Tag: Voz da Verdade

  • TOP 10 – músicas sobre a imperfeição humana

    Somos pecadores, com Cristo morrendo por nós, nos sustentando por Sua graça. E é por ela que continuamos a caminhar e viver. No entanto, continuamos imperfeitos, lutando diariamente para a perfeição, até o dia da eternidade. Por isso, trouxemos dez canções cristãs sobre a imperfeição humana.

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    Pai, eu não Confio em Mim – Thalles

    Single do álbum Sejam Cheios do Espírito Santo, “Pai eu não Confio em Mim” é um tema recorrente na carreira do cantor: as tentações e desejos do mundo que, muitas das vezes, tentam cegar os cristãos. Por nossa fraqueza, não podemos colocar nossas expectativas sobre nossas forças, mas confiar no Pai. (2013)

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    Entrega – Daniela Araújo e Lito Atalaia

    Daniela Araújo e Lito Atalaia duetam, nesta que é uma das canções mais fortes do álbum Criador do Mundo. Refletindo que, mesmo convertidos ainda podemos nos perder, caindo na hipocrisia e farisaísmo, por nossa imperfeição, devemos nos entregar por completo a Deus. (2014)

    https://www.youtube.com/watch?v=ylX-Zi3xLXw

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    Imperfeito – Anderson Freire

    O oitavo lugar vai para Anderson Freire, com “Imperfeito”. A canção fala acerca do nosso olhar julgador, que muita das vezes não se apercebe dos erros que existem em nosso coração e em nossas ações. Assim, o eu lírico pede que Deus o ajude a melhorar. (2010)

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    Assim Caminha a Humanidade? – Resgate

    A única faixa inédita da coletânea Pretérito Imperfeito, mais que Perfeito, é uma reflexão autobiográfica do vocalista do Resgate, Zé Bruno, concluindo que o mundo constantemente vive em desespero, incapaz de viver em harmonia, buscando soluções para inúmeros problemas, enquanto Deus observa nossa loucura com Sua singular perfeição. (2011)

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    O Sangue de Abel – Fruto Sagrado e João Alexandre

    Uma das canções mais fortes do Fruto Sagrado e que também aborda a imperfeição humana. Nela, com a participação de João Alexandre, é pedido perdão a Deus por todas as atrocidades e criações humanas que derramaram sangue, provocaram dissensões, ódio e terror. “Perdoa-nos oh Deus / pois o mal que semeamos / tem se virado implacavelmente contra nós“. (2003)

    https://www.youtube.com/watch?v=LbpFg5O9Si0

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    Seis da Tarde – Heloisa Rosa

    O quinto lugar vai para Heloisa Rosa, com “Seis da Tarde”. Uma de suas canções mais introspectivas, é focada na queda do homem no jardim do Éden, com letra bastante poética. O refrão é forte e direto: “estou aqui / no Teu jardim, oh Deus / estou aqui / não quero mais me esconder de Ti”. Contém a participação dos integrantes do Palavrantiga na execução instrumental. (2006)

    https://www.youtube.com/watch?v=xs5qhkqKAjA

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    [tab title=”4º”]

    Deus me Ama – Mariana Valadão

    Escrita por Thalles, esse sucesso de Mariana Valadão é simples, básico, mas profundo. Mesmo com nossos erros e pecados, Deus continua sendo Deus e nos amará. Foi por isso que Ele entregou seu único filho para morrer por nós, um amor, sem dúvida, incondicional. (2009)

    https://www.youtube.com/watch?v=pctmGAmGBNM

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    [tab title=”3º”]

    Até Quando? (Humanos) – Oficina G3

    Um dos principais hits da Oficina G3, “Até Quando”, geralmente apelidada de humanos, é direta no ponto da imperfeição humana, citando exemplos de pessoas que ainda possuem a dificuldade de viver o amor de Deus, seja por atos de religiosidade, ódio ou simplesmente ignorância. Assim, questionam “quando vamos viver a vontade do Deus Pai? / De viver seu amor, de vivermos em paz?” (2002)

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    [tab title=”2º”]

    O Espelho – Voz da Verdade

    A medalha de prata vai para o Voz da Verdade, com o clássico “O Espelho”, o qual intitula um de seus álbuns. A canção é direta na nossa dificuldade em praticar o bem, muitas vezes tendendo ao mal. Por isso, o eu lírico pede a Deus que permita-o servir mesmo em sua imperfeição. (1999)

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    Sou Humano – Bruna Karla

    Sucesso de Bruna Karla, “Sou Humano” venceu como a melhor música no Troféu Promessas de 2011, e não foi por tanto. A canção foi hit em grande parte das igrejas evangélicas de cunho pentecostal. Sua letra é direta na temática da imperfeição humana, pedindo a Deus força para continuar. Um dos vídeos dessa canção no YouTube possui, até o momento em que este post é escrito, quase 70 milhões de visualizações, um número absolutamente incrível. (2009)

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  • Os 100 maiores álbuns nacionais da música cristã

    A equipe do O Propagador apresenta a lista dos maiores álbuns nacionais da música cristã. O material foi compilado em parceria com os sites Super Gospel, Arquivo Gospel, Casa Gospel, Gospel no Divã, Gospel Prime, Ruben Mukama e Virtual Gospel, entre uma série de músicos, historiadores, jornalistas e audiófilos. Cada um lançou suas indicações, as quais foram discutidas exaustivamente. O repertório consiste em discos que foram lançados desde a década de 60 à década de 2010. Aqui, no O Propagador, você vê a lista na íntegra e com os comentários previamente escritos.


    100º: Fogo e Glória Curitiba – David QuinlanFogo e Glória Curitiba - David Quinlan - 2000

    Disco que representa o movimento worship ocorrido em Contagem, o simplório violão de David Quinlan se tornaria um padrão intensamente – e irritantemente – copiado. Deste movimento, há de se destacar, como influenciados, Santa Geração e o cantor Fernandinho. Heloisa Rosa e Nívea Soares colocam seus vocais, imprimindo uma parceria que duraria por outros discos.

    2000, Aliança


    99º: Pra Louvar – Raiz CoralRaiz Coral - Pra Louvar - 2004

    Quando o Raiz Coral lançou seu primeiro trabalho, não havia nenhum material semelhante em toda a história cristã. Claramente avassalador, quando o assunto é corais, o disco Pra Louvar rapidamente se popularizou e invadiu as igrejas com canções como “A Coroa” e “Jesus meu Guia É”.

    2004, Independente


    Thalles - Na Sala do Pai - 200998º: Na Sala do Pai – Thalles

    Indiscutivelmente um dos trabalhos mais importantes da última década, a estreia de Thalles é uma mistura de blues, pop rock, black music e soul, distribuída em linhas de baixo grooveadas, com letras diretas e confessionais.

    2009, Graça Music


    97º: Além do que os Olhos Podem Ver – Oficina G3Além do que os Olhos Podem Ver - Oficina G3 - 2005

    “Não ache que eu estou derrotado, você está errado”, canta Juninho Afram em “Mais Alto”, após latidos de cães. Neste disco, a Oficina G3, como um trio, exorcizava todas as especulações de que era seu fim sem PG. Embalados por um metal progressivo de mix pop, o disco solidifica o respeito que o grupo tinha recebido com Indiferença, seu registro mais soberbo.

    2005, MK Music


    96º: Antes do Sol Nascer – Nádia SantolliNádia Santolli - Antes do Sol Nascer - 2005

    Cercada de colaboradores experientes, como Genésio de Souza e Val Martins, produzida por Kleber Lucas e no embalo de sua participação em uma canção do Koinonya, assim foi a estreia de Nádia na MK. Num tempo em que “todo mundo” estava gravando disco ao vivo congregacional, Santolli conseguiu se destacar, graças a sua personalidade, impressa em sua voz grave e potente. No entanto, o grande mérito desse disco é que tudo soa bem.

    2005, MK Music


    95º: Ainda não É o Último – ResgateResgate - Ainda não é o último - 2010

    Após anos de silêncio do rock cristão no mainstream, os membros do Resgate se juntaram e ensinaram, mais uma vez, como é que se faz. Com a pop-produção de Dudu Borges, o disco consegue jogar guitarras e hammonds em equilíbrio em meio a letras humorísticas de Zé Bruno, como “Jack, Joe and Nancy in the Mall” e sua veia à lá Traditional Jazz Band e a grande balada “Vou me Lembrar”.

    2010, Sony Music Brasil


    94º: Daniela Araújo – Daniela AraújoDaniela Araújo - Daniela Araújo - 2011

    Quando Fernanda Brum e Emerson Pinheiro criaram uma fórmula de pop nos anos 90, a única grande novidade dentro do gênero, com o passar dos anos, seria Daniela Araújo. Com seu álbum autointitulado, a artista trouxe ao seu favor o piano e arranjos da Orquestra Filarmônica de Praga, envoltos numa produção musical over-the-top.

    2011, Sony Music Brasil


    93º: Na Casa de Deus – EyshilaNa Casa de Deus - Eyshila - 2003

    A carreira de Eyshila, oriunda dos Altos Louvores, pode ser resumida pré e pós este projeto, cuja produção foi dividida entre Rogério Vieira, Woody e Wagner Carvalho. Gravando sete músicas com participação ao vivo da sua igreja, a cantora que antes era conhecida pelas suas baladas, a partir desse disco se tornou figura garantida no chamado louvor congregacional, consagrando-se como compositora, especialmente por “Posso Clamar”.

    2003, MK Music


    Para o Mundo Ouvir - Rose Nascimento - 200492º: Para o Mundo Ouvir – Rose Nascimento

    Utilizando-se de arranjos e fundindo outros gêneros musicais, este disco de Rose Nascimento fez uma música pentecostal diferente do que se ouvia na maioria dos lançamentos de sua época, também trazendo cordas.

    2004, Zekap Gospel


    91º: Respire Fundo – Ao CuboAo Cubo - Respire Fundo - 2004

    Se muitos grupos se destacaram pela presença de um rapper, o Ao Cubo teve dois. Feijão e Cleber representaram a música do grupo em todas suas esferas, juntamente com Fjay, criticando o consumismo, desigualdade social e criminalidade, sob uma ótica cristã.

    2004, Aperte o Play


    90º: Toque no Altar – Ministério Apascentar de Nova IguaçuToque no Altar - 2003

    Com uma enorme equipe de músicos em tempo integral, o Ministério Apascentar de Nova Iguaçu estreou com um dos registros mais fortes da cena congregacional. Revelando o repertório autoral de Luiz Arcanjo, Davi Sacer e Ronald Fonseca, a obra agrega cordas e metais sem se sobrepor aos pianos e teclados, o grande ponto forte deste grupo.

    2003, Independente


    89º: Quebrantado Coração – Fernanda BrumQuebrantado Coração - Fernanda Brum - 2002

    Enfatizando o tipo de coração que deve ser na caminhada cristã, é o auge musical da dupla Fernanda Brum e Emerson Pinheiro, estendendo a tendência dos discos anteriores com um repertório introspectivo, mas forte, composto por músicas como “Marcas”, “Amo o Senhor”, “O Amor que Cura” e “Espírito Santo”.

    2002, MK Music


    Por Toda Vida - Voices - 200088º: Por Toda Vida – Voices

    O maior supergrupo já existente do meio cristão, o Voices alcançou grande amadurecimento com seu terceiro trabalho, destacando-se com as canções “Pisa no Inimigo” e “Por Toda Vida”, dentre as mais notáveis de sua discografia.

    2000, MK Music


    Cristiane Carvalho - Novo Amanhecer - 199387º: Novo Amanhecer – Cristiane Carvalho

    Diferentemente de seus trabalhos anteriores, Cristiane Carvalho utilizou-se de composições nacionais, transitando em gêneros musicais como o funk e pop. Há de se destacar a faixa-título e “Até que Te Encontrei”, formando o ecletismo necessário para a obra.

    1993, Line Records


    Humanidade - Banda Rara - 199086º: Humanidade – Banda Rara

    Na ponta das influências do funk e soul, a Banda Rara alcançou o seu auge com Humanidade, especialmente com a faixa-título, nos vocais de Maurílio Santos, além de “Estrela da Manhã” e “Deixa Tudo”.

    1990, Gospel Records


    85º: 2ª Vinda – A Cura – Apocalipse 162ª Vinda a cura - Apocalipse 16 - 2000

    Pregador Luo e DJ Alpiste trouxeram o rap para a cena cristã. Mas 2ª Vinda – A Cura é um divisor de águas no gênero, sombrio e polêmico, tendo o auxílio de Mano Brown (Racionais MC’s) e Eduardo (ex-Facção Central). Seus discos posteriores se fundem de forma mais efetiva com a black music, em contrapartida, perdem o frescor alcançado aqui.

    2000, 7 Taças


    84º: Alta Voz – Kades SingersAlta Voz - Kades Singers - 1997

    Com arranjos do tecladista Paulo Richard (ex-Complexo J) e Raquel Mello, Alta Voz foi fundamental para a caracterização e definição dos grupos vocais na cena mainstream, além de ser um registro de devoção explícita a soul music.

    1997, MK Music


    83º: Aeroilis – AeroilisAeroilis - Aeroilis - 2004

    Antes do rock alternativo e do novo movimento – o tal crossover – estar em alta, a Aeroilis já chegava com um disco, com guitarras limpas, bateria com chimbau aberto e composições introspectivas, guiadas pela voz e timbre singular de Raphael Campos, o que seria aprofundado em Nada Mais Além, o trabalho sucessor.

    2004, LaCruz / Bompastor


    82º: Um Pinguim com Frio no Alaska – Amaury FonteneleUm Pinguim com Frio no Alaska - Amaury Fontenele - 2001

    Um pouco isolado, Amaury foi o único músico que, em sua época, misturou as batidas do rap com o groove do rock e R&B, com auxílio de Fernando Catatau, ex-colega de banda no Cidadão Instigado formando, assim, uma sonoridade ímpar no âmbito cristão.

    2001, Aliança


    81º: Voar Como a Águia – Alda CéliaAlda Célia - Voar Como a Águia - 2002

    Do Koinonya e Comunidade Cristã de Goiânia para a carreira solo, Alda Célia estabeleceu a ambientação ao vivo como cerne de seu melhor trabalho, Voar Como a Águia o qual, além da faixa-título, se destaca por “Óleo de Alegria” e a regravação de “Poder da Oração”.

    2002, MK Music


    80º: Águas Purificadoras – Diante do TronoDiante do Trono - Águas Purificadoras - 2000

    O follow-up para Exaltado foi um ajuntamento ainda maior, de qualidade técnica superior, inserindo, definitivamente, elementos que se tornariam marca-registrada do Diante do Trono, como as danças e espontâneos gigantescos – fortalecidos pela faixa-título, de sonoridade suave.

    2000, Diante do Trono


    79º: O Valor de Uma Alma – Mara LimaMara Lima - O Valor de uma Alma - 1989

    O Valor de Uma Alma veio para mostrar o porquê Mara Lima é um nome de longevidade no meio cristão: aliando um bom repertório, simplicidade e som direto, o trabalho se destaca, especialmente, pela canção que o intitula, que não se sobrepõe, de forma alguma, ao restante das canções apresentadas.

    1989, Som e Louvores


    78º: O Jardineiro que Chora – Alceu PiresAlceu Pires - O Jardineiro que Chora - 1984

    Um dos grandes poetas da música pentecostal clássica, Alceu Pires é compositor de sucessos emblemáticos como “Abração e Isaque” e “Juízo Final”. O primeiro e mais importante deles, “O Jardineiro que Chora”, foi responsável por colocar o disco homônimo na galeria dos clássicos cristãos. Com influências da música sertaneja de raiz, Alceu fez o Brasil inteiro cantar a parábola sobre a relação entre a flor e seu cuidador.

    1984, Djanir Produções


    77º: Autoridade e Poder – Marcos GóesAutoridade e Poder - Marcos Góes - 1990

    Com produção musical e arranjos de Marcos Góes, o trabalho é de notável qualidade musical, trazendo a participação de músicos como Sidão Pires e Marcos Bonfim. De fato, este é caracterizado como o trabalho solo de maior importância na carreira de Góes.

    1990, Pioneira Evangélica


    76º: Poemas e Canções – Leonardo GonçalvesLeonardo Gonçalves - Poemas e Canções - 2002

    “Mas a verdade é que o Criador não nos usa por sermos bons, mas o fato de sermos usados por Ele é o que nos torna bons, apesar de não o sermos”, disse Leonardo Gonçalves ao O Propagador. Seu primeiro disco é uma combinação agradável de pop, jazz, blues e contém, além da conhecida “Getsêmani”, uma regravação de João Alexandre. Com o trabalho, Leonardo se inseriu numa nova safra de intérpretes que fogem de temáticas e sonoridades mais populares.

    2002, Novo Tempo


    75º: O que na Verdade Somos – Fruto SagradoO que na Verdade Somos - Fruto Sagrado - 2003

    O que na Verdade Somos é o disco mais forte do Fruto Sagrado: com riffs agressivos de Bene Maldonado, vocais surpreendentes de Marcão, letras fantasticamente ácidas, e apresentando influências diversas, como o maracatu e a música eletrônica, mostraram que só eles, na altura do campeonato, sabiam fazer um som na tendência.

    2003, MK Music


    74º: Oração de Davi – Feliciano AmaralFeliciano Amaral - Oração de Davi - 1981

    Ele é o recordista, segundo o Guiness Book, como o cantor evangélico há mais tempo em atividade no mundo. Mensagem Real, seu disco de 78 rpm (tecnologia pré vinil), é um dos primeiros registros físicos da música evangélica nacional, lançado em 1948. Já com mais de 35 anos de carreira, o cantor lançou uma de suas maiores obras primas, Oração de Davi. O trabalho de 1981 traz os arranjos limpos característicos da música sacra tradicional, a voz inconfundível de Feliciano Amaral e um repertório brilhante, com canções marcantes como “O Rosto de Cristo”, “Tudo Entregarei”, “Cristo meu Mestre” e “Oração de Davi”.

    1981, FA Produções


    73º: Cicatrizes e Testemunho – Jorge AraújoCicatrizes e Testemunho - Jorge Araújo - 1984

    Pode ser que, hoje, seja mais reconhecido como pai de Daniela Araújo, mas Jorge Araújo fez história na música pentecostal como um dos artistas mais ousados do gênero e responsável por grande parte de sua modernização na década de 80. Em um período de resistência à inovação, Jorge esticou a linha, trazendo, para suas produções, a guitarra elétrica e a bateria em destaque. Em Cicatrizes, seu mais reconhecido trabalho, o cantor mostra toda sua veia pop interpretando grandes sucessos, como a faixa-título e “Deus Resolve o Teu Problema”.

    1984, Louvores do Coração


    72º: Tempo de Adoração – Comunidade Vila da PenhaTempo de Adoração - Comunidade Evangélica Vila da Penha - 1994

    A chamada Comunidade Zona Sul se destacaria ao chamado movimento das comunidades dos anos 90. Tempo de Adoração sintetiza, claramente a tudo o que seria feito pelo resto da década, incluindo “Consagração/Louvor a Rei”, uma das mais belas canções cristãs deste período.

    1994, Independente


    71º: Bonança – Os Cantores de CristoBonança - Os Cantores de Cristo

    Muitos grupos, na época, investiram em Jovem Guarda, como os Embaixadores de Sião, Cades-Barneia, Triumpho, Os Atuantes, Os Ligados, mas Os Cantores de Cristo foram além, porque fizeram isso colocando pitadas do rock psicodélico e do progressivo, evoluindo seu som em relação aos discos anteriores, sem perder o enfoque evangelístico.

    1975, Favoritos Evangélicos


    70º: Sem Palavras – CassianeSem Palavras - Cassiane - 1996

    Enquanto o movimento gospel dava seus primeiros sinais de crise, Jairinho surgiu com uma produção ingênua que remodelaria, de vez, o conceito de música pentecostal no Brasil. Com tons épicos, “Imagine” continua a ser uma das mais belas e representativas canções do gênero até hoje.

    1996, MK Music


    69º: Primeiro Amor – Shirley CarvalhaesPrimeiro Amor - Shirley Carvalhaes - 1994

    Mesmo já tendo vinte anos de carreira, foi com Primeiro Amor que Shirley Carvalhaes se firmou como a grande dama da música pentecostal brasileira. O disco, produzido por Tuca Nascimento, foi um fenômeno cultural. Seu grande destaque, a música “Faraó ou Deus?”, causou um mix de encanto e repúdio nas igrejas, tamanha era sua ousadia, cujo som misturava referências da música árabe com forró, ritmo que passaria a ser constante nos discos do gênero, a partir de então. Como resultado, a faixa, tratada nas igrejas mais conservadoras como ‘música para dançar’, se tornou um hit inquestionável, elevando a carreira de Shirley e toda a música pentecostal a outro patamar.

    1994, Nancel Music


    68º: Coração Valente – Voz da VerdadeVoz da Verdade - Coração Valente - 1997

    Indiscutivelmente o grupo que mais sabe trazer ecletismo a seu favor, Coração Valente é o maior clássico do Voz da Verdade até aqui. A fusão de orquestras, guitarras wah-wah, baixo funkeado, bateria pulsante, piano e teclado resultam num registro que é pretensioso do início ao fim.

    1997, Independente


    67º: Não é o Fim… – Novo SomNão é o Fim... - Novo Som - 1999

    Não é o Fim… é o melhor trabalho do Novo Som. O pop à lá Roupa Nova chega aqui ao seu ápice, com um repertório sólido, escrito, em grande parte por Lenilton, um dos melhores letristas que o meio cristão já conheceu e responsável por elevar a música do grupo a outro nível.

    1999, NS Records


    66º: Deus Cuida de Mim – Kleber LucasDeus Cuida de Mim - Kleber Lucas - 1999

    Evoluindo desde Meu Maior Prazer, Kleber Lucas fechou a década com Deus Cuida de Mim, um trabalho que consegue trazer para o ambiente congregacional uma música basicamente pop. Assim, Kleber Lucas foi o primeiro cantor solo, a de fato, adentrar este território, agregando outros gêneros musicais ao longo de sua carreira.

    1999, MK Music


    65º: Entrei no Templo – Ozéias de PaulaOzéias de Paula - Entrei no Templo - 1979

    “A melhor coisa que eu já fiz em toda minha vida, salvou-me por um triz”. Essa foi certamente uma das principais trilhas sonoras do final dos anos 70 e inicio dos 80. O grande, e então já consagrado, Ozéias de Paula, trazia junto com esse sucesso um de seus melhores trabalhos. Com letras de veia poética, como já era característico do cantor, o disco arranjado por Ângelo Apolônio, o famoso Poli, ousava a inserir na tradicional música tipicamente assembleiana os quase profanos contrabaixo, guitarra e bateria.

    1979, Bandeira Branca


    64º: Encontro – Actos 2Encontro - Actos 2 - 1990

    Marcando a geração dos anos 90, o Actos 2 (Kadoshi) chegou ao seu ápice com o disco Encontro e a canção “Cristo Faz a Cabeça”. No entanto, Encontro é rico em gêneros musicais e passeia, com tranquilidade, no louvor congregacional, pop, rock, blues e soul.

    1992, Gospel Records


    63º: Meu Clamor – Denise CerqueiraMeu Clamor - Denise Cerqueira - 1998

    Ela foi uma das grandes vozes femininas que a música evangélica brasileira conheceu. Depois de se tornar sucesso com o disco Eterno Amor, Denise Cerqueira entrou para a história quando, em 1998, lançou o icônico álbum Meu Clamor. Com um time estrelado de compositores e produção impecável de Alcimar Rangel e Pedro Braconnot, o disco rendeu a artista três troféus Talento em 1999. A trágica e precoce morte de Denise em 15 de novembro de 1999, vitimada em um acidente de carro no auge da carreira, imortalizou definitivamente a voz da intérprete e colocou “Jerusalém e Eu”, composição de Josué Teodoro e carro-chefe da obra, em lugar de destaque nos anais das grandes músicas nacionais.

    1998, Line Records


    62º: Deus Vivo – Édison e TelmaDeus Vivo - Édison e Telma - 1983

    Ele é um dos maiores compositores da história da música pentecostal e, ao lado da esposa Telma formou uma das duplas mais importantes do gênero. Acumulando sucessos desde 1971, quando gravaram os primeiros vinis, o ponto alto da dupla veio em 1983 com Deus Vivo. A música tema ultrapassou os limites do tempo e entrou para o repertório de todas as igrejas pentecostais desde então. Embalado por este grande clássico, o disco traz ótimas referências do samba e alguns lampejos de pop.

    1983, Angelical


    61º: Além do Rio Azul – Voz da VerdadeAlém do Rio Azul - Voz da Verdade - 1988

    Além do Rio Azul veio para estabelecer fórmulas que seriam recorrentes nas produções subsequentes do Voz da Verdade: letras e vocais marcantes de Carlos A. Moysés, pianos de Evaristo Fernandes cobrindo e fornecendo camadas, além do sagaz coral, cujo som nenhum grupo e cantor consegue copiar.

    1988, Califórnia


    60º: Tributo ao Deus de Amor – Renascer PraiseTributo ao Deus de Amor - Renascer Praise - 1998

    Gravado no Palácio das convenções no Anhembi, o quinto trabalho do Renascer Praise seguiu as tendências que o tornaria conhecido pelo Brasil: grandes corais, produção musical pomposa e arranjos de Esdras Galo. Três elementos, que juntos, deram certo.

    1998, Gospel Records


    59º: Final Feliz – Armando FilhoArmando Filho - Final Feliz - 1991

    Armando reuniu várias canções autorais e produziu o seu maior clássico até aqui. Final Feliz contém uma das canções mais importantes da época, “O Mover do Espírito”, produzindo baladas pentecostais que seriam fundamentais para o gênero, por muitos anos.

    1991, Bompastor


    58º: Aqui Chegamos pela Fé – Arautos do ReiArautos do Rei - Aqui Chegamos pela Fé - 1975

    O principal grupo vocal da história da música evangélica nacional já conta com mais de 50 anos de carreira. Precursor do estilo a cappella no Brasil, o Arautos do Rei já está em sua vigésima nona formação, conseguindo o feito incrível de se manter musicalmente relevante, mesmo com o passar do tempo, conseguindo se modernizar sem deixar de ser tradicional. Um dos grandes registros dessa bela história foi Aqui Chegamos pela Fé, gravado pela sexta formação de Arautos. Com a perfeição vocal característica do grupo, o disco apresenta um repertório grandioso, com clássicos como “Junto a Cruz”, “Cristo Jesus Voltará” e “No Grande Mar”.

    1975, Novo Tempo


    57º: Tem Coisas que a Gente não Esquece – Cristina MelTem Coisas que a Gente não Esquece - Cristina Mel - 1999

    No final da década de 90, Cristina utilizou-se de temáticas atemporais para o seu décimo trabalho, como a morte de Cristo, o trabalho missionário e os filhos. Os arranjos são mais suaves em relação aos discos anteriores, mas seguem o seu pop característico.

    1999, Line Records


    56º: Razão para Viver – Nascimento e SilvaNascimento e Silva - Razão para Viver

    O cantor, compositor, produtor e arranjador Tuca Nascimento formou ao lado de Onézimo Silva uma das melhores duplas que a música cristã nacional pode conhecer. Os poucos anos de carreira da dupla, que teve sua trajetória encerrada com a trágica morte de Onézimo, vítima de bala perdida em 1994, foi o suficiente para o lançamento de dois discos, entre eles o imperdível Razão pra Viver. Com arranjos simples, executados apenas com teclado, guitarra, violão, flauta e acordeom, o projeto confere pleno destaque ao dueto com suas interpretações singelas em músicas como as excelentes “Deixa Deus Provar” e “A Volta Feliz”.

    1993, Rosa de Saron


    55º: Nascer de Novo – Rayssa e RavelNascer de Novo - Rayssa e Ravel - 1994

    Com a música “Nascer de Novo”, Rayssa e Ravel conseguiam sintetizar sinceridade e simplicidade musical. Em seguida, com as pop-sertanejas “Arrebatamento” e “Sabe”, mostram que possuem força o suficiente para se colocarem como uma das duplas mais expressivas do gênero no país, até hoje.

    1994, Som e Louvores


    54º: O Sétimo – Sérgio LopesO Sétimo - Sérgio Lopes - 1997

    Com produção musical de Pedro Braconnot, O Sétimo conta com o estilo de Sérgio desenvolvido no Altos Louvores, e se destaca por sua temática judaica – distribuída em parte do repertório, projeto gráfico e fotografias. Além do mais, contém uma das canções mais importantes da época, “O Lamento de Israel”.

    1997, Line Records


    53º: Ao Meu Pai – JesséAo meu Pai - Jessé - 1985

    Ele era uma das grandes revelações da MPB nos anos 80. Ganhando prêmios nacionais e internacionais, Jessé, intérprete de canções como “Porto Solidão” e “Estrelas de Papel”, era sucesso por todo o Brasil. Em seu auge na música secular, o cantor abriu um parêntese e gravou o brilhante disco Ao meu Pai. Com um repertório comporto por clássicos cristãos como “Rude Cruz”, “Cidade Santa” e “Achei um Bom Amigo”, a potente voz do cantor ganha traços dramáticos em interpretações memoráveis.

    1985, RGE


    52º: Momentos Vol.1 / Momentos Vol.2 – Marina de OliveiraMomentos Vol. 1 e 2 - Marina de Oliveira - 1995

    Indissociáveis, Momentos Vol.1 e Vol.2 mostram que só alguém como Marina de Oliveira conseguiria trazer os melhores compositores e produtores musicais de sua época em duas obras. Os registros são impecáveis: canções pop (“Procure por Mim na Glória”), mensagens de autoajuda (“Não Desista do Seu Sonho”) e faixas em inglês (“Celebrate the Lord”). Se alguém era capaz de levar bandas inteiras para apoiar seu som, essa foi Marina.

    1995, MK Music


    51º: Preciso de Ti – Diante do TronoDiante do Trono - Preciso de Ti - 2001

    “Uma das coisas de que temos maior consciência é que no dia em que acharmos que algo vem de nós mesmos, Deus nos tirará da obra”, enfatizou Maximiliano Moraes ao Super Gospel. O ponto mais alto da carreira do Diante do Trono, arranjado por Sérgio Gomes e Maximiliano, é embalado com o discurso de fragilidade humana e dependência divina, especialmente na faixa-título, uma das mais importantes do meio cristão.

    2001, Diante do Trono


    50º: Resgate – ResgateResgate  - Resgate - 1997

    No quarto álbum, o grupo provou ser muito mais do que um devoto ao hard rock. Ao experimentar timbres de bateria, guitarra com flertes evidentes ao britpop, o disco monta uma figura de quebra-cabeças, endossadas com as letras tão incomuns e que questionam o status quo do meio cristão.

    1997, Gospel Records


    49º: Oh, Glória – Mattos NascimentoOh, Glória - Mattos Nascimento - 1991

    Trazendo a influência do pop e, principalmente, o ska para o meio cristão, Mattos Nascimento foi o primeiro – e até o único no meio cristão – a fundir o gênero musical com as letras pentecostais. Oh, Glória é um marco musical no início da década de 90, especialmente com as contagiantes “Dia de Pentecostes” e “Sou Feliz”, mostrando que, especialmente ao vivo, Mattos conseguia elevar tudo a outro nível.

    1991, Rosa de Saron


    48º: Com Muito Louvor – CassianeCassiane - Com Muito Louvor - 1999

    Se Sem Palavras foi o ponto de virada, este trabalho foi a aperfeiçoamento mais esforçado de Cassiane durante os anos 90. Com Muito Louvor une a qualidade da produção do disco anterior, Para Sempre, com um repertório sólido, composto por nada menos que “Oferta Agradável a Ti”, “Hino da Vitória”, “Com Cristo é Vencer” e “Com Muito Louvor”, além de provocar, culturalmente, uma mudança na estrutura das canções pentecostais.

    1999, MK Music


    47º: Amigos para Sempre – Integração Jr.Integração Jr. - Amigos para Sempre - 1991

    O melhor álbum infantil já produzido no meio cristão, a obra se destaca pelo seu ecletismo musical e a qualidade dos arranjos, especialmente nas músicas “Amigos para Sempre” e “Milagre da Vida”, anos depois regravada por Cristina Mel, no final da mesma década.

    1991, Bompastor


    46º: Discípulo Teu – Prisma BrasilPrisma Brasil - Discípulo Teu - 1988

    O trabalho mais importante do Prisma, Discípulo Teu contém os elementos adventistas a se repetir: corais robustos, cordas e metais em abundância e canções que versam acerca da vida, as dificuldades e desafios em relação a caminhada do sujeito cristão que caminha para a Eternidade.

    1988, Bompastor


    45º: Não Chores Mais – Victorino SilvaNão Chores Mais - Victorino Silva - 1983

    Dono de uma das mais brilhantes e prestigiadas vozes da música cristã nacional, Victorino Silva tem um de seus grandes momentos com Não Chores Mais, um verdadeiro clássico da música sacra. Além da interpretação e afinação impar do cantor, a parceria com o grande maestro Misael Passos, responsável pela direção musical do projeto, evidenciada até na capa do disco, é digna de destaque. Com arranjos soberbos, o álbum é riquíssimo musicalmente, com a presença marcante de pianos, violinos e muitos instrumentos de sopro.

    1983, Bompastor


    44º: Lágrima no Olhar – Altos LouvoresAltos Louvores - Lágrima no Olhar - 1993

    Seguindo as tendências dos discos anteriores, Lágrima no Olhar trouxe um Altos Louvores mais maduro, mas suficientemente em sua zona de conforto. A grande novidade é a faixa-título de Marquinhos Gomes, com o sax de Zé Canuto, tornando-se, assim, um dos principais registros do grupo.

    1993, Som e Louvores


    43º: Diga Não – RaízesRaízes - Diga não - 1991

    Depois dos Jovens da Verdade em 1972, a banda Raízes foi a única a usar, escancaradamente, a temática das drogas como carro-chefe de um disco. Diga Não se destacou pelas canções críticas, mas que não se sobrepuseram as baladas, as quais lembram bastante o estilo pop do Roupa Nova, cujo vocalista participaria em um disco futuro.

    1991, Independente


    42º: Vento Livre – Guilherme KerrVento Livre - Guilherme Kerr - 1985

    Um dos melhores letristas e musicistas do meio cristão, Guilherme Kerr produziu Vento Livre, seguindo as tendências musicais de sua obra no grupo Vencedores por Cristo. Com arranjos vocais e de cordas complexos, sonoridades regionais são exploradas por letras, em grande parte, verticais.

    1985, IBMorumbi Produções


    41º: Brother – Brother SimionBrother - Brother Simion - 1992

    Em meio a obras cada vez mais superproduzidas no início dos anos 90, Brother Simion quebrou a lógica fazendo um disco quase todo em voz e violão. Humor, introspecção e suavidade são características fundidas nesta produção básica de Rick Bonadio.

    1992, Gospel Records


    40º: Sem Limites – Aline BarrosAline Barros - Sem Limites - 1995

    O grande mérito da estreia de Aline Barros foi contar com a produção musical e arranjos de Ricardo Feghali e Cleberson Horsth, membros do Roupa Nova. Assumindo um caráter totalmente pop, a produção seria, com o passar dos anos, o melhor trabalho solo da carreira de Aline.

    1995, Grape Vine


    39º: Pra Cima Brasil! – MiladPrá Cima Brasil! - Milad - 1990

    Com a decrescente predominância de João Alexandre, e verbalizando toda a decepção com o jogo político e as extremas crises econômicas que assolavam o país, o Milad trouxe o disco mais politizado de sua carreira. Isso causou o despojo de grande parte de seu complexo som, adotando moldes pop, mas seguindo-se forte em seus discursos, como na clássica “Brasil” e na regional “Meu Candidato”. Também traz canções de uma das bandas mais influentes dos anos 80 no nordeste, chamada Artecristã, como “Os Sonhos Evaporam” e “Algo Está Errado”, além de apresentar “Navio Negreiro”, de Gladir Cabral.

    1990, Independente


    38º: Manhãs de Outono – Sinal de AlertaSinal de Alerta - Manhãs de Outono - 1987

    Desprendendo-se de sua fixação pelo Rebanhão, o Sinal de Alerta evoluiu tematicamente e sonoramente, e alcançou o seu ápice em Manhãs de Outono, um trabalho que consegue dialogar com sua época, e de quebra ainda apresenta grandes letras guiadas pelo seu pop rock, como “Tempos Modernos” e “Adolescência”.

    1987, Califórnia


    37º: Prá Falar de Amor – Banda & VozBanda e Voz - Prá Falar de Amor - 1992

    Banda & Voz foi, de fato, o primeiro grupo a ter fielmente um repertório muito eclético e variado, passeando pela black music, soul, ska, envolvendo tudo em ganchos pop. Tudo isso amadureceu em Prá Falar de Amor, em que, especialmente, o timbre de Natan Brito se destaca junto ao groove da guitarra de Marcos Brito e baixo de Beno César.

    1992, Line Records


    36º: Tempos de Celebração – Adhemar de CamposTempos de Celebração - Adhemar de Campos - 1993

    Após a Comunidade da Graça, Adhemar trouxe toda a temática congregacional para sua carreira solo, mas, diferentemente de todos, agregando gêneros musicais ‘incomuns’ para o repertório das igrejas, além das excelentes canções “Tributo a Iehovah”, “Fonte de Água Viva” e “Bem Supremo”.

    1993, Comunidade da Graça


    35º: O Amor é a Resposta – Alessandra SamadelloO Amor é a Resposta - Alessandra Samadello - 1996

    O grande mérito do quarto trabalho de Alessandra é de ultrapassar limites musicais dentro da própria tradição musical adventista. Influenciando até o contemporâneo Leonardo Gonçalves, O Amor é a Resposta aposta em sonoridades mais introspectivas, melancólicas e contemporâneas, sempre regadas a vibrantes e viscerais registros vocais, do estilo que só Alessandra Samadello poderia fazer.

    1996, ABBO


    34º: Intimidade – Jorge CamargoIntimidade - Jorge Camargo - 1999

    Uma produção de Jorge Camargo, Nelson Bomilcar e Marquito Cavalcante, é um dos registros mais agradáveis de música popular brasileira cristã, em que Jorge se estabelece como cantor e compositor. As músicas são bem interpretadas e tocadas. A combinação de canções acústicas e eletrônicas, além do excelente encarte, gerou uma das obras-primas do nicho.

    1999, Alento Produções


    Grupo Semente - Criação - 198633º: Criação – Grupo Semente

    Com a influência do Vencedores por Cristo, o Grupo Semente produziu canções de excelência, com a participação de Nelson Bomilcar, Jorge Camargo, Sérgio Pimenta e vários outros. Criação consegue sintetizar, muito bem, a música do conjunto.

    1986, VPC Produções


    32º: Coisas da Vida – Carlinhos FelixCarlinhos Felix - Coisas da Vida - 1991

    Carlinhos Felix, após deixar o Rebanhão, veio como um dos intérpretes com os discos mais bem produzidos nos anos 90, e sua essência musical nunca soou tão completa quanto em seu trabalho de estreia, Coisas da Vida. Este registro contém suas peculiares formas de produzir música pop, com a colaboração de guitarras por Paulinho Guitarra, mestre do blues no Brasil, e teclados de Pedro Braconnot.

    1991, Continental / Warner Music Brasil


    31º: O que Virá? – Comunidade S8Comunidade S8 - O que Virá - 1981

    Seguindo os passos de seu disco anterior, a S8 produziu o seu maior clássico até aqui. Aqui, a banda se rende a um rock progressivo sombrio, de influências pós-tropicalistas, mas não autoindulgente, especialmente pelas guitarras de Ernani Maldonado. Combinando crítica social com o apocalipse, o trabalho é, no mínimo, intrigante.

    1981, Independente


    30º: Novo Dia – RebanhãoRebanhão - Novo Dia - 1987

    Carlinhos Felix e Pedro Braconnot transformaram as influências da tropicália, trazidas anteriormente por Janires, para faixas pop que caracterizam bem a textura das produções dos anos 80, como “Primeiro Amor”, “Nele Você Pode Confiar”, “Jesus é Amor (Jesus Is Love)” e “Razão”.

    1988, PolyGram


    O que a Lua não pôde, não pode, nem poderá - Wolô29º: O que a Lua não Pôde, não Pode e não Poderá – Wolô

    O disco mais rico, musicalmente falando, dos anos 70, também é um recheado de influências culturais. Wolô soube verbalizar a ‘loucura’ hippie, transmitir gírias e filosofar acerca de Cristo, fundindo tudo isso a uma sonoridade que mescla rock, bossa nova, com influências da Jovem Guarda.

    1975, Independente


    28º: Calmo, Sereno, Tranquilo – Jairo Trench Gonçalves e Paulo Cezar da SilvaCalmo, Sereno, Tranquilo - Jayrinho e Paulo Cezar - 1976

    Jayrinho e Paulo Cezar, juntos, formariam o Grupo Elo. Mas, este registro predecessor, captura fielmente a tensão e restrições existentes no meio evangélico na época em que foi produzido. A obra é suave, com camadas de violão ovation, e baixo marcante, guiado por sonoridades influenciadas pela MPB.

    1976, Independente


    27º: Simplesmente João – João AlexandreSimplesmente João - João Alexandre - 1991

    Primeiro disco totalmente – e simplesmente de João, é um de seus trabalhos mais acessíveis e pops. A obra mostra um olhar mais positivo do cantor, com canções verticais, reflexivas, e trazendo algumas regravações, com a colaboração de Pedro Braconnot.

    1991, Gospel Records


    26º: Aliança – KoinonyaAliança - Koinonya - 1988

    A música do Koinonya seria o molde para a música congregacional feita na década seguinte: a banda Diante do Trono, por exemplo, bebeu intensamente de sua fonte. Sob a liderança de Bené Gomes, o grupo goianiense iniciou sua trajetória com o seu trabalho mais brilhante: Aliança contém várias músicas que, até hoje, são entoadas nas igrejas, como “Ao Único”, “Quem Pode Livrar” e a faixa-título, “Aliança”.

    1988, Koinonya


    25º: Obra Santa – Luiz de CarvalhoObra Santa - Luiz de Carvalho - 1969

    Ele foi o primeiro cantor a gravar um disco de vinil no meio evangélico nacional, em 1958, foi o primeiro artista evangélico de fato, o responsável por levar às igrejas o, então profano, violão, inseriu o bolero e elementos de samba e marchinhas na tradicionalíssima música cristã da época e se sagrou como o maior nome do cenário musical protestante nas décadas seguintes. O vinil Obra Santa, clássico indiscutível, além de contar com a voz e interpretação inconfundível de Luiz de Carvalho, é responsável por emplacar o primeiro hit da música evangélica nacional. A faixa-título se tornou uma espécie de hino oficial do movimento de Renovação Espiritual que se iniciou no Brasil a partir da década de 1960.

    1969, Som da Palavra


    24º: Está Consumado – CatedralCatedral - Está Consumado - 1993

    Talvez o mais importante álbum duplo da história da música cristã, Está Consumado, juntamente ao antecessor Volume III, faz uma ponte entre o Catedral, antes pertencente ao underground, e o que seria o grupo mais notório dos anos 90 e um dos expoentes do movimento gospel. O trabalho, no geral, é o clássico pop rock com o baixo funky de Júlio e riffs de guitarra – inconfundíveis – de Cezar. Vale destacar o clássico “Galhos Secos” e a letra de “Carpe Diem”, uma das músicas mais brilhantes do grupo, inspirada em pensamentos de Friedrich Nietzsche e José Ângelo Galarga.

    1993, Pioneira Evangélica


    23º: Armagedom – KatsbarneaArmagedom - Katsbarnea - 1995

    “O Arco-Íris de Deus tem muitas cores, e os sons muitas estradas que expressam nossas vidas. Acho que a mesmice cansa”, disse Brother Simion ao Super Gospel. Após ter trocado sua formação, o Katsbarnea deixou para trás suas veias funkeadas, cujo som explorava influências de soul e pop, e só se reencontrou no quarto álbum, Armagedom, mostrando que eram mais do que uma caricatura da Blitz. Produzidos por Paulo Anhaia, o soberbo álbum é definido por seu forte teor experimental, e letras evangelísticas, mesclando humor, além de mensagens apocalípticas – algo que se tornaria recorrente nas composições de Simion. Apoiado pelo marcante baixo de Jadão e riffs blues executados por Déio Tambasco, Brother provou ser a alma da banda, escrevendo todas as letras, além de gravar os vocais, guitarra, harmônica, piano e teclado.

    1995, Gospel Records


    22º: Indiferença – Oficina G3Oficina G3 - Indiferença - 1996

    Finalmente, Oficina G3 se desfez de suas referências explícitas ao Stryper. Quente e solta, a voz de Luciano Manga, cada vez mais poderosa, chega ao ápice junto ao peso das composições do guitarrista Juninho Afram. Elétrico, o disco se complementa aos teclados de Jean Carllos, ao autoritário e agressivo baixo de Duca Tambasco e as baquetas de Walter Lopes em canções como “Espelhos Mágicos”, mas se rendendo a baladas fascinantes, como “Magia Alguma” e “Novos Céus”. Em “Glória Inst.”, Afram mostrou o porquê é o maior guitarrista que a música cristã nacional já conheceu.

    1996, Gospel Records


    21º: On the Rock – ResgateResgate - On the Rock - 1995

    Paulo Anhaia elevou o nível do Resgate de forma abismal em seu terceiro registro. On the Rock capturou todo o potencial de humor autodepreciativo sob sua música, e ascendeu as guitarras de Zé Bruno e Hamilton, com riffs poderosos de hard rock. Sendo o trabalho mais importante e sólido do rock cristão nacional durante a segunda metade dos anos 90, o disco combina temáticas obscuras, como a depressão, solidão e morte com a mais peculiar sátira, cuja habilidade o quarteto é especialista.

    1995, Gospel Records


    20º: Fruto dos Lábios – Comunidade da GraçaComunidade da Graça - 1988 - Fruto dos Lábios

    Clássico do louvor congregacional do Brasil, Fruto dos Lábios é o melhor trabalho da Comunidade da Graça, sob a participação de Adhemar de Campos. Recheado de clássicos, como “Nosso General”, “Louvemos ao Senhor” e “Hosana”, o trabalho se destaca pela qualidade dos arranjos vocais e de instrumentos utilizados.

    1988, Comunidade da Graça


    19º: Alma Cansada – Jair e HozanaAlma Cansada - Jair e Hozana

    As duplas formadas por homem e mulher fizeram história na música sertaneja cristã, e a primeira de destaque foi Jair e Hozana. Jair, aliás, era ninguém menos que Jair Pires, que faria história como um dos mais notórios cantores e compositores da história da música pentecostal. Alma Cansada, um disco embalado por viola e acordeom, misturava canções autorais do músico com alguns poucos hinos da Harpa Cristã. Em meio a faixas de grande relevância na época, como “Canta meu Povo” e “Multiplicações de Pães”, se destacaria a faixa-título, que se tornaria um inegável clássico.

    1968, Celeste


    18º: Portas Abertas – Grupo LogosPortas Abertas - Grupo Logos - 1987

    Um dos últimos trabalhos do Logos nos anos 80, Portas Abertas tem todas as características das produções oitentistas, e foi totalmente aberto para os modismos da época, como os sintetizadores utilizados e o reverb da bateria. Mas as composições seguem fortes e sinceras, como se espera em relação a este grupo.

    1987, Logos


    17º: Novidade de Vida – Edson e TitaNovidade de Vida - Edson e Tita - 1982

    Com a participação de grandes nomes da música nacional, como Paulo Jobim, João Donato, Danilo Caymmi, Toninho Horta e muitos outros, Novidade de Vida é o disco de música popular brasileira mais brilhante da década de 80. Tratando de questões como a solidão, o vazio humano e o encontro com Cristo, o trabalho conta com arranjos refinados de qualidade muito acima da média que o meio evangélico apresentava, na época. O primor das músicas foi tão notável que, anos depois, Tita processou Tom Jobim, por um suposto plágio de uma de suas canções, o qual Tom foi absolvido.

    1982, Parejhara


    16º: Anseios – Altos LouvoresAnseios - Altos Louvores - 1986

    A grande fórmula do Altos Louvores foi, além de seguir os outros grupos musicais com temática de louvor da época, utilizar uma musicalidade mais simples e próxima ao pop em suas produções. Sob o comando de Edvaldo Novaes e colaboração de Pedro Braconnot nos pianos e teclados, o disco contém uma gama variada de composições, escritas por Sérgio Lopes, Léa Mendonça, e muitos outros.

    1986, Som e Louvores


    15º: Voz e Violão – João AlexandreVoz e Violão - João Alexandre - 1996

    Ninguém soa ou soará um dia como João Alexandre. Em boa forma, Voz e Violão é um dos registros mais brilhantes de nossa história, e compreende canções conduzidas de forma literalmente “solo” pelo cantor. O repertório, no geral, nem é lá tão novidade, mas a proficiência e intimidade que Alexandre possui com seu violão é ímpar, produzindo o maior disco do estilo no meio cristão.

    1996, VPC Produções


    14º: Dê Carinho – Cristina MelCristina Mel - Dê Carinho - 1997

    Cristina Mel foi a intérprete mais importante da música cristã nos anos 90, e Dê Carinho registra a intérprete em pleno voo, alcançando o seu ápice, dividindo seu repertório entre vários gêneros musicais. A obra trata do amor, em sua amplitude, versando, por exemplo, sobre amizades (“Ao Amigo Distante”) e o favor de Cristo (“Mestre”). Essencialmente pop, com produção musical de Cristina, e arranjos instrumentais de Karam e Natan Brito, foi também lançado numa edição em espanhol.

    1997, MK Music


    13º: 3 – Complexo JComplexo J - 3 - 1992

    Um literal ‘tapa na cara’ da sociedade, o terceiro trabalho do Complexo J é um dos discos mais fortes dos anos 90, em tempo de extenuantes crises econômicas e expansão do meio evangélico. Apresentando Cristo como solução revigorante, 3 é o ápice da capacidade criativa do grupo, com grandes canções, como “Abra Seus Olhos”, “Choro da Natureza” e, especialmente, “Sábado Quente”.

    1992, MK Music


    12º: Espelho nos Olhos – Banda AzulEspelho nos Olhos - Banda Azul - 1988

    Sendo o canto do cisne de Janires, é um dos trabalhos mais ricos, musicalmente falando, dos anos 80. Seu teor poético se entrelaça com o contexto histórico: é neste disco que o cantor faz uma retrospectiva de sua vida, nos dá referências de outras músicas que se tornaram relevantes em sua carreira, e constantemente trata da Eternidade. Trazendo, agradavelmente, variações de rock progressivo, pop rock, reggae e MPB, Espelho nos Olhos é um testemunho musical brilhante de uma vida humana voltada, até o seu último momento, para o céu.

    1988, Bompastor


    11º: Não Há Barreiras – Álvaro TitoÁlvaro Tito - Não Há Barreias - 1986

    Imagine uma das maiores gravadoras do planeta, a PolyGram (hoje Universal Music), abrindo suas portas para a música evangélica brasileira que estava fervilhando nos anos 80. Agora, imagine um talentoso cantor de apenas 21 anos que misturava MPB, jazz, soul e pop como recém contratado por ela para gravar seu terceiro disco. Artisticamente ambicioso, se propõe a não apenas interpretar, mas também atuar no projeto como diretor musical, arranjador, músico e compositor de metade das faixas. A despeito da resistência inicial da cúpula da gravadora em confiar tamanha responsabilidade a um artista tão jovem, o trabalho resultou em um dos melhores discos já produzidos na música evangélica nacional. O sucesso de público e crítica foi imediato e a faixa que o intitula, certamente, uma das mais importantes daquela década dourada.

    1986, PolyGram


    10º: Princípio – RebanhãoRebanhão - Princípio - 1990

    Era 1990 e o Rebanhão disse sim para o início do movimento gospel, intensificando o pop do disco anterior, cuja consistência seria o molde para as produções da época. Neste disco, o grupo apresenta baladas suaves e de excelência, como “Selo do Perdão”, mas questiona os poderosos e regimes totalitários nas elegantes “Muro de Pedra” e “Palácios”, um triunfo de Paulo Marotta e Pedro Braconnot. Como cereja do bolo, o grupo ainda utilizou-se do fatídico assassinato de Chico Mendes para questionar: “até quando viverei pra testemunhar e dizer sim, sim a Deus e a toda vida?”, dando o desiludido atestado de que mais uma década passara e os dilemas ainda eram os mesmos. Além do mais, foi o primeiro disco gospel, e o primeiro lançado em CD.

    1990, Gospel Records


    9º: Retratos de Vida – MiladRetratos de Vida - Milad - 1987

    Foi no álbum conceitual mais importante da música cristã em que a dupla João Alexandre e Toninho Zemuner explorou a vida noturna paulista e todo o caos urbano que existia – e persiste – na maior cidade do país. Tratando da elite cultural (“Plateia”), prostituição (“Esquinas Cruéis”), desigualdade em seus extremos (“Pobres Ricos” e “Meninos de Rua”) e isolamento social (“Solidão de Ilha”), o trabalho é cheio de riqueza musical, passeando pela MPB, bossa-jazz e até mesmo o post-punk, com muita tranquilidade. Além da clássica “Olhos no Espelho”, o disco contém despojadas e agradáveis faixas instrumentais, confirmando a coragem e relevância que contém para a história da música cristã nacional.

    1987, Água Viva


    8º: Janires e Amigos – JaniresJanires e Amigos

    O primeiro álbum ao vivo da música cristã nacional é o registro definitivo de toda uma cena que estava se consolidando nos anos 80: Janires reuniu amigos e fincou sua respeitada imagem. Apoiado pela Banda Fé, com participação de João Alexandre, Ed Wilson, Rebanhão e muitos outros músicos e personalidades midiáticas, como o ex-jogador Baltazar e o ex-piloto Alex Dias Ribeiro, o disco é intimista, e pouco religioso. Falando de sua vida, e refletindo acerca dos testemunhos e dificuldades diárias de seus amigos, o repertório surpreende pelas belas “Mamãe”, “Alex, o Baixinho Voador”, “Helena, Todo Pecado Será Perdoado”, além da icônica “Jesus Super Herói”. No geral, Janires e Amigos é um trabalho que revela o melhor de Janires: riqueza musical, simplicidade e sinceridade.

    1985, Doce Harmonia


    7º: Situações – Grupo LogosGrupo Logos - Situações - 1984

    Após o fim do Grupo Elo, o Grupo Logos surgiu sob o comando de Pr. Paulo Cezar. Situações é o seu clássico, registro que se mostra bastante superior ao trabalho antecessor, Caminhos. Aqui, a banda aposta em um som que segue as tendências do último trabalho do Elo, Nova Canção, trazendo influências populares para a sua música. Outro destaque, acerca de sua sonoridade, é a riqueza de sintetizadores que apresenta. Portanto, além de musicalmente dentro das tendências da época, o disco possui a consistência lírica que tornaria o Logos um dos melhores grupos musicais já existentes.

    1984, Logos


    6º: Luz do Mundo – RebanhãoRebanhão - Luz do Mundo - 1983

    O céu é a temática mais clara para definir Luz do Mundo. Neste álbum, o Rebanhão apresentava uma evolução técnica considerável, em relação ao primeiro trabalho. Gravado no melhor estúdio brasileiro da época, o Estúdio Transamérica, se destaca pela suave “Hoje Sou Feliz”, com influências da MPB, e sua letra, tão atual, sobre a situação do nosso país. Embora o disco descreva, de forma bem forte e incisiva, os problemas da sociedade, não é pessimista, mas indica Cristo como a solução. Janires, claramente, era alguém fixado na Eternidade, e não deixou de cantar sobre ela até o último momento de sua vida: “Ele faz muita falta, mas não aguentaria a forma com que a igreja caminha nos dias de hoje”, disse Carlinhos Felix ao Super Gospel.

    1983, Arca Musical Evangélica


    5º: Cem Ovelhas – Ozéias de PaulaCem Ovelhas - Ozéias de Paula - 1973

    O disco Cem Ovelhas, do cantor Ozéias de Paula é, provavelmente, o mais importante álbum lançado por um artista do movimento pentecostal. O que saiu deste trabalho influenciou as gerações que viriam. Todas as onze canções que compõem o disco se tornaram sucesso e algumas delas clássicas, como “Hoje sou Feliz” e “Oh foi por mim”, além da faixa-título que se tornou um hino o qual ultrapassa o limite do tempo. Outro grande sucesso, “É Assim que eu Te Amo”, embora se tratasse de uma declaração a Deus, passou a ser considerada como uma música romântica, o que abriria portas para as diversas canções e discos apaixonados que viriam nas décadas seguintes. Com grandes letras e uma pegada ousadamente moderna para a época, Ozéias entrou para a história como o maior nome masculino da história da música pentecostal nacional.

    1973, Estrela da Manhã


    4º: Celebraremos com Júbilo – Don e AsaphDon e Asaph Borba - Celebraremos com Júbilo - 1978

    Asaph Borba, juntamente a Adhemar de Campos, são os nomes mais conhecidos, e importantes, do meio congregacional. No entanto, na segunda metade dos anos 70, Asaph já estava no meio evangélico. E, com o músico Donald Stoll, formou a dupla Don e Asaph, produzindo Celebraremos com Júbilo. Gravado totalmente em território estrangeiro, em Bay City, Michigan, nos Estados Unidos, a obra possui uma consistência sonora e instrumental bastante superior, se considerarmos os lançamentos deste período. Por sua vez, este trabalho se destaca com várias canções, mostrando que, mesmo após mais de trinta anos após o seu lançamento, é um dos clássicos de nossa música.

    1978, Life Produções


    3º: Ouvi Dizer – Grupo EloOuvi Dizer - Grupo Elo - 1978

    O Grupo Elo é um dos mais importantes grupos musicais já surgidos na música cristã. Sob o destaque das figuras de Jayrinho (in memoriam) e Pr. Paulo Cezar, a sua obra alcançou outro nível com o disco Ouvi Dizer. Enquanto Nova Jerusalém, o trabalho de estreia, se destacava por trazer instrumentos até então pouco convencionais, como a bateria e a guitarra, o disco sucessor une isso a um bom repertório, que se tornou um clássico no meio evangélico.

    Com bases gravadas nos EUA e representando uma virada no som na banda, conta com uma produção musical de altíssimo nível e músicos competentes. Assim, somos introduzidos a faixas de grande riqueza poética, como a clássica “Céu, Lindo Céu”, além das regravações de “Calmo, Sereno, Tranquilo” e “Mais Perto Quero Estar”. A melhor música, por sua vez, é “Autor da Minha Fé”, uma das mais belas canções nacionais que temos, já regravada por Cristina Mel, Carlinhos Felix, Alex Gonzaga e Paulo César Baruk.

    1978, Elo


    2º: Mais Doce que o Mel – RebanhãoRebanhão - Mais Doce que o Mel - 1981

    “Quando comecei no Rebanhão não tinha ideia do que iria acontecer. Para mim, como novo convertido, era muito normal cantar músicas em uma linguagem textual e musical jovem e divertida, mas para muitos se tratava de algo inaceitável para os padrões religiosos da época”, afirmara Pedro Braconnot ao O Propagador. De 1981 pra cá, Mais Doce que o Mel apenas foi mais reconhecido e estimado: o primeiro registro de rock e tropicália que definitivamente alcançou o meio cristão, o disco foi, por muitos anos, um escândalo.

    Com sua sonoridade ousada e direta, o repertório se destaca especialmente pelas composições de Janires que, claramente, dialogava com a cultura do nosso país. O destaque vai para o pot-pourri, cujo som, durante oito minutos, prende o ouvinte, com riffs de baixo bem marcados e um arranjo de metais de classe. A primeira música deste medley, “Salas de Jantar”, claramente faz referência à “Panis et Circenses”, do antológico disco de estreia dos Mutantes. A riqueza de sons se expande ao “Baião” e sua crítica social, e a melhor música do disco, o choro “Casinha”. Carlinhos Felix e Pedro Braconnot também surgem com as agradáveis “Monte” e “Refúgio”, guiadas por uma sonoridade que passeia pelo pop rock e rock progressivo.

    Mais Doce que o Mel não foi muito bem recebido por conta de suas músicas questionadoras, livres e diretas, mas nada foi mais polêmica do que a capa, em que Janires esbanja simplicidade, com a camisa aberta. ‘Censurada’, a capa teve que ser refeita em outra edição. Além das críticas, boicotes e acusações de satanismo, o reboliço causado pela música do Rebanhão apenas expandiu a sua popularidade, tornando-os conhecidos por todo o país.

    1981, Doce Harmonia


    1º: De Vento em Popa – Vencedores por CristoDe Vento em Popa - Vencedores por Cristo - 1977

    Um dos discos mais aclamados até hoje em termos de letras, ritmos, vocais e instrumentais. A grande importância desse trabalho reside na proposta diferente que trazia, na linguagem inovadora e na influência que provocou em tantos artistas cristãos, que estavam sendo formados naquela época, e mesmo em épocas posteriores. Pela primeira vez, os Vencedores por Cristo lançavam um disco com canções totalmente autorais e cujas letras e sonoridade dialogavam, sem medo, com a cultura brasileira.

    “Eu o considero um marco porque Vencedores àquela altura era o grupo musical de maior penetração no meio cristão devido às equipes que viajavam por todo o país divulgando o trabalho musical da organização”, diria Jorge Camargo, em entrevista ao Arquivo Gospel. De Vento em Popa foi o único disco cristão a ser tema de uma tese de mestrado, defendida na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ainda, esta obra, devido a sua qualidade musical, transpassou as barreiras do meio cristão, servindo de influência para alguns músicos ‘seculares’, sendo citado, recentemente, por Ed Motta, como “um disco raro no gospel”.

    Aliando-se à música brasileira, na pretensão de nacionalizar as canções cristãs da época, era um contraponto a tantas versões que eram feitas (profético?). Reúne músicas de grandes compositores da música cristã: Aristeu Pires Junior, Artur Mendes, Ederly Chagas, Guilherme Kerr, Sérgio Pimenta e Nelson Bomilcar, que também participam nos vocais e instrumentais. Um disco em que brasilidade, poesia, qualidade e espiritualidade se harmonizam.

    1977, VPC Produções


    Eleitores: Alex Eduardo (músico), Danilo Andrade (editor-chefe, O Propagador), João Dias (historiador), Leiliane Lopes (jornalista), Philipe Daniel (músico), Rafael Ramos (jornalista e editor-chefe, Gospel no Divã), Roberto Azevedo (editor-chefe, Super Gospel), Rogério Oliver (pesquisador, Gospel no Divã), Ruben Mukama (músico), Salvador de Souza (historiador), Tayse Souza (editora, O Propagador), Tiago Abreu (editor colaborador, Super Gospel).

    Contribuintes: Alexandre Pereira, Charles Spencer, Cleber Nadalutti, Gesson Vasconcelos, Jhonata Fernandes, Philippe Santos, Renan Lima, Thiago Ferreira.

  • TOP 10 – Músicas sobre solidão

    A solidão é uma sensação recorrente em vários trechos da Bíblia. Comum no contexto atual global, ela pode levar à depressão e ao sofrimento. Por isso trazemos dez canções que falam sobre a solidão.

    Leia também: TOP 10 – canções sobre angústia

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    A Solidão já Foi – Cristiane Carvalho

    Fazendo parte do álbum Terceiro Dia, obra marcante na discografia de Cristiane Carvalho, a canção aborda a ida da solidão: “Dividí-Lo contigo, eu quero dividí-Lo contigo / Se te chamo de irmão, é porque mora no meu coração / A solidão Já foi / Meu Deus é um, mas é demais!” (2004)

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    Solidão – Marcello Brayner

    Estruturada como um salmo, “Solidão”, de Marcello Brayner é uma súplica: “De tanto esperar por Tua Salvação / Eu tenho que sofrer nas mãos dos que me odeiam / Não me deixe só, pois eu só tenho a Ti / Pois tenho suportado afrontas só por Ti“. (2002)

    https://www.youtube.com/watch?v=hC2JMtLvfaY

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    [tab title=”8º”]

    Refúgio – Rebanhão

    Uma das canções mais “feelinzeiras” do Rebanhão, foi a primeira canção escrita pelo recém-convertido Pedro Braconnot que, poeticamente, afirma que sem Cristo andou por terras distantes, cheias de solidão. Mas, que, ao lado dele, descobriu Seu amor e o brilho de Sua luz. (1981)

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    Solidão Cósmica – Marcos Antonio

    Original do álbum Vale a Pena, “Solidão Cósmica” é mais uma das canções sobre esta temática: “A noite vem / E tudo é solidão / Não sou ninguém / É difícil viver sem Teu amor“. (2006)

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    Máscaras – Rafaela Pinho

    De seu álbum Caminho, Verdade e Vida, Rafaela Pinho utiliza a metáfora do espelho, em primeira pessoa, pedindo a ajuda do Criador. “Mas eu sei que o meu Deus / Vê meu coração / E a minha solidão / Me abraça, me ampara / Não quero mais fugir / Por isso estou aqui / Te peço, me ouve / Me ajuda“. (2008)

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    Solidão – Resgate

    Original do álbum On the Rock, esta música do Resgate vai diretamente ao tema. Afirmando que Jesus é a solução para quem vive só, o vocalista Zé Bruno esbanja riffs nesta canção que é de sua autoria. (1995)

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    Quem – Oficina G3

    Escrita por Juninho Afram, é a canção mais introspectiva e “depressiva” já gravada pela Oficina G3. Do álbum Acústico, sua sonoridade guiada por um arranjo de cordas e violões narra a vida difícil do eu lírico, que se encontra triste, diante de dificuldades, lembranças que doem, questionando quem irá tirar sua tristeza. (1998)

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    A Ilha – Voz da Verdade

    O silêncio, na maioria das vezes é a única companhia de alguém solitário. Quando todas as luzes se queimam, quando as vozes se calam. A solução para o fim da tristeza, para muitos, é o suicídio. Mas, o Voz da Verdade apresenta em “A Ilha”, além de todo este sentimento introspectivo a resposta de alguém divino que possui um controle acima do humano. (1990)

    https://www.youtube.com/watch?v=q6QhIZl8d3Y

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    Só Mais Uma Lágrima – Suellen Lima

    O maior sucesso de Suellen Lima, aborda a questão da tristeza e angústia, pedindo que Deus ajude, pois só existe mais uma lágrima dentre tantas já derramadas. (2001)

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    Não Quero Mais Acordar Assim – Fruto Sagrado

    Uma das canções mais conhecidas do grupo fluminense, “Não Quero Mais Acordar Assim” é um clássico na discografia do Fruto Sagrado. Diretamente ao tema, a canção aborda os dias em que as pessoas acordam para baixo, meio deprimidas, se sentindo sós, com o clamor de que Deus venha cuidar e tirar toda a tristeza. (2003)

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    O que achou deste nosso TOP 10? Conhece mais canções acerca deste tema? Comente e compartilhe com algum amigo que se sente só, para que ele se sinta melhor. Até a próxima!

  • TOP 10 – músicas sobre o apocalipse

    Fala-se tanto no possível fim do mundo, especula-se como a humanidade será aniquilada, ignorando assim a palavra do Senhor que fala que naquele grande dia seremos arrebatados. Os mortos serão ressuscitados primeiro e os vivos deixarão o corpo corruptível por um corpo incorruptível. Em cima disso, trazemos aqui um TOP 10 com excelentes canções sobre o apocalipse e o arrebatamento da igreja.

    Nós cristãos não acreditamos em profetadas e datas marcadas para o fim (ou pelo menos não deveríamos). Sabemos e cremos que Jesus voltará para levar Sua igreja, evento conhecido como arrebatamento, seguido pelo juízo final, citado no livro de Apocalipse: “E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo; esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo. (Ap. 20, v. 14 e 15)”.

    Esse tema já foi muito cantado, principalmente pelas cantoras pentecostais. Hoje, o arrebatamento foi meio deixado de lado. Fazendo este resgate, publicamos agora um TOP 10 com canções sobre o apocalipse e o arrebatamento, confira!

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    A Hora do Apocalipse – Voz da Verdade

    Abrindo a lista, “A Hora do Apocalipse” é uma das canções mais antigas do Voz da Verdade. Lançada no álbum Coração de Cera, a faixa é conduzida por um arranjo pop rock, alertando o ouvinte de que a porta da salvação é estreita e um dia vai fechar. (1989)

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    Jesus Voltará – Elaine de Jesus

    A canção é parte do projeto Transparência, lançado pela gravadora Cristo Vencedor. Composição de Moisés Cleyton, “Jesus voltará”, apesar de vir num álbum que apostou no pop pentecostal, estilo até então novo, foi bem aceita porque tem uma levada mais pentecostal musicalmente falando, além de que versa sobre o arrebatamento um tema que mexe com a emoção espiritual dos crentes. Este CD foi produzido por dois excelentes produtores: Melk Carvalhedo e Rogério Vieria. (2008)

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    Quase meia noite – Vanilda Bordieri

    É integrante do álbum Vida, lançado de maneira independente, e de autoria de Rogério Júnior. A canção, que se baseia na parábola das dez virgens (Mateus 25:1-13), é um dos maiores sucessos da Vanilda, inclusive há uma interpretação emocionante da canção nos Gideões Missionários da última hora. Destaque para a declamação, muito profunda. Esta canção é muita cantada nas igrejas pentecostais (a igreja vai ao êxtase). (2009)

    https://www.youtube.com/watch?v=FNjbvj9JrFM

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    Apocalipse Now – Katsbarnea/Resgate

    “Apocalipse Now” foi um dos primeiros sucessos do Katsbarnea, regravada em 2006 pelo Resgate, em seu álbum Até eu Envelhecer. Esta canção, uma das mais emblemáticas sobre o apocalipse é muito bem conduzida pelo então quinteto. Confira. (or. 1990)

    https://www.youtube.com/watch?v=j9QxQ1CXh1U

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    2ª Vinda (A Cura) – Apocalipse 16

    Um dos primeiros sucessos do Apocalipse 16, “2ª Vinda (A Cura)” descreve o arrebatamento como a revanche de Deus para todo mal semeado pela humanidade, fazendo críticas a orgulhosos, políticos e pecadores não arrependidos. (2000)

    https://www.youtube.com/watch?v=G1y_fSMTYDI

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    Quem Ficou, Ficou. Quem Partiu, Partiu – Shirley Carvalhaes

    A canção “Quem Ficou, Ficou. Quem partiu, partiu” faz parte do CD De Coração pra Coração e é uma composição de Mário Fernando. Esta canção foi muito entoada nos anos 90 e até hoje é muito cantada, principalmente na Santa Ceia do Senhor. Shirley marcou o cenário da música gospel com suas canções de letras fortes e marcantes, mostrando todo seu lado Assembleiano. (1993)

    https://www.youtube.com/watch?v=1fbu74SjUEM

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    Notícia – Khorus

    Um dos maiores, senão o maior sucesso da banda Khorus, é “Notícia”, que narra o arrebatamento da visão de quem ficou. De forma bastante dramática, o grupo vai conduzindo esta canção que é bem pop rock. (2005)

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    Extra – Katsbarnea

    O maior sucesso do Katsbarnea, assinado por Brother Simion e Estevam Hernandes, é o testemunho de Brother. A canção narra o fim do mundo, e o personagem Johnny, totalmente perdido nas coisas deste mundo. É um dos clássicos do rock cristão brasileiro. (1989)

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    Sete Trombetas – Lauriete

    Lauriete é referência na música pentecostal e provavelmente a cantora que mais gravou canções sobre o tema em questão. Separamos a impactante “Sete Trombetas” para representá-la devido ao seu grande sucesso, narrando em detalhes as profecias do livro de Apocalipse. “Sete Trombetas” faz parte do CD Vou Profetizar, e é composição de Anderson Freire. Em 2012, a canção foi regravada por Wilian Nascimento no álbum Levanta Tua Voz e não fez feio. (2010)

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    Apocalipse – Damares

    Quase literalmente, a canção “Apocalipse” de Damares arrebatou o Brasil e a tornou conhecida nos quatro cantos do país. Depois do CD Apocalipse, e do sucesso que obteve, Damares foi contratada pela Sony, pela qual lançou Diamante, que também foi um estrondoso sucesso. Apocalipse, composição de Agailton Silva, ao lado de Sabor de Mel também e autor, estão entre as canções mais cantadas nas igrejas pentecostais. (2008)

    https://www.youtube.com/watch?v=Cv_qyPOChy8

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    O que achou deste nosso TOP 10? Conhece mais canções sobre o arrebatamento e o apocalipse? Comente e compartilhe com todos, sua opinião é importante!

  • TOP 10 – músicas sobre homossexualidade

    A homossexualidade é uma das variações da prática da sexualidade humana e é tema de forte polêmica no meio cristão (especialmente evangélico). Nos últimos anos, com o aumento dos direitos da comunidade LGBT, leis tramitando no congresso e lideranças religiosas manifestando oposição ferrenha aos homossexuais, há muito o que falar (e ouvir) sobre estas questões. Por isso, nós do O Propagador, decidimos pesquisar e encontramos dez canções que falam da homossexualidade, família tradicional e assuntos relacionados. Vamos lá?

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    É Falta de Deus – Andrea Fontes

    Do seu primeiro álbum solo, Andrea Fontes ganhou o décimo lugar com “É Falta de Deus”, que não trata apenas da homossexualidade, mas de outras coisas que, na visão da intérprete, são manifestação da falta de Deus, como os crimes ambientais e o alcoolismo. (1992)

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    Taxados como Loucos – Canção & Louvor

    A dupla Canção & Louvor gravou “Taxados como Loucos”, que incrivelmente soma quase um milhão de visualizações no momento em que este texto é escrito. A canção fala acerca das mudanças na sociedade e o olhar conservador que a população evangélica carrega, vista por muitos como loucura. (2013)

    https://www.youtube.com/watch?v=A-62kLer3iA

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    Seriedade – Giovanny Brasa Viva

    O cantor Giovanny Brasa Viva explicitamente quis dar uma resposta a música “Fugidinha”, de Michel Teló, afirmando que ao invés de ficar, o certo é orar para se relacionar. Numa das estrofes, diz que servir a Deus está ficando complicado, porque “os homens estão ficando afeminados” e há mulheres com “vestes de varão”. Depois afirma que homem não pode transar com homem. Esta canção foi lançada no álbum Deixa Davi Bailar. (2012)

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    Adão e Ivo – Toinho de Aripibú

    O cantor Toinho de Aripibu, do meio pentecostal, usou a temática da criação para mostrar-se contra a homossexualidade: “Mas o diabo, o inimigo de Deus, pra desfazer os planos seus / Querendo manchar seu nome / Desde o dia da cidade de Sodoma / Resolveu mudar a soma / Casando homem com homem / A cada dia multiplica a iniquidade / Sinceramente, isso me deixa pensativo / Se Deus tivesse feito homem pra casar com outro / Não seria Adão e Eva, tinha feito Adão e Ivo“. (2004)

    https://www.youtube.com/watch?v=1sUQOZBhDao

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    Matéria Prima Original – Juninho Lutero

    O cantor independente de rap Juninho Lutero causou imensa polêmica na rede com a sua música “Matéria Prima Original”, que chegou a ter seu clipe removido da rede por discurso homofóbico. Na música, o autor se posiciona claramente contra ao casamento gay e afirma que família é composta apenas por homem junto de uma mulher. (2013)

    https://www.youtube.com/watch?v=4XtMpVOUYOA

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    Tola Odisséia – Calvário

    Uma das primeiras bandas de metal cristão do Brasil, a Calvário lançou apenas um álbum. Neste disco, temos “Tola Odisséia”, que é uma reflexão, através da história da humanidade, em atitudes humanas que se afastaram dos propósitos divinos e causaram tristeza e sofrimento nos seres humanos. Em um trecho, a música fala sobre atos homossexuais. “Quantos cobriram-se com o Véu da morte / Para criar essas malditas idéias?“. (1993)

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    Meio Fio – Katsbarnea

    O Katsbarnea, em seu álbum, escreveu “Meio Fio”, de autoria do ex-vocalista Brother Simion, em parceria com Estevam Hernandes. Na verdade, esta canção faz uma reflexão acerca do amor de Deus que, em sua visão, “está disponível a toda criatura“, afirmando que não importa quem seja o indivíduo, Cristo o ama. (1992)

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    Família, um Projeto de Deus – Asaph Borba

    A medalha de bronze vai para o cantor Asaph Borba que, gravou “Família, um Projeto de Deus”, uma música que discursa, evidentemente, a respeito da família tradicional. “Mas desde o princípio o inimigo tentou / Destruir o que é lindo o que Deus criou / Através da mentira, da inveja e pecado / Trouxe a morte e a ira maculando a família“. (1994)

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    Macho e Fêmea – Voz da Verdade

    Presente no álbum Deus Dormiu Lá em Casa, o Voz da Verdade apresenta essa canção que tem influências de swing jazz e é interpretada por Elisabeth Moysés. A letra, apesar de não falar explicitamente da homossexualidade, aborda a questão da criação, dizendo que Deus criou seres humanos de sexo masculino e feminino, e que esta essência não pode mudar. “Então venha, venha, venha, e vamos mudar / O que os homens e o inimigo quiseram estragar / Diga eu posso, eu quero mudar / A verdade vai te libertar“. (2000)

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    Deus não se Engana – DJ Alpiste

    O primeiro lugar vai para o rapper DJ Alpiste, que, dentre todos da lista, foi o único músico do mainstream que tratou diretamente, e sem ‘papas na língua’, a questão da homossexualidade: “os dois tiram a roupa um do outro / o suor corre na pele por todo corpo / o clima esquenta, pega fogo / Sodoma e Gomorra ali é pouco / e a entrega acontece em nome do prazer / todas as coisas vão acontecer“.

    O cantor narra a história de um homem que se arruma para um encontro de sexo casual num motel, encontrando-se com outro homem, com o qual possui momentos alucinantes de prazer, os quais são descritos como “sexo animal, fora do normal”.  DJ Alpiste também faz várias referências ao universo da pornografia: “aquilo que nunca se viu, agora na moda se vê / o símbolo tá aí na revista e na TV / Playboy, Sexy, G Magazine / Papo de mona, é assim que se define“. (2001)

    https://www.youtube.com/watch?v=uFFdpN0vBHE

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    O que achou deste nosso TOP 10? Conhece mais canções que falam sobre homossexualidade? Comente e compartilhe com todos, sua opinião é importante!

    Leia também: TOP 10 – músicas sobre família

  • TOP 10 – Bandas gospel e ministérios de maior destaque na atualidade

    Esses ministérios e bandas gospel são cantados e tocados por igrejas no Brasil afora. Podem não ser os melhores, mas, há uma quantidade considerável de anos, tem conquistado um público e se destacado na cena cristã.

    Decidimos aqui colocar grupos que se intitulam como ministérios ou fazem música congregacional, não abrangendo, assim, outros estilos, como bandas gospel de rock, pop, e outros gêneros.

    Vamos conferir? (Lista atualizada em junho de 2015).

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    Ministério Unção de Deus

    O Ministério Unção de Deus surgiu em 2003, e graças a composições e produção musical de Ronald Fonseca, alcançou sucesso nacional em 2005 com o álbum Para Chamar Tua Atenção e o hit “Fala Deus”, que foi indicado ao Troféu Talento. Dando continuidade, o grupo lançou, em 2008, o álbum Separados, com composições de Ronald, Luiz Arcanjo, Davi Sacer e do vocalista Rafael Novarine. A canção “Palavra Final” se tornou bastante notória. Apesar de terem escorregado com Estou Pronto, a banda lançou, em 2014, o álbum Confia.

    https://www.youtube.com/watch?v=Bdzp99ElKF8

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    Adoração e Adoradores

    Um projeto de Massao Suguinhara, o Adoração e Adoradores foi sucesso por várias músicas, como “Vim para Adorar-Te” e até mesmo “Foi por Amor”, do seu álbum mais recente. Um dos seus destaques são as várias parcerias e participações especiais nos discos, como Ana Paula Valadão, David Quinlan, Daniela Araújo, Fernandinho, Adhemar de Campos, Fernanda Brum, Filhos do Homem, Paulo César Baruk, André Valadão e outros.

    https://www.youtube.com/watch?v=v7Lh0raMIqI

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    Ministério Ipiranga

    O Ministério Ipiranga tornou-se nacionalmente conhecido através do cantor e ex-vocalista Davi Passamani. Oriundos da Igreja do Evangelho Quadrangular, o grupo é até hoje lembrado pelo hit “Resusscita” e pela canção “Última Chance”. O Ministério Ipiranga perdeu um pouco sua notoriedade nos últimos anos com a saída de Davi, mas suas músicas ainda são lembradas.

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    Sarando a Terra Ferida

    O Sarando a Terra Ferida é uma banda gospel de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, e tornou-se nacionalmente conhecido através da canção “Seja Adorado”. O grupo soma vários álbuns lançados pela MK Music, e ganha o nosso sétimo lugar dentre as bandas gospel, principalmente por seu trabalho estar recebendo, aos poucos, destaque em igrejas cristãs pelo país. O disco mais recente é Deus do Secreto, e o clipe da faixa-título já alcançou quase dois milhões de visualizações.

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    Pedras Vivas

    Apesar do nome Pedras Vivas ter surgido em 2011, a banda é muito mais antiga do que isso. Já foram chamados de Comunidade Cristã de Goiânia, quando fizeram sucesso com a música “Poder da Oração”, nos vocais de Alda Célia, do álbum homônimo, lançado pela MK Music. Quando a igreja a qual fazem parte mudou de nome, o grupo passou a ser chamado de Ministério Fonte da Vida de Adoração. Nesta época, o Pedras Vivas foi apenas um sucesso local, o que dificultava sua inserção nos louvores de outras igrejas, até mesmo de Goiânia. Após discos como Geração Apostólica (2006) e Santidade ao Senhor (2007), o grupo reduziu a sua formação, mudou seu nome para Pedras Vivas e lançou o álbum Na Tua Memória pela Sony Music. A partir disso, sua música ficou conhecida por todo o país, e ao pouco se insere nos repertórios das igrejas, logrando como uma das principais bandas gospel da atualidade.

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    Trazendo a Arca

    Se este TOP 10 tivesse sido feito em 2008, certamente o Trazendo a Arca estaria no topo em relação as bandas gospel. A cisão do Toque no Altar, que gerou este grupo, foi um sucesso meteórico com o álbum Marca da Promessa, que gerou hits como a faixa-título, “Sobre as Águas”, dentre praticamente todas as músicas do álbum. Sua gravação no Maracanãzinho em 2008, é, até hoje, uma das produções mais ambiciosas do gospel nacional. No entanto, em 2009, a banda embarcou na proposta de apresentar canções mais complexas e reflexivas, o que gerou a trilogia formada pelos álbuns Pra Tocar no Manto, Salmos e Cânticos Espirituais e Entre a Fé e a Razão. Este último foi produzido sem dois integrantes, Verônica e Davi Sacer. O Trazendo a Arca acabou escorregando no álbum Na Casa dos Profetas, gravado sem a participação de seu produtor, pianista e arranjador, Ronald Fonseca. Desde então, o conjunto nunca mais foi o mesmo de seus anos áureos. No entanto, sua coleção de sucessos ainda o faz ter um alto público em apresentações, sobretudo em relação as músicas escritas por Luiz Arcanjo, o principal e mais proficiente compositor do Trazendo a Arca desde sempre.

     

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    Voz da Verdade

    Mesmo não sendo uma banda congregacional propriamente dita, o Voz da Verdade é uma banda fundada no final dos anos 70, como o grupo musical de uma igreja com o mesmo nome. Representada pelos irmãos Carlos e José Luiz Moysés (este último, que saiu recentemente) a banda atravessou décadas, mudou seu som e integrantes. Pais e filhos passaram pelo grupo, integrantes morreram, mas o conjunto segue na ativa. Também polêmico por questões teológicas, a banda colecionou sucessos ao longo dos anos, como “4ª Dimensão”, “Lute”, “Sou um Milagre”, “Coração Valente”, “Projeto no Deserto”, “Pra que”, “O Escudo”, dentre outras. Seus discos mais recentes receberam menor apelo popular, mas o grupo contém um público muito forte nas igrejas pentecostais. Com a cisão recente na formação, em que metade dos membros saíram, o grupo lançou o álbum Heróis em 2014, mas mantém-se como uma das bandas gospel de maior tradição no gênero.

    https://www.youtube.com/watch?v=dIeFGhEIUYw

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    Renascer Praise

    O Renascer Praise sempre foi um grupo bastante conhecido nos arredores de São Paulo, mas manteve-se um pouco desconhecido nos demais locais do Brasil. A expansão de sua popularidade começou em 2010, quando o grupo assinou um contrato com a Sony Music e lançou Andando Sobre as Águas. Uma de suas canções mais conhecidas é “Lugares Altos”, e durante estes anos, o grupo contou com o apoio de cantores e bandas que eram parte da Renascer em Cristo, como o grupo de rock Resgate, o Katsbarnea, o cantor Marcelo Aguiar e o rapper DJ Alpiste. Recentemente, foram indicados ao Grammy Latino com seu décimo oitavo álbum, Canto de Sião.

     

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    Diante do Trono

    O Diante do Trono foi, por mais de uma década, e talvez até os dias de hoje, como o nome mais comum e lembrado quando se trata de bandas gospel em geral. Fundado pela cantora e compositora Ana Paula Valadão, passaram grandes nomes da música cristã pelo grupo, como Nívea Soares e André Valadão. Com canções clássicas como “Águas Purificadoras”, “Preciso de Ti” e “Coração Igual ao Teu”, várias de suas canções antigas ainda tocam em muitas igrejas pelo país. A partir de 2005, com Ainda Existe uma Cruz, as canções do grupo se tornaram cada vez mais complexas, e com a popularidade de grupos como o Toque no Altar, a notoriedade da música do Diante do Trono foi caindo gradativamente. Com os anos, novos integrantes foram entrando, com destaque a Israel Salazar. O Diante do Trono viu seu sucesso reaquecer com Creio, mas mesmo assim perdeu os trilhos nos lançamentos subsequentes. Mas é claro, o Diante do Trono é o Diante do Trono e mesmo assim possui uma base de fãs impressionantes, que lotam seus eventos por todo o Brasil.

    https://www.youtube.com/watch?v=FhbjwOWwCCk

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    Livres para Adorar

    Eles existem desde 2005, mas sua popularidade se estendeu em 2009, com o disco Pra que Outros Possam Viver. As canções “Mais Forte que a Morte” e “Vai Valer a Pena” se tornaram sucesso em muitas igrejas no Brasil, e a regravação desta última, com a participação de Heloisa Rosa, confirmou isso. Apesar do nome Livres para Adorar ser forte, a imagem do vocalista do grupo, Juliano Son, tem-se destacado fortemente nos últimos anos, quase como um cantor solo. O músico foi o autor do conceito por trás de Mais um Dia, lançado em 2011, e que foi notório por sucessos como “Quando o Mundo Cai ao Meu Redor”, “O Ladrão em Mim” e “Um Lugar para Descansar”. Com influências do rock alternativo, britpop e de composições melancólicas, Son & Cia tem conquistado espaço no repertório das igrejas.

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    E aí, o que acharam da nossa lista de ministérios e bandas gospel? Mudaria alguma de lugar, tiraria ou acrescentaria? Comente, sua participação é importante!

  • Fique Sabendo – PG, Diante do Trono, Aline Barros, Rayssa e Ravel e muito mais

    Hoje é mais uma sexta-feira e trazemos, aqui, pra vocês, mais um Fique Sabendo. Esta semana tivemos muitas capas de futuros lançamentos divulgados. Isso e muito mais você vê aqui.


    PG divulga a capa do álbum Senhor Exaltado Tu És

    O cantor PG, que no mês que vem lançará seu primeiro projeto pela Som Livre, divulgou, nesta quarta-feira a capa de seu álbum Senhor Exaltado Tu És. As sessões de fotografia ocorreram nos mesmos locais onde foram gravados os dois clipes de divulgação do projeto. Um deles, da canção “Ser Alguém”, já foi noticiado aqui. O álbum carrega grande expectativa do público, principalmente pela participação de Juninho Afram em uma das faixas.PG - Senhor, Exaltado Tu És - 2015


    Diante do Trono divulga a capa do álbum Tetelestai

    A banda Diante do Trono, sob o comando de Ana Paula Valadão, divulgou nesta terça-feira um vídeo, divulgando a capa de seu álbum Tetelestai e explicando todo o conceito do projeto. O encarte foi produzido pela Quartel Design, como tradicionalmente ocorre nas produções do conjunto. O resultado final dividiu opiniões. Alguns acharam a capa bastante adequada, enquanto outros consideraram uma imagem de Ana desnecessária, além do significado da palavra “tetelestai”. Confira abaixo.


    Gravação de Aline Barros teve pouco público

    A gravação do DVD Extraordinária Graça, de Aline Barros, sofreu uma baixa no público. Poucas horas anteriores à gravação, a pista estava bastante vazia e sobraram ingressos. Acredita-se que um dos motivos seja o alto valor do ingresso e a crise financeira que o país vive. A gravação sofreu atrasos e problemas técnicos, e terminou de madrugada. O álbum tem direção de vídeo de Marina de Oliveira, produção musical de Ruben di Souza, além das participações de Fernandinho e Bruna Karla.


    Jonas Villar gravará DVD em Belo Horizonte neste sábado

    O cantor Jonas Villar gravará um novo álbum na capital mineira, neste sábado, 20 de junho. Segundo a Universal Music, gravadora do cantor, o projeto conterá canções inéditas e regravações de peso, como “Noites Traiçoeiras”, “Meu Barquinho” e “Eu Navegarei”. A participação do cantor Kalebe, nesta gravação, é algo bastante destacado por Jonas, o qual afirma ser um grande amigo. O evento ocorrerá no Parque das Mangabeiras.


    Rayssa e Ravel divulgam a capa do álbum O Olhar de Deus

    A gravadora MK Music divulgou, em suas redes sociais, a capa do novo álbum da dupla Rayssa e Ravel pela gravadora, O Olhar de Deus. Segundo a empresa, o projeto já está em fábrica e será lançado em breve.Rayssa e Ravel - O Olhar de Deus - 2015


    Livres para Adorar lançará novo álbum em agosto

    O Livres para Adorar, ou simplesmente Livres, lançará seu novo disco em agosto. Durante esta semana, o cantor Juliano Son publicou, em suas redes sociais, que o grupo estava participando de uma sessão de fotos para o novo projeto.


    Antônio Cirilo, do Santa Geração, apresenta a capa de Minha Vida Mudou

    Outro que apresentou nova capa esta semana foi Antônio Cirilo. Líder do Santa Geração, o cantor chega com um lançamento pela Onimusic. Apesar de afirmar, desnecessariamente, que o disco surgiu através de jejum e oração (afinal, é o que se espera, obrigatoriamente, de qualquer projeto de música cristã), o cantor fez um alerta sobre a pirataria, pedindo que comprem seus discos.Santa Geração - Antônio Cirilo - Minha Vida Mudou - 2015


    Voz da Verdade gravará DVD em agosto

    A banda Voz da Verdade gravará o DVD Heróis no Ginásio do Ibirapuera, em 22 de agosto. O projeto será a primeira produção audio-visual que marcará a diminuição da formação. Um conflito entre a família do conjunto causou um “racha” na formação do grupo, que segue com metade de seus membros.


    Bruna Olly lança single no Dia dos Namorados

    A cantora Bruna Olly lançou, na sexta-feira anterior, um single de Dia dos Namorados. A canção “Não sou Poeta” foi escrita por Tony Ricardo. O instrumental gravado podia ter sido melhor trabalhado, com cordas menos sobrepostas e investindo mais no folk, mas mesmo assim é uma canção interessante. Ouça:


    Marcela Taís confirma possibilidade de gravar um projeto áudio-visual

    Nesta quinta-feira, em um bate-papo com fãs, a cantora Marcela Taís afirma que pode gravar um projeto que se assemelhe a um DVD: “Tem um projeto similar que será filmado semana que vem! Aguardem, surpresa!”


     

    Até a próxima semana!

     

  • Análise: CD Heróis – Voz da Verdade

    Heróis é o primeiro álbum do Voz da Verdade pós-35 anos e também inaugura, teoricamente, um novo tempo na banda, que agora, tendo metade de sua formação original na estrada possui a árdua missão de manter clara a identidade construída por este grupo veterano da cena cristã. As mudanças no grupo praticamente se limitam a este aspecto, pois musicalmente o lançamento mantém as tendências dos CDs anteriores do grupo.

    O projeto gráfico, como de praxe na história do ministério é bastante aquém da maior parte dos lançamentos do meio gospel, com excesso de cores e informação. A maior parte do repertório é escrito pelo vocalista e líder Carlos A. Moysés e pela diminuição de membros certamente sua participação no processo criativo do grupo vai aumentar.

    A música do Voz da Verdade é, essencialmente dotada de ecletismo, e este aspecto nos é encontrado em todo o repertório. “Eu & Deus” trabalha com cordas e piano até culminar em um refrão basicamente influenciado pelo gospel. No final da melhor música do álbum há uma referência instrumental implícita à “Let it Be” dos Beatles. “É Tempo”, “Abrindo as Asas” e “Mil Anos de Paz” são pontos altos de Heróis. Em contrapartida, em outras canções como “Decidi por Jesus” nota-se que a banda ainda soa um pouco desconfortável ao trabalhar com o hard rock, mas esforçada em renovar-se musicalmente.

    Liricamente, o projeto apresenta os mesmos temas explorados nos últimos discos, como a superação em meio a dificuldades e temas mais intimistas. A banda aposta em aspectos regionais, como “Fogo para o Brasil” e com ritmos nordestinos como o forró, através de “”. Atravessar o jazz, blues, rock, pop e outros gêneros nunca pareceu uma dificuldade para o grupo, e de modo geral o disco soa bem. Portanto, Heróis mostra que, mesmo desfalcado, o Voz da Verdade ainda tem muito gás para seguir positivamente em frente.

  • TOP 10 – Músicas sobre saudade

    A saudade é um dos sentimentos mais particulares e descritos na nossa língua, embora sua sensação seja geral. Em mortes, afastamentos, situações, sentimos saudade de alguém, de alguma coisa ou de alguma época. Natural, e as vezes pouco confortante é tema de várias músicas cristãs. Confira nossa lista com alguns exemplos.

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    Espelho nos Olhos – Banda Azul

    “Espelho nos Olhos”, da Banda Azul, escrita por Janires é uma lembrança dos acontecimentos da vida. A infância sonhadora, a juventude corriqueira e frustrante e o encontro com Cristo. Tudo isso é lembrado de forma poética com requintes de saudades pelo compositor, que logo morreria, deixando um imenso legado para a música cristã nacional. Sobre sua vida, escreveu: “Na causa do bom mestre já rodei ‘brasis’ / Irmãos, amigos, companheiros de esperança fiz / Mas, agora já é hora / De ir embora viajar / Descobrir outro mundo, outro lugar / Levo no peito saudades de vocês…“. Um pouco dessa história você pode ler neste post. (1988)

    https://www.youtube.com/watch?v=F82qJmSzkHU

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    Flores em Vida – Paulo César Baruk

    Música já registrada em reflexão neste site, nos faz pensar em quantas pessoas passaram pela nossa vida e sequer uma demonstração de sentimentos damos. Quando vão embora, apenas a saudade fica. Temos que oferecer flores em vida enquanto é dia… (2010)

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    Princípio e Fim – Leonardo Gonçalves e Daniela Araújo

    O tempo passa, a vida passa e muitas vezes nos esquecemos do que é Eterno. Você sente saudade da Eternidade? De seus momentos com Deus? No céu há a certeza de que não haverá saudade. Tudo o que envolve este sentimento será sanado pela presença do Criador. (2012)

    https://www.youtube.com/watch?v=QApf576iKRk

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    A Tempestade e o Sol – Catedral

    Em 2003, o guitarrista do Catedral Cezar faleceu num acidente. “A Tempestade e o Sol”, feita por seus irmãos Kim e Júlio Cezar é em homenagem ao músico, refletindo sobre a fragilidade da vida e a saudade, que um dia desaparecerá no céu. (2003)

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    Esperança – Voz da Verdade

    Certamente, o Voz da Verdade, no âmbito musical cristão é um dos grupos que mais viveram perdas. Com cerca de cinco integrantes mortos, maioria por questões de saúde, “Esperança” já foi trilha sonora em homenagem a eles. Hoje, a saudade e o sentimento de perda. Amanhã, o emocionante reencontro. (1983)

    https://www.youtube.com/watch?v=nyS1HSIgWZk

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    Saudade – Cristina Mel

    Do álbum Refúgio de Amor, de autoria da própria cantora, “Saudade” é um registro poético e direto sobre este sentimento. “Saudade / É o nome dessa amiga / Que um dia lá glória / Já não mais existirá”. (1994)

    https://www.youtube.com/watch?v=iUtXrblZY5A

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    A Vida como ela Era  – Hibernia

    A banda Hibernia não apenas fez tal canção, mas praticamente um álbum inteiro sobre saudade e nostalgia. A letra de “A Vida como ela Era” remete a saudade da infância, e principalmente da inocência, que se perde ao longo dos anos. Seus versos também remetem à influência do tempo neste processo. “Vê que o tempo está aí / Sem ter pra onde ir / Movido a vapor / Vai / Levar dentro de si / Histórias sobre mim / De risos e de dor“. (2009)

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    O Lado da Vida – Ana Paula Valadão

    “O Lado da Vida” faz parte do único álbum solo de Ana Paula Valadão, As Fontes do Amor. As letras deste trabalho, no geral são fortemente intimistas e poéticas. Esta canção segue a mesma linha, refletindo sobre a saudade de pessoas que já faleceram. As vezes nos questionamos sobre o curso natural da vida, mas em tudo Deus é soberano. (2009)

    https://www.youtube.com/watch?v=WS9lQetQMaY

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    A Saudade é um Milagre – Alexandre Malaquias

    Escrita pelo próprio cantor, “A Saudade é um Milagre” é uma das principais músicas de Alexandre Malaquias. Contendo uma das melhores letras sobre saudade no gospel, o eu lírico compreende e aceita os acontecimentos da vida pela soberania do Criador. (2011)

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    Igreja Pequena – Cassiane

    Fechando a lista, o clássico “Igreja Pequena” de Cassiane retrata a saudade de uma igreja fervorosa e das pessoas que lá congregaram. A canção, até hoje é um dos maiores sucessos da cantora e não poderia faltar nesta lista. (1994)

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    O que você achou da lista? Que tal mandá-la para as pessoas nas quais você sente saudade? Abraços e até a próxima!

  • TOP 10 – álbuns ao vivo comemorativos

    Em nosso gospel nacional, existem vários lançamentos ao vivo. Alguns se tornam relevantes na carreira do artista justamente por fazer uma retrospectiva de seu repertório, trazendo grandes sucessos.

    Neste TOP10, indicaremos dez álbuns ao vivo comemorativos, que se destacaram no meio, seja pela qualidade técnica e também pela popularidade.

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    Tributo – Grupo Logos

    Falar de Logos é uma tarefa complexa para um grupo que tanto já acrescentou a música cristã, e que se não fosse pelo quesito popularidade teria seu primeiro lugar.

    Neste álbum, comemoram 22 anos de carreira, apresentando clássicos como “Portas abertas”, “Autor da minha fé”, “Situações”, dentre outras. Foi lançado nos formatos CD e DVD. (2007)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=58q4em12gxA]

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    25 anos de louvor e adoração – Lauriete

    Uma das principais intérpretes da chamada música cristã pentecostal, Lauriete comemorou os 25 anos de carreira em uma obra lançada em CD e DVD, ao qual podem ser encontrados canções como “Lá vem Ele”, “Ensina-me”, “Lindo Céu”, além de três medleys. (2008)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=syPSPQXgDW8]

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    Collection – Eyshila

    Eyshila completou dez anos de carreira em 2005, e com mais de cinco projetos lançados, gravou então Collection, fazendo releituras de seus sucessos, como “Tira-me do vale”, “Terremoto” e “Deus Proverá”. (2006)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=gHobKh8EjtU]

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    Uma História, Uma Estrada, Uma Vida – Ludmila Ferber

    Quando este projeto foi lançado Ludmila tinha oito anos de carreira, desde o lançamento de seu álbum de estreia. Apesar do pouco tempo, já tinha colecionado vários sucessos, apresentados muito bem em Uma História, uma Estrada, uma vida, como “Sopra espírito”, “Chegou a nossa vez”, “Canção do Amigo”, “Maior é Jesus”, dentre outras. Seu maior hit, “Os Sonhos de Deus” foi incluído como faixa interativa no formato CD. (2004)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=iXc-zCwvn5k]

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    Comunhão e Adoração 6 – Adhemar de Campos

    Para comemorar os 30 anos de um dos ícones da música cristã brasileira, a gravação de Comunhão e Adoração 6 foi em alto estilo. Com gravação no Teatro São Pedro, o projeto trouxe várias participações especiais, como as de Nelson Bomilcar, Nívea Soares, Soraya Moraes, Ana Paula Valadão, Luiz Arcanjo e vários outros. Paulo César Baruk assinou a produção musical e arranjos. O repertório contém canções como “Ele é Exaltado”, “Tributo a Yehovah”, “Grande é o Senhor” e “Amigo de Deus”. (2007)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=jEEsRs1zcGw]

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    30 Anos – Voz da Verdade

    Três décadas e um vasto repertório. Realmente, a missão não era fácil. Durante dois dias, a banda gravou este álbum, que contém vários sucessos. Como a maior parte das canções eram originalmente interpretadas por Carlos A. Moisés, os demais solistas estreiam em performances inéditas. Destaque para Lilian Ferrão, falecida precocemente em 2010 em “Imagem de Deus”, Carlos em “A Ilha”, Samuel em “Pra que”, Lydia Moisés em “Além do Rio Azul” e todos juntos em “Adoradores do Rei”. Também há a participação de PG e Marquinhos Gomes em outras canções. (2008)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=cm1fPGrzNbQ]

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    As Canções da Minha Vida – Cristina Mel

    Cristina Mel é, sem dúvida uma das intérpretes de maior sucesso na música cristã nacional, sobretudo nos anos 90. São 15 anos que deram resultado a um dos melhores álbuns comemorativos do mercado, com produção musical assinada por Rogério Vieira. “A mão do mestre”, “Tudo por você”, “Ao Amigo Distante”, dentre vários outros sucessos são executados neste projeto que foi gravado no Teatro da TV Record em São Paulo. (2005)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=CAwGWMlWUI0]

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    Brasil Diante do Trono – Diante do Trono

    Este é o único registro ao vivo com repertório não inédito da banda mineira em sua formação clássica, e provavelmente o melhor registro da sua fase de auge neste aspecto. A banda tinha lançado álbuns de grande destaque, como Exaltado e o mais recente Preciso de Ti. Com a famosa orquestra de peso liderada por Sérgio Gomes, os destaques ficaram por conta das músicas regravadas do projeto Exaltado, “Amigo Fiel” e “Quero Ser”. Este álbum, em específico foi prejudicado na época por problemas técnicos na gravação, e aqui, no Brasil Diante do Trono é executado pela banda a todo o vapor sem contratempos.

    Brasil Diante do Trono foi gravado no Maracanã, com um público de 180 mil pessoas, que lotaram ao local, cantando junto com os intérpretes Ana Paula Valadão, Nívea Soares, André Valadão e outros clássicos como “Preciso de Ti”, “Águas Purificadoras” e “Tempo de Festa”. Maximiliano Moraes fica a cargo dos arranjos vocais, nos quais sempre se mostrou o mais competente em toda a carreira do DT.

    O álbum foi lançado nos formatos CD e VHS. Em CD é um álbum duplo, também contendo orações e espontâneos, aos quais podem ser conferidos também em sua versão de vídeo. (2002)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=EHi98owid0k]

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    Ao Vivo no Maracanãzinho – Trazendo a Arca

    Apesar de ser um dos mais recentes, seu registro foi absolutamente reconhecido. Gravado em maio daquele ano, uniu o repertório dos álbuns Olha pra Mim e Marca da Promessa. Ambos os álbuns tiveram alta vendagem, e quase todas as canções são conhecidas. Somado a parceria com o experiente diretor Hugo Pessoa, a gravação neste ginásio dificilmente seria um fracasso. A entrada custou um quilo de alimento não perecível, e o material coletado foi doado em obras de caridade no Vale do Jequitinhonha, norte de Minas Gerais.

    Hugo Pessoa optou por uma estrutura de palco complexa, que só não foi mais ousada por falta de autorização da administração do Maracanãzinho, que quase impediu a banda de gravar poucas horas antes do show. Além do incidente, algumas cadeiras foram quebradas e cerca de duas mil pessoas ficaram do lado de fora, fato que motivou um pedido de desculpas por Davi Sacer. Porém, na época foi a produção mais moderna feita no meio gospel.

    Durante o show, a banda cantou sucessos como o “O chão vai Tremer”, “Sobre as águas”, “Tua Graça me Basta” e “Lembra Senhor”. São quase três horas de duração, e Ronald Fonseca lidera a parte instrumental no piano e produção musical com ótimas improvisações. André Mattos mostra o porquê é conhecido como um dos melhores bateristas do Brasil, com seu estilo. Luiz Arcanjo, mais tarde disse que o pulo do público no tablado, durante “O chão vai tremer” fez com que sentisse a estrutura realmente tremer, fato comentado pelas pessoas da arquibancada. Ganhou o prêmio de Melhor DVD no Troféu Talento. (2008)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=xQroqkU5SSM]

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    25 Anos de muito louvor – Cassiane

    Vinte e seis faixas eram poucas para registrar os melhores momentos da carreira de Cassiane. O projeto, gravado no final de 2005 na Catedral das Assembleias de Deus trouxe seus maiores sucessos, desde o primeiro álbum em 1983. Apesar do local não ser muito favorável para a gravação, todo o ambiente foi adaptado para a produção do projeto. Na parte instrumental, Jairinho comanda, assim como ocorre tradicionalmente em seus álbuns.

    Jayane, sua filha participa em dois momentos, em “Cristo é a Força” e “Tudo Novo”. Oito mil pessoas se reuniram no local, cantando junto com a intérprete sucessos como “500 graus”, “Vou Seguir”, “Minha Bênção”, “Com muito louvor”, dentre outras. A carreira da dupla Cassiane e Jairinho foi lembrada em três canções unidas a um Medley, “O Tempo não pode apagar”, “Cada instante de nós dois” e “Você e eu”.

    25 anos de muito louvor foi lançado nos formatos CD e DVD. Segundo a ABPD, sua versão em DVD é disco de platina, enquanto a CD é disco de ouro. O projeto foi premiado como Melhor álbum pentecostal no Troféu Talento. (2006)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=1xBJZlB9xqQ]

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    Lembra-se de mais algum álbum ao vivo comemorativo que não foi incluído na lista? Comente aí!