uma noite para ficar na história! Foi assim a gravação do DVD Essência, de Anderson Freire, o primeiro pela MK Music, nesta quinta-feira (31). E a estreia foi surpreendente. Uma multidão de admiradores se formou desde a entrada na casa de shows I9 em São Gonçalo (RJ). Louvor, adoração, participações especiais e surpresas marcaram este momento e o ministério do cantor.

    O palco montado, luzes, efeitos, tecnologia e muita dedicação para a grande noite. Uma fila imensa na entrada do local. faixas, camisas personalizadas demonstravam a expectativa e carinho. Os portões abriram para receber o público, que aguardava ansiosamente por Anderson Freire.

    A diretora artística da gravadora, Marina de Oliveira, deu boas-vindas e compartilhou como estava sendo especial para MK Music realizar este projeto. “Esta noite será muito especial para todos. Agradecemos ao Senhor por permitir idealizar e realizar este DVD, o primeiro de Anderson Freire, que é servo fiel e muito admirado. Obrigada pela presença de cada um!”, agradeceu Marina de Oliveira anunciando as atrações.

    O pastor e líder da igreja que Anderson e sua família congregam (Igreja Metodista Wesleyana), Jorge Camargo, veio de Cachoeiro de Itapemirim (ES) especialmente para o evento e intercedeu pela vida de todos no início do show. “Que o Senhor derrame sobre cada um chuva de poder e continue a abençoar a vida, família e ministério de Anderson Freire”.

    Anderson Freire subiu ao palco levantando o público com a canção “Efésios 6”. Um momento de arrepiar. O cantor interagiu com todos e formou um lindo coral. E assim aconteceu em cada louvor. A alegria e emoção tomaram conta de Anderson. “Vamos exaltar o nome do Senhor neste lugar. A honra e glória sejam dadas somente a Ele”, disse o músico.

    A primeira participação especial foi Bruna Karla dividiu a canção “Identidade”. Os cantores declararam  que somos servos de Deus sob qualquer circunstância. “Cantar ao lado do Anderson é sempre uma honra. Ele é especial para mim, pro meu ministério. Estou muito feliz, emocionada e grata ao Senhor por este momento”, ressaltou Bruna.

    Anderson relembrou sucessos com um medley, voz e violão. O público acompanhou e uníssono cantou as músicas. Após algumas apresentações, Fernanda Brum também subiu ao palco para cantar ao lado dele “Não é Tarde”. Os dois levaram milhares de pessoas às lágrimas pela mensagem de fé e esperança.

    “O Anderson é um cantor e compositor maravilhoso. Suas canções trazem mensagens fortes, marcantes e com “Não é Tarde” não foi diferente. Amei participar deste DVD. O Senhor honra os Seus e tem demonstrado isto na vida do Anderson e em seu ministério”, frisou Fernanda.

    Família e amigos estiveram presentes nesta grande noite. Em especial, D. Luíza, mãe de Anderson Freire. E para surpresa de todos, ela também cantou! Mãe e filho dividiram o palco, a emoção e muitas lembranças na canção “Recordações/ Estou Contigo” (faixa do CD Mãeeuteamo.com 5). Um momento ímpar e inesquecível. Os irmãos também cantaram ao lado do compositor. O louvor escolhido foi “Primeira Essência”, com muitos aplausos e muitas lágrimas.

    Gisele Nascimento foi recebida por Anderson Freire na grande noite. Os cantores adoraram ao som de “Mapa do Tesouro”. E ministraram, através de lindos versos, sobre a vida de cada um. “Estou extasiada com tudo o que presenciei aqui! O Anderson é um homem de Deus, que não perdeu sua essência… A gravação deste DVD é o reconhecimento por tantos anos dedicados a Palavra. Ele merece este momento e outros tão especiais que ainda estão por vir”, enfatizou Gisele.

    Anderson Freire convidou a o deputado Arolde de Oliveira e a presidente da MK Music, Yvelise de Oliveira, para agradecer por tudo. “Quero agradecer primeiramente a Deus por esta noite. Ele permitiu tudo isso e serei eternamente grato. Sou agradecido ao deputado Arolde de Oliveira e D. Yvelise de Oliveira por acreditarem em mim desde o início. Eles foram e continuam sendo canais de bênçãos sobre minha vida, família e ministério. Não tenho palavras para expressar este momento. Só tenho que agradecer por tudo o que fizeram e fazem por mim”, disse emocionado o cantor.

    Em seguida, o cantor chamou sua esposa Raquel e seu filho Gustavo. Um buquê também foi entrega à ela. Todos puderam conhecer a linda família. “Esta é a minha família. Meu presente enviado por Deus. Amo minha esposa e meu filho. Em todos os momentos eles estão ao meu lado. Me apoiando, confortando… Sou privilegiado por estas bênçãos. O Senhor é maravilhoso”. Anderson encerrou com “A Igreja Vem”. E fez o público adorar e declarar a falência do inimigo!

    Luz, palco, músicos e público impecáveis! Uma noite inesquecível. Surpreendente. Cheia da presença e unção de Deus. A gravação do DVD Essência marcou vidas, momentos, e principalmente, o ministério do cantor Anderson Freire.

  • Marquinhos Gomes participa do Programa Raul Gil

    Participação do cantor no programa vai ao ar no próximo dia 16, a partir das 14h15 pelo SBT.

    Com vasta experiência no meio musical, fruto de uma carreira sólida iniciada nos anos 80 com o grupo Altos Louvores. Em carreira solo há quase 20 anos, Marquinhos Gomes coleciona diversos sucessos de repercussão nacional. Seu ultimo CD inédito foi lançado em 2010. Trata-se do disco “Ele não desiste de você”, um projeto bem sucedido e que rendeu ao cantor Discos de Ouro e Platina e indicações ao Troféu Promessas, dentre elas, a de música do ano com o sucesso “Não morrerei”.

    Em 2012 Marquinhos Gomes lançou o DVD Ele Não Desiste de você que contou com participações especiais de diversos artistas como Jozyanne que cantou ao lado de Marquinhos Gomes no antigo Altos Louvores, Jessyca e sua filha Gabriela Gomes que demonstra ter herdado o talento do pai para a música.

    No programa Raul Gil, Marquinhos apresentou alguns hits de sua carreira que conquistaram o Brasil e aproveitou pra conversar com o apresentador sobre sua carreira. O programa Raul Gil é referência na televisão brasileira e representa uma das audiências mais expressivas na grade de programação do SBT, recebendo sempre os maiores nomes da música nacional.

  • Rocklogia – Mais Doce que o Mel

    A década de 80 chegou!

    Depois que Pedro Braconnot e Janires passaram a andar juntos (leia o post sobre a conversão de Janires), compartilhar da fé e fundarem o Rebanhão, era momento de encontrar mais músicos que abraçassem a causa. Os dois assistiram um ensaio de três músicos, nos quais foram convidados a entrar no grupo. Dois deles entraram: Paulo Marotta, filho de um presbítero da igreja e baixista, e o baterista Kandell. Um percussionista chamado Zé Alberto também integrou a primeira formação. Faltava um guitarrista, e Janires encontrou-o dentro da Sinal Verde, que como possuía dois baixistas, teve Carlinhos Felix disponível para atuar nas guitarras do Rebanhão. Entretanto, apesar de Carlinhos ter disponibilidade para a banda, não possuía muita experiência com solos, mas com bases. Janires sentiu em necessidade em chamar mais um guitarrista, convidando Elmar Gueiros. Elmar trabalhava na época, e mesmo pela pouca disponibilidade aceitou, mas não ficou muito tempo com o grupo.

    Acabou que a formação ficou assim mesmo, e em meados de 1980 na preparação de um álbum. Janires, como anteriormente tinha um vasto repertório. Além das músicas de seu cassete, tinha outras composições ainda não gravadas, nas quais optou para o futuro álbum. Carlinhos Felix também tinha outras composições, e Pedro Braconnot uma, escrita após sua conversão. A união deste repertório gerou “Mais Doce que o Mel”, um álbum predominantemente de rock progressivo, com influências do tropicalismo.

    Rebanhão - Janires - Fita Cassete - 1979

    Cassete “Rebanhão”, projeto de Janires em 1979 antes de se mudar para o Rio de Janeiro. (Fonte: Rebanhão)

    Apesar da Comunidade S8, Cantores de Cristo e da Sinal Verde, além de outros músicos e bandas menos reconhecidos já terem lançado algum material de rock anteriormente, nenhum projeto é tão divisor de águas quanto o álbum de estreia do Rebanhão. Além de ser revolucionário pela sonoridade, Mais Doce que o Mel inova nas letras e na estética. A capa da obra foi escandalosamente polêmica, pela foto de Janires de camisa aberta, tendo que ser ‘censurada’ e relançada com modificações na parte gráfica. Dez canções, maior parte de rock, mas curiosamente um baião torna-se a canção que melhor representaria a veia do grupo: misturar cristianismo com crítica social. Vaias em apresentações, boicotes, nada disso adiantou para que o grupo parasse – muito pelo contrário – fez que o álbum, lançado por uma pequena gravadora e sem expectativas batesse o recorde de vender mais de cento e cinquenta mil cópias, fato mencionado até por revistas de fora do nicho cristão, como a Veja. O conjunto fazia um enorme sucesso dentre a juventude, fato que impulsionou os boatos de satanismo contidos nas letras. A canção “Baião” foi regravada várias vezes, sendo a versão mais recente de Paulo César Baruk.

    “Casinha”, também de Janires foi outra canção de destaque no projeto. Um choro, a abordagem é descritiva de uma cidade, que em seus primeiros versos transmite uma imagem de beleza. Entretanto, a realidade daquele lugar é tratada na segunda estrofe, dando ar a mensagem de uma nova humanidade que Jesus deu como exemplo em sua caminhada pela Terra, até sua morte e ressurreição dada na terceira parte. O cantor disse, numa gravação em bootleg de 1987 que a música surgiu num dos piores momentos de sua vida, em que faltavam recursos para tudo, e decidiu escrever sobre todas as realidades que conhecia, incluindo a principal de todas elas, a vida eterna. “Salas de Jantar”, uma das canções do pot-pourri do álbum faz parte do momento mais ‘pesado’ do álbum, com o músico criticando o extenso pessimismo divulgado pela mídia, e o individualismo das pessoas. A canção teria alguma referência à “Panis Et Circenses”, do Mutantes?

    As composições de Carlinhos são o ponto de menor destaque do repertório, mas nem por isso deixam de serem canções que fogem do patamar comum. “Tudo Passa”, sobre a soberania de Deus sob o tempo e as ilusões do mundo. “Passageiro” a respeito da nossa peregrinação sobre a Terra, “Monte” para a onipresença dEle em nossas vidas. “Refúgio”, de Pedro Braconnot é uma das melhores baladas do Rebanhão, e possui também um de seus solos de guitarra mais brilhantes.

    Álbuns posteriores mostraram grande amadurecimento musical do Rebanhão, mas nenhum foi tão ‘chocante’ e revolucionário quanto Mais Doce que o Mel.

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    O baixista do Rebanhão, Paulo Marotta, juntamente com o músico Erlon Lemos interpretam Casinha.

  • TOP10 – covers gospel e regravações

    Mais legal do que ouvir um bom sucesso é achar uma versão melhorada de tal música. Assim como é comum no meio secular, temos várias canções da categoria no âmbito cristão. Existem artistas que cedem composições para outros músicos, e logo depois gravam a mesma faixa em sua carreira. Outros prestam tributo a nomes que fortemente contribuíram na construção da modernização na qual a música cristã vivenciou. Aqui, trazemos dez ótimos covers gospel de canções que foram sucesso no meio evangélico.

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    “Aguenta Firme” – Voices (Ludmila Ferber)

    Ludmila Ferber, em sua carreira sempre gostou de produzir canções sobre superação em meio a dificuldades. A frase “Não desista!” tornou-se um bordão da cantora, e “Aguenta Firme” é uma dessas canções. Registrada no álbum Coragem, quinto título da série Adoração Profética, foi regravada pelo grupo Voices em seu álbum de despedida, Voices para Sempre. Hoje, a canção é bem mais conhecida na voz do supergrupo, até ganhando premiação no Troféu Promessas com seu clipe. (2012)

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    “Jerusalém e Eu” – David Cerqueira (Denise Cerqueira)

    Mais do que um filho de uma cantora famosa, David Cerqueira conquistou seu espaço no meio cristão por méritos próprios, sendo compositor, ex-vocalista do Toque no Altar, designer conceituado e uma carreira solo que abrange quatro álbuns. Cristina Mel também a gravou, mas o melhor registro de “Jerusalém e Eu” é de David, que deu destaque a leveza da canção e a interpretou muito bem. (2012)

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    “Promessa” – Anderson Freire (Marco Aurélio)

    Anderson Freire possui uma enorme lista de canções gravadas por uma série de artistas. Mas “Promessa”, também conhecida como “Vou Voar”, foi gravada e escrita anteriormente por Marco Aurélio em seu álbum Reflexão, e Freire trouxe para a sua carreira. Enquanto a versão de Marco, apesar de modesta conter elaborada interpretação, Freire aposta mais nos arranjos e na participação de Wilian Nascimento nos vocais. (2014)

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    “Primeira Essência” – Aline Barros (Anderson Freire)

    “Primeira Essência” foi gravada, inicialmente no álbum Identidade, de Anderson Freire. No mesmo ano, Aline a lançou em Extraordinário Amor de Deus, sendo uma das canções de maior sucesso do projeto. A leveza de sua interpretação e o feeling do arranjo, com execução instrumental colaborada pelos integrantes do Roupa Nova garantiu, sem dúvida o êxito da versão. (2010)

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    Autor da Minha Fé – Cristina Mel (Logos)

    O Grupo Logos é, sem dúvida um dos maiores influenciadores da música cristã nos anos 80. As composições do Pr. Paulo César são até hoje lembradas e cantadas por várias igrejas. “Autor da Minha Fé” é um de seus principais hits, e também foi regravada por Carlinhos Felix e Paulo César Baruk.

    Já Cristina Mel surgiu no início do movimento gospel, e sem dúvida é a cantora cristã com a melhor voz e desempenho vocal. Em seu álbum Eternamente faz uma versão impressionante de “Autor da Minha Fé”, com arranjos de cordas e metais. Sem a menor dúvida, a versão uniu o bom com o agradável. (2002)

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    “Palácios” – Fernanda Brum (Rebanhão)

    “Palácios” foi o último grande sucesso do Rebanhão e ficou por muitos anos no set list de shows da banda. Foi sua época de grande auge, com o lançamento do álbum Princípio, que influenciou toda uma geração, embora Pedro Braconnot tenha declarado que a escreveu a canção anos antes e teve receio de gravar. A composição volta com o lado crítico que o Rebanhão apresentava lá no início de sua história com Janires, mas desta vez com o tecladista e compositor Braconnot à frente. Carlinhos Felix, o ex-guitarrista da banda a regravou em 1996.

    A amizade entre Pedro Braconnot e Emerson Pinheiro, marido de Fernanda Brum é antiga, e em homenagem ao Rebanhão e seu compositor, a cantora, com seu marido apresentaram uma nova roupagem de “Palácios” no álbum Glória in Rio. Sem dúvida, Pedro, que estava no show se orgulhou da regravação. (2011)

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    “Aos Pés da Cruz” – Oficina G3 (Kleber Lucas)

    Admiradores declarados do cantor, a banda apresentava uma versão de “Aos Pés da Cruz” há uns anos, mas a banda decidiu registrá-la no álbum Histórias e Bicicletas. O grande hit de Kleber Lucas, sem dúvida recebeu uma roupagem extremamente diferente e trabalhada, já que o registro original contava com a presença de um sax e efeitos de sintetizadores.

    Por outro lado, a versão da Oficina G3 apostou em transformá-la em uma balada de metal, destacando-se, como sempre na execução instrumental do guitarrista e líder do grupo, Juninho Afram. Graças a esta regravação, “Aos Pés da Cruz” voltou a ser tocada em igrejas no geral. (2013)

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    “Apocalipse Now” – Resgate (Katsbarnea)

    Escrita pelo cantor Brother Simion com Estevam Hernandes e lançado no álbum Cristo ou Barrabás do Katsbarnea, “Apocalipse Now” é um dos clássicos da banda, e também uma das melhores canções sobre arrebatamento já apresentadas no meio cristão. Sendo Simion pai da segunda geração do rock cristão surgido no movimento gospel, a canção tem toda aquela atmosfera experimental que marca sua carreira.

    Quase 15 anos depois, o Resgate a regrava com novos arranjos no álbum Até eu Envelhecer. A banda, durante muito tempo dividiu espaço com o Kats, e a escolha não poderia ser melhor. O tecladista Dudu Borges utilizou-se de execuções dramáticas, e os guitarristas Zé Bruno e Hamilton fazem dois ótimos solos de guitarra. Para completar, um arranjo de cordas para embelezar um dos melhores covers gospel desta lista. (2006)

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    “Marca da Promessa” – Carlinhos Felix (Trazendo a Arca)

    Carlinhos Felix, além de várias vezes homenageado é um exímio prestador de tributos. Somente em seu último álbum Lindo Senhor, foram três: um ao Fruto Sagrado, outro à Banda Azul, último projeto de Janires em vida e por fim uma versão alternativa do sucesso “Marca da Promessa”, do Trazendo a Arca. A própria banda fluminense possui duas versões da canção. Uma, mais lenta na voz de Davi Sacer e a agitada, com Luiz Arcanjo.

    Carlinhos Felix deu tons de tropicália na canção, e uma introdução com um arranjo vocal. De início, nem dá pistas que qual canção se trata, mas quando revelada, o público vai a delírio. Excelente versão. (2012)

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    “Sobre as Águas” – Trazendo a Arca (Soraya Moraes)

    A canção é de autoria de Luiz Arcanjo, Davi Sacer e Ronald Fonseca, mas os artistas cederam a composição para Soraya Moraes gravar em seu projeto Promessa. Na mesma época, a banda deu “Caminho de Milagres” para Aline Barros (que participou na composição) e também “Na Corte do Egito” e “Aos Teus Pés” para Fernanda Brum. Mas, de todas, a versão mais bem trabalhada pelo grupo foi “Sobre as Águas”.

    A versão do Trazendo a Arca é tão superior a original que muitos a desconhecem como versão, e hoje é um dos maiores clássicos na voz do grupo. Ronald Fonseca, autor do arranjo investiu nos violões e cordas. Davi e Verônica Sacer cantam juntos. (2007)

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    Este foi nosso TOP10 de covers gospel. Lembra-se de mais algum que não esteve na lista? Comente!

  • Para refletir – Guerra interior

    Mundo caótico, individualista, no qual grande parte das pessoas são motivadas a vencer pisando nos outros. É neste ambiente que muitos assustadoramente gostam de viver. Talvez, por um sentimento de pertencimento, ou a falta de noção ampla do que vivemos. Se não pertencemos a este lugar, por que o amamos tanto?

    Existem muitas pessoas não cristãs que, pelo fato de não se encaixarem neste ambiente hostil perderam o sentido da vida. Além do externo, existe um imenso conflito interno que “desconserta” os indivíduos. É por conta disso que milhões de pessoas tem procurado ajuda psicológica na tentativa de se adaptarem a este espaço monstruoso no qual, de forma alguma podemos nos esquecer de que construímos.

    Para piorar, a cultura da autoajuda influenciou-nos a crer que nossas forças pessoais são o suficiente para vencer os problemas da vida. É, também por isso que existem tantas pessoas frustradas, lutando contra suas fraquezas, andando em círculos. E, quando não se vence, a primeira alternativa que resta é de engolir o imenso imbróglio e conformar-se, alegando que seu problema é algo normal, e que isto é parte de si ou que é algo passageiro.

    Será que, a maioria destas pessoas não se perguntaram o porquê de viver esta vida medíocre? Onde estão nossas bases e referências? Quando a vida perde o sentido, o primeiro pensamento no qual temos é de procuramos uma nova razão para seguir. Algo mais intenso e duradouro. E, de pouco a pouco vamos tendo novos momentos. Quando isso não acontece, a frustração acusa: “Você caiu outra vez.”

    Os que creem em um Deus que, além de criador é um pai sabem onde afogar os maus sentimentos. Não é um papai noel, ou um mero seguro de vida para o incerto lado obscuro da morte. É Alguém que sonda nossos corações e conhece os sentimentos como ninguém. É com Ele que vemos que não somos independentes.

    A paz que Jesus dá ninguém neste mundo dará. Ademais, a única coisa que este mundo é capaz de mudar são as ações, mas Deus vai mais fundo e trata os corações.

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  • Andrew Laureth lança novo álbum – Janelas da Alma

    O cantor e compositor independente Andrew Laureth lançou seu segundo álbum solo, intitulado Janelas da Alma. O projeto foi produzido pelo próprio cantor, e trabalhado em estúdios dentro e fora do Brasil. Foi finalizado nos Estados Unidos da America pelo produtor americano Michael Binder, conhecido por produzir cantores como Tyler Ward e Alex G; traz também a participação da banda italiana Lords em duas músicas.

    Segundo Andrew, o álbum apresenta poesias que expressam fé e esperança, numa sonoridade que mescla o pop rock contemporâneo com influências da música brasileira, rompendo barreiras religiosas.

    Anteriormente ao projeto solo, Andrew foi integrante das bandas Sexto Comando e A(L)TITUDE, nas quais lançou outros dois projetos. Andrew atua como músico profissional desde 2003, e já excursionou por vários países da Europa ao lado das bandas nas quais foi integrante.

    Para a promoção da obra, o cantor também divulgou a canção-título, que faz uma alusão do interior humano com a expressão dos olhos, sejam eles tristes ou alegres. Não deixe de conferir o primeiro single do projeto.

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=bzqhUelmV5E]

    Para conhecer mais sobre o trabalho de Andrew:

    Facebook: https://www.facebook.com/AndrewLaurethOfficial

    Email: andrewlaureth@gmail.com

    Fone: (27) 99618-6347

  • Ministério LC21 lança clipe da canção Pela graça me Salvou

    O LC21 lançou seu mais novo videoclipe: “Pela Graça Me Salvou”. O clipe traz cenas fortes gravadas na Cracolandia (RJ) e no Abrigo Arco Iris (RJ), mostrando uma parte trabalho social e missionário que o casal Pr. Artur Filho e Renata Ramos vem realizando.

    Gravado em parceria com a ONG “Outra Vida” e com o apoio da Igreja Presbiteriana Betânia de Icaraí, a direção do vídeo ficou por conta de Lenito Maia (Marsupial Filmes) e toda produção executiva sob a responsabilidade de Armando Louder (AVW Comunicação).

    Sobre o LC 21

    O LC21 é um ministério de adoração cristã, que tem a missão de levar o evangelho através de uma música de qualidade e conteúdo sólido, apresentando a Jesus da melhor forma possível, para que novos adoradores sejam gerados e avivados na Igreja de Cristo.

    O nome do ministério baseia-se nos primeiros versos de Lucas 21, que narram a oferta da viúva pobre, que entregou ao Senhor as duas únicas moedas que possuía. Assim se inicia a trajetória do LC21, com o objetivo de levar esse desafio de entrega total a Deus através da Adoração. Um ministério de Louvor nascido em 2009 na Igreja Presbiteriana do Cachambi – RJ, liderado pelo Pr. Artur Filho e sua esposa Renata Ramos.

     Confira o videoclipe: