Categoria: Um Brinde

  • Um Brinde – Quando vou parar de falhar?

    Um Brinde – Quando vou parar de falhar?

    Talvez a resposta seja “nunca!”. Mas isto não significa que posso ser um falho menos falho. Contraditório né!? Calma. Vou explicando aos poucos, mas não se anime, pois minha falha pode não deixar que eu consiga explicar.

    As vezes pensamos e até nos exaltamos dizendo que estamos e somos fortes. Mas e aí que está o problema: quando penso que estou forte, fraco estou. Certo que o poder de Deus se aperfeiçoa em nossa fraqueza. Porém, como entender isso? Deus é Pai, como um ótimo pai, sabe muito bem das fraquezas de seus filhos. Ele conhece bem cada vacilo que cometemos e vai nos corrigindo na medida em que possamos suportar. Mas como todo pai, Ele deseja que não falhamos mais. E aí que eu começo a desenvolver a explicação que falei no início: somos falhos pela natureza humana, por sermos pecadores, mas essa fraqueza pode ser natural. Já somos falhos e fracos, não precisamos forçar mais a barra e falhar por desejo e/ou planejado…

    Se fosse outro texto e em outra ocasião, iria pedir para brindarmos as nossas falhas, mas hoje convido o caro leitor a brindarmos nossos esforços para tentarmos ser um filho melhor desse Pai tão lindo e misericordioso! Vamos ouvir uma música?

  • Um Brinde – Qual a sua linguagem?

    Um Brinde – Qual a sua linguagem?

    Estou tão cansado de ser eu. O ‘eu’ meu, não tem o mesmo Seu que eu queria que vivesse em mim.” – É legal quando um trecho poético desses toca o nosso coração. Diariamente sou agraciado com traduções de músicas em inglês que são verdadeiras poesias, e nesse delírio, já até passou pela minha cabeça a ideia de compor em inglês. Em Atos 2 lemos a descida do Espírito Santo e que os fiéis falaram em outras línguas. E analisando este texto, e mais após assistir a ministração do Rodolfo Abrantes, entendo que nós temos uma linguagem: seja ela usada para benefício ou condenação, ela tem uma função, basta encontrar-mos seu sentido. Como cantor, compositor, crítico musical, escritor e blogueiro, uso diversas linguagens para alcançar um determinado público: como vocalista da banda Volta&Meia, procuro atingir o público que ainda não conhece a beleza que há na poesia de cunho cristão. No meu trabalho solo, procuro passar um pouco do que sou afim de que as pessoas se identifiquem também. Em meus textos como blogueiro, relato temas do cotidiano para passar uma mensagem positiva. Qual tem sido a sua linguagem?

    Já paraste para pensar que em 24hs, dezenas de pessoas, e dependo da sua rotina, centenas de pessoas te observam? Nossa linguagem não é só o que sai da boca: já ouviu falar em LIBRAS? Sua postura é fundamental quando se quer passar uma mensagem á alguém. Qual tem sido sua linguagem? Lembro-me muito bem quando a banda Distrito92 chegou ao fim, mas tempos depois tive a ideia de um novo projeto, e assim nasceu o Volta&Meia. Quase choro quando o Tiago Abreu enviou-me uma composição sua ao meu pedido para o repertório da nossa banda. A música chama-se “Onde?” e eu tive a honra de harmonizá-la e ajudar a criar o arranjo. Mais uma vez eu te pergunto: qual tem sido sua linguagem? Talvez você não seja o tipo de pessoa que se preocupa muito com o olhar do próximo, porém evidencio a sua importância para o reconhecimento pessoal, pois é, não há muita diferença. O brinde de hoje será para as nossas linguagens. Diferentes modos de interpretação e dialetos fascinantes. Brindamos Atos 2!

  • Um Brinde – Crônica em torno de ‘Only Hope’

    Um Brinde – Crônica em torno de ‘Only Hope’

    Lembro bem que ouvia “Only Hope” pela primeira vez interpretada pelo Switchfoot. E tomei um baita susto mesclado com uma alegria enorme em saber que era composição do Jon Foreman. Um motivo a mais para ser fã do artista!

    Demorei um pouco pra dormir, antes, ainda fui até ao meu amigo pegar uns currículos e um boleto de um produto que comprei pela internet. Essa mesma bem-dita internet que você está lendo este post. Ah, e sobre a composição do Jon de “Only Hope”, talvez não devesse confiar no letras.com, mas isso não interessa agora, ainda vejo Switchfoot como uma das melhores bandas de rock do Século XXI (poden me julgar).

    Lembro também de ter tentado compor uma canção usando alguns comparativos com o filme “As Crônicas de Nárnia”, mas não deu certo. Há não muito tempo venho usando a teoria do Lucas Silveira que “a música está todo tempo no ar, conspirando, e, o que nos faz ser compositor é a habilidade de captar cada detalhe e transformar em arte”. Eu, que nunca fui adepto da atmosfera enquanto escrevo, passei a me policiar a cada texto que ouso passar para o papel.

    Não posso me esquecer também do finalzinho do debate presidencial que assisti na TV. Pequenas ideias partilhadas e ataques, um em cima do outro. E sabe o que é mais profundo? Fazendo do meu controle remoto um botão de controle de PS3, encontrei um letrado no Canal Viva que dizia “Um Amor Para Recordar“. Bah! Seria minha oportunidade de assistir o filme pela primera vez, e após saber que a música-tema do filme era do compositor que mais admiro depois do Guilherme de Sá e Humberto Gessinger, mas infelizmente, o que passava na TV não coincidia com o letrado. Pequena decepção!

    E vale lembrar também que a música não tem nada a ver com o que a massa pensa: não é uma canção apaixonante de homem para uma mulher, mas sim, uma melodia harmônica romântica dos homens a Deus! Incrivelmente lindo! Talvez se o admirável Rodolfo Abrantes estivesse ao meu lado, diria que estava idolatrando Jon Foreman. Por partes concordaria com ele, lembrando bem que o que chamam de idolatria tem duas partes (pensem).

    O que falar da teoria de Sócrates sobre responder uma pergunta com outra pergunta? “Jhonata, você nunca assistiu o filme e acha a trilha sonora o máximo?” Respondo: “Querido(a) como foi assistir o filme e conciliar a música com o que você assistia?”. Sócrates explicava (quase) tudo. O Apóstolo Paulo me alertaria bem que tudo o que vejo, ouço, sinto não é o que o Celeste tem pra mim. É tudo inimaginável! Divinamente lindo!

    Observe bem que nem citei a versão do filme, cantada por uma linda cantora que nem sei o nome. Ta bom, você vai dizer que era pra eu ter feito uma pesquisa no Google, mas o meu amigo Gessinger já me falou um pouco do que é natural na escrita. Estou escrevendo sobre a música, não estou fazendo uma pesquisa sobre a mesma. E para não ficar mais chato do que está este texto, vou pôr o “the end” sem pretensões de “fim”, acrescentando o brinde de hoje: brindamos uma noite qualquer (nostalgia do blog do Stecanella) , uma música de reflexão e a beleza dos detalhes! Um brinde à “Only Hope”.

  • Um Brinde – Minha conversão e oratória

    Um Brinde – Minha conversão e oratória

    Quando criança, era muito levado pelos meus pais a várias religiões diferentes. A primeira que conheci foi o espiritismo. Ainda muito cedo, lembro parcamente de algumas coisas. Logo mais, me apresentaram os Testemunhas de Jeová, a qual tive longos meses estudando com um jovem que falava de Deus e da Bíblia conforme os princípios deles. Após, passei uma temporada na igreja católica, até que com 12 para 13 anos, me converti na igreja evangélica. Minha conversão foi na Igreja do Evangelho Quadrangular do Xavier Maia, mas, tive uma aceitação maior com Deus, na igreja do mesmo ministério, só que no bairro Chico Mendes com o Pastor Cléu (não tenho certeza se o nome dele é assim, faz tanto tempo). Meu relacionamento com Deus sempre foi um fogo de palha, até iniciarem minhas primeiras leituras diárias da bíblia. Sempre soube que Ele tinha (tem) algo tremendo para a minha vida. Diferente de todas as crianças, meu isolamento incomodava meus familiares, por gostar de coisas que crianças da minha idade não gostavam: ler livros e escrever, por exemplo. Com mais ou menos 14 anos, fui pra zona rural e me vinculei a Assembleia de Deus Ministério Madureira, mas antes disso, passei uma pequena temporada assistindo os cultos da Igreja Presbiteriana. Resolvi falar um pouco da minha experiência com Deus para que o caro leitor entenda um pouco da minha trajetória, até aqui. Na zona rural iniciei recebendo as primeiras oportunidades para ler uma palavra e explica-la. Cara, isso já era demais pra mim. Meu talento com a oratória deu-se um pouco distante da igreja. Sempre fui muito vidrado em programas de TV e em como as pessoas conversavam. Até hoje tenho um cômica mania de parar e admirar uma conversa entre duas senhoras. Encantante!

    Depois de um ano e alguns meses, voltei a zona urbana de Rio Branco e migrei na Igreja Evangélica Pentecostal Deus é a Verdade. Ali foi onde aprendi 1/3 do que sei hoje sobre o cristianismo. Minha vocação e chamado desenvolveu-se a partir daquele momento. Não falo isso pra me gloriar, até porque as obras não nos justifica, mas ajudei a levantar um rebanho juntamente com a pastora do ministério, já que até então os cultos eram realizados na varanda de sua casa, e eu, um simples operador de som e de vez enquanto abria o culto e dava uma palavra. Quão prazeroso foi fazer a obra de Deus naquele lugar. Pertinho de onde me converti! Nesse período já havia composto minha primeira canção chamada “Deus” que logo depois foi mudada o título para “Cuida de Mim”, até que foi esquecida e abandonada.

    Passei uma curta temporada como líder de jovens, até mais tarde ser separado a diácono – que responsabilidade. Nesse período comecei a pregar em cultos considerados grandes. Vivi uma fase em que a onda de pregadores mirins era moda nas igrejas pentecostais. Quando entendi isto, resolvi recusar alguns convites pra ministrar. Passei também um ano dirigindo e apresentando um programa numa Rádio Comunitária chamada Gameleira FM com o encargo nominal de “Atitude Jovem”. Nessa época recebi uma considerável aceitação da juventude, mas logo não deu de manter-me lá, e juntamente com minha equipe, saímos.

    Bah! Calme, não sou gaúcho, mas amo a expressão “bah!”, e é tanto que vou fazer de novo: Bah! Hoje quero brindar minha trajetória de vida como um mero servo de Cristo e lhe convidar a também contar um pouco de sua história. Deixo meu e-mail ao caro leitor e um brinde á Cristo!

  • Um Brinde – Deus, eu e uma música

    Um Brinde – Deus, eu e uma música

    Antes de conhecer, de fato, o amor de Cristo sobre mim, achava que a redenção fosse apenas mais um ato dos tempos históricos e que nada tinha a ver com nossa realidade. Mas ao crescer e mudar de mente (metanoia), fui atraído por esse amor provado na cruz e não sei mais viver sem o amor do Pai. Amor que cura, muda, transforma e nos dá vida.

    Quando resolvi mudar de estilo – musicalmente falando -, trocando o gospel por música sem rótulo, desconhecia completamente o crossover, e na época não tinha acesso a internet e fui um pouco criticado por esse mudança. Porém, Deus mais uma vez provou seu amor grandioso a mim: me inspirou a escrever minha realidade e criar pequenas histórias que podem ser compartilhadas com quem ouve. Quero apresentar uma de minhas canções que tive o prazer de compor e compartilhar com minha antiga banda, Distrito92. “Vila dos Erros” é uma música que remete um acordo de alguém que conheceu uma nova forma pra se viver uma boa vida, mas essa forma é detalhada de erros, não é perfeito como nos contos de fadas, mas nada nessa “vila” é proposital e esse não é o nosso mundo essencial. Assistam e abração!

  • Um Brinde – 00h49

    Um Brinde – 00h49

    Existem coisas que visivelmente parecem transitórias, já outras dão a impressão de que serão eternas. Para os mais vividos que se relacionaram com pessoas super legais e, juraram que aquela seria pra sempre, sabem do que estou falando. Jesus sabia muito bem quando alguém precisava dele, e até hoje sabe. Ele também sabe o que é eterno e o que é transitório. Por esse e inúmeros motivos, não se preocupa em nos dar o que pedimos. Já percebeu que nos preocupamos muito com coisas passageiras? Uma roupa pra vestir, um carro pra andar, uma viagem pra fazer, e entre outras coisas que dão a ilusão de que serão duradouras. Me preocupo muito com coisas bem simples: poder andar de ônibus e tomar um bom tereré com os amigos enquanto tocamos e cantamos uma boa música no sábado à noite, por exemplo. 

    O texto de hoje foi feito exclusivamente para fazer o fiel leitor refletir sobre suas prioridades. O mais simples pode ser o mais importante. O visível pode estar visivelmente errado, ou não. Deixo duas belas canções para que te faça refletir sobre a sua vida: “Quando tiver sessenta” e quando não saber o que de fato é “Atemporal”.

  • Um Brinde – Travesseiros

    Um Brinde – Travesseiros

    Se nós entendêssemos que há apenas uma vida pra se viver? que o hoje é o que realmente existe, o amanhã, o depois, o mês que vem são incertezas?

    Pode sim acontecer. Pode vir, e nós cremos que virá: cremos que virá um amanhã e, somos mais otimistas ainda quando cremos que haverá sol no dia seguinte. Ah sol! Como és belo! Teu ardor é mediacional.

    Eu diria que há uma fronteira aberta na qual nós como meros seres racionais, avaliamos o mais importante (pra quem?) como o infalível. Perfeito. Bom, os travesseiros sabem mais do que ninguém que nós somos mortais. Podemos morrer no próximo segundo, próximo minuto. “Uma pessoa já é gente pra caramba!“, já dizia (diz) Humberto Gessiger. E que referência é este cara hein! Eu poderia afirmar que é o único que me deixa feliz em lê-lo e ouvi-lo ao mesmo tempo. Não me lembro de outro artista tão espetacular assim. Já conseguiu entender o título do post? Não? O que importa entender o que não se entende? Assim como as dúvidas do programa de TV te acusa a noite, afinal, Valdecir é nome de homem ou mulher?

    Ouço uma música que muito me marcou no final de 2013, e, creio que a banda está inativa. “Passos Lentos” da Aeroilis, é uma canção que me remete maturidade: pois somente uma pessoa madura deixa a glória para trás. E é isso que diz a música. É besteira querer dormir cedo, pois por mais que eu tente, os travesseiros irão pesar demais, e irá passar um filme retrô e um bem futurista (ele ainda nem existe) em minha cabeça. Neste período “feudal” que vivo todas as noites, tento colocar meus textos em dia e, em uma dessas noites nasceu este, para você de norte, leste, oeste, sul ler. Não sei a dimensão que isso tomou, mas o único objetivo foi te entreter e convidar-te a brindar nossos travesseiros! Mas cá entre nós: eu não gosto deles. Ao contrário de uma pessoa normal, os uso sobre a cabeça. Um brinde ao sono!

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  • Um Brinde – O Criador

    Um Brinde – O Criador

    A criação é algo divinamente lindo! Poderia até classificar-se como um pleonasmo, pois, tudo (que até então era nada) deu-se início após a criação. Um toque de quem ama! Muito me admiro quando consigo compor uma canção, ou até mesmo escrever um poema – que ultimamente tem feito falta em meus escritos -, porque aí me vejo como um artista abençoado: agraciado pelo dom de fazer; ver nascer do nada; admirar os primeiros ‘passos’ de uma canção que nunca foi ouvida por ninguém, é o ápice de minha alegria. É como se eu fosse uma mãe que acabou de dá a luz um filho tão aguardado.

    Sou muito fã de um artista nato. O primeiro artista pelo qual me apaixonei de verdade. Sua simplicidade, sua forma de criar, seu modo de ouvir seu apreciador, é indiscutivelmente perfeito! Quando conheci esse artista, deixei de ser só mais um, pois aprendi com ele que é possível fazer a diferença. Antes de conhecê-lo, não fazia arte, mas depois, me apaixonei loucamente pela criação. E como um bom pesquisador, rapidamente fui procurar conhecer mais sobre esse artista. Fiquei gritantemente admirado ao saber que suas obras ajudaram uma pá de gente. Ele incentivou uma geração. E o mais intrigante é que ele continua fazendo arte.

    O meu artista favorito se chama Jeová! Porém, é mais conhecido como Deus. O Deus vivo, e único que fez e faz a vida acontecer. Quando escrevo, dificilmente falo dele, mas, sinceramente, é ele quem faz as coisas acontecerem. É dele que vem a inspiração. Foi dele que nasceu esse texto. Assim, podemos brindar ao Criador!