Não sei se você já percebeu, mas diariamente somos sujeitos ao erro. Erramos as vezes por muito pouco. Até poderíamos ter evitado, mas a preciptação foi maior. Um dia desses percebi isto na prática: após passar dias e mais dias focado, um simples discuido me fez tropeçar e perder todo o controle da situação (que já não era grandes coisas). Este é o meu último post de 2014 no O Propagador. Entrei para este time ainda neste ano, e sei o quanto ainda preciso aprender com essas pessoas brilhantes que compõem o site. E eu havia prometido para mim mesmo que, neste fim de ano não iria escrever nada relacionado ao tema, porém, como luto todos os dias contra mim para ser um cristão mais tolerante e um homem segundo a vontade de Deus, resolvi colocar minha visão inversa que tenho sobre o fim do ano.
A famosa e conceituada emissora de TV Rede Globo, costuma repetir em todos os dezembros, uma musiquinha mais ou menos assim:
“Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou, nesses novos dias, as alegrias, serão de todos, é só querer, todos os nossos sonhos serão verdade, o futuro já começou“.
Através deste trecho, faço 2 análises sobre o fim do ano:
1º) Como Cazuza já dizia: “o tempo não para”, e esta música cela isto, pois diz “de um novo tempo que começou”, o que me leva a entender é que o tempo passa muito rápido e as vezes nem dá tempo para tentarmos consertar algo aqui, outro ali. Assim, o fim de ano é apenas um fim de ano, pois um novo tempo já começou, assim como começa todas as zero horas de cada dia;
2º) “as alegrias, serão de todos, é só querer”. Daqui acho que já dá para o caro leitor deixar a paranoia de querer fazer “milagrosas” promessas para um novo ano pois acredita que será melhor que o ano que está findando. As alegrias serão de todos, basta você querer. Então deduzo que, o espaço-tempo não determina felicidade-tristeza, pois somos nós que fazemos as escolhas.
E por que estou falando tudo isto? Qual o fundamento e objetivo?
Em Provérbios 12, temos uma pequena aula de como deixarmos de querermos ser “donos do próprio nariz”, de como abandonarmos nossas tolices e de como podemos ser sábios. Estou escrevendo tudo isto para tentar ser útil a sua vida o mais básico, porém eficiente. E o fundamento de tudo isto é unicamente a graça de Deus a qual me permitiu escrever isto e permitiu você ler. Que tal neste fim de ano, ao invés de prometermos parar de dar dor de cabeça para as mães, por que não nos esforçamos para ser motivos de orgulho? Por que ao invés de comprar o presente mais caro para a família toda, não damos um abraço a todos eles e fazemos uma fogueira e viramos a noite conversando? Por que ao invés de um bom vinho, não brindamos o adeus do nosso erro? É isto que o Um Brinde te proporciona hoje: que você repense o seu natal e fim de ano, em um jeito de mandar todos os teus vícios e defeitos banais irem embora. E proponho também cantarmos uma música diferente neste período… até breve!

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