Autor: Tayse Souza

  • Em defesa da Família Cristã, Ana Paula Valadão critica pastores que repudiam suas esposas.

    [ads1]Ana Paula Valadão

    No ano passado, muitos criticaram Ana Paula Valadão, líder do ministério de louvor Diante do Trono, por suas declarações sobre pastores acima do peso. Em um vídeo, a cantora defendeu a pratica do Jejum para que os pastores “gordinhos” perdessem peso e isso consequentemente os ajudaria a desenvolver melhor a obra de Deus.

    Dessa vez, através de seu Twitter, Ana exortou pastores que fazem a obra de Deus, mas que não possuem um bom relacionamento com suas próprias famílias. Confira a íntegra do que foi publicado pela cantora com correções do blog:

    “Já entrou em uma casa cheia de cachorros fedorentos? A princípio o mau cheiro nos incomoda muito, mas logo nos acostumamos. O mal cheiro ainda está ali, mas nós não sentimos. Assim também, aos poucos o pecado nos engana e podemos ficar insensíveis. Mas não está tudo bem! Fico assustada com a hipocrisia de pastores que sobem ao púlpito com a vida suja em casa com a família. Um dia todos ficam sabendo da podridão, mas alguns insistem em continuar pregando, realizando o ministério como se estivesse tudo bem. #CauterizaçãoDoPecado #Insensibilidade #NãoEstáTudoBem!”

    “Pastor que repudia a esposa, e quer que a mulher suba ao púlpito para anunciar para a Igreja o fim do casamento? É o cúmulo da #hipocrisia! #NãoEstáTudoBem”
    Chorar pela Igreja brasileira… E clamar pela misericórdia de Deus, para que nos mantenha fiéis. #RemanescenteFiel #HáMuitosQueNãoSeCurvaramABaal “.

    Continuando sua indignação com os fatos, Ana Paula republicou o que foi respondido à ela pela psicóloga cristã Marisa Lobo: “É uma agressão à mulher, e à igreja. Hipocrisia ? Muito mais que isso. Beira à psicopatia.”

    E você? Concorda com as declarações de Ana Paula Valadão?

    Por Gesson Nunes

  • Análise: CD Aceito o Teu Chamado – Bruna Karla

    Análise: CD Aceito o Teu Chamado – Bruna Karla

    Aceito o Teu Chamado, o sexto disco inédito de Bruna Karla pela MK, foi lançado com a ingrata tarefa de superar o fenômeno Advogado Fiel, que já ganhou disco de platina triplo e alavancou Bruna ao posto de uma das cantoras mais populares da música cristã nacional. Para aumentar a responsabilidade, o álbum anterior emplacou nada menos que cinco grandes sucessos: “Advogado Fiel”, “Pai eu confiarei”, “Quando eu chorar”, “Que bom que você chegou” e o vencedor do Troféu Promessas de música do ano em 2011, o mega hit “Sou Humano”. Cercado de expectativas, o disco foi lançado no último mês novembro.

    Vamos a análise? (entenda por análise uma percepção absolutamente pessoal, intuitiva e baseada no meu questionável gosto)

    Aceito o Teu Chamado: A faixa inicial, e também título do disco, tem a cara da Bruna Karla, puxando para o pentecostal, mas sem deixar de ser pop (ou vice-versa). A letra é do grande Anderson Freire, o que praticamente lhe dá um selo de qualidade. É isso mesmo! Com uma letra reflexiva, é uma oração sobre a decisão de viver o chamado de Deus para nossas vidas. Linda música e Bruna não deixa por menos e capricha na interpretação e principalmente nos graves.

    Eu Não Abro Mão: A segunda faixa é assinada pela dupla Junior Maciel e Josias Teixeira e foi escolhida como primeiro single do disco. A letra é muito bonita e a música tem cara de que foi feita especialmente para apresentações de grupos de jovens. O destaque dado aos backing vocals que acompanham todo o refrão passa bem a ideia de grupo. A temática da música, bem como o ritmo, lembra bastante “Fidelidade”, sucesso de Danielle Cristina. Se você gostou de uma, provavelmente vai gostar da outra ou não.

    Deixar a Lágrima Rolar: Esta é uma música extremamente melancólica. Está a fim de chorar? Esta é a melhor pedida! A letra de Emerson Pinheiro é simples, mas bastante tocante e fala da necessidade de chorar diante Deus nos momentos de aflição. “Eu só queria levantar as minhas mãos e te adorar, deixar a lágrima rolar”, diz o refrão. Bruna nos brinda com uma belíssima interpretação nesta faixa, melancólica na medida certa para dar vida a letra, mas sem chororô cair no exagero.

    Não Há Nada, Mas Haverá: A quarta faixa é uma das melhores do disco. Também escrita por Emerson, a canção tem um bom “casamento” com a anterior. Depois de “Deixar a lágrima rolar”, Bruna canta sobre a certeza de obter a resposta de Deus. A música tem um dos melhores arranjos do disco. Começando lenta e profundamente ao som do piano, aos poucos vai ganhando força até Bruna bradar a plenos pulmões: “Responderá! Responderá!”. Para dar ainda mais brilho, o Coral Renovasoul participa dando um grande peso a canção. Lindo! Faz lembrar o arranjo vocal de “Pai eu confiarei”, sucesso do disco anterior.

    Dá-Me Outra Chance: A música de Davi Fernandes continua o clima das duas anteriores. Cantada em primeira pessoa, é uma oração implorando a presença de Deus. Cantando “Fala comigo, toca em mim, dá-me outra chance, preciso de Ti”, Bruna nos presenteia com mais uma belíssima interpretação. Outro ponto muito positivo é o piano de Emerson que pode ser ouvido durante toda a música.

    Transportando Tua Glória: Na sexta faixa Bruna volta com tudo ao pentecostal. A Música de Davi Fernandes é muito bonita e fala sobre a necessidade de ser avivado por Deus. Quer algo mais pentecostal que isso? Também cantando em primeira pessoa, ela diz “Meu Senhor, faz de mim como vento a soprar; faz de mim como fogo a queimar; como rio eu quero fluir; como flecha lançada eu vou transportando sua Glória”. A música vai crescendo progressivamente e o back vocal está ótimo. Pode colocar no grupo de jovens mais próximo.

    Na Mira de Deus: Até este momento o disco estava muito bom, mas então chega a sétima faixa. A letra de Anderson Freire é muito boa e bíblica, mas fico procurando outros ritmos para a música. Tenho a impressão que se fosse aquele pop pentecostal que a Bruna faz tão bem, seria sucesso. Preenche a cota agitadinha chata dançante do disco. Vale ouvir por causa da letra.

    Acima da Média: Mais uma bela composição do talentosíssimo Anderson Freire. A música exortativa fala sobre não julgar, amar o próximo, alegrar com os que se alegram, ajudar os necessitados. Em um trecho diz: “O Mestre do amor, o professor do bem me ensinou na cruz que não existe ninguém melhor que ninguém. Imagina um ladrão na última hora ir paraíso?”. Com mais uma bela interpretação de Bruna, esta é uma das melhores músicas do disco. Muito boa!

    Nenhum Mistério: Agora o disco chega a um momento delicado. “Nenhum mistério” é mais uma composição de Anderson, mas fica aquém das demais. As estrofes são boas, mas a repetição do “Cura, cura” no refrão deixa a música cansativa. O arranjo simples também não colabora em nada para deixa-la mais atraente. É uma canção sobre cura, mas que não consigo ver sendo cantada nas igrejas.

    Só Deus sabe: Composta por Junior Maciel e Josias Teixeira, a música começa muito bem, com uma letra simples, mas bonita. O problema, para mim, foi o refrão. Achei fraco e cansativo! Geralmente a gente espera que a canção cresça no refrão, mas isso não acontece. O que salva a música o back vocal muito bem colocado e a interpretação da Bruna. Em uma frase, esta é a versão fim de disco de “Deixar a Lágrima Rolar”.

    Independência ou Morte: Caminhando para o fechamento nos é apresentada a que para mim é “A” música do disco. Fico me perguntando onde a MK estava com a cabeça para não escolhe-la como single. Aqui Anderson Freire se supera com uma letra que fala sobre o sacrifício de Jesus na cruz que nos trouxe a liberdade. A música começa com o sempre bom piano do Emerson e vai ganhando um peso extraordinário. Um pop pentecostal no melhor estilo Bruna Karla. O refrão “Tetelestai, está consumado” é emocionante e nos lembra o que nosso Cristo sofreu para nos dar a salvação. A ponte “Livre, livre, Deus me libertou” é perfeita, o back vocal está perfeito, Bruna está perfeita. Termino de ouvir esta música um pouco mais apaixonada pelo Cristo a quem eu sirvo.

    Por Tuas Mãos: Escrita por Rodney Santos e Davi Vianna, versa sobre a decepção da busca por satisfações fora da presença de Deus e pede “purifica meu interior, me preencha com óleo do amor”. É uma música bonita. Destaque para o vocal.

    Trancado no Quarto: A sexta composição de Anderson Freire no disco é bastante diferente das demais. A letra sugere um depoimento de uma criança trancada no quarto, vítima de um mundo de maldade e pedindo a preservação de sua inocência. Ao final, para reforçar esta ideia, o refrão é cantado por um coral infantil propositalmente desafinado displicente. Cada criança cantou na hora, na altura e com a afinação que quis… Acredito que a intenção era mostrar que este é um clamor de todas as crianças e não apenas das afinadas. O ponto alto da música, no entanto, é a interpretação impecável da Bruna.

    Posso Ser Feliz: Composta por André freire e Dani Malheiros e também integrante da coletânea Amo Você Volume 150 18, este é um pagodinho popzinho melódico para agradar os mais românticos. Particularmente, não gostei, achei cansativa, mas a música tem um clipe no youtube com quase 2 milhões e meio de visualizações. É questão de gosto.

    Cercado de expectativas e das inevitáveis comparações com “Advogado Fiel”, Aceito o Teu Chamado não supera seu anterior, mas também não faz feio. O disco tem alguns deslizes principalmente no que diz respeito ao repertório, mas se vamos comparar, o anterior também tinha. A diferença é que Advogado Fiel tinha mais músicas de peso para carregar o disco. Um ponto em que este álbum supera seu anterior é a própria Bruna Karla. Mais madura musicalmente, ela dá show e se firma como uma das melhores interpretes femininas do Brasil.

    Abraços e até a próxima!

  • Para refletir – Brilhar por Ti

    Jesus Cristo disse que nós somos a luz do mundo (Mateus 5.14) para brilhar diante dos homens, a fim de que estes vejam nossas boas obras e glorifiquem ao Pai (v. 16). Este brilhar ao qual Cristo se refere no texto trata do cumprimento de seus ensinamentos em seu mais famoso sermão, o da montanha.

    Em nenhum momento o Mestre disse que brilhar em um mundo tenebroso seria fácil, pelo contrário.

    Ser luz é ser incompreendido em um mundo acostumado com a escuridão (João 1.5). É andar diferente dos demais, esvaziando-nos de nosso “eu” para sermos cheios de Deus. A Luz é dEle e só brilha nEle.

    Nós como lâmpadas de Deus na terra, mas ainda humanos e falhos, por vezes, começamos a escurecer e piscar, mas se um dia você já brilhou, pode ter certeza de que as pessoas esperam que você continue sempre brilhando, por mais que elas mesmas não te sigam. Ser cristão é ser luz, é ser exemplo, mesmo que de forma não intencional, por isso devemos estar em constante contato com nosso Pai gerador da luz para que, conectados a Ele, possamos sempre iluminar o mundo.

    Ser luz de Deus na terra é brilhar onde nenhuma outra lâmpada teria condições de ser acesa. Trazendo para nossa vida diária, é amar aquele que ninguém ama, é ser misericordioso com o que não merece misericórdia, é ser puro de coração em um mundo maldoso, é ser pacificador em tempos de guerra, é aceitar a injúria e perseguição por amor a Cristo. Quando o mundo se apaga, é esta a luz que Deus quer que brilhe.

    Ser luz é mostrar o Amor de Cristo mesmo sem dizer nenhuma palavra. É olhar com os olhos de Jesus, tocar com suas mãos, amar com seu amor.

    O grande problema é que nós somos pecadores e enquanto permanecermos nessa terra continuaremos sendo. Nossos pecados enfraquecem nossa luz fazendo com que pareça que às vezes ela até vai se apagar. Nesses momentos clamamos o socorro de Deus, o gerador da luz. Ele vem nos fortalece outra vez.

    Querer ser luz sozinho e por conta própria é impossível. Nós somos seres humanos cheios de defeitos e por mais que nos esforcemos, não podemos brilhar sozinho. Querer ser luz autônoma é um esforço vão.

    Vamos hoje orar e pedir ao nosso Pai Celestial que nos dê forças para iluminar nossa casa, colégio, faculdade, trabalho, igreja, comunidade… Vamos nos unir com Àquela Luz que é a única capaz de nos fazer brilhar, o nosso Deus.

    Ouça esta linda música (uma das minhas preferidas na vida) e medite na letra.

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=JCGH2eYtgTc]

  • Entrevista: Elizeu Fernandes

    Elizeu Fernandes é pastor e cantor com uma longa caminhada ministerial. Dedicando-se à música desde 2007, está prestes a lançar o terceiro disco. Conversamos com o cantor sobre sua história, experiências e projetos. Confira!

    O PROPAGADOR – Conte-nos um pouco de sua trajetória ministerial.

    Eu comecei a trabalhar no ministério assim que converti ao Senhor Jesus em 1982. Me converti no estado do Mato Grosso , e logo voltei para o norte de Minas, onde nasci,  e comecei a trabalhar no ministério e abri algumas congregações, como missionário.  Já gostava de cantar desde criança e em 1983 cantei pela primeira vez na igreja. Era a música “Cristo Volta” do cantor Valdomiro Silva. A partir daí nunca mais parei de cantar. Em 1993 mudei para Ribeirão Preto- SP, onde pastoreei uma igreja. Em 1996 fui transferido para assumir a igreja Assembleia de Deus na cidade de São Simão-SP, igreja esta que pastoreei por quase 12 anos. Já em São Simão, em 2005, senti de Deus que já poderia grava meu 1° CD. No dia 13 de junho de 2006 realizei um sonho e lancei o CD “Deus em Primeiro Lugar”. Deus me abençoou grandemente por meio desse disco e em 2007 gravei o segundo chamado “Liberdade”. No mesmo ano me mudei para Camboriú – SC por causa dos estudos das minhas filhas e, com os dois álbuns nas mãos, passei a viajar o Brasil inteiro cantando em diversos congressos e convenções. Cantei em praticamente todos os estados brasileiros. No início de 2012 voltei para são Simão para assumir novamente a Igreja local, mas pretendo continuar conciliando o ministério pastoral com o musical, porque foi para isso que Deus me chamou.


    OP – Quais as principais dificuldades enfrentadas nessa caminhada?

    As Dificuldades são muitas. Mesmo sendo um pastor, membro da convenção geral da AD, enfrento muitas dificuldades, como de divulgação. Muitas vezes não tinha agenda mas precisava colocar o pão na mesa. Ligava para amigos para ficar em suas casas e cantar nas suas igrejas, mesmo que sem oferta, apenas pela venda dos discos. Mas Deus nunca me deixou decepcionado. Em muitas ocasiões tinha de fazer viagens longas, as vezes de mais de 20 dias para combinar agendas, deixando a família.


    OP – Em que momento a música passou a ser seu principal ministério?

    Em 2007, quando as minhas filhas foram estudar em Santa Catarina. Eu não tinha outra solução. Ou eu priorizava a música e as acompanhava, ou corria o risco que elas ficassem sem estudar. Eu já tinha o primeiro cd e estava finalizando o segundo, mas tinha medo de viver só da música, achava muito difícil. Mas Deus com o seu infinito amor me deu coragem, aumentou a minha fé e me deu vitória. Foi uma experiência maravilhosa.


    OP – O senhor já tem dois discos gravados. Em que momento da sua vida eles foram feitos? Quais são as experiências que foram vivenciadas através deles?

    Eles foram feitos quando eu tive uma revelação de Deus dizendo que passaria por uma grande dificuldade na minha vida, mas tinha bem perto de mim haveria um rio de águas cristalinas que me traria muita paz. Entendi que Deus tinha uma benção para minha vida, que estava bem perto e que só dependia de mim. As experiências  são muitas. Eu entendi que para seguir nesse ministério não basta ser carismático, leal e cantar bem. É preciso depender inteiramente de Deus. Só Ele pode abrir as portas. Nas horas mais difíceis da minha vida, recebia um convite. Só Deus para fazer isto! Por isso ei digo que eu tenho realmente um ministério, não uma profissão…


    OP – Algumas músicas gravadas são de autoria própria. Como elas nascem?

    Sim, são! Tem uma que eu gravei uma música no primeiro disco que se chama “Nada Vale” (http://www.youtube.com/watch?v=h2SbmYRExQ8) . Eu estava vendo um cantor de música sertaneja cantando em um programa de TV. Ele era muito famoso na época, mas senti que mesmo ele, com tanta fama, eram uma pessoa triste. Naquela hora me veio esta música nada vale. Outras nasceram de mensagens de cultos, ou experiências pessoais, como “Sou vencedor”, também do primeiro disco.


    OP – Destes dois discos já lançados, quais são aquelas músicas com as quais as pessoas mais se identificam? Por que o senhor acha que isso acontece?

    A música “Deus em Primeiro Lugar” (http://www.youtube.com/watch?v=H-afRIaKvm8)  é muito tocada e em todos os lugares onde cantei as pessoas gostaram.  Eu creio que isso acontece porque ela tem um apelo muito forte, falando que mesmo nos problemas, devemos colocar sempre Deus como prioridade. Outra muito bem aceita é do cd “Liberdade” que se chama “No muito te colocarei”. É uma letra muito profunda e diante dela, todos nós sentimos a necessidade de sermos mais gratos a Deus. Além da bela letra do meu amigo Alceu pires, ela tem um arranjo que lembra aquele sertanejo de raiz que a deixa ainda mais bonita. Também do Alceu tem uma das minhas preferidas, chamada “Faça Sua Parte” (http://www.youtube.com/watch?v=JjcBsEGKM_Y), que fala que para recebermos algo da parte de Deus é necessário que façamos o que nos cabe.


    OP – O senhor canta em um estilo bastante voltado à música cristã mais tradicional. Quais cantores lhe servem como referência?

    Os principais são o Valdomiro Silva, Chagas Sobrinho, Alceu Pires, Feliciano Amaral, Vitorino Silva e Ozéias de Paula.


    OP – Quais as maiores dificuldades de ser um cantor independente em um mercado de música gospel cada vez mais competitivo e profissionalizado?

    Sem dúvidas é a divulgação. Quem tem uma gravadora é mais bem divulgado. É aquela coisa de que quem não é visto não é lembrado, no meu caso quem não é ouvido não é lembrado. Como meios de divulgação geralmente são caros, eu dependo muito da parceria de amigos para me tocam em seus programas de rádio, por exemplo. Mas graças a Deus que temos a internet que tem me ajudado muito através das redes sociais.


    OP – Há projetos para um novo disco em 2013. Como anda a preparação? Já tem repertório definido?

    Sim! Agora em 2013, querendo Deus, vou entrar em estúdio para gravar o novo disco. O repertório já está praticamente fechado com ótimos compositores, como o Salatiel Santos que compõe para cantoras pentecostais como a Mara Lima. Tem também canções do Alceu Pires que além de um grande cantor, é um dos compositores mais tradicionais da nossa música. Isso, além de músicas próprias, claro.


    OP – Além do novo disco, quais são as expectativas e projetos ministeriais para este ano?

    Pastorear diretamente a minha querida igreja por mais um tempo, até ela se estabilizar. Enquanto isso, e depois disso, fazer o que mais gosto na vida: cantar e cantar por vários lugares. Sei que as minhas canções tem ajudado a vida de muitas pessoas. Recebo testemunho de muita gente dos mais diversos lugares, que foi abençoada por meio dos meus discos, ouviu alguma canção através do radio ou pelo youtube. São muitas experiências de transformações de vida por meio do louvor.


    OP – Gostaria de deixar uma mensagem para os leitores do O Propagador?

    Quero deixar um grande abraço a todos os leitores e desejar que a graça de Deus esteja sempre sobre vocês. À equipe do O Propagador eu só tenho que parabenizar pelo belo trabalho e agradecer a atenção. Que Deus os abençoe sempre.


    OP – Por favor, deixe seus contatos para convites ou pedido de discos.

    Quem quiser entrar em contato comigo para convites ou mesmo adquirir os discos, pode me comunicar pelo email e MSN elizeufsouza@hotmail.com. Os telefones são (16) 8233-5302 / (16) 9364-9612 / (16) 9700-7711. Para mais informações também tem o Facebook.

                    Obrigada!

                    Estejam com Deus e até a próxima!

  • Jonathan Thulin lança clipe de “Bombs Away”

    Jonathan Thulin é um cantor cristão sueco-americano. Com apenas 24 anos de idade, já é reconhecido por sua abordagem teatral, cinematográfica e cheia de personalidade em sua música e vídeos.

    Lançando seu mais recente disco, “The White Room”, Thulin apresenta o clipe de “Bombs Away”, primeiro single do trabalho. O vídeo começou a ser divulgado no último dia 14 e tem sido sucesso de crítica por sua abordagem conceitual. Vamos assistir?

    O vídeo foi produzido pelo 3 Studios de Los Angeles e dirigido por Luke Neumann e pelo próprio Jonathan Thulin. Para abrilhantar, conta com a participação mais que especial da cantora e atriz Rachael Lampa.

                    A introdução do vídeo é uma apresentação do cenário branco e perfeitamente em ordem. Em seguida, junto com a introdução da música, aparece a personagem de Rachael cobiçando e comendo a maçã que simboliza o pecado, em uma alusão à primeira queda humana. A partir daí, o pecado vai tomando conta de tudo.

                    Jonathan começa a cantar “As bombas caíram e eu me prostrei. Eu fiz a minha escolha e estou me sentindo em desgraça, mas eu não vou parar até terminar. Meu fogo e brilho desaparecerão logo porque minha consciência e meu coração estão fora de sintonia, mas eu não vou parar até terminar”.

                    Nesta luta em busca de resistir ao pecado, começa o refrão e tudo vai se sujando. O cenário impecável do início do vídeo vai sendo destruído e inundado pela tinta preta. As bombas estão caindo! O pecado está fazendo seu papel e maculando aquilo que antes era puro.

                    Após uma pausa no final da música, tudo volta ao início, com Rachael cobiçando a maçã.

                    O roteiro do vídeo dá vida à letra que fala da confrontação da vontade pessoal, entre pecar ou não. “O diabo veio bater na porta dos meus sonhos, eu sabia que era errado, mas minha mente se sentiu tão livre”.

                    O que é mostrado ao longo do clipe é o que aconteceria se ela comesse a maçã, se deixasse se levar pela tentação. A retroação das cenas até o início com a fruta sugere que, conhecendo as consequências do pecado, sempre há opção de se manter puro.

                    O clipe tem uma mensagem linda, mas a forma como é apresentada é bastante conceitual, apresentando uma linguagem pouco utilizada na produção nacional de videoclipes gospel. A teatralidade que foge absolutamente do que nos é costumeiro, a princípio pode causar estranheza, mas casa tão bem com a música que se torna muito difícil se não admirar o vídeo.

                    A música é um caso a parte. Lindíssima! Uma letra absolutamente fora do lugar comum que retrata com brilhantismo nosso sentimento de quando sabemos que vamos errar, o impulso nos leva a isso e nós tentamos nos agarrar em algo para não pecar. “Em vez disso me deixou e eu mesmo, estou explodindo em mim. O fogo está se apegando em mim enquanto eu estou correndo, então aqui estou eu, aqui estou eu”.

                    Música e vídeo excelentes. Vale a pena assistir incansavelmente!

    Estejam com Deus e até a próxima!

  • Análise Clipe – Bombs Away de Jonathan Thulin

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    Bombs Away de Jonathan ThulinJonathan Thulin é um cantor cristão sueco-americano. Com apenas 24 anos de idade, já é reconhecido por sua abordagem teatral, cinematográfica e cheia de personalidade em sua música e vídeos.

                    Lançando seu mais recente disco, “The White Room”, Thulin apresenta o clipe de “Bombs Away”, primeiro single do trabalho. O vídeo começou a ser divulgado no último dia 14 e tem sido sucesso de crítica por sua abordagem conceitual. Vamos assistir?

    O vídeo foi produzido pelo 3 Studios de Los Angeles e dirigido por Luke Neumann e pelo próprio Jonathan Thulin. Para abrilhantar, conta com a participação mais que especial da cantora e atriz Rachael Lampa.

                    A introdução do vídeo é uma apresentação do cenário branco e perfeitamente em ordem. Em seguida, junto com a introdução da música, aparece a personagem de Rachael cobiçando e comendo a maçã que simboliza o pecado, em uma alusão à primeira queda humana. A partir daí, o pecado vai tomando conta de tudo.

                    Jonathan começa a cantar “As bombas caíram e eu me prostrei. Eu fiz a minha escolha e estou me sentindo em desgraça, mas eu não vou parar até terminar. Meu fogo e brilho desaparecerão logo porque minha consciência e meu coração estão fora de sintonia, mas eu não vou parar até terminar”.

                    Nesta luta em busca de resistir ao pecado, começa o refrão e tudo vai se sujando. O cenário impecável do início do vídeo vai sendo destruído e inundado pela tinta preta. As bombas estão caindo! O pecado está fazendo seu papel e maculando aquilo que antes era puro.

                    Após uma pausa no final da música, tudo volta ao início, com Rachael cobiçando a maçã.

                    O roteiro do vídeo dá vida à letra que fala da confrontação da vontade pessoal, entre pecar ou não. “O diabo veio bater na porta dos meus sonhos, eu sabia que era errado, mas minha mente se sentiu tão livre”.

                    O que é mostrado ao longo do clipe é o que aconteceria se ela comesse a maçã, se deixasse se levar pela tentação. A retroação das cenas até o início com a fruta sugere que, conhecendo as consequências do pecado, sempre há opção de se manter puro.

                    O clipe tem uma mensagem linda, mas a forma como é apresentada é bastante conceitual, apresentando uma linguagem pouco utilizada na produção nacional de videoclipes gospel. A teatralidade que foge absolutamente do que nos é costumeiro, a princípio pode causar estranheza, mas casa tão bem com a música que se torna muito difícil se não admirar o vídeo.

                    A música é um caso a parte. Lindíssima! Uma letra absolutamente fora do lugar comum que retrata com brilhantismo nosso sentimento de quando sabemos que vamos errar, o impulso nos leva a isso e nós tentamos nos agarrar em algo para não pecar. “Em vez disso me deixou e eu mesmo, estou explodindo em mim. O fogo está se apegando em mim enquanto eu estou correndo, então aqui estou eu, aqui estou eu”.

                    Música e vídeo excelentes. Vale a pena assistir incansavelmente!

    Estejam com Deus e Até a Próxima!

  • Análise: CD Tô na Mão de Deus – Lauriete

    Análise: CD Tô na Mão de Deus – Lauriete

    Lauriete é uma das cantoras pentecostais mais conhecidas do Brasil. Com 30 anos de carreira, um timbre de voz marcante, 27 álbuns lançados, 3 DVDs, discos de ouro, platina e inúmeras músicas cantadas em igrejas do norte ao sul do país, ela é realmente um sucesso.

    Para comemorar estas três décadas da gravação do primeiro disco, em 1982, a cantora lançou em 2012 o Tô na Mão de Deus, um álbum comemorativo que reúne alguns dos maiores sucessos de sua bem sucedida carreira, além de uma faixa inédita.

    O disco foi lançado pela Visão Music e produzido pelo maestro Samuel Ribeiro. Confirmando as expectativas que o cercavam, em pouco tempo, recebeu certificação de disco ouro.

    Como abertura, temos “Tô na Mão de Deus”, composta por Anderson Freire e Dedé de Jesus. É a única faixa inédita da obra. A música tem uma letra que é a cara do gênero pentecostal atual, falando sobre as tentativas externas de frustrar as promessas de Deus na nossa vida. “Meu Deus vai cumprir, vão jogar pesado vão forjar boatos. Do dia pra noite vão te transformar em réu, achando que as promessas de Deus não vão sair do papel, mas Deus vai cumprir”. Para completar e deixar a canção ainda mais popular, o “Tô na mão de Deus” do refrão é extremamente pegajoso. O ponto alto da música é a interpretação cheia de entrega da Lauriete, o que já é sua marca registrada.

    A partir daí, o disco entra em uma viagem nostálgica. A segunda faixa é a lindíssima “Palavras”, música tema, e grande hit, do disco de 1999. Composta por Roberto Carlos de Oliveira, essa é provavelmente a canção mais conhecida da cantora. Com uma letra que foge dos clichês pentecostais, “Palavras” é uma oração cantada que diz que “Ainda que pra te servir, Jesus, eu tenho que chorar, Te servirei porque comigo estarás. Sofrer contigo é bem melhor do que errar”. Comparada com a gravação original, esta versão difere pela introdução marcada pelo som do sax. O refrão que originalmente era cantado em duas vozes pela própria cantora, agora ganha um belo back vocal, o que colaborou para modernizar o arranjo dessa canção maravilhosa.

    A terceira música é o super sucesso “Deus dos deuses” gravada originalmente em 2001 no disco O Segredo é Louvar. A música de Elizeu Gomes fala da grandeza do nosso Deus e é cantada até hoje nas igrejas. A versão apresentada tem uma colocação diferente dos back vocals, o que causa uma certa estranheza para quem já está muito acostumado com a original. Particularmente, prefiro a primeira gravação. É mais intensa e cria momentos mais marcantes, como o vocal cantando uma série de “Jeovás” prolongados na primeira passagem pelo refrão.

    “Visita ao Desviado”, a quarta faixa, foi gravada originalmente no disco O Grito de 1989. Quem é mais jovem talvez nunca a ouviu, mas esta é uma canção que vale a pena. Diferente do que estamos acostumados nas músicas atuais, a letra é uma conversa com alguém que se afastou da igreja. “E o lugar onde você se sentava até hoje ninguém o ocupou. O local onde você se ajoelhava para fazer a sua oração e as lágrimas que você derramava até parece que ainda estão no chão”. É uma linda letra! Na gravação atual, a música ganhou um arranjo sertanejo, o que combinou muito com sua essência. Muito boa!

    A quinta música é “Eu vou subir”, integrante do disco Ensina-me de 2006. Composta pelo talentoso Moisés Cleyton, a canção trata de um dos temas mais marcantes nos discos de Lauriete, o arrebatamento da Igreja. “Eu vou subir, não vou ficar aqui, naquele grande dia, pra Sião eu vou subir”. Linda letra e uma belíssima interpretação. O ponto negativo dessa faixa é que ela foi apenas extraída do disco original. Nenhuma alteração foi feita, o que pode passar a ideia de coisa improvisada.

    O grande hit do disco Presença de 2002, a música “Toca nas Águas”, é a sexta-faixa do disco. A canção de Vânia Santos ganhou um novo arranjo, mas nada que diferenciasse muito do sucesso original. Modernizou, mas não inovou.

    “Vale a pena ser fiel” é o mais recente sucesso a integrar a coletânea. Faixa destaque do disco “Eternamente Adorador” de 2011, a música é uma adoração pentecostal muito bonita que fala sobre a fidelidade a Deus em qualquer situação. É uma ótima canção, ótima produção, ótima colocação do back vocal… o problema é que foi extraída do disco integralmente do disco original.

    Direto do álbum O Poder do Amor de 1991, a canção “O futuro da Igreja” é a oitava faixa do disco. O arranjo sofreu significativas alterações do original, o que contribuiu para trazer a música para os dias atuais. O tema do arrebatamento volta à tona na letra de Roberto Carlos de Oliveira e a melodia nos dá uma boa noção de como era o ritmo pentecostal de 20 anos atrás. A letra é um encorajamento à igreja para que esta não desista, pois o futuro celestial está próximo. “Meus irmãos não queiram desistir agora, porque estamos já bem perto da vitória. Não troque a cruz por coisas tão banais, olhe pra frente e continue lutando, pois brevemente esta igreja subirá”. Linda canção!

    “Sete Trombetas” é mais uma das canções que não sofreram nenhuma alteração da gravação original. A excelente composição escatológica de Anderson Freire fez parte do disco Vou Profetizar, lançado em 2010.

    Música tema do álbum 1989, “O Grito” é mais uma canção lindíssima da primeira década de carreira de Lauriete. A música ganhou uma bela renovação nos arranjos, o que deve instigar as cantoras locais a desempoleirá-la e cantar em suas igrejas. Uma linda letra que diz: “Grita bem alto, Senhor, da tua morada. Diz ao teu povo de fé que a hora é chegada”. Para coroar a canção, uma interpretação impecável.

    A décima primeira faixa é nada menos que o mega hit “Dias de Elias”, gravada no disco Deus de 2004. A música que está entre os sucessos de Lauriete mais cantados até hoje e que foi mania entre grupos de jovens, ganhou nova colocação de voz, mas o arranjo continua o mesmo do disco original. A interpretação está ótima.

    Caminhado para o encerramento temos “Sonhei”, sucesso do álbum Fé de 2008. A exemplo de “Eu vou subir”, “Vale a pena ser fiel” e “Sete trombetas”, a canção composta pela dupla Daniel e Samuel foi integralmente extraída do álbum original, não apresentando nenhuma alteração.

    “O Segredo é Louvar” é faixa tema do disco de 2001, um dos melhores já lançados por Lauriete. A canção encerra a coletânea comemorativa com chave de ouro. A composição do grande Elizeu Gomes ganhou alterações no arranjo e uma interpretação que não deve em nada à original. Linda!

    Para quem gosta de música pentecostal, Tô nas mãos de Deus é um disco perfeito. O repertório é irretocável e ainda caberiam diversos outros sucessos de Lauriete como “Paraíso de Amor” (1987), “Por um Fio” (2003), “Milagre” (2003), “Ensina-me” (2006) entre tantos outros. A seleção perfeita de músicas e belas interpretações são, certamente, as melhores características do disco.

    Vale ainda ressaltar as regravações de “O Grito”, “O Futuro da Igreja” e “Visita ao Desviado” como trunfos. As músicas foram grandes sucessos de mais de 20 anos atrás. Aos que ainda as desconheciam, uma excelente apresentação.

    Como pontos negativos, identifico as 4 faixas extraídas na íntegra de seus discos originais. As canções são lindas da forma que estão, mas um álbum comemorativo merecia regravações tão lindas como as primeiras. Outro ponto que, a meu ver, deixou a desejar, foram os back vocais das regravações. Foi fraco se compararmos com aqueles coros encorpados que estávamos acostumados nas músicas de Lauriete. Essa diferença pode ser bem percebida se compararmos as canções que ganharam novas roupagens com as que não foram alteradas.

    No geral, o disco é muito bom! Vale a pena ouvir!

    Estejam com Deus e até a próxima!

  • O sucesso de Antenorgenes, o mendigo cantor

    Uma situação inusitada aconteceu em uma Igreja na cidade de Santos Dumont – MG. Um mendigo entra no templo para pedir ajuda e diz que sabe cantar. Um pastor convidado o filma e alguém posta o vídeo no youtube. O resultado? Até este último domingo o vídeo já obteve quase 550 mil visualizações, isso em com apenas 4 dias no ar.

    http://www.youtube.com/watch?v=5rIS3I1kD7M

    A história singular combinada com um inegável talento do rapaz chamou a atenção e rapidamente se tornou um sucesso.

    Pouco se sabe a respeito da história do homem chamado Antenorgenes. Segundo comentário postado pelo dono do canal no qual o vídeo foi postado, o rapaz é viciado em crack, vivia nas ruas e já havia sido ministro de louvor na Igreja do Evangelho Quadrangular. Informações mais recentes dão conta de que o cantor já foi internado em uma clínica de reabilitação de dependentes químicos para receber tratamento adequado e se livrar de seu vício.

    Não podemos negar que o moço, além de ter um ótimo gosto na escolha da música, é afinado, tem uma boa noção musical e manda bem no falsete. Isso tudo a capela. Emocionante!

    Vamos continuar buscando novas informações a respeito da vida do Antenorgenes e qualquer novidade relevante dessa história poderá ser lida aqui no O Propagador.

    Estejam com Deus e até a próxima!

  • Mariana Ava lança clipe de “Sonhar, Sonhar” – Confira nossa análise!

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    Mariana AvaDona de bela voz e influências musicais brasileiras e norte-americanas, Mariana Ava é uma cantora e compositora paulistana que mora nos Estados Unidos e divide sua carreira entre os dois países.

    Aos 25 anos e lançando seu terceiro disco, a cantora apresenta o videoclipe da música “Sonhar, Sonhar”, single do álbum intitulado “Mariana Ava”.

    Vamos conferir?

     O vídeo tem direção de ninguém menos que o grande Bruno Fioravanti, um dos mais experientes diretores de clipes do meio cristão brasileiro. A locação escolhida para apresentar o cenário de sonhos foi o Luna Park, um parque de diversões localizado em Coney Island – NY.

    A música, com forte influência da nossa MPB, versa sobre o sonho de uma jovem de encontrar seu par. O roteiro se divide em dois tempos, passado e presente, embora essa mudança de períodos fique apenas caracterizada na troca de figurinos.  Provavelmente, a intenção era retratar Mariana mais jovem, olhando o mundo através de sua câmera antiga e sonhando com seu futuro amor. Depois mostrar a Mariana atual, casada, com seu sonhar, sonhar sonho realizado. Como não aparece nenhuma figura masculina, esta ideia fica no ar.

    O clipe mostra uma Mariana solar, alegre e livre, construindo a imagem de quem sonha e espera, mas não se desespera. Gosto bastante!

    O ponto mais positivo do vídeo, a meu ver, está no bom gosto e na delicadeza com que o Fioravanti filma. 10! O tratamento dado à imagem, a qualidade e, obviamente, a locação, remetem a obras internacionais, o que combinado com a brasilidade da música deixa um resultado interessante e muito bonito.

    A beleza do local com vista para o mar, associada à beleza de Mariana, acrescidas da interpretação e somadas com a bossa da música ufa, deixa o resultado final super agradável de assistir. Gostei batante!

    Estejam com Deus e Até a Próxima!

  • Entrevista: Antiphona

    Antiphona é uma banda carioca formada pelos amigos Syd Back e Gustavo Brown. Conversamos com Syd, vocalista e fundador, que falou sobre a formação da banda, o primeiro disco, mercado e projetos futuros. Confira!

    O PROPAGADOR – Conte-nos sobre como surgiu a banda?

    A banda começou em 2000, fundada por mim e dois grandes amigos, os primos Douglas Alves (baixo/teclado) e Marco Antônio (bateria). Conheci Douglas num ponto de ônibus quando éramos alunos da UFRJ, e enquanto esperávamos – às vezes o busão demorava e muito (risos) – conversávamos sobre música, bíblia, igreja e muitos outros assuntos, o que nos fazia perceber uma grande afinidade. Naquela época eu fazia parte de uma banda que de repente, ficou sem baixista e baterista. Douglas foi minha opção mais que imediata, que prontamente aceitou meu convite. Alguns dias depois me apresentou seu primo baterista, Marquinho. A primeira música que mostrei foi “Meu Escudo e Proteção”.

    Essa banda acabou se dissolvendo poucas semanas depois, e a partir disso nós três, os remanescentes, fundamos o Antiphona, nome dado pelo Douglas. Essa formação durou quase 5 anos, até que Douglas deixou a banda para se dedicar ao seminário (hoje é pastor) e Marquinho acabou se mudando para outra cidade por motivos profissionais.

    Depois da primeira formação, tivemos outras com músicos e amigos sensacionais que certamente foram importantes na estória da banda. Hoje o Antiphona é formado por mim (voz, guitarra e sintetizadores) e pelo Gustavo Brown (baixo, guitarra e sintetizadores), que era um admirador da banda em suas formações anteriores.


    OP – De onde veio o interesse pela música e a certeza de querer viver dela?

    Tive a sorte de ter família e amigos de excelente gosto musical. Lá em casa sempre tinha os LP’s e compactos dos grandes artistas nacionais e internacionais. A música acabou sendo uma paixão quase que natural.

    Agora, o caminho entre ser um admirador de música e me tornar um músico é longo. Comecei a tocar violão já relativamente tarde, com 19 anos. Compor veio antes de começar a tocar, e essa é uma estória bem interessante. Tudo começou quando eu ainda era criança e ouvia em minha cabeça belas melodias que com o tempo fui percebendo que não existiam, ou seja, eu não tinha ouvido no rádio ou na TV. Eram canções originais, com começo meio e fim. Essas melodias eram minhas companheiras nos momentos de tristeza. Como eu era uma criança muito tímida e fechada, deixei isso quieto por anos com medo de que me achassem doido (risos). Na adolescência comecei a escrever poesias, totalmente inspirado pelos estilos literários que eu aprendia na escola, como o romantismo e o Simbolismo. Com 19, como disse, comecei a tocar violão, mas sem uma dedicação maior. Enfim, quando me converti, aos 20, em oração perguntei a Deus o que eu deveria fazer das canções que habitavam minha mente. A resposta? Compor canções que falassem do amor e da misericórdia d’Ele e que narrassem minha caminhada na fé. Daí comecei a levar o violão a sério para tocar no grupo de louvor da igreja e começar a escrever música.

    Sobre viver de música, ainda não chegamos a esse estágio (risos). Mas a certeza de que queremos isso temos (risos).


    OP – Todas as músicas do disco são autorais. Como se deu este processo de composição e seleção de repertório? De onde vem a inspiração?

    Sim, é verdade, todas as músicas são de minha autoria e a inspiração para escrever cada uma delas foi meu relacionamento com Deus. É Ele quem me dá a inspiração para compor. Na grande maioria das vezes começa com a melodia e a harmonia, e depois escrevo a letra. As letras expressam meu testemunho de mudança de vida a partir do momento em que Cristo me resgatou da angústia, da depressão e da enfermidade, dando-me uma vida nova. São letras extremamente autobiográficas, pois ali estou abrindo meu coração e testificando o quanto Deus é maravilhoso. A única música que foge desse padrão é “Deserto” (http://www.youtube.com/watch?v=c5D5E2fgd0c), a qual foi inspirada no triste fato da morte da menina Gabriela Prado Maia Ribeiro, morta por bandidos nas escadarias do metrô da São Francisco Xavier, em 2003, no Rio de Janeiro. Foi algo que me entristeceu muito, pois a violência é um problema crônico em nosso país, e quando você vê vidas sendo destruídas dessa forma, e também o sofrimento gigantesco das famílias, é impossível não se sensibilizar. Sou da opinião de que as pessoas envolvidas com arte seja música, artes plásticas, teatro, cinema, o que for, e que tem como repercutir suas opiniões na mídia, devem se mobilizar e cobrar dos governantes que tomem medidas práticas para coibir a violência e não tolerar a impunidade. Eles são eleitos por nós, e tem o dever de tomar medidas para que tenhamos uma sociedade mais segura. Infelizmente mesmo tendo sido escrita há quase 10 anos, “Deserto” continua sendo uma música atual. Basta ligar a TV para nos depararmos com casos chocantes como o da jovem Daniela Nogueira Oliveira, de 25 anos, que foi baleada na cabeça, grávida de 9 meses, numa tentativa de assalto, em São Paulo. Triste isso…


    OP – E a seleção do repertório?

    Bom, é um trabalho minucioso que requer uma dedicação toda especial. Eu penso no cd como uma obra que será ouvida do inicio ao fim, onde o músico levará o ouvinte por uma viagem onde lhe mostrará todos os sentimentos que estão em sua alma. Apesar de hoje em dia pouquíssimas pessoas ouvirem um álbum na sequência, preferindo ouvir as faixas de maneira avulsa no mp3 player, tive o cuidado organizar as faixas numa ordem em que houvesse uma dinâmica, ou seja, que mantivesse o ouvinte interessado. A arte do disco remete ao disco de vinil, representante de uma época em que ouvir um álbum era algo que se parava para fazer, acompanhando as letras, cantando junto, esmiuçando a ficha técnica, vendo as fotos, etc. Conceitualmente queríamos essa ideia de convidar o ouvinte a ouvir na íntegra, na ordem.


    OP – Alguma música que você considera que mereça um destaque especial? Por quê?

    Essa é uma pergunta interessante, pois a maioria dos compositores diz que as músicas que compõem são como filhos, e desta forma, dizem ser impossível destacar a preferida. Comigo ocorre de forma diferente, pois há aquelas de que gosto mais. No entanto, nem sempre essas são as preferidas daqueles que apreciam nossas canções. Bom, diante disso prefiro omitir minhas preferências para não influenciar ninguém (risos). Por esse motivo optei por não por um título no cd que fizesse uma referência a uma das faixas, pois com isso acaba-se colocando um peso excessivo sobre a faixa-título, e na minha opinião a audição de um disco acaba sendo algo pessoal, pois cada ouvinte terá sua preferida, seja quanto à melodia ou quanto à letra que mais o emocionou.


    OP – Ouvindo o disco, muito bom por sinal, a gente se depara com uma sonoridade muito pouco explorada no meio gospel brasileiro. Como você descreveriam seu trabalho em termos músicais?

    AntiphonaAcho que a música é uma linguagem, e a maneira como fazemos uso dela é fruto de nossa criação desde a infância, experiências de vida, cultura, influências musicais e literárias, estudos, pesquisa etc. Pra mim é muito natural compor, fazer os arranjos e produzir as canções dessa forma porque é resultado de tudo que recebi de informação e formação musical. Não somos melhores nem piores do que ninguém, apenas essa é a única forma que sabemos fazer. Acredito que a partir das influências que recebe, o músico deve criar algo original, que tenha uma característica própria, sabe? Não podemos nos limitar a fazer meras cópias de outros artistas ou ficar se repetindo eternamente em fórmulas que se perpetuam a cada disco só porque deu certo um dia. Isso me assusta, pois acredito que o músico deve ser inquieto por definição, buscando sempre novos caminhos e trazer ao público algo diferente.

    Não tenho a preocupação de ser comercial ou alinhado com aquilo que o mercado fonográfico convencionou que é bom. Não temos como meta sermos um fenômeno de popularidade, mas sim sermos honestos em nossa mensagem. Essa é a grande vantagem de sermos uma banda independente, ou seja, ter autonomia.

    Eu e Gustavo somos aficionados por tecnologia do áudio, temos nosso próprio estúdio, e isso nos permite experimentarmos timbres e sons diferentes até encontrarmos o que realmente queremos. Gostamos dos timbres clássicos de guitarras les paul, telecaster, stratocaster e semi-acusticas e combinamos a isso os instrumentos virtuais (VST) que emulam minimoogs, melotrons, cordas e sintetizadores diversos. Gosto de experimentar cada preset de um desses instrumentos virtuais, cada preset das pedaleiras, cada combinação dos pedais analógicos, enfim, gostamos desse experimentalismo. É algo que nos deixa bastante entusiasmados.


    OP – Quais são suas inspirações musicais? Quais artistas nacionais e internacionais vocês costumam ouvir?

    Creio que um músico deve ouvir de tudo. Fui criado em lar não cristão, logo, era muito comum ter em casa os grandes clássicos do rock, pop, soul, MPB, progressivo, rhythm ´n´ blues, black music, etc. A lista de bandas e cantores que admiro é infindável. Minha mãe ama música e sempre teve um gosto bem diversificado. Em casa eu ouvia, Stevie Wonder, Barry White, Dire Straits, Queen, George Benson, Alcione, Roberto Carlos, Cauby Peixoto, Nelson Gonçalves…enfim, algo de um ecletismo admirável (risos).

                     Na segunda metade dos anos 80, ainda criança, tomei contato com bandas de synth pop como A-ha e Duran Duran. Durante a adolescência preferi “voltar no tempo” e ouvir música dos anos 60 e 70 e daí vieram influências do rock progressivo de Genesis, Yes e Pink Floyd, assim como do hard rock do Led Zeppelin e do pop-rock-melodia-redonda dos Beatles. As bandas dos anos 60 e 70 têm forte influência na minha maneira de tocar guitarra, assim como no uso de teclados vintage como minimoogs e melotrons, instrumentos que toquei bastante na gravação do disco.

                    Do segmento gospel nacional gosto muito de Oficina G3 (principalmente dos trabalhos mais recentes), Resgate, Livres para Adorar/Juliano Son e Rafael Lima (http://soundcloud.com/memorabilialima/sets/memorabilia-b-sides). Este último é um músico e produtor genial com o qual tive o imenso prazer de trabalhar em 2 faixas do cd do Antiphona: “Certeza de Vitória (https://soundcloud.com/antiphona-1/01-certeza-de-vit-ria) e “Meu Escudo e Proteção” (https://soundcloud.com/antiphona-1/04-meu-escudo-e-prote-o). Do gospel internacional me inspiram muito DC Talk, Neal Morse, Jesus Culture, Jars of Clay, Leeland e Hillsong United.


    OP – Vocês se tornaram notícia em diversos sites e blogs especializados devido ao lançamento do clipe da música “Carpe Diem” em dezembro. O vídeo, excelente, foi inclusive resenhado aqui no O Propagador. Qual a importância desse videoclipe para você?

    Imagem do clipe “Carpe Diem” - Créditos: Dimitri Kozma
    Imagem do clipe “Carpe Diem” – Créditos: Dimitri Kozma

    E inegável que um videoclipe é um meio de divulgação fantástico de um cd. Assim tem sido desde os anos 80, com advento da MTV e investimentos milionários por parte das gravadoras nesse veículo audiovisual. Sempre sonhei em ter um clipe em animação para uma música do Antiphona. Sou fã de animação desde criança e já frequentei incontáveis edições do festival Anima Mundi. O clipe de “Carpe Diem” foi feito pelo designer e cineasta brasileiro radicado no Canadá Dimitri Kozma. Eu era admirador do trabalho dele já há bastante tempo, e certa vez o adicionei no Facebook com o intuito de manifestar minha admiração. Disso resultou uma série de aprazíveis conversas e a proposta dele de fazermos esse projeto como uma parceria, ou seja, ele faria a animação em cima da música e eu cuidaria também dos efeitos, sons ambientes, enfim, dos detalhes finais. Foi um prazer indescritível trabalhar com o Dimitri, pois ele é uma pessoa bem humorada, inteligente, acessível e talentosíssima.

                    O clipe é lindo e agrada adultos e crianças graças a seus personagens cativantes e meigos. Tem todo um colorido que parece saltar pra fora da tela. A mensagem da canção é passada de forma plena e delicada. Estamos muito felizes com a repercussão que estamos obtendo. O clipe estreou bem nos festivais de animação, pois ficamos em 2º lugar no Festival do Minuto, do qual participamos com uma versão reduzida do clipe, e foi muito bem recebida, pois foi a única animação brasileira a ficar entre os 5 primeiros colocados. Enfim, o clipe tem sido fundamental para que as pessoas conheçam o Antiphona.


    OP – O mercado da música gospel brasileira está em uma onda crescente, com isso, a concorrência se torna mais acirrada e as expectativas do público maiores. Como vocês, enquanto banda, se veem diante dessa realidade?

                    O público tem se tornado cada vez mais exigente e a quantidade de bandas, cantores e cantoras no mercado é enorme, o que torna ainda mais difícil a tarefa de chamar a atenção das pessoas que gostam de música. É preciso mostrar algo realmente diferente para que o ouvinte clique no link da sua música/clipe e ouça até o final, pois com o dinamismo da internet ninguém perde tempo com o que não interessa. Além do mais, é muito difícil disputar espaço com artistas de grandes gravadoras, os quais têm à sua disposição generosas quantias para serem investidas em divulgação. O Antiphona nesse cenário se posiciona do lado alternativo/independente, procurando usar de criatividade, com a internet como principal aliada, para compensar a falta de recursos para investir em marketing em rádio, TV, jornais, revistas, portais de internet, etc. Nós cuidamos de tudo relacionado à nossa música, desde a criação até o produto final que é o cd. Nosso objetivo é criar uma relação contínua e fiel com as pessoas que tem apreciado nossas músicas e comprado o cd, nos apoiando, dando-lhes exclusividade na audição prévia de nossos novos trabalhos. É o que faremos com as novas músicas que lançaremos ao longo de 2013.


    OP – Vocês estão trabalhando a todo vapor na divulgação do disco. Quais ferramentas estão usando?

    A internet é a grande ferramenta! Estamos divulgando via Facebook e Twitter, principalmente. Nossas músicas estão hospedadas no Soundcloud (http://soundcloud.com/antiphonarock) e em nosso site oficial (www.antiphona.com.br) e os vídeos estão em nosso canal no Youtube. Gosto dessa interação com as pessoas que têm curtido nossas músicas. Temos feito grandes amigos dessa forma. Temos uma equipe pequena, porém muito eficiente, de assessores que cuidam de nossa divulgação nas redes sociais. Alguns sites populares e blogs independentes têm publicado sobre o cd e o clipe de “Carpe Diem”, o que nos deixa muito felizes, pois faz repercutir para todo o país. Graças a isso estamos recebendo encomendas de diversos estados.


    OP – Como vocês se veem daqui a alguns anos? Consolidados como uma banda forte no segmento mais alternativo da música gospel ou firme em uma grande gravadora? 

    Lidar com música para nós e como respirar, enfim, é algo que faz parte do nosso dia-a-dia, seja tocando, seja pesquisando novos timbres e possibilidades melódicas ou simplesmente ouvindo um cd de uma banda que gostamos. A todo o momento estamos buscando elementos para criar, escrever novas músicas num processo contínuo, com muita liberdade, fazendo música honesta, do fundo do coração, inspirados por Deus e fazendo tudo no ritmo que tem que ser. Por essas características do nosso trabalho, nos vemos dentro de um cenário alternativo/independente, pois o experimentalismo é um dos alicerces do nosso trabalho.


    OP – 2013 está apenas começando. Quais as expectativas e planos da banda para este ano?

    Estamos retomando os ensaios com o objetivo de tocarmos ao vivo, louvar e adorar a Deus nas igrejas, dando nosso testemunho de fé em Cristo. Paralelamente a isso estamos nos dedicando ao projeto cujo título provisório é “Acoustic Sessions”, que como o próprio nome diz, consiste de músicas em formato acústico, ou algo bem próximo disso, com violões de 12 cordas, bandolim, guitarras semi-acústicas, pianos, cordas, órgãos, etc. Traremos tanto versões de algumas músicas desse primeiro cd quanto composições inéditas. Lançaremos uma música por mês pela internet, sempre enviando com exclusividade antes para aqueles que adquiriram o cd. Será uma forma de demonstrarmos gratidão a aqueles que nos têm apoiado comprando nosso cd, pois isso contribuirá para que lancemos novos trabalhos de qualidade. Talvez após todas as 10 músicas serem lançadas transformemos o projeto em cd físico numa tiragem limitada apenas para registro formal. .

    Certamente lançaremos novos videoclipes. No momento estamos trabalhando com um artista plástico e designer aqui do Rio de Janeiro chamado Rafael Costa. Foi ele que cuidou de toda arte do nosso cd captando com grande inteligência o clima retrô das músicas. Alem disso há grande probabilidade de que voltemos a trabalhar com Dimitri Kozma. Enfim, virão boas surpresas por ai.


    OP – Gostaria de deixar um recado para os leitores do GM?

    Gostaria de deixar um grande abraço em meu nome e do Gustavo a todos os leitores do Gospel Musikas e que Deus os abençoe grandemente. Agradeço pelo carinho que tem tido conosco, nos apoiando e ajudando a divulgar nosso trabalho.

    Imagem do clipe "Carpe Diem" - créditos: Dimitri Kozma
    Imagem do clipe “Carpe Diem” – créditos: Dimitri Kozma

     

    OP – Como o leitor pode conhecer mais sobre vocês e adquirir o disco? Deixem seus contatos.

                    Nós mesmos estamos vendendo o cd enviando para todo Brasil. O cd custa R$7,00. O preço final com frete incluso é R$ 9,00. O cd tem encarte com todas as letras, foi fabricado em Manaus na Microservice/Videolar e conta com arte do talentoso artista plástico e designer Rafael Costa.

    Para conhecer mais do nosso trabalho e só entrar em um dos seguintes links:

    Vendas: contato@antiphona.com.br / sydback@gmail.com

    Youtube – link do clipe “Carpe Diem”:

    https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=c5US-o5oouY

    Site oficial da banda:

    http://www.antiphona.com.br

    Soundcloud:

    http://soundcloud.com/antiphona-1/sets

    http://soundcloud.com/antiphonarock

    Facebook Fan Page:

    https://www.facebook.com/BandaAntiphona

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               Twitter:

    http://twitter.com/Antiphonarock

     

    Estejam Com Deus e Até a Próxima!