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  • Fique Sabendo – Fernanda Brum, Bruna Karla, Trazendo a Arca e muito mais!

    Perdeu alguma novidade esta semana? Acompanhe agora o resumo com os principais acontecimentos da música gospel.

    Heloisa Rosa apresenta capa do novo CD, Paz

    O novo CD de Heloisa Rosa já está na fábrica! O título ‎Paz nasce no coração de Heloisa e permeia todas as músicas do álbum, refletindo o anseio da humanidade pela Paz que só pode ser encontrada em Jesus.

    Depois de quatro anos sem lançar um disco somente com músicas inéditas, “Paz” reúne 10 faixas autorais, incluindo os destaques “O Seu Caminho”, “Casa do Pão” e “Glorioso Dia”, que conta com a participação especial de Mauro Henrique, vocalista da Banda Oficina G3. Esse é sexto título da cantora, depois de “Heloisa Rosa – Ao Vivo em São Paulo” (2014), “Confiança” (2011), “Estante da Vida” (2008), “Andando na Luz” (2006) e “Liberta-me” (2004). “Paz” é mais um lançamento Musile Records, disponível a partir de Dezembro/2015 em CD, Playback e no formato digital. Veja a capa do álbum:

    Heloisa_Paz


    Os Arrais lançam clipe da canção O Bilhete e o Trovão

    O Bilhete e o Trovão traz o experimentalismo indie folk da dupla, com alguns instrumentos mais audíveis nesta canção. Se em Mais a aposta foi em um som acústico voz e violão, em As Paisagens Conhecidas conseguimos ouvir pianos, guitarras e percussão bem presentes, sem descaracterizar o som da dupla. Assista:


    Trazendo a Arca lança novo CD “Habito no Abrigo”

    No dia 20 de novembro a Sony Music começa a distribuir o CD “Habito no Abrigo”, lançamento do ministério de louvor Trazendo a Arca.

    O projeto terá a pré-venda no iTunes e no Google Play a partir do dia 13 de novembro, os fãs do grupo poderão adquirir o disco em primeira mão e acompanhar o lançamento das músicas na semana seguinte, quando o CD também começa a chegar nas lojas.

    “Habito no Abrigo” foi gravado ao vivo no Rio de Janeiro, o disco segue o estilo do ministério de louvor com muita ministração e canções congregacionais.

    “Optamos em gravar esse projeto em nossa igreja, com nossos amigos, nossos pastores. Foi uma noite muito especial e esse clima conseguiu ficar registrado neste novo projeto que será lançado pela Sony Music nos próximos dias”, comentou Luis Arcanjo, líder do Trazendo a Arca. Confira a participação do grupo no Sony Music Live, com uma das músicas inéditas da gravação do álbum Habito no Abrigo:


    Denyse Bittencourt lança “Um minuto mais” seu mais novo CD

    O novo CD da cantora Denyse Bittencourt “Um minuto mais”, já está disponível em todas as plataformas digitais, e em dezembro chega às lojas.

    “Um minuto mais” é o segundo trabalho solo da cantora, que tem quinze anos de carreira, dez destes dedicados ao Renascer Praise, onde esteve entre 2000 e 2010, e gravou dez CDs e DVDs como uma das principais vozes do grupo.

    O projeto, produzido pelo músico Felipe Cruz, contempla 14 canções, 11 composições suas, entre elas duas regravações “Ser Conhecido de Deus” gravada pelo Renascer Praise em 2008 e “Pra Viver a Restituição” gravada por Davi Sacer em seu álbum “As margens do teu rio” lançado em 2012. O CD físico contará ainda com uma faixa bônus “Lugares Altos” versão Piano e Voz.

    Agora focada somente em sua carreira solo, Denyse busca novas sonoridades, outros sons, uma musicalidade que foge do convencional, mas com a essência de adoração que a consagrou como intérprete e compositora.


    Cassiane lança Harpa Vol. 2

    A cantora Cassiane fez uma seleção de músicas que passam de geração em geração que integram o hinário Harpa Cristã e transformou no projeto Harpa. O primeiro volume foi lançado em 2010, comemorando o centenário das Assembleias de Deus no Brasil. A segunda edição chega às lojas marcando o retorno da cantora à MK Music.

    Totalmente inédito, o CD Harpa 2 traz 10 canções que ganharam interpretação emocionante de Cassiane, que cresceu ouvindo e cantando esses hinos. Além, claro, de lindos e contemporâneos arranjos do maestro Jairo Manhães, que assina a produção musical. “Essas músicas fazem parte da minha história, da minha formação como cristã. Afinal, sou assembleiana de berço. Por isso é tão especial para mim”, compartilha Cassiane.

    “Achamos muito pertinente marcar a volta da querida Cassiane para a MK com esse álbum inédito e emblemático, que revisita a história, as raízes… Estamos vivendo momento lindo na presença de Deus e é com alegria que lançamos este projeto, assim como relançaremos o volume 1 e muitos outros álbuns do acervo pessoal da cantora”, explica Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music, já adiantando novidades.


    Jonas Villar lança disco Vitória

    O cantor Jonas Vilar vive a expectativa pelo lançamento do seu novo álbum “Vitória” pela Universal Music Christian Group. O novo projeto traz 16 faixas e participações especiais dos cantores Kalebe, Anderson Sousa, as duplas João Vitor e Diego e Junior e Matheus. O lançamento do CD será no dia 13 de novembro em formato físico e digital.

    Gravado no Parque das Mangabeiras em Belo Horizonte, no dia 20 de junho, o projeto em breve será lançado em DVD. A gravação reuniu milhares de pessoas que cantaram durante todo o evento. Um dos pontos altos da gravação aconteceu durante a música “A vida é tudo de bom”, em que se formou um verdadeiro coral. Outro momento especial da gravação foi o dueto com o cantor Kalebe na faixa “Eu Navegarei”, emocionando o público.

    Jonas relembrou a emoção do dia da gravação: “No dia da gravação, eu estava muito emocionado, porque era o meu melhor para Deus. Eu havia pedido à equipe que realizasse tudo com muita excelência, pois o nosso Deus é Deus de primazia e, para Ele, nada menos que o excelente. E foi isso que vimos naquele dia. Eu fiquei mesmo muito feliz”, comenta Jonas.


    Bruna Karla recebe disco de platina pelo disco Como Águia

    Depois de ter mais de 80.000 cópias vendidas, a cantora Bruna Karla recebeu o disco de platina pelo álbum lançado no final de 2014. A artista, que despontou com o álbum Advogado Fiel, com canções de qualidade inquestionável acomodou-se, e pior, aos poucos perde seu patamar a cada disco que lança. Apesar das boas vendas, Como Águia dá sequência à este contexto, fazendo uma combinação desagradável entre produção musical sem personalidade, musicalidade duvidosa, interpretações vocais equivocadas e repertório confuso.


    Já está na fábrica o CD e DVD Extraordinária Graça de Aline Barros

    O próximo trabalho de Aline Barros, “Extraordinária Graça” será lançado em breve pela MK Music e já foi para a fábrica. A arte de capa foi feita de pela agência Quartel Design que utilizou uma imagem da cantora durante a gravação desse projeto que aconteceu em junho deste ano no HSBC Arena, Rio de Janeiro, onde mais de 10 mil pessoas estiveram presentes. “Esse trabalho está lindo! Tenho certeza que muitas vidas serão alcançadas com o som desses louvores”, disse a cantora.

    A direção executiva deste trabalho é assinada pelo pastor Gilmar Santos, marido e empresário de Aline, já a direção artística foi feita por Marina de Oliveira e a direção de vídeo de Anselmo Troncoso. A produção musical é de Ruben di Souza.

    O repertório de “Extraordinária Graça” é composto por canções de dois CDs premiados com o Grammy Latino “Extraordinário Amor de Deus” e “Graça”, ambos lançados pela MK. O CD e o DVD deve chegar às lojas no final deste mês. Confira o primeiro single do álbum, Rendido Estou com participação de Fernandinho e Bruna Karla:


     

    Déio Tambasco sofre grave acidente na BR 364 em Ariquemes/RO

    Cinco homens, entre eles o cantor e músico Déio Tambasco, de 42 anos, ficaram feridos após uma colisão frontal entre dois automóveis no km 548 da BR-364, na noite de quinta-feira (5) em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo utilitário onde estava o músico, capotou por diversas vezes após a batida e parou na ribanceira da pista.

    Segundo a PRF, o condutor de um carro de passeio estava com dois passageiros na rodovia. A polícia informou que o motorista dirigia o veículo alcoolizado e em determinado momento invadiu a pista contrária atingindo o veículo onde estava o cantor e o motorista. Ainda conforme a PRF, com a força da batida, o utilitário capotou diversas vezes na pista até parar em uma ribanceira.

    O motorista do carro de passeio ficou preso às ferragens e foi retirado pelo Corpo de Bombeiros. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou atendimento às outras vítimas e após realizar os primeiros socorros foram encaminhados até o Hospital Regional de Ariquemes.

    De acordo com a direção do hospital, o cantor solo sofreu escoriações pelo corpo e recebeu alta algumas horas após dar entrada na unidade. O músico de São Paulo havia chegado a Porto Velho pouco antes do acidente e estava a caminho da Região Central do estado, onde participa de um evento evangélico em Ouro Preto do Oeste.

    As outras vítimas foram transportadas para Porto Velho com fraturas expostas e um sob a suspeita de estar com traumatismo craniano.

    Tambasco, é ex-integrante do Katsbarnea, e já tocou como contratado no Oficina G3 (na turnê do Além do que os Olhos Podem Ver 2005/2006), com o Renascer Praise e com o Brother Simion.


    Asaph Barbosa lança novo clipe Enche-me de Ti

    Com direção de Vlad Aguiar, o cantor Asaph Barbosa divulgou o projeto audiovisual do seu mais novo álbum, Profetiza pela Som Livre. Assim como a música, o clipe é mais intimista, acompanhado por uma interpretação suave do intérprete. Veja:


    P.G. lança novo clipe e single Eu Permanecerei

    Eu Permanecerei faz parte do álbum “S.E.T.E”, do cantor PG, o vídeo clipe foi produzido pela BME e conta com direção de Marco Tulio. O clipe conta a história de uma bailarina que sofre um grave acidente de carro e fica paraplégica, sendo impedida de dançar e seguir a sua carreira. Assista:

    https://www.youtube.com/watch?v=d1WElHc2RjY


    Fernanda Brum lança o clipe Efésios

    Guiada pela urgência da Noiva em se preparar para o encontro com o Noivo, Fernanda Brum mostra através de Efésios uma Igreja que sofre com a violência, morte, soberba e fome. Fernanda fez questão de participar na direção, no roteiro e em todos os detalhes que envolveram a produção do clipe para que a visão que Deus tem passado a ela esteja impressa de forma clara e fiel nesse projeto tão desafiador.

    A grande dificuldade do clipe foi a escolha dos locais de gravação que precisavam representar a mensagem da canção. As imagens foram capturadas principalmente no Rio de Janeiro, Nova York e Israel. O Rio de Janeiro foi escolhido por representar toda guerra, violência e insegurança que a cidade tem vivido, além de mostrar que dentro do Rio existe uma Igreja que clama. Já a Times Square, em Nova York, representa o Centro Comercial do mundo. E Israel, segundo a Profecia Bíblica, será o local do encontro da Noiva com o Noivo.

    A expectativa com o clipe é trazer a revelação da urgência da Igreja em se preparar e em se limpar, pois Ele vem e não demora. O foco da mensagem no vídeo clipe é: Desperta Igreja, pois o Noivo está voltando para buscar a noiva!

    https://www.youtube.com/watch?v=Z52uGLHzZ4Y

  • Confira os álbuns indicados ao Grammy Latino 2015

    Em sua décima sexta edição, o Grammy Latino divulgou sua lista de indicados. No meio nacional, nomes como Humberto Gessinger, Banda do Mar, Malta e Pato Fu competiam entre categorias de música brasileira, rock e outros gêneros. Para o meio cristão brasileiro, vários discos também entraram dentre os finalistas.

    Este ano, a gravadora MK Music foi recordista em indicações. Os discos Ao Vivo (Anderson Freire), Da Eternidade (Fernanda Brum), Não Vou Desistir (Wilian Nascimento) e Como Águia (Bruna Karla), todos com distribuição da distribuidora carioca, receberam espaço dentre os finalistas. Como exceção, a cantora Jane Gomes, com um lançamento independente, chamado Posso Tudo Nele.

    Em 2012, a gravadora causou polêmica por publicar uma pauta sobre a vitória de Aline Barros, antes do comitê anunciar o vencedor que, naquele ano, foi Aline, com álbuns Aline Barros & Cia 3.

    Confira todas as indicações na página do prêmio.

  • Os 100 maiores álbuns nacionais da música cristã

    A equipe do O Propagador apresenta a lista dos maiores álbuns nacionais da música cristã. O material foi compilado em parceria com os sites Super Gospel, Arquivo Gospel, Casa Gospel, Gospel no Divã, Gospel Prime, Ruben Mukama e Virtual Gospel, entre uma série de músicos, historiadores, jornalistas e audiófilos. Cada um lançou suas indicações, as quais foram discutidas exaustivamente. O repertório consiste em discos que foram lançados desde a década de 60 à década de 2010. Aqui, no O Propagador, você vê a lista na íntegra e com os comentários previamente escritos.


    100º: Fogo e Glória Curitiba – David QuinlanFogo e Glória Curitiba - David Quinlan - 2000

    Disco que representa o movimento worship ocorrido em Contagem, o simplório violão de David Quinlan se tornaria um padrão intensamente – e irritantemente – copiado. Deste movimento, há de se destacar, como influenciados, Santa Geração e o cantor Fernandinho. Heloisa Rosa e Nívea Soares colocam seus vocais, imprimindo uma parceria que duraria por outros discos.

    2000, Aliança


    99º: Pra Louvar – Raiz CoralRaiz Coral - Pra Louvar - 2004

    Quando o Raiz Coral lançou seu primeiro trabalho, não havia nenhum material semelhante em toda a história cristã. Claramente avassalador, quando o assunto é corais, o disco Pra Louvar rapidamente se popularizou e invadiu as igrejas com canções como “A Coroa” e “Jesus meu Guia É”.

    2004, Independente


    Thalles - Na Sala do Pai - 200998º: Na Sala do Pai – Thalles

    Indiscutivelmente um dos trabalhos mais importantes da última década, a estreia de Thalles é uma mistura de blues, pop rock, black music e soul, distribuída em linhas de baixo grooveadas, com letras diretas e confessionais.

    2009, Graça Music


    97º: Além do que os Olhos Podem Ver – Oficina G3Além do que os Olhos Podem Ver - Oficina G3 - 2005

    “Não ache que eu estou derrotado, você está errado”, canta Juninho Afram em “Mais Alto”, após latidos de cães. Neste disco, a Oficina G3, como um trio, exorcizava todas as especulações de que era seu fim sem PG. Embalados por um metal progressivo de mix pop, o disco solidifica o respeito que o grupo tinha recebido com Indiferença, seu registro mais soberbo.

    2005, MK Music


    96º: Antes do Sol Nascer – Nádia SantolliNádia Santolli - Antes do Sol Nascer - 2005

    Cercada de colaboradores experientes, como Genésio de Souza e Val Martins, produzida por Kleber Lucas e no embalo de sua participação em uma canção do Koinonya, assim foi a estreia de Nádia na MK. Num tempo em que “todo mundo” estava gravando disco ao vivo congregacional, Santolli conseguiu se destacar, graças a sua personalidade, impressa em sua voz grave e potente. No entanto, o grande mérito desse disco é que tudo soa bem.

    2005, MK Music


    95º: Ainda não É o Último – ResgateResgate - Ainda não é o último - 2010

    Após anos de silêncio do rock cristão no mainstream, os membros do Resgate se juntaram e ensinaram, mais uma vez, como é que se faz. Com a pop-produção de Dudu Borges, o disco consegue jogar guitarras e hammonds em equilíbrio em meio a letras humorísticas de Zé Bruno, como “Jack, Joe and Nancy in the Mall” e sua veia à lá Traditional Jazz Band e a grande balada “Vou me Lembrar”.

    2010, Sony Music Brasil


    94º: Daniela Araújo – Daniela AraújoDaniela Araújo - Daniela Araújo - 2011

    Quando Fernanda Brum e Emerson Pinheiro criaram uma fórmula de pop nos anos 90, a única grande novidade dentro do gênero, com o passar dos anos, seria Daniela Araújo. Com seu álbum autointitulado, a artista trouxe ao seu favor o piano e arranjos da Orquestra Filarmônica de Praga, envoltos numa produção musical over-the-top.

    2011, Sony Music Brasil


    93º: Na Casa de Deus – EyshilaNa Casa de Deus - Eyshila - 2003

    A carreira de Eyshila, oriunda dos Altos Louvores, pode ser resumida pré e pós este projeto, cuja produção foi dividida entre Rogério Vieira, Woody e Wagner Carvalho. Gravando sete músicas com participação ao vivo da sua igreja, a cantora que antes era conhecida pelas suas baladas, a partir desse disco se tornou figura garantida no chamado louvor congregacional, consagrando-se como compositora, especialmente por “Posso Clamar”.

    2003, MK Music


    Para o Mundo Ouvir - Rose Nascimento - 200492º: Para o Mundo Ouvir – Rose Nascimento

    Utilizando-se de arranjos e fundindo outros gêneros musicais, este disco de Rose Nascimento fez uma música pentecostal diferente do que se ouvia na maioria dos lançamentos de sua época, também trazendo cordas.

    2004, Zekap Gospel


    91º: Respire Fundo – Ao CuboAo Cubo - Respire Fundo - 2004

    Se muitos grupos se destacaram pela presença de um rapper, o Ao Cubo teve dois. Feijão e Cleber representaram a música do grupo em todas suas esferas, juntamente com Fjay, criticando o consumismo, desigualdade social e criminalidade, sob uma ótica cristã.

    2004, Aperte o Play


    90º: Toque no Altar – Ministério Apascentar de Nova IguaçuToque no Altar - 2003

    Com uma enorme equipe de músicos em tempo integral, o Ministério Apascentar de Nova Iguaçu estreou com um dos registros mais fortes da cena congregacional. Revelando o repertório autoral de Luiz Arcanjo, Davi Sacer e Ronald Fonseca, a obra agrega cordas e metais sem se sobrepor aos pianos e teclados, o grande ponto forte deste grupo.

    2003, Independente


    89º: Quebrantado Coração – Fernanda BrumQuebrantado Coração - Fernanda Brum - 2002

    Enfatizando o tipo de coração que deve ser na caminhada cristã, é o auge musical da dupla Fernanda Brum e Emerson Pinheiro, estendendo a tendência dos discos anteriores com um repertório introspectivo, mas forte, composto por músicas como “Marcas”, “Amo o Senhor”, “O Amor que Cura” e “Espírito Santo”.

    2002, MK Music


    Por Toda Vida - Voices - 200088º: Por Toda Vida – Voices

    O maior supergrupo já existente do meio cristão, o Voices alcançou grande amadurecimento com seu terceiro trabalho, destacando-se com as canções “Pisa no Inimigo” e “Por Toda Vida”, dentre as mais notáveis de sua discografia.

    2000, MK Music


    Cristiane Carvalho - Novo Amanhecer - 199387º: Novo Amanhecer – Cristiane Carvalho

    Diferentemente de seus trabalhos anteriores, Cristiane Carvalho utilizou-se de composições nacionais, transitando em gêneros musicais como o funk e pop. Há de se destacar a faixa-título e “Até que Te Encontrei”, formando o ecletismo necessário para a obra.

    1993, Line Records


    Humanidade - Banda Rara - 199086º: Humanidade – Banda Rara

    Na ponta das influências do funk e soul, a Banda Rara alcançou o seu auge com Humanidade, especialmente com a faixa-título, nos vocais de Maurílio Santos, além de “Estrela da Manhã” e “Deixa Tudo”.

    1990, Gospel Records


    85º: 2ª Vinda – A Cura – Apocalipse 162ª Vinda a cura - Apocalipse 16 - 2000

    Pregador Luo e DJ Alpiste trouxeram o rap para a cena cristã. Mas 2ª Vinda – A Cura é um divisor de águas no gênero, sombrio e polêmico, tendo o auxílio de Mano Brown (Racionais MC’s) e Eduardo (ex-Facção Central). Seus discos posteriores se fundem de forma mais efetiva com a black music, em contrapartida, perdem o frescor alcançado aqui.

    2000, 7 Taças


    84º: Alta Voz – Kades SingersAlta Voz - Kades Singers - 1997

    Com arranjos do tecladista Paulo Richard (ex-Complexo J) e Raquel Mello, Alta Voz foi fundamental para a caracterização e definição dos grupos vocais na cena mainstream, além de ser um registro de devoção explícita a soul music.

    1997, MK Music


    83º: Aeroilis – AeroilisAeroilis - Aeroilis - 2004

    Antes do rock alternativo e do novo movimento – o tal crossover – estar em alta, a Aeroilis já chegava com um disco, com guitarras limpas, bateria com chimbau aberto e composições introspectivas, guiadas pela voz e timbre singular de Raphael Campos, o que seria aprofundado em Nada Mais Além, o trabalho sucessor.

    2004, LaCruz / Bompastor


    82º: Um Pinguim com Frio no Alaska – Amaury FonteneleUm Pinguim com Frio no Alaska - Amaury Fontenele - 2001

    Um pouco isolado, Amaury foi o único músico que, em sua época, misturou as batidas do rap com o groove do rock e R&B, com auxílio de Fernando Catatau, ex-colega de banda no Cidadão Instigado formando, assim, uma sonoridade ímpar no âmbito cristão.

    2001, Aliança


    81º: Voar Como a Águia – Alda CéliaAlda Célia - Voar Como a Águia - 2002

    Do Koinonya e Comunidade Cristã de Goiânia para a carreira solo, Alda Célia estabeleceu a ambientação ao vivo como cerne de seu melhor trabalho, Voar Como a Águia o qual, além da faixa-título, se destaca por “Óleo de Alegria” e a regravação de “Poder da Oração”.

    2002, MK Music


    80º: Águas Purificadoras – Diante do TronoDiante do Trono - Águas Purificadoras - 2000

    O follow-up para Exaltado foi um ajuntamento ainda maior, de qualidade técnica superior, inserindo, definitivamente, elementos que se tornariam marca-registrada do Diante do Trono, como as danças e espontâneos gigantescos – fortalecidos pela faixa-título, de sonoridade suave.

    2000, Diante do Trono


    79º: O Valor de Uma Alma – Mara LimaMara Lima - O Valor de uma Alma - 1989

    O Valor de Uma Alma veio para mostrar o porquê Mara Lima é um nome de longevidade no meio cristão: aliando um bom repertório, simplicidade e som direto, o trabalho se destaca, especialmente, pela canção que o intitula, que não se sobrepõe, de forma alguma, ao restante das canções apresentadas.

    1989, Som e Louvores


    78º: O Jardineiro que Chora – Alceu PiresAlceu Pires - O Jardineiro que Chora - 1984

    Um dos grandes poetas da música pentecostal clássica, Alceu Pires é compositor de sucessos emblemáticos como “Abração e Isaque” e “Juízo Final”. O primeiro e mais importante deles, “O Jardineiro que Chora”, foi responsável por colocar o disco homônimo na galeria dos clássicos cristãos. Com influências da música sertaneja de raiz, Alceu fez o Brasil inteiro cantar a parábola sobre a relação entre a flor e seu cuidador.

    1984, Djanir Produções


    77º: Autoridade e Poder – Marcos GóesAutoridade e Poder - Marcos Góes - 1990

    Com produção musical e arranjos de Marcos Góes, o trabalho é de notável qualidade musical, trazendo a participação de músicos como Sidão Pires e Marcos Bonfim. De fato, este é caracterizado como o trabalho solo de maior importância na carreira de Góes.

    1990, Pioneira Evangélica


    76º: Poemas e Canções – Leonardo GonçalvesLeonardo Gonçalves - Poemas e Canções - 2002

    “Mas a verdade é que o Criador não nos usa por sermos bons, mas o fato de sermos usados por Ele é o que nos torna bons, apesar de não o sermos”, disse Leonardo Gonçalves ao O Propagador. Seu primeiro disco é uma combinação agradável de pop, jazz, blues e contém, além da conhecida “Getsêmani”, uma regravação de João Alexandre. Com o trabalho, Leonardo se inseriu numa nova safra de intérpretes que fogem de temáticas e sonoridades mais populares.

    2002, Novo Tempo


    75º: O que na Verdade Somos – Fruto SagradoO que na Verdade Somos - Fruto Sagrado - 2003

    O que na Verdade Somos é o disco mais forte do Fruto Sagrado: com riffs agressivos de Bene Maldonado, vocais surpreendentes de Marcão, letras fantasticamente ácidas, e apresentando influências diversas, como o maracatu e a música eletrônica, mostraram que só eles, na altura do campeonato, sabiam fazer um som na tendência.

    2003, MK Music


    74º: Oração de Davi – Feliciano AmaralFeliciano Amaral - Oração de Davi - 1981

    Ele é o recordista, segundo o Guiness Book, como o cantor evangélico há mais tempo em atividade no mundo. Mensagem Real, seu disco de 78 rpm (tecnologia pré vinil), é um dos primeiros registros físicos da música evangélica nacional, lançado em 1948. Já com mais de 35 anos de carreira, o cantor lançou uma de suas maiores obras primas, Oração de Davi. O trabalho de 1981 traz os arranjos limpos característicos da música sacra tradicional, a voz inconfundível de Feliciano Amaral e um repertório brilhante, com canções marcantes como “O Rosto de Cristo”, “Tudo Entregarei”, “Cristo meu Mestre” e “Oração de Davi”.

    1981, FA Produções


    73º: Cicatrizes e Testemunho – Jorge AraújoCicatrizes e Testemunho - Jorge Araújo - 1984

    Pode ser que, hoje, seja mais reconhecido como pai de Daniela Araújo, mas Jorge Araújo fez história na música pentecostal como um dos artistas mais ousados do gênero e responsável por grande parte de sua modernização na década de 80. Em um período de resistência à inovação, Jorge esticou a linha, trazendo, para suas produções, a guitarra elétrica e a bateria em destaque. Em Cicatrizes, seu mais reconhecido trabalho, o cantor mostra toda sua veia pop interpretando grandes sucessos, como a faixa-título e “Deus Resolve o Teu Problema”.

    1984, Louvores do Coração


    72º: Tempo de Adoração – Comunidade Vila da PenhaTempo de Adoração - Comunidade Evangélica Vila da Penha - 1994

    A chamada Comunidade Zona Sul se destacaria ao chamado movimento das comunidades dos anos 90. Tempo de Adoração sintetiza, claramente a tudo o que seria feito pelo resto da década, incluindo “Consagração/Louvor a Rei”, uma das mais belas canções cristãs deste período.

    1994, Independente


    71º: Bonança – Os Cantores de CristoBonança - Os Cantores de Cristo

    Muitos grupos, na época, investiram em Jovem Guarda, como os Embaixadores de Sião, Cades-Barneia, Triumpho, Os Atuantes, Os Ligados, mas Os Cantores de Cristo foram além, porque fizeram isso colocando pitadas do rock psicodélico e do progressivo, evoluindo seu som em relação aos discos anteriores, sem perder o enfoque evangelístico.

    1975, Favoritos Evangélicos


    70º: Sem Palavras – CassianeSem Palavras - Cassiane - 1996

    Enquanto o movimento gospel dava seus primeiros sinais de crise, Jairinho surgiu com uma produção ingênua que remodelaria, de vez, o conceito de música pentecostal no Brasil. Com tons épicos, “Imagine” continua a ser uma das mais belas e representativas canções do gênero até hoje.

    1996, MK Music


    69º: Primeiro Amor – Shirley CarvalhaesPrimeiro Amor - Shirley Carvalhaes - 1994

    Mesmo já tendo vinte anos de carreira, foi com Primeiro Amor que Shirley Carvalhaes se firmou como a grande dama da música pentecostal brasileira. O disco, produzido por Tuca Nascimento, foi um fenômeno cultural. Seu grande destaque, a música “Faraó ou Deus?”, causou um mix de encanto e repúdio nas igrejas, tamanha era sua ousadia, cujo som misturava referências da música árabe com forró, ritmo que passaria a ser constante nos discos do gênero, a partir de então. Como resultado, a faixa, tratada nas igrejas mais conservadoras como ‘música para dançar’, se tornou um hit inquestionável, elevando a carreira de Shirley e toda a música pentecostal a outro patamar.

    1994, Nancel Music


    68º: Coração Valente – Voz da VerdadeVoz da Verdade - Coração Valente - 1997

    Indiscutivelmente o grupo que mais sabe trazer ecletismo a seu favor, Coração Valente é o maior clássico do Voz da Verdade até aqui. A fusão de orquestras, guitarras wah-wah, baixo funkeado, bateria pulsante, piano e teclado resultam num registro que é pretensioso do início ao fim.

    1997, Independente


    67º: Não é o Fim… – Novo SomNão é o Fim... - Novo Som - 1999

    Não é o Fim… é o melhor trabalho do Novo Som. O pop à lá Roupa Nova chega aqui ao seu ápice, com um repertório sólido, escrito, em grande parte por Lenilton, um dos melhores letristas que o meio cristão já conheceu e responsável por elevar a música do grupo a outro nível.

    1999, NS Records


    66º: Deus Cuida de Mim – Kleber LucasDeus Cuida de Mim - Kleber Lucas - 1999

    Evoluindo desde Meu Maior Prazer, Kleber Lucas fechou a década com Deus Cuida de Mim, um trabalho que consegue trazer para o ambiente congregacional uma música basicamente pop. Assim, Kleber Lucas foi o primeiro cantor solo, a de fato, adentrar este território, agregando outros gêneros musicais ao longo de sua carreira.

    1999, MK Music


    65º: Entrei no Templo – Ozéias de PaulaOzéias de Paula - Entrei no Templo - 1979

    “A melhor coisa que eu já fiz em toda minha vida, salvou-me por um triz”. Essa foi certamente uma das principais trilhas sonoras do final dos anos 70 e inicio dos 80. O grande, e então já consagrado, Ozéias de Paula, trazia junto com esse sucesso um de seus melhores trabalhos. Com letras de veia poética, como já era característico do cantor, o disco arranjado por Ângelo Apolônio, o famoso Poli, ousava a inserir na tradicional música tipicamente assembleiana os quase profanos contrabaixo, guitarra e bateria.

    1979, Bandeira Branca


    64º: Encontro – Actos 2Encontro - Actos 2 - 1990

    Marcando a geração dos anos 90, o Actos 2 (Kadoshi) chegou ao seu ápice com o disco Encontro e a canção “Cristo Faz a Cabeça”. No entanto, Encontro é rico em gêneros musicais e passeia, com tranquilidade, no louvor congregacional, pop, rock, blues e soul.

    1992, Gospel Records


    63º: Meu Clamor – Denise CerqueiraMeu Clamor - Denise Cerqueira - 1998

    Ela foi uma das grandes vozes femininas que a música evangélica brasileira conheceu. Depois de se tornar sucesso com o disco Eterno Amor, Denise Cerqueira entrou para a história quando, em 1998, lançou o icônico álbum Meu Clamor. Com um time estrelado de compositores e produção impecável de Alcimar Rangel e Pedro Braconnot, o disco rendeu a artista três troféus Talento em 1999. A trágica e precoce morte de Denise em 15 de novembro de 1999, vitimada em um acidente de carro no auge da carreira, imortalizou definitivamente a voz da intérprete e colocou “Jerusalém e Eu”, composição de Josué Teodoro e carro-chefe da obra, em lugar de destaque nos anais das grandes músicas nacionais.

    1998, Line Records


    62º: Deus Vivo – Édison e TelmaDeus Vivo - Édison e Telma - 1983

    Ele é um dos maiores compositores da história da música pentecostal e, ao lado da esposa Telma formou uma das duplas mais importantes do gênero. Acumulando sucessos desde 1971, quando gravaram os primeiros vinis, o ponto alto da dupla veio em 1983 com Deus Vivo. A música tema ultrapassou os limites do tempo e entrou para o repertório de todas as igrejas pentecostais desde então. Embalado por este grande clássico, o disco traz ótimas referências do samba e alguns lampejos de pop.

    1983, Angelical


    61º: Além do Rio Azul – Voz da VerdadeAlém do Rio Azul - Voz da Verdade - 1988

    Além do Rio Azul veio para estabelecer fórmulas que seriam recorrentes nas produções subsequentes do Voz da Verdade: letras e vocais marcantes de Carlos A. Moysés, pianos de Evaristo Fernandes cobrindo e fornecendo camadas, além do sagaz coral, cujo som nenhum grupo e cantor consegue copiar.

    1988, Califórnia


    60º: Tributo ao Deus de Amor – Renascer PraiseTributo ao Deus de Amor - Renascer Praise - 1998

    Gravado no Palácio das convenções no Anhembi, o quinto trabalho do Renascer Praise seguiu as tendências que o tornaria conhecido pelo Brasil: grandes corais, produção musical pomposa e arranjos de Esdras Galo. Três elementos, que juntos, deram certo.

    1998, Gospel Records


    59º: Final Feliz – Armando FilhoArmando Filho - Final Feliz - 1991

    Armando reuniu várias canções autorais e produziu o seu maior clássico até aqui. Final Feliz contém uma das canções mais importantes da época, “O Mover do Espírito”, produzindo baladas pentecostais que seriam fundamentais para o gênero, por muitos anos.

    1991, Bompastor


    58º: Aqui Chegamos pela Fé – Arautos do ReiArautos do Rei - Aqui Chegamos pela Fé - 1975

    O principal grupo vocal da história da música evangélica nacional já conta com mais de 50 anos de carreira. Precursor do estilo a cappella no Brasil, o Arautos do Rei já está em sua vigésima nona formação, conseguindo o feito incrível de se manter musicalmente relevante, mesmo com o passar do tempo, conseguindo se modernizar sem deixar de ser tradicional. Um dos grandes registros dessa bela história foi Aqui Chegamos pela Fé, gravado pela sexta formação de Arautos. Com a perfeição vocal característica do grupo, o disco apresenta um repertório grandioso, com clássicos como “Junto a Cruz”, “Cristo Jesus Voltará” e “No Grande Mar”.

    1975, Novo Tempo


    57º: Tem Coisas que a Gente não Esquece – Cristina MelTem Coisas que a Gente não Esquece - Cristina Mel - 1999

    No final da década de 90, Cristina utilizou-se de temáticas atemporais para o seu décimo trabalho, como a morte de Cristo, o trabalho missionário e os filhos. Os arranjos são mais suaves em relação aos discos anteriores, mas seguem o seu pop característico.

    1999, Line Records


    56º: Razão para Viver – Nascimento e SilvaNascimento e Silva - Razão para Viver

    O cantor, compositor, produtor e arranjador Tuca Nascimento formou ao lado de Onézimo Silva uma das melhores duplas que a música cristã nacional pode conhecer. Os poucos anos de carreira da dupla, que teve sua trajetória encerrada com a trágica morte de Onézimo, vítima de bala perdida em 1994, foi o suficiente para o lançamento de dois discos, entre eles o imperdível Razão pra Viver. Com arranjos simples, executados apenas com teclado, guitarra, violão, flauta e acordeom, o projeto confere pleno destaque ao dueto com suas interpretações singelas em músicas como as excelentes “Deixa Deus Provar” e “A Volta Feliz”.

    1993, Rosa de Saron


    55º: Nascer de Novo – Rayssa e RavelNascer de Novo - Rayssa e Ravel - 1994

    Com a música “Nascer de Novo”, Rayssa e Ravel conseguiam sintetizar sinceridade e simplicidade musical. Em seguida, com as pop-sertanejas “Arrebatamento” e “Sabe”, mostram que possuem força o suficiente para se colocarem como uma das duplas mais expressivas do gênero no país, até hoje.

    1994, Som e Louvores


    54º: O Sétimo – Sérgio LopesO Sétimo - Sérgio Lopes - 1997

    Com produção musical de Pedro Braconnot, O Sétimo conta com o estilo de Sérgio desenvolvido no Altos Louvores, e se destaca por sua temática judaica – distribuída em parte do repertório, projeto gráfico e fotografias. Além do mais, contém uma das canções mais importantes da época, “O Lamento de Israel”.

    1997, Line Records


    53º: Ao Meu Pai – JesséAo meu Pai - Jessé - 1985

    Ele era uma das grandes revelações da MPB nos anos 80. Ganhando prêmios nacionais e internacionais, Jessé, intérprete de canções como “Porto Solidão” e “Estrelas de Papel”, era sucesso por todo o Brasil. Em seu auge na música secular, o cantor abriu um parêntese e gravou o brilhante disco Ao meu Pai. Com um repertório comporto por clássicos cristãos como “Rude Cruz”, “Cidade Santa” e “Achei um Bom Amigo”, a potente voz do cantor ganha traços dramáticos em interpretações memoráveis.

    1985, RGE


    52º: Momentos Vol.1 / Momentos Vol.2 – Marina de OliveiraMomentos Vol. 1 e 2 - Marina de Oliveira - 1995

    Indissociáveis, Momentos Vol.1 e Vol.2 mostram que só alguém como Marina de Oliveira conseguiria trazer os melhores compositores e produtores musicais de sua época em duas obras. Os registros são impecáveis: canções pop (“Procure por Mim na Glória”), mensagens de autoajuda (“Não Desista do Seu Sonho”) e faixas em inglês (“Celebrate the Lord”). Se alguém era capaz de levar bandas inteiras para apoiar seu som, essa foi Marina.

    1995, MK Music


    51º: Preciso de Ti – Diante do TronoDiante do Trono - Preciso de Ti - 2001

    “Uma das coisas de que temos maior consciência é que no dia em que acharmos que algo vem de nós mesmos, Deus nos tirará da obra”, enfatizou Maximiliano Moraes ao Super Gospel. O ponto mais alto da carreira do Diante do Trono, arranjado por Sérgio Gomes e Maximiliano, é embalado com o discurso de fragilidade humana e dependência divina, especialmente na faixa-título, uma das mais importantes do meio cristão.

    2001, Diante do Trono


    50º: Resgate – ResgateResgate  - Resgate - 1997

    No quarto álbum, o grupo provou ser muito mais do que um devoto ao hard rock. Ao experimentar timbres de bateria, guitarra com flertes evidentes ao britpop, o disco monta uma figura de quebra-cabeças, endossadas com as letras tão incomuns e que questionam o status quo do meio cristão.

    1997, Gospel Records


    49º: Oh, Glória – Mattos NascimentoOh, Glória - Mattos Nascimento - 1991

    Trazendo a influência do pop e, principalmente, o ska para o meio cristão, Mattos Nascimento foi o primeiro – e até o único no meio cristão – a fundir o gênero musical com as letras pentecostais. Oh, Glória é um marco musical no início da década de 90, especialmente com as contagiantes “Dia de Pentecostes” e “Sou Feliz”, mostrando que, especialmente ao vivo, Mattos conseguia elevar tudo a outro nível.

    1991, Rosa de Saron


    48º: Com Muito Louvor – CassianeCassiane - Com Muito Louvor - 1999

    Se Sem Palavras foi o ponto de virada, este trabalho foi a aperfeiçoamento mais esforçado de Cassiane durante os anos 90. Com Muito Louvor une a qualidade da produção do disco anterior, Para Sempre, com um repertório sólido, composto por nada menos que “Oferta Agradável a Ti”, “Hino da Vitória”, “Com Cristo é Vencer” e “Com Muito Louvor”, além de provocar, culturalmente, uma mudança na estrutura das canções pentecostais.

    1999, MK Music


    47º: Amigos para Sempre – Integração Jr.Integração Jr. - Amigos para Sempre - 1991

    O melhor álbum infantil já produzido no meio cristão, a obra se destaca pelo seu ecletismo musical e a qualidade dos arranjos, especialmente nas músicas “Amigos para Sempre” e “Milagre da Vida”, anos depois regravada por Cristina Mel, no final da mesma década.

    1991, Bompastor


    46º: Discípulo Teu – Prisma BrasilPrisma Brasil - Discípulo Teu - 1988

    O trabalho mais importante do Prisma, Discípulo Teu contém os elementos adventistas a se repetir: corais robustos, cordas e metais em abundância e canções que versam acerca da vida, as dificuldades e desafios em relação a caminhada do sujeito cristão que caminha para a Eternidade.

    1988, Bompastor


    45º: Não Chores Mais – Victorino SilvaNão Chores Mais - Victorino Silva - 1983

    Dono de uma das mais brilhantes e prestigiadas vozes da música cristã nacional, Victorino Silva tem um de seus grandes momentos com Não Chores Mais, um verdadeiro clássico da música sacra. Além da interpretação e afinação impar do cantor, a parceria com o grande maestro Misael Passos, responsável pela direção musical do projeto, evidenciada até na capa do disco, é digna de destaque. Com arranjos soberbos, o álbum é riquíssimo musicalmente, com a presença marcante de pianos, violinos e muitos instrumentos de sopro.

    1983, Bompastor


    44º: Lágrima no Olhar – Altos LouvoresAltos Louvores - Lágrima no Olhar - 1993

    Seguindo as tendências dos discos anteriores, Lágrima no Olhar trouxe um Altos Louvores mais maduro, mas suficientemente em sua zona de conforto. A grande novidade é a faixa-título de Marquinhos Gomes, com o sax de Zé Canuto, tornando-se, assim, um dos principais registros do grupo.

    1993, Som e Louvores


    43º: Diga Não – RaízesRaízes - Diga não - 1991

    Depois dos Jovens da Verdade em 1972, a banda Raízes foi a única a usar, escancaradamente, a temática das drogas como carro-chefe de um disco. Diga Não se destacou pelas canções críticas, mas que não se sobrepuseram as baladas, as quais lembram bastante o estilo pop do Roupa Nova, cujo vocalista participaria em um disco futuro.

    1991, Independente


    42º: Vento Livre – Guilherme KerrVento Livre - Guilherme Kerr - 1985

    Um dos melhores letristas e musicistas do meio cristão, Guilherme Kerr produziu Vento Livre, seguindo as tendências musicais de sua obra no grupo Vencedores por Cristo. Com arranjos vocais e de cordas complexos, sonoridades regionais são exploradas por letras, em grande parte, verticais.

    1985, IBMorumbi Produções


    41º: Brother – Brother SimionBrother - Brother Simion - 1992

    Em meio a obras cada vez mais superproduzidas no início dos anos 90, Brother Simion quebrou a lógica fazendo um disco quase todo em voz e violão. Humor, introspecção e suavidade são características fundidas nesta produção básica de Rick Bonadio.

    1992, Gospel Records


    40º: Sem Limites – Aline BarrosAline Barros - Sem Limites - 1995

    O grande mérito da estreia de Aline Barros foi contar com a produção musical e arranjos de Ricardo Feghali e Cleberson Horsth, membros do Roupa Nova. Assumindo um caráter totalmente pop, a produção seria, com o passar dos anos, o melhor trabalho solo da carreira de Aline.

    1995, Grape Vine


    39º: Pra Cima Brasil! – MiladPrá Cima Brasil! - Milad - 1990

    Com a decrescente predominância de João Alexandre, e verbalizando toda a decepção com o jogo político e as extremas crises econômicas que assolavam o país, o Milad trouxe o disco mais politizado de sua carreira. Isso causou o despojo de grande parte de seu complexo som, adotando moldes pop, mas seguindo-se forte em seus discursos, como na clássica “Brasil” e na regional “Meu Candidato”. Também traz canções de uma das bandas mais influentes dos anos 80 no nordeste, chamada Artecristã, como “Os Sonhos Evaporam” e “Algo Está Errado”, além de apresentar “Navio Negreiro”, de Gladir Cabral.

    1990, Independente


    38º: Manhãs de Outono – Sinal de AlertaSinal de Alerta - Manhãs de Outono - 1987

    Desprendendo-se de sua fixação pelo Rebanhão, o Sinal de Alerta evoluiu tematicamente e sonoramente, e alcançou o seu ápice em Manhãs de Outono, um trabalho que consegue dialogar com sua época, e de quebra ainda apresenta grandes letras guiadas pelo seu pop rock, como “Tempos Modernos” e “Adolescência”.

    1987, Califórnia


    37º: Prá Falar de Amor – Banda & VozBanda e Voz - Prá Falar de Amor - 1992

    Banda & Voz foi, de fato, o primeiro grupo a ter fielmente um repertório muito eclético e variado, passeando pela black music, soul, ska, envolvendo tudo em ganchos pop. Tudo isso amadureceu em Prá Falar de Amor, em que, especialmente, o timbre de Natan Brito se destaca junto ao groove da guitarra de Marcos Brito e baixo de Beno César.

    1992, Line Records


    36º: Tempos de Celebração – Adhemar de CamposTempos de Celebração - Adhemar de Campos - 1993

    Após a Comunidade da Graça, Adhemar trouxe toda a temática congregacional para sua carreira solo, mas, diferentemente de todos, agregando gêneros musicais ‘incomuns’ para o repertório das igrejas, além das excelentes canções “Tributo a Iehovah”, “Fonte de Água Viva” e “Bem Supremo”.

    1993, Comunidade da Graça


    35º: O Amor é a Resposta – Alessandra SamadelloO Amor é a Resposta - Alessandra Samadello - 1996

    O grande mérito do quarto trabalho de Alessandra é de ultrapassar limites musicais dentro da própria tradição musical adventista. Influenciando até o contemporâneo Leonardo Gonçalves, O Amor é a Resposta aposta em sonoridades mais introspectivas, melancólicas e contemporâneas, sempre regadas a vibrantes e viscerais registros vocais, do estilo que só Alessandra Samadello poderia fazer.

    1996, ABBO


    34º: Intimidade – Jorge CamargoIntimidade - Jorge Camargo - 1999

    Uma produção de Jorge Camargo, Nelson Bomilcar e Marquito Cavalcante, é um dos registros mais agradáveis de música popular brasileira cristã, em que Jorge se estabelece como cantor e compositor. As músicas são bem interpretadas e tocadas. A combinação de canções acústicas e eletrônicas, além do excelente encarte, gerou uma das obras-primas do nicho.

    1999, Alento Produções


    Grupo Semente - Criação - 198633º: Criação – Grupo Semente

    Com a influência do Vencedores por Cristo, o Grupo Semente produziu canções de excelência, com a participação de Nelson Bomilcar, Jorge Camargo, Sérgio Pimenta e vários outros. Criação consegue sintetizar, muito bem, a música do conjunto.

    1986, VPC Produções


    32º: Coisas da Vida – Carlinhos FelixCarlinhos Felix - Coisas da Vida - 1991

    Carlinhos Felix, após deixar o Rebanhão, veio como um dos intérpretes com os discos mais bem produzidos nos anos 90, e sua essência musical nunca soou tão completa quanto em seu trabalho de estreia, Coisas da Vida. Este registro contém suas peculiares formas de produzir música pop, com a colaboração de guitarras por Paulinho Guitarra, mestre do blues no Brasil, e teclados de Pedro Braconnot.

    1991, Continental / Warner Music Brasil


    31º: O que Virá? – Comunidade S8Comunidade S8 - O que Virá - 1981

    Seguindo os passos de seu disco anterior, a S8 produziu o seu maior clássico até aqui. Aqui, a banda se rende a um rock progressivo sombrio, de influências pós-tropicalistas, mas não autoindulgente, especialmente pelas guitarras de Ernani Maldonado. Combinando crítica social com o apocalipse, o trabalho é, no mínimo, intrigante.

    1981, Independente


    30º: Novo Dia – RebanhãoRebanhão - Novo Dia - 1987

    Carlinhos Felix e Pedro Braconnot transformaram as influências da tropicália, trazidas anteriormente por Janires, para faixas pop que caracterizam bem a textura das produções dos anos 80, como “Primeiro Amor”, “Nele Você Pode Confiar”, “Jesus é Amor (Jesus Is Love)” e “Razão”.

    1988, PolyGram


    O que a Lua não pôde, não pode, nem poderá - Wolô29º: O que a Lua não Pôde, não Pode e não Poderá – Wolô

    O disco mais rico, musicalmente falando, dos anos 70, também é um recheado de influências culturais. Wolô soube verbalizar a ‘loucura’ hippie, transmitir gírias e filosofar acerca de Cristo, fundindo tudo isso a uma sonoridade que mescla rock, bossa nova, com influências da Jovem Guarda.

    1975, Independente


    28º: Calmo, Sereno, Tranquilo – Jairo Trench Gonçalves e Paulo Cezar da SilvaCalmo, Sereno, Tranquilo - Jayrinho e Paulo Cezar - 1976

    Jayrinho e Paulo Cezar, juntos, formariam o Grupo Elo. Mas, este registro predecessor, captura fielmente a tensão e restrições existentes no meio evangélico na época em que foi produzido. A obra é suave, com camadas de violão ovation, e baixo marcante, guiado por sonoridades influenciadas pela MPB.

    1976, Independente


    27º: Simplesmente João – João AlexandreSimplesmente João - João Alexandre - 1991

    Primeiro disco totalmente – e simplesmente de João, é um de seus trabalhos mais acessíveis e pops. A obra mostra um olhar mais positivo do cantor, com canções verticais, reflexivas, e trazendo algumas regravações, com a colaboração de Pedro Braconnot.

    1991, Gospel Records


    26º: Aliança – KoinonyaAliança - Koinonya - 1988

    A música do Koinonya seria o molde para a música congregacional feita na década seguinte: a banda Diante do Trono, por exemplo, bebeu intensamente de sua fonte. Sob a liderança de Bené Gomes, o grupo goianiense iniciou sua trajetória com o seu trabalho mais brilhante: Aliança contém várias músicas que, até hoje, são entoadas nas igrejas, como “Ao Único”, “Quem Pode Livrar” e a faixa-título, “Aliança”.

    1988, Koinonya


    25º: Obra Santa – Luiz de CarvalhoObra Santa - Luiz de Carvalho - 1969

    Ele foi o primeiro cantor a gravar um disco de vinil no meio evangélico nacional, em 1958, foi o primeiro artista evangélico de fato, o responsável por levar às igrejas o, então profano, violão, inseriu o bolero e elementos de samba e marchinhas na tradicionalíssima música cristã da época e se sagrou como o maior nome do cenário musical protestante nas décadas seguintes. O vinil Obra Santa, clássico indiscutível, além de contar com a voz e interpretação inconfundível de Luiz de Carvalho, é responsável por emplacar o primeiro hit da música evangélica nacional. A faixa-título se tornou uma espécie de hino oficial do movimento de Renovação Espiritual que se iniciou no Brasil a partir da década de 1960.

    1969, Som da Palavra


    24º: Está Consumado – CatedralCatedral - Está Consumado - 1993

    Talvez o mais importante álbum duplo da história da música cristã, Está Consumado, juntamente ao antecessor Volume III, faz uma ponte entre o Catedral, antes pertencente ao underground, e o que seria o grupo mais notório dos anos 90 e um dos expoentes do movimento gospel. O trabalho, no geral, é o clássico pop rock com o baixo funky de Júlio e riffs de guitarra – inconfundíveis – de Cezar. Vale destacar o clássico “Galhos Secos” e a letra de “Carpe Diem”, uma das músicas mais brilhantes do grupo, inspirada em pensamentos de Friedrich Nietzsche e José Ângelo Galarga.

    1993, Pioneira Evangélica


    23º: Armagedom – KatsbarneaArmagedom - Katsbarnea - 1995

    “O Arco-Íris de Deus tem muitas cores, e os sons muitas estradas que expressam nossas vidas. Acho que a mesmice cansa”, disse Brother Simion ao Super Gospel. Após ter trocado sua formação, o Katsbarnea deixou para trás suas veias funkeadas, cujo som explorava influências de soul e pop, e só se reencontrou no quarto álbum, Armagedom, mostrando que eram mais do que uma caricatura da Blitz. Produzidos por Paulo Anhaia, o soberbo álbum é definido por seu forte teor experimental, e letras evangelísticas, mesclando humor, além de mensagens apocalípticas – algo que se tornaria recorrente nas composições de Simion. Apoiado pelo marcante baixo de Jadão e riffs blues executados por Déio Tambasco, Brother provou ser a alma da banda, escrevendo todas as letras, além de gravar os vocais, guitarra, harmônica, piano e teclado.

    1995, Gospel Records


    22º: Indiferença – Oficina G3Oficina G3 - Indiferença - 1996

    Finalmente, Oficina G3 se desfez de suas referências explícitas ao Stryper. Quente e solta, a voz de Luciano Manga, cada vez mais poderosa, chega ao ápice junto ao peso das composições do guitarrista Juninho Afram. Elétrico, o disco se complementa aos teclados de Jean Carllos, ao autoritário e agressivo baixo de Duca Tambasco e as baquetas de Walter Lopes em canções como “Espelhos Mágicos”, mas se rendendo a baladas fascinantes, como “Magia Alguma” e “Novos Céus”. Em “Glória Inst.”, Afram mostrou o porquê é o maior guitarrista que a música cristã nacional já conheceu.

    1996, Gospel Records


    21º: On the Rock – ResgateResgate - On the Rock - 1995

    Paulo Anhaia elevou o nível do Resgate de forma abismal em seu terceiro registro. On the Rock capturou todo o potencial de humor autodepreciativo sob sua música, e ascendeu as guitarras de Zé Bruno e Hamilton, com riffs poderosos de hard rock. Sendo o trabalho mais importante e sólido do rock cristão nacional durante a segunda metade dos anos 90, o disco combina temáticas obscuras, como a depressão, solidão e morte com a mais peculiar sátira, cuja habilidade o quarteto é especialista.

    1995, Gospel Records


    20º: Fruto dos Lábios – Comunidade da GraçaComunidade da Graça - 1988 - Fruto dos Lábios

    Clássico do louvor congregacional do Brasil, Fruto dos Lábios é o melhor trabalho da Comunidade da Graça, sob a participação de Adhemar de Campos. Recheado de clássicos, como “Nosso General”, “Louvemos ao Senhor” e “Hosana”, o trabalho se destaca pela qualidade dos arranjos vocais e de instrumentos utilizados.

    1988, Comunidade da Graça


    19º: Alma Cansada – Jair e HozanaAlma Cansada - Jair e Hozana

    As duplas formadas por homem e mulher fizeram história na música sertaneja cristã, e a primeira de destaque foi Jair e Hozana. Jair, aliás, era ninguém menos que Jair Pires, que faria história como um dos mais notórios cantores e compositores da história da música pentecostal. Alma Cansada, um disco embalado por viola e acordeom, misturava canções autorais do músico com alguns poucos hinos da Harpa Cristã. Em meio a faixas de grande relevância na época, como “Canta meu Povo” e “Multiplicações de Pães”, se destacaria a faixa-título, que se tornaria um inegável clássico.

    1968, Celeste


    18º: Portas Abertas – Grupo LogosPortas Abertas - Grupo Logos - 1987

    Um dos últimos trabalhos do Logos nos anos 80, Portas Abertas tem todas as características das produções oitentistas, e foi totalmente aberto para os modismos da época, como os sintetizadores utilizados e o reverb da bateria. Mas as composições seguem fortes e sinceras, como se espera em relação a este grupo.

    1987, Logos


    17º: Novidade de Vida – Edson e TitaNovidade de Vida - Edson e Tita - 1982

    Com a participação de grandes nomes da música nacional, como Paulo Jobim, João Donato, Danilo Caymmi, Toninho Horta e muitos outros, Novidade de Vida é o disco de música popular brasileira mais brilhante da década de 80. Tratando de questões como a solidão, o vazio humano e o encontro com Cristo, o trabalho conta com arranjos refinados de qualidade muito acima da média que o meio evangélico apresentava, na época. O primor das músicas foi tão notável que, anos depois, Tita processou Tom Jobim, por um suposto plágio de uma de suas canções, o qual Tom foi absolvido.

    1982, Parejhara


    16º: Anseios – Altos LouvoresAnseios - Altos Louvores - 1986

    A grande fórmula do Altos Louvores foi, além de seguir os outros grupos musicais com temática de louvor da época, utilizar uma musicalidade mais simples e próxima ao pop em suas produções. Sob o comando de Edvaldo Novaes e colaboração de Pedro Braconnot nos pianos e teclados, o disco contém uma gama variada de composições, escritas por Sérgio Lopes, Léa Mendonça, e muitos outros.

    1986, Som e Louvores


    15º: Voz e Violão – João AlexandreVoz e Violão - João Alexandre - 1996

    Ninguém soa ou soará um dia como João Alexandre. Em boa forma, Voz e Violão é um dos registros mais brilhantes de nossa história, e compreende canções conduzidas de forma literalmente “solo” pelo cantor. O repertório, no geral, nem é lá tão novidade, mas a proficiência e intimidade que Alexandre possui com seu violão é ímpar, produzindo o maior disco do estilo no meio cristão.

    1996, VPC Produções


    14º: Dê Carinho – Cristina MelCristina Mel - Dê Carinho - 1997

    Cristina Mel foi a intérprete mais importante da música cristã nos anos 90, e Dê Carinho registra a intérprete em pleno voo, alcançando o seu ápice, dividindo seu repertório entre vários gêneros musicais. A obra trata do amor, em sua amplitude, versando, por exemplo, sobre amizades (“Ao Amigo Distante”) e o favor de Cristo (“Mestre”). Essencialmente pop, com produção musical de Cristina, e arranjos instrumentais de Karam e Natan Brito, foi também lançado numa edição em espanhol.

    1997, MK Music


    13º: 3 – Complexo JComplexo J - 3 - 1992

    Um literal ‘tapa na cara’ da sociedade, o terceiro trabalho do Complexo J é um dos discos mais fortes dos anos 90, em tempo de extenuantes crises econômicas e expansão do meio evangélico. Apresentando Cristo como solução revigorante, 3 é o ápice da capacidade criativa do grupo, com grandes canções, como “Abra Seus Olhos”, “Choro da Natureza” e, especialmente, “Sábado Quente”.

    1992, MK Music


    12º: Espelho nos Olhos – Banda AzulEspelho nos Olhos - Banda Azul - 1988

    Sendo o canto do cisne de Janires, é um dos trabalhos mais ricos, musicalmente falando, dos anos 80. Seu teor poético se entrelaça com o contexto histórico: é neste disco que o cantor faz uma retrospectiva de sua vida, nos dá referências de outras músicas que se tornaram relevantes em sua carreira, e constantemente trata da Eternidade. Trazendo, agradavelmente, variações de rock progressivo, pop rock, reggae e MPB, Espelho nos Olhos é um testemunho musical brilhante de uma vida humana voltada, até o seu último momento, para o céu.

    1988, Bompastor


    11º: Não Há Barreiras – Álvaro TitoÁlvaro Tito - Não Há Barreias - 1986

    Imagine uma das maiores gravadoras do planeta, a PolyGram (hoje Universal Music), abrindo suas portas para a música evangélica brasileira que estava fervilhando nos anos 80. Agora, imagine um talentoso cantor de apenas 21 anos que misturava MPB, jazz, soul e pop como recém contratado por ela para gravar seu terceiro disco. Artisticamente ambicioso, se propõe a não apenas interpretar, mas também atuar no projeto como diretor musical, arranjador, músico e compositor de metade das faixas. A despeito da resistência inicial da cúpula da gravadora em confiar tamanha responsabilidade a um artista tão jovem, o trabalho resultou em um dos melhores discos já produzidos na música evangélica nacional. O sucesso de público e crítica foi imediato e a faixa que o intitula, certamente, uma das mais importantes daquela década dourada.

    1986, PolyGram


    10º: Princípio – RebanhãoRebanhão - Princípio - 1990

    Era 1990 e o Rebanhão disse sim para o início do movimento gospel, intensificando o pop do disco anterior, cuja consistência seria o molde para as produções da época. Neste disco, o grupo apresenta baladas suaves e de excelência, como “Selo do Perdão”, mas questiona os poderosos e regimes totalitários nas elegantes “Muro de Pedra” e “Palácios”, um triunfo de Paulo Marotta e Pedro Braconnot. Como cereja do bolo, o grupo ainda utilizou-se do fatídico assassinato de Chico Mendes para questionar: “até quando viverei pra testemunhar e dizer sim, sim a Deus e a toda vida?”, dando o desiludido atestado de que mais uma década passara e os dilemas ainda eram os mesmos. Além do mais, foi o primeiro disco gospel, e o primeiro lançado em CD.

    1990, Gospel Records


    9º: Retratos de Vida – MiladRetratos de Vida - Milad - 1987

    Foi no álbum conceitual mais importante da música cristã em que a dupla João Alexandre e Toninho Zemuner explorou a vida noturna paulista e todo o caos urbano que existia – e persiste – na maior cidade do país. Tratando da elite cultural (“Plateia”), prostituição (“Esquinas Cruéis”), desigualdade em seus extremos (“Pobres Ricos” e “Meninos de Rua”) e isolamento social (“Solidão de Ilha”), o trabalho é cheio de riqueza musical, passeando pela MPB, bossa-jazz e até mesmo o post-punk, com muita tranquilidade. Além da clássica “Olhos no Espelho”, o disco contém despojadas e agradáveis faixas instrumentais, confirmando a coragem e relevância que contém para a história da música cristã nacional.

    1987, Água Viva


    8º: Janires e Amigos – JaniresJanires e Amigos

    O primeiro álbum ao vivo da música cristã nacional é o registro definitivo de toda uma cena que estava se consolidando nos anos 80: Janires reuniu amigos e fincou sua respeitada imagem. Apoiado pela Banda Fé, com participação de João Alexandre, Ed Wilson, Rebanhão e muitos outros músicos e personalidades midiáticas, como o ex-jogador Baltazar e o ex-piloto Alex Dias Ribeiro, o disco é intimista, e pouco religioso. Falando de sua vida, e refletindo acerca dos testemunhos e dificuldades diárias de seus amigos, o repertório surpreende pelas belas “Mamãe”, “Alex, o Baixinho Voador”, “Helena, Todo Pecado Será Perdoado”, além da icônica “Jesus Super Herói”. No geral, Janires e Amigos é um trabalho que revela o melhor de Janires: riqueza musical, simplicidade e sinceridade.

    1985, Doce Harmonia


    7º: Situações – Grupo LogosGrupo Logos - Situações - 1984

    Após o fim do Grupo Elo, o Grupo Logos surgiu sob o comando de Pr. Paulo Cezar. Situações é o seu clássico, registro que se mostra bastante superior ao trabalho antecessor, Caminhos. Aqui, a banda aposta em um som que segue as tendências do último trabalho do Elo, Nova Canção, trazendo influências populares para a sua música. Outro destaque, acerca de sua sonoridade, é a riqueza de sintetizadores que apresenta. Portanto, além de musicalmente dentro das tendências da época, o disco possui a consistência lírica que tornaria o Logos um dos melhores grupos musicais já existentes.

    1984, Logos


    6º: Luz do Mundo – RebanhãoRebanhão - Luz do Mundo - 1983

    O céu é a temática mais clara para definir Luz do Mundo. Neste álbum, o Rebanhão apresentava uma evolução técnica considerável, em relação ao primeiro trabalho. Gravado no melhor estúdio brasileiro da época, o Estúdio Transamérica, se destaca pela suave “Hoje Sou Feliz”, com influências da MPB, e sua letra, tão atual, sobre a situação do nosso país. Embora o disco descreva, de forma bem forte e incisiva, os problemas da sociedade, não é pessimista, mas indica Cristo como a solução. Janires, claramente, era alguém fixado na Eternidade, e não deixou de cantar sobre ela até o último momento de sua vida: “Ele faz muita falta, mas não aguentaria a forma com que a igreja caminha nos dias de hoje”, disse Carlinhos Felix ao Super Gospel.

    1983, Arca Musical Evangélica


    5º: Cem Ovelhas – Ozéias de PaulaCem Ovelhas - Ozéias de Paula - 1973

    O disco Cem Ovelhas, do cantor Ozéias de Paula é, provavelmente, o mais importante álbum lançado por um artista do movimento pentecostal. O que saiu deste trabalho influenciou as gerações que viriam. Todas as onze canções que compõem o disco se tornaram sucesso e algumas delas clássicas, como “Hoje sou Feliz” e “Oh foi por mim”, além da faixa-título que se tornou um hino o qual ultrapassa o limite do tempo. Outro grande sucesso, “É Assim que eu Te Amo”, embora se tratasse de uma declaração a Deus, passou a ser considerada como uma música romântica, o que abriria portas para as diversas canções e discos apaixonados que viriam nas décadas seguintes. Com grandes letras e uma pegada ousadamente moderna para a época, Ozéias entrou para a história como o maior nome masculino da história da música pentecostal nacional.

    1973, Estrela da Manhã


    4º: Celebraremos com Júbilo – Don e AsaphDon e Asaph Borba - Celebraremos com Júbilo - 1978

    Asaph Borba, juntamente a Adhemar de Campos, são os nomes mais conhecidos, e importantes, do meio congregacional. No entanto, na segunda metade dos anos 70, Asaph já estava no meio evangélico. E, com o músico Donald Stoll, formou a dupla Don e Asaph, produzindo Celebraremos com Júbilo. Gravado totalmente em território estrangeiro, em Bay City, Michigan, nos Estados Unidos, a obra possui uma consistência sonora e instrumental bastante superior, se considerarmos os lançamentos deste período. Por sua vez, este trabalho se destaca com várias canções, mostrando que, mesmo após mais de trinta anos após o seu lançamento, é um dos clássicos de nossa música.

    1978, Life Produções


    3º: Ouvi Dizer – Grupo EloOuvi Dizer - Grupo Elo - 1978

    O Grupo Elo é um dos mais importantes grupos musicais já surgidos na música cristã. Sob o destaque das figuras de Jayrinho (in memoriam) e Pr. Paulo Cezar, a sua obra alcançou outro nível com o disco Ouvi Dizer. Enquanto Nova Jerusalém, o trabalho de estreia, se destacava por trazer instrumentos até então pouco convencionais, como a bateria e a guitarra, o disco sucessor une isso a um bom repertório, que se tornou um clássico no meio evangélico.

    Com bases gravadas nos EUA e representando uma virada no som na banda, conta com uma produção musical de altíssimo nível e músicos competentes. Assim, somos introduzidos a faixas de grande riqueza poética, como a clássica “Céu, Lindo Céu”, além das regravações de “Calmo, Sereno, Tranquilo” e “Mais Perto Quero Estar”. A melhor música, por sua vez, é “Autor da Minha Fé”, uma das mais belas canções nacionais que temos, já regravada por Cristina Mel, Carlinhos Felix, Alex Gonzaga e Paulo César Baruk.

    1978, Elo


    2º: Mais Doce que o Mel – RebanhãoRebanhão - Mais Doce que o Mel - 1981

    “Quando comecei no Rebanhão não tinha ideia do que iria acontecer. Para mim, como novo convertido, era muito normal cantar músicas em uma linguagem textual e musical jovem e divertida, mas para muitos se tratava de algo inaceitável para os padrões religiosos da época”, afirmara Pedro Braconnot ao O Propagador. De 1981 pra cá, Mais Doce que o Mel apenas foi mais reconhecido e estimado: o primeiro registro de rock e tropicália que definitivamente alcançou o meio cristão, o disco foi, por muitos anos, um escândalo.

    Com sua sonoridade ousada e direta, o repertório se destaca especialmente pelas composições de Janires que, claramente, dialogava com a cultura do nosso país. O destaque vai para o pot-pourri, cujo som, durante oito minutos, prende o ouvinte, com riffs de baixo bem marcados e um arranjo de metais de classe. A primeira música deste medley, “Salas de Jantar”, claramente faz referência à “Panis et Circenses”, do antológico disco de estreia dos Mutantes. A riqueza de sons se expande ao “Baião” e sua crítica social, e a melhor música do disco, o choro “Casinha”. Carlinhos Felix e Pedro Braconnot também surgem com as agradáveis “Monte” e “Refúgio”, guiadas por uma sonoridade que passeia pelo pop rock e rock progressivo.

    Mais Doce que o Mel não foi muito bem recebido por conta de suas músicas questionadoras, livres e diretas, mas nada foi mais polêmica do que a capa, em que Janires esbanja simplicidade, com a camisa aberta. ‘Censurada’, a capa teve que ser refeita em outra edição. Além das críticas, boicotes e acusações de satanismo, o reboliço causado pela música do Rebanhão apenas expandiu a sua popularidade, tornando-os conhecidos por todo o país.

    1981, Doce Harmonia


    1º: De Vento em Popa – Vencedores por CristoDe Vento em Popa - Vencedores por Cristo - 1977

    Um dos discos mais aclamados até hoje em termos de letras, ritmos, vocais e instrumentais. A grande importância desse trabalho reside na proposta diferente que trazia, na linguagem inovadora e na influência que provocou em tantos artistas cristãos, que estavam sendo formados naquela época, e mesmo em épocas posteriores. Pela primeira vez, os Vencedores por Cristo lançavam um disco com canções totalmente autorais e cujas letras e sonoridade dialogavam, sem medo, com a cultura brasileira.

    “Eu o considero um marco porque Vencedores àquela altura era o grupo musical de maior penetração no meio cristão devido às equipes que viajavam por todo o país divulgando o trabalho musical da organização”, diria Jorge Camargo, em entrevista ao Arquivo Gospel. De Vento em Popa foi o único disco cristão a ser tema de uma tese de mestrado, defendida na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ainda, esta obra, devido a sua qualidade musical, transpassou as barreiras do meio cristão, servindo de influência para alguns músicos ‘seculares’, sendo citado, recentemente, por Ed Motta, como “um disco raro no gospel”.

    Aliando-se à música brasileira, na pretensão de nacionalizar as canções cristãs da época, era um contraponto a tantas versões que eram feitas (profético?). Reúne músicas de grandes compositores da música cristã: Aristeu Pires Junior, Artur Mendes, Ederly Chagas, Guilherme Kerr, Sérgio Pimenta e Nelson Bomilcar, que também participam nos vocais e instrumentais. Um disco em que brasilidade, poesia, qualidade e espiritualidade se harmonizam.

    1977, VPC Produções


    Eleitores: Alex Eduardo (músico), Danilo Andrade (editor-chefe, O Propagador), João Dias (historiador), Leiliane Lopes (jornalista), Philipe Daniel (músico), Rafael Ramos (jornalista e editor-chefe, Gospel no Divã), Roberto Azevedo (editor-chefe, Super Gospel), Rogério Oliver (pesquisador, Gospel no Divã), Ruben Mukama (músico), Salvador de Souza (historiador), Tayse Souza (editora, O Propagador), Tiago Abreu (editor colaborador, Super Gospel).

    Contribuintes: Alexandre Pereira, Charles Spencer, Cleber Nadalutti, Gesson Vasconcelos, Jhonata Fernandes, Philippe Santos, Renan Lima, Thiago Ferreira.

  • Saiba como eram os primeiros sites de cantores evangélicos

    O início da internet provocou mudanças profundas no meio musical e sua indústria. E, nos anos 90, a música evangélica brasileira ainda sentia os efeitos do movimento gospel. Nesta época, começaram a surgir os primeiros sites dos cantores e bandas, e os maiores nomes da época, neste período, foram os pioneiros.

    Até 1999, a cantora Aline Barros e as bandas Oficina G3, Rebanhão, Catedral, Fruto Sagrado e Vencedores por Cristo tinham seus portais. De 2000 para frente, a maioria dos cantores cristãos notórios nos dias de hoje tiveram seus sites.

    Confira, abaixo, como eram esses sites, na época (como as versões são antigas, algumas imagens e ícones podem não aparecer corretamente).


    Oficina G3 (oficinag3.com.br – início de 2001)

    Oficina G3


    Fernanda Brum (fernandabrum.com.br – início de 2001)

    Brum


    Rebanhão (rebanhao.net – novembro de 1999)Rebanhão


    Diante do Trono (diantedotrono.com – início de 2001)DT3


    Comunidade de Nilópolis (comunidadedenilopolis.com.br – início de 2001)Comunidade de Nilópolis


    Brother Simion (brothersimion.com.br – outubro de 2000)Brother Simion


    Mara Lima (cantoramaralima.com.br – início de 2001)Mara Lima


    Aline Barros (alinebarros.com.br – novembro de 2001)Aline Barros


    Catedral (bandacatedral.com.br – meados de 2000)Catedral


    Fruto Sagrado (frutosagrado.org – outubro de 1999)Fruto Sagrado


    Cristina Mel (cristinamel.com.br – início de 2001)Cristina Mel

  • Fernanda Brum – discografia e obra

    Nascida no Rio de Janeiro, Fernanda Brum foi o grande nome do cenário pop da música cristã brasileira. Conhecida por suas músicas introspectivas, e por vezes, discos conceituais, a cantora soma uma carreira longeva, com milhões de cópias vendidas e uma parceria de décadas com Emerson Pinheiro.


    Guia discográfico

    Feliz de Vez (Independente/1993): [sem avaliações]

    Meu Bem Maior (MK Music/1995): Estreia da cantora pela MK Music, o projeto revelaria, inicialmente, uma parceria que se prolongaria com Emerson Pinheiro e Eyshila. Embora esquecida, a obra mantém seus sinais de consistência. (Nota: [usr 3])

    Sonhos (MK Music/1997): Com composições, em maioria assinadas por Emerson Pinheiro, o álbum segue a fórmula que faria Fernanda conhecida em território nacional. Além da faixa-título, destaque para as músicas “Sejam Um” e “As Cores do Amor” (Nota: [usr 3])

    O que diz Meu Coração (MK Music/1999): O trabalho introduz uma veia ainda pouco explorada nos trabalhos anteriores, e que seria recorrente nos discos de Fernanda: letras introspectivas e melodias que seguem esta tendência. A ideia, no entanto, seria amadurecida no lançamento subsequente. (Nota: [usr 3.5])

    Quebrantado Coração (MK Music/2002): Claramente o auge de Fernanda Brum, o disco mescla, com bastante propriedade, o pop assumido nos discos antigos, com um conceito bastante intimista e melancólico. Possui, também, uma excelente produção musical e arranjos. (Nota: [usr 4.5])

    Apenas um Toque (MK Music/2004): Buscando fazer um registro congregacional, Apenas um Toque traz, com certa inventividade pop, Fernanda Brum dentro do contexto congregacional. A produção musical, por sua vez, poderia ter sido melhor trabalhada, mas funciona. (Nota: [usr 3.5])

    Profetizando as Nações (MK Music/2006): Temático, o disco Profetizando as Nações trata das missões, tema sempre tão em baixa no meio religioso. Desta forma, a cantora conseguiu mesclar canções intimistas de entrega, como “Aos Teus Pés”, faixas evangelísticas como a que intitula o projeto, ao som de um pop rock já comum em sua carreira (Nota: [usr 3.5])

    Profetizando as Nações [DVD] (MK Music/2007): (Nota: [usr 3])

    Cura-me (MK Music/2008): Iniciando uma trilogia, Cura-me é um dos discos mais intimistas de Fernanda Brum, trazendo, como temática, a cura interior. Seguindo as influências pop que a tornaram conhecida, o trabalho contém certa dose de maturidade e consistência. (Nota: [usr 3.5])

    Cura-me [DVD] (MK Music/2009): Intimista, o DVD Cura-me pouco diferencia-se de sua versão em CD, apenas incluindo outras canções de Fernanda, condizentes com a temática, mas que faziam parte de outros discos. (Nota: [usr 3])

    Glória (MK Music/2010): Sequência de Cura-me, porém, mais otimista, Glória é o melhor álbum de Fernanda Brum pós-Quebrantado Coração. Com faixas agitadas, lentas, mas que centram-se no louvor comunitário, o disco reaqueceu a popularidade da artista (Nota: [usr 4])

    Glória in Rio (MK Music/2011): Utilizando um álbum relativamente introspectivo para uma gravação popular, Fernanda Brum soube mesclar momentos calmos e trazer novas canções para o repertório ao vivo. Regravar “Palácios”, do Rebanhão, é o grande ponto positivo deste trabalho. (Nota: [usr 3.5])

    Liberta-me (MK Music/2012): Excessivamente recluso, o disco soa muito monótono e uniforme, embora as letras do repertório sejam cristocêntricas, e por vezes, até bastante criativas. (Nota: [usr 2.5])

    Liberta-me [DVD] (MK Music/2014): Seguindo as fórmulas na versão em estúdio, não há muito o que se acrescentar sobre este DVD. (Nota: [usr 2.5])

    Da Eternidade (MK Music/2015): Mal produzido, mal arranjado e mal captado, Da Eternidade é um disco amador, excessivamente cru e pouco convincente. (Nota: [usr 2])


    Notícias e matérias sobre a Fernanda Brum

    Para ver todo o conteúdo sobre ou relacionado a Fernanda Brum no O Propagador, clique aqui.

  • Fique Sabendo – Fernanda Brum, Marcela Taís, Skillet e muito mais

    Hoje é mais uma sexta-feira, final de maio, e mais um Fique Sabendo: confira as novidades da semana


    Fernanda Brum e Emerson Pinheiro fazem visita ao local de gravação do novo DVD

    O álbum Da Eternidade, já analisado aqui, receberá um registro em DVD em Israel. Fernanda Brum, juntamente com seu marido, o produtor e tecladista Emerson Pinheiro aproveitaram o momento para renovarem seus votos de casamento. Os músicos são casados desde o final de 1995.

    Fernanda disse em suas redes sociais: “Aproveitamos a visita técnica para o DVD da Eternidade, em Israel, para vivermos um momento muito especial…. Renovação de votos em Israel. São 19 anos de muito amor… E eu disse sim outra vez! Ele sempre terá meu sim! Meu amado, Emerson Pinheiro. Assim como a noiva, a Igreja espera o noivo para se casar… Jesus está voltando para buscar sua igreja.”


    Marcela Taís lança prévia e anuncia data de lançamento do novo álbum

    A cantora Marcela Taís divulgou, nesta quinta-feira, um prévia de seu novo trabalho, o álbum Moderno à Moda Antiga. O projeto foi produzido por Michael Sullivan e é o segundo da carreira musical da jovem brasiliense, que atualmente faz parte do selo gospel da Sony Music Brasil. O CD será lançado dia 2 de junho. Ouça:

    https://www.youtube.com/watch?v=Z7nFEVj-13k&feature=youtu.be


    Primeiro lote de ingressos de shows do Skillet estão esgotados

    A banda de rock Skillet, a qual fará uma turnê pelo Brasil, aos poucos consegue atrair a atenção de um grande público para as suas apresentações, que ocorrerão nas cidades de Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. O grupo estará pelo Brasil em outubro, prometendo divulgar o seu mais recente projeto, Rise.


    Jairo Bonfim divulga nova música, “Ressurreto”

    O cantor Jairo Bonfim, através das mídias da MK Music, divulga “Ressurreto”, faixa de seu futuro álbum, intitulado Confiança. Ouça:


    Até a próxima semana!

     

     

  • Análise: CD Da Eternidade – Fernanda Brum

    O novo álbum da Fernanda Brum, gravado ao vivo na Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, dividiu opiniões. Lançado em 21 de janeiro de 2015, é caracterizado por uma produção musical mais crua e apegada à gravação na igreja.

    A grande polêmica acerca do álbum foi sobre sua capa. Fernanda Brum divulgou em sua página no Facebook duas produções para a arte, a fim de que seus fãs pudessem escolher qual seria a capa final. A escolhida rendeu polêmicas por apresentar um símbolo matemático, a Lemniscata, figurando o infinito, universalmente difundido, em todas as culturas. Houve muitas críticas carregadas de religiosidade e ignorância por parte dos internautas. Ao contrário do que parece, esse símbolo não é da Nova Era e nem de nenhuma outra seita maligna. E mesmo que se fosse, é apenas um símbolo, nada mais do que isso. Já passamos dois mil anos da Antiga Aliança para ficarmos consagrando e definindo símbolos sagrados, Deus não habita em símbolos e eles apenas representam uma realidade, não é a existência. A insígnia foi bem escolhida para encanar a ideia do título do álbum, Da Eternidade, expressando a ideia do infinito.

    Abrindo a obra, temos Efésios, escrita por Kleber Lucas. A canção possui uma sonoridade pop rock, com guitarras e teclados trazendo uma agitação relativamente melancólica. Diferentemente do pop característico de Brum, nota-se o cunho congregacional empregado no álbum. Sua letra versa sobre seguir a Cristo e de seu retorno à Terra. A interpretação vocal de Fernanda ficou um pouco distinta em relação aos CDs anteriores, sua voz está um bocado mais grave.

    O peso das guitarras e o timbre dos teclados de Som do Meu Amado demonstram a melhor performance do álbum. O pop rock acompanha a letra que expressa a vinda de Cristo. Assim como a primeira, tem estilo mais voltado ao congregacional.

    Por sua vez, Da Eternidade é mais pop e melancólica. A faixa-título vai de carona da atmosfera dramática dos teclados, até as cordas executadas pelos sintetizadores entrarem empregarem mais densidade à canção. A parte lírica apresenta uma proposta baseada nas promessas de Deus a Abraão, o que pode explicar o “Da Eternidade”, de acordo com as promessas eternas a Abraão.

    A quarta composição é mais calma e congregacional, seguindo a proposta do projeto. Troféu é uma exposição sobre o melhor prêmio ser Deus, retornando as bases dos primeiros CDs da cantora. Composição de Anderson Freire. Continuando no mesmo barco das duas canções anteriores e composta por Anderson Freire, Suas Digitais é uma canção que não merecia ter sido escolhida como single do CD. O single do álbum merecia ser uma canção assinada e escrita por Fernanda Brum.

    Minha Oferta continua no mesmo rumo do pop da cantora. Conta com a participação de André Leonno, e foi escrita pela dupla Junior Maciel e Josias Teixeira.

    Deus Está Me Construindo, escrita pela mesma dupla da anterior, é uma canção melancólica e no mesmo traço congregacional que possui o álbum. Uma letra sobre a construção interna de Deus em nós, sendo nós as Suas casas.

    A oitava canção, uma regravação que foi interpretada por vários músicos brasileiros, possui a pior reinterpretação por parte da Fernanda. Não era necessária a mudança na letra de Santo, e a vocalista não cumpriu o que a canção pedia.

    A nona faixa é a pior canção do álbum, outra regravação de Voz de Muitas Águas. Com um instrumental equivocado, O Que a Tua Glória Fez Comigo é uma pobreza musical e lírica. A mistura de línguas, o português, inglês, hebraico, em certa parte da duração da canção, foi extremamente desnecessário e terrivelmente infantil. A artista poderia ter dado uma ministração nessa canção baseada no português, sem os exageros da mudança de dialetos, o que não tinha nada a ver com a canção.

    Pai dos Orfãos, a terceira regravação do álbum e de Jason Upton, tem uma boa letra, mas um arranjo mediano como algumas canções do álbum. Em Tua Presença, outra regravação de Jason Upton, segue o lado pop da cantora, com uma letra com a mesma proposta de Troféu.

    Alguém Vai Me Ouvir é uma canção que retorna a uma das marcas registradas de Brum, a visão missionária. O arranjo é interessante, sentimental, e complementa a música e a proposta da letra. Além disso, é uma canção escrita por Fernanda Brum com parceria com Luiz Arcanjo, o que favorece a composição.

    Faz Brilhar encerra o álbum com dramaticidade e com uma letra de vibe pentecostal. É uma composição assinada pelo marido de Fernanda Brum, Emerson Pinheiro.

    O CD vem com canções dramáticas, preenchidas por riffs de guitarras, e teve uma boa participação da cozinha instrumental, mas as interpretações vocais de Fernanda deixaram a desejar. O álbum não soa original, criativo, do estilo de Brum, mas uma mistura de músicos, compositores, produtores que não souberam assimilar a identidade que a cantora possui. Isso pode ser negativo ou positivo. Se a proposta era construir um conjunto de músicas que expressem a criatividade de uma reunião de músicos, foi positivo, mas, neste caso, o álbum não deveria entrar para a carreira solo da intérprete.

    A produção executiva foi feita pela MK Music, com Emerson Pinheiro cuidando da produção musical, piano e dos arranjos, Leonardo Reis no baixo, Dedy Coutinho no baixo e no backing vocal, Duda Andrade na guitarra (solo) e no violão, Luciano Bill na guitarra (base), Tadeu Chuff nas cordas, Johnny Essi nos teclados e loops e Adelso Freire no backing vocal.

  • TOP 10 – Melhores músicas gospel de 2014

    Em época de retrospectiva e balanço do que teve de mais importante no universo gospel nacional, especialmente referente ao campo musical, o TOP 10 de hoje é justamente sobre as melhores músicas gospel de 2014. Trata-se de canções inéditas que, além da aceitação de seu público, se destacaram pela qualidade das letras, interpretações e produção. Se você é ligado aos diversos estilos dentro da música cristã, certamente conhece todas, ou pelo menos a maioria, das listadas.

    Venha ler e dar o play para conhecer ou relembrar o que teve de melhor no cenário musical gospel em 2014.


    10º: Nossa Canção – Gabriela Rocha e Leonardo Gonçalves (do álbum Pra Onde Iremos?)

    Thiago Arrais, da dupla Os Arrais, com sua delicadeza poética, já está rompendo com as barreiras da música adventista, chegando ao mainstream gospel. É o que acontece com “Nossa Canção”, música integrante do disco Pra Onde Iremos? de Gabriela Rocha, um belo e singelo dueto entre a cantora e o grande Leonardo Gonçalves. “Que possamos ouvir Tua voz ecoando nos corações / Lança ao pó nossa glória, faz o Teu trono em nossa canção”. Muito bem defendida por interpretações na medida por duas das grandes vozes da música gospel da atualidade, a música merece destaque entre as melhores do ano. A aceitação pelo público tem sido tão relevante que a canção já ganhou seu videoclipe.


    9º: A Cruz Vazia – Kleber Lucas (do álbum O Filho de Deus)

    Um dos grandes nomes da música gospel nacional há anos, Kleber Lucas é o compositor e interprete da bela canção A Cruz Vazia”, single do disco O Filho de Deus. A música versa sobre a transformação de vida garantida pela vitória de Cristo na Cruz. Tudo converge para o belíssimo refrão: “ E a vida que eu vou viver agora é pra um motivo bem maior que o meu”.  Uma ótima canção congregacional que, sem dúvidas, é um dos destaques do ano, dentro do estilo.


    8º: Olaria de Deus – Sergio Marques e Marquinhos (do álbum Abençoado)

    Uma música pentecostal sertaneja absolutamente empolgante. Assim pode ser descrita “Olaria de Deus”, composição de George de Paula interpretada pela dupla Sergio Marques e Marquinhos, single do disco Abençoado. Com uma letra forte, mas de fácil assimilação e uma melodia marcante, “Olaria de Deus” quebra a regra de que música chiclete tem que ser ruim. “Tem óleo aí? O vaso tá rachado irmão, mas se estiver o Oleiro é a solução, Ele quebra e refaz, o Oleiro é demais”. Esse é o refrão que gruda na cabeça após ouvir a música, mesmo que apenas uma vez. Com uma bela presença do back vocal, arranjos atraentes e uma série de “ôôôôôs”, essa é sem dúvida uma das melhores músicas gospel de 2014.


    7º: Viverei Milagres – Vanilda Bordieri e Bruna Paula (do álbum Na Tua Vontade)

    A música “Viverei Milagres”, composição de Felipe Farkas, um dos singles do ótimo disco Na Tua Vontade da cantora Vanilda Bordieri é um pentecostalzão atrativo. Com uma letra forte que fala sobre dois grandes feitos de Jesus, a canção marcada pelo refrão “Milagre, viverei milagres, cantarei milagres porque só Tu És o Deus de milagres”, é arrematada por um final imperativo e com ares proféticos. Com ricos e empolgantes arranjos, a música já seria boa por si só. O grande diferencial da canção é o fato de se tratar de um dueto entre Vanilda e Bruna Paula, fã que venceu um concurso promovido pela cantora em suas redes sociais. A novata se sai muito bem e, ao lado de Vanilda, apresenta uma interpretação exuberante à altura das melhores músicas pentecostais.


    6º: Se Liga no Groove – Thalles (do álbum Id3)

    O tema nacional de maior relevância em 2014 foram as eleições presidenciais e estaduais. Como era de se esperar, foram lançadas músicas falando sobre o país e elevando o nacionalismo. Thalles, em “Se Liga no Groove”, do álbum Id3, vai no caminho inverso das músicas gospel sobre o tema. Enquanto os outros cantam a esperança de uma nação melhor, o mineiro faz um protesto falando da desconfiança em relação aos políticos, de injustiças sociais e tentativas de impedir a manifestação desse pensamento: “Então diga, êh!!! Eu to ligado no groove! Eu não vou ficar calado mas vão tentar me coagir”. Ao longo da canção, Thalles faz um pequeno discurso remetendo a um político demagogo e, no final, um medley com um trechinho do Hino Nacional. Isso tudo, em um ritmo envolvente, com um belo arranjo de metais e acompanhado por um back vocal bacana. Thalles fez um belo trabalho.


    5º: Gigante do Amor – Fernanda Brum

    2014 foi o ano de eleições e Copa do Mundo no Brasil. A grande festa do futebol ganhou várias homenagens musicais de artistas de todo o país. A música gospel foi muitíssimo bem representada por “Gigante do Amor”, composição do Pr. Lucas interpretada pela cantora Fernanda Brum. Fazendo um paralelo entre o futebol e redução de injustiças, o single logo se tornou sucesso e ganhou um videoclipe especial. O refrão marcado pelo “É gol!” virou hit, chegando a ser eleita por votação popular promovida pelo portal UOL como Hino da Copa com quase admiráveis 80% dos votos do público.


    4º: Ele É – Novo Tom (do álbum Justificado)

    Uma composição poética e bastante característica do estilo de seu autor Thiago Arrais, que volta a figurar em nossa lista. Essa é “Ele É”, uma canção imperdível para os amantes da boa música. Falando sobre Cristo como Água Viva e Luz do Mundo, a letra diz que o que Ele nos oferece é justamente o que Ele é. “Ele lê meus pecados ocultos, os que escondo no fundo do meu coração / Derrama em minha vida a água, limpa a sujeira e sacia essa sede / O que Cristo oferece Ele é”. A canção abre o álbum Justificado do espetacular grupo vocal Novo Tom, que a interpreta perfeitamente em um dueto base formado por Pedro Valença e Marcel Freire.

    https://www.youtube.com/watch?v=GuBpNRLDOhA


    3º: Imensurável – Daniela Araújo (do álbum Criador do Mundo)

    Pra sua gloria sou, pra sua glória vou, Tua grandeza imensurável é”. Esse refrão, não por acaso, foi o grande sucesso do disco Criador do Mundo, de Daniela Araujo. A música “Imensurável”, um dos singles do álbum, logo no lançamento se mostrou como o destaque do trabalho, que por sinal, é um dos melhores projetos do ano. Com uma letra delicada que versa sobre a grandeza de Deus, “Imensurável” se destaca ainda pela interpretação tocante de Daniela, devidamente emoldurada por um mix de instrumentos de cordas que vai do banjo ao violoncelo.

    https://www.youtube.com/watch?v=Vkw8IWIifRY


    2º: Santificação – Elaine Martins (do álbum Santificação)

    “Santificação”, composição da dupla Gislaine e Mylena, magistralmente interpretada por Elaine Martins, certamente foi a principal música pentecostal lançada em 2014. Desde seu lançamento, a música se tornou um grande sucesso nas rádios por todo o país e teve grande aceitação nas igrejas. Com uma letra forte e que agrada em cheio o público pentecostal, o refrão “só entra no céu quem aqui for fiel, santificação pra morar lá em Sião”, foi um dos preferidos dos corais jovens Brasil a fora. Um inquestionável e merecido sucesso.


    1º: Ele Continua sendo Bom – Paulo César Baruk (do álbum Graça)

    Ele Continua sendo Bom”, aparentemente, se tornou um hit não intencional do aclamado disco Graça, do cantor e produtor Paulo César Baruk. A música não foi inicialmente declarada como single do projeto, no entanto, o dueto entre Baruk e Marcela Taís se tornou o grande sucesso de um álbum recheado de excelentes músicas. E isso não aconteceu por acaso. A canção, composta por Daniela Magalhães, uma adolescente de 15 anos que perdeu o pai vítima de câncer, foi escrita durante o processo de doença do pai e chega à conclusão de que, mesmo diante de qualquer situação, até mesmo aquela de ouvir o “não” de Deus, “Ele continua sendo bom, Ele continua sendo Deus”. Uma composição que consegue ser fácil e ao mesmo tempo profunda. Não bastasse a música ser excelente, Baruk e Marcela estão ótimos no dueto e a cantora apresenta ali a que é, provavelmente, a melhor interpretação de sua carreira.Com um arranjo leve, despojado e que soa quase despretensioso, “Ele continua sendo bom” se consagra aqui em O Propagador como a melhor música gospel de 2014.

    E vocês? Concordam com nossa lista?

  • Fique Sabendo – Marcos Almeida, Cassiane, Toque no Altar e muito mais

    Fique Sabendo está de volta! Depois de uns meses parada, a coluna volta com tudo para informar as principais notícias do mundo gospel em apenas um artigo. Leia e saiba as mais recentes novidades do meio!


    Biquíni de Natal - Marcos Almeida -2014 - singleMarcos Almeida inicia carreira solo lançando nova música – “Biquíni de Natal”

    O cantor e compositor Marcos Almeida, ex-vocalista do Palavrantiga, lançou, neste dia 8/12 uma nova música e clipe, intitulada de “Biquíni de Natal”. A canção, a distribuída pela Som Livre faz uma reflexão sobre a data natalina e o ato de Cristo. Sem maiores reservas, o músico também lançará um livro de contos.

    Sobre a música, Marcos disse: “Foi lançada hoje no iTunes a canção “Biquíni de Natal”. Os arranjos de cordas de Marcelo Rauta e o encarte digital de Angela Bacon somaram ao trabalho autoral uma força capaz de elevar e inspirar ainda mais a gente. Jordan Macedo foi brilhante nos volumes; é possível ouvir tudo o que precisávamos ouvir. Essa é uma obra pela qual me orgulho muito; ela me emociona toda vez que a ouço, como se fosse a primeira vez. Meu desejo é que todos que amamos possam ser tocados por ela de alguma forma. Biquíni de Natal é como imagino Cristo nos trópicos, é o céu se estendendo sobre a praia, é a paz que sinto quando vejo reconciliadas Nele identidade e eternidade, Brasil e Reino, pertencimento e jornada.”

    Recentemente, Marcos Almeida também teceu comentários sobre Paul McCartney, ex-Beatle que é um dos artistas mais bem sucedidos na história da música e sua turnê pelo Brasil: “Paul é certinho. Nosso primeiro e principal caxias do pop. Ele faz uma música que me toca não pela surpresa, mas pela simetria da forma“.


    Cassiane prepara próximo álbum

    A cantora pentecostal Cassiane está a todo o vapor com seu próximo disco, o primeiro após sua saída do selo gospel da Sony Music Brasil. O projeto, ainda, sem título está sendo produzido por seu marido Jairinho Manhães, e tem atraído a expectativa do público. Algumas sessões de estúdio foram divulgadas na página da cantora no Facebook, das canções “Em Nome de Jesus” e “Pra Casa eu Vou”. Os bastidores do álbum foram divulgados no canal da artista no YouTube.


    Toque no Altar vai voltar com novo álbum e formação

    O Ministério Apascentar de Louvor, mais conhecido por seu nome antigo, Toque no Altar voltará à ativa em breve, afirma o portal da banda. Um novo álbum, intitulado Extraordinário também será lançado.

    O último trabalho do Apascentar foi Ao Deus das Causas Impossíveis, em 2011. Davi Sacer, hoje em carreira solo fez participação especial como vocalista e principal compositor das músicas. Durante esta época, o grupo apresentou um vocalista, chamado Alexandre Dias. Mas a formação atual do grupo é diferente, e seu novo vocal é Samuel Vinholes. Já Rafael Bitencourt, líder do grupo após a saída de Luiz Arcanjo e Sacer em 2006 está em carreira solo.


    Memora lança novo clipe e single, “Ela”

    A banda de rock Memora, uma das representantes do novo movimento lançou, nesta última semana seu novo clipe e canção, “Ela”. A letra aborda a história de uma jovem, com um universo particular em desordem e uma busca constante de transformação. A banda, formada por Rafael Lima (vocal, guitarra e violão) Rod Xavier (vocal, guitarra) Filipe Lima (baixo e teclado) e William Mardônio Jr. (bateria) lançou um EP em 2013, contendo seis faixas.


    Novo Som lança single com a volta da formação clássica

    A banda de pop rock Novo Som, ícone do movimento gospel lança sua primeira canção inédita desde a volta do baixista Lenilton, conhecido por ter sido o principal compositor da banda em seus anos de ouro. A canção, intitulada “Espelho” está sendo distribuída digitalmente pela gravadora Mess Entretenimento. O grupo também comemora 25 anos de carreira.


    Fernanda Brum desabafa sobre críticas Da EternidadeFernanda Brum divulga capas e reclama de críticas do público

    A cantora Fernanda Brum, durante os dois últimos dias divulgou duas opções de capa para seu futuro álbum, Da Eternidade. A cantora começou esta técnica de marketing desde o disco Liberta-me, que também teve identidade visual produzida pela Quartel Design.

    Ambas as capas trabalhavam com o símbolo matemático que representa o infinito, mas bastou a artista publicar, em sua página do Facebook as opções de capa que parte do público relacionou o símbolo com satanismo. Fernanda apagou a postagem, afirmou publicar novas opções de capa: “Estamos orando. Estou criando um símbolo novo! Que não seja da matemática, do infinito! Agora, se alguém pegar pra coisa errada, não vão dizer que é do “coisa ruim”! Fui eu quem compus!

    Logo a cantora voltou atrás e divulgou a capa oficial do projeto:Fernanda Brum - Da Eternidade - 2015


    O que acharam dessas notícias? Na próxima semana tem mais, abraço!

  • TOP 10 – músicas gospel sobre primeiro amor

    Não é preciso afastar-se da ‘vida religiosa’ para sentir a necessidade voltar ao primeiro amor. Às vezes a motivação para as práticas não são tão intensas quanto antigamente, e o comodismo bate na porta. Neste TOP10 listaremos dez canções cristãs sobre o tema.

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    “Recomeçar” – Resgate

    Integrante do álbum Este Lado para Cima, “Recomeçar”, do Resgate, aborda os maus conceitos e ideias que temos de Deus, e o fato de repensar o que Ele é. Em muitas vezes por sermos cristãos mal resolvidos levamos uma vida cristã de forma indiscriminada, e atrapalhamos, indiretamente o relacionamento de outras pessoas com Deus. (2012)

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    [tab title=”9º”]

    “Desperta-me” – Trazendo a Arca

    O Trazendo a Arca, após o Toque no Altar alcançou o mesmo sucesso anterior com o lançamento do CD Marca da Promessa. “Desperta-me” é um dos registros do álbum, baseada na parábola das dez virgens, ao qual é abordada nossa necessidade de sempre estarmos preparados para o grande dia e não perdermo-nos do Senhor. (2007)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=iG_flUQFkhw]

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    “Canção do Amor” – Diante do Trono

    Do mesmo álbum, “Canção por Amor” é a faixa-título de um álbum conceitual sobre o primeiro amor. Que nos levantemos do nosso comodismo, do sono espiritual e retornar aos primeiros dias, quando tudo soava mais intenso. O projeto, como um todo é considerado um dos melhores do Diante do Trono. (2008)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=9sVSr_G_R30]

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    “Jesus, meu Primeiro Amor” – Fernanda Brum e Arianne

    Escrita por Antônio Cirilo, mas gravada por Fernanda Brum, trouxe a participação de Arianne, na época desconhecida. A canção é marcante por seu refrão, que lembra a necessidade de reacender a “paixão” por Cristo. (2004)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=U3PRAEIv5Tk]

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    “De Volta à Inocência” – Quatro por Um

    Um dos maiores sucessos da banda, “De Volta à Inocência” é uma das canções que mais se encaixam claramente na temática do primeiro amor, lembrando que Deus pode curar as feridas que o mundo causa, trazendo de volta a pureza das primeiras obras. (2004)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=QVLav7xYzjU]

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    “Arde Outra Vez” – Thalles

    Uma das três canções que consagraram a carreira de Thalles, “Arde Outra Vez” é um registro de alguém que se achega a Deus e humilhando-se, quer voltar ao estado anterior de comunhão. Diferentemente das outras canções deste TOP, a música traz a resposta de Deus logo após. (2009)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=p_qTzP95kcU]

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    “Passos Lentos” – Aeroilis

    Uma das canções mais conhecidas da Aeroilis, “Passos Lentos” remete a nossa incapacidade de andar sozinhos. Nós pensamos, planejamos, mas nunca sabemos de nada. Afinal, somos humanos, falhos e os enganos são fáceis de se alcançar. O importante é deixar para trás tudo o que nos afasta do criador. Composição de Arvid Auras/Raphael Campos. (2010)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=mFvoLZDMXXA&feature=youtu.be]

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    [tab title=”3º”]

    “Jardim da Inocência” – Paulo César Baruk

    Sucesso na voz de Baruk, mas autoria do cantor Alexandre Malaquias. Poética e intimista, a canção obteve alta repercussão e marcou a carreira do cantor, que hoje é um dos maiores nomes da música cristã nacional. Foi regravada cerca de outras duas vezes pelo artista. (2007)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=Mu_Pf40wxkk]

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    [tab title=”2º”]

    “Abraça-me” – David Quinlan e Heloisa Rosa

    Heloisa Rosa apenas fez uma participação, mas tornou-se um sucesso tanto para a cantora e David Quinlan. Registrada no álbum homônimo, “Abraça-me” apresenta uma simplicidade e leveza, principalmente na voz de Heloisa. (2004)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=4hHGddUTT6g]

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    [tab title=”1º Lugar” icon=”trophy”]

    “Primeiro Amor” – Rebanhão

    É praticamente impossível não falar em primeiro amor e não lembrar este clássico, na autoria de Aurélio Rocha e gravado pelo Rebanhão. A canção foi regravada por vários artistas, como Aline Barros. O registro original da banda foi gravado na voz do vocalista e guitarrista Carlinhos Felix, com a participação de Pedro Braconnot nos teclados, Paulo Marotta no baixo e Fernando Augusto na bateria, ou seja, na formação clássica. (1987)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=MKT5EdLMs-4]

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    Lembra-se de mais alguma canção sobre primeiro amor? Comente aí!