Tag: Cassiane

  • Fique Sabendo – Fernanda Brum, Bruna Karla, Trazendo a Arca e muito mais!

    Perdeu alguma novidade esta semana? Acompanhe agora o resumo com os principais acontecimentos da música gospel.

    Heloisa Rosa apresenta capa do novo CD, Paz

    O novo CD de Heloisa Rosa já está na fábrica! O título ‎Paz nasce no coração de Heloisa e permeia todas as músicas do álbum, refletindo o anseio da humanidade pela Paz que só pode ser encontrada em Jesus.

    Depois de quatro anos sem lançar um disco somente com músicas inéditas, “Paz” reúne 10 faixas autorais, incluindo os destaques “O Seu Caminho”, “Casa do Pão” e “Glorioso Dia”, que conta com a participação especial de Mauro Henrique, vocalista da Banda Oficina G3. Esse é sexto título da cantora, depois de “Heloisa Rosa – Ao Vivo em São Paulo” (2014), “Confiança” (2011), “Estante da Vida” (2008), “Andando na Luz” (2006) e “Liberta-me” (2004). “Paz” é mais um lançamento Musile Records, disponível a partir de Dezembro/2015 em CD, Playback e no formato digital. Veja a capa do álbum:

    Heloisa_Paz


    Os Arrais lançam clipe da canção O Bilhete e o Trovão

    O Bilhete e o Trovão traz o experimentalismo indie folk da dupla, com alguns instrumentos mais audíveis nesta canção. Se em Mais a aposta foi em um som acústico voz e violão, em As Paisagens Conhecidas conseguimos ouvir pianos, guitarras e percussão bem presentes, sem descaracterizar o som da dupla. Assista:


    Trazendo a Arca lança novo CD “Habito no Abrigo”

    No dia 20 de novembro a Sony Music começa a distribuir o CD “Habito no Abrigo”, lançamento do ministério de louvor Trazendo a Arca.

    O projeto terá a pré-venda no iTunes e no Google Play a partir do dia 13 de novembro, os fãs do grupo poderão adquirir o disco em primeira mão e acompanhar o lançamento das músicas na semana seguinte, quando o CD também começa a chegar nas lojas.

    “Habito no Abrigo” foi gravado ao vivo no Rio de Janeiro, o disco segue o estilo do ministério de louvor com muita ministração e canções congregacionais.

    “Optamos em gravar esse projeto em nossa igreja, com nossos amigos, nossos pastores. Foi uma noite muito especial e esse clima conseguiu ficar registrado neste novo projeto que será lançado pela Sony Music nos próximos dias”, comentou Luis Arcanjo, líder do Trazendo a Arca. Confira a participação do grupo no Sony Music Live, com uma das músicas inéditas da gravação do álbum Habito no Abrigo:


    Denyse Bittencourt lança “Um minuto mais” seu mais novo CD

    O novo CD da cantora Denyse Bittencourt “Um minuto mais”, já está disponível em todas as plataformas digitais, e em dezembro chega às lojas.

    “Um minuto mais” é o segundo trabalho solo da cantora, que tem quinze anos de carreira, dez destes dedicados ao Renascer Praise, onde esteve entre 2000 e 2010, e gravou dez CDs e DVDs como uma das principais vozes do grupo.

    O projeto, produzido pelo músico Felipe Cruz, contempla 14 canções, 11 composições suas, entre elas duas regravações “Ser Conhecido de Deus” gravada pelo Renascer Praise em 2008 e “Pra Viver a Restituição” gravada por Davi Sacer em seu álbum “As margens do teu rio” lançado em 2012. O CD físico contará ainda com uma faixa bônus “Lugares Altos” versão Piano e Voz.

    Agora focada somente em sua carreira solo, Denyse busca novas sonoridades, outros sons, uma musicalidade que foge do convencional, mas com a essência de adoração que a consagrou como intérprete e compositora.


    Cassiane lança Harpa Vol. 2

    A cantora Cassiane fez uma seleção de músicas que passam de geração em geração que integram o hinário Harpa Cristã e transformou no projeto Harpa. O primeiro volume foi lançado em 2010, comemorando o centenário das Assembleias de Deus no Brasil. A segunda edição chega às lojas marcando o retorno da cantora à MK Music.

    Totalmente inédito, o CD Harpa 2 traz 10 canções que ganharam interpretação emocionante de Cassiane, que cresceu ouvindo e cantando esses hinos. Além, claro, de lindos e contemporâneos arranjos do maestro Jairo Manhães, que assina a produção musical. “Essas músicas fazem parte da minha história, da minha formação como cristã. Afinal, sou assembleiana de berço. Por isso é tão especial para mim”, compartilha Cassiane.

    “Achamos muito pertinente marcar a volta da querida Cassiane para a MK com esse álbum inédito e emblemático, que revisita a história, as raízes… Estamos vivendo momento lindo na presença de Deus e é com alegria que lançamos este projeto, assim como relançaremos o volume 1 e muitos outros álbuns do acervo pessoal da cantora”, explica Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music, já adiantando novidades.


    Jonas Villar lança disco Vitória

    O cantor Jonas Vilar vive a expectativa pelo lançamento do seu novo álbum “Vitória” pela Universal Music Christian Group. O novo projeto traz 16 faixas e participações especiais dos cantores Kalebe, Anderson Sousa, as duplas João Vitor e Diego e Junior e Matheus. O lançamento do CD será no dia 13 de novembro em formato físico e digital.

    Gravado no Parque das Mangabeiras em Belo Horizonte, no dia 20 de junho, o projeto em breve será lançado em DVD. A gravação reuniu milhares de pessoas que cantaram durante todo o evento. Um dos pontos altos da gravação aconteceu durante a música “A vida é tudo de bom”, em que se formou um verdadeiro coral. Outro momento especial da gravação foi o dueto com o cantor Kalebe na faixa “Eu Navegarei”, emocionando o público.

    Jonas relembrou a emoção do dia da gravação: “No dia da gravação, eu estava muito emocionado, porque era o meu melhor para Deus. Eu havia pedido à equipe que realizasse tudo com muita excelência, pois o nosso Deus é Deus de primazia e, para Ele, nada menos que o excelente. E foi isso que vimos naquele dia. Eu fiquei mesmo muito feliz”, comenta Jonas.


    Bruna Karla recebe disco de platina pelo disco Como Águia

    Depois de ter mais de 80.000 cópias vendidas, a cantora Bruna Karla recebeu o disco de platina pelo álbum lançado no final de 2014. A artista, que despontou com o álbum Advogado Fiel, com canções de qualidade inquestionável acomodou-se, e pior, aos poucos perde seu patamar a cada disco que lança. Apesar das boas vendas, Como Águia dá sequência à este contexto, fazendo uma combinação desagradável entre produção musical sem personalidade, musicalidade duvidosa, interpretações vocais equivocadas e repertório confuso.


    Já está na fábrica o CD e DVD Extraordinária Graça de Aline Barros

    O próximo trabalho de Aline Barros, “Extraordinária Graça” será lançado em breve pela MK Music e já foi para a fábrica. A arte de capa foi feita de pela agência Quartel Design que utilizou uma imagem da cantora durante a gravação desse projeto que aconteceu em junho deste ano no HSBC Arena, Rio de Janeiro, onde mais de 10 mil pessoas estiveram presentes. “Esse trabalho está lindo! Tenho certeza que muitas vidas serão alcançadas com o som desses louvores”, disse a cantora.

    A direção executiva deste trabalho é assinada pelo pastor Gilmar Santos, marido e empresário de Aline, já a direção artística foi feita por Marina de Oliveira e a direção de vídeo de Anselmo Troncoso. A produção musical é de Ruben di Souza.

    O repertório de “Extraordinária Graça” é composto por canções de dois CDs premiados com o Grammy Latino “Extraordinário Amor de Deus” e “Graça”, ambos lançados pela MK. O CD e o DVD deve chegar às lojas no final deste mês. Confira o primeiro single do álbum, Rendido Estou com participação de Fernandinho e Bruna Karla:


     

    Déio Tambasco sofre grave acidente na BR 364 em Ariquemes/RO

    Cinco homens, entre eles o cantor e músico Déio Tambasco, de 42 anos, ficaram feridos após uma colisão frontal entre dois automóveis no km 548 da BR-364, na noite de quinta-feira (5) em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo utilitário onde estava o músico, capotou por diversas vezes após a batida e parou na ribanceira da pista.

    Segundo a PRF, o condutor de um carro de passeio estava com dois passageiros na rodovia. A polícia informou que o motorista dirigia o veículo alcoolizado e em determinado momento invadiu a pista contrária atingindo o veículo onde estava o cantor e o motorista. Ainda conforme a PRF, com a força da batida, o utilitário capotou diversas vezes na pista até parar em uma ribanceira.

    O motorista do carro de passeio ficou preso às ferragens e foi retirado pelo Corpo de Bombeiros. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou atendimento às outras vítimas e após realizar os primeiros socorros foram encaminhados até o Hospital Regional de Ariquemes.

    De acordo com a direção do hospital, o cantor solo sofreu escoriações pelo corpo e recebeu alta algumas horas após dar entrada na unidade. O músico de São Paulo havia chegado a Porto Velho pouco antes do acidente e estava a caminho da Região Central do estado, onde participa de um evento evangélico em Ouro Preto do Oeste.

    As outras vítimas foram transportadas para Porto Velho com fraturas expostas e um sob a suspeita de estar com traumatismo craniano.

    Tambasco, é ex-integrante do Katsbarnea, e já tocou como contratado no Oficina G3 (na turnê do Além do que os Olhos Podem Ver 2005/2006), com o Renascer Praise e com o Brother Simion.


    Asaph Barbosa lança novo clipe Enche-me de Ti

    Com direção de Vlad Aguiar, o cantor Asaph Barbosa divulgou o projeto audiovisual do seu mais novo álbum, Profetiza pela Som Livre. Assim como a música, o clipe é mais intimista, acompanhado por uma interpretação suave do intérprete. Veja:


    P.G. lança novo clipe e single Eu Permanecerei

    Eu Permanecerei faz parte do álbum “S.E.T.E”, do cantor PG, o vídeo clipe foi produzido pela BME e conta com direção de Marco Tulio. O clipe conta a história de uma bailarina que sofre um grave acidente de carro e fica paraplégica, sendo impedida de dançar e seguir a sua carreira. Assista:

    https://www.youtube.com/watch?v=d1WElHc2RjY


    Fernanda Brum lança o clipe Efésios

    Guiada pela urgência da Noiva em se preparar para o encontro com o Noivo, Fernanda Brum mostra através de Efésios uma Igreja que sofre com a violência, morte, soberba e fome. Fernanda fez questão de participar na direção, no roteiro e em todos os detalhes que envolveram a produção do clipe para que a visão que Deus tem passado a ela esteja impressa de forma clara e fiel nesse projeto tão desafiador.

    A grande dificuldade do clipe foi a escolha dos locais de gravação que precisavam representar a mensagem da canção. As imagens foram capturadas principalmente no Rio de Janeiro, Nova York e Israel. O Rio de Janeiro foi escolhido por representar toda guerra, violência e insegurança que a cidade tem vivido, além de mostrar que dentro do Rio existe uma Igreja que clama. Já a Times Square, em Nova York, representa o Centro Comercial do mundo. E Israel, segundo a Profecia Bíblica, será o local do encontro da Noiva com o Noivo.

    A expectativa com o clipe é trazer a revelação da urgência da Igreja em se preparar e em se limpar, pois Ele vem e não demora. O foco da mensagem no vídeo clipe é: Desperta Igreja, pois o Noivo está voltando para buscar a noiva!

    https://www.youtube.com/watch?v=Z52uGLHzZ4Y

  • Fique Sabendo – Renascer Praise, Militantes, Marcela Taís e muito mais

    Gravação do DVD Renascer Praise 19

    Milhares de pessoas se reuniram, na noite desta segunda-feira (2), no Citibank Hall em São Paulo, para a gravação do Renascer Praise 19, intitulado Daniel, pela Universal Music Christian Group. Com uma mega estrutura de som e iluminação, a gravação teve um coral de mil vozes, orquestra sinfônica e duas companhias de dança.

    O novo projeto traz catorze faixas, com a produção musical do cantor Thalles que, inclusive, sola em oito músicas. A música “Filho da Luz” teve a participação do cantor Diguinho. O coral Renascer Kids participou em “A Resposta”. Thalles e Marcelo Aguiar fizeram um dueto na canção “Eu Não Sei Viver sem Jesus”. Outra participação especial foi de Juliana Santiago, na canção “Viver na Dependência”.

    O disco será lançado em 19 de dezembro, na Renascer Arena (SP). O projeto gráfico será desenvolvido pela renomada agência Imaginar. O primeiro single a ser divulgado será da música “A Resposta” que em breve será lançada nas plataformas digitais.


    Militantes lança teaser do álbum Por um Segundo

    Formada em 1997, Militantes é uma banda que começou (e continua) fazendo um hardcore punk. O grupo passou por diversas mudanças e, agora em 2015, lançam seu novo projeto, Por Um Segundo, sucessor de Destrua o Controle (2010). Esse álbum se difere dos demais, principalmente, pelo vocal: é o primeiro disco com um novo vocalista. Confira:


    Marcela Taís participa do Sony Music Live

    Sony Music Live foi apresentado como um projeto inovador pela gravadora, pois tem a função de conectar pessoas dentro e fora dos palcos. Depois de vários artistas se apresentarem, como Gabriela Rocha e Paulo César Baruk, chegou a vez de Marcela Taís, uma das cantoras mais queridas pelo público jovem. Assista:


    Bastidores da gravação do clipe “Minha Essência”

    Prestes a lançar seu mais novo álbum pela MK Music, Eternamente, Cassiane gravou o clipe do single escolhido, Minha Essência. Confira os bastidores:


    Paulo César Baruk lança música apoiando a luta contra o câncer

    Segundo Baruk, “Canção da Ritinha (Minhas Cartas aos Amigos)” é uma música composta e dedicada a Rita Reis, a Ritinha e a todas as “Ritas”, mulheres guerreiras e sonhadoras, espalhadas por todo o mundo, que lutam bravamente contra o câncer, apoiadas por suas famílias e amigos e, acima de tudo, por Deus. Ouça:


    Diante do Trono lança clipe da música “Seu Nome”

    Gravado em Israel, Seu Nome é o segundo projeto audiovisual que faz parte do álbum Tetelestai, do Diante do Trono. Com uma letra cristocêntrica, o clipe contém belas imagens sobre a cidade, além da agradável interpretação de Ana Paula Valadão que se comportou bem diante das câmeras. Uma curiosidade é que nesta versão o back vocal foi retirado da canção, permanecendo somente a voz da intérprete. Confira abaixo o resultado do vídeo:


    Kadoshi grava DVD com formação clássica

    Em comemoração aos 34 anos de carreira, a banda Kadoshi convida a todos os admiradores para prestigiarem a gravação de seu mais novo DVD, Indo de Geração a Geração. O disco conterá a participação de Ted, Bal, Samuca, Priscila e muito mais.


    Pregador Luo lança clipe de “Minha alma é triste, mas é feliz”

    Numa versão acústica – voz e violão -, o cantor divulgou o primeiro clipe de uma canção do seu novo disco, Governe! pela UMCG. Com uma bela fotografia, a canção traz uma reflexão sobre a vida, a morte e suas perdas. Confira:

    https://www.youtube.com/watch?v=vqdp2CjU05M


    Carlinhos Felix divulga novo lyric, “Te Amo Jesus”

    Composta por Jonathas Santos e Adelso Freire, “Te Amo Jesus” é uma música que já estava há algum tempo nas mãos de Carlinhos Felix. Inclusive, foi gravada no álbum Pensando em Você (2003). Durante estes dias, o cantor estava ouvindo esta canção e teve uma experiência com Deus, então, decidiu liberar a música em lyric para que outras pessoas pudessem ter acesso ao conteúdo. Ouça a música:


    Crombie lança single de futuro álbum

    Primeiro single do disco Como Diz o Outro, “Da Rotina”, assim como sugere o título, nos leva a refletir sobre coisas rotineiras da vida. Com uma batida envolvente e suave, a canção segue bem até o fim. Destaque para o baixo na introdução da canção. Ouça no Spotify.


    Até a próxima semana!

  • Análise: CD Eternamente – Cassiane

    Depois de quatro anos sem lançar um projeto inédito, Cassiane lança o álbum Eternamente, que marca sua volta à gravadora MK depois de oito anos. Com o início das gravações em 2014, o disco foi produzido por seu esposo, Jairinho Manhães, e gravado no estúdio do casal, o Reuel Estúdios. Provisoriamente chamado de Minha Essência, seria distribuído pela Onimusic, contudo, após a intérprete voltar para MK Music teve seu título alterado.

    Cassiane surpreendeu a todos no ano de 2007 com a notícia que, praticamente, ninguém esperava: sua saída da gravadora MK Music. A cantora afirmou que para Deus tudo tinha um tempo e Ele vinha direcionando-a para essa decisão. No final de novembro do mesmo ano, Cassiane lançou o disco Faça Diferença de forma independente e o resultado foi um sucesso – 100 mil cópias em apenas 15 dias de lançamento – mas a história não parou por aqui.

    Logo após, a gravadora mostrou que não aceitou muito bem a decisão de Cassiane e entrou com um processo contra a cantora que foi acusada por formação de quadrilha e teve que retirar todos os discos do mercado, caso contrário pagaria multa por cada CD que fosse encontrado nas lojas. Depois de toda essa confusão, ficou decidido que a intérprete voltaria para entregar um último projeto dando fim, de uma vez por todas, no contrato.

    No ano de 2010, Cassiane entregou o álbum Tempo de Excelência como forma de encerrar o contrato com a MK. No entanto, o disco nunca foi lançado no formato físico, somente em formato digital, três anos depois. É nítido que o engavetamento do projeto mostrou-se um desperdício tanto para a artista, quanto para a gravadora. A cantora assinou contrato com a Sony Music Brasil, pela qual lançou dois álbuns inéditos, um projeto de músicas da Harpa, DVD de bastidores, além de um CD e DVD ao vivo composto de canções dos álbuns Viva (2010) e Ao Som dos Louvores (2011), fora o romântico O Amor Está no Ar e três faixas inéditas: “Não vou me calar”, “Avivamento” e “Na orla do teu manto”. Viva, por exemplo, recebeu a melhor certificação de Cassiane desde o álbum 25 Anos de Muito Louvor (2006), disco de platina duplo pela Associação Brasileira dos Produtores de Disco (ABPD).

    Em 2015, sem nenhum vínculo com outra gravadora, – após sair da Sony Music depois de lançar o CD e DVD Um Espetáculo de Adoração (2013) – a cantora assinou contrato com a sua antiga gravadora, MK Music, para alegria de muitos e descontentamento de outros. Se comercialmente a cantora vive tempos bons, musicalmente não alcança tanto consenso. Com a entrada na antiga gravadora, fãs mais saudosistas acreditam numa “volta por cima” de Cassiane e seu produtor Jairinho, que surpreenderam o público pela última vez com A Cura (2003). Contudo, ainda é muito cedo para tirar conclusões precipitadas.

    Minha Essência, de Tony Ricardo, foi a canção escolhida como single e enviada para as rádios de todo o Brasil. A música fala sobre fidelidade a Deus e em não se deixar ser influenciado pelo mundo. A escolha, certamente, foi equivocada: o CD tem canções muito melhores para serem trabalhadas. Assim como ocorreu em Ao Som dos Louvores certamente acontecerá também aqui, em que a música de trabalho foi “Gritai”, mas o maior sucesso e hit moral daquele álbum foi outro, “Amigo Espírito Santo”, tocada até hoje em diversas rádios e igrejas. Sonoramente, a canção é pop rock, com destaque para a bateria e o baixo, executado por Marcos Natto.

    Eternamente, de Marcos Brunet, tem uma letra curta e vertical, tratando sobre o poder de Deus. Destaque para o trecho em que Cassiane canta “Hosana nas alturas e glória em toda terra”, juntamente com um arranjo de cordas e os vocais de apoio, formados por Lilian Azevedo, Josy Bonfim, Hedy Barbosa, Paulo Zuckini e Roby Olicar. Jairinho soube conduzir muito bem seus arranjos nesta canção, fazendo uma música simples ‘roubar a cena’.

    Na sequência vem Submisso, escrita por Jonathas Santos e Bruna Dezid. Sem a menor dúvida, é um hit em potencial. O arranjo foi preciso. Destaque para a bateria de Sidão Pires, que se entrelaça bem com a cozinha instrumental, especialmente no trecho “Eu me submeto ao teu querer, a resposta vem da oração, minha vitória tem data marcada, é o tempo de Deus, a vontade de Deus”. Embora seja um tema clichê, a interpretação da cantora agregou valor.

    A Oferta Sou Eu, de Tony Ricardo, tem um dos discursos mais importantes do álbum. Contrariando todos os chavões neopentecostais, a canção transgride o antropocentrismo no meio evangélico e reforça a soberania de Deus, ao som de um arranjo suave, com destaque para as cordas e violão.

    Composição de Anderson Freire, A Carta traz os elementos que tornaram o músico conhecido pelo país. A letra versa, de forma emocional, acerca do que muitos cristãos passam atualmente. Anderson fez uma boa referência ao falar sobre o Calvário nessa faixa. Cassiane soube dar o tom certo para a música e o resultado final é belíssimo. Merece destaque a frase “Tua vida é uma carta que Deus está lendo para o mundo ouvir”. Essa é, sem dúvidas, uma das melhores faixas do disco.

    Compositor dos maiores sucessos de Cassiane nas igrejas, como “Abraço do Noivo” e “Tremendo e Santo”, Rogério Junior é quem assina a próxima canção, Pra Casa Eu Vou. Após dez anos sem uma composição sua nos discos da cantora, a parceria foi retomada em grande estilo, pois é a melhor música do álbum. A faixa fala sobre o arrebatamento e o que a igreja faz enquanto espera a volta de Cristo, “oh, aleluia, ninguém vai roubar minha coroa, eu sei que estou chorando as últimas lágrimas”. Esta canção tem tudo para ser uma das melhores do ano, com ótimos arranjos e uma interpretação marcante da artista.

    A Muralha, de Tony Ricardo, lembra aquelas músicas com temática acerca do exército de Deus. Musicalmente, traz todos os elementos clássicos das produções de Jairinho: vocais de peso, arranjo de metais e andamento acelerado. A letra fala que a estratégia dada por Deus para vencer a guerra é a fidelidade à adoração. Em contrapartida, apesar de ter uma letra interessante, se assemelha muito a “Gritai”, single de Ao Som dos Louvores.

    Mais uma composição de Anderson Freire, Tempo e Sacrifício conta a história de Jesus, falando sobre sua vida aqui na Terra. Os versos enfatizam que não foi na cruz que o Senhor se entregou, mas foi no Calvário quando a glória deixou, Ele consumou, pensando em nós em todo instante. Se fôssemos fazer um resumo da mensagem dessa faixa, poderíamos dizer que Jesus se sujeitou ao tempo de Deus. E se até Jesus soube esperar o tempo de Deus, por que nós queremos fazer as coisas diferentes? Fica a reflexão. Em seguida, Gigantes, de Jonathas Santos e Bruna Dezid deixa sua marca no álbum.

    Meu Ar, de Tony Ricardo, lembra outra composição do cantor, “Amigo Espírito Santo”. Com uma letra congregacional, mostra que nesse CD, Cassiane veio com mais canções neste estilo. Talvez por estar pastoreando uma igreja em São Paulo, a Adalpha – Assembleia de Deus Madureira em Alphaville –, a intérprete e seu marido tenham se influenciado por outros tipos de canções para o louvor das igrejas. A canção ganha brilho ao ser conduzida com piano e um naipe de cordas.

    De forma animada, chega a próxima faixa, Vai Dando Glória, de Douglas Alves. Com elementos de forró, recai no gênero que não pode faltar nos discos da artista. Em seguida, Sangue do Cordeiro, de Junior Maciel e Josias Teixeira é uma canção pop rock que chega a lembrar a vibe dos grandes sucessos da cantora. Cassiane soube impostar a autoridade em sua voz para cantar essa música de refrão forte.

    Mostra-me Tua Glória, de Vânia Santos é uma canção que vai emocionar muita gente, principalmente, pela letra, que acompanha as modulações instrumentais. O piano, por sua vez, dá espaço aos demais instrumentos. A musicalidade cresce, até atingir seu ápice. Os versos demonstram intimidade, em primeira pessoa: “eu sou contigo, tu és meu filho! Sou teu Deus, sou teu Deus!”. É a mensagem que falta nos discos de muitos cantores evangélicos do cenário atual.

    A última faixa é Tome Posse, composta por Tony Ricardo. Seus versos tratam da importância de se receber o milagre de Deus. Embora o título, talvez, sugira que se trate de um forró, a sonoridade é pop. Destaque para a ponte no final, principalmente, na frase “Deus comprou tua causa e não vai recuar”.

    Eternamente é um bom disco. O repertório e os arranjos foram bem construídos. É perceptível a significativa melhora da produção musical em relação aos projetos anteriores. Em contrapartida, a influência pop continua, e o álbum retoma, com timidez, a poucos elementos sonoros contidos nos projetos mais antigos de Cassiane.

  • Fique Sabendo – Cassiane, Quarto Fechado, Soraya Moraes e muito mais

    “Minha Essência”, primeira música do novo disco de Cassiane é divulgada

    Enquanto o disco Eternamente não sai, a gravadora MK Music enviou para várias rádios do país e lançou o lyric video da canção “Minha Essência”, escolhida como single para esse projeto. Desde os álbuns anteriores, Tony Ricardo vem fazendo uma boa parceria com a cantora e desta vez não foi diferente, pois ele é o compositor da maior parte das canções do disco e, inclusive, dessa música que versa sobre a fidelidade a Deus. Ouça:

    Aqui temos mais destaque para a orquestra, algo que os saudosos fãs de álbuns como Com Muito Louvor e A Cura pediam. Em breve, teremos uma análise aqui no site sobre o disco.


    Soraya Moraes lança o clipe “Feliz”, versão de “Happy”

    Com o título de “Feliz”, versão do sucesso mundial de Pharrel, Soraya Moraes lança seu primeiro trabalho audiovisual do próximo disco. Em visita à Bethel Church, na Califórnia (EUA), Soraya notou o uso dessa canção nos cultos e ficou ainda mais decidida a criar uma versão em português e gravá-la. A canção terá parte de seus direitos artísticos revertida ao GRAAC (Grupo de Apoio Ao Adolescente e Criança com Câncer), assim como todas as visualizações do clipe no canal oficial de Soraya Moraes no VEVO. O clipe conta com diversas locações em São Paulo e Dallas, nos EUA. Nomes como Mariana Valadão, Felippe Valadão, Pr. Lucinho, Juninho Afram, Sônia Hernandes, Priscilla Alcântara, Paulo César Baruk, Lito Atalaia e Nívea Soares participam do projeto. Confira:


    Capa do CD/DVD Extraordinária Graça, de Aline Barros, é divulgada

    Com um novo contrato assinado com a Quartel Design, responsável por todos os projetos gráficos da cantora a partir de agora, a equipe de criação da agência nos apresentou um projeto de muito bom gosto por todos os envolvidos no trabalho. Veja:Aline Barros - Extraordinária Graça


    Pregador Luo se prepara para lançar novo álbum

    Depois de divulgar “Testemunhe”, primeiro single do álbum Governe!, Pregador Luo se prepara para lançar seu primeiro disco pela Universal Music Christian Group no final do mês. Com 20 faixas inéditas de sua própria autoria, o lançamento do CD está previsto para o dia 30 de Outubro. O álbum traz uma mensagem simples: preste atenção nos caminhos que existem diante de você; não se deixe levar pela cultura a seu redor; não transfira para o diabo, para os políticos ou para os líderes religiosos as decisões que são suas: GOVERNE.

    Assista ao vídeo sobre a concepção do projeto gráfico do disco:

    Em breve o cantor irá lançar o vídeo clipe “Andei Vagando” em seu canal da VEVO.


    Quarto Fechado lança clipe “Vem”, do novo álbum

    Foi lançado o vídeo clipe da banda de rock alternativo catarinense Quarto Fechado, a música escolhida como single de seu futuro álbum, Labirinto Meu, foi a canção Vem. A produção musical é de Raphael Campos, ex-vocalista da Aeroilis.

    Veja:


    Stryper lança clipe “Pride”, do álbum Fallen

    A banda norte-americana de rock cristão Stryper acaba de lançar o primeiro clipe de divulgação do álbum Fallen, lançado este mês. Fallen é definido, pela banda e pela crítica, como o álbum mais pesado do Stryper até agora. Ouça o single:


    Shirley Kaiser lança novo disco, Novo Templo

    Depois de um longo hiato, a cantora Shirley Kaiser se prepara para lançar seu mais novo disco, Novo Templo. Após o lançamento do disco Santidade em 2011 no melhor estilo pentecostal, a cantora conquistou boa parte do público e ganhou muitos admiradores. Com isso, eles ficaram esperando um novo projeto da intérprete, foram passados quatro anos e Shirley está de volta para a alegria de todos os fãs. Desta vez, a produção ficou a cargo de Stéfano de Moraes, conhecido por produzir os discos de Anderson Freire. Portanto, vem coisa muito boa por ai. Vamos aguardar!


    Rosa de Saron lançará DVD em breve

    A banda Rosa de Saron está prestes a lançar o DVD Acústico e Ao Vivo 2/3. Confira um trecho, com a canção “Sol à Meia Noite”:

  • Cassiane – discografia e obra

    Nascida em Nova Iguaçu, Cassiane foi a cantora pentecostal mais notória no fim dos anos 90/início de 2000, com discos que venderam milhões de cópias, sob a produção de seu marido, Jairinho Manhães. Até hoje, continua a ser uma das principais cantoras do meio cristão nacional.


    Guia discográfico

    Cristo é a Força (Melodia Celeste/1981): Basicamente pop, com arranjos simplórios e um vocal em evolução, Cassiane iniciaria sua carreira tratando dos desafios e sofrimentos da vida cristã. (Nota: [usr 2])

    Dou Glória a Deus (Melodia Celeste/1983): Trazendo melodias mais bem arranjadas, com influências do pop, country e da Jovem Guarda, a obra mostra a cantora bem melhor desenvolta em relação ao primeiro trabalho. (Nota: [usr 3])

    Rosa de Saron (Melodia Celeste/1985): Em evidente puberdade, a voz de Cassiane passou a mudar, em fase de transições, enquanto a sonoridade seguiu as influências da Jovem Guarda, sem maiores novidades. (Nota: [usr 2])

    Desafio (Som e Louvores/1987): Se movendo cada vez mais para temáticas pentecostais, é o primeiro disco de Cassiane que traz os elementos musicais que a fariam notória. (Nota: [usr 3.5])

    União (Som e Louvores/1991): Primeiro disco da cantora nos anos 90, evolui musicalmente ao trazer arranjos de metais e uma produção musical dentro das tendências da época. (Nota: [usr 3.5])

    Atualidades (MK Music/1992): Totalmente dentro de sua zona de conforto, Atualidades não proporciona nenhuma novidade, sonoramente falando, de Cassiane. (Nota: [usr 2])

    Força Imensa (MK Music/1993): Primeira produção de Jairinho, o disco é um dos mais ecléticos da carreira de Cassiane, fundindo pop, sertanejo, axé, enriquecendo o repertório, que contém músicas como “Igreja Pequena” e “Força Imensa”. (Nota: [usr 4])

    Puro Amor (MK Music/1994): Assemelhando-se  a proposta de Força Imensa, em Puro Amor, no entanto, a sonoridade não soaria tão eclética, mas se tornaria fundamental para seu sucessor, Sem Palavras. (Nota: [usr 3])

    Sem Palavras (MK Music/1996): Enquanto o movimento gospel dava seus primeiros sinais de crise, Jairinho surgiu com uma produção ingênua, assim como as anteriores, mas que, desta vez, remodelaria, de vez, o conceito de música pentecostal no Brasil. Com tons épicos, “Imagine” continua a ser uma das mais belas e representativas canções do gênero até hoje. (Nota: [usr 4.5])

    Para Sempre (MK Music/1998): Com uma produção musical mais bem trabalhada em relação a todos os discos anteriores, Para Sempre faz Cassiane uma cantora mais forte, especialmente pelo hit “Vou Seguir”, um clássico em sua carreira. (Nota: [usr 4])

    Com Muito Louvor (MK Music/1999): Se Sem Palavras foi o ponto de virada, este trabalho foi a aperfeiçoamento mais esforçado de Cassiane durante os anos 90. Com Muito Louvor une a qualidade da produção do disco anterior, Para Sempre, com um repertório sólido, composto por nada menos que “Oferta Agradável a Ti”, “Hino da Vitória”, “Com Cristo é Vencer” e “Com Muito Louvor”, além de provocar, culturalmente, uma mudança na estrutura das canções pentecostais. (Nota: [usr 4.5])

    Recompensa (MK Music/2001): Uma sequela perfeitamente agradável de Com Muito Louvor, este disco não perde o fôlego e brinda o ouvinte com grandes faixas, como “500 Graus”, “Recompensa”, “Minha Bênção” e “Aqui tem Glória”. (Nota: [usr 4.5])

    A Cura (MK Music/2003): A produção mais inventiva de Jairinho, mas não tão sólida quanto as anteriores, mostra Cassiane buscando se renovar, musicalmente, falando. (Nota: [usr 3.5])

    Sementes da Fé (MK Music/2005): Com a participação de bons músicos, como Emerson Pinheiro e Bene Maldonado, é um registro que tenta trazer, na verve pentecostal, o contexto congregacional que explodiu no início dos anos 2000 trazendo, aliás, um shofar. (Nota: [usr 3.5])

    25 Anos de Muito Louvor (MK Music/2006): Trazendo os seus maiores sucessos, 25 Anos de Muito Louvor não é apenas um registro bem-sucedido de Cassiane, mas conta a trajetória da música pentecostal, de fato. Com a participação de Jayane, e de seu marido Jairinho, consegue abranger, muito bem, todas as fases da artista. (Nota: [usr 4])

    Faça Diferença (Reuel Music/2007): Com composições, em maioria, assinadas por Anderson Freire, apresenta uma Cassiane mais tradicional ao pentecostal do que em relação aos trabalhos anteriores. (Nota: [usr 3])

    Viva (Sony Music/2010): Buscando sonoridades diferentes, é um dos álbuns mais pop rock de Cassiane. Utilizando-se de mais violões, guitarras e cordas, as melodias do álbum foram ecléticas sem perder o tom do pentecostal. (Nota: [usr 3])

    Ao Som dos Louvores (Sony Music/2011): Prometido como um “retorno às origens”, o álbum trouxe, em menor consistência, temáticas e arranjos que Cassiane apresentou durante sua carreira. Ao Som dos Louvores é um disco cansativo, com harmonias engessadas, temas repetitivos e uma crise de criatividade do produtor Jairinho Manhães. (Nota: [usr 2.5])

    Um Espetáculo de Adoração (Sony Music/2013): O setlist foi composto de canções dos álbuns Viva e Ao Som dos Louvores além do romântico O Amor Está no Ar e três faixas inéditas: “Não vou me calar”, “Avivamento” e “Na orla do teu manto”. Nenhum sucesso estrondoso, mas são canções de qualidade inegável e que ganharam um fôlego a mais no ao vivo, abrilhantadas pela presença de palco de Cassiane. (Nota: [usr 3.5])

    Tempo de Excelência (MK Music/2013): Com músicas agradáveis de se ouvir, repertório muito bem escolhido e interpretações interessantes de Cassiane, o engavetamento do projeto mostrou-se um desperdício tanto para a artista, quanto a gravadora. (Nota: [usr 3])

    Eternamente (MK Music/2015): Com composições mais bem trabalhadas, produção musical mais correta, mas com a influência pop dos discos anteriores, Eternamente se sai positivamente. (Nota: [usr 3.5])


    Melhores músicas

    500 Graus, Amigo Espírito Santo, Com Muito Louvor, Desafio, Hino da Vitória, Igreja Pequena, Imagine, Minha Bênção, Minha Morada, Oferta Agradável a Ti, Recompensa, Sementes da Fé, Tudo Novo e Vou Seguir.


    Notícias e matérias sobre a Cassiane

    Para ver todo o conteúdo sobre ou relacionado a Cassiane no O Propagador, clique aqui.

  • Os 100 maiores álbuns nacionais da música cristã

    A equipe do O Propagador apresenta a lista dos maiores álbuns nacionais da música cristã. O material foi compilado em parceria com os sites Super Gospel, Arquivo Gospel, Casa Gospel, Gospel no Divã, Gospel Prime, Ruben Mukama e Virtual Gospel, entre uma série de músicos, historiadores, jornalistas e audiófilos. Cada um lançou suas indicações, as quais foram discutidas exaustivamente. O repertório consiste em discos que foram lançados desde a década de 60 à década de 2010. Aqui, no O Propagador, você vê a lista na íntegra e com os comentários previamente escritos.


    100º: Fogo e Glória Curitiba – David QuinlanFogo e Glória Curitiba - David Quinlan - 2000

    Disco que representa o movimento worship ocorrido em Contagem, o simplório violão de David Quinlan se tornaria um padrão intensamente – e irritantemente – copiado. Deste movimento, há de se destacar, como influenciados, Santa Geração e o cantor Fernandinho. Heloisa Rosa e Nívea Soares colocam seus vocais, imprimindo uma parceria que duraria por outros discos.

    2000, Aliança


    99º: Pra Louvar – Raiz CoralRaiz Coral - Pra Louvar - 2004

    Quando o Raiz Coral lançou seu primeiro trabalho, não havia nenhum material semelhante em toda a história cristã. Claramente avassalador, quando o assunto é corais, o disco Pra Louvar rapidamente se popularizou e invadiu as igrejas com canções como “A Coroa” e “Jesus meu Guia É”.

    2004, Independente


    Thalles - Na Sala do Pai - 200998º: Na Sala do Pai – Thalles

    Indiscutivelmente um dos trabalhos mais importantes da última década, a estreia de Thalles é uma mistura de blues, pop rock, black music e soul, distribuída em linhas de baixo grooveadas, com letras diretas e confessionais.

    2009, Graça Music


    97º: Além do que os Olhos Podem Ver – Oficina G3Além do que os Olhos Podem Ver - Oficina G3 - 2005

    “Não ache que eu estou derrotado, você está errado”, canta Juninho Afram em “Mais Alto”, após latidos de cães. Neste disco, a Oficina G3, como um trio, exorcizava todas as especulações de que era seu fim sem PG. Embalados por um metal progressivo de mix pop, o disco solidifica o respeito que o grupo tinha recebido com Indiferença, seu registro mais soberbo.

    2005, MK Music


    96º: Antes do Sol Nascer – Nádia SantolliNádia Santolli - Antes do Sol Nascer - 2005

    Cercada de colaboradores experientes, como Genésio de Souza e Val Martins, produzida por Kleber Lucas e no embalo de sua participação em uma canção do Koinonya, assim foi a estreia de Nádia na MK. Num tempo em que “todo mundo” estava gravando disco ao vivo congregacional, Santolli conseguiu se destacar, graças a sua personalidade, impressa em sua voz grave e potente. No entanto, o grande mérito desse disco é que tudo soa bem.

    2005, MK Music


    95º: Ainda não É o Último – ResgateResgate - Ainda não é o último - 2010

    Após anos de silêncio do rock cristão no mainstream, os membros do Resgate se juntaram e ensinaram, mais uma vez, como é que se faz. Com a pop-produção de Dudu Borges, o disco consegue jogar guitarras e hammonds em equilíbrio em meio a letras humorísticas de Zé Bruno, como “Jack, Joe and Nancy in the Mall” e sua veia à lá Traditional Jazz Band e a grande balada “Vou me Lembrar”.

    2010, Sony Music Brasil


    94º: Daniela Araújo – Daniela AraújoDaniela Araújo - Daniela Araújo - 2011

    Quando Fernanda Brum e Emerson Pinheiro criaram uma fórmula de pop nos anos 90, a única grande novidade dentro do gênero, com o passar dos anos, seria Daniela Araújo. Com seu álbum autointitulado, a artista trouxe ao seu favor o piano e arranjos da Orquestra Filarmônica de Praga, envoltos numa produção musical over-the-top.

    2011, Sony Music Brasil


    93º: Na Casa de Deus – EyshilaNa Casa de Deus - Eyshila - 2003

    A carreira de Eyshila, oriunda dos Altos Louvores, pode ser resumida pré e pós este projeto, cuja produção foi dividida entre Rogério Vieira, Woody e Wagner Carvalho. Gravando sete músicas com participação ao vivo da sua igreja, a cantora que antes era conhecida pelas suas baladas, a partir desse disco se tornou figura garantida no chamado louvor congregacional, consagrando-se como compositora, especialmente por “Posso Clamar”.

    2003, MK Music


    Para o Mundo Ouvir - Rose Nascimento - 200492º: Para o Mundo Ouvir – Rose Nascimento

    Utilizando-se de arranjos e fundindo outros gêneros musicais, este disco de Rose Nascimento fez uma música pentecostal diferente do que se ouvia na maioria dos lançamentos de sua época, também trazendo cordas.

    2004, Zekap Gospel


    91º: Respire Fundo – Ao CuboAo Cubo - Respire Fundo - 2004

    Se muitos grupos se destacaram pela presença de um rapper, o Ao Cubo teve dois. Feijão e Cleber representaram a música do grupo em todas suas esferas, juntamente com Fjay, criticando o consumismo, desigualdade social e criminalidade, sob uma ótica cristã.

    2004, Aperte o Play


    90º: Toque no Altar – Ministério Apascentar de Nova IguaçuToque no Altar - 2003

    Com uma enorme equipe de músicos em tempo integral, o Ministério Apascentar de Nova Iguaçu estreou com um dos registros mais fortes da cena congregacional. Revelando o repertório autoral de Luiz Arcanjo, Davi Sacer e Ronald Fonseca, a obra agrega cordas e metais sem se sobrepor aos pianos e teclados, o grande ponto forte deste grupo.

    2003, Independente


    89º: Quebrantado Coração – Fernanda BrumQuebrantado Coração - Fernanda Brum - 2002

    Enfatizando o tipo de coração que deve ser na caminhada cristã, é o auge musical da dupla Fernanda Brum e Emerson Pinheiro, estendendo a tendência dos discos anteriores com um repertório introspectivo, mas forte, composto por músicas como “Marcas”, “Amo o Senhor”, “O Amor que Cura” e “Espírito Santo”.

    2002, MK Music


    Por Toda Vida - Voices - 200088º: Por Toda Vida – Voices

    O maior supergrupo já existente do meio cristão, o Voices alcançou grande amadurecimento com seu terceiro trabalho, destacando-se com as canções “Pisa no Inimigo” e “Por Toda Vida”, dentre as mais notáveis de sua discografia.

    2000, MK Music


    Cristiane Carvalho - Novo Amanhecer - 199387º: Novo Amanhecer – Cristiane Carvalho

    Diferentemente de seus trabalhos anteriores, Cristiane Carvalho utilizou-se de composições nacionais, transitando em gêneros musicais como o funk e pop. Há de se destacar a faixa-título e “Até que Te Encontrei”, formando o ecletismo necessário para a obra.

    1993, Line Records


    Humanidade - Banda Rara - 199086º: Humanidade – Banda Rara

    Na ponta das influências do funk e soul, a Banda Rara alcançou o seu auge com Humanidade, especialmente com a faixa-título, nos vocais de Maurílio Santos, além de “Estrela da Manhã” e “Deixa Tudo”.

    1990, Gospel Records


    85º: 2ª Vinda – A Cura – Apocalipse 162ª Vinda a cura - Apocalipse 16 - 2000

    Pregador Luo e DJ Alpiste trouxeram o rap para a cena cristã. Mas 2ª Vinda – A Cura é um divisor de águas no gênero, sombrio e polêmico, tendo o auxílio de Mano Brown (Racionais MC’s) e Eduardo (ex-Facção Central). Seus discos posteriores se fundem de forma mais efetiva com a black music, em contrapartida, perdem o frescor alcançado aqui.

    2000, 7 Taças


    84º: Alta Voz – Kades SingersAlta Voz - Kades Singers - 1997

    Com arranjos do tecladista Paulo Richard (ex-Complexo J) e Raquel Mello, Alta Voz foi fundamental para a caracterização e definição dos grupos vocais na cena mainstream, além de ser um registro de devoção explícita a soul music.

    1997, MK Music


    83º: Aeroilis – AeroilisAeroilis - Aeroilis - 2004

    Antes do rock alternativo e do novo movimento – o tal crossover – estar em alta, a Aeroilis já chegava com um disco, com guitarras limpas, bateria com chimbau aberto e composições introspectivas, guiadas pela voz e timbre singular de Raphael Campos, o que seria aprofundado em Nada Mais Além, o trabalho sucessor.

    2004, LaCruz / Bompastor


    82º: Um Pinguim com Frio no Alaska – Amaury FonteneleUm Pinguim com Frio no Alaska - Amaury Fontenele - 2001

    Um pouco isolado, Amaury foi o único músico que, em sua época, misturou as batidas do rap com o groove do rock e R&B, com auxílio de Fernando Catatau, ex-colega de banda no Cidadão Instigado formando, assim, uma sonoridade ímpar no âmbito cristão.

    2001, Aliança


    81º: Voar Como a Águia – Alda CéliaAlda Célia - Voar Como a Águia - 2002

    Do Koinonya e Comunidade Cristã de Goiânia para a carreira solo, Alda Célia estabeleceu a ambientação ao vivo como cerne de seu melhor trabalho, Voar Como a Águia o qual, além da faixa-título, se destaca por “Óleo de Alegria” e a regravação de “Poder da Oração”.

    2002, MK Music


    80º: Águas Purificadoras – Diante do TronoDiante do Trono - Águas Purificadoras - 2000

    O follow-up para Exaltado foi um ajuntamento ainda maior, de qualidade técnica superior, inserindo, definitivamente, elementos que se tornariam marca-registrada do Diante do Trono, como as danças e espontâneos gigantescos – fortalecidos pela faixa-título, de sonoridade suave.

    2000, Diante do Trono


    79º: O Valor de Uma Alma – Mara LimaMara Lima - O Valor de uma Alma - 1989

    O Valor de Uma Alma veio para mostrar o porquê Mara Lima é um nome de longevidade no meio cristão: aliando um bom repertório, simplicidade e som direto, o trabalho se destaca, especialmente, pela canção que o intitula, que não se sobrepõe, de forma alguma, ao restante das canções apresentadas.

    1989, Som e Louvores


    78º: O Jardineiro que Chora – Alceu PiresAlceu Pires - O Jardineiro que Chora - 1984

    Um dos grandes poetas da música pentecostal clássica, Alceu Pires é compositor de sucessos emblemáticos como “Abração e Isaque” e “Juízo Final”. O primeiro e mais importante deles, “O Jardineiro que Chora”, foi responsável por colocar o disco homônimo na galeria dos clássicos cristãos. Com influências da música sertaneja de raiz, Alceu fez o Brasil inteiro cantar a parábola sobre a relação entre a flor e seu cuidador.

    1984, Djanir Produções


    77º: Autoridade e Poder – Marcos GóesAutoridade e Poder - Marcos Góes - 1990

    Com produção musical e arranjos de Marcos Góes, o trabalho é de notável qualidade musical, trazendo a participação de músicos como Sidão Pires e Marcos Bonfim. De fato, este é caracterizado como o trabalho solo de maior importância na carreira de Góes.

    1990, Pioneira Evangélica


    76º: Poemas e Canções – Leonardo GonçalvesLeonardo Gonçalves - Poemas e Canções - 2002

    “Mas a verdade é que o Criador não nos usa por sermos bons, mas o fato de sermos usados por Ele é o que nos torna bons, apesar de não o sermos”, disse Leonardo Gonçalves ao O Propagador. Seu primeiro disco é uma combinação agradável de pop, jazz, blues e contém, além da conhecida “Getsêmani”, uma regravação de João Alexandre. Com o trabalho, Leonardo se inseriu numa nova safra de intérpretes que fogem de temáticas e sonoridades mais populares.

    2002, Novo Tempo


    75º: O que na Verdade Somos – Fruto SagradoO que na Verdade Somos - Fruto Sagrado - 2003

    O que na Verdade Somos é o disco mais forte do Fruto Sagrado: com riffs agressivos de Bene Maldonado, vocais surpreendentes de Marcão, letras fantasticamente ácidas, e apresentando influências diversas, como o maracatu e a música eletrônica, mostraram que só eles, na altura do campeonato, sabiam fazer um som na tendência.

    2003, MK Music


    74º: Oração de Davi – Feliciano AmaralFeliciano Amaral - Oração de Davi - 1981

    Ele é o recordista, segundo o Guiness Book, como o cantor evangélico há mais tempo em atividade no mundo. Mensagem Real, seu disco de 78 rpm (tecnologia pré vinil), é um dos primeiros registros físicos da música evangélica nacional, lançado em 1948. Já com mais de 35 anos de carreira, o cantor lançou uma de suas maiores obras primas, Oração de Davi. O trabalho de 1981 traz os arranjos limpos característicos da música sacra tradicional, a voz inconfundível de Feliciano Amaral e um repertório brilhante, com canções marcantes como “O Rosto de Cristo”, “Tudo Entregarei”, “Cristo meu Mestre” e “Oração de Davi”.

    1981, FA Produções


    73º: Cicatrizes e Testemunho – Jorge AraújoCicatrizes e Testemunho - Jorge Araújo - 1984

    Pode ser que, hoje, seja mais reconhecido como pai de Daniela Araújo, mas Jorge Araújo fez história na música pentecostal como um dos artistas mais ousados do gênero e responsável por grande parte de sua modernização na década de 80. Em um período de resistência à inovação, Jorge esticou a linha, trazendo, para suas produções, a guitarra elétrica e a bateria em destaque. Em Cicatrizes, seu mais reconhecido trabalho, o cantor mostra toda sua veia pop interpretando grandes sucessos, como a faixa-título e “Deus Resolve o Teu Problema”.

    1984, Louvores do Coração


    72º: Tempo de Adoração – Comunidade Vila da PenhaTempo de Adoração - Comunidade Evangélica Vila da Penha - 1994

    A chamada Comunidade Zona Sul se destacaria ao chamado movimento das comunidades dos anos 90. Tempo de Adoração sintetiza, claramente a tudo o que seria feito pelo resto da década, incluindo “Consagração/Louvor a Rei”, uma das mais belas canções cristãs deste período.

    1994, Independente


    71º: Bonança – Os Cantores de CristoBonança - Os Cantores de Cristo

    Muitos grupos, na época, investiram em Jovem Guarda, como os Embaixadores de Sião, Cades-Barneia, Triumpho, Os Atuantes, Os Ligados, mas Os Cantores de Cristo foram além, porque fizeram isso colocando pitadas do rock psicodélico e do progressivo, evoluindo seu som em relação aos discos anteriores, sem perder o enfoque evangelístico.

    1975, Favoritos Evangélicos


    70º: Sem Palavras – CassianeSem Palavras - Cassiane - 1996

    Enquanto o movimento gospel dava seus primeiros sinais de crise, Jairinho surgiu com uma produção ingênua que remodelaria, de vez, o conceito de música pentecostal no Brasil. Com tons épicos, “Imagine” continua a ser uma das mais belas e representativas canções do gênero até hoje.

    1996, MK Music


    69º: Primeiro Amor – Shirley CarvalhaesPrimeiro Amor - Shirley Carvalhaes - 1994

    Mesmo já tendo vinte anos de carreira, foi com Primeiro Amor que Shirley Carvalhaes se firmou como a grande dama da música pentecostal brasileira. O disco, produzido por Tuca Nascimento, foi um fenômeno cultural. Seu grande destaque, a música “Faraó ou Deus?”, causou um mix de encanto e repúdio nas igrejas, tamanha era sua ousadia, cujo som misturava referências da música árabe com forró, ritmo que passaria a ser constante nos discos do gênero, a partir de então. Como resultado, a faixa, tratada nas igrejas mais conservadoras como ‘música para dançar’, se tornou um hit inquestionável, elevando a carreira de Shirley e toda a música pentecostal a outro patamar.

    1994, Nancel Music


    68º: Coração Valente – Voz da VerdadeVoz da Verdade - Coração Valente - 1997

    Indiscutivelmente o grupo que mais sabe trazer ecletismo a seu favor, Coração Valente é o maior clássico do Voz da Verdade até aqui. A fusão de orquestras, guitarras wah-wah, baixo funkeado, bateria pulsante, piano e teclado resultam num registro que é pretensioso do início ao fim.

    1997, Independente


    67º: Não é o Fim… – Novo SomNão é o Fim... - Novo Som - 1999

    Não é o Fim… é o melhor trabalho do Novo Som. O pop à lá Roupa Nova chega aqui ao seu ápice, com um repertório sólido, escrito, em grande parte por Lenilton, um dos melhores letristas que o meio cristão já conheceu e responsável por elevar a música do grupo a outro nível.

    1999, NS Records


    66º: Deus Cuida de Mim – Kleber LucasDeus Cuida de Mim - Kleber Lucas - 1999

    Evoluindo desde Meu Maior Prazer, Kleber Lucas fechou a década com Deus Cuida de Mim, um trabalho que consegue trazer para o ambiente congregacional uma música basicamente pop. Assim, Kleber Lucas foi o primeiro cantor solo, a de fato, adentrar este território, agregando outros gêneros musicais ao longo de sua carreira.

    1999, MK Music


    65º: Entrei no Templo – Ozéias de PaulaOzéias de Paula - Entrei no Templo - 1979

    “A melhor coisa que eu já fiz em toda minha vida, salvou-me por um triz”. Essa foi certamente uma das principais trilhas sonoras do final dos anos 70 e inicio dos 80. O grande, e então já consagrado, Ozéias de Paula, trazia junto com esse sucesso um de seus melhores trabalhos. Com letras de veia poética, como já era característico do cantor, o disco arranjado por Ângelo Apolônio, o famoso Poli, ousava a inserir na tradicional música tipicamente assembleiana os quase profanos contrabaixo, guitarra e bateria.

    1979, Bandeira Branca


    64º: Encontro – Actos 2Encontro - Actos 2 - 1990

    Marcando a geração dos anos 90, o Actos 2 (Kadoshi) chegou ao seu ápice com o disco Encontro e a canção “Cristo Faz a Cabeça”. No entanto, Encontro é rico em gêneros musicais e passeia, com tranquilidade, no louvor congregacional, pop, rock, blues e soul.

    1992, Gospel Records


    63º: Meu Clamor – Denise CerqueiraMeu Clamor - Denise Cerqueira - 1998

    Ela foi uma das grandes vozes femininas que a música evangélica brasileira conheceu. Depois de se tornar sucesso com o disco Eterno Amor, Denise Cerqueira entrou para a história quando, em 1998, lançou o icônico álbum Meu Clamor. Com um time estrelado de compositores e produção impecável de Alcimar Rangel e Pedro Braconnot, o disco rendeu a artista três troféus Talento em 1999. A trágica e precoce morte de Denise em 15 de novembro de 1999, vitimada em um acidente de carro no auge da carreira, imortalizou definitivamente a voz da intérprete e colocou “Jerusalém e Eu”, composição de Josué Teodoro e carro-chefe da obra, em lugar de destaque nos anais das grandes músicas nacionais.

    1998, Line Records


    62º: Deus Vivo – Édison e TelmaDeus Vivo - Édison e Telma - 1983

    Ele é um dos maiores compositores da história da música pentecostal e, ao lado da esposa Telma formou uma das duplas mais importantes do gênero. Acumulando sucessos desde 1971, quando gravaram os primeiros vinis, o ponto alto da dupla veio em 1983 com Deus Vivo. A música tema ultrapassou os limites do tempo e entrou para o repertório de todas as igrejas pentecostais desde então. Embalado por este grande clássico, o disco traz ótimas referências do samba e alguns lampejos de pop.

    1983, Angelical


    61º: Além do Rio Azul – Voz da VerdadeAlém do Rio Azul - Voz da Verdade - 1988

    Além do Rio Azul veio para estabelecer fórmulas que seriam recorrentes nas produções subsequentes do Voz da Verdade: letras e vocais marcantes de Carlos A. Moysés, pianos de Evaristo Fernandes cobrindo e fornecendo camadas, além do sagaz coral, cujo som nenhum grupo e cantor consegue copiar.

    1988, Califórnia


    60º: Tributo ao Deus de Amor – Renascer PraiseTributo ao Deus de Amor - Renascer Praise - 1998

    Gravado no Palácio das convenções no Anhembi, o quinto trabalho do Renascer Praise seguiu as tendências que o tornaria conhecido pelo Brasil: grandes corais, produção musical pomposa e arranjos de Esdras Galo. Três elementos, que juntos, deram certo.

    1998, Gospel Records


    59º: Final Feliz – Armando FilhoArmando Filho - Final Feliz - 1991

    Armando reuniu várias canções autorais e produziu o seu maior clássico até aqui. Final Feliz contém uma das canções mais importantes da época, “O Mover do Espírito”, produzindo baladas pentecostais que seriam fundamentais para o gênero, por muitos anos.

    1991, Bompastor


    58º: Aqui Chegamos pela Fé – Arautos do ReiArautos do Rei - Aqui Chegamos pela Fé - 1975

    O principal grupo vocal da história da música evangélica nacional já conta com mais de 50 anos de carreira. Precursor do estilo a cappella no Brasil, o Arautos do Rei já está em sua vigésima nona formação, conseguindo o feito incrível de se manter musicalmente relevante, mesmo com o passar do tempo, conseguindo se modernizar sem deixar de ser tradicional. Um dos grandes registros dessa bela história foi Aqui Chegamos pela Fé, gravado pela sexta formação de Arautos. Com a perfeição vocal característica do grupo, o disco apresenta um repertório grandioso, com clássicos como “Junto a Cruz”, “Cristo Jesus Voltará” e “No Grande Mar”.

    1975, Novo Tempo


    57º: Tem Coisas que a Gente não Esquece – Cristina MelTem Coisas que a Gente não Esquece - Cristina Mel - 1999

    No final da década de 90, Cristina utilizou-se de temáticas atemporais para o seu décimo trabalho, como a morte de Cristo, o trabalho missionário e os filhos. Os arranjos são mais suaves em relação aos discos anteriores, mas seguem o seu pop característico.

    1999, Line Records


    56º: Razão para Viver – Nascimento e SilvaNascimento e Silva - Razão para Viver

    O cantor, compositor, produtor e arranjador Tuca Nascimento formou ao lado de Onézimo Silva uma das melhores duplas que a música cristã nacional pode conhecer. Os poucos anos de carreira da dupla, que teve sua trajetória encerrada com a trágica morte de Onézimo, vítima de bala perdida em 1994, foi o suficiente para o lançamento de dois discos, entre eles o imperdível Razão pra Viver. Com arranjos simples, executados apenas com teclado, guitarra, violão, flauta e acordeom, o projeto confere pleno destaque ao dueto com suas interpretações singelas em músicas como as excelentes “Deixa Deus Provar” e “A Volta Feliz”.

    1993, Rosa de Saron


    55º: Nascer de Novo – Rayssa e RavelNascer de Novo - Rayssa e Ravel - 1994

    Com a música “Nascer de Novo”, Rayssa e Ravel conseguiam sintetizar sinceridade e simplicidade musical. Em seguida, com as pop-sertanejas “Arrebatamento” e “Sabe”, mostram que possuem força o suficiente para se colocarem como uma das duplas mais expressivas do gênero no país, até hoje.

    1994, Som e Louvores


    54º: O Sétimo – Sérgio LopesO Sétimo - Sérgio Lopes - 1997

    Com produção musical de Pedro Braconnot, O Sétimo conta com o estilo de Sérgio desenvolvido no Altos Louvores, e se destaca por sua temática judaica – distribuída em parte do repertório, projeto gráfico e fotografias. Além do mais, contém uma das canções mais importantes da época, “O Lamento de Israel”.

    1997, Line Records


    53º: Ao Meu Pai – JesséAo meu Pai - Jessé - 1985

    Ele era uma das grandes revelações da MPB nos anos 80. Ganhando prêmios nacionais e internacionais, Jessé, intérprete de canções como “Porto Solidão” e “Estrelas de Papel”, era sucesso por todo o Brasil. Em seu auge na música secular, o cantor abriu um parêntese e gravou o brilhante disco Ao meu Pai. Com um repertório comporto por clássicos cristãos como “Rude Cruz”, “Cidade Santa” e “Achei um Bom Amigo”, a potente voz do cantor ganha traços dramáticos em interpretações memoráveis.

    1985, RGE


    52º: Momentos Vol.1 / Momentos Vol.2 – Marina de OliveiraMomentos Vol. 1 e 2 - Marina de Oliveira - 1995

    Indissociáveis, Momentos Vol.1 e Vol.2 mostram que só alguém como Marina de Oliveira conseguiria trazer os melhores compositores e produtores musicais de sua época em duas obras. Os registros são impecáveis: canções pop (“Procure por Mim na Glória”), mensagens de autoajuda (“Não Desista do Seu Sonho”) e faixas em inglês (“Celebrate the Lord”). Se alguém era capaz de levar bandas inteiras para apoiar seu som, essa foi Marina.

    1995, MK Music


    51º: Preciso de Ti – Diante do TronoDiante do Trono - Preciso de Ti - 2001

    “Uma das coisas de que temos maior consciência é que no dia em que acharmos que algo vem de nós mesmos, Deus nos tirará da obra”, enfatizou Maximiliano Moraes ao Super Gospel. O ponto mais alto da carreira do Diante do Trono, arranjado por Sérgio Gomes e Maximiliano, é embalado com o discurso de fragilidade humana e dependência divina, especialmente na faixa-título, uma das mais importantes do meio cristão.

    2001, Diante do Trono


    50º: Resgate – ResgateResgate  - Resgate - 1997

    No quarto álbum, o grupo provou ser muito mais do que um devoto ao hard rock. Ao experimentar timbres de bateria, guitarra com flertes evidentes ao britpop, o disco monta uma figura de quebra-cabeças, endossadas com as letras tão incomuns e que questionam o status quo do meio cristão.

    1997, Gospel Records


    49º: Oh, Glória – Mattos NascimentoOh, Glória - Mattos Nascimento - 1991

    Trazendo a influência do pop e, principalmente, o ska para o meio cristão, Mattos Nascimento foi o primeiro – e até o único no meio cristão – a fundir o gênero musical com as letras pentecostais. Oh, Glória é um marco musical no início da década de 90, especialmente com as contagiantes “Dia de Pentecostes” e “Sou Feliz”, mostrando que, especialmente ao vivo, Mattos conseguia elevar tudo a outro nível.

    1991, Rosa de Saron


    48º: Com Muito Louvor – CassianeCassiane - Com Muito Louvor - 1999

    Se Sem Palavras foi o ponto de virada, este trabalho foi a aperfeiçoamento mais esforçado de Cassiane durante os anos 90. Com Muito Louvor une a qualidade da produção do disco anterior, Para Sempre, com um repertório sólido, composto por nada menos que “Oferta Agradável a Ti”, “Hino da Vitória”, “Com Cristo é Vencer” e “Com Muito Louvor”, além de provocar, culturalmente, uma mudança na estrutura das canções pentecostais.

    1999, MK Music


    47º: Amigos para Sempre – Integração Jr.Integração Jr. - Amigos para Sempre - 1991

    O melhor álbum infantil já produzido no meio cristão, a obra se destaca pelo seu ecletismo musical e a qualidade dos arranjos, especialmente nas músicas “Amigos para Sempre” e “Milagre da Vida”, anos depois regravada por Cristina Mel, no final da mesma década.

    1991, Bompastor


    46º: Discípulo Teu – Prisma BrasilPrisma Brasil - Discípulo Teu - 1988

    O trabalho mais importante do Prisma, Discípulo Teu contém os elementos adventistas a se repetir: corais robustos, cordas e metais em abundância e canções que versam acerca da vida, as dificuldades e desafios em relação a caminhada do sujeito cristão que caminha para a Eternidade.

    1988, Bompastor


    45º: Não Chores Mais – Victorino SilvaNão Chores Mais - Victorino Silva - 1983

    Dono de uma das mais brilhantes e prestigiadas vozes da música cristã nacional, Victorino Silva tem um de seus grandes momentos com Não Chores Mais, um verdadeiro clássico da música sacra. Além da interpretação e afinação impar do cantor, a parceria com o grande maestro Misael Passos, responsável pela direção musical do projeto, evidenciada até na capa do disco, é digna de destaque. Com arranjos soberbos, o álbum é riquíssimo musicalmente, com a presença marcante de pianos, violinos e muitos instrumentos de sopro.

    1983, Bompastor


    44º: Lágrima no Olhar – Altos LouvoresAltos Louvores - Lágrima no Olhar - 1993

    Seguindo as tendências dos discos anteriores, Lágrima no Olhar trouxe um Altos Louvores mais maduro, mas suficientemente em sua zona de conforto. A grande novidade é a faixa-título de Marquinhos Gomes, com o sax de Zé Canuto, tornando-se, assim, um dos principais registros do grupo.

    1993, Som e Louvores


    43º: Diga Não – RaízesRaízes - Diga não - 1991

    Depois dos Jovens da Verdade em 1972, a banda Raízes foi a única a usar, escancaradamente, a temática das drogas como carro-chefe de um disco. Diga Não se destacou pelas canções críticas, mas que não se sobrepuseram as baladas, as quais lembram bastante o estilo pop do Roupa Nova, cujo vocalista participaria em um disco futuro.

    1991, Independente


    42º: Vento Livre – Guilherme KerrVento Livre - Guilherme Kerr - 1985

    Um dos melhores letristas e musicistas do meio cristão, Guilherme Kerr produziu Vento Livre, seguindo as tendências musicais de sua obra no grupo Vencedores por Cristo. Com arranjos vocais e de cordas complexos, sonoridades regionais são exploradas por letras, em grande parte, verticais.

    1985, IBMorumbi Produções


    41º: Brother – Brother SimionBrother - Brother Simion - 1992

    Em meio a obras cada vez mais superproduzidas no início dos anos 90, Brother Simion quebrou a lógica fazendo um disco quase todo em voz e violão. Humor, introspecção e suavidade são características fundidas nesta produção básica de Rick Bonadio.

    1992, Gospel Records


    40º: Sem Limites – Aline BarrosAline Barros - Sem Limites - 1995

    O grande mérito da estreia de Aline Barros foi contar com a produção musical e arranjos de Ricardo Feghali e Cleberson Horsth, membros do Roupa Nova. Assumindo um caráter totalmente pop, a produção seria, com o passar dos anos, o melhor trabalho solo da carreira de Aline.

    1995, Grape Vine


    39º: Pra Cima Brasil! – MiladPrá Cima Brasil! - Milad - 1990

    Com a decrescente predominância de João Alexandre, e verbalizando toda a decepção com o jogo político e as extremas crises econômicas que assolavam o país, o Milad trouxe o disco mais politizado de sua carreira. Isso causou o despojo de grande parte de seu complexo som, adotando moldes pop, mas seguindo-se forte em seus discursos, como na clássica “Brasil” e na regional “Meu Candidato”. Também traz canções de uma das bandas mais influentes dos anos 80 no nordeste, chamada Artecristã, como “Os Sonhos Evaporam” e “Algo Está Errado”, além de apresentar “Navio Negreiro”, de Gladir Cabral.

    1990, Independente


    38º: Manhãs de Outono – Sinal de AlertaSinal de Alerta - Manhãs de Outono - 1987

    Desprendendo-se de sua fixação pelo Rebanhão, o Sinal de Alerta evoluiu tematicamente e sonoramente, e alcançou o seu ápice em Manhãs de Outono, um trabalho que consegue dialogar com sua época, e de quebra ainda apresenta grandes letras guiadas pelo seu pop rock, como “Tempos Modernos” e “Adolescência”.

    1987, Califórnia


    37º: Prá Falar de Amor – Banda & VozBanda e Voz - Prá Falar de Amor - 1992

    Banda & Voz foi, de fato, o primeiro grupo a ter fielmente um repertório muito eclético e variado, passeando pela black music, soul, ska, envolvendo tudo em ganchos pop. Tudo isso amadureceu em Prá Falar de Amor, em que, especialmente, o timbre de Natan Brito se destaca junto ao groove da guitarra de Marcos Brito e baixo de Beno César.

    1992, Line Records


    36º: Tempos de Celebração – Adhemar de CamposTempos de Celebração - Adhemar de Campos - 1993

    Após a Comunidade da Graça, Adhemar trouxe toda a temática congregacional para sua carreira solo, mas, diferentemente de todos, agregando gêneros musicais ‘incomuns’ para o repertório das igrejas, além das excelentes canções “Tributo a Iehovah”, “Fonte de Água Viva” e “Bem Supremo”.

    1993, Comunidade da Graça


    35º: O Amor é a Resposta – Alessandra SamadelloO Amor é a Resposta - Alessandra Samadello - 1996

    O grande mérito do quarto trabalho de Alessandra é de ultrapassar limites musicais dentro da própria tradição musical adventista. Influenciando até o contemporâneo Leonardo Gonçalves, O Amor é a Resposta aposta em sonoridades mais introspectivas, melancólicas e contemporâneas, sempre regadas a vibrantes e viscerais registros vocais, do estilo que só Alessandra Samadello poderia fazer.

    1996, ABBO


    34º: Intimidade – Jorge CamargoIntimidade - Jorge Camargo - 1999

    Uma produção de Jorge Camargo, Nelson Bomilcar e Marquito Cavalcante, é um dos registros mais agradáveis de música popular brasileira cristã, em que Jorge se estabelece como cantor e compositor. As músicas são bem interpretadas e tocadas. A combinação de canções acústicas e eletrônicas, além do excelente encarte, gerou uma das obras-primas do nicho.

    1999, Alento Produções


    Grupo Semente - Criação - 198633º: Criação – Grupo Semente

    Com a influência do Vencedores por Cristo, o Grupo Semente produziu canções de excelência, com a participação de Nelson Bomilcar, Jorge Camargo, Sérgio Pimenta e vários outros. Criação consegue sintetizar, muito bem, a música do conjunto.

    1986, VPC Produções


    32º: Coisas da Vida – Carlinhos FelixCarlinhos Felix - Coisas da Vida - 1991

    Carlinhos Felix, após deixar o Rebanhão, veio como um dos intérpretes com os discos mais bem produzidos nos anos 90, e sua essência musical nunca soou tão completa quanto em seu trabalho de estreia, Coisas da Vida. Este registro contém suas peculiares formas de produzir música pop, com a colaboração de guitarras por Paulinho Guitarra, mestre do blues no Brasil, e teclados de Pedro Braconnot.

    1991, Continental / Warner Music Brasil


    31º: O que Virá? – Comunidade S8Comunidade S8 - O que Virá - 1981

    Seguindo os passos de seu disco anterior, a S8 produziu o seu maior clássico até aqui. Aqui, a banda se rende a um rock progressivo sombrio, de influências pós-tropicalistas, mas não autoindulgente, especialmente pelas guitarras de Ernani Maldonado. Combinando crítica social com o apocalipse, o trabalho é, no mínimo, intrigante.

    1981, Independente


    30º: Novo Dia – RebanhãoRebanhão - Novo Dia - 1987

    Carlinhos Felix e Pedro Braconnot transformaram as influências da tropicália, trazidas anteriormente por Janires, para faixas pop que caracterizam bem a textura das produções dos anos 80, como “Primeiro Amor”, “Nele Você Pode Confiar”, “Jesus é Amor (Jesus Is Love)” e “Razão”.

    1988, PolyGram


    O que a Lua não pôde, não pode, nem poderá - Wolô29º: O que a Lua não Pôde, não Pode e não Poderá – Wolô

    O disco mais rico, musicalmente falando, dos anos 70, também é um recheado de influências culturais. Wolô soube verbalizar a ‘loucura’ hippie, transmitir gírias e filosofar acerca de Cristo, fundindo tudo isso a uma sonoridade que mescla rock, bossa nova, com influências da Jovem Guarda.

    1975, Independente


    28º: Calmo, Sereno, Tranquilo – Jairo Trench Gonçalves e Paulo Cezar da SilvaCalmo, Sereno, Tranquilo - Jayrinho e Paulo Cezar - 1976

    Jayrinho e Paulo Cezar, juntos, formariam o Grupo Elo. Mas, este registro predecessor, captura fielmente a tensão e restrições existentes no meio evangélico na época em que foi produzido. A obra é suave, com camadas de violão ovation, e baixo marcante, guiado por sonoridades influenciadas pela MPB.

    1976, Independente


    27º: Simplesmente João – João AlexandreSimplesmente João - João Alexandre - 1991

    Primeiro disco totalmente – e simplesmente de João, é um de seus trabalhos mais acessíveis e pops. A obra mostra um olhar mais positivo do cantor, com canções verticais, reflexivas, e trazendo algumas regravações, com a colaboração de Pedro Braconnot.

    1991, Gospel Records


    26º: Aliança – KoinonyaAliança - Koinonya - 1988

    A música do Koinonya seria o molde para a música congregacional feita na década seguinte: a banda Diante do Trono, por exemplo, bebeu intensamente de sua fonte. Sob a liderança de Bené Gomes, o grupo goianiense iniciou sua trajetória com o seu trabalho mais brilhante: Aliança contém várias músicas que, até hoje, são entoadas nas igrejas, como “Ao Único”, “Quem Pode Livrar” e a faixa-título, “Aliança”.

    1988, Koinonya


    25º: Obra Santa – Luiz de CarvalhoObra Santa - Luiz de Carvalho - 1969

    Ele foi o primeiro cantor a gravar um disco de vinil no meio evangélico nacional, em 1958, foi o primeiro artista evangélico de fato, o responsável por levar às igrejas o, então profano, violão, inseriu o bolero e elementos de samba e marchinhas na tradicionalíssima música cristã da época e se sagrou como o maior nome do cenário musical protestante nas décadas seguintes. O vinil Obra Santa, clássico indiscutível, além de contar com a voz e interpretação inconfundível de Luiz de Carvalho, é responsável por emplacar o primeiro hit da música evangélica nacional. A faixa-título se tornou uma espécie de hino oficial do movimento de Renovação Espiritual que se iniciou no Brasil a partir da década de 1960.

    1969, Som da Palavra


    24º: Está Consumado – CatedralCatedral - Está Consumado - 1993

    Talvez o mais importante álbum duplo da história da música cristã, Está Consumado, juntamente ao antecessor Volume III, faz uma ponte entre o Catedral, antes pertencente ao underground, e o que seria o grupo mais notório dos anos 90 e um dos expoentes do movimento gospel. O trabalho, no geral, é o clássico pop rock com o baixo funky de Júlio e riffs de guitarra – inconfundíveis – de Cezar. Vale destacar o clássico “Galhos Secos” e a letra de “Carpe Diem”, uma das músicas mais brilhantes do grupo, inspirada em pensamentos de Friedrich Nietzsche e José Ângelo Galarga.

    1993, Pioneira Evangélica


    23º: Armagedom – KatsbarneaArmagedom - Katsbarnea - 1995

    “O Arco-Íris de Deus tem muitas cores, e os sons muitas estradas que expressam nossas vidas. Acho que a mesmice cansa”, disse Brother Simion ao Super Gospel. Após ter trocado sua formação, o Katsbarnea deixou para trás suas veias funkeadas, cujo som explorava influências de soul e pop, e só se reencontrou no quarto álbum, Armagedom, mostrando que eram mais do que uma caricatura da Blitz. Produzidos por Paulo Anhaia, o soberbo álbum é definido por seu forte teor experimental, e letras evangelísticas, mesclando humor, além de mensagens apocalípticas – algo que se tornaria recorrente nas composições de Simion. Apoiado pelo marcante baixo de Jadão e riffs blues executados por Déio Tambasco, Brother provou ser a alma da banda, escrevendo todas as letras, além de gravar os vocais, guitarra, harmônica, piano e teclado.

    1995, Gospel Records


    22º: Indiferença – Oficina G3Oficina G3 - Indiferença - 1996

    Finalmente, Oficina G3 se desfez de suas referências explícitas ao Stryper. Quente e solta, a voz de Luciano Manga, cada vez mais poderosa, chega ao ápice junto ao peso das composições do guitarrista Juninho Afram. Elétrico, o disco se complementa aos teclados de Jean Carllos, ao autoritário e agressivo baixo de Duca Tambasco e as baquetas de Walter Lopes em canções como “Espelhos Mágicos”, mas se rendendo a baladas fascinantes, como “Magia Alguma” e “Novos Céus”. Em “Glória Inst.”, Afram mostrou o porquê é o maior guitarrista que a música cristã nacional já conheceu.

    1996, Gospel Records


    21º: On the Rock – ResgateResgate - On the Rock - 1995

    Paulo Anhaia elevou o nível do Resgate de forma abismal em seu terceiro registro. On the Rock capturou todo o potencial de humor autodepreciativo sob sua música, e ascendeu as guitarras de Zé Bruno e Hamilton, com riffs poderosos de hard rock. Sendo o trabalho mais importante e sólido do rock cristão nacional durante a segunda metade dos anos 90, o disco combina temáticas obscuras, como a depressão, solidão e morte com a mais peculiar sátira, cuja habilidade o quarteto é especialista.

    1995, Gospel Records


    20º: Fruto dos Lábios – Comunidade da GraçaComunidade da Graça - 1988 - Fruto dos Lábios

    Clássico do louvor congregacional do Brasil, Fruto dos Lábios é o melhor trabalho da Comunidade da Graça, sob a participação de Adhemar de Campos. Recheado de clássicos, como “Nosso General”, “Louvemos ao Senhor” e “Hosana”, o trabalho se destaca pela qualidade dos arranjos vocais e de instrumentos utilizados.

    1988, Comunidade da Graça


    19º: Alma Cansada – Jair e HozanaAlma Cansada - Jair e Hozana

    As duplas formadas por homem e mulher fizeram história na música sertaneja cristã, e a primeira de destaque foi Jair e Hozana. Jair, aliás, era ninguém menos que Jair Pires, que faria história como um dos mais notórios cantores e compositores da história da música pentecostal. Alma Cansada, um disco embalado por viola e acordeom, misturava canções autorais do músico com alguns poucos hinos da Harpa Cristã. Em meio a faixas de grande relevância na época, como “Canta meu Povo” e “Multiplicações de Pães”, se destacaria a faixa-título, que se tornaria um inegável clássico.

    1968, Celeste


    18º: Portas Abertas – Grupo LogosPortas Abertas - Grupo Logos - 1987

    Um dos últimos trabalhos do Logos nos anos 80, Portas Abertas tem todas as características das produções oitentistas, e foi totalmente aberto para os modismos da época, como os sintetizadores utilizados e o reverb da bateria. Mas as composições seguem fortes e sinceras, como se espera em relação a este grupo.

    1987, Logos


    17º: Novidade de Vida – Edson e TitaNovidade de Vida - Edson e Tita - 1982

    Com a participação de grandes nomes da música nacional, como Paulo Jobim, João Donato, Danilo Caymmi, Toninho Horta e muitos outros, Novidade de Vida é o disco de música popular brasileira mais brilhante da década de 80. Tratando de questões como a solidão, o vazio humano e o encontro com Cristo, o trabalho conta com arranjos refinados de qualidade muito acima da média que o meio evangélico apresentava, na época. O primor das músicas foi tão notável que, anos depois, Tita processou Tom Jobim, por um suposto plágio de uma de suas canções, o qual Tom foi absolvido.

    1982, Parejhara


    16º: Anseios – Altos LouvoresAnseios - Altos Louvores - 1986

    A grande fórmula do Altos Louvores foi, além de seguir os outros grupos musicais com temática de louvor da época, utilizar uma musicalidade mais simples e próxima ao pop em suas produções. Sob o comando de Edvaldo Novaes e colaboração de Pedro Braconnot nos pianos e teclados, o disco contém uma gama variada de composições, escritas por Sérgio Lopes, Léa Mendonça, e muitos outros.

    1986, Som e Louvores


    15º: Voz e Violão – João AlexandreVoz e Violão - João Alexandre - 1996

    Ninguém soa ou soará um dia como João Alexandre. Em boa forma, Voz e Violão é um dos registros mais brilhantes de nossa história, e compreende canções conduzidas de forma literalmente “solo” pelo cantor. O repertório, no geral, nem é lá tão novidade, mas a proficiência e intimidade que Alexandre possui com seu violão é ímpar, produzindo o maior disco do estilo no meio cristão.

    1996, VPC Produções


    14º: Dê Carinho – Cristina MelCristina Mel - Dê Carinho - 1997

    Cristina Mel foi a intérprete mais importante da música cristã nos anos 90, e Dê Carinho registra a intérprete em pleno voo, alcançando o seu ápice, dividindo seu repertório entre vários gêneros musicais. A obra trata do amor, em sua amplitude, versando, por exemplo, sobre amizades (“Ao Amigo Distante”) e o favor de Cristo (“Mestre”). Essencialmente pop, com produção musical de Cristina, e arranjos instrumentais de Karam e Natan Brito, foi também lançado numa edição em espanhol.

    1997, MK Music


    13º: 3 – Complexo JComplexo J - 3 - 1992

    Um literal ‘tapa na cara’ da sociedade, o terceiro trabalho do Complexo J é um dos discos mais fortes dos anos 90, em tempo de extenuantes crises econômicas e expansão do meio evangélico. Apresentando Cristo como solução revigorante, 3 é o ápice da capacidade criativa do grupo, com grandes canções, como “Abra Seus Olhos”, “Choro da Natureza” e, especialmente, “Sábado Quente”.

    1992, MK Music


    12º: Espelho nos Olhos – Banda AzulEspelho nos Olhos - Banda Azul - 1988

    Sendo o canto do cisne de Janires, é um dos trabalhos mais ricos, musicalmente falando, dos anos 80. Seu teor poético se entrelaça com o contexto histórico: é neste disco que o cantor faz uma retrospectiva de sua vida, nos dá referências de outras músicas que se tornaram relevantes em sua carreira, e constantemente trata da Eternidade. Trazendo, agradavelmente, variações de rock progressivo, pop rock, reggae e MPB, Espelho nos Olhos é um testemunho musical brilhante de uma vida humana voltada, até o seu último momento, para o céu.

    1988, Bompastor


    11º: Não Há Barreiras – Álvaro TitoÁlvaro Tito - Não Há Barreias - 1986

    Imagine uma das maiores gravadoras do planeta, a PolyGram (hoje Universal Music), abrindo suas portas para a música evangélica brasileira que estava fervilhando nos anos 80. Agora, imagine um talentoso cantor de apenas 21 anos que misturava MPB, jazz, soul e pop como recém contratado por ela para gravar seu terceiro disco. Artisticamente ambicioso, se propõe a não apenas interpretar, mas também atuar no projeto como diretor musical, arranjador, músico e compositor de metade das faixas. A despeito da resistência inicial da cúpula da gravadora em confiar tamanha responsabilidade a um artista tão jovem, o trabalho resultou em um dos melhores discos já produzidos na música evangélica nacional. O sucesso de público e crítica foi imediato e a faixa que o intitula, certamente, uma das mais importantes daquela década dourada.

    1986, PolyGram


    10º: Princípio – RebanhãoRebanhão - Princípio - 1990

    Era 1990 e o Rebanhão disse sim para o início do movimento gospel, intensificando o pop do disco anterior, cuja consistência seria o molde para as produções da época. Neste disco, o grupo apresenta baladas suaves e de excelência, como “Selo do Perdão”, mas questiona os poderosos e regimes totalitários nas elegantes “Muro de Pedra” e “Palácios”, um triunfo de Paulo Marotta e Pedro Braconnot. Como cereja do bolo, o grupo ainda utilizou-se do fatídico assassinato de Chico Mendes para questionar: “até quando viverei pra testemunhar e dizer sim, sim a Deus e a toda vida?”, dando o desiludido atestado de que mais uma década passara e os dilemas ainda eram os mesmos. Além do mais, foi o primeiro disco gospel, e o primeiro lançado em CD.

    1990, Gospel Records


    9º: Retratos de Vida – MiladRetratos de Vida - Milad - 1987

    Foi no álbum conceitual mais importante da música cristã em que a dupla João Alexandre e Toninho Zemuner explorou a vida noturna paulista e todo o caos urbano que existia – e persiste – na maior cidade do país. Tratando da elite cultural (“Plateia”), prostituição (“Esquinas Cruéis”), desigualdade em seus extremos (“Pobres Ricos” e “Meninos de Rua”) e isolamento social (“Solidão de Ilha”), o trabalho é cheio de riqueza musical, passeando pela MPB, bossa-jazz e até mesmo o post-punk, com muita tranquilidade. Além da clássica “Olhos no Espelho”, o disco contém despojadas e agradáveis faixas instrumentais, confirmando a coragem e relevância que contém para a história da música cristã nacional.

    1987, Água Viva


    8º: Janires e Amigos – JaniresJanires e Amigos

    O primeiro álbum ao vivo da música cristã nacional é o registro definitivo de toda uma cena que estava se consolidando nos anos 80: Janires reuniu amigos e fincou sua respeitada imagem. Apoiado pela Banda Fé, com participação de João Alexandre, Ed Wilson, Rebanhão e muitos outros músicos e personalidades midiáticas, como o ex-jogador Baltazar e o ex-piloto Alex Dias Ribeiro, o disco é intimista, e pouco religioso. Falando de sua vida, e refletindo acerca dos testemunhos e dificuldades diárias de seus amigos, o repertório surpreende pelas belas “Mamãe”, “Alex, o Baixinho Voador”, “Helena, Todo Pecado Será Perdoado”, além da icônica “Jesus Super Herói”. No geral, Janires e Amigos é um trabalho que revela o melhor de Janires: riqueza musical, simplicidade e sinceridade.

    1985, Doce Harmonia


    7º: Situações – Grupo LogosGrupo Logos - Situações - 1984

    Após o fim do Grupo Elo, o Grupo Logos surgiu sob o comando de Pr. Paulo Cezar. Situações é o seu clássico, registro que se mostra bastante superior ao trabalho antecessor, Caminhos. Aqui, a banda aposta em um som que segue as tendências do último trabalho do Elo, Nova Canção, trazendo influências populares para a sua música. Outro destaque, acerca de sua sonoridade, é a riqueza de sintetizadores que apresenta. Portanto, além de musicalmente dentro das tendências da época, o disco possui a consistência lírica que tornaria o Logos um dos melhores grupos musicais já existentes.

    1984, Logos


    6º: Luz do Mundo – RebanhãoRebanhão - Luz do Mundo - 1983

    O céu é a temática mais clara para definir Luz do Mundo. Neste álbum, o Rebanhão apresentava uma evolução técnica considerável, em relação ao primeiro trabalho. Gravado no melhor estúdio brasileiro da época, o Estúdio Transamérica, se destaca pela suave “Hoje Sou Feliz”, com influências da MPB, e sua letra, tão atual, sobre a situação do nosso país. Embora o disco descreva, de forma bem forte e incisiva, os problemas da sociedade, não é pessimista, mas indica Cristo como a solução. Janires, claramente, era alguém fixado na Eternidade, e não deixou de cantar sobre ela até o último momento de sua vida: “Ele faz muita falta, mas não aguentaria a forma com que a igreja caminha nos dias de hoje”, disse Carlinhos Felix ao Super Gospel.

    1983, Arca Musical Evangélica


    5º: Cem Ovelhas – Ozéias de PaulaCem Ovelhas - Ozéias de Paula - 1973

    O disco Cem Ovelhas, do cantor Ozéias de Paula é, provavelmente, o mais importante álbum lançado por um artista do movimento pentecostal. O que saiu deste trabalho influenciou as gerações que viriam. Todas as onze canções que compõem o disco se tornaram sucesso e algumas delas clássicas, como “Hoje sou Feliz” e “Oh foi por mim”, além da faixa-título que se tornou um hino o qual ultrapassa o limite do tempo. Outro grande sucesso, “É Assim que eu Te Amo”, embora se tratasse de uma declaração a Deus, passou a ser considerada como uma música romântica, o que abriria portas para as diversas canções e discos apaixonados que viriam nas décadas seguintes. Com grandes letras e uma pegada ousadamente moderna para a época, Ozéias entrou para a história como o maior nome masculino da história da música pentecostal nacional.

    1973, Estrela da Manhã


    4º: Celebraremos com Júbilo – Don e AsaphDon e Asaph Borba - Celebraremos com Júbilo - 1978

    Asaph Borba, juntamente a Adhemar de Campos, são os nomes mais conhecidos, e importantes, do meio congregacional. No entanto, na segunda metade dos anos 70, Asaph já estava no meio evangélico. E, com o músico Donald Stoll, formou a dupla Don e Asaph, produzindo Celebraremos com Júbilo. Gravado totalmente em território estrangeiro, em Bay City, Michigan, nos Estados Unidos, a obra possui uma consistência sonora e instrumental bastante superior, se considerarmos os lançamentos deste período. Por sua vez, este trabalho se destaca com várias canções, mostrando que, mesmo após mais de trinta anos após o seu lançamento, é um dos clássicos de nossa música.

    1978, Life Produções


    3º: Ouvi Dizer – Grupo EloOuvi Dizer - Grupo Elo - 1978

    O Grupo Elo é um dos mais importantes grupos musicais já surgidos na música cristã. Sob o destaque das figuras de Jayrinho (in memoriam) e Pr. Paulo Cezar, a sua obra alcançou outro nível com o disco Ouvi Dizer. Enquanto Nova Jerusalém, o trabalho de estreia, se destacava por trazer instrumentos até então pouco convencionais, como a bateria e a guitarra, o disco sucessor une isso a um bom repertório, que se tornou um clássico no meio evangélico.

    Com bases gravadas nos EUA e representando uma virada no som na banda, conta com uma produção musical de altíssimo nível e músicos competentes. Assim, somos introduzidos a faixas de grande riqueza poética, como a clássica “Céu, Lindo Céu”, além das regravações de “Calmo, Sereno, Tranquilo” e “Mais Perto Quero Estar”. A melhor música, por sua vez, é “Autor da Minha Fé”, uma das mais belas canções nacionais que temos, já regravada por Cristina Mel, Carlinhos Felix, Alex Gonzaga e Paulo César Baruk.

    1978, Elo


    2º: Mais Doce que o Mel – RebanhãoRebanhão - Mais Doce que o Mel - 1981

    “Quando comecei no Rebanhão não tinha ideia do que iria acontecer. Para mim, como novo convertido, era muito normal cantar músicas em uma linguagem textual e musical jovem e divertida, mas para muitos se tratava de algo inaceitável para os padrões religiosos da época”, afirmara Pedro Braconnot ao O Propagador. De 1981 pra cá, Mais Doce que o Mel apenas foi mais reconhecido e estimado: o primeiro registro de rock e tropicália que definitivamente alcançou o meio cristão, o disco foi, por muitos anos, um escândalo.

    Com sua sonoridade ousada e direta, o repertório se destaca especialmente pelas composições de Janires que, claramente, dialogava com a cultura do nosso país. O destaque vai para o pot-pourri, cujo som, durante oito minutos, prende o ouvinte, com riffs de baixo bem marcados e um arranjo de metais de classe. A primeira música deste medley, “Salas de Jantar”, claramente faz referência à “Panis et Circenses”, do antológico disco de estreia dos Mutantes. A riqueza de sons se expande ao “Baião” e sua crítica social, e a melhor música do disco, o choro “Casinha”. Carlinhos Felix e Pedro Braconnot também surgem com as agradáveis “Monte” e “Refúgio”, guiadas por uma sonoridade que passeia pelo pop rock e rock progressivo.

    Mais Doce que o Mel não foi muito bem recebido por conta de suas músicas questionadoras, livres e diretas, mas nada foi mais polêmica do que a capa, em que Janires esbanja simplicidade, com a camisa aberta. ‘Censurada’, a capa teve que ser refeita em outra edição. Além das críticas, boicotes e acusações de satanismo, o reboliço causado pela música do Rebanhão apenas expandiu a sua popularidade, tornando-os conhecidos por todo o país.

    1981, Doce Harmonia


    1º: De Vento em Popa – Vencedores por CristoDe Vento em Popa - Vencedores por Cristo - 1977

    Um dos discos mais aclamados até hoje em termos de letras, ritmos, vocais e instrumentais. A grande importância desse trabalho reside na proposta diferente que trazia, na linguagem inovadora e na influência que provocou em tantos artistas cristãos, que estavam sendo formados naquela época, e mesmo em épocas posteriores. Pela primeira vez, os Vencedores por Cristo lançavam um disco com canções totalmente autorais e cujas letras e sonoridade dialogavam, sem medo, com a cultura brasileira.

    “Eu o considero um marco porque Vencedores àquela altura era o grupo musical de maior penetração no meio cristão devido às equipes que viajavam por todo o país divulgando o trabalho musical da organização”, diria Jorge Camargo, em entrevista ao Arquivo Gospel. De Vento em Popa foi o único disco cristão a ser tema de uma tese de mestrado, defendida na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ainda, esta obra, devido a sua qualidade musical, transpassou as barreiras do meio cristão, servindo de influência para alguns músicos ‘seculares’, sendo citado, recentemente, por Ed Motta, como “um disco raro no gospel”.

    Aliando-se à música brasileira, na pretensão de nacionalizar as canções cristãs da época, era um contraponto a tantas versões que eram feitas (profético?). Reúne músicas de grandes compositores da música cristã: Aristeu Pires Junior, Artur Mendes, Ederly Chagas, Guilherme Kerr, Sérgio Pimenta e Nelson Bomilcar, que também participam nos vocais e instrumentais. Um disco em que brasilidade, poesia, qualidade e espiritualidade se harmonizam.

    1977, VPC Produções


    Eleitores: Alex Eduardo (músico), Danilo Andrade (editor-chefe, O Propagador), João Dias (historiador), Leiliane Lopes (jornalista), Philipe Daniel (músico), Rafael Ramos (jornalista e editor-chefe, Gospel no Divã), Roberto Azevedo (editor-chefe, Super Gospel), Rogério Oliver (pesquisador, Gospel no Divã), Ruben Mukama (músico), Salvador de Souza (historiador), Tayse Souza (editora, O Propagador), Tiago Abreu (editor colaborador, Super Gospel).

    Contribuintes: Alexandre Pereira, Charles Spencer, Cleber Nadalutti, Gesson Vasconcelos, Jhonata Fernandes, Philippe Santos, Renan Lima, Thiago Ferreira.

  • Fique Sabendo – Pamela, Cassiane, André Valadão e muito mais

    Hoje é sexta-feira, e dia de Fique Sabendo! Confira as novidades do início de agosto!


    Pamela lança clipe da canção “Vou Amar-Te”

    A cantora Pamela acaba de divulgar o segundo clipe do seu álbum Tempo de Sorrir, lançado ano passado. O clipe da canção “Vou Amar-Te” foi filmado em 4K e dirigido pela BME Multimídia, que tem dirigido vários clipes no meio cristão.


    Gislaine e Mylena apresentam a capa do novo disco, A Voz de Quem Adora

    A dupla Gislaine e Mylena, que está prestes a lançar um novo trabalho, divulgou a capa nas redes sociais durante esta semana. O disco A Voz de Quem Adora contará com faixas inéditas, produzidas por Ronny Barboza. Confira a capa abaixo:A Voz de Quem Adora - Gislaine & Mylena


    Novo álbum de Cassiane chama-se Minha Essência

    A cantora Cassiane anunciou, durante esta semana, o nome do seu novo CD. Sua estreia pela Onimusic, o trabalho se chamará Minha Essência, com produção musical de seu marido, Jairinho Manhães. A obra também reserva uma participação especial estrangeira, ainda não divulgada.


    Stryper lança o single “Fallen”

    A banda Stryper divulgou o seu segundo single. O quarteto, que tempos atrás lançou a primeira faixa do disco Fallen, segue anunciando novidades, desta vez trazendo a canção-título do projeto. Segundo o vocalista Michael Sweet, é o disco mais pesado do Stryper, que já tem mais de 30 anos de carreira e é a banda de rock cristão mais notável do mundo.


    Gisele Nascimento lança o clipe “Janelas da Alma”

    A cantora Gisele Nascimento lançou, pela gravadora MK Music, o clipe da canção “Janelas da Alma”. A canção, que intitula o seu segundo disco pela gravadora, recebeu imagens que trouxeram elogios do público. O selo tem apostado em Gisele, que tem obtido boas avaliações de seus trabalhos mais recentes.


    André Valadão lança single “Encontrei-me em Ti”

    O cantor André Valadão, prestes a gravar ao vivo um disco, divulgou a canção “Encontrei-me em Ti”. Faltou uma produção musical mais consistente, mas vale a pena ouvir.

    Daniela Araújo lança a canção “Julho”

    A cantora Daniela Araújo divulgou mais uma canção de seu futuro álbum, chamado 2015. A canção Julho, com arranjos assinados pela artista juntamente com seu irmão, trata da temática de esperar em Deus. Ouça:


    Até a próxima semana!

     

     

  • Leonardo Gonçalves responde Thalles: “sua opinião a nosso respeito não faz a menor diferença”

    O cantor e compositor Leonardo Gonçalves decidiu, desde ontem (18/7), comentar uma das mais recentes polêmicas de Thalles, o qual afirmou, durante um evento, que seu próximo disco seria dedicado ao público não-religioso e que o meio gospel é fraco. Em outro vídeo, que também tem causado forte agitação nas mídias sociais, Thalles disse que “[…] eu sou uma pessoa melhor que todos eles juntos cantando no mesmo palco, e eu sozinho bato em todo mundo”. A forte repercussão negativa fez com que Thalles gravasse um vídeo, pedindo desculpas ao público. No entanto, Leonardo Gonçalves manifestou sua decepção com o músico em suas redes sociais:

    No mesmo dia, o ex-vocalista do Palavrantiga, Marcos Almeida, também comentou o fato, afirmando que a atitude de Thalles não tem nada a ver com o chamado novo movimento, que a divisão entre o gospel e secular é uma construção cultural e a ação de Thalles, em sua visão, apenas reforçará os estereótipos.

    O diretor do selo gospel da Sony Music Brasil, Maurício Soares, com quem Thalles firmou contrato antes de ir para a Universal Music e o revelou na Graça Music, publicou uma imagem em suas redes sociais com indiretas para o cantor: “Bom fim de semana a todos os artistas de música gospel que mesmo abaixo da média levam a sério o chamado! O que importa são os frutos e não a média” (sic). Lydia Moisés compartilhou em seu perfil no Instagram.

    No entanto, Leonardo Gonçalves, neste sábado, resolveu ser mais direto, e escreveu, em público, um texto direcionado a Thalles. Confira abaixo, na íntegra:

    qdo alguém demonstra achar que tds q discordam dele apenas o fazem por inveja, então não há mais muito o que fazer. só orar, msm. e tenho orado bastante por vc, Thalles Roberto.

    mas entenda q o problema nunca foi vc me diminuir ou diminuir meus colegas de ministério. sua opinião a nosso respeito não faz a menor diferença, nem para nós, nem para nosso público (e talvez pra ngm, msm).

    o q assustou e assusta é a imagem q vc tem de si mesmo. talvez vc não saiba disto (pq chegou faz pouco tempo), mas nunca antes na história da música cristã no brasil alguém se arvorou a tanto. e é por isso q, já há algum tempo, vc está em minhas orações.

    não quero e nem nunca quis sua fama e seu dinheiro. estou feliz com o q o Senhor me deu. e o q ELE me deu não é pouco! com certeza muito mais do q eu mereço. tanto pela pessoa falha q sou como pelo talento q – diga-se de passagem- ELE me deu.

    não sou ngm pra questionar sua sinceridade, mas acho estranhas tb as conversas q vc diz ter com ELE e as coisas q vc diz q ELE fala, nestes diálogos. algumas delas não me parecem muito com as coisas q ELE diz em SUA PALAVRA. oro tb pra que vc encontre alguém q lhe a ajude a ler e compreender melhor SUA PALAVRA. como já disse, vc chegou faz pouco tempo e um ou outro equívoco é natural, neste processo de caminhar com ELE.

    mas se ELE está chamando vc pra cantar outras coisas pra outras pessoas, faça isto! eu e muitos outros cantores cristãos estaremos orando por vc. se não der certo e vc quiser voltar, também estaremos aqui, pra receber vc de braços abertos, mais uma vez, se necessário for. pq assim é o Evangelho.

    ps.: apenas para sua informação: vc não é o número 1 do meio gospel. se é q isso existe (e com certeza não importa) esse lugar é de Aline Barros. 😉

    Thalles não se manifestou acerca do texto. Leonardo acabou apagando o texto de suas redes sociais, dando explicações mais tarde.

    A cantora Cassiane, em uma entrevista, chegou a comentar o fato, dizendo que gosta de Thalles, mas que “meus 34 anos de ministério não podem ser medidos por alguém que acabou de chegar”. Além dela, o grupo Trazendo a Arca, a banda Metal Nobre e os cantores Samuel Mariano, Amanda Ferrari, Cristiane Carvalho, Vanilda Bordieri, Marcus Salles, Nani Azevedo e Ana Paula Valadão comentaram o fato.

    Leia também: Leonardo Gonçalves apaga texto sobre Thalles e explica os motivos

    Leia também: Kim, do Catedral, chama Thalles de “backing cantor”, e diz: “tenho pena”

  • TOP 10 – Músicas de alerta contra a Babilônia

    Estreou há pouco mais de um mês uma das novelas globais que mais deu o que falar nos últimos tempos: Babilônia. E não é pra menos. Logo no capítulo de estreia a trama causou um reboliço principalmente entre os cristãos, não apenas pelo título que por si só carrega uma conotação negativa para os conhecedores da Palavra, mas principalmente pela forma como a novela abordou a questão da homossexualidade, colocando um casal lésbico representado por duas senhoras trocando beijos e carícias.

    Evangélicos usaram as redes sociais para expor opiniões a respeito e demonstraram insatisfação acusando a novela de atentar contra a família e a moral. Nomes como Silas Malafaia, Marco Feliciano e o Magno Malta foram alguns de muitos que usaram suas redes sociais para manifestar desaprovação e até promover boicotes.

    No contexto bíblico, Babilônia era o império para onde o povo de Israel fora levado cativo e permaneceram escravizados por longos anos. Quem não conhece a história do profeta Daniel que foi jogado na cova dos leões por seguir sua rotina de oração quando o rei havia proibido? Ou  Hananias, Misael e Azarias, mais conhecidos por seus nomes pagãos como Sadraque, Mesaque e Abede-nego que foram lançados na fornalha ardente por não se curvarem à imagem de Nabucodosor?

    Esses quatro jovens foram separados entre os escravos hebreus para servirem no palácio real e chamaram a atenção por rejeitarem a comida que era oferecida no palácio, por comidas simples, como frutas e verduras. O que mais espantava era que estes jovens aparentavam estarem com mais vigor e saúde que os demais que comiam os manjares do palácio babilônico, conotando com o mundo e o que ele oferece.

    Tudo isso tem inspirado diversas canções que falam destes feitos e nos alertam sobre os perigos da “Babilônia”. Confira 10 que valem a pena ouvir e refletir.

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    [tab title=”10º”]

    O Decreto – Cristiane Medeiros

    Recentemente lançado pela gravadora Celebrai Music, o novo CD da cantora Cristiane Medeiros traz como single a canção “O Decreto”, a qual narra, justamente, a história dos jovens que foram lançados na fornalha. Uma canção impactante que faz uma ponte entre a história e os dias atuais. (2015)

    https://www.youtube.com/watch?v=zy0YxoWoQ1U

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    [tab title=”9º”]

    Babilônia – Wilian Nascimento

    Gravada por Wilian Nascimento no álbum Agir de Deus, a canção, assim como a anterior faz uma analogia entre a história narrada no livro de Daniel e os dias atuais, declarando fidelidade ao único Deus. É uma composição de Anderson Freire. (2010)

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    [tab title=”8º”]

    Contra a Babilônia – Leandro Vinícius

    Em seu primeiro CD, de título Santo, o jovem cantor Leandro Vinícius trouxe em seu repertório essa excelente canção, que traz uma mensagem de insatisfação com a atual situação, a qual, cada vez mais, a “Babilônia” tem influenciado as nações. (2012)

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    Eu Prefiro ser Fiel – Leandro Borges

    Uma grande revelação na música pentecostal, Leandro Borges, em seu belíssimo CD Pelo Reino de Deus trouxe-nos a canção “Eu Prefiro ser Fiel”. Com uma letra forte, a canção apresenta uma mensagem de não conformação com as coisas do mundo, buscando se manter vigilante, assim como Daniel, rejeitando os manjares do rei. Vale a pena ouvir. (2013)

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    Não vos Conformeis – Cassiane

    “Não vos conformeis” é mais uma canção de exortação. Gravada por Cassiane em seu último trabalho de inéditas distribuído pela Sony Music, Ao Som dos louvores, e diferentemente das anteriores, busca nos exortar sobre os perigos de nos conformarmos com as coisas do mundo. (2011)

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    Na Corte do Egito – Trazendo a Arca

    “Na Corte do Egito” foi escrita por Deco Rodrigues e Luiz Arcanjo, mas foi cedida inicialmente para Fernanda Brum, que a gravou no álbum Profetizando as Nações. No entanto, a versão do Trazendo a Arca foi muito mais bem sucedida, tanto em público e crítica, com um arranjo criativo de Ronald Fonseca. Esta versão pode ser encontrada no clássico Marca da Promessa. (2007)

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    Identidade – Anderson Freire e Bruna Karla

    A música, a qual intitula o primeiro disco solo de Anderson Freire tornou-se um verdadeiro hit e um dos grandes sucessos de sua carreira. Com participação de Bruna Karla, a música tem de tudo um pouco, pois vai do pentecostal ao que podemos chamar de rap e narra a história de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego (é recorrente, neste tema) e mostra que é preciso assumirmos a nossa identidade, independente dos riscos que isso venha nos oferecer, até mesmo a fornalha. (2010)

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    Daniel – Resgate

    Um dos primeiros sucessos do Resgate, “Daniel” foi escrita pelo vocalista e guitarrista Zé Bruno para o álbum Novos Rumos. A canção trata diretamente a respeito da vida de Daniel, fazendo alusão as coisas que o mundo nos oferece. Essa música foi regravada diversas vezes pela banda e pode ser encontrada em várias versões. (1993)

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    [tab title=”2º”]

    Fidelidade – Danielle Cristina

    Um dos maiores sucessos de Danielle Cristina, a canção “Fidelidade” caiu na boca do povo em diversas igrejas pentecostais. Seu refrão forte e impactante declara justamente a fidelidade para com Deus, não dando a nossa adoração a nenhum outro senão a Ele. A frase “Até diante da morte, prefiro ser fiel” mostra o quanto esta canção é forte e é preciso muita coragem para cantá-la. (2009)

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    O Lamento de Israel – Sérgio Lopes

    Provavelmente o maior sucesso da carreira do cantor Sérgio Lopes até hoje, a canção “O Lamento de Israel” foi lembrada pela maioria das pessoas perguntadas sobre músicas com este tema e foi lançada no álbum O Sétimo, produzido por Pedro Braconnot. Sua relevância não é a toa, pois realmente se diferente das demais por ter uma pegada mais suave, mas igualmente impactante por transmitir uma mensagem forte e de grande apelo emocional. Em palavras, Babilônia não é o lugar de Israel, mas é preciso chorar, clamar a Deus para que Ele liberte do cativeiro. Merecidamente, é um clássico. (1997)

    https://www.youtube.com/watch?v=_l-iqlPqq4c

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    Agora que você já conferiu o TOP 10 e ouviu as canções, vale a pena pensar: Será que estamos mesmo rejeitando os manjares do rei como costumamos cantar ou será que estamos nos curvando às coisas as quais nos são oferecidas pelo mundo? Diante de tudo que temos visto e ouvido, vale a reflexão. Com certeza, a nossa Babilônia não é mais o Império antigo e os manjares não são literais, mas tudo aquilo que possa nos distanciar do alvo. Até a próxima!

  • Fique Sabendo – Marcos Almeida, Cassiane, Toque no Altar e muito mais

    Fique Sabendo está de volta! Depois de uns meses parada, a coluna volta com tudo para informar as principais notícias do mundo gospel em apenas um artigo. Leia e saiba as mais recentes novidades do meio!


    Biquíni de Natal - Marcos Almeida -2014 - singleMarcos Almeida inicia carreira solo lançando nova música – “Biquíni de Natal”

    O cantor e compositor Marcos Almeida, ex-vocalista do Palavrantiga, lançou, neste dia 8/12 uma nova música e clipe, intitulada de “Biquíni de Natal”. A canção, a distribuída pela Som Livre faz uma reflexão sobre a data natalina e o ato de Cristo. Sem maiores reservas, o músico também lançará um livro de contos.

    Sobre a música, Marcos disse: “Foi lançada hoje no iTunes a canção “Biquíni de Natal”. Os arranjos de cordas de Marcelo Rauta e o encarte digital de Angela Bacon somaram ao trabalho autoral uma força capaz de elevar e inspirar ainda mais a gente. Jordan Macedo foi brilhante nos volumes; é possível ouvir tudo o que precisávamos ouvir. Essa é uma obra pela qual me orgulho muito; ela me emociona toda vez que a ouço, como se fosse a primeira vez. Meu desejo é que todos que amamos possam ser tocados por ela de alguma forma. Biquíni de Natal é como imagino Cristo nos trópicos, é o céu se estendendo sobre a praia, é a paz que sinto quando vejo reconciliadas Nele identidade e eternidade, Brasil e Reino, pertencimento e jornada.”

    Recentemente, Marcos Almeida também teceu comentários sobre Paul McCartney, ex-Beatle que é um dos artistas mais bem sucedidos na história da música e sua turnê pelo Brasil: “Paul é certinho. Nosso primeiro e principal caxias do pop. Ele faz uma música que me toca não pela surpresa, mas pela simetria da forma“.


    Cassiane prepara próximo álbum

    A cantora pentecostal Cassiane está a todo o vapor com seu próximo disco, o primeiro após sua saída do selo gospel da Sony Music Brasil. O projeto, ainda, sem título está sendo produzido por seu marido Jairinho Manhães, e tem atraído a expectativa do público. Algumas sessões de estúdio foram divulgadas na página da cantora no Facebook, das canções “Em Nome de Jesus” e “Pra Casa eu Vou”. Os bastidores do álbum foram divulgados no canal da artista no YouTube.


    Toque no Altar vai voltar com novo álbum e formação

    O Ministério Apascentar de Louvor, mais conhecido por seu nome antigo, Toque no Altar voltará à ativa em breve, afirma o portal da banda. Um novo álbum, intitulado Extraordinário também será lançado.

    O último trabalho do Apascentar foi Ao Deus das Causas Impossíveis, em 2011. Davi Sacer, hoje em carreira solo fez participação especial como vocalista e principal compositor das músicas. Durante esta época, o grupo apresentou um vocalista, chamado Alexandre Dias. Mas a formação atual do grupo é diferente, e seu novo vocal é Samuel Vinholes. Já Rafael Bitencourt, líder do grupo após a saída de Luiz Arcanjo e Sacer em 2006 está em carreira solo.


    Memora lança novo clipe e single, “Ela”

    A banda de rock Memora, uma das representantes do novo movimento lançou, nesta última semana seu novo clipe e canção, “Ela”. A letra aborda a história de uma jovem, com um universo particular em desordem e uma busca constante de transformação. A banda, formada por Rafael Lima (vocal, guitarra e violão) Rod Xavier (vocal, guitarra) Filipe Lima (baixo e teclado) e William Mardônio Jr. (bateria) lançou um EP em 2013, contendo seis faixas.


    Novo Som lança single com a volta da formação clássica

    A banda de pop rock Novo Som, ícone do movimento gospel lança sua primeira canção inédita desde a volta do baixista Lenilton, conhecido por ter sido o principal compositor da banda em seus anos de ouro. A canção, intitulada “Espelho” está sendo distribuída digitalmente pela gravadora Mess Entretenimento. O grupo também comemora 25 anos de carreira.


    Fernanda Brum desabafa sobre críticas Da EternidadeFernanda Brum divulga capas e reclama de críticas do público

    A cantora Fernanda Brum, durante os dois últimos dias divulgou duas opções de capa para seu futuro álbum, Da Eternidade. A cantora começou esta técnica de marketing desde o disco Liberta-me, que também teve identidade visual produzida pela Quartel Design.

    Ambas as capas trabalhavam com o símbolo matemático que representa o infinito, mas bastou a artista publicar, em sua página do Facebook as opções de capa que parte do público relacionou o símbolo com satanismo. Fernanda apagou a postagem, afirmou publicar novas opções de capa: “Estamos orando. Estou criando um símbolo novo! Que não seja da matemática, do infinito! Agora, se alguém pegar pra coisa errada, não vão dizer que é do “coisa ruim”! Fui eu quem compus!

    Logo a cantora voltou atrás e divulgou a capa oficial do projeto:Fernanda Brum - Da Eternidade - 2015


    O que acharam dessas notícias? Na próxima semana tem mais, abraço!