Uma guerra é o que todos nós queremos evitar. A paz é um momento a qual toda pessoa quer prolongar, até que passa, e na hora da angústia, os tempos pacíficos são como lembranças de outro mundo. Na vida, tudo é passageiro, porém queremos evitar essas mudanças a todo custo. A vida machuca todo mundo. E com o tempo, não resta super homens lutando por suas glórias, no entanto humanos fracos e dependentes. Sobre o que está apoiado nosso orgulho? Em nossos feitos?
Às vezes, parece que o cristianismo cria indivíduos egocêntricos, que acham que são os poderosos na terra, gente que pode julgar os outros e se considerar como perfeitos. Como dói encontrar semideuses na igreja, e não vidas cansadas, decepcionadas, magoadas com o mundo.
O Reino de Deus não é o lugar para orgulhosos, que fingem ser boas pessoas, cheios de currículos e títulos, mas de indivíduos que reconheçam o que são, suas máscaras, porém o mais importante, é de pessoas que buscam mudar o próprio coração, antes de desejarem mudar as atitudes.
Estamos criando lobos, autoritários, egocêntricos, hipócritas, fariseus, e o ainda pior, estamos gerando pessoas machucadas, feridas, ovelhas perdidas, que anseiam por um bom pastor.
Até quando, até quando?
“Somos uma bela decepção
Dolorosamente inseguros
A igreja dos marginalizados
Dos perdedores, dos pecadores,
Dos falhos e dos tolos…
Que bela decepção
Somos sal na ferida?
Hei, vamos cantar uma harmonia verdadeira!”
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