As produções visuais no cenário nacional cristão estão a todo o vapor. De ano em ano, produtoras e diretores se destacam assinando grandes trabalhos. Em mesma instância, independentes se sobressaem. Pensando nisso, o O Propagador preparou a lista dos melhores clipes de 2015. Confira nossa seleção e exponha seus comentários:
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Fornalha – Pedras Vivas
Mesmo utilizando-se de um clichê no meio evangélico, clipes com testemunhos, “Fornalha” se sobressai pela qualidade das imagens e da atuação dos atores. A música dá título ao mais recente trabalho da banda goianiense pela Universal Music.
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Vento – Dilson e Débora
Adventistas, Dilson e Débora se destacaram este ano por “Vento”. Uma das produções mais bem produzidas e pretensiosas do ano, as imagens densas transmitem melancolia.
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Acredito – Leonardo Gonçalves
A canção “Acredito” é uma versão de “We Believe” do Newsboys, feita especialmente para o filme Você Acredita?. Com direção de Hugo Pessoa, responsável por outros trabalhos de Leonardo, o clipe também foi exibido nos cinemas junto com os créditos finais. Tendo como base a imagem de Leonardo dentro de um templo, a música revisita o filme se transformando em uma espécie de trailer musical. Uma curiosidade é que o vídeo já passou de 5 milhões de visualizações em menos de 1 ano.
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Ser Alguém – PG
Versão de “Be Somebody” do Thousand Foot Krutch, “Ser Alguém” foi escolhida como a principal faixa de S.E.T.E., novo trabalho de PG pela Som Livre. A balada segue uma estrutura comum em sua carreira solo, flertando suavidade pop com refrães mais incisivos do hard rock. As imagens foram gravadas nos Estados Unidos, com a direção de Marco Túlio e produção de Thiago Makie, da BME Multimídia. Para a gravação, PG utilizou uma guitarra Washburn e homenageou sua esposa, Rosana.
https://www.youtube.com/watch?v=rt1OiSd2Fzg
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Porque eu Te Amei – Ton Carfi
O álbum Somos Um (Som Livre, 2015) colocou o paulista Ton Carfi no rol dos grandes nomes da música cristã contemporânea nacional. Sempre misturando estilos musicais, Ton, que é mais conhecido por suas músicas pop eletrônicas encontrou na delicada e emotiva “Porque eu Te Amei” o single perfeito para seu disco. O clipe da canção, dirigido por Toddy Ivon, consegue capturar a veia emocional do cantor que divide o protagonismo do vídeo com seu piano branco e uma pequena e carismática bailarina, responsável pela cota da delicadeza.
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O Bilhete e o Trovão – Os Arrais
Parte do CD/DVD As Paisagens Conhecidas, Os Arrais chegaram ao terceiro trabalho explorando as possibilidades audiovisuais da música. “O Bilhete e o Trovão” é parte desta produção, dirigida por Hugo Pessoa. As imagens foram gravadas em Olinda, cidade de Pernambuco. A letra foi escrita por Tiago Arrais, e segundo o compositor, é baseada “naquele momento em que os valores tradicionais do que a gente entende por fé cristã são colocados à prova”.
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Vem – Quarto Fechado
“Eu vejo um conflito / Meu livre arbítrio / Onde foi parar”? Single do álbum Labirinto Meu, “Vem” é carro-chefe de um disco que questiona bases teológicas na realidade cristã pós-moderna. Na narrativa que o clipe segue, o amor é um campo de possibilidades para quem se entrega. As imagens contam a história de um jovem frequentemente atormentado por seus pensamentos e recordações de um passado criminoso.
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Nossa Canção – Gabriela Rocha e Leonardo Gonçalves
Dirigido por Hugo Pessoa, “Nossa Canção” se destaca por trazer um entendimento geral do que é dito por “filhos de Deus”. Negros, brancos, ricos, poderosos, são caracterizados na produção que se destaca por seu teor conceitual.
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Do Avesso – Paulo César Baruk
“Do Avesso”, faz parte do álbum Graça, lançado em 2014. O clipe foi gravado nos Estados Unidos, em uma parceria da Salluz com a Sony Music Brasil. Baseado no capítulo 15 do livro de Lucas, o roteiro faz uma releitura da parábola do filho pródigo, onde o próprio Baruk interpreta o personagem que resolve se aventurar e, logo depois, se arrepende da decisão.
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Ame Mais, Julgue Menos – Marcela Taís
Com direção de Bruno Fioravanti, “Ame Mais, Julgue Menos” é caracterizada pela sua espontaneidade. Marcela Taís é autora e intérprete da canção que está a frente do álbum Moderno à Moda Antiga. A qualidade da fotografia, além dos locais onde as cenas foram gravadas, rende à produção o primeiro lugar em nosso pódio.
A vaidade consiste em uma estima exagerada de si mesmo, uma afirmação esnobe da própria identidade, e infelizmente pode atingir a todos. Esta questão foi tratada em muitas das músicas cristãs, e por isso decidimos trazê-las aqui no O Propagador. Confira.
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O que não Precisa – Resgate
Abrindo a lista, temos “O que não Precisa”, da banda de rock Resgate. A faixa alerta o esquecimento das coisas de Deus, atentando-se para questões passageiras deste mundo. (2012)
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Tudo o que eu Preciso – Nívea Soares
O nono lugar é de Nívea Soares, com “Tudo o que eu Preciso”. Do álbum Reina Sobre Mim, esta canção é uma oração, a qual pede que Deus venha tirar o foco das coisas deste mundo e que neguemos a nós mesmos. (2003)
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Tudo Passa – Rebanhão
Escrita pelo cantor Carlinhos Felix, “Tudo Passa” abre a discografia do Rebanhão nos lembrando que “tudo neste mundo é ilusão”, e que, mesmo dias, meses e anos passando, Cristo nunca passará. O músico ainda canta que Cristo “é tempo sem perder”. (1981)
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Quem Sou Eu? – PG
Embora se trate de uma versão do Casting Crowns, “Quem Sou Eu” foi um sucesso importante na carreira de PG. Sua letra é uma reflexão do quão pequenos, frágeis e tolos que somos, sem poder para controlar tudo ao nosso redor. Deus, ao contrário de nós, não é passageiro. (2007)
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Vaidade – Hibernia
A maior parte do repertório da banda Hibernia é composto por canções introspectivas e extremamente reflexivas. “Vaidade” não foge deste padrão, e analisa a prevalência da transitoriedade a qual lidamos todos os dias, além da nossa vontade constante de ter coisas fúteis. (2009)
https://www.youtube.com/watch?v=_GhhqSpO_cg
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Milímetro – Daniela Araújo
Canção que abre a carreira solo de Daniela Araújo, “Milímetro” é uma reflexão sobre a brevidade da vida, tão curta em relação à tudo em nosso redor. E, de tempos em tempos, seres nascem, seres morrem, num ciclo de repetições. (2011)
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Senhor do Tempo – Paulo César Baruk
Uma reflexão acerca dos nossos dias tão frenéticos, e as vezes, cada vez mais distantes do Criador, “Senhor do Tempo” é uma das melhores canções na carreira de Paulo César Baruk. O clipe para esta canção alcançou alta popularidade, tendo mais de um milhão de visualizações, e foi feito em relação ao conceito gráfico do álbum Entre. (2013)
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Vaidade – Tanlan e Marcos Almeida
A medalha de bronze vai para a banda Tanlan, com a participação do cantor Marcos Almeida. “Vaidade” explora justamente as definições deste conceito, mas, de forma esperançosa, afirma que “a vida ainda vale a pena” e que a busca pela realidade o levou até a este ponto. (2012)
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Tudo é Vaidade – João Alexandre
João Alexandre é notável por afirmações e canções polêmicas, sem a menor pretensão de agradar egos, abordando verdades bíblicas. “Tudo é Vaidade” é uma união de várias críticas, desde a valorização do dinheiro, a prosperidade até tudo que dê ar de superioridade ao ser humano, afirmando que tudo isto é vaidade. No final, o cantor apresenta um trecho da canção “Palácios”, um clássico do Rebanhão. (2000)
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Vaidade – Heloisa Rosa
O primeiro lugar vai para a cantora Heloisa Rosa, com “Vaidade”. O mundo cada vez mais frenético e acelerado. Os anseios consumistas nos fazem que, de tempo em tempo, busquemos por coisas que realmente não precisamos. “Vaidade” vai exatamente neste tema, com o clamor de que Deus nos atraia para perto dEle e longe dos propósitos deste tempo. (2008)
https://www.youtube.com/watch?v=_uD7m8zfaVs
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O que achou deste nosso TOP 10? Conhece mais canções acerca deste tema? Comente e compartilhe com todos, sua opinião é importante!
Perdeu alguma novidade esta semana? Acompanhe agora o resumo com os principais acontecimentos da música gospel.
Heloisa Rosa apresenta capa do novo CD, Paz
O novo CD de Heloisa Rosa já está na fábrica! O título Paz nasce no coração de Heloisa e permeia todas as músicas do álbum, refletindo o anseio da humanidade pela Paz que só pode ser encontrada em Jesus.
Depois de quatro anos sem lançar um disco somente com músicas inéditas, “Paz” reúne 10 faixas autorais, incluindo os destaques “O Seu Caminho”, “Casa do Pão” e “Glorioso Dia”, que conta com a participação especial de Mauro Henrique, vocalista da Banda Oficina G3. Esse é sexto título da cantora, depois de “Heloisa Rosa – Ao Vivo em São Paulo” (2014), “Confiança” (2011), “Estante da Vida” (2008), “Andando na Luz” (2006) e “Liberta-me” (2004). “Paz” é mais um lançamento Musile Records, disponível a partir de Dezembro/2015 em CD, Playback e no formato digital. Veja a capa do álbum:
Os Arrais lançam clipe da canção O Bilhete e o Trovão
O Bilhete e o Trovão traz o experimentalismo indie folk da dupla, com alguns instrumentos mais audíveis nesta canção. Se em Mais a aposta foi em um som acústico voz e violão, em As Paisagens Conhecidas conseguimos ouvir pianos, guitarras e percussão bem presentes, sem descaracterizar o som da dupla. Assista:
Trazendo a Arca lança novo CD “Habito no Abrigo”
No dia 20 de novembro a Sony Music começa a distribuir o CD “Habito no Abrigo”, lançamento do ministério de louvor Trazendo a Arca.
O projeto terá a pré-venda no iTunes e no Google Play a partir do dia 13 de novembro, os fãs do grupo poderão adquirir o disco em primeira mão e acompanhar o lançamento das músicas na semana seguinte, quando o CD também começa a chegar nas lojas.
“Habito no Abrigo” foi gravado ao vivo no Rio de Janeiro, o disco segue o estilo do ministério de louvor com muita ministração e canções congregacionais.
“Optamos em gravar esse projeto em nossa igreja, com nossos amigos, nossos pastores. Foi uma noite muito especial e esse clima conseguiu ficar registrado neste novo projeto que será lançado pela Sony Music nos próximos dias”, comentou Luis Arcanjo, líder do Trazendo a Arca. Confira a participação do grupo no Sony Music Live, com uma das músicas inéditas da gravação do álbum Habito no Abrigo:
Denyse Bittencourt lança “Um minuto mais” seu mais novo CD
O novo CD da cantora Denyse Bittencourt “Um minuto mais”, já está disponível em todas as plataformas digitais, e em dezembro chega às lojas.
“Um minuto mais” é o segundo trabalho solo da cantora, que tem quinze anos de carreira, dez destes dedicados ao Renascer Praise, onde esteve entre 2000 e 2010, e gravou dez CDs e DVDs como uma das principais vozes do grupo.
O projeto, produzido pelo músico Felipe Cruz, contempla 14 canções, 11 composições suas, entre elas duas regravações “Ser Conhecido de Deus” gravada pelo Renascer Praise em 2008 e “Pra Viver a Restituição” gravada por Davi Sacer em seu álbum “As margens do teu rio” lançado em 2012. O CD físico contará ainda com uma faixa bônus “Lugares Altos” versão Piano e Voz.
Agora focada somente em sua carreira solo, Denyse busca novas sonoridades, outros sons, uma musicalidade que foge do convencional, mas com a essência de adoração que a consagrou como intérprete e compositora.
Cassiane lança Harpa Vol. 2
A cantora Cassiane fez uma seleção de músicas que passam de geração em geração que integram o hinário Harpa Cristã e transformou no projeto Harpa. O primeiro volume foi lançado em 2010, comemorando o centenário das Assembleias de Deus no Brasil. A segunda edição chega às lojas marcando o retorno da cantora à MK Music.
Totalmente inédito, o CD Harpa 2 traz 10 canções que ganharam interpretação emocionante de Cassiane, que cresceu ouvindo e cantando esses hinos. Além, claro, de lindos e contemporâneos arranjos do maestro Jairo Manhães, que assina a produção musical. “Essas músicas fazem parte da minha história, da minha formação como cristã. Afinal, sou assembleiana de berço. Por isso é tão especial para mim”, compartilha Cassiane.
“Achamos muito pertinente marcar a volta da querida Cassiane para a MK com esse álbum inédito e emblemático, que revisita a história, as raízes… Estamos vivendo momento lindo na presença de Deus e é com alegria que lançamos este projeto, assim como relançaremos o volume 1 e muitos outros álbuns do acervo pessoal da cantora”, explica Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music, já adiantando novidades.
Jonas Villar lança disco Vitória
O cantor Jonas Vilar vive a expectativa pelo lançamento do seu novo álbum “Vitória” pela Universal Music Christian Group. O novo projeto traz 16 faixas e participações especiais dos cantores Kalebe, Anderson Sousa, as duplas João Vitor e Diego e Junior e Matheus. O lançamento do CD será no dia 13 de novembro em formato físico e digital.
Gravado no Parque das Mangabeiras em Belo Horizonte, no dia 20 de junho, o projeto em breve será lançado em DVD. A gravação reuniu milhares de pessoas que cantaram durante todo o evento. Um dos pontos altos da gravação aconteceu durante a música “A vida é tudo de bom”, em que se formou um verdadeiro coral. Outro momento especial da gravação foi o dueto com o cantor Kalebe na faixa “Eu Navegarei”, emocionando o público.
Jonas relembrou a emoção do dia da gravação: “No dia da gravação, eu estava muito emocionado, porque era o meu melhor para Deus. Eu havia pedido à equipe que realizasse tudo com muita excelência, pois o nosso Deus é Deus de primazia e, para Ele, nada menos que o excelente. E foi isso que vimos naquele dia. Eu fiquei mesmo muito feliz”, comenta Jonas.
Bruna Karla recebe disco de platina pelo disco Como Águia
Depois de ter mais de 80.000 cópias vendidas, a cantora Bruna Karla recebeu o disco de platina pelo álbum lançado no final de 2014. A artista, que despontou com o álbum Advogado Fiel, com canções de qualidade inquestionável acomodou-se, e pior, aos poucos perde seu patamar a cada disco que lança. Apesar das boas vendas, Como Águia dá sequência à este contexto, fazendo uma combinação desagradável entre produção musical sem personalidade, musicalidade duvidosa, interpretações vocais equivocadas e repertório confuso.
Já está na fábrica o CD e DVD Extraordinária Graça de Aline Barros
O próximo trabalho de Aline Barros, “Extraordinária Graça” será lançado em breve pela MK Music e já foi para a fábrica. A arte de capa foi feita de pela agência Quartel Design que utilizou uma imagem da cantora durante a gravação desse projeto que aconteceu em junho deste ano no HSBC Arena, Rio de Janeiro, onde mais de 10 mil pessoas estiveram presentes. “Esse trabalho está lindo! Tenho certeza que muitas vidas serão alcançadas com o som desses louvores”, disse a cantora.
A direção executiva deste trabalho é assinada pelo pastor Gilmar Santos, marido e empresário de Aline, já a direção artística foi feita por Marina de Oliveira e a direção de vídeo de Anselmo Troncoso. A produção musical é de Ruben di Souza.
O repertório de “Extraordinária Graça” é composto por canções de dois CDs premiados com o Grammy Latino “Extraordinário Amor de Deus” e “Graça”, ambos lançados pela MK. O CD e o DVD deve chegar às lojas no final deste mês. Confira o primeiro single do álbum, Rendido Estou com participação de Fernandinho e Bruna Karla:
Déio Tambasco sofre grave acidente na BR 364 em Ariquemes/RO
Cinco homens, entre eles o cantor e músico Déio Tambasco, de 42 anos, ficaram feridos após uma colisão frontal entre dois automóveis no km 548 da BR-364, na noite de quinta-feira (5) em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo utilitário onde estava o músico, capotou por diversas vezes após a batida e parou na ribanceira da pista.
Segundo a PRF, o condutor de um carro de passeio estava com dois passageiros na rodovia. A polícia informou que o motorista dirigia o veículo alcoolizado e em determinado momento invadiu a pista contrária atingindo o veículo onde estava o cantor e o motorista. Ainda conforme a PRF, com a força da batida, o utilitário capotou diversas vezes na pista até parar em uma ribanceira.
O motorista do carro de passeio ficou preso às ferragens e foi retirado pelo Corpo de Bombeiros. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou atendimento às outras vítimas e após realizar os primeiros socorros foram encaminhados até o Hospital Regional de Ariquemes.
De acordo com a direção do hospital, o cantor solo sofreu escoriações pelo corpo e recebeu alta algumas horas após dar entrada na unidade. O músico de São Paulo havia chegado a Porto Velho pouco antes do acidente e estava a caminho da Região Central do estado, onde participa de um evento evangélico em Ouro Preto do Oeste.
As outras vítimas foram transportadas para Porto Velho com fraturas expostas e um sob a suspeita de estar com traumatismo craniano.
Tambasco, é ex-integrante do Katsbarnea, e já tocou como contratado no Oficina G3 (na turnê do Além do que os Olhos Podem Ver 2005/2006), com o Renascer Praise e com o Brother Simion.
Asaph Barbosa lança novo clipe Enche-me de Ti
Com direção de Vlad Aguiar, o cantor Asaph Barbosa divulgou o projeto audiovisual do seu mais novo álbum, Profetiza pela Som Livre. Assim como a música, o clipe é mais intimista, acompanhado por uma interpretação suave do intérprete. Veja:
P.G. lança novo clipe e single Eu Permanecerei
Eu Permanecerei faz parte do álbum “S.E.T.E”, do cantor PG, o vídeo clipe foi produzido pela BME e conta com direção de Marco Tulio. O clipe conta a história de uma bailarina que sofre um grave acidente de carro e fica paraplégica, sendo impedida de dançar e seguir a sua carreira. Assista:
https://www.youtube.com/watch?v=d1WElHc2RjY
Fernanda Brum lança o clipe Efésios
Guiada pela urgência da Noiva em se preparar para o encontro com o Noivo, Fernanda Brum mostra através de Efésios uma Igreja que sofre com a violência, morte, soberba e fome. Fernanda fez questão de participar na direção, no roteiro e em todos os detalhes que envolveram a produção do clipe para que a visão que Deus tem passado a ela esteja impressa de forma clara e fiel nesse projeto tão desafiador.
A grande dificuldade do clipe foi a escolha dos locais de gravação que precisavam representar a mensagem da canção. As imagens foram capturadas principalmente no Rio de Janeiro, Nova York e Israel. O Rio de Janeiro foi escolhido por representar toda guerra, violência e insegurança que a cidade tem vivido, além de mostrar que dentro do Rio existe uma Igreja que clama. Já a Times Square, em Nova York, representa o Centro Comercial do mundo. E Israel, segundo a Profecia Bíblica, será o local do encontro da Noiva com o Noivo.
A expectativa com o clipe é trazer a revelação da urgência da Igreja em se preparar e em se limpar, pois Ele vem e não demora. O foco da mensagem no vídeo clipe é: Desperta Igreja, pois o Noivo está voltando para buscar a noiva!
O preconceito é um assunto que, infelizmente, nunca sai de moda. Manifestado através do racismo, xenofobia, bullying, etnocentrismo, no geral se manifesta através do julgamento alheio, sem qualquer prática de amor. Pensando nesta temática, apresentamos dez canções que falam de preconceito. Leia e dê o play.
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Pedro Zé, um Nordestino – Catedral
A banda Catedral, no terceiro trabalho, gravou a canção “Pedro Zé, um Nordestino” que, como o nome sugere, trata da questão da exclusão social e da xenofobia. Acabou se tornando um sucesso do grupo. (1991)
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Somos Iguais – Semeando
A nona posição é do grupo Semeando, que gravou a canção “Somos Iguais” no final dos anos 90. Esta música trata de forma bem simples que todos são iguais, independente dos preconceitos do homem: “Viver com dignidade é conseguir fazer / Do amor a força para vencer / Todo o sofrimento que o preconceito traz / É dar as mãos aonde há separação / Não há discriminação / Pra Deus somos iguais / Apesar do que o homem faz“. (1998)
https://www.youtube.com/watch?v=mCGWrcbkCmk
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Se – Rosa de Saron
O oitavo lugar vai para o Rosa de Saron com “Se”, do álbum Lagitude, Longitude. A música, que conta com uma reflexão introdutória de Guilherme de Sá sobre o julgamento alheio pela aparência, sintetiza, toda a letra, que trata de amar sem preconceitos. (2013)
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Meio Fio – Katsbarnea
O Katsbarnea, em seu álbum Cristo ou Barrabás, escreveu “Meio Fio”, de autoria do ex-vocalista Brother Simion, em parceria com Estevam Hernandes. Na verdade, esta canção faz uma reflexão acerca do amor de Deus que, em sua visão, “está disponível a toda criatura“, afirmando que não importa quem seja o indivíduo, Cristo o ama. (1992)
https://www.youtube.com/watch?v=N9lPMEn0AtI
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Lucifeia – Resgate
Tratando acerca do padrão de beleza, o Resgate gravou, no seu disco acústico, a canção “Lucifeia”, que trata de uma jovem que não enxerga a sua beleza interior desde que é pequena. Quando entende que a verdadeira beleza vem de dentro, a felicidade surge. (2001)
https://www.youtube.com/watch?v=t3yPNwobBMc
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Bullying, sai pra Lá – Cristina Mel
Em seu disco infantil Fazendo a Diferença, Cristina Mel foi ousada e tratou de questões “espinhosas”, mas necessárias para as crianças. Uma delas, que ganhou destaque nas mídias, foi a pedofilia. Mas a cantora também cantou sobre o bullying, em “Bullying, sai pra Lá”. Ouça. (2014)
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Olhos da Fé – PG
Do álbum Senhor, Exaltado Tu És, PG escreveu uma música que trata do preconceito a deficientes e discriminação racial. “Olhos da Fé” também contém a participação de Juninho Afram, da Oficina G3, nas guitarras, nesta canção que trata de uma temática pouco comum no meio cristão, afirmando que “O homem atenta para o exterior / Deus vê o coração / Aprenda a ver com os olhos do Criador / Veja com os olhos da fé“. (2015)
https://www.youtube.com/watch?v=fCSviY98YS0
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Viver o Amor – Luiz Arcanjo
A medalha de bronze é de Luiz Arcanjo que, em seu disco solo, escreveu o samba “Viver o Amor” que, como o nome presume, é uma canção que trata da importância de amar as pessoas sem olhar a quem. Na música, o cantor cita que o amor deve ser dado a cristãos, judeus, muçulmanos, ateus, homossexuais, prostitutas, mendigos, a quem for. (2009)
https://www.youtube.com/watch?v=4LPgYoNsj2E
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Ame Mais, Julgue Menos – Marcela Taís
Carro-chefe do álbum Moderno à Moda Antiga, a canção “Ame Mais, Julgue Menos”, de Marcela Taís, é enfática na questão do julgamento e falta de amor, muito presente na ocorrência de preconceito: “Quem somos nós pra ditar / O valor de alguém? / Somos pó / Não podemos julgar ninguém“. (2015)
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Jimmy – Fruto Sagrado
O primeiro lugar vai para uma das poucas músicas que falam diretamente e muito claramente sobre o preconceito mais conhecido: o racismo. “Jimmy”, do Fruto Sagrado, conta a história de um jovem chamado Jimmy que, sendo negro e com o carro quebrado num local do Rio de Janeiro, não foi ajudado pelas pessoas em sua volta por causa da cor de sua pele. A canção foi tocada por quase uma década nos shows da banda. (1993)
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O que achou deste nosso TOP 10? Conhece mais canções sobre o preconceito? Comente e compartilhe com todos, sua opinião é importante!
PG é um artista diferenciado dos demais do segmento evangélico por ser ousado. E nem me refiro a sua veia roqueira, mas em seu vocal e apresentações bem elétricas. Mas como sou um compositor exigente, considero que suas letras soam uma chatice imensa.
S.E.T.E (Senhor, Exaltado Tú És) é o sétimo trabalho do cantor como artista solo. O disco foi lançado no dia 31 de julho deste ano pela Som Livre, primeiro álbum de PG pela conceituada gravadora, após dez anos na MK Music.
Vale salientar, antes de tudo, que S.E.T.E pode não ser, necessariamente, um disco enfadonho e incompreensível, mas tem propriedade para ser claramente confundido (ou considerado) como um mero Ctrl C + Ctrl V dos artistas cristãos norte-americanos e, isso deixa qualquer trabalho com a pretensão de soar bom alcançar o status de chato.
A obra conta com a participação do guitarrista e ex-companheiro de PG no Oficina G3, Juninho Afram, na faixa que abre o disco, Olhos da Fé. Em relação ao repertório, Ser Alguém é uma das faixas mais poéticas e legais do trabalho, com um violão cujo som é marca registrada de toda a sonoridade. Faz Morada em Mim reflete um pouco da parte trovadoresca do álbum que, por sinal, é boa. Em contrapartida, a faixa-título é uma mistura de vários clichês do gospel e alguns versículos bíblicos fortes. Isso me fez lembrar que, quando ouço música gospel, geralmente sinto mal, por ver a falta de criatividade dos compositores. Ao invés de gravarem um CD por simplesmente gravar, deveriam se atualizar, procurando, assim, superar suas obras. Um curso teológico também não seria nada ruim.
A respeito das referências estrangeiras, O Salvador surge com um peso ameno e diferenciado no disco. E, claro, revela uma perceptível e significativa influência da banda Thousand Foot Kruth na musicalidade deste trabalho. Mergulhar em Ti, por sua vez, é uma canção relevante.
Lamentavelmente, Orgulho ou Salvação? é mais uma daquelas faixas gospel que tentam empurrar Deus goela abaixo na vida das pessoas, apelando para as consequências do pecado, usando palavras como “inferno” e “Satanás” para amedrontar os outros. Ser de Deus é uma tentativa frustrada do artista em soar crítico, utilizando-se dos sentidos de “ter” e “ser” de forma superficial, simplesmente finalizando que ele, como eu lírico, quer “ser de Deus”.
A produção de S.E.T.E ficou por conta do próprio PG e ficou do seu nível: entediante. Para quem busca algo mais além de um som pesado e letras sem muita profundidade, o álbum vai te decepcionar, assim como me decepcionou.
O rock cristão brasileiro, embora não muito popular contribuiu imensamente para a modernização da música cristã. Desde os anos 70, até atualmente, surgiram bandas e músicos de diversos subgêneros e propostas. De todos estes, dez homens se destacaram, fizeram história, e outros continuam a fazer. Apresentamo-os abaixo.
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Marcos Almeida (ex-Palavrantiga)
Dentre todos deste TOP10, é o mais jovem. Era líder, compositor e vocalista da banda Palavrantiga, e mesmo tendo a deixado em 2014, o músico tem sido um dos nomes, se não o maior em popularização do chamado novo movimento. Seu discurso para o fim dos rótulos, e uma música que derrube muros neste mesmo chão tem sido elogiado, criticado e difundido à medida que sua banda tem se popularizado. Também é escritor e escreve os textos do blog Nossa Brasilidade. (n. 1983)
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JT (Metal Nobre)
O cantor JT, frontman do Metal Nobre, é seu integrante fundador. De voz marcante, também é o principal compositor desta banda que faz seu hard rock competentemente há quase vinte anos. Foi candidato à deputado distrital nas eleições de 2014. (n. 1964)
https://www.youtube.com/watch?v=XTBF0qcb54g
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Guilherme de Sá (Rosa de Saron)
O vocalista do Rosa de Saron, Guilherme de Sá, é integrante do grupo desde o início dos anos 2000. Sendo o principal compositor por trás das letras extremamente poéticas e complexas da banda, o intérprete já marcou o seu espaço por sua interpretação forte e cheia de feeling. (n. 1980)
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Rodolfo Abrantes
Vivenciador de uns dos maiores testemunhos no meio cristão protestante nacional, o ex-compositor e vocalista da banda punk Raimundos deixou o grupo em seu auge por conta de sua conversão. As letras do Raimundos, apesar de divertidas e criativas, carregavam conteúdos que, na visão de Rodolfo não possuíam compatibilidade com suas novas crenças. O músico ainda fundou o Rodox, e mais tarde, pelo fim desta optou pela carreira solo. Até hoje, com seu punk rock, gênero pouco explorado no meio cristão lançou quatro álbuns solo, porém possui uma carreira com cerca de vinte anos como músico. (n. 1972)
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PG (ex-Oficina G3)
PG foi ex-vocalista da Oficina G3 entre 1997 e 2003. De personalidade forte, assim que entrou no grupo, passou a ter forte participação nas composições, mesmo o guitarrista Juninho Afram e o baixista Duca Tambasco serem os letristas majoritários. Saiu de forma polêmica, e ingressou numa carreira solo, a qual já possui mais de dez anos. Até hoje, suas interpretações vocais são bastante elogiadas, tanto por sua proficiência nos graves e agudos. (n. 1976)
https://www.youtube.com/watch?v=rt1OiSd2Fzg
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Marcão (ex-Fruto Sagrado)
Sua voz “rasgada”, embora firme e sempre destacável nos álbuns do Fruto Sagrado deu tom as críticas sociais, religiosas e políticas de sua banda. Mais que um vocalista, Marcão também foi líder e principal compositor do grupo, e também baixista até meados de 2003, quando o grupo passou a trabalhar com músicos convidados. Por desentendimentos com o tecladista Bênlio, que mais tarde saiu do grupo realizando várias críticas a Marcão, este passou a liderar o Fruto de forma total, lançando seu último trabalho pelo conjunto em 2005. Participou também dos álbuns Meu Alvo de Kleber Lucas, e Além do que os olhos podem ver da Oficina G3. Anos depois, deixou o Fruto Sagrado em função de priorizar seu ministério pastoral. Hoje, afastado da música, é pastor no Rio de Janeiro. (n. 1966)
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Kim (Catedral)
Cantor, compositor e instrumentista, Kim é até hoje uma figura importante, e ao mesmo tempo polêmica no rock cristão. O líder do Catedral, banda que recentemente encerrou as atividades, é o principal compositor das canções do grupo, o músico ainda possui, em paralelo uma carreira solo de canções românticas. Devido à semelhança de sua voz com o cantor Renato Russo, Kim foi alvo de críticas negativas por parte do público. Sendo citado por alguns, juntamente com o Catedral como precursores do crossover no Brasil, desde aos tempos em que o grupo fazia parte da MK Music suas letras continham um teor de reflexões e fuga do comodismo. Kim também é psicólogo. (n. 1967)
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Brother Simion (ex-Katsbarnea)
Ele foi usuário de drogas, órfão e morou em vários países do exterior antes de se tornar cristão. Com mais de 20 anos de carreira, Simion é um dos três compositores mais particulares e geniais do rock cristão brasileiro. Durante os anos 90, teve repertório suficiente para sustentar uma carreira solo e a liderança do Katsbarnea, banda a qual foi o único compositor com suas letras reflexivas, divertidas e evangelísticas. Também participou dos primeiros álbuns do Renascer. Suas melodias experimentais, usando vários instrumentos como a guitarra, piano, teclado e gaita guiavam a originalidade do grupo. Saiu do Katsbarnea em meados de 1999, posteriormente se desligando da Igreja Renascer em Cristo. Em carreira solo, lançou dois álbuns pela MK Music, e mais tarde, de forma independente distribuiu seu último trabalho de inéditas até hoje, Eclipse, com influências do new metal. Em 2007, com quase 20 anos de carreira lançou Gênesis for new generation, com 10 de seus maiores sucessos. Também é escritor, contando seu testemunho no livro Jhonny não morreu, lançado em 2003. Atualmente trabalha em evangelismos e missões com a família, mora em São Paulo. Um futuro disco inédito é incerto. (n. 1954)
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Zé Bruno (Resgate)
Produtor musical, guitarrista, cantor, engenheiro civil e pastor, Zé Bruno é uma voz ativa e forte desde o início dos anos 90, e atualmente mais ainda. De personalidade forte e polêmica, o vocalista do Resgate também foi o produtor musical de vários discos do Renascer Praise e compositor de algumas canções da banda. Como pastor, foi o bispo primaz da Renascer em Cristo até 2010, quando o deixou por discordâncias teológicas. Fundador da Igreja A Casa da Rocha, tem sido constantemente elogiado por suas ações transparentes a favor de um evangelho puro. É o compositor da maioria das canções do Resgate. (n. 1966)
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Janires (ex-Rebanhão, Banda Azul)
Não é o mais famoso, mas possui um título ao qual nenhum músico da categoria também é digno de receber. Janires, além de pai do rock cristão, é um dos maiores influenciadores para a modernização da música cristã brasileira, e do movimento gospel. Fundador do Rebanhão, o músico estampava, além do rock progressivo característico de bandas como Pink Floyd, Genesis e Beatles a música brasileira com Novos Baianos, 14 Bis, dentre outros. Além do mais, foi multi-instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical. Em sua liderança, o Rebanhão gravou o primeiro disco ao vivo cristão no Brasil. Após deixar o Rebanhão, realizou alguns projetos, e fundou a banda Azul, a qual viajou por vários locais do Brasil, divulgando seu trabalho. Com 34 anos de idade, foi vítima fatal de um acidente, em 1988. Janires foi homenageado em 2003 com o disco Tributo a Janires, que também contém vários depoimentos de pessoas que conviveram com ele. Vários músicos cristãos, dentro e fora do rock se declaram influenciados por Janires. (n. 1953 – m. 1988)
https://www.youtube.com/watch?v=fFsIWrQ7tkA
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Arredios, íntimos… próximos, distantes… tão certos, as vezes em dúvida. As vezes a vida de nós, sujeitos, parece contraditória, cercada de dúvidas e perdas de bases. Talvez seja pelos nossos tempos, mas independentemente de nossos métodos para alcançar, nossos passos sob este chão são destinados à realização, estou certo?
Pois bem. Nesse processo, difícil, mas que reconhecemos nossas capacidades, podemos encontrar muitos obstáculos e questionamentos, ainda mais quando o caminho é trilhado só. É neste momento de fragilidade que nos encontramos vazios, nus, perdidos. Como continuar, sem reconhecer a soberania do Criador? Como seguir a estrada sem bases, sem abrigo, sem um meio sólido para trilhar.
Não adianta. Para quem crê, não há outro caminho, não há quem conheça melhor o coração de alguém assim. Sem Ele somos nada, simplesmente pelo fato de sermos criaturas geradas por Ele. E, para Ele, não precisamos e nem temos como impressioná-lo. É Deus quem nos impressiona a cada instante, quando seguimos sua direção, ou quando tentamos andar sozinhos, caímos, e vemos na frente que voltamos ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído.
Dando voltas, andando em círculos, assim defino, muita das vezes, nossa caminhada como seres humanos. Iludindo-nos com algo passageiro, que antes não nos impressionava, e por vezes até mesmo tinha a nossa reprovação. Mas, de volta, podemos agradecer ao Criador por Sua proteção e por nos mostrar, novamente, com toda a paciência, o caminho.
A saída de PG é, até hoje, a história mais polêmica e controversa na longa história da banda Oficina G3. Se por um lado, com Humanos, a banda tentava impulsionar sua unidade, creditando todas as faixas aos quatro integrantes, no fim de 2003 PG tornaria-se pastor e, mais tarde, anunciaria sua saída do grupo. O grande problema a respeito de sua saída, na visão de Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos, na época, foi que o vocalista supostamente não pensou no grupo e sequer os preparou. Sabendo os motivos ou não, a manchete “PG saiu do Oficina G3” foi bastante polêmica na época.
Por outro lado, PG afirmava que suas atividades pastorais, as quais já ocorriam há uns certos meses, não encontrava apoio total de seus colegas de banda e que queria um tempo particular para exercer seu ministério como pastor. O músico ainda afirmou que, no momento de sua saída, tinha escrito cerca de oito músicas sem letras, as quais não utilizou para seu disco solo, Adoração. No entanto, a Oficina G3 nunca se pronunciou se algumas dessas oito músicas foram utilizadas em Além do que os Olhos Podem Ver.
Antes da Oficina G3 lançar um disco, PG já chegava com seu trabalho de estreia como cantor solo. Segundo o músico, grande parte do trabalho foi feito em conjunto com seu irmão, com colaborações de Emerson Pinheiro em algumas gravações. Assim, Pinheiro levou crédito como produtor musical. Vale lembrar que, no momento de sua saída da Oficina, o cantor ainda tinha um contrato a cumprir, e, através de um acordo com a MK, passou a cumprir o restante deste contrato com uma carreira solo.
Em janeiro de 2004, PG, Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos se encontraram na sede da MK Music, um encontro bastante tenso o qual não detalham. A relação entre os músicos só melhoraria anos depois.
Confira nossa seleção de citações a partir de várias entrevistas feitas na época. Uma, com PG, outra com os três integrantes da Oficina G3 e algumas citações de outra entrevista.
Este mês, fiz apenas duas apresentações. Todo o tempo restante eu dediquei à minha igreja, ministrando o louvor com a minha banda, que também é de lá. Eu sou líder de louvor de todas as nossas igrejas. Hoje tenho mais responsabilidades, e preciso de pessoas ao meu lado que entendam isso. Numa banda em que todos mandam, há conflito de idéias. Hoje existe uma liderança, mas que é conquistada, e não imposta. Nós pensamos da mesma forma. Eu acredito que ser uma banda não é comer pizza todo dia junto. É ficar uma semana sem se ver, mas mesmo assim continuar orando um pelo outro. Hoje não vou mais à igreja só aos domingos, tenho liberdade para administrar minha agenda. [PG, a respeito das mudanças da carreira solo em relação à banda, Universo Musical, 2004]
A gente realmente ficou muito decepcionado, a gente não esperava que as coisas acontecessem dessa forma. É impossível ficar indiferente diante de coisas do tipo: “olha, amanhã eu vou ser presidente da GM do Brasil e não posso mais tocar no Oficina G3″. Vou estar mentindo se falar que a gente é amigo hoje. Não dá pra dizer que continuamos amigos. Mas isso não é bom pra gente, pra mim, pro Juninho, pro Duca, pro PG! E pra ninguém. [Jean Carllos, sobre a saída de PG, G3ManiA, 2004]
Passamos por momentos difíceis como qualquer pessoa. Vivemos muito tempo juntos e, como num casamento, existem momentos de extrema alegria e de dificuldades, as vezes pintam divergências de opiniões, ocorrem desentendimentos, mas sempre conseguimos passar por cima disso. Estamos juntos há muito tempo nesta formação: Duca está há 10 anos, Jean há 8 anos e o PG ia fazer 6 anos. Houve nesses anos algumas discordâncias sim, mas sempre resolvemos numa boa. [Juninho Afram, sobre o relacionamento da banda, Revista O Levita, 2004]
Na época algumas pessoas do meio musical me fizeram essa proposta. Mas nem eu nem o pessoal da banda nunca fomos a favor disso. E eu não saí porque queria fazer uma carreira solo, mas sim por causa de um propósito, o meu ministério pastoral, que não estava sendo bem compreendido. Era aquela coisa: “eu entendo, mas não aceito”. E eu não queria ser o chato da banda. Sabe a história de Sadraque, Mesaque e Abdenego? Eles eram três, mas tinham um único objetivo. Por mais que um deles tivesse medo, eles estavam juntos, acreditavam um no outro. Comentaram muitas coisas erradas quando eu saí. Não houve briga, não saí porque queria ganhar dinheiro. Saí exatamente porque queria continuar cantando e me dedicar a outros propósitos. Onde estava eu não conseguia. [PG, sobre manter uma carreira solo junto à banda, Universo Musical, 2004]
Quando o cantor tem uma carreira solo além de ampliar os horizontes ele ganha mais. No meu caso, saí do Oficina G3 devido a um ministério; fiquei seis anos sem gravar. Mas o que efetivamente acontece é que muitas vezes as próprias gravadoras incentivam isso. O desejo de algumas gravadoras é que o CD seja vendido e as vezes Deus não faz parte deste contexto. [Luciano Manga, sobre divisões em bandas, Revista O Levita, 2004]
Realmente existia uma amizade, mas depois de tudo que aconteceu, ficou um sentimento chato, mas a gente tentou, acredito que todo mundo tentou não deixar a coisa acabar. Mas infelizmente, depois de algumas conversas, depois de um último encontro que tivemos na MK no começo do ano, que não foi muito legal, chegamos à conclusão de que o relacionamento foi embora. E hoje a gente coloca diante de Deus, na presença de dEle, pra que Deus a seu tempo possa trazer uma cura. [Juninho Afram, sobre o relacionamento da banda com PG, G3ManiA, 2004]
Em primeiro lugar, quero deixar claro que, quando saí, nunca disse que iria parar de cantar. Eu havia sido promovido a pastor, mas mesmo assim permaneci seis meses na banda. O que eu fazia no Oficina não estava mais de acordo comigo. E a Bíblia diz: “Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”. Esperei o tempo certo, e tenho certeza de que fiz a vontade de Deus. Quanto à sua pergunta, realmente muita gente achou que eu ia mudar de estilo. [PG, sobre a sonoridade do disco ser rock, Universo Musical, 2004]
O Manga começou com a gente. Desde o começo, ele já tinha atuação na igreja, e, depois de anos juntos, o Manga foi transferido para ser pastor no Rio de Janeiro. Chegou uma hora que se tornou impossível ensaiar, tocar. A gente tocava uma, duas vezes por mês, no máximo. Até que um dia a gente conversou com o Manga e ele mesmo chegou pra nós e falou assim “gente, realmente, do jeito que tá eu não consigo, eu não tenho como cumprir os compromissos da banda”. Foi então que, junto com o Manga, procuramos outro vocalista, e ele ajudou a achar o PG, e orou pelo PG junto com a gente. As diferenças principais são essas: quando o Manga saiu a gente já tinha o PG. Quando o PG saiu, a gente não tinha ninguém. [Juninho Afram, sobre as diferenças na saída de Luciano Manga e PG, G3ManiA, 2004]
Acho que já está mais do que provado que o Oficina G3, pelo seu tempo de estrada que já tem, é capaz de prosseguir, até porque Deus não vai desampará-los, como também não me desamparou. Acho que existe uma perda em relação à pessoa porque o PG não faz mais parte do Oficina. Mas quanto ao grupo n/ao, o Oficina G3 é um grupo amadurecido. [PG, sobre Oficina G3 sem PG, Revista O Levita, 2004].
O que eu tenho pra dizer é que, é impressionante como o Juninho come! Ele chegou aqui e falou assim “cara, não vou comer porque já jantei, que desperdício de dinheiro”. Cara, ele não parou de comer até agora! Nunca vi isso! (risos) [Duca Tambasco, sobre alimentação de Juninho Afram, G3ManiA, 2004]
Hoje é mais uma sexta-feira e trazemos, aqui, pra vocês, mais um Fique Sabendo. Esta semana tivemos muitas capas de futuros lançamentos divulgados. Isso e muito mais você vê aqui.
PG divulga a capa do álbum Senhor Exaltado Tu És
O cantor PG, que no mês que vem lançará seu primeiro projeto pela Som Livre, divulgou, nesta quarta-feira a capa de seu álbum Senhor Exaltado Tu És. As sessões de fotografia ocorreram nos mesmos locais onde foram gravados os dois clipes de divulgação do projeto. Um deles, da canção “Ser Alguém”, já foi noticiado aqui. O álbum carrega grande expectativa do público, principalmente pela participação de Juninho Afram em uma das faixas.
Diante do Trono divulga a capa do álbum Tetelestai
A banda Diante do Trono, sob o comando de Ana Paula Valadão, divulgou nesta terça-feira um vídeo, divulgando a capa de seu álbum Tetelestai e explicando todo o conceito do projeto. O encarte foi produzido pela Quartel Design, como tradicionalmente ocorre nas produções do conjunto. O resultado final dividiu opiniões. Alguns acharam a capa bastante adequada, enquanto outros consideraram uma imagem de Ana desnecessária, além do significado da palavra “tetelestai”. Confira abaixo.
Gravação de Aline Barros teve pouco público
A gravação do DVD Extraordinária Graça, de Aline Barros, sofreu uma baixa no público. Poucas horas anteriores à gravação, a pista estava bastante vazia e sobraram ingressos. Acredita-se que um dos motivos seja o alto valor do ingresso e a crise financeira que o país vive. A gravação sofreu atrasos e problemas técnicos, e terminou de madrugada. O álbum tem direção de vídeo de Marina de Oliveira, produção musical de Ruben di Souza, além das participações de Fernandinho e Bruna Karla.
Jonas Villar gravará DVD em Belo Horizonte neste sábado
O cantor Jonas Villar gravará um novo álbum na capital mineira, neste sábado, 20 de junho. Segundo a Universal Music, gravadora do cantor, o projeto conterá canções inéditas e regravações de peso, como “Noites Traiçoeiras”, “Meu Barquinho” e “Eu Navegarei”. A participação do cantor Kalebe, nesta gravação, é algo bastante destacado por Jonas, o qual afirma ser um grande amigo. O evento ocorrerá no Parque das Mangabeiras.
Rayssa e Ravel divulgam a capa do álbum O Olhar de Deus
A gravadora MK Music divulgou, em suas redes sociais, a capa do novo álbum da dupla Rayssa e Ravel pela gravadora, O Olhar de Deus. Segundo a empresa, o projeto já está em fábrica e será lançado em breve.
Livres para Adorar lançará novo álbum em agosto
O Livres para Adorar, ou simplesmente Livres, lançará seu novo disco em agosto. Durante esta semana, o cantor Juliano Son publicou, em suas redes sociais, que o grupo estava participando de uma sessão de fotos para o novo projeto.
Antônio Cirilo, do Santa Geração, apresenta a capa de Minha Vida Mudou
Outro que apresentou nova capa esta semana foi Antônio Cirilo. Líder do Santa Geração, o cantor chega com um lançamento pela Onimusic. Apesar de afirmar, desnecessariamente, que o disco surgiu através de jejum e oração (afinal, é o que se espera, obrigatoriamente, de qualquer projeto de música cristã), o cantor fez um alerta sobre a pirataria, pedindo que comprem seus discos.
Voz da Verdade gravará DVD em agosto
A banda Voz da Verdade gravará o DVD Heróis no Ginásio do Ibirapuera, em 22 de agosto. O projeto será a primeira produção audio-visual que marcará a diminuição da formação. Um conflito entre a família do conjunto causou um “racha” na formação do grupo, que segue com metade de seus membros.
Bruna Olly lança single no Dia dos Namorados
A cantora Bruna Olly lançou, na sexta-feira anterior, um single de Dia dos Namorados. A canção “Não sou Poeta” foi escrita por Tony Ricardo. O instrumental gravado podia ter sido melhor trabalhado, com cordas menos sobrepostas e investindo mais no folk, mas mesmo assim é uma canção interessante. Ouça:
Marcela Taís confirma possibilidade de gravar um projeto áudio-visual
Nesta quinta-feira, em um bate-papo com fãs, a cantora Marcela Taís afirma que pode gravar um projeto que se assemelhe a um DVD: “Tem um projeto similar que será filmado semana que vem! Aguardem, surpresa!”
O cantor PG lançou neste domingo (7/6) um novo clipe e canção, a qual estará em seu próximo álbum de estúdio, S.E.T.E. A obra é “Ser Alguém”, e trata-se de uma versão da banda de metal cristão Thousand Foot Krutch, e sua música “Be Somebody”.
Para a produção do clipe desta faixa, o cantor contou com a direção de vídeo de Marco Túlio e produção musical de Thiago Makie, um cantor do sertanejo universitário cristão.
O clipe de “Ser Alguém” foi filmado em 4K, e foi divulgado pelo canal da gravadora Som Livre no YouTube. Além do cantor, participa a filha do músico, Hadassa.
PG tem anunciado os bastidores do álbum com entusiasmo, dando a entender que a obra pode ser uma divisora de águas em sua carreira musical, que completou dez anos ano passado, desde que saiu da Oficina G3 em 2003.
Recentemente, o músico também anunciou a participação de Juninho Afram, em uma das faixas. S.E.T.E. será lançado em julho pela gravadora Som Livre.
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