Tag: Kleber Lucas

  • TOP 10 – Músicas sobre o tempo

    O tempo é algo que, até os dias de hoje, não sabemos definir. Mas é através desta noção que guiamos nossa vida, e ouvimos canções sobre o tema. No meio cristão, existem várias, por isso fizemos uma seleção e trouxemos dez músicas gospel sobre o tempo.

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    Eclesiastes – Brother Simion

    O décimo lugar vai para Brother Simion, com a canção mais eclesiástica desta lista. O livro de Eclesiastes é cheio de reflexões acerca da temporalidade, a passagem da vida, e outras questões relacionadas. Assim, Simion conclui que, assim como há tempo para tudo, neste trajeto é Deus quem nos guia. (2001)

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    Quatro Estações – Kleber Lucas

    Uma das mais belas e singelas canções da carreira de Kleber Lucas, o cantor relaciona as fases do ano, a passagem do tempo aludindo os momentos bons e ruins da vida de qualquer pessoa, afirmando que em qualquer tempo o Senhor é nosso pastor e que nada nos separa do amor dEle. Sem dúvida, ótima opção para ouvir. (2007)

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    Ainda Há Tempo – Marcela Taís

    Marcela Taís já é conhecida por seus versos poéticos, e “Ainda Há Tempo” não foge disto. É uma canção que, suavemente trata que, enquanto ainda existe vida, ainda existe tempo. Tempo para amar, cuidar, dedicar-se à Deus: não perca seu tempo. (2011)

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    Ninguém Vai Saber – Resgate

    Escrita para o disco de 25 anos do Resgate, “Ninguém Vai Saber” é uma canção que reflete o quão inesperado o futuro pode nos ser. Quanto mais dias passam, menos dias temos para evoluir, e mais próximos estamos de nossa morte. No álbum, antes de cantá-la, Zé Bruno também faz uma reflexão. (2015)

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    A Vida como Ela Era – Hibernia

    Canção que intitula o álbum, o qual, toda a sua temática é voltada ao fato de voltar aos tempos de infância, é uma canção suave e agradável. A banda afirma que o tempo “é trem que não espera por ninguém”, e que a vida como era bela na infância, com requintes de inocência. (2009)

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    Tempo para Amar – Thiago Grulha

    Do álbum Meus Passos no Tempo, “Tempo para Amar” é uma das várias canções de Thiago Grulha acerca do tempo, e é uma das mais fortes, tratando a necessidade de dedicarmos parte do nosso tempo para amar as pessoas à nossa volta: “Quem não tem tempo para amar / Morre por dentro a cada segundo / Nós fomos feitos para amar / O amor de Deus transforma o mundo“. (2010)

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    Tempo – Daniela Araújo

    Juntamente à canção “Milímetro”, Daniela Araújo reflete sobre a nossa pequena e curta existência em meio à um universo de duração tão gigante. Assim, esquecendo-se do que passou, o tempo que não mais volta, somos levados à recomeçar com Deus: “O tempo não volta, nem pode parar / Mas me dá a chance de recomeçar / O tempo é tempo não pode curar / Mas é no tempo que escolhes me encontrar / Esquecendo o tempo que passou / Segurando Tua mão, Senhor / Eu vou recomeçar“. (2011)

    https://www.youtube.com/watch?v=j8KFKh5JQv4

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    [tab title=”3º”]

    O Tempo de Deus – Ma-Lu

    A dupla Ma-Lu ficou conhecida nacionalmente entre meados de 2006 e 2007, quando lançaram seu primeiro álbum. Com um som pop com influências do country, a dupla lançou o álbum Amor Maior, com a produção de Dudu Borges. “O Tempo de Deus” foi a principal canção deste projeto, a qual afirma que a vontade de Deus para as coisas acontecerem sempre são maiores e melhores em nossa vida. (2008)

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    Senhor do Tempo – Paulo César Baruk

    Uma reflexão acerca dos nossos dias tão frenéticos, e as vezes, cada vez mais distantes do Criador, “Senhor do Tempo” é uma das melhores canções na carreira de Paulo César Baruk. O clipe para esta canção alcançou alta popularidade, tendo mais de um milhão de visualizações, e foi feito em relação ao conceito gráfico do álbum Entre. (2013)

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    O Tempo – Oficina G3

    Um dos maiores sucessos da Oficina G3, que marcou gerações, foi escrita pelo guitarrista Juninho Afram, que também é o intérprete, juntamente com o ex-vocalista PG. A canção é uma reflexão em primeira pessoa, vendo como o tempo passa e nós morremos, aos poucos, com o seu passar. No entanto, seus versos são esperançosos: “O tempo se vai / Mas algo sempre guardarei / O teu amor, que um dia eu encontrei“. Ainda há a participação especial do Coral Kemuel. (2000)

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  • Os 100 maiores álbuns nacionais da música cristã

    A equipe do O Propagador apresenta a lista dos maiores álbuns nacionais da música cristã. O material foi compilado em parceria com os sites Super Gospel, Arquivo Gospel, Casa Gospel, Gospel no Divã, Gospel Prime, Ruben Mukama e Virtual Gospel, entre uma série de músicos, historiadores, jornalistas e audiófilos. Cada um lançou suas indicações, as quais foram discutidas exaustivamente. O repertório consiste em discos que foram lançados desde a década de 60 à década de 2010. Aqui, no O Propagador, você vê a lista na íntegra e com os comentários previamente escritos.


    100º: Fogo e Glória Curitiba – David QuinlanFogo e Glória Curitiba - David Quinlan - 2000

    Disco que representa o movimento worship ocorrido em Contagem, o simplório violão de David Quinlan se tornaria um padrão intensamente – e irritantemente – copiado. Deste movimento, há de se destacar, como influenciados, Santa Geração e o cantor Fernandinho. Heloisa Rosa e Nívea Soares colocam seus vocais, imprimindo uma parceria que duraria por outros discos.

    2000, Aliança


    99º: Pra Louvar – Raiz CoralRaiz Coral - Pra Louvar - 2004

    Quando o Raiz Coral lançou seu primeiro trabalho, não havia nenhum material semelhante em toda a história cristã. Claramente avassalador, quando o assunto é corais, o disco Pra Louvar rapidamente se popularizou e invadiu as igrejas com canções como “A Coroa” e “Jesus meu Guia É”.

    2004, Independente


    Thalles - Na Sala do Pai - 200998º: Na Sala do Pai – Thalles

    Indiscutivelmente um dos trabalhos mais importantes da última década, a estreia de Thalles é uma mistura de blues, pop rock, black music e soul, distribuída em linhas de baixo grooveadas, com letras diretas e confessionais.

    2009, Graça Music


    97º: Além do que os Olhos Podem Ver – Oficina G3Além do que os Olhos Podem Ver - Oficina G3 - 2005

    “Não ache que eu estou derrotado, você está errado”, canta Juninho Afram em “Mais Alto”, após latidos de cães. Neste disco, a Oficina G3, como um trio, exorcizava todas as especulações de que era seu fim sem PG. Embalados por um metal progressivo de mix pop, o disco solidifica o respeito que o grupo tinha recebido com Indiferença, seu registro mais soberbo.

    2005, MK Music


    96º: Antes do Sol Nascer – Nádia SantolliNádia Santolli - Antes do Sol Nascer - 2005

    Cercada de colaboradores experientes, como Genésio de Souza e Val Martins, produzida por Kleber Lucas e no embalo de sua participação em uma canção do Koinonya, assim foi a estreia de Nádia na MK. Num tempo em que “todo mundo” estava gravando disco ao vivo congregacional, Santolli conseguiu se destacar, graças a sua personalidade, impressa em sua voz grave e potente. No entanto, o grande mérito desse disco é que tudo soa bem.

    2005, MK Music


    95º: Ainda não É o Último – ResgateResgate - Ainda não é o último - 2010

    Após anos de silêncio do rock cristão no mainstream, os membros do Resgate se juntaram e ensinaram, mais uma vez, como é que se faz. Com a pop-produção de Dudu Borges, o disco consegue jogar guitarras e hammonds em equilíbrio em meio a letras humorísticas de Zé Bruno, como “Jack, Joe and Nancy in the Mall” e sua veia à lá Traditional Jazz Band e a grande balada “Vou me Lembrar”.

    2010, Sony Music Brasil


    94º: Daniela Araújo – Daniela AraújoDaniela Araújo - Daniela Araújo - 2011

    Quando Fernanda Brum e Emerson Pinheiro criaram uma fórmula de pop nos anos 90, a única grande novidade dentro do gênero, com o passar dos anos, seria Daniela Araújo. Com seu álbum autointitulado, a artista trouxe ao seu favor o piano e arranjos da Orquestra Filarmônica de Praga, envoltos numa produção musical over-the-top.

    2011, Sony Music Brasil


    93º: Na Casa de Deus – EyshilaNa Casa de Deus - Eyshila - 2003

    A carreira de Eyshila, oriunda dos Altos Louvores, pode ser resumida pré e pós este projeto, cuja produção foi dividida entre Rogério Vieira, Woody e Wagner Carvalho. Gravando sete músicas com participação ao vivo da sua igreja, a cantora que antes era conhecida pelas suas baladas, a partir desse disco se tornou figura garantida no chamado louvor congregacional, consagrando-se como compositora, especialmente por “Posso Clamar”.

    2003, MK Music


    Para o Mundo Ouvir - Rose Nascimento - 200492º: Para o Mundo Ouvir – Rose Nascimento

    Utilizando-se de arranjos e fundindo outros gêneros musicais, este disco de Rose Nascimento fez uma música pentecostal diferente do que se ouvia na maioria dos lançamentos de sua época, também trazendo cordas.

    2004, Zekap Gospel


    91º: Respire Fundo – Ao CuboAo Cubo - Respire Fundo - 2004

    Se muitos grupos se destacaram pela presença de um rapper, o Ao Cubo teve dois. Feijão e Cleber representaram a música do grupo em todas suas esferas, juntamente com Fjay, criticando o consumismo, desigualdade social e criminalidade, sob uma ótica cristã.

    2004, Aperte o Play


    90º: Toque no Altar – Ministério Apascentar de Nova IguaçuToque no Altar - 2003

    Com uma enorme equipe de músicos em tempo integral, o Ministério Apascentar de Nova Iguaçu estreou com um dos registros mais fortes da cena congregacional. Revelando o repertório autoral de Luiz Arcanjo, Davi Sacer e Ronald Fonseca, a obra agrega cordas e metais sem se sobrepor aos pianos e teclados, o grande ponto forte deste grupo.

    2003, Independente


    89º: Quebrantado Coração – Fernanda BrumQuebrantado Coração - Fernanda Brum - 2002

    Enfatizando o tipo de coração que deve ser na caminhada cristã, é o auge musical da dupla Fernanda Brum e Emerson Pinheiro, estendendo a tendência dos discos anteriores com um repertório introspectivo, mas forte, composto por músicas como “Marcas”, “Amo o Senhor”, “O Amor que Cura” e “Espírito Santo”.

    2002, MK Music


    Por Toda Vida - Voices - 200088º: Por Toda Vida – Voices

    O maior supergrupo já existente do meio cristão, o Voices alcançou grande amadurecimento com seu terceiro trabalho, destacando-se com as canções “Pisa no Inimigo” e “Por Toda Vida”, dentre as mais notáveis de sua discografia.

    2000, MK Music


    Cristiane Carvalho - Novo Amanhecer - 199387º: Novo Amanhecer – Cristiane Carvalho

    Diferentemente de seus trabalhos anteriores, Cristiane Carvalho utilizou-se de composições nacionais, transitando em gêneros musicais como o funk e pop. Há de se destacar a faixa-título e “Até que Te Encontrei”, formando o ecletismo necessário para a obra.

    1993, Line Records


    Humanidade - Banda Rara - 199086º: Humanidade – Banda Rara

    Na ponta das influências do funk e soul, a Banda Rara alcançou o seu auge com Humanidade, especialmente com a faixa-título, nos vocais de Maurílio Santos, além de “Estrela da Manhã” e “Deixa Tudo”.

    1990, Gospel Records


    85º: 2ª Vinda – A Cura – Apocalipse 162ª Vinda a cura - Apocalipse 16 - 2000

    Pregador Luo e DJ Alpiste trouxeram o rap para a cena cristã. Mas 2ª Vinda – A Cura é um divisor de águas no gênero, sombrio e polêmico, tendo o auxílio de Mano Brown (Racionais MC’s) e Eduardo (ex-Facção Central). Seus discos posteriores se fundem de forma mais efetiva com a black music, em contrapartida, perdem o frescor alcançado aqui.

    2000, 7 Taças


    84º: Alta Voz – Kades SingersAlta Voz - Kades Singers - 1997

    Com arranjos do tecladista Paulo Richard (ex-Complexo J) e Raquel Mello, Alta Voz foi fundamental para a caracterização e definição dos grupos vocais na cena mainstream, além de ser um registro de devoção explícita a soul music.

    1997, MK Music


    83º: Aeroilis – AeroilisAeroilis - Aeroilis - 2004

    Antes do rock alternativo e do novo movimento – o tal crossover – estar em alta, a Aeroilis já chegava com um disco, com guitarras limpas, bateria com chimbau aberto e composições introspectivas, guiadas pela voz e timbre singular de Raphael Campos, o que seria aprofundado em Nada Mais Além, o trabalho sucessor.

    2004, LaCruz / Bompastor


    82º: Um Pinguim com Frio no Alaska – Amaury FonteneleUm Pinguim com Frio no Alaska - Amaury Fontenele - 2001

    Um pouco isolado, Amaury foi o único músico que, em sua época, misturou as batidas do rap com o groove do rock e R&B, com auxílio de Fernando Catatau, ex-colega de banda no Cidadão Instigado formando, assim, uma sonoridade ímpar no âmbito cristão.

    2001, Aliança


    81º: Voar Como a Águia – Alda CéliaAlda Célia - Voar Como a Águia - 2002

    Do Koinonya e Comunidade Cristã de Goiânia para a carreira solo, Alda Célia estabeleceu a ambientação ao vivo como cerne de seu melhor trabalho, Voar Como a Águia o qual, além da faixa-título, se destaca por “Óleo de Alegria” e a regravação de “Poder da Oração”.

    2002, MK Music


    80º: Águas Purificadoras – Diante do TronoDiante do Trono - Águas Purificadoras - 2000

    O follow-up para Exaltado foi um ajuntamento ainda maior, de qualidade técnica superior, inserindo, definitivamente, elementos que se tornariam marca-registrada do Diante do Trono, como as danças e espontâneos gigantescos – fortalecidos pela faixa-título, de sonoridade suave.

    2000, Diante do Trono


    79º: O Valor de Uma Alma – Mara LimaMara Lima - O Valor de uma Alma - 1989

    O Valor de Uma Alma veio para mostrar o porquê Mara Lima é um nome de longevidade no meio cristão: aliando um bom repertório, simplicidade e som direto, o trabalho se destaca, especialmente, pela canção que o intitula, que não se sobrepõe, de forma alguma, ao restante das canções apresentadas.

    1989, Som e Louvores


    78º: O Jardineiro que Chora – Alceu PiresAlceu Pires - O Jardineiro que Chora - 1984

    Um dos grandes poetas da música pentecostal clássica, Alceu Pires é compositor de sucessos emblemáticos como “Abração e Isaque” e “Juízo Final”. O primeiro e mais importante deles, “O Jardineiro que Chora”, foi responsável por colocar o disco homônimo na galeria dos clássicos cristãos. Com influências da música sertaneja de raiz, Alceu fez o Brasil inteiro cantar a parábola sobre a relação entre a flor e seu cuidador.

    1984, Djanir Produções


    77º: Autoridade e Poder – Marcos GóesAutoridade e Poder - Marcos Góes - 1990

    Com produção musical e arranjos de Marcos Góes, o trabalho é de notável qualidade musical, trazendo a participação de músicos como Sidão Pires e Marcos Bonfim. De fato, este é caracterizado como o trabalho solo de maior importância na carreira de Góes.

    1990, Pioneira Evangélica


    76º: Poemas e Canções – Leonardo GonçalvesLeonardo Gonçalves - Poemas e Canções - 2002

    “Mas a verdade é que o Criador não nos usa por sermos bons, mas o fato de sermos usados por Ele é o que nos torna bons, apesar de não o sermos”, disse Leonardo Gonçalves ao O Propagador. Seu primeiro disco é uma combinação agradável de pop, jazz, blues e contém, além da conhecida “Getsêmani”, uma regravação de João Alexandre. Com o trabalho, Leonardo se inseriu numa nova safra de intérpretes que fogem de temáticas e sonoridades mais populares.

    2002, Novo Tempo


    75º: O que na Verdade Somos – Fruto SagradoO que na Verdade Somos - Fruto Sagrado - 2003

    O que na Verdade Somos é o disco mais forte do Fruto Sagrado: com riffs agressivos de Bene Maldonado, vocais surpreendentes de Marcão, letras fantasticamente ácidas, e apresentando influências diversas, como o maracatu e a música eletrônica, mostraram que só eles, na altura do campeonato, sabiam fazer um som na tendência.

    2003, MK Music


    74º: Oração de Davi – Feliciano AmaralFeliciano Amaral - Oração de Davi - 1981

    Ele é o recordista, segundo o Guiness Book, como o cantor evangélico há mais tempo em atividade no mundo. Mensagem Real, seu disco de 78 rpm (tecnologia pré vinil), é um dos primeiros registros físicos da música evangélica nacional, lançado em 1948. Já com mais de 35 anos de carreira, o cantor lançou uma de suas maiores obras primas, Oração de Davi. O trabalho de 1981 traz os arranjos limpos característicos da música sacra tradicional, a voz inconfundível de Feliciano Amaral e um repertório brilhante, com canções marcantes como “O Rosto de Cristo”, “Tudo Entregarei”, “Cristo meu Mestre” e “Oração de Davi”.

    1981, FA Produções


    73º: Cicatrizes e Testemunho – Jorge AraújoCicatrizes e Testemunho - Jorge Araújo - 1984

    Pode ser que, hoje, seja mais reconhecido como pai de Daniela Araújo, mas Jorge Araújo fez história na música pentecostal como um dos artistas mais ousados do gênero e responsável por grande parte de sua modernização na década de 80. Em um período de resistência à inovação, Jorge esticou a linha, trazendo, para suas produções, a guitarra elétrica e a bateria em destaque. Em Cicatrizes, seu mais reconhecido trabalho, o cantor mostra toda sua veia pop interpretando grandes sucessos, como a faixa-título e “Deus Resolve o Teu Problema”.

    1984, Louvores do Coração


    72º: Tempo de Adoração – Comunidade Vila da PenhaTempo de Adoração - Comunidade Evangélica Vila da Penha - 1994

    A chamada Comunidade Zona Sul se destacaria ao chamado movimento das comunidades dos anos 90. Tempo de Adoração sintetiza, claramente a tudo o que seria feito pelo resto da década, incluindo “Consagração/Louvor a Rei”, uma das mais belas canções cristãs deste período.

    1994, Independente


    71º: Bonança – Os Cantores de CristoBonança - Os Cantores de Cristo

    Muitos grupos, na época, investiram em Jovem Guarda, como os Embaixadores de Sião, Cades-Barneia, Triumpho, Os Atuantes, Os Ligados, mas Os Cantores de Cristo foram além, porque fizeram isso colocando pitadas do rock psicodélico e do progressivo, evoluindo seu som em relação aos discos anteriores, sem perder o enfoque evangelístico.

    1975, Favoritos Evangélicos


    70º: Sem Palavras – CassianeSem Palavras - Cassiane - 1996

    Enquanto o movimento gospel dava seus primeiros sinais de crise, Jairinho surgiu com uma produção ingênua que remodelaria, de vez, o conceito de música pentecostal no Brasil. Com tons épicos, “Imagine” continua a ser uma das mais belas e representativas canções do gênero até hoje.

    1996, MK Music


    69º: Primeiro Amor – Shirley CarvalhaesPrimeiro Amor - Shirley Carvalhaes - 1994

    Mesmo já tendo vinte anos de carreira, foi com Primeiro Amor que Shirley Carvalhaes se firmou como a grande dama da música pentecostal brasileira. O disco, produzido por Tuca Nascimento, foi um fenômeno cultural. Seu grande destaque, a música “Faraó ou Deus?”, causou um mix de encanto e repúdio nas igrejas, tamanha era sua ousadia, cujo som misturava referências da música árabe com forró, ritmo que passaria a ser constante nos discos do gênero, a partir de então. Como resultado, a faixa, tratada nas igrejas mais conservadoras como ‘música para dançar’, se tornou um hit inquestionável, elevando a carreira de Shirley e toda a música pentecostal a outro patamar.

    1994, Nancel Music


    68º: Coração Valente – Voz da VerdadeVoz da Verdade - Coração Valente - 1997

    Indiscutivelmente o grupo que mais sabe trazer ecletismo a seu favor, Coração Valente é o maior clássico do Voz da Verdade até aqui. A fusão de orquestras, guitarras wah-wah, baixo funkeado, bateria pulsante, piano e teclado resultam num registro que é pretensioso do início ao fim.

    1997, Independente


    67º: Não é o Fim… – Novo SomNão é o Fim... - Novo Som - 1999

    Não é o Fim… é o melhor trabalho do Novo Som. O pop à lá Roupa Nova chega aqui ao seu ápice, com um repertório sólido, escrito, em grande parte por Lenilton, um dos melhores letristas que o meio cristão já conheceu e responsável por elevar a música do grupo a outro nível.

    1999, NS Records


    66º: Deus Cuida de Mim – Kleber LucasDeus Cuida de Mim - Kleber Lucas - 1999

    Evoluindo desde Meu Maior Prazer, Kleber Lucas fechou a década com Deus Cuida de Mim, um trabalho que consegue trazer para o ambiente congregacional uma música basicamente pop. Assim, Kleber Lucas foi o primeiro cantor solo, a de fato, adentrar este território, agregando outros gêneros musicais ao longo de sua carreira.

    1999, MK Music


    65º: Entrei no Templo – Ozéias de PaulaOzéias de Paula - Entrei no Templo - 1979

    “A melhor coisa que eu já fiz em toda minha vida, salvou-me por um triz”. Essa foi certamente uma das principais trilhas sonoras do final dos anos 70 e inicio dos 80. O grande, e então já consagrado, Ozéias de Paula, trazia junto com esse sucesso um de seus melhores trabalhos. Com letras de veia poética, como já era característico do cantor, o disco arranjado por Ângelo Apolônio, o famoso Poli, ousava a inserir na tradicional música tipicamente assembleiana os quase profanos contrabaixo, guitarra e bateria.

    1979, Bandeira Branca


    64º: Encontro – Actos 2Encontro - Actos 2 - 1990

    Marcando a geração dos anos 90, o Actos 2 (Kadoshi) chegou ao seu ápice com o disco Encontro e a canção “Cristo Faz a Cabeça”. No entanto, Encontro é rico em gêneros musicais e passeia, com tranquilidade, no louvor congregacional, pop, rock, blues e soul.

    1992, Gospel Records


    63º: Meu Clamor – Denise CerqueiraMeu Clamor - Denise Cerqueira - 1998

    Ela foi uma das grandes vozes femininas que a música evangélica brasileira conheceu. Depois de se tornar sucesso com o disco Eterno Amor, Denise Cerqueira entrou para a história quando, em 1998, lançou o icônico álbum Meu Clamor. Com um time estrelado de compositores e produção impecável de Alcimar Rangel e Pedro Braconnot, o disco rendeu a artista três troféus Talento em 1999. A trágica e precoce morte de Denise em 15 de novembro de 1999, vitimada em um acidente de carro no auge da carreira, imortalizou definitivamente a voz da intérprete e colocou “Jerusalém e Eu”, composição de Josué Teodoro e carro-chefe da obra, em lugar de destaque nos anais das grandes músicas nacionais.

    1998, Line Records


    62º: Deus Vivo – Édison e TelmaDeus Vivo - Édison e Telma - 1983

    Ele é um dos maiores compositores da história da música pentecostal e, ao lado da esposa Telma formou uma das duplas mais importantes do gênero. Acumulando sucessos desde 1971, quando gravaram os primeiros vinis, o ponto alto da dupla veio em 1983 com Deus Vivo. A música tema ultrapassou os limites do tempo e entrou para o repertório de todas as igrejas pentecostais desde então. Embalado por este grande clássico, o disco traz ótimas referências do samba e alguns lampejos de pop.

    1983, Angelical


    61º: Além do Rio Azul – Voz da VerdadeAlém do Rio Azul - Voz da Verdade - 1988

    Além do Rio Azul veio para estabelecer fórmulas que seriam recorrentes nas produções subsequentes do Voz da Verdade: letras e vocais marcantes de Carlos A. Moysés, pianos de Evaristo Fernandes cobrindo e fornecendo camadas, além do sagaz coral, cujo som nenhum grupo e cantor consegue copiar.

    1988, Califórnia


    60º: Tributo ao Deus de Amor – Renascer PraiseTributo ao Deus de Amor - Renascer Praise - 1998

    Gravado no Palácio das convenções no Anhembi, o quinto trabalho do Renascer Praise seguiu as tendências que o tornaria conhecido pelo Brasil: grandes corais, produção musical pomposa e arranjos de Esdras Galo. Três elementos, que juntos, deram certo.

    1998, Gospel Records


    59º: Final Feliz – Armando FilhoArmando Filho - Final Feliz - 1991

    Armando reuniu várias canções autorais e produziu o seu maior clássico até aqui. Final Feliz contém uma das canções mais importantes da época, “O Mover do Espírito”, produzindo baladas pentecostais que seriam fundamentais para o gênero, por muitos anos.

    1991, Bompastor


    58º: Aqui Chegamos pela Fé – Arautos do ReiArautos do Rei - Aqui Chegamos pela Fé - 1975

    O principal grupo vocal da história da música evangélica nacional já conta com mais de 50 anos de carreira. Precursor do estilo a cappella no Brasil, o Arautos do Rei já está em sua vigésima nona formação, conseguindo o feito incrível de se manter musicalmente relevante, mesmo com o passar do tempo, conseguindo se modernizar sem deixar de ser tradicional. Um dos grandes registros dessa bela história foi Aqui Chegamos pela Fé, gravado pela sexta formação de Arautos. Com a perfeição vocal característica do grupo, o disco apresenta um repertório grandioso, com clássicos como “Junto a Cruz”, “Cristo Jesus Voltará” e “No Grande Mar”.

    1975, Novo Tempo


    57º: Tem Coisas que a Gente não Esquece – Cristina MelTem Coisas que a Gente não Esquece - Cristina Mel - 1999

    No final da década de 90, Cristina utilizou-se de temáticas atemporais para o seu décimo trabalho, como a morte de Cristo, o trabalho missionário e os filhos. Os arranjos são mais suaves em relação aos discos anteriores, mas seguem o seu pop característico.

    1999, Line Records


    56º: Razão para Viver – Nascimento e SilvaNascimento e Silva - Razão para Viver

    O cantor, compositor, produtor e arranjador Tuca Nascimento formou ao lado de Onézimo Silva uma das melhores duplas que a música cristã nacional pode conhecer. Os poucos anos de carreira da dupla, que teve sua trajetória encerrada com a trágica morte de Onézimo, vítima de bala perdida em 1994, foi o suficiente para o lançamento de dois discos, entre eles o imperdível Razão pra Viver. Com arranjos simples, executados apenas com teclado, guitarra, violão, flauta e acordeom, o projeto confere pleno destaque ao dueto com suas interpretações singelas em músicas como as excelentes “Deixa Deus Provar” e “A Volta Feliz”.

    1993, Rosa de Saron


    55º: Nascer de Novo – Rayssa e RavelNascer de Novo - Rayssa e Ravel - 1994

    Com a música “Nascer de Novo”, Rayssa e Ravel conseguiam sintetizar sinceridade e simplicidade musical. Em seguida, com as pop-sertanejas “Arrebatamento” e “Sabe”, mostram que possuem força o suficiente para se colocarem como uma das duplas mais expressivas do gênero no país, até hoje.

    1994, Som e Louvores


    54º: O Sétimo – Sérgio LopesO Sétimo - Sérgio Lopes - 1997

    Com produção musical de Pedro Braconnot, O Sétimo conta com o estilo de Sérgio desenvolvido no Altos Louvores, e se destaca por sua temática judaica – distribuída em parte do repertório, projeto gráfico e fotografias. Além do mais, contém uma das canções mais importantes da época, “O Lamento de Israel”.

    1997, Line Records


    53º: Ao Meu Pai – JesséAo meu Pai - Jessé - 1985

    Ele era uma das grandes revelações da MPB nos anos 80. Ganhando prêmios nacionais e internacionais, Jessé, intérprete de canções como “Porto Solidão” e “Estrelas de Papel”, era sucesso por todo o Brasil. Em seu auge na música secular, o cantor abriu um parêntese e gravou o brilhante disco Ao meu Pai. Com um repertório comporto por clássicos cristãos como “Rude Cruz”, “Cidade Santa” e “Achei um Bom Amigo”, a potente voz do cantor ganha traços dramáticos em interpretações memoráveis.

    1985, RGE


    52º: Momentos Vol.1 / Momentos Vol.2 – Marina de OliveiraMomentos Vol. 1 e 2 - Marina de Oliveira - 1995

    Indissociáveis, Momentos Vol.1 e Vol.2 mostram que só alguém como Marina de Oliveira conseguiria trazer os melhores compositores e produtores musicais de sua época em duas obras. Os registros são impecáveis: canções pop (“Procure por Mim na Glória”), mensagens de autoajuda (“Não Desista do Seu Sonho”) e faixas em inglês (“Celebrate the Lord”). Se alguém era capaz de levar bandas inteiras para apoiar seu som, essa foi Marina.

    1995, MK Music


    51º: Preciso de Ti – Diante do TronoDiante do Trono - Preciso de Ti - 2001

    “Uma das coisas de que temos maior consciência é que no dia em que acharmos que algo vem de nós mesmos, Deus nos tirará da obra”, enfatizou Maximiliano Moraes ao Super Gospel. O ponto mais alto da carreira do Diante do Trono, arranjado por Sérgio Gomes e Maximiliano, é embalado com o discurso de fragilidade humana e dependência divina, especialmente na faixa-título, uma das mais importantes do meio cristão.

    2001, Diante do Trono


    50º: Resgate – ResgateResgate  - Resgate - 1997

    No quarto álbum, o grupo provou ser muito mais do que um devoto ao hard rock. Ao experimentar timbres de bateria, guitarra com flertes evidentes ao britpop, o disco monta uma figura de quebra-cabeças, endossadas com as letras tão incomuns e que questionam o status quo do meio cristão.

    1997, Gospel Records


    49º: Oh, Glória – Mattos NascimentoOh, Glória - Mattos Nascimento - 1991

    Trazendo a influência do pop e, principalmente, o ska para o meio cristão, Mattos Nascimento foi o primeiro – e até o único no meio cristão – a fundir o gênero musical com as letras pentecostais. Oh, Glória é um marco musical no início da década de 90, especialmente com as contagiantes “Dia de Pentecostes” e “Sou Feliz”, mostrando que, especialmente ao vivo, Mattos conseguia elevar tudo a outro nível.

    1991, Rosa de Saron


    48º: Com Muito Louvor – CassianeCassiane - Com Muito Louvor - 1999

    Se Sem Palavras foi o ponto de virada, este trabalho foi a aperfeiçoamento mais esforçado de Cassiane durante os anos 90. Com Muito Louvor une a qualidade da produção do disco anterior, Para Sempre, com um repertório sólido, composto por nada menos que “Oferta Agradável a Ti”, “Hino da Vitória”, “Com Cristo é Vencer” e “Com Muito Louvor”, além de provocar, culturalmente, uma mudança na estrutura das canções pentecostais.

    1999, MK Music


    47º: Amigos para Sempre – Integração Jr.Integração Jr. - Amigos para Sempre - 1991

    O melhor álbum infantil já produzido no meio cristão, a obra se destaca pelo seu ecletismo musical e a qualidade dos arranjos, especialmente nas músicas “Amigos para Sempre” e “Milagre da Vida”, anos depois regravada por Cristina Mel, no final da mesma década.

    1991, Bompastor


    46º: Discípulo Teu – Prisma BrasilPrisma Brasil - Discípulo Teu - 1988

    O trabalho mais importante do Prisma, Discípulo Teu contém os elementos adventistas a se repetir: corais robustos, cordas e metais em abundância e canções que versam acerca da vida, as dificuldades e desafios em relação a caminhada do sujeito cristão que caminha para a Eternidade.

    1988, Bompastor


    45º: Não Chores Mais – Victorino SilvaNão Chores Mais - Victorino Silva - 1983

    Dono de uma das mais brilhantes e prestigiadas vozes da música cristã nacional, Victorino Silva tem um de seus grandes momentos com Não Chores Mais, um verdadeiro clássico da música sacra. Além da interpretação e afinação impar do cantor, a parceria com o grande maestro Misael Passos, responsável pela direção musical do projeto, evidenciada até na capa do disco, é digna de destaque. Com arranjos soberbos, o álbum é riquíssimo musicalmente, com a presença marcante de pianos, violinos e muitos instrumentos de sopro.

    1983, Bompastor


    44º: Lágrima no Olhar – Altos LouvoresAltos Louvores - Lágrima no Olhar - 1993

    Seguindo as tendências dos discos anteriores, Lágrima no Olhar trouxe um Altos Louvores mais maduro, mas suficientemente em sua zona de conforto. A grande novidade é a faixa-título de Marquinhos Gomes, com o sax de Zé Canuto, tornando-se, assim, um dos principais registros do grupo.

    1993, Som e Louvores


    43º: Diga Não – RaízesRaízes - Diga não - 1991

    Depois dos Jovens da Verdade em 1972, a banda Raízes foi a única a usar, escancaradamente, a temática das drogas como carro-chefe de um disco. Diga Não se destacou pelas canções críticas, mas que não se sobrepuseram as baladas, as quais lembram bastante o estilo pop do Roupa Nova, cujo vocalista participaria em um disco futuro.

    1991, Independente


    42º: Vento Livre – Guilherme KerrVento Livre - Guilherme Kerr - 1985

    Um dos melhores letristas e musicistas do meio cristão, Guilherme Kerr produziu Vento Livre, seguindo as tendências musicais de sua obra no grupo Vencedores por Cristo. Com arranjos vocais e de cordas complexos, sonoridades regionais são exploradas por letras, em grande parte, verticais.

    1985, IBMorumbi Produções


    41º: Brother – Brother SimionBrother - Brother Simion - 1992

    Em meio a obras cada vez mais superproduzidas no início dos anos 90, Brother Simion quebrou a lógica fazendo um disco quase todo em voz e violão. Humor, introspecção e suavidade são características fundidas nesta produção básica de Rick Bonadio.

    1992, Gospel Records


    40º: Sem Limites – Aline BarrosAline Barros - Sem Limites - 1995

    O grande mérito da estreia de Aline Barros foi contar com a produção musical e arranjos de Ricardo Feghali e Cleberson Horsth, membros do Roupa Nova. Assumindo um caráter totalmente pop, a produção seria, com o passar dos anos, o melhor trabalho solo da carreira de Aline.

    1995, Grape Vine


    39º: Pra Cima Brasil! – MiladPrá Cima Brasil! - Milad - 1990

    Com a decrescente predominância de João Alexandre, e verbalizando toda a decepção com o jogo político e as extremas crises econômicas que assolavam o país, o Milad trouxe o disco mais politizado de sua carreira. Isso causou o despojo de grande parte de seu complexo som, adotando moldes pop, mas seguindo-se forte em seus discursos, como na clássica “Brasil” e na regional “Meu Candidato”. Também traz canções de uma das bandas mais influentes dos anos 80 no nordeste, chamada Artecristã, como “Os Sonhos Evaporam” e “Algo Está Errado”, além de apresentar “Navio Negreiro”, de Gladir Cabral.

    1990, Independente


    38º: Manhãs de Outono – Sinal de AlertaSinal de Alerta - Manhãs de Outono - 1987

    Desprendendo-se de sua fixação pelo Rebanhão, o Sinal de Alerta evoluiu tematicamente e sonoramente, e alcançou o seu ápice em Manhãs de Outono, um trabalho que consegue dialogar com sua época, e de quebra ainda apresenta grandes letras guiadas pelo seu pop rock, como “Tempos Modernos” e “Adolescência”.

    1987, Califórnia


    37º: Prá Falar de Amor – Banda & VozBanda e Voz - Prá Falar de Amor - 1992

    Banda & Voz foi, de fato, o primeiro grupo a ter fielmente um repertório muito eclético e variado, passeando pela black music, soul, ska, envolvendo tudo em ganchos pop. Tudo isso amadureceu em Prá Falar de Amor, em que, especialmente, o timbre de Natan Brito se destaca junto ao groove da guitarra de Marcos Brito e baixo de Beno César.

    1992, Line Records


    36º: Tempos de Celebração – Adhemar de CamposTempos de Celebração - Adhemar de Campos - 1993

    Após a Comunidade da Graça, Adhemar trouxe toda a temática congregacional para sua carreira solo, mas, diferentemente de todos, agregando gêneros musicais ‘incomuns’ para o repertório das igrejas, além das excelentes canções “Tributo a Iehovah”, “Fonte de Água Viva” e “Bem Supremo”.

    1993, Comunidade da Graça


    35º: O Amor é a Resposta – Alessandra SamadelloO Amor é a Resposta - Alessandra Samadello - 1996

    O grande mérito do quarto trabalho de Alessandra é de ultrapassar limites musicais dentro da própria tradição musical adventista. Influenciando até o contemporâneo Leonardo Gonçalves, O Amor é a Resposta aposta em sonoridades mais introspectivas, melancólicas e contemporâneas, sempre regadas a vibrantes e viscerais registros vocais, do estilo que só Alessandra Samadello poderia fazer.

    1996, ABBO


    34º: Intimidade – Jorge CamargoIntimidade - Jorge Camargo - 1999

    Uma produção de Jorge Camargo, Nelson Bomilcar e Marquito Cavalcante, é um dos registros mais agradáveis de música popular brasileira cristã, em que Jorge se estabelece como cantor e compositor. As músicas são bem interpretadas e tocadas. A combinação de canções acústicas e eletrônicas, além do excelente encarte, gerou uma das obras-primas do nicho.

    1999, Alento Produções


    Grupo Semente - Criação - 198633º: Criação – Grupo Semente

    Com a influência do Vencedores por Cristo, o Grupo Semente produziu canções de excelência, com a participação de Nelson Bomilcar, Jorge Camargo, Sérgio Pimenta e vários outros. Criação consegue sintetizar, muito bem, a música do conjunto.

    1986, VPC Produções


    32º: Coisas da Vida – Carlinhos FelixCarlinhos Felix - Coisas da Vida - 1991

    Carlinhos Felix, após deixar o Rebanhão, veio como um dos intérpretes com os discos mais bem produzidos nos anos 90, e sua essência musical nunca soou tão completa quanto em seu trabalho de estreia, Coisas da Vida. Este registro contém suas peculiares formas de produzir música pop, com a colaboração de guitarras por Paulinho Guitarra, mestre do blues no Brasil, e teclados de Pedro Braconnot.

    1991, Continental / Warner Music Brasil


    31º: O que Virá? – Comunidade S8Comunidade S8 - O que Virá - 1981

    Seguindo os passos de seu disco anterior, a S8 produziu o seu maior clássico até aqui. Aqui, a banda se rende a um rock progressivo sombrio, de influências pós-tropicalistas, mas não autoindulgente, especialmente pelas guitarras de Ernani Maldonado. Combinando crítica social com o apocalipse, o trabalho é, no mínimo, intrigante.

    1981, Independente


    30º: Novo Dia – RebanhãoRebanhão - Novo Dia - 1987

    Carlinhos Felix e Pedro Braconnot transformaram as influências da tropicália, trazidas anteriormente por Janires, para faixas pop que caracterizam bem a textura das produções dos anos 80, como “Primeiro Amor”, “Nele Você Pode Confiar”, “Jesus é Amor (Jesus Is Love)” e “Razão”.

    1988, PolyGram


    O que a Lua não pôde, não pode, nem poderá - Wolô29º: O que a Lua não Pôde, não Pode e não Poderá – Wolô

    O disco mais rico, musicalmente falando, dos anos 70, também é um recheado de influências culturais. Wolô soube verbalizar a ‘loucura’ hippie, transmitir gírias e filosofar acerca de Cristo, fundindo tudo isso a uma sonoridade que mescla rock, bossa nova, com influências da Jovem Guarda.

    1975, Independente


    28º: Calmo, Sereno, Tranquilo – Jairo Trench Gonçalves e Paulo Cezar da SilvaCalmo, Sereno, Tranquilo - Jayrinho e Paulo Cezar - 1976

    Jayrinho e Paulo Cezar, juntos, formariam o Grupo Elo. Mas, este registro predecessor, captura fielmente a tensão e restrições existentes no meio evangélico na época em que foi produzido. A obra é suave, com camadas de violão ovation, e baixo marcante, guiado por sonoridades influenciadas pela MPB.

    1976, Independente


    27º: Simplesmente João – João AlexandreSimplesmente João - João Alexandre - 1991

    Primeiro disco totalmente – e simplesmente de João, é um de seus trabalhos mais acessíveis e pops. A obra mostra um olhar mais positivo do cantor, com canções verticais, reflexivas, e trazendo algumas regravações, com a colaboração de Pedro Braconnot.

    1991, Gospel Records


    26º: Aliança – KoinonyaAliança - Koinonya - 1988

    A música do Koinonya seria o molde para a música congregacional feita na década seguinte: a banda Diante do Trono, por exemplo, bebeu intensamente de sua fonte. Sob a liderança de Bené Gomes, o grupo goianiense iniciou sua trajetória com o seu trabalho mais brilhante: Aliança contém várias músicas que, até hoje, são entoadas nas igrejas, como “Ao Único”, “Quem Pode Livrar” e a faixa-título, “Aliança”.

    1988, Koinonya


    25º: Obra Santa – Luiz de CarvalhoObra Santa - Luiz de Carvalho - 1969

    Ele foi o primeiro cantor a gravar um disco de vinil no meio evangélico nacional, em 1958, foi o primeiro artista evangélico de fato, o responsável por levar às igrejas o, então profano, violão, inseriu o bolero e elementos de samba e marchinhas na tradicionalíssima música cristã da época e se sagrou como o maior nome do cenário musical protestante nas décadas seguintes. O vinil Obra Santa, clássico indiscutível, além de contar com a voz e interpretação inconfundível de Luiz de Carvalho, é responsável por emplacar o primeiro hit da música evangélica nacional. A faixa-título se tornou uma espécie de hino oficial do movimento de Renovação Espiritual que se iniciou no Brasil a partir da década de 1960.

    1969, Som da Palavra


    24º: Está Consumado – CatedralCatedral - Está Consumado - 1993

    Talvez o mais importante álbum duplo da história da música cristã, Está Consumado, juntamente ao antecessor Volume III, faz uma ponte entre o Catedral, antes pertencente ao underground, e o que seria o grupo mais notório dos anos 90 e um dos expoentes do movimento gospel. O trabalho, no geral, é o clássico pop rock com o baixo funky de Júlio e riffs de guitarra – inconfundíveis – de Cezar. Vale destacar o clássico “Galhos Secos” e a letra de “Carpe Diem”, uma das músicas mais brilhantes do grupo, inspirada em pensamentos de Friedrich Nietzsche e José Ângelo Galarga.

    1993, Pioneira Evangélica


    23º: Armagedom – KatsbarneaArmagedom - Katsbarnea - 1995

    “O Arco-Íris de Deus tem muitas cores, e os sons muitas estradas que expressam nossas vidas. Acho que a mesmice cansa”, disse Brother Simion ao Super Gospel. Após ter trocado sua formação, o Katsbarnea deixou para trás suas veias funkeadas, cujo som explorava influências de soul e pop, e só se reencontrou no quarto álbum, Armagedom, mostrando que eram mais do que uma caricatura da Blitz. Produzidos por Paulo Anhaia, o soberbo álbum é definido por seu forte teor experimental, e letras evangelísticas, mesclando humor, além de mensagens apocalípticas – algo que se tornaria recorrente nas composições de Simion. Apoiado pelo marcante baixo de Jadão e riffs blues executados por Déio Tambasco, Brother provou ser a alma da banda, escrevendo todas as letras, além de gravar os vocais, guitarra, harmônica, piano e teclado.

    1995, Gospel Records


    22º: Indiferença – Oficina G3Oficina G3 - Indiferença - 1996

    Finalmente, Oficina G3 se desfez de suas referências explícitas ao Stryper. Quente e solta, a voz de Luciano Manga, cada vez mais poderosa, chega ao ápice junto ao peso das composições do guitarrista Juninho Afram. Elétrico, o disco se complementa aos teclados de Jean Carllos, ao autoritário e agressivo baixo de Duca Tambasco e as baquetas de Walter Lopes em canções como “Espelhos Mágicos”, mas se rendendo a baladas fascinantes, como “Magia Alguma” e “Novos Céus”. Em “Glória Inst.”, Afram mostrou o porquê é o maior guitarrista que a música cristã nacional já conheceu.

    1996, Gospel Records


    21º: On the Rock – ResgateResgate - On the Rock - 1995

    Paulo Anhaia elevou o nível do Resgate de forma abismal em seu terceiro registro. On the Rock capturou todo o potencial de humor autodepreciativo sob sua música, e ascendeu as guitarras de Zé Bruno e Hamilton, com riffs poderosos de hard rock. Sendo o trabalho mais importante e sólido do rock cristão nacional durante a segunda metade dos anos 90, o disco combina temáticas obscuras, como a depressão, solidão e morte com a mais peculiar sátira, cuja habilidade o quarteto é especialista.

    1995, Gospel Records


    20º: Fruto dos Lábios – Comunidade da GraçaComunidade da Graça - 1988 - Fruto dos Lábios

    Clássico do louvor congregacional do Brasil, Fruto dos Lábios é o melhor trabalho da Comunidade da Graça, sob a participação de Adhemar de Campos. Recheado de clássicos, como “Nosso General”, “Louvemos ao Senhor” e “Hosana”, o trabalho se destaca pela qualidade dos arranjos vocais e de instrumentos utilizados.

    1988, Comunidade da Graça


    19º: Alma Cansada – Jair e HozanaAlma Cansada - Jair e Hozana

    As duplas formadas por homem e mulher fizeram história na música sertaneja cristã, e a primeira de destaque foi Jair e Hozana. Jair, aliás, era ninguém menos que Jair Pires, que faria história como um dos mais notórios cantores e compositores da história da música pentecostal. Alma Cansada, um disco embalado por viola e acordeom, misturava canções autorais do músico com alguns poucos hinos da Harpa Cristã. Em meio a faixas de grande relevância na época, como “Canta meu Povo” e “Multiplicações de Pães”, se destacaria a faixa-título, que se tornaria um inegável clássico.

    1968, Celeste


    18º: Portas Abertas – Grupo LogosPortas Abertas - Grupo Logos - 1987

    Um dos últimos trabalhos do Logos nos anos 80, Portas Abertas tem todas as características das produções oitentistas, e foi totalmente aberto para os modismos da época, como os sintetizadores utilizados e o reverb da bateria. Mas as composições seguem fortes e sinceras, como se espera em relação a este grupo.

    1987, Logos


    17º: Novidade de Vida – Edson e TitaNovidade de Vida - Edson e Tita - 1982

    Com a participação de grandes nomes da música nacional, como Paulo Jobim, João Donato, Danilo Caymmi, Toninho Horta e muitos outros, Novidade de Vida é o disco de música popular brasileira mais brilhante da década de 80. Tratando de questões como a solidão, o vazio humano e o encontro com Cristo, o trabalho conta com arranjos refinados de qualidade muito acima da média que o meio evangélico apresentava, na época. O primor das músicas foi tão notável que, anos depois, Tita processou Tom Jobim, por um suposto plágio de uma de suas canções, o qual Tom foi absolvido.

    1982, Parejhara


    16º: Anseios – Altos LouvoresAnseios - Altos Louvores - 1986

    A grande fórmula do Altos Louvores foi, além de seguir os outros grupos musicais com temática de louvor da época, utilizar uma musicalidade mais simples e próxima ao pop em suas produções. Sob o comando de Edvaldo Novaes e colaboração de Pedro Braconnot nos pianos e teclados, o disco contém uma gama variada de composições, escritas por Sérgio Lopes, Léa Mendonça, e muitos outros.

    1986, Som e Louvores


    15º: Voz e Violão – João AlexandreVoz e Violão - João Alexandre - 1996

    Ninguém soa ou soará um dia como João Alexandre. Em boa forma, Voz e Violão é um dos registros mais brilhantes de nossa história, e compreende canções conduzidas de forma literalmente “solo” pelo cantor. O repertório, no geral, nem é lá tão novidade, mas a proficiência e intimidade que Alexandre possui com seu violão é ímpar, produzindo o maior disco do estilo no meio cristão.

    1996, VPC Produções


    14º: Dê Carinho – Cristina MelCristina Mel - Dê Carinho - 1997

    Cristina Mel foi a intérprete mais importante da música cristã nos anos 90, e Dê Carinho registra a intérprete em pleno voo, alcançando o seu ápice, dividindo seu repertório entre vários gêneros musicais. A obra trata do amor, em sua amplitude, versando, por exemplo, sobre amizades (“Ao Amigo Distante”) e o favor de Cristo (“Mestre”). Essencialmente pop, com produção musical de Cristina, e arranjos instrumentais de Karam e Natan Brito, foi também lançado numa edição em espanhol.

    1997, MK Music


    13º: 3 – Complexo JComplexo J - 3 - 1992

    Um literal ‘tapa na cara’ da sociedade, o terceiro trabalho do Complexo J é um dos discos mais fortes dos anos 90, em tempo de extenuantes crises econômicas e expansão do meio evangélico. Apresentando Cristo como solução revigorante, 3 é o ápice da capacidade criativa do grupo, com grandes canções, como “Abra Seus Olhos”, “Choro da Natureza” e, especialmente, “Sábado Quente”.

    1992, MK Music


    12º: Espelho nos Olhos – Banda AzulEspelho nos Olhos - Banda Azul - 1988

    Sendo o canto do cisne de Janires, é um dos trabalhos mais ricos, musicalmente falando, dos anos 80. Seu teor poético se entrelaça com o contexto histórico: é neste disco que o cantor faz uma retrospectiva de sua vida, nos dá referências de outras músicas que se tornaram relevantes em sua carreira, e constantemente trata da Eternidade. Trazendo, agradavelmente, variações de rock progressivo, pop rock, reggae e MPB, Espelho nos Olhos é um testemunho musical brilhante de uma vida humana voltada, até o seu último momento, para o céu.

    1988, Bompastor


    11º: Não Há Barreiras – Álvaro TitoÁlvaro Tito - Não Há Barreias - 1986

    Imagine uma das maiores gravadoras do planeta, a PolyGram (hoje Universal Music), abrindo suas portas para a música evangélica brasileira que estava fervilhando nos anos 80. Agora, imagine um talentoso cantor de apenas 21 anos que misturava MPB, jazz, soul e pop como recém contratado por ela para gravar seu terceiro disco. Artisticamente ambicioso, se propõe a não apenas interpretar, mas também atuar no projeto como diretor musical, arranjador, músico e compositor de metade das faixas. A despeito da resistência inicial da cúpula da gravadora em confiar tamanha responsabilidade a um artista tão jovem, o trabalho resultou em um dos melhores discos já produzidos na música evangélica nacional. O sucesso de público e crítica foi imediato e a faixa que o intitula, certamente, uma das mais importantes daquela década dourada.

    1986, PolyGram


    10º: Princípio – RebanhãoRebanhão - Princípio - 1990

    Era 1990 e o Rebanhão disse sim para o início do movimento gospel, intensificando o pop do disco anterior, cuja consistência seria o molde para as produções da época. Neste disco, o grupo apresenta baladas suaves e de excelência, como “Selo do Perdão”, mas questiona os poderosos e regimes totalitários nas elegantes “Muro de Pedra” e “Palácios”, um triunfo de Paulo Marotta e Pedro Braconnot. Como cereja do bolo, o grupo ainda utilizou-se do fatídico assassinato de Chico Mendes para questionar: “até quando viverei pra testemunhar e dizer sim, sim a Deus e a toda vida?”, dando o desiludido atestado de que mais uma década passara e os dilemas ainda eram os mesmos. Além do mais, foi o primeiro disco gospel, e o primeiro lançado em CD.

    1990, Gospel Records


    9º: Retratos de Vida – MiladRetratos de Vida - Milad - 1987

    Foi no álbum conceitual mais importante da música cristã em que a dupla João Alexandre e Toninho Zemuner explorou a vida noturna paulista e todo o caos urbano que existia – e persiste – na maior cidade do país. Tratando da elite cultural (“Plateia”), prostituição (“Esquinas Cruéis”), desigualdade em seus extremos (“Pobres Ricos” e “Meninos de Rua”) e isolamento social (“Solidão de Ilha”), o trabalho é cheio de riqueza musical, passeando pela MPB, bossa-jazz e até mesmo o post-punk, com muita tranquilidade. Além da clássica “Olhos no Espelho”, o disco contém despojadas e agradáveis faixas instrumentais, confirmando a coragem e relevância que contém para a história da música cristã nacional.

    1987, Água Viva


    8º: Janires e Amigos – JaniresJanires e Amigos

    O primeiro álbum ao vivo da música cristã nacional é o registro definitivo de toda uma cena que estava se consolidando nos anos 80: Janires reuniu amigos e fincou sua respeitada imagem. Apoiado pela Banda Fé, com participação de João Alexandre, Ed Wilson, Rebanhão e muitos outros músicos e personalidades midiáticas, como o ex-jogador Baltazar e o ex-piloto Alex Dias Ribeiro, o disco é intimista, e pouco religioso. Falando de sua vida, e refletindo acerca dos testemunhos e dificuldades diárias de seus amigos, o repertório surpreende pelas belas “Mamãe”, “Alex, o Baixinho Voador”, “Helena, Todo Pecado Será Perdoado”, além da icônica “Jesus Super Herói”. No geral, Janires e Amigos é um trabalho que revela o melhor de Janires: riqueza musical, simplicidade e sinceridade.

    1985, Doce Harmonia


    7º: Situações – Grupo LogosGrupo Logos - Situações - 1984

    Após o fim do Grupo Elo, o Grupo Logos surgiu sob o comando de Pr. Paulo Cezar. Situações é o seu clássico, registro que se mostra bastante superior ao trabalho antecessor, Caminhos. Aqui, a banda aposta em um som que segue as tendências do último trabalho do Elo, Nova Canção, trazendo influências populares para a sua música. Outro destaque, acerca de sua sonoridade, é a riqueza de sintetizadores que apresenta. Portanto, além de musicalmente dentro das tendências da época, o disco possui a consistência lírica que tornaria o Logos um dos melhores grupos musicais já existentes.

    1984, Logos


    6º: Luz do Mundo – RebanhãoRebanhão - Luz do Mundo - 1983

    O céu é a temática mais clara para definir Luz do Mundo. Neste álbum, o Rebanhão apresentava uma evolução técnica considerável, em relação ao primeiro trabalho. Gravado no melhor estúdio brasileiro da época, o Estúdio Transamérica, se destaca pela suave “Hoje Sou Feliz”, com influências da MPB, e sua letra, tão atual, sobre a situação do nosso país. Embora o disco descreva, de forma bem forte e incisiva, os problemas da sociedade, não é pessimista, mas indica Cristo como a solução. Janires, claramente, era alguém fixado na Eternidade, e não deixou de cantar sobre ela até o último momento de sua vida: “Ele faz muita falta, mas não aguentaria a forma com que a igreja caminha nos dias de hoje”, disse Carlinhos Felix ao Super Gospel.

    1983, Arca Musical Evangélica


    5º: Cem Ovelhas – Ozéias de PaulaCem Ovelhas - Ozéias de Paula - 1973

    O disco Cem Ovelhas, do cantor Ozéias de Paula é, provavelmente, o mais importante álbum lançado por um artista do movimento pentecostal. O que saiu deste trabalho influenciou as gerações que viriam. Todas as onze canções que compõem o disco se tornaram sucesso e algumas delas clássicas, como “Hoje sou Feliz” e “Oh foi por mim”, além da faixa-título que se tornou um hino o qual ultrapassa o limite do tempo. Outro grande sucesso, “É Assim que eu Te Amo”, embora se tratasse de uma declaração a Deus, passou a ser considerada como uma música romântica, o que abriria portas para as diversas canções e discos apaixonados que viriam nas décadas seguintes. Com grandes letras e uma pegada ousadamente moderna para a época, Ozéias entrou para a história como o maior nome masculino da história da música pentecostal nacional.

    1973, Estrela da Manhã


    4º: Celebraremos com Júbilo – Don e AsaphDon e Asaph Borba - Celebraremos com Júbilo - 1978

    Asaph Borba, juntamente a Adhemar de Campos, são os nomes mais conhecidos, e importantes, do meio congregacional. No entanto, na segunda metade dos anos 70, Asaph já estava no meio evangélico. E, com o músico Donald Stoll, formou a dupla Don e Asaph, produzindo Celebraremos com Júbilo. Gravado totalmente em território estrangeiro, em Bay City, Michigan, nos Estados Unidos, a obra possui uma consistência sonora e instrumental bastante superior, se considerarmos os lançamentos deste período. Por sua vez, este trabalho se destaca com várias canções, mostrando que, mesmo após mais de trinta anos após o seu lançamento, é um dos clássicos de nossa música.

    1978, Life Produções


    3º: Ouvi Dizer – Grupo EloOuvi Dizer - Grupo Elo - 1978

    O Grupo Elo é um dos mais importantes grupos musicais já surgidos na música cristã. Sob o destaque das figuras de Jayrinho (in memoriam) e Pr. Paulo Cezar, a sua obra alcançou outro nível com o disco Ouvi Dizer. Enquanto Nova Jerusalém, o trabalho de estreia, se destacava por trazer instrumentos até então pouco convencionais, como a bateria e a guitarra, o disco sucessor une isso a um bom repertório, que se tornou um clássico no meio evangélico.

    Com bases gravadas nos EUA e representando uma virada no som na banda, conta com uma produção musical de altíssimo nível e músicos competentes. Assim, somos introduzidos a faixas de grande riqueza poética, como a clássica “Céu, Lindo Céu”, além das regravações de “Calmo, Sereno, Tranquilo” e “Mais Perto Quero Estar”. A melhor música, por sua vez, é “Autor da Minha Fé”, uma das mais belas canções nacionais que temos, já regravada por Cristina Mel, Carlinhos Felix, Alex Gonzaga e Paulo César Baruk.

    1978, Elo


    2º: Mais Doce que o Mel – RebanhãoRebanhão - Mais Doce que o Mel - 1981

    “Quando comecei no Rebanhão não tinha ideia do que iria acontecer. Para mim, como novo convertido, era muito normal cantar músicas em uma linguagem textual e musical jovem e divertida, mas para muitos se tratava de algo inaceitável para os padrões religiosos da época”, afirmara Pedro Braconnot ao O Propagador. De 1981 pra cá, Mais Doce que o Mel apenas foi mais reconhecido e estimado: o primeiro registro de rock e tropicália que definitivamente alcançou o meio cristão, o disco foi, por muitos anos, um escândalo.

    Com sua sonoridade ousada e direta, o repertório se destaca especialmente pelas composições de Janires que, claramente, dialogava com a cultura do nosso país. O destaque vai para o pot-pourri, cujo som, durante oito minutos, prende o ouvinte, com riffs de baixo bem marcados e um arranjo de metais de classe. A primeira música deste medley, “Salas de Jantar”, claramente faz referência à “Panis et Circenses”, do antológico disco de estreia dos Mutantes. A riqueza de sons se expande ao “Baião” e sua crítica social, e a melhor música do disco, o choro “Casinha”. Carlinhos Felix e Pedro Braconnot também surgem com as agradáveis “Monte” e “Refúgio”, guiadas por uma sonoridade que passeia pelo pop rock e rock progressivo.

    Mais Doce que o Mel não foi muito bem recebido por conta de suas músicas questionadoras, livres e diretas, mas nada foi mais polêmica do que a capa, em que Janires esbanja simplicidade, com a camisa aberta. ‘Censurada’, a capa teve que ser refeita em outra edição. Além das críticas, boicotes e acusações de satanismo, o reboliço causado pela música do Rebanhão apenas expandiu a sua popularidade, tornando-os conhecidos por todo o país.

    1981, Doce Harmonia


    1º: De Vento em Popa – Vencedores por CristoDe Vento em Popa - Vencedores por Cristo - 1977

    Um dos discos mais aclamados até hoje em termos de letras, ritmos, vocais e instrumentais. A grande importância desse trabalho reside na proposta diferente que trazia, na linguagem inovadora e na influência que provocou em tantos artistas cristãos, que estavam sendo formados naquela época, e mesmo em épocas posteriores. Pela primeira vez, os Vencedores por Cristo lançavam um disco com canções totalmente autorais e cujas letras e sonoridade dialogavam, sem medo, com a cultura brasileira.

    “Eu o considero um marco porque Vencedores àquela altura era o grupo musical de maior penetração no meio cristão devido às equipes que viajavam por todo o país divulgando o trabalho musical da organização”, diria Jorge Camargo, em entrevista ao Arquivo Gospel. De Vento em Popa foi o único disco cristão a ser tema de uma tese de mestrado, defendida na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ainda, esta obra, devido a sua qualidade musical, transpassou as barreiras do meio cristão, servindo de influência para alguns músicos ‘seculares’, sendo citado, recentemente, por Ed Motta, como “um disco raro no gospel”.

    Aliando-se à música brasileira, na pretensão de nacionalizar as canções cristãs da época, era um contraponto a tantas versões que eram feitas (profético?). Reúne músicas de grandes compositores da música cristã: Aristeu Pires Junior, Artur Mendes, Ederly Chagas, Guilherme Kerr, Sérgio Pimenta e Nelson Bomilcar, que também participam nos vocais e instrumentais. Um disco em que brasilidade, poesia, qualidade e espiritualidade se harmonizam.

    1977, VPC Produções


    Eleitores: Alex Eduardo (músico), Danilo Andrade (editor-chefe, O Propagador), João Dias (historiador), Leiliane Lopes (jornalista), Philipe Daniel (músico), Rafael Ramos (jornalista e editor-chefe, Gospel no Divã), Roberto Azevedo (editor-chefe, Super Gospel), Rogério Oliver (pesquisador, Gospel no Divã), Ruben Mukama (músico), Salvador de Souza (historiador), Tayse Souza (editora, O Propagador), Tiago Abreu (editor colaborador, Super Gospel).

    Contribuintes: Alexandre Pereira, Charles Spencer, Cleber Nadalutti, Gesson Vasconcelos, Jhonata Fernandes, Philippe Santos, Renan Lima, Thiago Ferreira.

  • TOP 10 – Melhores músicas gospel de 2014

    Em época de retrospectiva e balanço do que teve de mais importante no universo gospel nacional, especialmente referente ao campo musical, o TOP 10 de hoje é justamente sobre as melhores músicas gospel de 2014. Trata-se de canções inéditas que, além da aceitação de seu público, se destacaram pela qualidade das letras, interpretações e produção. Se você é ligado aos diversos estilos dentro da música cristã, certamente conhece todas, ou pelo menos a maioria, das listadas.

    Venha ler e dar o play para conhecer ou relembrar o que teve de melhor no cenário musical gospel em 2014.


    10º: Nossa Canção – Gabriela Rocha e Leonardo Gonçalves (do álbum Pra Onde Iremos?)

    Thiago Arrais, da dupla Os Arrais, com sua delicadeza poética, já está rompendo com as barreiras da música adventista, chegando ao mainstream gospel. É o que acontece com “Nossa Canção”, música integrante do disco Pra Onde Iremos? de Gabriela Rocha, um belo e singelo dueto entre a cantora e o grande Leonardo Gonçalves. “Que possamos ouvir Tua voz ecoando nos corações / Lança ao pó nossa glória, faz o Teu trono em nossa canção”. Muito bem defendida por interpretações na medida por duas das grandes vozes da música gospel da atualidade, a música merece destaque entre as melhores do ano. A aceitação pelo público tem sido tão relevante que a canção já ganhou seu videoclipe.


    9º: A Cruz Vazia – Kleber Lucas (do álbum O Filho de Deus)

    Um dos grandes nomes da música gospel nacional há anos, Kleber Lucas é o compositor e interprete da bela canção A Cruz Vazia”, single do disco O Filho de Deus. A música versa sobre a transformação de vida garantida pela vitória de Cristo na Cruz. Tudo converge para o belíssimo refrão: “ E a vida que eu vou viver agora é pra um motivo bem maior que o meu”.  Uma ótima canção congregacional que, sem dúvidas, é um dos destaques do ano, dentro do estilo.


    8º: Olaria de Deus – Sergio Marques e Marquinhos (do álbum Abençoado)

    Uma música pentecostal sertaneja absolutamente empolgante. Assim pode ser descrita “Olaria de Deus”, composição de George de Paula interpretada pela dupla Sergio Marques e Marquinhos, single do disco Abençoado. Com uma letra forte, mas de fácil assimilação e uma melodia marcante, “Olaria de Deus” quebra a regra de que música chiclete tem que ser ruim. “Tem óleo aí? O vaso tá rachado irmão, mas se estiver o Oleiro é a solução, Ele quebra e refaz, o Oleiro é demais”. Esse é o refrão que gruda na cabeça após ouvir a música, mesmo que apenas uma vez. Com uma bela presença do back vocal, arranjos atraentes e uma série de “ôôôôôs”, essa é sem dúvida uma das melhores músicas gospel de 2014.


    7º: Viverei Milagres – Vanilda Bordieri e Bruna Paula (do álbum Na Tua Vontade)

    A música “Viverei Milagres”, composição de Felipe Farkas, um dos singles do ótimo disco Na Tua Vontade da cantora Vanilda Bordieri é um pentecostalzão atrativo. Com uma letra forte que fala sobre dois grandes feitos de Jesus, a canção marcada pelo refrão “Milagre, viverei milagres, cantarei milagres porque só Tu És o Deus de milagres”, é arrematada por um final imperativo e com ares proféticos. Com ricos e empolgantes arranjos, a música já seria boa por si só. O grande diferencial da canção é o fato de se tratar de um dueto entre Vanilda e Bruna Paula, fã que venceu um concurso promovido pela cantora em suas redes sociais. A novata se sai muito bem e, ao lado de Vanilda, apresenta uma interpretação exuberante à altura das melhores músicas pentecostais.


    6º: Se Liga no Groove – Thalles (do álbum Id3)

    O tema nacional de maior relevância em 2014 foram as eleições presidenciais e estaduais. Como era de se esperar, foram lançadas músicas falando sobre o país e elevando o nacionalismo. Thalles, em “Se Liga no Groove”, do álbum Id3, vai no caminho inverso das músicas gospel sobre o tema. Enquanto os outros cantam a esperança de uma nação melhor, o mineiro faz um protesto falando da desconfiança em relação aos políticos, de injustiças sociais e tentativas de impedir a manifestação desse pensamento: “Então diga, êh!!! Eu to ligado no groove! Eu não vou ficar calado mas vão tentar me coagir”. Ao longo da canção, Thalles faz um pequeno discurso remetendo a um político demagogo e, no final, um medley com um trechinho do Hino Nacional. Isso tudo, em um ritmo envolvente, com um belo arranjo de metais e acompanhado por um back vocal bacana. Thalles fez um belo trabalho.


    5º: Gigante do Amor – Fernanda Brum

    2014 foi o ano de eleições e Copa do Mundo no Brasil. A grande festa do futebol ganhou várias homenagens musicais de artistas de todo o país. A música gospel foi muitíssimo bem representada por “Gigante do Amor”, composição do Pr. Lucas interpretada pela cantora Fernanda Brum. Fazendo um paralelo entre o futebol e redução de injustiças, o single logo se tornou sucesso e ganhou um videoclipe especial. O refrão marcado pelo “É gol!” virou hit, chegando a ser eleita por votação popular promovida pelo portal UOL como Hino da Copa com quase admiráveis 80% dos votos do público.


    4º: Ele É – Novo Tom (do álbum Justificado)

    Uma composição poética e bastante característica do estilo de seu autor Thiago Arrais, que volta a figurar em nossa lista. Essa é “Ele É”, uma canção imperdível para os amantes da boa música. Falando sobre Cristo como Água Viva e Luz do Mundo, a letra diz que o que Ele nos oferece é justamente o que Ele é. “Ele lê meus pecados ocultos, os que escondo no fundo do meu coração / Derrama em minha vida a água, limpa a sujeira e sacia essa sede / O que Cristo oferece Ele é”. A canção abre o álbum Justificado do espetacular grupo vocal Novo Tom, que a interpreta perfeitamente em um dueto base formado por Pedro Valença e Marcel Freire.

    https://www.youtube.com/watch?v=GuBpNRLDOhA


    3º: Imensurável – Daniela Araújo (do álbum Criador do Mundo)

    Pra sua gloria sou, pra sua glória vou, Tua grandeza imensurável é”. Esse refrão, não por acaso, foi o grande sucesso do disco Criador do Mundo, de Daniela Araujo. A música “Imensurável”, um dos singles do álbum, logo no lançamento se mostrou como o destaque do trabalho, que por sinal, é um dos melhores projetos do ano. Com uma letra delicada que versa sobre a grandeza de Deus, “Imensurável” se destaca ainda pela interpretação tocante de Daniela, devidamente emoldurada por um mix de instrumentos de cordas que vai do banjo ao violoncelo.

    https://www.youtube.com/watch?v=Vkw8IWIifRY


    2º: Santificação – Elaine Martins (do álbum Santificação)

    “Santificação”, composição da dupla Gislaine e Mylena, magistralmente interpretada por Elaine Martins, certamente foi a principal música pentecostal lançada em 2014. Desde seu lançamento, a música se tornou um grande sucesso nas rádios por todo o país e teve grande aceitação nas igrejas. Com uma letra forte e que agrada em cheio o público pentecostal, o refrão “só entra no céu quem aqui for fiel, santificação pra morar lá em Sião”, foi um dos preferidos dos corais jovens Brasil a fora. Um inquestionável e merecido sucesso.


    1º: Ele Continua sendo Bom – Paulo César Baruk (do álbum Graça)

    Ele Continua sendo Bom”, aparentemente, se tornou um hit não intencional do aclamado disco Graça, do cantor e produtor Paulo César Baruk. A música não foi inicialmente declarada como single do projeto, no entanto, o dueto entre Baruk e Marcela Taís se tornou o grande sucesso de um álbum recheado de excelentes músicas. E isso não aconteceu por acaso. A canção, composta por Daniela Magalhães, uma adolescente de 15 anos que perdeu o pai vítima de câncer, foi escrita durante o processo de doença do pai e chega à conclusão de que, mesmo diante de qualquer situação, até mesmo aquela de ouvir o “não” de Deus, “Ele continua sendo bom, Ele continua sendo Deus”. Uma composição que consegue ser fácil e ao mesmo tempo profunda. Não bastasse a música ser excelente, Baruk e Marcela estão ótimos no dueto e a cantora apresenta ali a que é, provavelmente, a melhor interpretação de sua carreira.Com um arranjo leve, despojado e que soa quase despretensioso, “Ele continua sendo bom” se consagra aqui em O Propagador como a melhor música gospel de 2014.

    E vocês? Concordam com nossa lista?

  • Fique Sabendo: Alex e Alex, Mariana Ava, Eyshila, Kleber Lucas e muito mais

    Dupla Alex e Alex e Aliança do Tabernáculo assinam com Som Livre

    A gravadora Som Livre acaba de anunciar a contratação da dupla gospel Alex e Alex. A assinatura do contrato aconteceu na última terça-feira (23), na sede da gravadora no Rio de Janeiro.

    A estreia da dupla na companhia já gera boas expectativas da coordenadora do segmento: “Eles são muito talentosos e tenho certeza que farão um ótimo trabalho conosco”, garante Claudia Fonte.

    Além deles, o Ministério Aliança do Tabernáculo também assinou com a gravadora e se prepara para lançar o segundo disco pela casa. “Nossa primeira parceria teve grande sucesso e este segundo trabalho vem ainda mais forte e congregacional”, finaliza Katia Rosa, líder do Aliança.

    Tanto a dupla Alex e Alex quanto o Ministério Aliança do Tabernáculo já estão preparando CD inédito pela Som Livre com previsão de chegar ao mercado no primeiro semestre de 2015.

    Mariana Ava prepara novo CD

    As gravações do quarto disco da carreira começaram em junho deste ano. O local escolhido para a produção foi o estúdio The Soundhouse, localizado no norte da Califórnia (EUA). O estúdio oferece o que há de melhor em equipamentos de som. O novo CD terá a assinatura de Jeffrey Kunde, que, além de guitarrista, é um dos produtores do Jesus Culture.

    A previsão é de que o novo disco seja lançado no final deste ano com distribuição física e digital pela Sony Music Gospel.

    O seu single de trabalho foi lançado no dia 09/09/14 pela Sony Music Gospel “Oceans” – em português Oceanos – Onde os meus pés podem falhar,  versão do single foi feita pela equipe de tradutores do Hillsong, ministério australiano que originalmente gravou a canção “Oceans”. A música é sucesso internacional no segmento gospel.

    Alegria é o título do novo CD de Sandro Nazireu pela Graça Music

    A Graça Music está preparando o lançamento de mais um CD do cantor Sandro Nazireu, conhecido como o sanfoneiro mais feliz do Brasil. O título não poderia ser outro: Alegria.

    Além do forró pé-de-serra, o álbum traz algumas “misturas santas”, com pitadas de dance, samba, arrocha e até sertanejo universitário.  A sanfona, claro, é quem dita o ritmo baiano, mas a produção também vem recheada com muito cavaquinho, violão, teclado, contrabaixo e bateria.

    Ao total, são 12 faixas, com destaque para “Então declara”, primeira música a ser trabalhada nas rádios, “100% Jesus” e “Sargento Cruz”. Confira abaixo o single Então declara:

    Jessyca Kids lança CD e DVD infantil Jornal da Alegria

    O dia das crianças está chegando e junto com ele a nova aposta da Som Livre para o público infantil evangélico. Jessyca Kids e o “Jornal da Alegria” em CD e DVD trazem uma história recheada de canções para a criançada nos mais diversos estilos. Esse é o terceiro trabalho infantil da cantora e conta com grandes sucessos do ministério, além de 5 músicas inéditas.

    O álbum tem produção musical de Elivelton Horst e o DVD, que foi gravado em Belo Horizonte, tem a direção assinada pelo ex-diretor da Rede Super de Televisão, Filipe Barros.

    O destaque deste trabalho é a canção “Dia de Adorar”, que já começa a ser executada nas principais rádios do Brasil. O CD e DVD “Jornal da Alegria” vem para inovar ainda mais o cenário da música gospel Infantil, e ensinar a palavra de Deus para os pequeninos de uma forma especial.

     Jozyanne consagra seu novo CD

    A noite da última quinta-feira (18) reservou momentos de muito emoção, comunhão e celebração na vida de Jozyanne. Em sua igreja local, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), na Penha, Rio de Janeiro, a adoradora consagrou a Deus seu mais novo CD, chamado Esperança.

    A cantora pôde louvar com algumas das lindas canções que fazem parte do repertório, como Ao Som do Teu Louvor, Até Te Encontrar, Entrega, composição de sua própria autoria e Se Eu Não Conseguir Falar, música que retrata um pouco dos seus momentos vividos nos últimos tempos devido a uma doença que Jozy havia contraído. O preletor da noite e responsável por consagrar o CD foi o pastor Silas Malafaia, presidente da ADVEC e também da Central Gospel Music.

    Após o culto, a gravadora promoveu um coquetel para comemorar mais um lançamento e celebrar junto com sua equipe, imprensa que estava presente, pastores, banda e amigos da cantora que foram prestigiar o evento, como a cantora Perlla, o cantor Klev, dentre vários outros. Jozyanne ficou muito agradecida a Deus por tudo que Ele tem feito em sua vida e ministério com esse novo trabalho.

    CD O filho de Deus de Kleber Lucas já está a venda

    Acaba de chegar da fábrica o novo trabalho deKleber Lucas pela MK Music, O Filho de Deus.

    Ganhador do Grammy Latino 2013, como Melhor Álbum Cristão em Língua Portuguesa, com o CD Profeta da Esperança, Kleber Lucas está vivendo um momento muito especial em sua vida e ministério, pastoreando a Igreja Batista Soul (ou Soul Church), no Rio de Janeiro. E, para o bem de todos que gostam de música boa, tudo se reflete em suas canções. “Kleber é um dos mais autênticos compositores de sua geração. Escreve  e interpreta com verdade, com alma. Ao ouvi-lo, conseguimos também sentir sua emoção”, atesta Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music. Em 17 anos de carreira, recebeu 10 Discos de Ouro, dois Discos de Platina e dois DVDs de Ouro.

    O Filho de Deus é o 11º álbum inédito de Kleber pela MK Music. E, como não poderia deixar de ser, traz novidades… Ele não queria abrir mão das ministrações, do público cantando. Então, reuniu um grande coral na sede da gravadora durante um dia inteiro para fazer a gravação ao vivo. “Foi uma direção que Deus nos deu. Chamamos as pessoas pela internet na véspera. Muitos se inscreveram e conseguimos selecionar 120 pessoas que me acompanham há algum tempo, e se identificam com meu ministério. Fiquei profundamente tocado, vendo homens, mulheres, jovens sendo visitados por Deus. Fomos abraçados pelo Senhor. Ele foi generoso”, conta.

    Deus no controle é o título do novo álbum de Eyshila pela Central Gospel Music

    Uma grande notícia para os admiradores do ministério de Eyshila que estavam ansiosos para conhecer mais detalhes sobre o seu próximo álbum pela Central Gospel Music. Já está confirmado o nome do seu novo CD, Deus no controle, que tem previsão de lançamento para o final deste ano.

    Produzido por Paulo César Baruk, o álbum foi gravado em Nashville, EUA, e promete trazer novos elementos musicais, apesar de manter o estilo de canções congregacionais de intensa adoração a Deus, marca de Eyshila, além de possuir composições de sua própria autoria.

    Deus no controle está na fase final de produção e em pouco tempo já irá para a fábrica. Fique ligado que em breve divulgaremos outras novidades.

  • TOP10 – covers gospel e regravações

    Mais legal do que ouvir um bom sucesso é achar uma versão melhorada de tal música. Assim como é comum no meio secular, temos várias canções da categoria no âmbito cristão. Existem artistas que cedem composições para outros músicos, e logo depois gravam a mesma faixa em sua carreira. Outros prestam tributo a nomes que fortemente contribuíram na construção da modernização na qual a música cristã vivenciou. Aqui, trazemos dez ótimos covers gospel de canções que foram sucesso no meio evangélico.

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    [tab title=”10º”]

    “Aguenta Firme” – Voices (Ludmila Ferber)

    Ludmila Ferber, em sua carreira sempre gostou de produzir canções sobre superação em meio a dificuldades. A frase “Não desista!” tornou-se um bordão da cantora, e “Aguenta Firme” é uma dessas canções. Registrada no álbum Coragem, quinto título da série Adoração Profética, foi regravada pelo grupo Voices em seu álbum de despedida, Voices para Sempre. Hoje, a canção é bem mais conhecida na voz do supergrupo, até ganhando premiação no Troféu Promessas com seu clipe. (2012)

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    [tab title=”9º”]

    “Jerusalém e Eu” – David Cerqueira (Denise Cerqueira)

    Mais do que um filho de uma cantora famosa, David Cerqueira conquistou seu espaço no meio cristão por méritos próprios, sendo compositor, ex-vocalista do Toque no Altar, designer conceituado e uma carreira solo que abrange quatro álbuns. Cristina Mel também a gravou, mas o melhor registro de “Jerusalém e Eu” é de David, que deu destaque a leveza da canção e a interpretou muito bem. (2012)

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    “Promessa” – Anderson Freire (Marco Aurélio)

    Anderson Freire possui uma enorme lista de canções gravadas por uma série de artistas. Mas “Promessa”, também conhecida como “Vou Voar”, foi gravada e escrita anteriormente por Marco Aurélio em seu álbum Reflexão, e Freire trouxe para a sua carreira. Enquanto a versão de Marco, apesar de modesta conter elaborada interpretação, Freire aposta mais nos arranjos e na participação de Wilian Nascimento nos vocais. (2014)

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    “Primeira Essência” – Aline Barros (Anderson Freire)

    “Primeira Essência” foi gravada, inicialmente no álbum Identidade, de Anderson Freire. No mesmo ano, Aline a lançou em Extraordinário Amor de Deus, sendo uma das canções de maior sucesso do projeto. A leveza de sua interpretação e o feeling do arranjo, com execução instrumental colaborada pelos integrantes do Roupa Nova garantiu, sem dúvida o êxito da versão. (2010)

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    [tab title=”6º”]

    Autor da Minha Fé – Cristina Mel (Logos)

    O Grupo Logos é, sem dúvida um dos maiores influenciadores da música cristã nos anos 80. As composições do Pr. Paulo César são até hoje lembradas e cantadas por várias igrejas. “Autor da Minha Fé” é um de seus principais hits, e também foi regravada por Carlinhos Felix e Paulo César Baruk.

    Já Cristina Mel surgiu no início do movimento gospel, e sem dúvida é a cantora cristã com a melhor voz e desempenho vocal. Em seu álbum Eternamente faz uma versão impressionante de “Autor da Minha Fé”, com arranjos de cordas e metais. Sem a menor dúvida, a versão uniu o bom com o agradável. (2002)

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    [tab title=”5º”]

    “Palácios” – Fernanda Brum (Rebanhão)

    “Palácios” foi o último grande sucesso do Rebanhão e ficou por muitos anos no set list de shows da banda. Foi sua época de grande auge, com o lançamento do álbum Princípio, que influenciou toda uma geração, embora Pedro Braconnot tenha declarado que a escreveu a canção anos antes e teve receio de gravar. A composição volta com o lado crítico que o Rebanhão apresentava lá no início de sua história com Janires, mas desta vez com o tecladista e compositor Braconnot à frente. Carlinhos Felix, o ex-guitarrista da banda a regravou em 1996.

    A amizade entre Pedro Braconnot e Emerson Pinheiro, marido de Fernanda Brum é antiga, e em homenagem ao Rebanhão e seu compositor, a cantora, com seu marido apresentaram uma nova roupagem de “Palácios” no álbum Glória in Rio. Sem dúvida, Pedro, que estava no show se orgulhou da regravação. (2011)

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    [tab title=”4º”]

    “Aos Pés da Cruz” – Oficina G3 (Kleber Lucas)

    Admiradores declarados do cantor, a banda apresentava uma versão de “Aos Pés da Cruz” há uns anos, mas a banda decidiu registrá-la no álbum Histórias e Bicicletas. O grande hit de Kleber Lucas, sem dúvida recebeu uma roupagem extremamente diferente e trabalhada, já que o registro original contava com a presença de um sax e efeitos de sintetizadores.

    Por outro lado, a versão da Oficina G3 apostou em transformá-la em uma balada de metal, destacando-se, como sempre na execução instrumental do guitarrista e líder do grupo, Juninho Afram. Graças a esta regravação, “Aos Pés da Cruz” voltou a ser tocada em igrejas no geral. (2013)

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    [tab title=”3º”]

    “Apocalipse Now” – Resgate (Katsbarnea)

    Escrita pelo cantor Brother Simion com Estevam Hernandes e lançado no álbum Cristo ou Barrabás do Katsbarnea, “Apocalipse Now” é um dos clássicos da banda, e também uma das melhores canções sobre arrebatamento já apresentadas no meio cristão. Sendo Simion pai da segunda geração do rock cristão surgido no movimento gospel, a canção tem toda aquela atmosfera experimental que marca sua carreira.

    Quase 15 anos depois, o Resgate a regrava com novos arranjos no álbum Até eu Envelhecer. A banda, durante muito tempo dividiu espaço com o Kats, e a escolha não poderia ser melhor. O tecladista Dudu Borges utilizou-se de execuções dramáticas, e os guitarristas Zé Bruno e Hamilton fazem dois ótimos solos de guitarra. Para completar, um arranjo de cordas para embelezar um dos melhores covers gospel desta lista. (2006)

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    [tab title=”2º”]

    “Marca da Promessa” – Carlinhos Felix (Trazendo a Arca)

    Carlinhos Felix, além de várias vezes homenageado é um exímio prestador de tributos. Somente em seu último álbum Lindo Senhor, foram três: um ao Fruto Sagrado, outro à Banda Azul, último projeto de Janires em vida e por fim uma versão alternativa do sucesso “Marca da Promessa”, do Trazendo a Arca. A própria banda fluminense possui duas versões da canção. Uma, mais lenta na voz de Davi Sacer e a agitada, com Luiz Arcanjo.

    Carlinhos Felix deu tons de tropicália na canção, e uma introdução com um arranjo vocal. De início, nem dá pistas que qual canção se trata, mas quando revelada, o público vai a delírio. Excelente versão. (2012)

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    [tab title=”1º Lugar” icon=”trophy”]

    “Sobre as Águas” – Trazendo a Arca (Soraya Moraes)

    A canção é de autoria de Luiz Arcanjo, Davi Sacer e Ronald Fonseca, mas os artistas cederam a composição para Soraya Moraes gravar em seu projeto Promessa. Na mesma época, a banda deu “Caminho de Milagres” para Aline Barros (que participou na composição) e também “Na Corte do Egito” e “Aos Teus Pés” para Fernanda Brum. Mas, de todas, a versão mais bem trabalhada pelo grupo foi “Sobre as Águas”.

    A versão do Trazendo a Arca é tão superior a original que muitos a desconhecem como versão, e hoje é um dos maiores clássicos na voz do grupo. Ronald Fonseca, autor do arranjo investiu nos violões e cordas. Davi e Verônica Sacer cantam juntos. (2007)

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    Este foi nosso TOP10 de covers gospel. Lembra-se de mais algum que não esteve na lista? Comente!

  • TOP 10 – músicas gospel sobre perdão

    O perdão é uma das atitudes mais nobres que um ser humano pode tomar. Independente de religiões e crenças, o ato de perdoar carrega em si uma necessidade de se despojar da razão e da própria justiça.

    Com base neste tema, apresentamos aqui dez canções cristãs que abordam o perdão por diferentes óticas.

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    Quero Aprender com Jesus – Thalles

    É um tanto quanto estranho e triste ver discursos de ódio por pessoas que se dizem cristãos, quando Cristo foi um dos maiores, se não o maior exemplo de “perdoador”. O mais justo e um dos maiores intelectuais de seu tempo, não deixou sua natural superioridade reinar, humilhando-se para que obtivéssemos o perdão não merecido pelos pecados. Enquanto sofria na cruz, não evitou dar a outra face. Que possamos aprender com Cristo a perdoar em todas as situações. (2009)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=lzL_IO7xu_M]

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    Perdão – Luiz Arcanjo

    Luiz Arcanjo despojou-se de seu estilo marcante no Trazendo a Arca e apresentou algo novo em sua carreira, em seu CD solo. Letras poéticas e melodias que vão desde a MPB, samba até o jazz e o pop. “Perdão” é uma de suas mais belas poesias, que não garante descrições. Apenas ouvindo para conferir toda a beleza da canção. (2009)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=suFt5_rS54o]

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    Antes do Final – Palavrantiga

    A mágoa segura a muitos, e quando resolvem liberar perdão é tarde demais. Antes que isso aconteça, reconcilie-se, até mesmo peça perdão. “Antes do Final” é integrante do álbum Sobre o mesmo chão, da banda de rock alternativo Palavrantiga. (2012)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=KrJMgjwIY4Q]

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    Perdão – Kleber Lucas

    Esta canção contém várias referências a passagens bíblicas proferidas por Cristo, desde a oração do Pai nosso, e versa o sentimento de coletividade que devemos ter uns com os outros, não esquecendo de que não somos filhos únicos. (1998)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=KtzV5XgO608]

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    Me Perdoa – Cassiane e Jairinho

    “Vida a dois não é tão fácil”. Uns dos versos de “Me perdoa”, a canção romântica do casal Cassiane e Jairinho aborda uma dificuldade de vários casais em controlarem seus sentimentos e palavras. Também no ambiente social, e em amizades, as pessoas ferem quem mais amam. E o perdão, nestes casos também é necessário. (2010)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=LMfMMBrcPeY]

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    Perdão – Paulo César Baruk

    Em seu álbum conceitual Graça, Paulo César Baruk evidencia que, assim como somos perdoados por Deus através de sua soberana graça, temos, no mínimo a obrigação de oferecer perdão a nossos semelhantes, o que, para nosso caráter humano soa tão difícil. (2014)

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    Aliança – Ministério Koinonya de Louvor

    O Koinonya é um dos maiores representantes do congregacional nos anos 90. “Aliança do Senhor” é uma de seus clássicos. Um de seus versos frisa o quão é importante a união entre os irmãos, vivendo a vida cristã compartilhando do amor de Deus, não nos padrões individualistas do século vigente. (1986)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=cPaVyeG7G48]

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    A Força do Perdão – Sérgio Lopes

    Sérgio Lopes é um dos poetas mais conhecidos da música cristã nacional, e em “A Força do Perdão” aborda uma questão extremamente pertinente no que se refere a prática do perdão, que não se resume a um ato, mas numa mentalidade disposta a pensar diferente e abolir-se de suas razões. (2001)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=pAMuYNojEl4]

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    Mil Desculpas – Ao Cubo

    E se seu filho, ou uma pessoa muito querida fosse assassinada de forma cruel? Você perdoaria o agressor, se ele te pedisse perdão? Esta situação é abordada em “Mil Desculpas”, um dos maiores sucessos do Ao Cubo. Por outro lado, pessoas matam todos os dias com palavras e expressões. Qual tem sido nossa posição em relação as mágoas? (2007)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=Qa-OjJ7_wzQ]

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    Viverei Viverás – Nova Dimensão

    O primeiro lugar deste TOP10 vai para o Nova Dimensão, com seu clássico “Viverei Viverás”. Quando temos um encontro real com Cristo, temos nossa mentalidade transformada, tomando atitudes até então inéditas, como perdoar e andar lado a lado com as pessoas. (1988)

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=_FpiI_d91Sk]

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    Lembra-se de mais alguma canção sobre perdão? Comente aí!

  • TOP 10 – Cantores gospel de maior destaque na atualidade

    Eles são os principais nomes masculinos da música gospel na atualidade. Não que sejam, necessariamente, os melhores, mas são os cantores gospel que, de acordo com o direcionamento que deram a suas carreiras, têm obtido destaque junto a seu público.

    Vamos conferir? (Lista atualizada pela última vez em outubro de 2015).

    Leia também: TOP 10 – Bandas gospel e ministérios de maior destaque na atualidade

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    Regis Danese

    O mineiro Regis Danese é a prova de que a música certa, no momento certo, pode alavancar uma carreira e mudar a vida de seu interprete. Até 2008, Danese era um cantor que havia conseguido pouco reconhecimento, mesmo tendo lançado vários discos. Quando lançou o álbum Compromisso, no entanto, o cantor viu sua carreira ascender assustadoramente. O mega hit “Faz um Milagre em Mim” foi uma das músicas mais executadas em 2008/2009, fazendo enorme sucesso dentro e fora dos limites das igrejas. O sucesso foi tamanho que provavelmente é difícil encontrar um brasileiro com acesso a rádio, TV e internet, que não saiba cantar essa canção. Compromisso vendeu mais de 1 milhão de cópias e Regis se tornou presença quase obrigatória em programas populares de televisão. Passado o boom inicial, o cantor procurou se manter relevante no cenário musical, mas seu trabalho sofreu considerável queda de popularidade. Com algumas canções de relativo sucesso, como “Tu Podes”, o intérprete segue carreira, ainda com um público considerável nas igrejas neopentecostais. (n. 1973)

    https://www.youtube.com/watch?v=nWAOPaSeR9o

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    Jotta A

    Ele já foi chamado de fenômeno, novo Michael Jackson, menino prodígio, entre outros adjetivos. Quando o jovem cantor rondoniense, Jotta A, surgiu cantando no palco do Programa Raul Gil, o Brasil presenciou uma das vozes adolescentes mais impressionantes do país. Cantando músicas como “Agnus Dei”, “Descansarei”, “Deus Tu és Santo” e “Oh Happy Day”, Jotta A. se transformou na grande atração do programa. Cada apresentação do garoto era um evento aguardado com ansiedade pelo público e pelos jurados. Óbvio vencedor do concurso de calouros, Jotta A passou a ser assediado por grandes gravadoras, optando por assinar com a Central Gospel Music. O disco de estreia, Essência foi lançado em 2012 e fez bastante sucesso e emplacando músicas como “Extraordinário”, “Descansarei” e “Agnus Dei”. Embora o álbum não tenha sido uma unanimidade da crítica musical gospel, recebeu disco de platina duplo. Jotta A continuou fazendo participações em programas de televisão de grande audiência. O subsequente Geração de Jesus, por sua vez, apresentou fortes modificações na proposta musical que o intérprete tinha apresentado no primeiro disco. Sua popularidade também diminuiu após algumas polêmicas ocorridas em 2012 e 2014, mas segue em carreira, tendo um público fã imenso por todo o país e sendo um dos cantores gospel de maior relevo atualmente. (n. 1997)

    Leia também: O que há de errado com Jotta A?

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    Kleber Lucas

    O cantor fluminense Kleber Lucas é uma das vozes masculinas mais conhecidas da música cristã popular. Com quase 20 anos em carreira solo, ele já tem um nome consolidado no mercado e um público cativo. No final da década de 1990 e início dos anos 2000, Kleber era um “dos caras” da música gospel. Com três discos de grande sucesso (Meu Maior Prazer, Deus Cuida de Mim e Aos Pés da Cruz) seguidos, ele colecionava certificações por suas elevadas vendagens. Os anos se seguiram e Kleber continuou gravando discos de sucesso como Casa de Davi, Casa de Oração (2005) e outros com menor repercussão midiática, mas sem nunca decepcionar nas vendas. Em 2012, Profeta da Esperança recebeu forte aprovação do público e crítica, reacendendo grande parte da notoriedade do músico, que recebeu disco de ouro, venceu o Grammy Latino e tem tido grande veiculação em rádios de todo o Brasil. (n. 1968)

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    Davi Sacer

    Se este TOP 10 fosse há poucos anos, Davi Sacer certamente estaria entre os três primeiros colocados. Quando começou a ganhar notoriedade nacional com o Toque no Altar, o cantor conquistou o público cristão com seu timbre de voz e suas interpretações inspiradas. Ao lado de Luiz Arcanjo, Sacer integrou uma das parcerias de composições e ministrações mais bem sucedidas da história recente da música cristã. Juntos, seja no Toque do Altar ou no Trazendo a Arca, os dois foram protagonistas de grandes sucessos, tais como “Sobre as Águas”, “Restitui”, “Deus de Promessas”, “Tua Graça me Basta”, entre tantos outros. Após sair do Trazendo a Arca, Davi ingressou em carreira solo, já tendo lançado vários CDs e DVD. Sem os antigos companheiros, o sucesso e a repercussão dos discos pouco lembram os áureos tempos de banda, embora o cantor tenha conseguido emplacar algumas músicas como “Confio em Ti”, “Deus não Falhará” e “No Caminho do Milagre”. O cantor escorregou um pouco com Às Margens do Teu Rio, que foi um tanto questionado pela crítica, no entanto, recebeu disco de ouro, assim como Venha o Teu Reino. Se hoje Sacer não é mais o fenômeno de anos atrás, ele ainda se mantém popular, com bons índices de vendas e como referência para muitos outros cantores cristãos. (n. 1975)

    Confira o nosso guia discográfico de Davi Sacer

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    Thalles

    O mineiro Thalles foi, até alguns anos atrás, o maior nome do momento na música gospel. Quando lançou o disco Na Sala do Pai em 2009, o cantor provavelmente não imaginava o quão meteórico seria seu sucesso. O álbum emplacou grandes sucessos como “Deus da Minha Vida”, “Casa do Pai”, “Arde Outra Vez” e “Deus da Força”. Com o disco de destaque seguinte, Uma História Escrita Pelo Dedo de Deus (2011), Thalles regravou seus grandes sucessos e emplacou outros, consolidando-se como um fenômeno no mercado musical cristão. Esses dois projetos renderam diversos prêmios e grande destaque na imprensa, inclusive secular. No meio dessa história, o artista envolveu-se em uma série de polêmicas sucessivas, o que diminuiu bastante a sua popularidade. A maior de todas ocorreu em 2015, o que fez sua agenda diminuir vertiginosamente. (n. 1977)

    Confira o nosso guia discográfico de Thalles

    https://www.youtube.com/watch?v=vC8VHSd8xyc

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    Paulo César Baruk

    Ele é um dos principais produtores da música gospel nacional. Cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor, Paulo César Baruk é, sem dúvidas, um grande talento que tem se consolidado com força nos últimos cinco anos. Fazendo um som cheio de bossa que mistura de rock, soul e R&B, Baruk tem um público fiel. O disco de estreia, Algo Mais, foi lançado em 1996, mas, hoje, o cantor soma vários trabalhos. Também acumula indicações ao Grammy Latino, a principal premiação da música latina. A primeira indicação foi em 2010 com o álbum Multiforme. Em 2012 foi a vez do excelente Eletro Acústico 3 concorrer ao prêmio. Seu disco mais recente, Graça, reafirmou a popularidade do artista.

    Confira aqui a nossa análise do CD Graça

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    André Valadão

    Membro de uma família destacada no meio gospel, André Valadão faz sucesso há bastante tempo. Destaque da icônica banda Diante do Trono, André emprestou sua voz à grandes sucessos do grupo, tais como “Manancial”, “A Vitória na Cruz”, “Nasci de Novo” e “Invoca-me”. O primeiro disco solo, Mais que Abundante, foi lançado em 2004 com forte influência musical do Diante do Trono. O projeto foi um sucesso, ultrapassando a marca de 150 mil cópias vendidas. A partir do segundo álbum, André se jogou no pop rock direcionando sua música aos mais jovens. Com essa mudança, vieram grandes sucessos como os hits “Milagres”, “Vou Crer”, “Pela Fé” e “Abraça-me”. Fé foi o seu auge, e mesmo tendo escorregado nos últimos trabalhos, seu nome é estabelecido no meio cristão e atrai grande público por onde passa. (n. 1978)

    Confira o nosso guia discográfico de André Valadão

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    Leonardo Gonçalves

    Ele é sinônimo de qualidade artística, beleza poética e sofisticação musical. Dono de uma bela voz e de grande técnica vocal, Leonardo se destacou desde seu primeiro disco, Poemas e Canções (2002), quando fez grande sucesso com a música “Getsêmani”. Nos anos que se seguiram, foram mais três álbuns lançados, entre eles, um disco cantado totalmente em hebraico. O trabalho de inéditas mais recente, Princípio e Fim, foi lançado em 2012 e chegou a ser o disco mais vendido no iTunes, sendo esta a primeira vez que um álbum gospel alcançava esse feito. O trabalho foi aclamado pela crítica e ainda indicado ao Troféu Promessas. Em 2013, Leonardo gravou Princípio, seu primeiro DVD, que alcançou disco de ouro, com milhões de visualizações no YouTube. Leonardo Gonçalves não é um cantor popular do ponto de vista popularesco, mas é bastante respeitado pelo mercado e já fez parcerias até então incomuns, como, por exemplo, gravando um álbum com a Oficina G3. Suas músicas, mais complexas que a média das que fazem sucesso atualmente, não são sempre digeríveis a todo grande público, a despeito disso, ele é um cantor com uma carreira consolidada e que vê sua popularidade em ascensão. (n. 1979)

    Confira a nossa entrevista com Leonardo Gonçalves

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    Fernandinho

    Desde o álbum Faz Chover (2003), o sergipano Fernando Jerônimo dos Santos Junior, ou simplesmente Fernandinho, passou a ter suas músicas reconhecidas em todo o Brasil. Os trabalhos seguintes Abundante Chuva (2005), Sede de Justiça (2007) e Uma Nova História (2009) foram sucesso absoluto de público emplacando sucessos que se tornaram praticamente obrigatórios em igrejas de todo o Brasil. Este último tornou-se praticamente um clássico, e Fernandinho virou quase uma unanimidade entre jovens evangélicos, referência, começou a colecionar certificações de vendagens e participar de programas de televisão. Teus Sonhos e Fernandinho Acústico, lançados mais recentemente, foram certificados rapidamente e emplacaram hits. O seu pop rock, o timbre de voz peculiar do cantor, bem como seu estilo discreto conquistou o Brasil e, a julgar pela sua história, o sucesso de Fernandinho tende a continuar firme e forte e é por isso que está em segundo lugar em nossa lista de cantores gospel masculinos. (n. 1973)

    Confira o nosso guia discográfico de Fernandinho

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    Anderson Freire

    Até 2010, o capixaba Anderson Freire era um reconhecido compositor e integrante da banda Giom. Com a gravação de seu primeiro disco solo, Identidade, Anderson foi alçado ao posto de um dos cantores mais queridos da música cristã nacional. O álbum foi um sucesso ganhando disco de platina e tendo algumas canções exaustivamente executadas em rádios. Músicas como “Canção do Céu”, “Coração Valente”, “Identidade” e “Coração de Jó” passaram a ser cantadas em igrejas de todo o país. Em 2013, já aclamado por sua gravadora, a MK Music, como fenômeno da música gospel, Anderson lançou o álbum Raridade, novamente um grande sucesso, que foi indicado ao Grammy. O cantou já recebeu disco de ouro e está próximo da certificação de platina. Trazendo um viés mais intimista para a música pentecostal, Anderson Freire se popularizou e “ressuscitou” a força dos intérpretes masculinos dentro desse estilo tão dominado pelas mulheres. O cantor é um dos grandes nomes do momento, está num excelente momento da carreira, e tem tudo para aumentar ainda mais esse sucesso. (n. 1981)

    Confira o nosso guia discográfico de Anderson Freire

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    E então, curtiram nosso TOP 10 de cantores gospel? Mudariam nomes e posições? Estejam com Deus e até a próxima!

  • Top 10 – canções sobre missões

    Fazer missões foi uma ordenança de Jesus a nós, sua igreja. Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Claro que cada um possui um chamado diferente, mas todos devem contribuir com a missão de Cristo. Há aqueles que podem ir aos países distantes, mas estes precisam de apoio, principalmente financeiro para isso. Outros não vão, mas evangelizam as pessoas de suas comunidades. O que não podemos é ignorar o fato de vidas estarem perecendo sem o conhecimento do infinito amor de Deus.

    Com isso, gostaria de destacar 10 belas canções que falam profundamente sobre este tema tão importante que é missões. Claro que há muitas outras, mas para este post escolhi 10 que considero as melhores, seja pela letra, pela abordagem diferenciada, melodia, entre outros aspectos. Acompanhe:

    10. Vanilda Bordieri – A pesca

    Vanilda Bordieri é um grande nome quando o assunto é composição de músicas pentecostais, e vem se destacando dia a dia como intérprete, aonde ultimamente vem focando seu ministério. Em 2012 a cantora lançou o álbum “A Pesca”, alcançando excelente repercussão, sendo inclusive indicado como melhor CD Pentecostal do ano no Troféu Promessas. A pesca é uma canção reflexiva, que faz uma analogia à pesca de peixes com a pesca de almas, analogia essa feita por Jesus quando convidou Pedro para segui-lo. Confira:

    9. Wilian Nascimento – Levanta Tua voz

    Em seu mais recente álbum, Levanta Tua Voz o cantor Wilian Nascimento trás como single e tema do álbum, a impactante canção “Levanta Tua voz”. A canção soa como uma exortação à igreja para assumir o papel de profeta das nações, de iluminar o caminho em meio à escuridão. Ouça:

    8. No mundo inteiro – CDT

    E o incentivo a fazer missões deve existir desde a infância. O Crianças Diante do Trono tem um excelente álbum voltado para missões, o “Vamos compartilhar”. Um disco excelente, aborda diferentes formas de missões de forma que as crianças consigam absorver o que é ser missionário. Dentre as várias, destaco “No mundo inteiro” que resume bem a proposta do disco, trazendo as diversas etnias, todas dignas e carentes do evangelho. Veja:

    7. Boas novas – Dany Grace

    No álbum “Dependente” a cantora Dany Grace trás a canção “Boas novas”, com o foco no IDE de Jesus à igreja, a canção que é composição de Anderson Freire versa sobre o tema de forma leve e simples, sem muitos rodeios. Em primeira voz, soa como uma conversa entre o homem e Deus. “Boas Novas” também foi gravada pela cantora Marina de Oliveira no álbum “Na extremidade”.

    6. No fim – André e Felipe

    A dupla André e Felipe, um dos grandes destaques do sertanejo universitário gospel trouxe em seu álbum “Chuva de poder” a belíssima canção “No fim”. Longe de ser rotulada como clichê e pobre (como alguns gostam de rotular o sertanejo universitário), “No fim” traz uma mensagem de avivamento, um choque de realidade em muitos cristãos que estão apostatados dentro das igrejas apenas esperando a volta de Cristo enquanto as almas perecem no mundão. Vale a pena ouvir:

    5. Resplandece – Kleber Lucas

    O cantor Kleber Lucas trás no excelente álbum “Meu alvo” várias canções de apelo evangelístico, destaque para a canção “Resplandece” que versa sobre missões em vários países onde o evangelho raramente é pregado como na África e Ásia. Merece destaque também a canção “Bom samaritano”.

    4. Semeando com lágrimas  – Trazendo a Arca

    No álbum Pra Tocar no Manto, o grupo Trazendo a Arca traz a canção “Semeando com lágrimas”, que tem como apoio o salmo 126, falando das dificuldades que existe em levar a palavra, mas aquele que insiste, semeia, mesmo chorando terá sua recompensa, colherá com alegria. Emocionante canção. Vale ouvir  refletir:

    3.  Missões – Lauriete

    Conhecida como uma das principais cantoras pentecostais do país e maior intérprete de canções com a temática do arrebatamento, Lauriete também busca trazer missões em seu repertório. No álbum “Fé” lançado em 2008, Lauriete trás a bela canção “Missões”. Falando diretamente sobre nosso papel de contar ao mundo o que Deus pode fazer, de que o tempo está no fim, que Jesus voltará. Confira:

    2. Eles precisam saber – Resgate

    Quem disse que missões é assunto apenas na música pentecostal? No rock temos a presença de missões na recente canção da banda Resgate “Eles precisam saber”. A canção soa como um choque de realidade nas pessoas que estão paradas no tempo, apáticas. Bem instigante, “Eles precisam saber” não fala diretamente sobre missões em outros países, mas de “pregar a verdadeira palavra”, o povo precisa saber a realidade da Bíblia, não achismos de teólogos e pastores de variadas intenções. Alguém precisa dizer, alguém precisa pregar. Quem vai? Vale muito a pena ouvir:

    1. Eu vou (África) – Fernanda Brum

    Composição de Livinsgton Farias , essa canção abre um dos melhores álbuns de Fernanda Brum e também do gospel em geral. Profetizando às nações é um (dos poucos) disco com foco missionário. Além de versar sobre a grande importância de fazer missões, a canção apresenta vários países carentes do evangelho, com uma empolgante levada dos instrumentos que vai variando de acordo ao país mencionando embalando a canção. Merece o primeiro lugar em nosso ranking!

    Curtiu o nosso Top 10? Quais outras músicas sobre missões que poderiam entrar no ranking?

  • Anderson Freire é indicado em duas categorias do Grammy Latino 2013

    Foi publicado nesta quarta-feira (25), a lista de indicações ao Grammy Latino 2013,  que é uma premiação de música latina, criada em 2000 pela Academia Latina de Artes e Ciências Discográficas (ALACD) dos Estados Unidos para as melhores produções da indústria fonográfica latino-americana.

    Dentre os artistas cristãos indicados, merece destacar o cantor e compositor Anderson Freire, que foi indicado em duas categorias, como Melhor composição clássica contemporânea com “A Igreja vem” e como Melhor álbum de música cristão em Língua Portuguesa.  Essa é a primeira vez que Anderson Freire é indicado ao Grammy e se torna forte candidato a ser vencedor, principalmente pelo fato de os concorrentes não apresentarem trabalhos reconhecidamente superiores.

    Anderson Freire - RaridadeConcorrem diretamente com o álbum Raridade de Anderson Freire os seguintes álbuns abaixo:

    Jesus o Brasil te adora de Eyshila pela Central Gospel Music;

    Aceito teu chamado de Bruna Karla pela MK Music;

    Profeta da Esperança de Kleber Lucas também pela MK Music;

    Paz e Luz do Padre Reginaldo Manzotti  (música católica);

    Herói do Ministério Adoração e Vida (música católica).

    Esse ano, a sempre favorita Aline Barros não recebeu indicação, mesmo tendo lançado o disco Aline Barros 20 anos de carreira em parceria com a Sony Music. Diante do Trono que na edição passada foi indicado com o disco Sol da Justiça também não não entrou com o disco Creio.

    Surpreende também a hegemonia da gravadora MK Music no prêmio, levando três indicações, superando discos como O Maior Troféu de Damares e Teus Sonhos de Fernandinho de fora da premiação.

    E pra você, quem merece ganhar o Grammy Latino 2013? Quem deveria ter sido indicado? Comente!

    Fonte: Grammy Latino 2013

  • Kleber Lucas lança clipe de “Vou Deixar na Cruz”

    O carioca Kleber Lucas, um dos cantores mais conhecidos da música cristã nacional, lançou seu mais recente disco, o “Profeta da Esperança” pela gravadora MK Music.

    O primeiro clipe do trabalho é do single “Vou Deixar na Cruz”, composta por Kleber em parceria com Valmir Bessa e Duda Andrade da banda 4/1.

    Vamos conferir o vídeo?

    A primeira decisão feliz nesse projeto foi “terceirizar” a produção do clipe, deixando a direção a cargo do mineiro Alex Passos, uma vez que já é bastante conhecida a limitação da gravadora carioca na produção de videoclipes.

    Alex, conhecido por ser moderno, criativo e arrojado, deixou sua assinatura nesse trabalho. O diretor abusou da utilização de recursos gráficos quem embelezaram e modernizaram o vídeo.

    A gravação utilizou uma grande quantidade de locações, mesclando cenas em uma sala fechada, ambientes urbanos e naturais, todos acompanhados de efeitos gráficos, alguns deles bastante abstratos.

    A direção tomou um grande cuidado para não deixar o vídeo cansativo ou repetitivo. Sabendo que, se não fossem os recursos gráficos, este seria apenas mais um clipe chato e clichê, Alex tratou de caprichar nas animações, mesclando estilos, formas e cores, de modo que essas sempre preenchessem ou complementassem os ambientes e se modificassem rapidamente.

    Merecem ainda destaque positivo a filmagem com algumas tomadas inusitadas e a interpretação de Kleber, que ficou na medida.

    “Vou deixar na Cruz” ficou excelente. Bonito, moderno, bem executado, o clipe mostrou Kleber Lucas em grande estilo, como há tempos não acontecia. Alex Passos mais uma vez mostrou sua marca de fugir dos padrões e se deu muito bem.

    Muito bom!

     

    Estejam com Deus e Até a Próxima!