Observando meus textos no site, especificamente aqui na coluna Um Brinde, percebo o quão superficial e morno fui nos assuntos que queria abordar. Antes de tudo, quero dizer aos caros e amáveis leitores, que esse texto será tematicamente explicativo, ou seja, vou comentar como geralmente escrevia os textos para o site e como quero fazer a partir de hoje. Escrevia os textos para o Um Brinde sempre relacionado com algo que estava vivenciando, igualmente como faço com tudo o que escrevo. Há um pedaço da minha vida em cada letra e frase de efeito. Mas então, isso é ruim? Não. Seria ruim se eu não vivenciasse o que escrevia, aí seria hipocrisia gritante de minha parte. O fato é que quase sempre escrevo os posts apressado e por isso saem aparentemente incompletos, como se fossem falados e não escritos. E realmente é isso mesmo: não dou tudo de mim, não reflito o que sou no tema que quero tratar, não dou atenção exclusiva ao site como deveria, não me sinto parte da equipe. Isso é bom? Não. Péssimo! Quero pedir sinceras desculpas a todos vocês que me leram até hoje. Perdão pela incoerência de alguns textos; perdão por não ler mais a bíblia e livros teológicos antes de escrever qualquer texto aqui; perdão por não orar antes de moldar minha ideia. Perdoe-me!
Percebi essa falha quando comecei escrever a série de textos Sobre ideologias, cultura secular e prédios sagrados. Fui forçado (no sentido mais positivo e espontâneo da palavra) a ler mais, pesquisar mais e especialmente, orar mais. Tive que olhar pra dentro de mim. Apontar minha falha, meu erro, minha imperfeição de ser. Santo Agostinho dizia que: “conhece-se melhor a Deus na ignorância” e isso vivenciei na prática para relatar tudo isso aos fiéis internautas. E não há teologia e/ou filosofia que defina o quão grato sou por poder ser propagador do evangelho de Cristo por esse meio muito importante de informações. Percebo também, e essa percepção é exclusiva como a de um leitor visitante, que os textos do Um Brinde são bem rotineiros, ou seja, de coisas que diariamente acontecem comigo. Coisas que ouço, assisto e penso. Temo ser um propagador de ideias cruas, sem verdades e alicerces suficientes para cativar quem me dá a honra de sua leitura. Quando publiquei o texto que escrevi com minha namorada, pensei como aquilo refleteria daqui a uns meses ou anos. Mas também pensei em como aquele texto podia servir de edificação para as pessoas que o lê-se. Deixei de pensar no meu futuro para pensar no presente do outro. E é assim que quero escrever agora aqui: quero publicar textos mais pensados, lapidados e revisados.
Não prometo textos maiores, pois corro o sério risco de falar coisas desapropriadas para o tema e o momento, mas me esforçarei ao máximo para trazer textos com mais eficiência e que seja edificação para nossas vidas. Ainda também não prometo trazer temas mais complexos , pois por mais que meu coração arda pra que eu escreva sobre temas mais difíceis, tenho convicção de que tenho muito que aprender para que meus argumentos se solidifiquem. Porém, no grau mais regular de minha humildade, me comprometo a ler mais a bíblia, ser mais honesto comigo mesmo, ouvir as musicas com mais delicadeza e atenção antes de fazer uma resenha, orar mais antes de começar a escrever sobre algo que quero muito e claro, estudar sobre os temas. Fica aqui minhas sinceras desculpas! E um brinde ao novo Um Brinde!

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