Categoria: Cinema

  • 12 motivos para assistir ao filme “Você acredita?”

    No último dia 25 aconteceu a pré-estreia do filme Você acredita? Na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O evento foi realizado para imprensa e personalidades importantes do segmento cristão e nós do O Propagador estivemos lá conferindo em primeira mão esta mega produção que estreou nesta quinta-feira (3) nos cinemas.

    Você Acredita? é a mais nova produção dos mesmos criadores de Deus Não Está Morto. Esse novo projeto busca mostrar o poder restaurador do sacrifício de Cristo na Cruz e a importância de compartilhar essa mensagem de salvação.

    O longa reúne atores de peso, como a vencedora do Oscar® Mira Sorvino (De Coração Partido), Sean Astin (O Senhor dos Anéis), Alexa PenaVega (Pequenos Espiões), Ted McGinley (Pearl Harbor), Cybill Shepherd (A Ultima Sessão de Cinema), Lee Majors (O Homen de Seis Milhões de Dólares), Andrea Logan White (Mamãe Operação Balada), Delroy Lindo (Malcolm X), Madison Pettis (Treinando o Papai), e Brian Bosworth (Golpe Baixo).

    “Trabalhar com esse elenco foi um sonho”, diz o diretor Jonathan M. Gunn. “Eu sou muito aberto a atores que trazem a sua própria opinião sobre seus personagens e quando você trabalha com um elenco como o que tivemos, todos muito talentosos, dirigir fica muito prazeroso.”

    Se você ainda está em dúvida se deve assistir ou não, não se preocupe. A seguir você terá 12 motivos para ver este filme. Acompanhe:

    1. Você vai aprender

    Mais que um questionamento vazio com uma resposta monossilábica, o filme busca expor tudo o que o o questionamento de acreditar na cruz significa. Até mesmo o mais que se imagina estar apto a responder sem pestanejar, vê-se por um momento estremecer diante da pergunta “Você acredita na cruz de Cristo?” O filme acaba sendo uma grande lição, não apenas do valor de acreditar, mas de sermos menos egoístas e mais humanos.

    2. Você vai se emocionar

    Desde o início o longa procura tratar de questões emocionais, a trama se desenrola pelo viés emocional de seus personagens. Toda a história é construída na ideia de que cada um, todos nós temos motivos para não acreditar e até culpar a Deus por nossos problemas, mas mostra também a recompensa de acreditar. É impossível não se emocionar, não vivenciar da dor e da alegria de cada personagem. Se você é emotivo, prepare-se para fortes emoções.

    3. Você vai se divertir

    Embora o filme tenha um tom dramático, Você acredita? Vai arrancar gargalhadas de muita gente. São frases muito bem construídas e excelentes sacadas trazendo leveza a uma história densa sem comprometer sua mensagem. Depois que você assistir, volte aqui para contar qual cena foi a mais engraçada… Eu até contaria, mas aí te daria spoiler…

    4. Você vai aplaudir

    Não basta se emocionar. Se você é um cristão de verdade você  vai ter que ser forte para conter a vontade de aplaudir em pleno cinema. Na sessão VIP o público não se conteve. Aplausos efusivos marcaram uma cena em especial e tenho certeza que ao assistir você saberá qual é.

    5. Vai avivar a sua fé

    A igreja usa de um recurso bastante comum como forma de avivar a fé dos fiéis: o testemunho. Nada como um relato, uma experiência para nos trazer para perto da Cruz de Cristo, aumentar a chama em nossos corações. É isso que Você acredita? busca despertar nas igrejas. O avivamento da fé.

    6. É uma oportunidade de evangelizar

    Se você tem um amigo que talvez não tenha decidido por seguir no evangelho, esta é a sua oportunidade de fazer a diferença. Leve-o para assistir Você Acredita?. Ao contrário do que alguns pensam, os filmes cristãos tem evoluído e tem se tornado entretenimento não apenas para cristãos, mas para a todos os públicos. Estou sabendo que há condições especiais para grupos e igrejas então… Fica a dica.

    7. Você vai contribuir

    O cinema cristão vem se desenvolvendo em nosso país e ganhado relevância ano a ano. O seu apoio é fundamental para incentivar novas produções. Num ambiente dominado por mensagens que muitas vezes contrariam os valores cristãos, carecemos cada vez mais de produtos que tragam ao público mensagens que edifiquem e fortaleçam a fé. Assistindo Você Acredita? Você estará contribuindo diretamente para o crescimento do cinema cristão no Brasil.

    8. Você vai se encantar por Lily

    Lily (Makenzie Moss) - Você acredita?Isso eu vou contar. A pequena Lily (Makenzie Moss) roubou a cena no filme e não é por menos. Apesar de todas as dificuldades, essa pequena guerreira não perdeu a doçura e pureza da inocência. Sempre espontânea, Lily expressa sem rodeios o que sente. Orfã de pai, Lily é uma sobrevivente com o poder de encantar a todos de quem se aproxima.

    9. Você vai repensar valores

    Quem arriscaria a sua própria vida para salvar a vida de alguém que acabou de lhe prejudicar? Essa é uma das falas do filme e nós temos o maior exemplo disso: Jesus. Ele morreu para salvar o mundo que o mandou para a cruz. Nós enquanto seguidores dEle, deveríamos fazer o mesmo, mas…

    10. Você vai se questionar

    Você certamente é uma pessoa de bem. Mas o que você estaria disposto a fazer pelo próximo? Em Você Acredita? Vemos os questionamentos vindo a toda a todo o momento. Sabemos o que é o certo a se fazer. Por que não fazemos? Não se trata de apenas professar, mas de viver a fé em Cristo plenamente.

    11. Você vai assistir um dos melhores filmes com temática cristã da atualidade

    Você acredita? Traz uma narrativa fluída e contagiante. Com excelentes atores e equipe de produção de alto nível, o longa certamente é um dos melhores filmes cristãos lançados até hoje e você vai conferir esse grande projeto em uma super tela. Vale a pena.

    12. Você vai entender que acreditar não está em dizer sim, eu acredito, mas demonstrar. Todos os momentos nossa fé é testada. O que as nossas ações tem respondido?

  • Ser Ester – Filme Deus não está morto

    Olá estersinhas! Hoje vamos falar de um tema inédito aqui na coluna: filmes.

    Não sou exatamente uma cinéfila, mas ao assistir Deus não está morto, senti vontade de compartilhar com vocês meu ponto de vista sobre o filme em uma tentativa de resenha, ou algo que se assemelhe a uma.

    Deus não está Morto estreou nos Estados Unidos em março e foi sucesso de bilheteria (saiba mais). Baseado no best-seller homônimo escrito por Rice Broocks (Editora Thomas Nelson), o filme chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 21 de agosto, com distribuição da Graça Filmes.

    Confira o trailer:

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=uRq_0-wqj10]

    Deus não Está Morto conta a história de Josh Wheaton (Shane Harper), um calouro na universidade que, logo na primeira aula de filosofia, é desafiado pelo professor ateu a provar a existência de Deus e convencer a turma de seu ponto de vista. Se falhar no desafio, está reprovado, se desistir, terá que atestar reconhecendo que Deus está morto. Inspirado pelo texto de Mateus 10. 32-33, Josh aceita o desafio, para desespero dos pais e da namorada.
    Com esse plano de fundo, diversas histórias de fé, ou da falta dela, vão se desenhando.

    Sendo este um filme cristão, e a julgar pelo título, ninguém pode me acusar de spolier se eu adiantar que, no final, Josh consegue convencer a classe da existência de Deus.

    PONTOS FRACOS: embora seja um filme comercial e feito para todo tipo de público, particularmente, eu esperava que houvesse mais cenas dos embates entre Josh e o Professor para aprofundar mais sobre o tema. Isso, no entanto, provavelmente deixaria a obra mais densa e menos digerível no sentido do entretenimento.

    Outro ponto que me incomodou um pouco foi a estereotipização do personagem interpretado por Kevin Sorbo, o Professor Radisson. A ideia do filme foi personificar o ateu ex-cristão, que normalmente é o mais contundente em sua falta de fé. O personagem é mostrado de forma arrogante e autoritária, o que pode incomodar um pouco especialmente os não cristãos. De fato, há alguns exageros de personalidade no personagem, mas isso pode ser relevado se levarmos em consideração que o filme se inspirou em relatos de dezenas de processos judiciais entre universidades e alunos cristãos, onde estes últimos foram condenados por causa de sua fé, demonstrando um viés intolerante de parte da academia com o pensamento religioso. Dessa forma, parece haver uma tentativa de condensar no Sr. Radisson as principais características dos professores envolvidos nesses processos, mas isso pode ter deixado o personagem um tanto caricato.

    PONTOS FORTES: Sim! A despeitos dos pontos fracos que eu identifiquei acima, o filme é ótimo e por isso que eu o estou indicando, oras.

    Pra mim, o grande trunfo de Deus não está morto é a ideia de levar as mensagens da fé cristã para o ambiente acadêmico. Os filmes cristãos geralmente são previsíveis e mostram a história de superação/conversão de alguém, mas esse ganha pontos por seu roteiro principal fugir desse lugar comum, embora as conversões aconteçam como testemunho do Evangelho salvador.

    A historia aborda um leque de personagens que retratam formas diferentes como as pessoas lidam com a fé. Tem aquele que vai até as últimas consequências para defender o que acredita, tem o que é cristão só até a página 2, tem aquele que abre mão da fé por um relacionamento, tem o frustrado com Deus, tem o que nunca se frustra e por aí vai. Cada personagem é o arquétipo de um comportamento. É impossível assistir ao filme e não ver sua fé representada em alguém ali.

    Outro ponto alto do filme é a trilha sonora, com especial para a icônica banda cristã australiana Newsboys que, além de interpretar “God is not dead”, a música tema da obra, ainda faz uma participação mais que especial no filme. Vale muito a pena ver Michael Tait, Jeff Frankestein, Duncan Phillips e Jody Davis cantando e atuando.

    Embora, como comentei anteriormente, o filme não se aprofunde muito nas discussões teórico filosóficas, ele é útil no sentido de deixar claro que é possível discutir, compreender e demonstrar os sinais da existência de Deus sem que seja necessário abrir mão da inteligência ou da razão. No contexto cristão, isso não é necessário, mas quem está ou já esteve na universidade, especialmente em um curso voltado às ciências humanas já deve ter perdido a conta de quantas vezes teve sua fé posta à prova.

    Além de conhecer o Deus no qual cremos, devemos estudar para estarmos preparadas para responder com mansidão e temor a qualquer que nos pedir a da esperança que há em nós (1 Pedro 3.15)

     

    Abraços e até a próxima!

  • Deus não Está Morto tem pré-estreia em São Paulo e Rio

    Expectativa geral foi o clima que antecedeu aos eventos que ocorreram nesta semana para divulgação do filme Deus não está Morto. Com o objetivo principal de proporcionar a líderes, cantores e pastores de diferentes denominações um momento de comunhão e entretenimento, o diretor Ygor Siqueira da Graça Filmes está realizando a pré-estreia do filme em algumas cidades brasileiras.

    Duas aconteceram nesta semana. Segunda-feira (4), em São Paulo, 270 pessoas lotaram o cinema no Mooca Plaza Shopping. Dentre vários cantores e celebridades estavam, também, o conhecido modelo, Miro Moreira, apresentadores da RIT TV, Dany Grace, Denise Luque, Jacqueline Stefano e Isabel de Carvalho; e diversos cantores gospel como, Gilson Campos, Brenda e Priscilla Alcântara. Já no Rio de Janeiro, a película foi apresentada para um pouco mais de 280 pessoas, no New York City Center, na Barra da Tijuca e vários nomes, também, marcaram presença, como Dedé Santana, os lutadores de UFC, Alan Nugete e Warley Alves, Bruna Karla, Bianca Toledo, Claudia Valente, Jairo Bonfim, Ariely Bonatti e outros.

    Para Ygor Siqueira, foi mais um momento gratificante em ver que todos saíram afirmando ser um excelente filme. “As pessoas já entram com uma expectativa muito boa, por tudo que ouviram que ocorreu na estreia, nos Estados Unidos. Acredito que a propaganda ‘boca a boca’ é a mais poderosa fonte de informações”, completa o diretor da GFilmes.

    Segundo a empresa, acontecerão mais quatro pré-estreias em outras cidades brasileiras (Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Goiânia).

    O longa-metragem entrará em cartaz nos cinemas do Brasil no próximo dia 21 de agosto. A obra, lançada nos EUA com o nome God’s Not Dead, foi baseada no álbum homônimo da banda gospel americana, Newsboys. O filme tem provocado grande mobilização nos EUA e se tornou fenômeno nas redes sociais com mais de: 1 milhão de fãs, 1 milhão de curtidas e 800 mil compartilhamentos.

    A trama aborda a questão do criacionismo versus evolucionismo e deixa o seguinte questionamento: “Deus é apenas um mito e nunca existiu?” Ou “Ele está vivo e presente em cada um de nós?”. Esta é a difícil indagação que Josh (Shane Harper) terá de defender em um incrível debate que provocará o espectador a refletir sobre suas crenças e fé.

    Confira nossa opinião sobre o filme aqui.

  • Dica de filme: Amor Incondicional – A história de Oseias

    O filme Amor incondicional conta a história do profeta Oseias, que se casou com uma prostituta para atender à vontade de Deus. Essa passagem bíblica retrata a importância do amor verdadeiro, que perdoa e não julga, fazendo uma metáfora do amor que o Senhor tem por nós.

    O filme traz em papel de destaque o ator Sean Astin, conhecido por atuar na trilogia cinematográfica O senhor dos anéis. Também participam do elenco: Elijah Alexander, Kenton Duty, Sammi Hanratty e Erin Bethea.

    Sinopse:

    Stuart (Sean Astin), líder da juventude da igreja, e sua esposa, Beth (Erin Bethea), levam cinco adolescentes para acamparem no fim de semana. Porém, duas garotas têm uma séria discussão. Para resolver o conflito e fazer os jovens repensarem seus comportamentos, Stuart cita o belo exemplo de Oseias (Elijah Alexander): ele recebe uma revelação de Deus e se casa com uma prostituta. Tempos depois, sua mulher, Gomer (Tehmina Sunny), abandona o lar por causa de riquezas materiais. Mesmo assim, seguindo o exemplo do incrível amor de Deus, o profeta perdoa à esposa e volta a cuidar dela depois que ela é jogada, pelo amante, no mercado de escravos.

    Uma bela lição é transmitida por esta história emocionante, que exalta o amor incondicional do Senhor e o Seu perdão pelos erros da humanidade.

    Trailer:

  • Filme “O Céu é de verdade” estreia no cinema nacional dia 3 de julho

    Nesta sexta-feira (6) o Portal O Propagador pode conferir com exclusividade o filme “O Céu é de verdade” sucesso de bilheteria nos Estados Unidos e chegará às telonas do país no dia 3 de julho.

    O Filme é baseado no Best-seller “Heaven is for real” que narra a experiência de Colton Burpo, menino de quatro anos que apesar de não ter morrido, declara ter ido ao céu durante uma cirurgia de apendicite.

    O livro, escrito pelo pai de Colton, o pastor Todd Burpo, desde 2010 vendeu mais de 8 milhões de cópias em aproximadamente 30 línguas diferentes, fazendo “O Céu é de verdade” ficar em primeiro lugar na lista dos mais vendidos na categoria não-ficção do New York Times durante várias semanas.

    Ofilme que obteve grande repercussão nos Estados Unidos, foi ilmado pelo estúdio Tristar, da Sony Pictures, o longa é dirigido por Randall Wallace (de Coração Valente) e é estrelado por Greg Kinnear (pastor Todd Burpo), Kelly Reilly (Sonja Burpo), Connor Corum (Colton), além de Jacob Vargas, Ali Tataryn, Nancy Sorel, Mike Mohrhardt e Lane Styles.

    Kinnear, que já teve indicações para o Oscar e o Emmy, interpreta o pai e também pastor que precisa lidar com o relato fantástico do filho, que apresenta detalhes de sua experiência incrível com inocência infantil. O menino começa a falar com naturalidade sobre as coisas que aconteceram antes do seu nascimento e que ele não poderia saber. O relato se dá em meio à descrença das pessoas em sua comunidade. Connor Corum, ator que interpreta Colton consegue passar essa inocência durante o filme o tornando incrivelmente emocionante.

    Com pitadas de humor, apesar do tom dramático presente no filme, “O Céu é de verdade” é um filme para toda a família, longe de ser direcionado apenas ao público cristão. Quem nunca se questionou sobre a existência ou não do céu? Mesmo sendo pastor, Todd Burpo (Kinnear) se questiona se de fato seu filho esteve no céu, se seus relatos não são apenas fruto de sua imaginação. Sua incredulidade começa a ruir quando o menino passa a relatar fatos que ele desconhecia antes da cirurgia.

    Quem já leu o livro certamente vai gostar muito do resultado da adaptação para os cinemas, quem não leu, vai se emocionar com a história de fé e esperança presente neste filme. Dia 3 de julho, nos cinemas.

    Confira o trailer legendado:

  • Filme Deus não está morto chega ao cinema em agosto

    O filme Deus Não Está Morto chegará aos cinemas do Brasil pela Graça Filmes e promete ser uma grande ferramenta de evangelização.

    A Graça Filmes marcou presença no 41º Encontro Sepal em Águas de Lindoia, no período de 5 a 9 de maio, e apresentou para pastores e líderes os filmes como uma nova estratégia para evangelização. Além disso, a empresa anunciou o lançamento do filme Deus Não Está Morto, que será no dia 21 de agosto nos cinemas.

    Apesar de o país ser considerado a segunda maior nação em número de evangélicos, com cerca de 170 milhões de cristãos, pesquisas realizadas pelo IBGE apontam que existem mais de 25 bilhões de habitantes que não conhecem o Evangelho. Além disso, um estudo feito pelo Instituto Gallup declara que cerca de 50% dos jovens cristãos que entram na universidade abandonam a fé em Deus. Tal fato chamou a atenção das lideranças cristãs que estiveram presentes no encontro, as quais concluíram que falta uma estratégia para alcançar esses jovens. E uma das propostas do filme é, justamente, dar ferramentas para que as igrejas possam trabalhar no alcance desse percentual significativo.

    Ygor Siqueira, diretor da Graça Filmes, comenta que “a expectativa para a estreia no Brasil é de superar o sucesso obtido com o filme Três Histórias, Um Destino, com mais de 288 mil espectadores, a fim de que a mensagem de Cristo possa transformar vidas, e as pessoas entendam por que Deus Não Está Morto”.

    Depois do sucesso do filme Deus Não Está Morto nas salas de exibição dos EUA, que mobilizou mais de 7 milhões de pessoas, Ygor afirma que “agora é a vez do Brasil comparecer aos cinemas e proclamar que Deus está vivo, pois, com certeza este filme será uma excelente ferramenta de evangelização para alcançar todas as pessoas independentemente de religião”.

    A trama, que aborda o criacionismo versus evolucionismo, tema polêmico, principalmente no meio acadêmico, conta com a participação de atores consagrados como Kevin Sorbo, o Hércules, no filme homônimo; Dean Cain, o Super-Homem, em Lois e Clark, As Novas Aventuras do Superman; e David A. R. White, conhecido por Contagem Regressiva e Tudo é Possível.

  • Filme Deus não está morto é sucesso de bilheteria nos Estados Unidos

    No Brasil, Deus não está morto (God’s Not Dead) chega através da Graça Filmes e deve estrear nos cinemas no segundo semestre de 2014.

    Apenas algumas semanas depois do sucesso do longa Son of God (Filho de Deus), que estreou com um impressionantes 26 milhões de dólares de bilheteria nos Estados Unidos, outro lançamento cristão está definido para impressionar os espectadores em todo o país.  God’s Not Dead ganhou uma estimativa de 2,8 milhões dólares em do seu primeiro dia de exibição, superando a média total de outros filmes cristãos recentes, como The Grace Card The Christmas Candle.

    O filme passou a arrecadar 8,6 milhões de dólares nos fim de semana, um total que supera até mesmo o notório À prova de fogo (Fireproof). Estreando com um lançamento limitado de menos de 800 telas, isso coloca o filme em uma excelente média de mais de US $ 14.000 por localização, superior a Corajosos (Courageous) e mesmo Filho de Deus (Son of God), o dobro do grande lançamento do novo filme dos Muppets.

    Produzido por Pure Flix Entertainment e Red Entertainment, God’s Not Dead conta a história de um estudante universitário que se propõe a provar a existência de Deus ao seu professor universitário ateu. O filme é estrelado Shane Harper, David A.R. White, Dean Cain, e Kevin Sorbo,  bem como Willie Robertson do hit A&E series, Duck Dynasty.

    O filme também apresenta uma aparição da banda de rock cristão no topo das paradas, os Newsboys, cuja canção “God’s Not Dead” escrita por Daniel Bashta inspirou o título do filme. O sucesso do filme que alcançou a 4ª posição entre todos os filmes lançados no mesmo período impulsionou as vendas do projeto de 2011 da Newsboys “God’s Not Dead” chegando à 5ª posição entre os álbuns cristãos no iTunes. Da mesma forma o single “God’s Not Dead” título do álbum foi a música cristã mais baixada na plataforma desde a estreia do filme.

    Marke Borde, co-presidente da Pure Flix Entertainment afirma: “Embora este enorme sucesso possa ser surpresa para a indústria, não é muito para nós. As pesquisas, os legítimos 1 milhão de fãs no Facebook, as tendências altíssimas no Twitter e no Fandango (site americano especializado em cinema) entre muitas outras plataformas, e a enorme reação positiva em centenas de sessões ao longo dos vários meses passados, deu-nos esperança para uma abertura significativa”.

    Depois de dois sucessos de audiência de filmes com base na fé, no mês passado, temas bíblicos continuarão a manter uma presença nas bilheterias nos fins de semana como o épico Russell Crowe com o longa controverso, Noah (Noé), que chegou aos cinemas neste fim de semana e a previsão é que alcance o primeiro lugar.

    Heaven Is for Real (O Céu é real) adaptado do best-seller “Life after death” (Vida após a morte), chegará aos cinemas em abril e Ragamuffin (Maltrapilho) chega aos cinemas em maio, contando a história do artista CCM Rich Mullins. A elite de Hollywood volta-se para a história de Moisés com “Exodus” (Êxodo), atualmente em produção, dirigido por Ridley Scott e estrelado por Christian Bale (Moisés), Joel Edgerton (Faraó), Aaron Paul (Josué), Ben Kingsley e Sigourney Weaver. “Exodus” está previsto para estrear nos Estados Unidos em dezembro de 2014.

    Confira o trailer do filme God’s Not Dead:

    Confira a canção God’s Not Dead da banda Newsboys:

    Fonte: New Release Tuesday

  • 10 motivos para assistir o Filme Noé

    John Snowden, o consultor bíblico para cineastas do filme ‘Noé’ (Noah), responde às críticas recentes em torno do filme.

    Manchetes não dão conta do próximo filme da Paramount Pictures, Noah, ou Noé. Com forte especulação da imprensa sobre quão fiel ou quão distante o filme pode estar da real história do personagem, como descrito na Bíblia.

    Infelizmente, muitos críticos à história, não a assistiram, dificultando o entendimento do que de fato estão criticando. Estou há dois anos trabalhando, envolvido, com o filme, como conselheiro bíblico dos cineastas.

    Confesso que, quando a produtora se aproximou de mim para que eu trabalhasse com este projeto, tive um turbilhão de emoções. Pesei questões como a capacidade que Hollywood tem de tomar liberdade com histórias e valores contra minha visão de uma boa teologia e uma apresentação saudável de histórias da Bíblia. Paramount foi inflexível sobre ter um assessor prático integrado no processo do início ao fim, o que me impressionou e me deixou surpreso.

    Eu li um rascunho do roteiro e fiquei muito admirado com a exploração das ideias de julgamento e misericórdia que tinham. Aceitei a oferta e rapidamente me vi totalmente envolvido com a equipe criativa, e falando bastante sobre Noé, Deus e Jesus, de que eles ouviram, e sobre quem perguntaram. Eu li, provavelmente, mais de 10 rascunhos do roteiro, dando um feedback a cada um e também assisti cada pedaço da filmagem.

    Com todo esse trabalho sobre as minhas costas, e com a estreia a apenas pouco mais de um mês, fico feliz em te oferecer pelo menos  10 razões, pelas quais acredito que nós, como igreja, podemos encontrar reflexões muito valiosas sobre Noé, sobre Deus e sobre a teologia neste filme. Não busco sugerir que o filme corresponde perfeitamente à leitura que todos fizeram sobre Noé, mas gastarmos um tempo valioso compreendendo como um casal de cineastas interage com um personagem como Noé.

    1 – O relacionamento entre Deus e Noé.

    No filme, Noé escuta e é dirigido por Deus, e age totalmente diferente dos seus contemporâneos por seguir as diretrizes de Deus. As escrituras são abertamente citadas pelos personagens.

    Na Bíblia lemos que Deus falou com Noé, mas ela não especifica o tipo de linguagem que Deus usou, se verbal ou por escritos, ainda que a maioria afirme que Deus falou com Noé verbalmente. No nosso filme, Deus dá visões de Noé, assim como deu a vários profetas e muitas figuras bíblicas fundamentais como José, Daniel, Isaías, Ezequiel e João. Eu oro para que um dia meus filhos tenham sonhos e visões da parte de Deus, assim como Ele nos prometeu através do profeta Joel.

    2 – A fidelidade de Noé.

    Todos pecaram, e carecem, então, da glória de Deus, inclusive Noé. No entanto ele se esforça para entender exatamente o que Deus está a dizer, confiando e agindo fielmente. As lutas nem sempre são fáceis de assistir, principalmente nas partes posteriores do filme, mas os valores que saltam desta narrativa são especiais.

    A uma mulher de uns 20 e poucos anos, que cresceu na Igreja, porém ficou desanimada, a voz de Deus parecia-lhe muito acessível, ironicamente, ao assistir Noé, uma vez que ela nunca ouviu a voz de Deus, e isto ocorreu exatamente devido à maneira como o personagem mostra sua confiança no que Deus fala.

    3 – Noé e o pecado

    Noé vê o seu próprio pecado como nem melhor nem pior do que o daqueles que vão morrer na enchente. Isto evoca o grande dilema bíblico: o plano de Deus para encher a Terra com a humanidade refletindo Sua glória foi prometido, mas o nosso pecado frustrou tal plano em todos nós. Somente quatro milênios depois de Noé, Jesus faria o trabalho de restauração. O filme concorda que não teríamos ganhado a salvação antes, e que nem estaríamos aqui hoje se não fosse pela graça de Deus. A Arca é, na verdade, um dom, um presente, pelo qual Seus planos se cumpriram e se cumprem em nós, e não o motivo pelo qual podemos nos orgulhar de estarmos vivos, de termos sobrevivido.

    4 – O filme se aproxima mais do texto do que se pode imaginar.

    O filme adere a muitos detalhes importantes do texto, como a construção da Arca, e suas medidas, Matusalém. O dilúvio global, e a morte de todos os povos, que não deveriam sobreviver. Como Deus fala com Noé, e Noé bêbado. A relação entre Noé e seus filhos. A criação a partir do nada. O pecado. A pomba e um arco-íris, e um par de cada animal (sete de cada animal limpo, detalhe que fugiu ao filme), um ramo de oliveira, e as águas que sobe do chão.

    5 – Noé fala e as mulheres tem nomes.

    Na Bíblia, Noé não diz uma única palavra antes que as águas abaixem. No filme, porém, além dele falar, sua esposa e suas noras tem nomes, pontos meramente extra bíblicos. Mas para qualquer contador de histórias, personagens com nomes e falas juntos faz sentido. Mas não é apenas isso. Tais personagens são usados ​​para ajudar a explorar a teologia bíblica. Em nosso mundo atual, as mulheres querem se identificar com as histórias bíblicas, então abrimos uma enorme oportunidade para Emma Watson (como nora de Noé) mergulhar profundamente em um desempenho incrível em torno de temas bíblicos como a esterilidade e a cura milagrosa.

    6 – Noé dá um foco para sua família

    Em meio a um desastre iminente, Noé une sua família em torno de um objetivo, e um foco: a construção da Arca para o cumprimento dos propósitos de Deus. Claro, sua família, no filme, é um pouco mais jovem do que a do texto bíblico. Ele é um pai tentando manter a sua família focada na missão de Deus, agindo com justiça, amando a misericórdia e andando humildemente diante de Deus. Os adolescentes vão se identificar facilmente com os personagens de Logan Lerman, Douglas Booth e Emma Watson e suas labutas como com os seus problemas e os de seus próprios pais. Noé também procura a sabedoria dos mais velhos. Em um mundo pós-moderno que diz nunca confiar em alguém com mais de 30, a história traz Noé buscando ajuda de seu avô, Matusalém, para ajudá-lo a interpretar a visão que ele está recebendo de Deus, e a agir diante dela. Matusalém ainda dá explicações bíblicas fundamentais para explicar o motivo do dilúvio. Prestem atenção.

    7 – A História mostra e personifica a humanidade má de Gênesis 6.

    Alguns riram da inclusão de um vilão por parte de Hollywood, alegando que Noé, na Bíblia, não tinha outro rival, além da chuva. Até certo ponto isso faz sentido. Mas Gênesis é explícito ao dizer que o coração de cada homem estava voltado para o mal o tempo todo era cheio de violência. Os narradores, juntamente com Darren Aronofsky (escritor e diretor) e Ari Handel fizeram algo pertinente, criando o personagem de Ray Winstone como a personificação do mal da humanidade: ele é espetacularmente vil em liderar o povo contra Noé e a arca.

    8 – A Teologia é abraçada pelo Cinema

    Muitos dos rumores sobre o filme são falsos. Ele não aborda a superpopulação, nem o aquecimento global. Mas esquecendo dos rumores, há valores importantíssimos no filme. A compreensão de Noé da justiça e da misericórdia de Deus, dialogando com a questão: “Será que a humanidade merece ser salva?” Embora Noé não se questione com estas palavras, sua batalha é entender como seria se Deus o permitisse morrer com sua família, e se pudesse salvar apenas os animais, já que ele não é melhor que os demais. Contudo, Noé não é Deus, e não pode saber exatamente o que Deus está fazendo.

    -A Importância da Cura Física Sobrenatural na história.

    Um Deus vivo, com um plano, que faz milagres acontecerem. Fazendo ser conhecido Seu propósito do começo ao fim. Seus propósitos permanecerão e Ele fará tudo o que lhe apraz.

    -A Imagem de Deus

    A peça fundamental do núcleo teológico do filme, e o que, pessoalmente, me move, quando estou lutando,  é saber que fomos criados para um propósito à imagem de Deus. Noé é consciente disso.

    -Noé não cede

    Um Noé Hollywoodiano seria extremamente sentimental, ao ponto de sentir-se tentado a resgatar um grupo de seres humanos em um barco, ou três ou quatro lindas girafas, por se sentir mal. Mas Noé não cede. Ele segue firme. Sua missão é clara: ninguém além de sua família sobreviverá.

    9 – As histórias bíblicas de volta em grande forma.

    Uma história desta magnitude requer um elenco com cineastas e atores a altura: Darren Aronofsky, vencedor do Oscar Russell Crowe (Noé), vencedor do Oscar Anthony Hopkins (Matusalém), vencedor do Oscar Jennifer Connelly (Naameh), Emma Watson (Ila), Ray Winstone (Tubal-Caim), Logan Lerman (Ham) e Douglas Booth (Shem). Numa altura em que as conversas de cultura pop tendem a se concentrar em super-heróis de entretenimento dialogando com vampiros e zumbis, as pessoas poderão ser envolvidas com histórias que abordam temas bíblicos.

    10 – Há cerca de vinte anos distanciando-se da fé, a América tem uma geração emergente, que é apontada por muitas organizações, como propensa a se distanciar mais da fé.

    Este filme é criado por roteiristas seculares e judeus para um público amplo. Vai envolver um público jovem, secular que estará pensando sobre o grande dilúvio. Se você imagina que um descrente vai entender detalhes da história bíblica de forma errada, eu te encorajo a reler a lista acima e começar a ter belas conversas sobre fé, com um pouco de pipoca e refrigerante de maneira desprendida com pessoas, as quais nunca pode conversar tão livremente. O Evangelho por si só é uma boa notícia, o suficiente, com ou sem um filme, mas quando questões teológicas começam a surgir de dentro de qualquer pessoa, eu preferiria muito mais aliar-me que criticar. Lembre-se, é responsabilidade da igreja difundir o Evangelho –e não Hollywood .

    Podemos nos divertir, discutindo sobre como seria nossa versão do filme Noé, se tivéssemos US$ 125 milhões. Mas é bem melhor nos concentrarmos agora em conversas santas.

    John Snowden atuou como consultor bíblico do filme Noé, desde abril de 2012. Após seis anos pastoreando jovens em West Los Angeles, John se mudou com sua família para Kathmandu, Nepal, onde é vice-presidente de CloudFactory, uma empresa de tecnologia que busca conectar um milhão de pessoas no mundo em desenvolvimento para o trabalho básico do computador.

    Confira o Trailer do filme Noé dublado em Português:

    [youtube http://www.youtube.com/watch?v=VG34gXdqR-4]

    Fonte: NRT

  • Crescimento do público evangélico promove investimento em cinema cristão

    Primeira produção evangélica 100% brasileira faz releitura de Elias e Eliseu no sertão nordestino. “A palavra” chega ao cinema no segundo semestre de 2014.

    Depois do sucesso obtido em 2012 pelo longa “Três histórias e um destino”, coprodução Brasil e Estados Unidos baseado em livro do pastor RR. Soares está sendo produzido o primeiro longa evangélico 100% nacional.

    A empreitada foi abraçada pela advogada evangélica Zitah Oliveira, 45, que criou a produtora Anjoluz para tocar o longa. Frequentadora da Assembleia de Deus, Zitah conta com ajuda de fiéis de várias igrejas para filmar. “Não temos uma bandeira, é um filme feito por evangélicos”.

    “Tem muito filme evangélico importado, muita coisa amadora, mas nada 100% brasileiro”, diz a advogada. O filme aposta em cineasta profissional e elenco global. Dentre os personagens principais estão Tuca Andrada (Engenheiro Eliseu, que também fará Elias), Oscar Magrini (um político corrupto, inimigo do engenheiro Eliseu e Luciano Szafir).

    Apesar de contar com direção de alguém estranho ao meio, o cineasta paulista Guilherme de Almeida Prado, que é ateu, o projeto não sofre influências da (des) crença do cineasta. “Não estava fazendo nada, aceitei o convite”, diz ele, responsável também pelo roteiro. “Me deram total liberdade. Só pediram para que fosse sobre os profetas do velho testamento”, diz Prado.

    Orçado em R$ 2,3 milhões, o filme não contou com financiamento de igrejas, mas que segundo Zitah, teve mercadinho ajudando com alimentos, quem tinha equipamentos emprestou. Boa parte da verba foi levantada através de shows gospel promovidos pela produtora.

    “A comunidade evangélica é forte na música e na TV, mas falta gente especializada em cinema, em geral feito por gente da classe-média”, diz Ricardo Mariano, professor de sociologia e pesquisador do tema.

    Para Mariano, “A palavra” é um ensaio para testar a fidelidade dos evangélicos, “não muito habituados a frequentar salas de cinema”.

    Porém a expectativa é positiva, considerando os resultados do filme “Três histórias e um destino”, primeiro longa evangélico exibido no cinema brasileiro.  O filme fez R$ 530 mil de bilheteria só nos primeiros três dias de exibição, sendo visto por 288 mil pessoas.

    A Graça Filmes, maior distribuidora de filmes evangélicos do país, também está de olho nesse setor e pretende repetir o feito de Três histórias e um destino em suas novas produções. A empresa ligada a Igreja Internacional da Graça de Deus, do pastor RR Soares, possui dois projetos engatados: a coprodução de “Redeem” (Redimir), prevista para 2015 e uma cinebiografia do cantor Thalles Roberto.

    Ainda este ano, a Graça Filmes pretende levar às telonas o filme “Deus não está morto” (God’s not dead). Em exibição nos Estados Unidos. Seu trailer gerou polêmica e alcançou milhares de compartilhamentos nas redes sociais e cerca de 6,5 milhões de views no Youtube.

    O filme apresenta história de Josh Wheatom (Shane Harper), um recém-chegado estudante universitário para o corpo docente, cuja fé e desafiada por um professor ateu chamado Radissom (Kevin Sorbo), que tenta impor sua ideologia em seus alunos. Em “Deus não está morto”, a trama é tecida através da história de várias pessoas que também são desafiados por um mundo sem crença que rejeita a existência de Deus. “Deus não esta morto” é uma produção da PureFlix Entertainement.

    Fonte: Folha