Diferentemente de várias bandas do meio cristão, o Trazendo a Arca, na maioria das vezes atuou em conjunto nas composições. Porém, Luiz Arcanjo forneceu várias canções nas quais construiu sozinho – algumas são clássicas do grupo. Também sempre se destacou de forma diferenciada dos demais integrantes compositores, o baixista Deco Rodrigues e os ex-integrantes Ronald Fonseca e Davi Sacer na temática e poesia de suas letras.
Neste TOP10 escolhemos por nossa opinião as dez melhores obras exclusivas de Luiz Arcanjo gravadas e lançadas pelo Trazendo a Arca, desconsiderando, assim, músicas de sua carreira solo ou gravações de outros artistas.
[tabs]
[tab title=”10º”]
“Perdoa” – do álbum Pra Tocar no Manto
Em Pra Tocar no Manto, de forma indireta Luiz afirmou sua capacidade de liderar o lirismo do Trazendo a Arca, apresentando um discurso cristocêntrico e confrontante. Do álbum mais maduro do grupo, temos “Perdoa”, um pop rock em primeira pessoa, como uma oração do eu lírico, por tantas vezes ter negado a Cristo como o centro de suas motivações. Do arranjo, destacam-se o solo e os riffs de Isaac Ramos. (2009)
[/tab]
[tab title=”9º”]
“Graça” – do álbum Na Casa dos Profetas
Música que anteriormente era prevista como provável título do álbum Na Casa dos Profetas, “Graça” tem todos os elementos do que uma clássica música do Trazendo a Arca deve apresentar: cordas aliadas ao piano, e a cozinha que cresce, ganhando força, até atingindo o seu ápice do refrão. Não possui uma letra surpreendente em comparação a outras de Luiz, mas sua sonoridade é exuberante. (2012)
[/tab]
[tab title=”8º”]
“Kabod” – do álbum Na Casa dos Profetas
Como uma versão mais ousada de “O Chão vai Tremer”, “Kabod” surge como a canção mais pesada de um álbum sem Ronald. Como compensação, André Mattos surpreende e faz uma de suas melhores – senão a melhor – performance na bateria. O refrão é contagiante e mostra um pouco do que o Trazendo a Arca pode nos apresentar nos próximos trabalhos como efeito nas mudanças de formação. (2012)
[/tab]
[tab title=”7º”]
“Se não Fosse o Senhor (Salmo 124)” – do álbum Salmos e Cânticos Espirituais
Luiz assina a letra e música, e para uma canção de agradecimento a Deus temos uma balada pop rock muito bem executada e centrada nos teclados de Ronald/Wagner Derek. No final, há espaço para um dos melhores solos de Isaac Ramos na banda e interpretação vibrante do próprio Arcanjo. É uma das poucas canções escritas sozinhas no álbum, somado a “Me Levanta com Tua Destra” por Ronald. (2009)
[/tab]
[tab title=”6º”]
“Toca na Rocha” – do álbum Pra Tocar no Manto
Não dá para pensar na letra desesperadora de “Toca na Rocha” sem a interpretação intimista de sua intro pelo piano de Ronald Fonseca. Com a chegada do violão de Ramos e as cordas, o arranjo é preenchido, e no vocal de Luiz temos uma mensagem de esperança em meio às dificuldades. É, de longe uma das melhores baladas do Trazendo a Arca. (2009)
[/tab]
[tab title=”5º”]
“Casa do Oleiro” – do álbum Entre a Fé e a Razão
É uma das letras mais poéticas de Luiz. Mas, desta vez é Isaac Ramos que rouba a cena com o feeling de seu violão, que em toda a canção faz o ouvinte se emocionar. Com as cordas, do músico convidado Quiel Nascimento é apresentada uma das principais canções de quebrantamento do Trazendo a Arca, com sua sonoridade diferenciada. (2010)
https://www.youtube.com/watch?v=i0spMqq5W0o
[/tab]
[tab title=”4º”]
“Quem é Você” – do álbum Pra Tocar no Manto
“Quem é Você” é digna do título de canção mais diferente já gravada pelo Trazendo a Arca, e a mais reflexiva que temos. Sua letra é muito semelhante com o testemunho dado pelo Pr. Neil Barreto no DVD Ao Vivo no Maracanãzinho, e versa a vida vazia e disfarçada de uma liderança religiosa. Ótima canção para fechar um ótimo álbum. (2009)
[/tab]
[tab title=”3º”]
Cântico de Davi” – do álbum Olha pra Mim
Acredito que “Cântico de Davi” seja a composição mais subestimada de Luiz Arcanjo. Ao seu lado esquerdo, o belo instrumental de Ronald e a seguir o forte pop rock de “Trazendo a Arca” faz com que a canção pareça uma simples ponte entre a abertura e a primeira canção de celebração do álbum. Mas não. Seu arranjo flerta tons épicos e obscuros, gerando algo único na carreira da banda. (2006)
[/tab]
[tab title=”2º”]
“Santo” – do álbum Toque no Altar
Principalmente a contar do DVD Toque no Altar e Restituição (a melhor parte do registro), “Santo” é uma das músicas mais intimistas da primeira fase da banda. Apenas no piano e cordas, uma canção de exaltação a Deus com uma forte participação dos vocais de apoio, e referências bíblicas da declaração de Isaías. É também a primeira composição de Arcanjo sozinho gravada pelo grupo e uma ótima amostra do que ele apresentaria ao passar dos anos. (2003)
[/tab]
[tab title=”1º Lugar” icon=”trophy”]
“Abro mão” – do álbum Toque no Altar
O primeiro lugar vai para a canção mais forte da primeira fase do Trazendo a Arca, e de Luiz, no qual também abordou por várias vezes temas diferentes dos demais compositores. Uma declaração de total rendição é uma negação dos sonhos e projetos pessoais pela vontade e soberania de Deus. Além de cantar, é sem dúvida difícil viver o que a letra diz. Sua interpretação, na voz do compositor em Ao Vivo no Japão é ainda melhor. (2003)
[/tab]
[/tabs]
Excluímos alguma composição de Luiz Arcanjo que você conte como preferida? Comente!
Deixe um comentário